Empres é multada por atraso nas Obras da Arena Esporte

A empresa Recoma, responsável pela construção da nova Arena Esportiva de São José dos Campos, recebeu ontem uma multa de R$ 330 mil da prefeitura pelo atraso na obra. “Segundo a última medição, entregue pela empresa na semana passada, a obra está 24% concluída. Pelo cronograma, esse índice deveria ser de 40%”, afirmou a secretária de Obras de São José, Flávia Pitombo.

Esse foi o segundo atraso consecutivo no cronograma. Em julho, a construção já deveria ter atingido 25%, mas estava em 20%. “Naquela ocasião, notificamos a empresa. A justificativa foi de que eles estavam com falta de funcionários, mas que o problema ia ser resolvido e o cronograma seria respeitado”, afirmou a secretária. Sobre esse novo atraso, registrado no mês de agosto, a Recoma ainda não enviou justificativa à prefeitura.

Pela proposta inicial, o novo complexo esportivo, no Jardim das Indústrias, zona oeste, deveria ter ficado pronto no início deste mês. Mas, devido a problemas com o terreno e as chuvas, a data já havia sido alterada para o dia 31 de outubro.

Na semana passada, o presidente da Recoma, Sérgio Schildt, revelou a O VALE que não seria possível entregar a obra dentro do prazo. “Eu fiquei surpresa com a declaração dele. Nós já sabíamos dos atrasos, mas em nenhum momento a empresa nos pediu um aditamento do prazo. Oficialmente, para a prefeitura, a arena seria entregue no fim de outubro”, disse Flávia.

Ainda de acordo com a secretária, o próximo passo é esperar a nova medição das obras, prevista para acontecer em setembro. “Se eles continuarem com os atrasos, podem receber novas multas. Caso a obra não seja concluída dentro do prazo, podemos até rescindir o contrato”.

Segundo a secretária de Obras, o contrato firmado entre a prefeitura e a Recoma não prevê reajuste nos valores.  O VALE conversou ontem com o presidente da Recoma, Sérgio Schildt, mas ele não quis comentar o atraso nas obras e a aplicação da multa.

O Vale

Terreno da Selecta vai a leilão por volta dos R$187 Milhões

O terreno do Pinheirinho, na zona sul de São José dos Campos, vai a leilão no final de setembro por R$ 187 milhões, o dobro do valor venal da área, estimado atualmente em R$ 92,7 milhões. O edital será publicado no próximo dia 26 pelo leiloeiro Luiz Fernando Sodré Santoro. A área, que pertence à massa falida da Selecta, empresa do megaespeculador Naji Nahas, será leiloada para pagamento de dívidas.

De acordo com juiz Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, da 18º Vara Cível, responsável pelo processo de falência da massa falida da Selecta, o terreno é o único bem da empresa, que possui dois credores, entre eles a prefeitura e o governo federal. O juiz não informou o valor devido aos credores, mas a estimativa é que a dívida da massa falida com município e União some R$ 28 milhões R$ 17milhões do município e outros R$ 11 milhões do governo federal. O montante da dívida representa somente 14,9% do preço de venda do terreno.

O preço da área foi definido por um perito à pedido da Justiça. É a segunda avaliação judicial da área. Na primeira delas, o valor fixado era de R$ 220 milhões. O terreno do Pinheirinho foi desocupado pela Polícia Militar em janeiro, por determinação da Justiça. Cerca de 1.700 famílias ocupavam a área (veja cronologia do caso ao lado).

A pedido de O VALE, o especialista em avaliação fundiária José Silvio da Costa Manso fez ontem uma projeção do custo de mercado da área. Segundo ele, o valor do metro quadrado naquela região varia de R$ 80 a R$ 100. Assim, o custo total da gleba poderia variar entre R$ 108 milhões e R$ 136 milhões.

“Normalmente, o valor do metro quadrado é 20% superior ao valor venal da área, o que ficaria em R$ 80,30 o valor do metro quadrado. Mas há variações que podem elevar ou reduzir esse valor em 15%, depende da procura do mercado”, disse.

Com 1,3 milhões de metros quadrados, o terreno é uma das últimas áreas disponíveis na zona sul. Entretanto, pelo menos 45% da gleba correspondem a áreas de proteção ambiental. A gleba tem um aproveitamento estimado de 718 mil metros quadrados. A Lei de Zoneamento também limita o uso do terreno apenas para condomínios industriais e galpões. Nesse espaço, Manso estima que seria possível construir 1.000 galpões industriais. “Acima de R$ 100, o valor está fora do mercado e dificulta a aquisição da área. Há interessados nessas áreas, desde que esse custo caia 40%.”

O leilão será realizado pela empresa Sodré Santoro entre o final de setembro e o início de outubro na Casa Sodré Santoro, em São Paulo. O edital está sendo finalizado. Segundo o advogado da empresa, Sidney Palharini Júnior, o leilão será presencial, mas com possibilidade de lances pela internet com pelo menos 15 dias de antecedência. Os interessados poderão se cadastrar no site da empresa.

Só será permitira a venda da área total do terreno e o lance mínimo permitido será de 50% do valor definido em perícia R$ 93,5 milhões. Segundo Palharini, o valor definido pela Justiça é apenas referencial e caberá ao juiz determinar o valor final da gleba. O advogado diz que está descartada a participação de órgãos públicos no leilão.

A Prefeitura de São José informou não ter conhecimento do leilão. Quando o pregão for agendado, a Procuradoria Fiscal do Município irá acompanhar o processo para receber os créditos da dívida de impostos da Selecta.

O Vale

Empresa Selecta acumula divida de mais de R$20 Milhões

Sete meses após a desocupação do terreno do Pinheirinho, na zona sul de São José, a massa falida da Selecta S/A, proprietária da área, já acumula uma dívida de R$ 28 milhões por ‘abandonar’ o terreno de 1,3 milhão de metros quadrados. A limpeza da área, determinada pela prefeitura no dia 2 de fevereiro, após a demolição das 1.700 casas e a remoção dos entulhos, não ainda foi realizada.

Ao todo, a proprietária da área ignorou sete de nove notificações encaminhadas pelo governo. A massa também ignorou os pedidos para cercar o terreno, desfazer as ruas internas e reconstruir o passeio público. Em razão do descumprimento, recebeu 14 multas, sete delas por reincidências que juntas somam R$ 28 milhões. Em todas elas, a Selecta solicitou prazo de recurso, mas não cumpriu as determinações.

A multa mais alta é a que cobra a higiene e limpeza do terreno, R$ 27,5 milhões. Isso porque a cobrança é feita com base no tamanho do terreno é cobrado um valor de R$ 6,65 por cada metro quadrado de área. Para o governo, o local se transformou em um problema para a vizinhança local por oferecer riscos de proliferação do mosquito transmissor da dengue e de animais peçonhentos.

Outro problema é o uso do espaço por usuários de crack que costumam se reunir no local para o uso de drogas em plena luz do dia. “É um descaso com São José e com os moradores do entorno desse terreno. O excesso de entulho pode causar doenças e atrair animais peçonhentos”, disse a secretária de Defesa do Cidadão, Marina de Oliveira.

Segundo Marina, são constantes das rondas da guarda municipais e de fiscais no local. “Eu espero que a massa falida tome uma providencia, principalmente para cercar e limpar aquela área, porque todas as multas que podíamos aplicar eu já apliquei”, disse.

Marina pretende contratar uma empresa para fazer a limpeza em um trecho do terreno, onde o problema é mais grave. Ela aguarda respaldo jurídico para fazer a limpeza em área particular. “Tem um trecho muito afetado onde os usuários de drogas se concentram. Estamos monitorando a área e iremos limpar uma parte e o jurídico irá remeter a conta para a empresa”, disse Marina.

Será a segunda ação da prefeitura no terreno. O alto risco do local, levou equipes do Centro de Controle de Zoonoses no final de fevereiro a realizar vistorias no local. Em um mutirão, agentes recolheram mais de oito toneladas de entulhos considerados potenciais criadouros do mosquito entre os escombros do Pinheirinho. A época o governo alegou que a ação foi necessária para eliminar possíveis criadouros da dengue.

A área também foi incluída entre os pontos estratégicos de risco para o controle do mosquito. São realizadas vistorias semanais. Todos os processos de multa ainda estão em andamento, alguns deles com recursos da Selecta sendo julgados pela Junta de Recursos Municipal. Até o momento, nenhuma das multas foi paga. Nenhum representante da Selecta foi encontrado ontem para comentar o assunto.

O Vale

Falha no serviço faz Ideais levar advertência de Cury

A Prefeitura de São José dos Campos aplicou uma advertência ao Ideais (Instituto de Desenvolvimento Estratégico e Assistência Integral à Saúde) por falhas em serviços prestados em unidades da rede municipal de saúde no ano passado. A entidade não mantém mais contrato com a administração.

O Ideais, segundo procedimento investigatório da Secretaria de Saúde, escalou o “mesmo médico para plantões no mesmo horário em unidades distintas”. Durante os serviços prestados pelo instituto, também foram registrados dois casos em que profissionais se ausentarem do trabalho antes do término do plantão.

O Ideais prestou serviço por cerca de sete meses no ano passado à Prefeitura de São José, em contratos firmados sem licitação a partir do mês de abril. Na época, o governo do prefeito Eduardo Cury (PSDB) afirmou que a contratação emergencial do instituto se justificava por um movimento grevista entre os médios da rede municipal.

A alegação do governo era de que, na época, os médicos deixaram de fazer horas-extras, o que comprometeria o atendimento nas unidades de saúde da rede. Ao todo, segundo nota enviada pela prefeitura ontem, o Ideais recebeu R$ 2,073 milhões pelos serviços prestados em sete meses.

A advertência aplicada pela prefeitura a Ideais é a penalidade mínima prevista pela legislação federal a empresas que prestam serviços ao poder público. Dependendo das falhas cometidas, essas empresas podem ser multadas financeiramente e até impedidas de participar de licitações. “A penalidade foi aplicada atendendo a proporcionalidade do prejuízo causado ao atendimento à população”, justificou a prefeitura, em nota.

O Vale

Empresa de Call Center contrata mais de 100 pessoas

A Atento, empresa de contact center, terceirização de processos de negócios (BPO) e CRM, abre 107 vagas em São José dos Campos, sendo todas na área operacional (teleoperador). A companhia não exige experiência para o cargo, além de oferecer treinamentos específicos para atuação na empresa de acordo com as necessidades de cada um de seus clientes.

Para os interessados em desenvolver carreira na Atento, vale ressaltar que a empresa possui projetos que estimulam continuamente o desenvolvimento de seus funcionários, oportunidades de ascensão, além de políticas como a de Remuneração Variável – destinada aos 80 mil funcionários da companhia – que valorizam, reconhecem e recompensam esforços concentrados na busca pela superação das metas corporativas.

Vagas Operacionais

O perfil exigido para o cargo de teleoperador é segundo grau completo, bom vocabulário, fluência verbal, boa dicção, bom relacionamento interpessoal, dinamismo, bons conhecimentos de informática e digitação.

Para candidatar-se para as vagas de teleoperador, os interessados devem encaminhar seu currículo para o endereço: [email protected] ou se cadastrarem no site www.atento.com.br.

Benefícios

Todas as oportunidades de trabalho na Atento são em regime CLT. A empresa oferece assistência médica, vale-refeição ou vale-alimentação, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, auxílio-creche e auxílio à criança especial.

A remuneração varia de acordo com o cliente e a carga horária. Além disso, a companhia tem parcerias com instituições de ensino em todo país e são descontos que variam de 10% a 50% do valor da mensalidade, sendo que alguns são válidos inclusive para os dependentes. Vale ressaltar que esta parceria é um benefício para todos os funcionários da Atento.

Vnews

Empresa Capacita moradores para vagas abertas

O site de São José dos Campos da TIVIT, empresa líder em serviços integrados de Tecnologia e BPO (Terceirização de Processos de Negócios) na América Latina, implantou uma ferramenta diferenciada de apoio aos profissionais que disputam uma vaga de emprego na companhia. Desde fevereiro, a unidade vem desenvolvendo o programa ‘ABC.com’.

O ABC.com é uma iniciativa inédita na TIVIT e foi criada pela unidade com o objetivo de preparar e desenvolver o candidato, melhorando a sua participação no processo seletivo e aumentando as suas chances de admissão. O curso, com 6h de duração, aborda, de maneira prática e objetiva, questões de Português e Informática. A cada quinze dias, formam-se novas turmas com cerca de 25 pessoas. Após o curso, o candidato tem chance de concorrer à uma vaga.

Novas vagas

Atualmente, a unidade da TIVIT em São José dos Campos está com 350 vagas abertas. Grande parte das oportunidades são para primeiro emprego e, além do salário fixo, os profissionais podem ter remuneração variável e premiações por desempenho. Além dos benefícios tradicionais como seguro de vida, assistência médica e odontológica, refeição e vale transporte, a empresa oferece planos de carreira para todos os níveis hierárquicos e diversos programas internos focados no desenvolvimento dos seus colaboradores.

Para ocupar as vagas, os profissionais devem cumprir alguns requisitos que variam de acordo com cada cargo entre eles: ter, no mínimo, 18 anos, ter concluído ou estar cursando o terceiro ano do ensino médio, além de demonstrar noções de informática. Há oportunidades também para portadores de necessidades especiais.

O processo seletivo envolve análise de currículos, entrevistas e avaliações técnicas comportamentais. Os interessados devem comparecer com currículo, RG e CPF na unidade da empresa em São José dos Campos, que fica na Rodovia Presidente Dutra, Km 154,7, Jardim das Indústrias, Centro Empresarial do Vale. Também é possível enviar o currículo para [email protected] ou cadastrá-lo nos sites: www.vagas.com.br/tivit ou www.tivit.com.br, área “Trabalhe Conosco”. Nos endereços eletrônicos, também estão disponíveis todas as oportunidades oferecidas pela empresa. Outras informações pelo telefone (12) 3967-3680.

Sobre a TIVIT

A TIVIT, empresa líder em serviços integrados de TI e BPO na América Latina, tem seu portfólio organizado em três grandes áreas de negócios: Infraestrutura de TI, Sistemas Aplicativos e BPO. Atualmente, possui 19 unidades, localizadas nas principais regiões do Brasil, e uma extensa infraestrutura que permite escalabilidade, confiabilidade e segurança da informação. A TIVIT faz a gestão de operações estratégicas e vitais para os negócios de seus clientes, que incluem 300 das 500 maiores empresas brasileiras. A companhia presta serviços para grandes bancos, seguradoras, empresas de cartões de crédito, indústrias de manufatura, concessionárias de serviços públicos e varejo.

Embraer cria na cidade empresa de Criação de Satélite

Embraer e Telebras formalizaram ontem a criação da Visiona Tecnologia Espacial S.A., empresa que será responsável, inicialmente, pela produção do satélite geoestacionário que será lançado em órbita pelo governo brasileiro em 2014.

A Visiona será sediada no Parque Tecnológico de São José dos Campos e terá composição de 51% da Embraer e 49% da Telebras. Estimado em R$ 750 milhões, o satélite geoestacionário terá finalidades civil e militar, transmitindo imagens para monitoramento de fronteiras, informações sobre condições climáticas e disponibilizando internet banda larga.

“Este projeto representa um passo histórico para o avanço da prontidão tecnológica e industrial do setor espacial no Brasil, e a Embraer tem satisfação e orgulho de ser a parceira estratégica da Telebras e do Estado brasileiro”, disse em nota o diretor-presidente da Embraer, Frederico Curado.

No mesmo comunicado, o presidente da Telebras, Caio Bonilha, disse que “o satélite brasileiro permitirá a ampliação do acesso à internet a milhões de lares”.

O Parque Tecnológico, também por meio de nota, informou que “a chegada da Visiona constitui passo estratégico para a implantação e consolidação do Parque Tecnológico, que ora ingressa em sua fase de expansão, sempre em linha com o objetivo permanente de propiciar às empresas nele instaladas um ambiente sinérgico e estimulante para a geração de conhecimento, tecnologia e inovação”.

Já o secretário de Desenvolvimento Econômico, José de Mello Corrêa, salientou que é um privilégio de poucas cidades no mundo a construção de um satélite. No Parque, a Visiona será empresa âncora do Centro de Desenvolvimento de Tecnologias Espaciais, ainda a ser construído. Num primeiro momento, a empresa poderá se instalar provisoriamente na atual estrutura do parque.

O Vale

Diante da Concorrente, Embraer se mostra confiante

O diretor-presidente da Embraer, Frederico Curado, mostrou-se confiante quanto à nova concorrência promovida pela Força Aérea dos Estados Unidos a fim de escolher caças de ataque leve para serem usados em missões no Afeganistão.

Os requisitos do novo contrato apresentam alterações em relação ao primeiro processo de escolha que, na visão de Curado, podem auxiliar o Super Tucano, avião da empresa de São José dos Campos, a vencer o único adversário na concorrência, o AT-6 da norte-americana Hawker Beechcraft.

Se por um lado a Força Aérea eliminou o item que pedia o comparativo de voo entre os aviões, por outro, agora pede histórico de desempenho comprovado dos modelos em missões de contrainsurgência, finalidade dos caças a serem selecionados para o Afeganistão.

“Talvez uma coisa compense a outra. Embora em voo não teremos a chance de mostrar a superioridade do nosso avião, ao falar de passado, temos mais de 100 aeronaves em operação, um avião que vem sendo usado em operação real, como na Colômbia e outros lugares. O avião da concorrente é um avião de treinamento.

Contrainsurgência, eles não têm muito o que falar a não ser o que eles pretendem fazer”, disse Curado, em entrevista exclusiva a  O Vale. Embraer e Beechcraft têm até 4 de junho pra apresentarem suas propostas à Força Aérea dos EUA. O vencedor da disputa será definido somente em janeiro de 2013.

Curado lembrou que o novo processo de escolha traz um elemento diferente da primeira concorrência: a situação financeira da Beechcraft, que na última quinta-feira entrou em processo de concordata para quitar uma dívida de US$ 2,5 bilhões (R$ 4,9 bilhões).

“É uma variável nova. Não sabemos se isso é um fator determinante para que eles sejam mantidos na competição, mas por isso não podemos deixar de competir. Temos que ter mais um pouco de paciência, mas essa é nossa expectativa e tomara que a gente consiga vencer de novo”, disse.

Após o anúncio dos novos requisitos para a concorrência, a porta-voz da Beechcraft, Nicole Alexander, afirmou que não espera que o pedido de concordata atrapalhe o processo de escolha da Força Aérea. Segundo a empresa norte-americana, o pedido de concordata não é usado como critério da Força Aérea para excluir um competidor.

O processo de escolha para o fornecimento das aeronaves está sendo refeito após ‘lobby’ da Beechcraft em órgãos dos EUA. No final de dezembro do ano passado, Embraer e sua parceira na disputa, Sierra Nevada, chegaram a ser declaradas vencedoras do contrato inicial para o fornecimento de 20 caças, avaliado em US$ 355 milhões (R$ 696 milhões). A Beechcraft recorreu da decisão e a Força Aérea decidiu refazer a concorrência.

A Força Aérea dos EUA seleciona as aeronaves para o programa denominado LAS (apoio aéreo leve) com finalidade de operar em missões de vigilância de fronteira e ataques contrainsurgência no Afeganistão.
As primeiras entregas estão previstas para o terceiro trimestre de 2014. O contrato pode chegar a US$ 1 bilhão.

O Vale

Defensores Públicos consideram ilegal entrada de nova Empresa

A Defensoria Pública do Estado considera ilegal a entrada da filial da Júlio Simões, a CS Brasil, no sistema de transporte público de São José dos Campos. A prefeitura autorizou o início da operação da nova empresa sem comunicar os usuários e tirou de circulação a Júlio Simões, que operava desde julho de 2008.

A Júlio Simões foi quem participou do processo licitatório para explorar o serviço por 10 anos. Na época, a empresa pagou R$ 4,2 milhões à prefeitura para explorar o serviço. “Em meu entendimento, a transferência do contrato, mesmo para empresa subsidiária, é ilegal, já que licitação foi baseada em critérios de capacidades técnica e econômica da Júlio Simões”, disse o defensor Jairo Salvador de Souza.

Segundo ele, os termos do contrato de concessão do serviço de transporte público e a legislação municipal não estão sendo cumpridas. A troca das empresas também foi criticada por especialistas em administração pública e pelo Sindicato dos Motoristas. A CS Brasil começou a operar em São José em outubro último, mas só neste mês o logotipo dos ônibus que operam 31 linhas na zona leste e norte foi alterado.

No Boletim Oficial do Município publicado em outubro, a Secretaria de Transportes publicou uma nota que não deixa clara a mudança do contrato. A CS Brasil tem CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) próprio e foi criada em 2009, após a concorrência pública realizada em São José.

A Secretaria de Transportes informou que a cópia dos documentos que regularizam a transferência devem ser obtidos através do Serviço do Protocolo da prefeitura. Segundo a pasta, existe uma lei federal que prevê a possibilidade de transferência de concessão ou do controle societário da concessionária. A prefeitura informou ainda que a CS Brasil cumpriu todos requisitos exigidos para prestar o serviço.

O Vale

É inagurada empresa sueca na cidade nesta Terça

A Haldex empresa sueca do setor automotivo inaugura nesta terça-feira (13), às 14h, nova unidade em São José dos Campos. A planta está instalada no distrito industrial Chácaras Reunidas, em uma área de aproximadamente 5 mil metros quadrados.

A transferência das atividades produtivas e de administração das unidades de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro para São José dos Campos teve início em setembro do ano passado. A empresa tem mais de 140 funcionários diretos.

O Vice-Presidente Mundial de Operações da empresa, Gregg Lehenbauer, ressaltou que fatores importantes, como mão de obra qualificada e logística privilegiada, foram determinantes para a centralização da produção e demais atividades administrativas e de apoio em São José dos Campos.

A Haldex desenvolve e produz sistemas de freio e suspensão para veículos pesados (caminhões, reboques e ônibus). O mercado de interesse da empresa é formado por empresas do setor automobilístico, autopeças e distribuidores para sistemas de suspensão e freio.

As negociações para viabilizar o investimento foram conduzidas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura, que apoiou a empresa no levantamento de dados e demais necessidades.

Prefeitura Municipal