Por falta de aviso, população reclama de nova empresa

A mudança na gestão de 31 linhas das zonas norte e leste do sistema de transporte público em São José dos Campos gerou polêmica entre os usuários. Eles reclamam da falta de aviso prévio da prefeitura, que autorizou a mudança sem divulgação, e têm dúvidas se o atendimento prestado será mantido.

Segundo eles, algumas linhas que eram operadas pela Júlio Simões tiveram o trajeto alterado recentemente. A empresa, que venceu a licitação para o sistema, repassou suas linhas para sua filial, denominada CS Brasil.

A mudança teria ocorrido em outubro, mas só agora o logotipo dos coletivos começou a ser alterado e a população foi pega de surpresa. A CS Brasil tem CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) próprio e não participou da licitação do sistema de transporte público, realizada em 2007.  “Peguei um ônibus ontem (domingo) que estava escrito Tesouro, mas o motorista fez o trajeto como se fosse a Vila Dirce”, afirmou a cozinheira Maria da Piedade Lopes, 75 anos.

Segundo ela, além de errar o trajeto, a linha, que estava prevista para passar no centro 20h30, só passou por depois das 21h. “Cheguei em casa depois das 22h, minha família inteira estava preocupada”, disse. A professora Camila Nepomuceno, 24 anos, também não sabia da mudança. “Percebi que o uniforme do motorista tinha mudado, mas não sabia o motivo. Seria melhor se a prefeitura tivesse explicado o que estava acontecendo”, afirmou.

A psicóloga Lurdes Suely, 54 anos, não sabia da troca das empresa que opera sua linha para o Vista Verde, zona leste da cidade. “Ônibus é um atendimento essencial na nossa vida, quanto mais informação a gente tiver, eu acho melhor”, disse.

A bancada do PT na Câmara de São José informou que iria investigar a regularidade da troca de concessionária. “A prefeitura tem que divulgar exatamente qual é a figura jurídica dessa empresa e o motivo da troca”, afirmou a especialista em gestão pública, Odete Medauar.

A Secretaria de Transportes informou que somente o nome da empresa foi alterado e que o atendimento permanece o mesmo. Segundo a pasta, há documentos que regularizam a alteração, mas “pedido de divulgação deve ser feito através do Serviço do Protocolo” da prefeitura.

Em nota, a Júlio Simões informou que a CS Brasil é uma empresa controlada pela JSL (denominação da Júlio Simões Logística) e foi criada especificamente para atender aos contratos públicos operados pela companhia, como o transporte em São José. “Não há nenhuma irregularidade no fato da CS Brasil figurar como operadora do serviço na cidade e todas as condições previstas no edital continuam asseguradas”, informou a empresa por meio de nota.

A CS Brasil foi fundada em 2009, dois anos após a licitação do sistema de transporte público em São José que escolheu a Júlio Simões como vencedora. A nova concessionária do sistema tem sede em Mogi das Cruzes e um capital estimado em R$ 92 milhões.

O capital da CS Brasil é superior ao de sua matriz, a Júlio Simões, que tem sede em São Paulo e capital de R$ 13,4 milhões. Na época da licitação, a Júlio Simões pagou R$ 4,3 milhões à prefeitura para explorar o sistema de transporte público na cidade. A empresa opera hoje 31 das 94 que atendem ao sistema de transporte público.

O Vale

Entrada de nova empresa de Ônibus na cidade

A bancada do PT na Câmara decidiu investigar a troca na gestão das 30 linhas de ônibus que atendem as regiões leste, norte e sul de São José dos Campos. Sem avisar os usuários, a prefeitura autorizou a entrada de uma nova empresa, a CS Brasil, no sistema de transporte público.

A nova concessionária é filial da Júlio Simões empresa que venceu a licitação do serviço público em 2008. Na época, ela pagou R$ 4,2 milhões para explorar o sistema de São José.

A mudança na gestão do sistema teria ocorrido em outubro, mas só agora a logomarca dos ônibus começou a ser alterada. O uniforme e crachá dos motoristas também mudou. Eles tiveram que levar a Carteira de Trabalho para a troca de registro.

“Vamos estudar para verificar as irregularidades cometidas com essa troca de empresa”, afirmou o vereador Wagner Balieiro (PT). “A empresa que ganhou a licitação é diferente da que opera o sistema hoje”, afirmou.

A CS Brasil tem CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) próprio e não participou da licitação. A empresa é filial da Júlio Simões que agora formou uma holding com os diferentes tipos de serviço que presta como transporte público, de cargas e rodoviário.

A prefeitura informou que a mudança não afeta o atendimento prestado à população. Hoje, o transporte público atende uma média de 250 mil passageiros/dia. José Carlos de Souza, presidente do Sindicato dos Condutores, disse que o sindicato não foi informado da mudança.

O Vale

Selecta reembolsara imovéis danificados durante a Operação

Após pressão da Prefeitura de São José, a Justiça determinou que a massa falida da empresa Selecta se responsabilize pelos móveis danificados ou destruídos durante a reintegração de posse do Pinheirinho. Cerca de 1.700 famílias foram expulsas do terreno. O processo de reintegração que deveria ser concluído em 15 dias durou apenas quatro.

E muitas famílias deixaram o local antes mesmo da chegada do oficial de Justiça para relacionar os pertences. Inúmeras famílias reclamaram da falta de pertences e também da dificuldade para retirar os móveis nos galpões oferecidos pela Selecta.

A família da dona de casa Maria José de Almeida, 62 anos, já pagou dois carretos, ma ainda não conseguiu retirar seus pertences. A Defensoria Pública de São José recebeu mais de 200 denúncias de sem-teto e planeja mover ações por danos materiais.

Foi a pressão das famílias que levou a prefeitura a questionar as ações de responsabilidade da Selecta. Em nota, a prefeitura sustenta que apesar de não ser de sua responsabilidade irá oferecer suporte para que as famílias possam receber seus pertences sem prejuízo. O objetivo é cobrar da massa falida a reposição dos móveis danificados ou extraviados durante a reintegração do Pinheirinho.

A juiza da 6ª Vara de São José, Marcia Loureiro, responsável pela ação de reintegração de posse, informou já ter acionado a massa falida. A empresa já teria nomeado um funcionário para auxiliar as famílias sem-teto na localização dos pertences.

Segundo ela, os autos descritivos de cada imóvel elaborados pelos oficiais de justiça no dia da reintegração servirão de base para apontar se há irregularidades no lote de pertences de cada família. Procurada, a massa falida não se pronunciou.

Pelo menos 140 famílias ainda estão alojadas em três abrigos da Prefeitura. A meta do governo é fechar o abrigo do ginásio Ubiratan, no Dom Pedro 2ª, ainda essa semana. Ao todo, 1.033 famílias já receberam o cheque no valor de R$ 1.000 (R$ 500 referente ao auxílio mudança e R$ 500 ao aluguel social).

O Vale

Parque Tecnologico inaugura fotosensores na cidade

A empresa Fotosensores Tecnologia Eletrônica inaugura nesta terça-feira (7), às 16h, uma unidade de pesquisa, desenvolvimento e inovação no Centro Empresarial I, do Parque Tecnológico de São José dos Campos.

O novo espaço será fundamental para apoiar a elaboração de algumas linhas de desenvolvimento da empresa, contribuindo com soluções de mobilidade urbana, além de pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias.

O Parque Tecnológico de São José dos Campos possui 25 milhões de metros quadrados destinados a abrigar Institutos de Ciência e Tecnologia, dentre várias empresas de setores intensivos de conhecimento. Tem como objetivo o desenvolvimento de conhecimento, tecnologia e inovação, além de promover maior integração entre a empresa e a academia, e consequente geração de soluções e melhoria de vida.

Prefeitura Municipal

Montadora GM retoma liderança no mercado na cidade

A General Motors foi a montadora que mais vendeu veículos em janeiro no país, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) baseados no número de emplacamentos. É a primeira vez desde junho de 2006 que a fabricante, com planta industrial em São José, passa à frente de Fiat e Volkswagen na comercialização de automóveis, desconsiderando a venda de veículos comerciais leves.

A GM terminou janeiro com a venda de 52.863 automóveis e comerciais leves, contra 51.909 da Fiat e 51.061da Volkswagen. Um dos fatores que contribuiu para a retomada da liderança pela montadora norte-americana foi o lançamento do sedã Cobalt que, nos primeiros 15 dias de janeiro, foi o décimo carro mais vendido no país.

“Não só o Cobalt, como o Cruze vendeu bastante. Para o Cobalt, inclusive, temos lista de espera. A GM apostou em promoções logo no início do ano e isso contribuiu também”, afirmou a gerente de vendas da Veibras, de São José, Viviane Silveira.

A unidade da GM em São José emprega cerca de 9.000 trabalhadores. Neste mês, a fábrica iniciou a produção da picape sucessora da S10, conhecida como Colorado fora do país. “Há três semanas havia a produção de um carro por hora, o equivalente a 16 unidades nos dois turnos. Ontem (anteontem), houve a produção de 29 carros apenas no primeiro turno e, hoje (ontem), esse número pode chegar a 60”, afirmou o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São José, Antonio Ferreira Barros.

O lançamento da nova picape deve acontecer neste mês. Segundo a montadora, até dezembro, sete novos modelos chegarão ao mercado brasileiro, o maior número de lançamentos da história da GM. A expectativa é que, no futuro, a linha de produção da nova S10 seja utilizada também para a montagem de um utilitário conhecido como TrailBrazer, sucessor da Blazer, que pode chegar ao mercado brasileiro até o próximo ano.

O investimento total da GM no país no período entre 2008 e 2012 é de R$ 5 bilhões. Em São José, o montante foi de R$ 800 milhões, segundo o sindicato. “Essa é a prova de que as críticas de lideranças empresariais sobre intransigência nas negociações com a GM não procedem. Temos novos projetos em negociação, mas que ainda não podem ser divulgados”, disse Barros.

A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) estima crescimento de 4% a 5% nas vendas neste ano, com recorde entre 3,77 milhões e 3,81 milhões de carros comprados pelos brasileiros.

O Vale

Com o aumento do combustível, tarifa de ônibus poderá subir

As empresas que operam o transporte coletivo de São José dos Campos querem aumento de 7,2% no valor da tarifa do ônibus. Com o reajuste, o preço da passagem passaria dos atuais R$ 2,80 para R$ 3. O pedido foi encaminhado à Prefeitura de São José no último dia 27 de dezembro, menos de um ano após o último aumento, de 12%. Caberá à prefeitura autorizar ou não o novo acréscimo.

Se autorizado, será o terceiro reajuste concedido pelo governo desde o início da operação das novas empresas, em 2008. O primeiro reajuste foi em julho de 2009 e elevou o valor da passagem de R$ 2,10 para R$ 2,50. O segundo, em janeiro do ano passado, quando o valor da passagem saltou de R$ 2,50 para R$ 2,80.

Segundo dados da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), São Paulo é hoje a única cidade do Brasil que opera com tarifa de R$ 3, a mais alta do país.

Na planilha encaminhada ao governo, as empresas Expresso Maringá e Julio Simões justificaram a passagem de R$ 3 em razão da variação no preço do combustível e dos insumos, no aumento salarial dos funcionários e na inflação do período.

A Saens Peña pediu R$ 3,02 com as mesmas razões. O presidente do Sindicato dos Condutores, José Carlos de Souza, considerou “absurdo” o pedido das empresas. “A passagem de R$ 2,80 já é cara e a população não vai aguentar”, afirmou.

“Os corredores exclusivos de ônibus não foram feitos, faltam ônibus aos finais de semana e em alguns bairros.”
O aumento no valor da passagem poderá gerar um gasto extra de R$ 0,20 a cada viagem para cerca de 7 milhões de passageiros que utilizam mensalmente o sistema de transporte público.

Vereadores da situação e oposição criticaram novos reajustes na tarifa. “Aumento é sempre complicado e ninguém aceita. O último aumento aconteceu há um ano e acho que o prazo é curto. É preciso um estudo técnico, analisar o preço das passagens nas cidades da região”, disse o líder do PSDB na Câmara, Fernando Petiti.

Para o vereador Wagner Balieiro (PT), é preciso analisar o cumprimento dos itens do contrato antes de qualquer reajuste. “A sensação que se tem hoje é que o transporte é ruim, não há avaliação de qualidade, nem todas as linhas e horários prometidos estão disponíveis e até hoje os displays indicando os horários nos pontos não foram instalados.”

O Vale

Sua Empresa Precisa De Gente Capaz

Incompetência, um mal comum

“Temos diversas vagas na nossa empresa, mas os candidatos que se apresentam são incompetentes.” – Esta declaração está na boca de inúmeros empresários brasileiros e talvez você seja um deles.  São frequentes as queixas de empresários a respeito da falta de preparo profissional, não só de novos candidatos a empregos, mas até de funcionários que já trabalham nas suas empresas. Uma empresa não é o imóvel onde ela funciona, nem os seus móveis e utensílios, nem os equipamentos eletrônicos e nem os papeis arquivados. Uma empresa são as pessoas que a compõem. Se essas pessoas são incompetentes, a empresa é incompetente.

A importância da educação

Todo mundo reconhece a importância da educação para o futuro de uma nação ou de qualquer grupo social. No entanto, ainda não são muitos os empresários que valorizam a educação (profissional, no caso) dos grupos sociais que são as suas empresas, para o sucesso no presente e a sobrevivência no futuro. Mas a educação profissional dos funcionários é fator básico, mesmo que esses empresários mal informados e antiquados ainda não a valorizem.

Argumento medieval

Por mais retrógrado que pareça este argumento, ainda existem empresários que se recusam a proporcionar cursos e treinamento aos seus funcionários com medo de que, depois, eles se evadam para outras empresas. Parece que esses empresários não sabem que, quando isso acontece, não é porque os funcionários melhoraram suas capacidades profissionais, mas sim porque, em função da melhora, estão sendo mal remunerados. Pagar mais a quem tem mais para dar é uma questão de justiça e ser “mão de vaca” nesses casos é burrice pura e simples. Outro fato é que muitos executivos tendem a investir mais na capacitação dos líderes e menos nas equipes operacionais. Esta atitude se compara à de cuidar somente do motor de um carro, desprezando a manutenção dos demais componentes.

Contrate os serviços “in company” do SENAC

O Atendimento Corporativo é o serviço que o SENAC mantém visando oferecer as melhores soluções educacionais para empresas públicas e privadas. Mais de 60 anos criando novas soluções nas áreas do ensino e do ambiente profissional, fazem do SENAC o parceiro certo no desenvolvimento e implementação dos seus negócios. Com uma metodologia educacional que é referência no mercado, equipes especializadas, altamente treinadas e atuação em diversas áreas do conhecimento, o SENAC apresenta soluções educacionais personalizadas e integrais para o desenvolvimento de indivíduos e empresas. Os projetos do SENAC são desenvolvidos de acordo com o perfil particular de cada empresa. São chamados, por isso, de soluções educacionais sob medida.

Áreas de atuação

O SENAC oferece uma ampla gama de programas para as mais diversas áreas das empresas. Veja a relação:

•    Administração e Negócios
•    Arquitetura e Urbanismo
•    Comunicação, Design e Eventos
•    Finanças e Contabilidade
•    Gastronomia e Nutrição
•    Gestão de Pessoas
•    Idiomas
•    Logística e Comércio Exterior
•    Marketing e Vendas
•    Qualidade de Vida
•    Responsabilidade Socioambiental
•    Saúde
•    Segurança e Saúde no Trabalho
•    Tecnologia da Informação
•    Turismo e Hotelaria

Prêmios

O SENAC São Paulo é reconhecido pelo mercado profissional de RH como um dos seus melhores fornecedores. Prova disso foram as 9 premiações no Top of Mind – Fornecedores RH¬ promovido pela Fênix Editora, além do reconhecimento e colocação entre os 10 Melhores Fornecedores de RH do Brasil, certame promovido pela revista Gestão & RH.

“Não há desenvolvimento nem competitividade onde não existe educação. O SENAC tem sido a base profissionalizante dos nossos programas sociais que buscam a emancipação das pessoas”.
(João Francisco Sawaya de Lima – Secretário de Desenvolvimento Social de São José dos Campos)

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Sua Empresa Não Pode Deixar De Ter Um Site

O Óbvio

Nos países do Primeiro Mundo, afirmar que uma empresa moderna não pode deixar de ter um site é o mesmo que dizer que uma empresa moderna não pode deixar de ter computadores. Ou seja, é dizer o óbvio. Porque, hoje em dia, nos países mais adiantados, a Internet é tida como um dos melhores vendedores de qualquer empresa, seja ela de grande, médio ou pequeno porte. Aliás, isso não acontece apenas no Primeiro Mundo. Aqui mesmo, no Brasil, já existe essa consciência, pelo menos no meio empresarial mais esclarecido e vanguardista. Hoje, pode-se dizer, sem medo de errar, que não existe um só líder de mercado que não possua um site na Internet. É simplesmente óbvio.

Ferramenta de marketing

Um site é a maneira mais rápida e eficiente para que os clientes se informem a respeito do seu tipo de negócio, falem com todos os seus departamentos e, principalmente, comprem os produtos, serviços ou idéias que você comercializa. As pessoas não guardam mais cartões de visita, guardam nomes e, com o nome, buscam informações sobre o estabelecimento na Internet. Portanto, é evidente que criar um espaço atraente e criativo na web é um investimento de retorno praticamente imediato, como comprovam as experiências de milhares de empresários bem sucedidos. Para você, uma presença na rede mundial significa aumento da sua visibilidade, ampliação dos seus negócios e modernização das suas estratégias de marketing. Para os seus clientes, é muito mais conforto e, em conseqüência, muito mais satisfação. Ou isso, ou correr o risco de se tornar obsoleto, ultrapassado pela concorrência, que, não tenha dúvida, é formada por gente jovem, adepta de novos meios e modos de atuação no mercado e pronta para se adaptar às novas tecnologias disponíveis.

Mitos

Se você é uma dos poucos empresários que ainda não conquistaram um lugar na rede mundial, os motivos podem ser:

VOCÊ ACHA QUE OS CUSTOS SÃO MUITO ALTOS.

Mas não são. Primeiro, porque você, como empresário, sabe que não existe nada que seja caro nem barato em termos absolutos; tudo depende simplesmente da relação custo/benefício. Se um investimento requer um milhão de reais de aplicação e o retorno é de um milhão e meio, é claro que um milhão é barato. Se requer cem reais e o retorno é de dez, cem reais é caríssimo. Criar um site é um investimento e fique certo de que os negócios gerados por este investimento serão bastantes para cobrir a implantação e a manutenção.

VOCÊ ACHA QUE SUA EMPRESA É MUITO PEQUENA PARA ESTAR NA INTERNET.

Mas não é.  Porque estar na web não é uma questão de tamanho, mas de modernidade e largueza de visão. Além disso, se sua empresa é pequena, é evidente que você quer que ela cresça. E um website é um dos meios mais potentes para alavancar a expansão do seu negócio. Mais do que isto, um site é um meio para uma pequena empresa não perder negócios. Quer um exemplo? Suponha um designer de móveis e ambientes que tenha uma pequena loja. A loja fica fora do centro e o designer está ocupado demais com a criação de novas idéias e com o atendimento aos clientes atuais, para ter tempo de prospectar novos clientes e ampliar seu mercado. Suponhamos agora que esteja acontecendo uma dessas “Expo” na cidade e o designer ache que, através dela, poderá suprir a sua necessidade de expansão. Ele investe uma pesada quantia para alugar um stand e exibir seus produtos. Acontece que muita gente vê e até gosta dos projetos e das mercadorias, mas, sabe com é, não pode decidir a compra de imediato. Aí é que entra a vantagem de um site: se aquele pequeno empresário tivesse um, no qual seus projetos e produtos estivessem em permanente exposição, com todos os detalhes sobre características, qualidade, preços, condições de pagamento etc., as pessoas interessadas poderiam comprar no momento mais conveniente para elas. Uma exposição comum passa, mas um site é uma espécie de exposição permanente e mais barata. O site serviria também para manter contato com os clientes já existentes, informá-los sobre novos produtos, receber comentários e responder a perguntas.

VOCÊ ACHA QUE NÃO TEM CONHECIMENTO PROFUNDO DE TECNOLOGIA

Nem precisa. Alguns conhecimentos básicos, que você certamente tem, são suficientes. Um site simples é uma espécie de folder, no qual as páginas são virtuais. Fora isso, tendo decidido o que deseja colocar em cada página e o que você pretende que seu site faça por você, um webdesigner (técnico especializado na criação de sites) vai ajudá-lo a concretizar seu projeto. Depois é hora de colocar o site para funcionar. Agora você vai precisar trabalhar com uma empresa de hospedagem. Além de tornar o endereço disponível na Internet, essa empresa o ajudará a adquirir e registrar um endereço na web. Este endereço é que vai fazer o site ser acessível em qualquer lugar do mundo. A escolha apropriada do nome aumentará a sua visibilidade.

Um website é, sem dúvida nenhuma, um dos mais importantes aliados que sua empresa pode ter. É uma das formas mais efetivas de propaganda (a alma do negócio) e trabalha para você, sem descanso, 24 horas por dia, sete dias por semana. Em comparação com outros tipos de publicidade mais caras, torna  sua empresa visível e acessível para seus clientes e parceiros de maneira bem mais efetiva, permanente e, principalmente, econômica.

O Guia SJC oferece a você o Site Expresso, um serviço que coloca o seu site no ar em 24 horas e custa apenas R$ 39,90 mensais, incluindo o desenvolvimento, a hospedagem, 50 contas de email, estatísticas de acesso e a divulgação no maior portal de São José dos Campos.

Empresa norueguesa abre 180 vagas

O grupo norueguês Eltek Valere vai investir cerca de R$ 2,5 milhões para transferir a unidade de Guarulhos para São José dos Campos. A empresa vai se instalar na região do distrito industrial Chácaras Reunidas. Dirigentes da empresa estiveram nessa segunda-feira (8), na Prefeitura de São José dos Campos, quando forneceram dados complementares sobre a produção e projetos a serem desenvolvidos nos próximos anos.

O diretor superintendente da Eltek Valere, Álvaro Oliveira, ressaltou fatores importantes como mão de obra qualificada e logística privilegiada como determinantes para a escolha de São José dos Campos como a sede da nova unidade da empresa.

O prefeito de São José dos Campos convidou a empresa para futuramente participar do complexo do Parque Tecnológico, visando desenvolvimento de novos produtos na área de Tecnologia da Informação (TI).

O grupo Eltek Valere produz equipamentos de energia para empresas de telecomunicações e tem faturamento anual da ordem de R$ 120 milhões. O mercado de interesse da nova indústria é formado por empresas de telefonia fixa e telefonia móvel e grupos de distribuição de energia elétrica de fontes convencionais e renováveis.

As negociações para viabilizar o investimento foram conduzidas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura, que apoiou a empresa no levantamento de dados e demais necessidades.

A nova fábrica ocupará um galpão com 8 mil metros quadrados de área construída e começará a funcionar em setembro próximo com 180 empregos diretos.

Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos

Fechamento negado

A Panasonic garantiu ontem ao Sindicato dos Metalúrgicos que não planeja demitir trabalhadores e nem transferir a unidade de São José dos Campos para Minas Gerais.

A empresa confirmou que irá conceder férias coletivas aos empregados entre 20 de julho e 3 de agosto. A indústria também não acolheu o pedido do sindicato, que reivindicou estabilidade de emprego até o dia 31 de dezembro deste ano.

Representantes da empresa e do sindicato se reuniram ontem à tarde para tratar da questão. O encontrou durou cerca de quatro horas. José Donizete de Almeida, diretor do sindicato, disse que o resultado do encontro será comunicado hoje aos empregados em assembleia.
Segundo ele, a preocupação é que, em função da ‘guerra fiscal’, a Panasonic reveja o seu posicionamento. A paralisação em função das férias coletivas é no setor de pilhas, que compreende pouco mais da metade do total de cerca de 950 funcionários da fábrica.

De acordo nota divulgada na semana passada pela empresa, a paralisação é procedimento padrão e ocorre anualmente por questões de mercado.

SAIBA MAIS

Férias
Panasonic planeja conceder férias coletivas para parte dos empregados entre julho e agosto

Preocupação
Medida preocupa o Sindicato dos Metalúrgicos, que teme por demissões e transferência da unidade industrial para a cidade de Extrema (MG)

Fonte: O Vale