Revap atraem moradores com mais de 800 vagas de empregos

Cerca de 30 empresas prestadoras de serviço para a Petrobras contratarão 452 trabalhadores para a manutenção da Revap (Refinaria Henrique Lage), em São José dos Campos. Só serão aceitos homens com mais de 18 anos e com experiência mínima de seis meses em refinaria. Os candidatos têm que se cadastrar no PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) de São José, na rua Pedro Ernesto, 111, na Vila Sanches, região central. A seleção, que será feita pelas empresas, ocorrerá entre os dias 16 e 19 de agosto. Cada candidato cadastrado recebe uma carta indicando dia, horário e local da entrevista de seleção. Para cada vaga, em média, estão sendo encaminhados dois candidatos com o perfil desejado pelas empresas.

Segundo o PAT, o cadastro começou a ser feito na última sexta-feira, mas o movimento cresceu a partir de ontem, com mais de 800 pessoas procurando o serviço. Um deles é o desempregado Benedito Aparecido Ribeiro, 57 anos, de Jacareí, que procura trabalho como caldeireiro e montador. Ele saiu do PAT ontem satisfeito com a entrevista marcada para a próxima sexta-feira. Está confiante em conseguir o emprego. “Tenho 11 anos de experiência em refinaria e acho que consigo o emprego. Todo mundo quer ir para a Revap”, afirmou ele.

Quem quiser concorrer à uma vaga, tem que levar ao PAT os seguintes documentos: Carteira de Trabalho, RG, CPF e PIS ativo, todos originais. O serviço atende de segunda à sexta, das 8h às 17h. “É positivo para a cidade a oferta de vagas na Revap”, disse Miranda Ueb, secretário de Relações do Trabalho. A Petrobras vai gastar R$ 300 milhões para a manutenção de todo o parque industrial na refinaria de São José. Os trabalhos começarão em setembro, quando haverá a paralisação da Revap. “É uma parada programada, todas unidades fazem a cada seis anos, cada uma no seu tempo”, disse Elza Kallas, gerente-geral da Revap. “É apenas uma manutenção para que a unidade volte a sua condição original, até para aguentar mais seis anos de produção.” Além disso, segundo a empresa, serão investidos R$ 100 milhões para melhorar a eficiência dos processos produtivos na refinaria.

Com o investimento, estima-se que haja um aumento na produção de querosene de aviação (QAV), carro-chefe da unidade em São José. “São alguns gargalos que temos no processo. Resolvidos, vão permitir que a gente produza mais, principalmente querosene”, afirmou Elza. São produzidos 6.000 metros cúbicos por dia de querosene na Revap. Com o investimento, a Petrobras espera elevar este valor em 600 metros cúbicos. Em fevereiro deste ano, a Secretaria de Relações do Trabalho de São José negociou com a Revap e o Sindicato da Construção Civil a contratação de trabalhadores da cidade para as obras na refinaria, incluindo a manutenção. Segundo o secretário Miranda Ueb, chegou-se a um percentual de 60% de aproveitamento de trabalhadores de São José e da região. “A Petrobras se comprometeu a orientar as empresas contratadas a cumprir o acordo”, afirmou Ueb. Marcelo Rodolfo da Costa, presidente do sindicato, disse que a cidade não tem falta de mão de obra. “A Petrobras qualificou mais de 7.000 trabalhadores nos últimos tempos por meio da Revap.”

Empresa São Paulo disponibiliza vagas de empregos

O Emprega São Paulo está oferecendo 847 oportunidades de trabalho para quem está procurando emprego nas cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba. As oportunidades, divididas entre as áreas de indústria, comércio e construção civil, foram organizadas pela agência de empregos da Sert (Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho), em parceria com o Ministério do Trabalho. Há vagas também para pessoas portadoras de deficiência física. Segundo o representante da Sert, Anderson De Martino, as exigências de escolaridade e experiência na área para o preenchimento das vagas variam de acordo com a empresa. Ao todo são 264 vagas para o comércio, 35 construção civil e outras 19 no setor industriário, entre outras vagas.

Cadastro.
Para pleitear uma vaga no mercado de trabalho, o interessado deve acessar o site www.empregasaopaulo.sp.gov.br e informar os dados solicitados.

Outra opção é comparecer em alguma unidade do PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador), com RG, CPF, PIS e Carteira de Trabalho. Desde a implantação do Emprega São Paulo em 2008, o programa recolocou no mercado de trabalho mais de 700 mil trabalhadores. O sistema conta com banco de 3,5 milhões de currículos cadastrados.

Cidade tem mais de 300 vagas abertas pela Industria

Pelo segundo mês consecutivo este ano, o nível de emprego industrial na microrregião de São José dos Campos registrou saldo positivo, mostra pesquisa divulgada ontem pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo). A variação de contratação das indústrias em junho ficou em 0,58% o que significa um aumento de aproximadamente 300 postos. O bom resultado foi puxado pelos setores de Máquinas e Equipamentos que registrou variações positivas (4,57%) na geração de postos de trabalho. Também contribuiram os setores Outros Equipamentos de Transportes (1,49%), Equipamentos de Informática, Produtos Eletrônicos e Ópticos (1,45%), Produtos de Minerais Não Metálicos (0,48%) e Produtos de Borracha e Material Plástico (0,37%), mostra a pesquisa. No acumulado do ano, São José o saldo de criação de vagas ainda é negativo de 700 postos de trabalho.

“Os dados de maio e junho mostram leve recuperação de postos de trabalho. A expectativa para o segundo semestre também é positiva”, disse o gerente da representação regional do Ciesp em São José, Fabiano de Sousa. Ele lembrou que essa recuperação não significa abertura de novos postos. “O que ocorre é uma recuperação de postos de trabalho”, frisou. Em Taubaté, o resultado de junho interrompeu o bom desempenho verificado em meses anteriores. No mês passado, a variação do emprego na microrregião, que reúne 28 cidades, foi negativa em 0,73%, o que significa uma redução de aproximadamente 400 postos de trabalho.

No entanto, no acumulado do ano, o saldo é positivo, com acréscimo de 2.100 vagas. O diretor administrativo do Ciesp local, José de Arimathéa Campos, afirmou que o resultado negativo verificado no mês passado é sazonal. “Nos últimos três anos, junho teve desempenho negativo”, declarou. Ele avalia que deve ser por ajustes no quadro de pessoal das empresas. “A tendência para o segundo mestre é positiva, pois novas empresas estão se instalado na região e vão gerar empregos”, afirmou. Em Jacareí, o saldo de empregos na indústria da microrregião também foi positivo, de 0,63%, o que significou um acréscimo de aproximadamente 100 postos de trabalho. No acumulado do ano, o saldo permanece positivo, de 2,25%, o que representa acréscimo de 300 vagas.

Geração de empregos tem queda na cidade

Dados do Ministério do Trabalho divulgados nesta sexta-feira (21) mostram que as três maiores cidades do Vale do Paraíba – São José dos Campos, Taubaté e Jacareí – tiveram queda na geração de empregos no mês de maio com relação ao mês de abril, quando havia sinais de recuperação nos três municípios. São José foi a que mais registrou queda e teve variação negativa.

Segundo números do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), São José teve saldo negativo de 289 postos, com 8.199 contratações e 8.488 desligamentos. Os setores de serviços e construção civil puxaram a variação com fechamento de 172 e 112 postos, respectivamente. O levantamento apontou uma queda acentuada no comparativo ao registrado em abril, quando o saldo foi positivo de 1.197 vagas. A variação no acumulado dos últimos 12 meses é positiva, com 289 empregos gerados na cidade.

Apesar de ter registrado um saldo positivo na geração de empregos com 60 vagas em maio, Jacareí também teve queda com relação ao mês anterior, quando foram registradas 169 contratações a mais do que demissões. O setor que teve saldo mais negativo foi a construção civil com 51 demissões a mais do que contratações. No último ano, a cidade registra alta de 989 nos postos de trabalho gerados.

Taubaté também fechou o mês de maio com saldo positivo de 37 vagas, com 3.547 contratações ante 3.510 desligamentos. A variação apontada no levantamento foi menor do que os 194 postos gerados a mais do que demissões em abril. O comércio registrou a maior variação negativa com 108 demissões e puxou a queda no balanço mensal do Caged. Porém, no acumulado dos últimos 12 meses a cidade é a que tem o melhor saldo com 1.222 contratações a mais do que demissões.

Acordo que a GM realiza não é ideal, mais gera empregos

Nos últimos dois meses, São José dos Campos acompanhou apreensiva as negociações entre o Sindicato dos Metalúrgicos e a direção da General Motors para a vinda de um investimento de R$ 2, 5 bilhões. Nos ônibus, supermercados, elevadores, a pergunta era a mesma: o acordo entre a GM e o sindicato foi aprovado? O ‘fantasma’ das 598 demissões, ocorridas em março, e o medo de que os trabalhadores não aprovassem a proposta para que a GM investisse na produção de um novo carro, o que poderia causar mais demissões, fizeram com que todos torcessem pela aprovação.

No centro das discussões, o presidente do sindicato, Antonio Ferreira de Barros, o “Macapá”, um figura tímida, mas “bom ouvinte”, como ele mesmo se define, que teve importante papel nessa negociação. Em entrevista a O VALE, ele falou sobre como foi chegar ao acordo com a GM e conseguir a aprovação em assembleia com os funcionários do complexo. Leia a seguir os principais trechos.

Como o senhor avalia a aprovação da proposta da GM em assembleia?
No dia seguinte da assembleia, eu fui numa concessionária de veículos na cidade e, chegando lá, fui abraçado por uma senhora porque conseguimos aprovar a proposta com a GM. Percebi que existia uma expectativa muito grande da cidade. Acho que o sindicato teve um grande acerto, defender os empregos na GM é defender a cidade.

O Sindicato dos Metalúrgicos sempre foi acusado de ter uma postura intransigente. O senhor, como presidente, está mudando esse perfil?
Eu não acho que o sindicato mudou de postura. Sindicato existe para defender o trabalhador. Numa negociação difícil como foi essa, é preciso fazer mediação. Nós buscamos um ponto menos desfavorável. Nós sofremos uma derrota, não foi bom o acordo, banco de horas não é saudável, as empresas não tem necessidade de rebaixar salários. Antes de tudo, o resultado dessa negociação foi um trabalho de equipe. Aqui quero falar da participação do Mancha (Luiz Carlos Prates) e do Toninho (Antonio Donizete Ferreira).

Como é o ‘presidente Macapá’?
Sou uma pessoa que procura ouvir, o mundo pode estar desabando e eu vou estar te ouvindo com tranquilidade, mesmo não concordando às vezes, consigo ouvir bem. Eu acho que se constroem grandes lideranças em momentos de conflitos grandiosos como esse que nós estamos atravessando aqui. Esse é o teste, ou você passa ou você se arrebenta.

O que o senhor achou do resultado da assembleia?
O trabalhador sabe que nós chegamos ao nosso limite. Na visão dos trabalhadores, para o que a empresa queria, do que foi o produto final da negociação, tiramos leite de pedra. Ficamos numa situação muito desfavorável. Poderíamos ter saído deste acordo numa situação muito pior do que esta aí. Nos últimos sete dias, foi uma pressão muito forte contra o sindicato. Nós chegamos para negociar na última segunda-feira numa situação muito complicada. A empresa chegou mais fortalecida. O sindicato não ia abandonar as negociações, porque essa não é nossa postura política. No fim, chegamos a um acordo que não foi para o trabalhador e nós falamos a verdade para eles. O acordo traz flexibilização, reduz direitos e rebaixa salários. Poderíamos mentir, mas a seriedade do sindicato é tão forte que a aprovação foi reflexo disso aí.

E as 750 demissões no MVA, linha de produção do Classic? Por que o sindicato não conseguiu reverter essas demissões que devem ocorrer no final do ano?
Em janeiro, fechamos um acordo com a GM que garante a produção do Classic até dezembro. Como todo acordo, pode ser prorrogado ou não. A fábrica nova vai ser construída no MVA, que vai precisar ser desativado para construir a nova fábrica. Nos últimos 18 meses, as negociações da GM são a nossa principal preocupação. Na semana que vem, vai ser aberto um Plano de Demissões Voluntárias. Hoje a empresa tem 130 aposentados e 900 no período de pré-aposentadoria. Se a GM quiser, ela aposenta todo mundo, como ela já fez no passado. Esse processo de negociação entre o sindicato e a GM continua. O PDV aberto para a fábrica toda. Nós vamos tentar negociar a transferência dos funcionários. Também garantimos neste acordo que os demitidos terão preferência no processo de seleção da nova fábrica em 2017. A luta pelos empregos continua.

Vagas de empregos disparam no mês de Abril na cidade

A chegada de novas empresas a São José dos Campos neste ano foram mais de 10 desde janeiro ajudaram a cidade a reverter o saldo negativo do emprego. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, a cidade teve um saldo positivo de 1.197 postos de trabalho no último mês de abril, bem diferente da perda de 1.224 empregos registrada em março.

O setor que mais contratou em abril foi o de serviços, com saldo de 546 novos empregos. Em seguida, aparecem a indústria, com 322 vagas, a construção civil, com 255 empregos, e o comércio, com 47. No ano, o saldo de São José é de 648 empregos gerados, que caem para 290 vagas levando-se em consideração o resultado dos últimos 12 meses.

Em 2013, a indústria e o comércio registram perda de emprego na cidade, de 306 e 645 vagas, respectivamente.
Para contrabalançar o mau resultado entretanto, o segmento de serviços e a construção civil registram a criação de novas vagas no ano, de 1.031 e 542, respectivamente. “As indústrias ainda precisam de um impulso maior para reverter o resultado negativo”, disse Almir Fernandes, diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) em São José.

Segundo o Caged, Taubaté registrou saldo positivo de 194 vagas de emprego em abril deste ano. No acumulado de 2013, a cidade tem 102 novas vagas, que sobem para 840 nos últimos 12 meses. O segmento que mais gerou empregos em abril foi o de serviços, com 275 vagas. O saldo de empregos também foi positivo em Jacareí, com 169 novas vagas, sendo 119 na indústria e 86 em serviços, os melhores resultados. No ano, a cidade acumula 86 empregos.

São José

  • Saldo em abril: 1.197
  • No ano: 648
  • Últimos 12 meses: 290
  • Serviços: 546 vagas
  • Indústria: 322 vagas
  • Construção Civil: 255 vagas
  • Comércio: 47 vagas

Taubaté

  • Saldo em abril: 194
  • No ano: 102
  • Últimos 12 meses: 840
  • Serviços: 275 vagas
  • Comércio: -42 vagas
  • Indústria: -41 vagas
  • Construção Civil: -36 vagas

Jacareí

  • Saldo em abril: 169
  • No ano: 86
  • Últimos 12 meses: 1.073
  • Indústria: 119 vagas
  • Serviços: 86 vagas
  • Comércio: -32 vagas
  • Construção Civil: -16 vagas

O Vale

Publicado em: 22/05/2013

Cidade tem aumento de empregos, mais não recupera perda

As indústrias da Região Metropolitana do Vale do Paraíba registraram aumento de 305 postos de trabalho formais, com carteira assinada, em abril deste ano, segundo levantamento divulgado ontem pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo). Trata-se do quarto mês consecutivo com criação de novas vagas na região diante do saldo negativo de 2012, quando a RMVale perdeu 4.400 empregos formais.

No acumulado de 2013, entre janeiro e abril, o número de empregos gerados na região é de 1.350. Mas o saldo ainda não foi suficiente para compensar a redução de empregos registrada nos últimos 12 meses na RMVale, com perda de 3.000 postos de trabalho. “Estamos numa tendência de crescimento, mas ainda não foi suficiente para zerar o saldo negativo”, disse José de Arimathéa Campos, gerente administrativo da regional de Taubaté do Ciesp.

Formada por 28 municípios, a regional de Taubaté teve o melhor desempenho na criação de vagas na indústria de toda a região. Foram 200 novos postos de trabalho em abril e 2.350 no acumulado do ano, mas saldo negativo nos últimos 12 meses, com redução de 400 vagas. Na regional de São José, as empresas tiveram saldo positivo de 100 vagas em abril, o que é considerado insuficiente.

No ano e nos últimos 12 meses, de acordo com o levantamento do Ciesp, São José registra perda de vagas: 1.150 postos entre janeiro e abril e 2.250 empregos desde abril do ano passado. “A situação está estável, mas não é de se comemorar. As grandes empresas precisam comprar mais da cadeia de fornecedores”, afirmou Almir Fernandes, diretor da regional de São José do Ciesp, que congrega oito cidades.

Em Jacareí, cuja regional é formada por três municípios, o acréscimo de postos de trabalho em abril foi de apenas cinco novas vagas. No ano, as cidades acumulam saldo positivo de 150 empregos, que cai para a redução de 350 postos de trabalho nos últimos 12 meses. Para diretores do Ciesp, a RMVale só deve registrar crescimento no número de empregos no setor industrial no segundo semestre de 2013. A situação deve melhorar com a chegada de investimentos e novas empresas.

Otimistas, mas sem exagero. Assim estão os diretores das duas maiores regionais do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) no Vale do Paraíba. Em São José, que registra redução de 2.250 postos de trabalho desde abril do ano passado, a cobrança de Almir Fernandes, diretor do Ciesp, é para que as grandes empresas aumentem a compra de produtos de fornecedores locais. “Isso teria um resultado muito bom e imediato nas contratações de funcionários pelas empresas da cadeia”, afirmou.

Em Taubaté, que vem registrando saldo positivo desde o final de 2012, mas ainda amarga redução de 400 vagas nos últimos 12 meses, José de Arimathéa Campos, gerente administrativo do Ciesp, acredita que as empresas irão zerar o saldo até julho. “Cresceremos no segundo semestre”.

O Vale

Publicado em: 15/05/2013

Cidade fecha fevereiro em saldo positivo nos empregos

Balanço do Caged (Cadastro Geral de Emprego e Desemprego), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que São José dos Campos fechou fevereiro com saldo positivo de 543 postos formais de trabalho, com carteira assinada. O bom desempenho no período contrasta com janeiro, quando o município fechou o mês com saldo negativo de 161 vagas. O setor de serviços, com saldo positivo de 589 postos, e da construção civil, com 144 vagas positivas, alavancaram o bom resultado obtido pelo município. Na contramão, o comércio mais demitiu que contratou e fechou com saldo negativo de 187 postos.

No acumulado do ano, São José está com saldo positivo de 449 vagas. O secretário municipal de Relações do Trabalho, José Luís Nunes, destacou que o setor industrial também apresentou saldo positivo, de 9 vagas, contra saldo negativo de uma vaga em janeiro. “Isso é um indicativo que o setor industrial está se recuperando. É importante porque o segmento influencia dos demais”, frisou. O secretário avaliou que a construção civil está em recuperação, pois, apresentou resultado positivo na geração de empregos pelo segundo mês consecutivo.

Já o município de Taubaté fechou fevereiro com saldo negativo de 196 postos de trabalho. A baixa foi puxada pelo setor industrial, com saldo negativo de 318 vagas. O mês só não foi pior para o município porque o setor de serviços gerou 175 postos positivos de emprego. Em Jacareí, o saldo de empregos formais também foi negativo de 100 postos. O pior desempenho foi do comércio, com saldo negativo de 59 vagas. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Emerson Goulart, disse que a perda de vagas é sazonal. “A perspectiva é positiva para os próximos meses”.

O Vale

Publicado em: 21/03/2013

Cidade tem vagas de empregos para seguranças e zeladores

O número de postos de trabalho para zeladores e porteiros praticamente dobrou em São José dos Campos no primeiro bimestre de 2013, no comparativo com o mesmo período do ano passado. Até fevereiro, o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) abriu 24 vagas para contratação de profissionais da área. Em 2012 foram 13.

A alta na oferta de empregos no setor é puxada pelo aumento de condomínios na cidade e principalmente pela preocupação da população com a segurança. O piso salarial para vigilantes é de R$ 1.085 e para porteiros de R$ 910, além do adicional por riscos e benefícios.

No condomínio em que o líder de vigilância Clayton Crisóstomo trabalha são sete vigilantes e quatro porteiros. Eles controlam o acesso de visitantes e fazem a segurança do local. Para ele, um ramo que oferece oportunidade de crescimento profissional “É um mercado que tem crescido bastante. Depois de cinco meses na empresa, já fui promovido a líder”, disse. Para ocupar o cargo, os vigilantes precisam ter um curso específico, licenciado pela Polícia Federal. O preparo exigido é maior do que para os porteiros.

Mercado de trabalho
Uma empresa de segurança de São José dos Campos tem 120 vigilantes trabalhando em condomínios e empresas da cidade. Segundo o diretor da empresa, Eduardo Santos, apesar da exigência por capacitação menor, as vagas para porteiro são as mais difíceis de serem preenchidas.

De acordo com a gerente de RH da empresa, Cristiane Perreti, a procura por vagas está alta. “Eu recebo em média uns 100 curriculuns por semana de portaria. Mas o porteiro precisa se reciclar, ter um curso de informática por exemplo”, afirmou.

G1 (Vnews)

Publicado em: 13/03/2013

DCTA terá mais de 800 novas vagas de empregos

O Ministério do Planejamento criou 880 vagas para o DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em São José dos Campos, que corre o risco de ter projetos paralisados por falta de funcionários. Mas o anúncio, que foi feito anteontem pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, em visita a São José, pode não resolver o problema imediato de falta de pessoal, cujo déficit é estimado em 1.500 servidores.

Há um concurso aberto neste ano para contratar 241 servidores em cargos de carreira de ciência e tecnologia. Em razão do prazo de vigência do concurso, de dois anos, as 880 novas vagas só poderão ser preenchidas após setembro de 2015, o que não resolve o problema de pessoal no DCTA. O Sindicato dos Servidores Públicos de Ciência e Tecnologia e a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) criticaram a demora do governo federal em promover as contratações.

O problema é tão preocupante que a direção do DCTA estuda uma medida emergencial para evitar o desfalque. Pretende pedir autorização para contratar, além dos 241 candidatos aprovados no concurso, cujas provas serão aplicadas em 9 de junho deste ano, mais 120 pessoas melhor classificadas na seleção. O pedido, porém, depende de aprovação.

“Essa manobra do DCTA, porém, não é garantia: no último concurso, em 2010, já houve este pedido e foi negado”, informou a direção do órgão, por meio de nota. Atualmente com cerca de 3.200 servidores, o DCTA pode terminar o ano sem conseguir repor as perdas de vagas por aposentadoria. A avaliação do sindicato é que 250 pessoas deixem o trabalho por causa da idade. E o problema se estende a outra instituição de ensino e pesquisa em São José. O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), com 1.100 funcionários, precisa de 800 até 2014 para não sucumbir.

O Vale

Publicado: 27/02/2013