Cidade tem projeto de cinema criado pela Fundação

Se você não vai ao cinema, o cinema vai até você. É assim que funciona o mais novo projeto da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), em parceria com o Instituto Magneto Cultural: o Cinema Móvel. O projeto será lançado nesta quinta-feira (20), às 20h, na Praça do Cruzeiro, Vila Santa Cruz, região central de São José dos Campos. Além de valorizar a sétima arte, promover a exibição gratuita de filmes de longa e curta-metragem, esse projeto tem como objetivo levar a cultura para mais perto da população de diversos bairros da cidade.

Para a exibição dos filmes, a Fundação Cultural conta com um veículo especial. Uma perua Kombi foi adaptada com projetores, tela, mesa de som, leitores de DVDs, cadeiras, entre outros equipamentos necessários. Os filmes são exibidos em espaços abertos à população e sem a necessidade de ingressos para assistir.

O Cinema Móvel está circulando desde o dia 12 pelas ruas de São José dos Campos, levando cultura e lazer para os moradores e vai passar pelos bairros: Parque Interlagos, Campos de São José, Buquirinha II, Galo Branco, Limoeiro, Jardim Pararangaba, entre outros. A parceria com o Instituto Magneto Cultural é mais uma ação da FCCR, que procura descentralizar a cultura, realizando atividades junto à população, formando plateias e despertando talentos.

A grande novidade desse projeto é que quem escolhe o filme é a população. No dia da exibição, a equipe do Cinema Móvel sai pelas ruas do bairro com uma lista de títulos e pergunta para os moradores qual é o preferido para assistir naquela noite. Com base nas respostas, o projeto exibe o filme mais votado pelo público.

Programação

  • Dia: 18 – Terça-feira
    Centro Pastoral Paroquial Santa Clara – Avenida Pararangaba, 190
    Jardim Pararangaba – Região Leste
  • Dia: 19 – Quarta-feira
    Avenida Júlio César Vilaça, 590 (Em frente ao prédio “A Portuguesa”)
    Jardim Santa Luzia – Região Sudeste
  • Dia: 20 – Quinta-feira
    Praça do Cruzeiro, s/n Vila Santa Cruz – Centro
    Jardim Santa Cruz – Centro

Outras informações pelo telefone (12) 3924-7356.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 18/12/2012

Institutos ganham selo de ouro em projeto na cidade

A 7ª edição do projeto Escola Amiga do Trânsito foi encerrada nesta terça-feira (4) com apresentações de dança, música, mostra de vídeos e homenagens. Das 16 instituições de ensino participantes, 14 garantiram a classificação máxima, sendo premiadas com o selo ouro. As escolas restantes também tiveram bom desempenho e ficaram com o selo prata.

A cerimônia teve a participação de cerca de 600 estudantes de escolas públicas e particulares, professores e convidados das secretarias de Educação, Saúde e Juventude.

Durante o encerramento foram apresentados comerciais de TV produzidos pelas escolas e inspirados em temas de segurança e comportamento seguro no trânsito. Para transmitir a mensagem dos cuidados necessários para evitar acidentes, os estudantes utilizaram desenhos de animação, vídeos clips e criatividade na criação do roteiro, produção, escolha de trilhas e atores.

A cerimônia teve ainda a premiação para o comercial mais votado nas redes sociais. Em uma semana os vídeos foram vistos por aproximadamente 15 mil pessoas. A Escola Estadual Professor Rui Rodrigues Dória foi a vencedora, já que o comercial da unidade recebeu 224 votos.

O Escola Amiga do Trânsito é realizado pelo Núcleo de Educação para o Trânsito (NET) desde 2005. O projeto desenvolve atividades nas escolas, como blitze educativas, apresentação de palestras, estudos do trânsito da área escolar, monitoramento e orientação a motoristas e pedestres na porta das escolas, elaboração de jornal, comerciais de TV e a montagem de um portfólio de cada instituição de ensino.

Além dos alunos, o projeto envolve toda comunidade escolar, como professores, diretores, funcionários, pais e vizinhos das escolas. Neste ano, 17 mil pessoas foram abordadas no projeto.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 05/12/2012

Embraer tem novos planos para desenvolver projetos

A Embraer Defesa e Segurança planeja entrar em uma nova área: a dos navios de guerra. E novos empregos devem ser gerados em São José e região. Segundo a empresa, os estudos para dar início a esse projeto inédito na história da terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo já começaram.

Conhecida por seus aviões, a empresa pretende expandir o mercado na área de defesa, como já fazem a Boeing e Airbus. O sucesso no novo segmento vai depender, principalmente, do número de pedidos de navios da Marinha do Brasil.

Vale lembrar que em 2008 o governo criou a Estratégia Nacional de Defesa e, em 2011, investiu R$ 74 bilhões na área de defesa. Ao todo, a Marinha anunciou a aquisição de 27 navios-patrulha de 500 toneladas no valor estimado de R$ 65 milhões cada. Até agora, apenas sete dessas embarcações foram encomendadas.

Para o pesquisador de assuntos militares da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), Expedito Bastos, o projeto deve sair do papel e se consolidar em um prazo de cinco anos. “A Embraer é uma das poucas empresas do Brasil que têm condições de gerenciamento na área militar. É importante se diversificar. Acho até que a empresa deveria construir helicópteros. O país precisa”, afirmou ele.

De acordo com o gerente do Cecompi (Centro para Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), Agliberto Chagas, a cadeia de fornecedores da região está preparada para receber pedidos. “As empresas terão apenas que se adequar às novas normas e certificações”, disse o gerente.

Ao longo dos anos, as grandes empresas aeronáuticas se transformaram em conglomerados, o futuro da Embraer. Segundo o professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e pesquisador de indústria aeronáutica e defesa, Marcos Barbieri, a Embraer vai passar a utilizar o conhecimento que tem em outra área como a de defesa.

“A Embraer tem grande capacidade de integração de sistema. E deve avançar ainda mais atuando na área naval”, disse ele. Para que o projeto seja concluído, a empresa precisa de um estaleiro. De acordo com o pesquisador, há três alternativas: construir, comprar um já existente ou se tornar parceiro de algum estaleiro.

Saindo do papel, o novo projeto deve gerar empregos na região. “É algo muito favorável para São José e região. Deve haver contratações e subcontratações na área de sistema”, afirmou. Novos concorrentes na área da aviação civil estão surgindo como a Rússia, China e índia. Segundos Bastos, o Japão deve entrar no mercado nos próximos anos. “É preciso diversificar para sobreviver no mercado”, disse.

A Embraer Defesa e Segurança foi criada há dois anos e já é responsável por 18% da receita global da empresa e deve atingir faturamento de US$ 1 bilhão até o fim do ano. No período, se associou à Atech (sistemas de comando e controle, comunicações avançadas e controle de tráfego aéreo), Orbisat (radares), Harpia Sistemas (Vant) e a Ogma, com manutenção e fabricação de aeroestruturas. Para atender a nichos específicos, criou a Visiona (satélites) e a Savis (monitoramente e controle).

“A Embraer já começou a diversificar com os contratos da Visiona e Sisfron”, disse o presidente do Cecompi, Agliberto Chagas”. A Visiona será responsável pela produção do satélite geoestacionário que será lançado pelo governo em 2014. E o Sisfron vai monitorar as fronteiras do Brasil.

O Vale

Publicado em: 03/12/2012

Projeto elaborado pelo Ipplan prevê ligações pela região

Apresentado oficialmente ontem, o projeto de um TRM (Transporte Rápido de Massa) para São José dos Campos, elaborado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), prevê a criação de um metrô de superfície com 94 quilômetros de extensão, dividido em 8 linhas.

O modelo proposto pelo Ipplan é um VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos), que correrá no eixo dos principais corredores viários urbanos, sobre uma pista de grama. O VLT foi projetado para ser integrado ao atual modelo de transporte coletivo (ônibus), aos sistemas cicloviário, ao futuro transporte Regional Metropolitano do Vale e ao Trem-Bala.

Pela modelagem divulgada, as linhas que formarão o novo sistema contemplam todas as regiões da cidade eixo Andrômeda (região sul), Estrada Velha (Rio-São Paulo), avenida dos Astronautas (região sudeste), avenidas Juscelino Kubitschek e Pedro Friggi (região leste), Oeste (Urbanova), Santana (região norte) e Centro 1 e Centro 2, passando por avenidas como Teotônio Vilela, Sebastião Gualberto, São José, Madre Tereza e São João. Estão previstas a implantação de duas estações de integração e seis terminais.

O projeto foi concebido para ser implantado gradativamente e tem como horizonte o crescimento de São José até 2030. O sistema VLT terá capacidade para transportar 495 mil passageiros/dia. O primeiro trecho, considerado prioritário por atender a maior demanda de usuários é o eixo sul/centro/leste, com 25 quilômetros.

A diretora do Ipplan, Cynthia Gonçalo, informou que o custo do primeiro trecho está estimado em aproximadamente R$ 1,1 bilhão. O prefeito Eduardo Cury (PSDB) disse que caberá ao prefeito eleito, Carlinhos Almeida (PT), dar continuidade e viabilizar o projeto, que está em análise no governo federal. Está marcado para o dia 11 de dezembro, no Ministério das Cidades, a apresentação da proposta pela prefeitura.

Célio Chaves, assessor de Carlinhos, e o vereador Wagner Balieiro (PT) acompanharam a apresentação. “Acompanhamos a análise do projeto em Brasília”, disse Chaves. Presentes no evento de apresentação do projeto do VLT, especialistas na área de transportes afirmaram que São José dos Campos precisa mesmo se preocupar em diversificar o transporte de massa.

“O projeto do Ipplan tem similaridade com o estudo que fizemos para a prefeitura sobre um TRM (Transporte Rápido de Massa)”, disse o professor Eugênio Vertamatti, do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), que coordenou os primeiros estudos do TRM para o município.

Segundo ele, faltou ao estudo do ITA dados mais completos sobre origem e destino da população, feitos pelo Ipplan. “O nosso estudo apontava para um sistema VLP (Veículo Leve Sobre Pneus) que evoluiria para um VLT”, lembrou. Para o urbanista Cândido Malta, que participou do trabalho do Ipplan, este é o momento da cidade pensar no futuro do transporte de massa.

O Vale

Publicado em: 27/11/2012

Fundação tem exposição de peças de Cerâmica na cidade

Com o objetivo de aproveitar as peças de cerâmica descartadas e doadas pela Cerâmica Weiss ao Arquivo Público do Município de São José dos Campos, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) criou o projeto “Patrimônio Reinventado”. O projeto, que vem sendo realizado no Espaço Cultural Eugênia da Silva, no Parque Novo Horizonte, região leste de São José dos Campos, aproveita as peças doadas, que estão sem pintura, nas oficinas de artes plásticas do espaço.

Mais de 30 alunos estão participando dessa ação. Nas aulas eles aprendem diferentes técnicas de pintura que são aplicadas nessas peças, deixando-as novas e prontas para fazer parte de uma bela decoração.

Existem mais peças de cerâmica e o projeto deve ser estendido a outros espaços culturais que demonstrem interesse. A ação é realizada pela FCCR, por meio da Diretoria Cultural, em parceria com o Departamento de Ação Cultural Descentralizada e o Departamento de Patrimônio Histórico – Arquivo Público do Município.

Projeto – Em 2010 a Cerâmica Weiss doou grande número de peças de cerâmica inacabadas para a FCCR. Algumas foram selecionadas para fazer parte da Reserva Técnica do Arquivo Público do Município e as demais foram destinadas ao projeto “Patrimônio Reinventado”, que busca restaurar e resgatar parte da história da arte em São José dos Campos, utilizando-se das peças da Cerâmica Weiss.

Cerâmica Weiss – A Cerâmica “Irmãos Weiss” nasceu da modificação inserida nas cerâmicas da “Santo Eugênio” por Dona Ignes Weiss, filha de Eugênio Bonádio e uma das sócias dessa Cerâmica começando a funcionar no ano de 1942 sendo parte importante do desenvolvimento industrial de São José dos Campos.

Serviço: Espaço Cultural Eugênia da Silva – Rua dos Carteiros, 110 – Parque Novo Horizonte. Informações: (12) 3907-0912.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 26/11/2012

Moradores da cidade devem saber quanto pagam de imposto

Um projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados, na última terça-feira, torna obrigatório que comerciantes discriminem nas notas fiscais os impostos que o cidadão paga ao adquirir um produto ou serviço. De acordo com o deputado federal Guilherme Campos (PSD-SP), relator da medida na Comissão de Finanças e Tributação, o projeto já havia sido aprovado pelo Senado. “Passou agora pela Câmara dos Deputados, com aprovação unânime e sem emendas, e vai seguir para a sanção da presidente Dilma”, afirmou.

Campos acredita que a presidente Dilma Rousseff deva sancionar a lei. “O Brasil está evoluindo rapidamente e esta evolução deve passar pela transparência. A sociedade hoje recebe muitas informações do poder público e deve saber sobre os impostos que paga no seu dia a dia”, disse.

A medida prevê que sejam especificados: o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o ISS (Imposto sobre Serviços), o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), o IR (Imposto de Renda), o CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Liquido), o PIS/PASEP, o Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e o Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico.

Além da nota fiscal, o projeto de lei sugere que a informação da carga tributária seja afixada em um painel visível para o cliente ou ainda divulgada por meio eletrônico ou impresso. De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), boa parte do impostos que pagamos é desnecessária.

“Em nosso entendimento, não há a necessidade de termos essa gama enorme de tributos. Poderia haver uma simplificação com a fusão de alguns ou a eliminação simples e pura”, afirmou o presidente-executivo do instituto, João Eloi Olenike.

Os valores arrecadados com o contribuinte fazem frente às despesas previstas no orçamento da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. “O grande problema não é o pagamento de impostos, mas a forma como ele é administrado. Se nós tivéssemos um serviço de saúde e educação de qualidade, por exemplo, não seria tão ruim pagar os tributos”, afirmou o economista Laureano Rosa, do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais) da Unitau (Universidade de Taubaté).

A professora Vanessa Miazaki, 32 anos, vê o projeto de lei com bons olhos. “Acho honesto sabermos quanto pagamos de impostos em cada compra. Mas, imagino que será chocante para todos. As pessoas provavelmente se mobilizarão para exigir melhorias no sistema público ou a redução dos tributos”.

O Vale

Publicado em: 26/11/2012

Projeto de metrô de superficie é apresentado na cidade

O Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), de São José dos Campos, apresenta amanhã projeto para a implantação do metrô de superfície, o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), em São José. A proposta já está em análise para financiamento no Ministério das Cidades, no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de Mobilidade de Médias Cidades.

Ao custo estimado de cerca de R$ 1 bilhão, o VLT foi concebido para complementar o atual sistema de transporte coletivo da cidade, operado por ônibus. Os detalhes do projeto, mantido em sigilo, somente serão divulgados amanhã pelo Ipplan, mas O VALE conseguiu dados macros do VLT.

Com aproximadamente 22 quilômetros de extensão, o metrô irá ligar as regiões sul, centro e leste. A proposta é que o sistema seja implantado nos corredores viários existentes, tendo como eixo principal as avenidas do anel viário. No trecho sul/centro, por exemplo, o trajeto possível do VLT será pelo canteiro central da avenida Andrôme-da, com transposição da Via Dutra e segue pelas avenidas Jorge Zarur, Florestan Fernandes, Teotônio Vilela até a Sebastião Gualberto, onde contorna e segue pelas avenidas São José, Madre Tereza e São João até a Jorge Zarur e Eduardo Cury.

No sentido centro/leste, a proposta é que os trilhos do VLT sejam implantados no terreno vazio entre as torres de energia de alta tensão, conhecidas como ‘linhão’. Nesse ramal, a parada final seria nas proximidades do Parque Tecnológico. O novo sistema é similar aos existentes em países europeus como França, Alemanha e Bélgica e também não terá alimentação aérea, a exemplo dos metrôs brasileiros.

Os estudos do Ipplan apontam que o VLT poderá transportar em média 6.000 passageiros/hora em cada sentido. As estações seriam implantadas a cada 500 metros. De acordo com o secretário municipal de Transportes, Anderson Farias Ferreira, 60% da demanda de usuários está concentrada no trecho sul/centro. O prefeito Eduardo Cury (PSDB) comentou que o projeto pode ser implantado em três anos após a liberação de financiamento para o projeto.

“É um modelo simples de ser implantado. Esperamos que o novo governo dê continuidade ao projeto”, disse. A proposta elaborada pelo Ipplan prevê que, caso seja viabilizado, o VLT terá a mesma tarifa do sistema atual do transporte de massa. Atualmente, a tarifa de ônibus é de R$ 2,80.

O Vale

Publicado em: 26/11/2012

Prefeitura assinou contrato com o BID pelo Governo

O prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), assinou nesta quinta-feira (22)  contrato com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a elaboração dos projetos de construção das vias Cambuí e Banhado. A assinatura do projeto foi feita sem que haja previsão de quando as obras serão realizadas.  O contrato prevê o repasse de R$ 8,6 milhões do BID para que os projetos executivos das vias seja elaborado.

Segundo a prefeitura, o projeto da Via Banhado – que ligará a zona norte a região oeste da cidade – vai consumir R$ 4,7 milhões. Já o projeto da Via Banhado vai consumir R$ 3,9 milhões – este corredor fará ligação entre as regiões leste e sudeste. Os projetos devem ser entregues apenas na gestão do próximo prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT). Se decidir pela realização das obras, caberá ao petista abrir o processo licitatório para contratar as empresas.

“A verba para a construção das duas vias é do BID. Então, o dinheiro não vai sair do orçamento da prefeitura. Cabe ao novo prefeito gerenciar o projeto, fazer as desapropriações e conseguir as licenças ambientais necessárias”, disse Cury ao G1. Ainda segundo Cury, o próximo governo não pode usar a verba repassada pelo BID para outra finalidade e o novo prefeito já  teria sinalizado durante a transição o desejo de fazer as obras. As licitações para contratação dos serviços de construção e implantação das duas vias deverão ser abertas em 14 meses.

De acordo com Anderson Farias, secretário de Transportes, os dois projetos vão melhorar o trânsito. “É necessário na questão de mobilidade, já que há um crescimento de veículos nas ruas, mas também corredores importantes para o transporte público pois já nascem com três faixas de rolamento e pode deixar uma exclusiva para ônibus. Além disso, tem também as questões de ciclovias”, afirmou.

Projeto
A Via Cambuí irá interligar as regiões sudeste e leste da cidade e depois será ligada às rodovias dos Tamoios (SP-99) e Carvalho Pinto (SP-70). Serão cerca de 8,5 quilômetros de extensão com passagem sob a Via Dutra.

Já a Via Banhado seguirá o traçado da antiga ferrovia e permitirá a ligação entre a Via Norte e a Via Oeste. A extensão da Via Banhado será de 4,1 quilômetros e prevê dois viadutos para ligação com a região central da cidade. O trajeto segue a antiga linha férrea da cidade – que passa no entorno do Banhado.

As duas vias estão incluídas no Programa de Reestruturação Urbana, previsto no contrato firmado entre o BID e a prefeitura em 18 de agosto de 2011. Pelo acordo, o BID se compromete a liberar um empréstimo no valor equivalente a US$ 86 milhões, com uma contrapartida do município da ordem de US$ 92,4 milhões. O financiamento começará ser pago somente em 2016, em parcelas semestrais, com juros de 5% ao ano e prazo de vinte anos.

G1 (Vnews)

Publicado em: 23/11/2012

Prefeitura prevê recuperação no ICMS da cidade

Estudo elaborado pela Prefeitura de São José dos Campos mostra que o Valor Adicionado do município registrou crescimento de 27,15% entre janeiro e setembro deste ano em relação ao mesmo período de 2011. Os dados, divulgados pelo prefeito Eduardo Cury (PSDB) com exclusividade para O VALE, mostram que o Valor Adicionado acumulado nos primeiros nove meses deste ano atingiu R$ 12,5 bilhões, ante R$ 9,8 bilhões no comparado com igual período do ano passado.

O Valor Adicionado considera toda a riqueza produzida no município e é um dos principais componentes utilizados para o cálculo da participação do município na partilha que o Estado faz dos recursos do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Ele é o resultado, de modo geral, de o tudo que o município fatura e vende (saídas) para outras localidades, menos o que a cidade compra (entradas).

O estudo feito pela Fazenda Municipal aponta que o setor aeronáutico e espacial foi o que apresentou maior percentual de crescimento (159%) no período. O Valor Adicionado do setor saltou de R$ 721 milhões para R$ 1,870 bilhão. No entanto, quem mais contribui para o Valor Adicionado do município é o setor petroquímico, que teve crescimento de 18%, segundo revela o estudo da pasta.

O Valor Adicionado do segmento pulou de R$ 6,1 bilhões para R$ 7,2 bilhões. O setor automotivo, que também tem significativa participação na produção de riqueza em São José, teve alta de 14%. O Valor Adicionado do segmento aumentou de R$ 1,6 bilhão para R$ 1,9 bilhão.

Cury disse que os reflexos positivos da alta do Valor Adicionado do município na receita da prefeitura ocorrerão entre 2014 e 2015. “O índice provisório de participação do município na distribuição do ICMS que será divulgado em junho de 2013 para ser aplicado em 2014 já terá os efeitos da alta do Valor Adicionado”, afirmou.

“Gradativamente, o município irá recuperar as perdas do índice ocorridas nos últimos anos”, completou. Segundo ele, a alta do Valor Adicionado de São José é resultado “do trabalho que a equipe técnica da Fazenda Municipal tem realizado junto às empresas da cidade”. “Acompanhamos o faturamento das empresas e prestamos auxílio para melhor o desempenho do setor industrial”, frisou Cury.

Para o economista Roberto Koga, os dados são positivos, mas é preciso cautela para analisá-los. “Os dados são significativos, porém, é preciso verificar o crescimento do Valor Adicionado dos demais municípios para saber se São José irá melhorar o seu índice do ICMS.” Nos últimos anos, São José registrou queda no índice de participação do ‘bolo’ do tributo.

O Vale

Prefeitura: 23/11/2012

Parque Santos Dumont ganha Leitura no Bosque na cidade

Neste sábado (27), às 9h30, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) inaugura outro espaço dedicado exclusivamente à leitura e à literatura. Trata-se de mais uma etapa do projeto Leitura no Bosque, que além de ser realizado nos parques Vicentina Aranha e Parque da Cidade, também será desenvolvido no  Parque Santos Dumont. “Este é o terceiro parque de São José dos Campos que recebe o projeto, e terá um diferencial: ao invés de uma sala leitura, vamos expor os livros em duas bibliotecas portáteis, que ficarão instaladas no quiosque do parque”, explica Mario Domingos de Moraes, presidente da FCCR.

Mário comenta ainda que as bibliotecas portáteis  têm capacidade para até mil livros cada e que as obras ficarão expostas no parque para o público escolher e ler gratuitamente, o que visa proporcionar boa leitura em um ambiente agradável e tranqüilo, como acontece nos outros dois parques. O acervo do Leitura no Bosque no Parque Santos Dumont será composto por livros de diversos títulos, categorias e voltados para todas as idades, além de revistas, jornais e gibis e o projeto vai funcionar todos os sábados e feriados, das 10h às 17h,  e domingos,das 12h às 17h.

Programação de inauguração – Dentro da programação de abertura do projeto serão realizadas apresentações de música com o cantor Cagério e banda, e literária com o lançamento do livro “Filó e o hino da Independência”, da escritora Cristina Hernandes.

Doações – O Projeto Leitura no Bosque aceita doações de livros de literatura. Não são aceitos livros didáticos, científicos, de outros idiomas e enciclopédias.
 Barganha Literária – O Projeto Leitura no Bosque possui ainda a Barganha Literária que proporciona a troca de livros, que oferece uma série de obras literárias disponíveis para troca, onde o interessado pode trazer um ou mais livros (em bom estado), troca por outro.
Outros pontos de leitura – Além do Parque Santos Dumont, outros dois parques de São José dos Campos já recebem o Projeto Leitura Bosque: o  Vicentina Aranha, foi o primeiro a ter um espaço de leitura e desde  março de 2011 tem o projeto Leitura no Bosque, e o Parque da Cidade, em Santana, tem o projeto desde julho de 2011.
Leitura no Bosque – Criado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), o projeto disponibiliza, nos parques públicos da cidade, mais de  2000 títulos – revistas, livros e gibis – para a leitura gratuita, além de um espaço exclusivo para as crianças. Geralmente, há lançamentos e bate-papos com autores infanto-juvenis.

Serviço: Parque Santos Dumont – Rua Prudente Meirelles de Moraes, 1000 – Vila Adyanna. Parque Vicentina Aranha – Avenida Prudente Meirelles de Moraes, 302, Vila Adyanna. Parque da Cidade – Av. Olivo Gomes, 100 – Santana. Informações: (12) 3924-7317.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 23/10/2012