Reportagem flagra nova Blazer na cidade

A reportagem do G1 flagrou a nova Blazer, SUV da General Motors, rodando em uma avenida de São José dos Campos, interior de São Paulo, na tarde do último domingo (16). O modelo estava com camuflagem nos faróis, parte da lateral e na traseira. Ela deverá ser uma das atrações da montadora no próximo Salão do Automóvel, que começa em outubro na capital paulista.

Ao ver que estava sendo fotografado, o motorista da SUV acelerou abruptamente. Foi possível perceber, pelo ruído do motor, que o novo modelo não estava equipado com o 2.8 a diesel de 180 cavalos de potência e 47,9 kgfm de torque da S10. O mais provável é que seja o 2.4 flex, de até 147 cv e 24,1 kgfm de torque, que também equipa a picape.

O utilitário esportivo – que já é produzido na Tailândia – foi desenvolvido pela equipe de engenharia brasileira junto com a picape S10, também renovada neste ano. A cabine foi redesenhada e deve seguir o padrão da S10.   As vendas da nova Blazer devem começar em novembro.

G1 (Vnews)

Nova Cracolândia é no Patrimonio Histórico da cidade

Um impasse entre prefeitura e proprietário permitiu que o prédio da antiga Usina de Leite Parahyba, patrimônio histórico de São José dos Campos localizado na zona norte, se transformasse na nova cracolândia da cidade. O prédio pertence ao complexo da Tecelagem Parahyba, que também inclui a Fazenda Sant’Ana do Rio Abaixo, e foi tombado pela prefeitura em 2004 a pedido da FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo).

A área pertence ao empresário Jayme Chede Filho. Segundo Oliveira dos Santos França, administrador do local e representante do empresário, a intenção era recuperar o prédio e transformá-lo em um empreendimento comercial. Mas o projeto foi barrado pelo processo de tombamento. “Não tem como fazer nada se o tombamento impede qualquer intervenção”, disse França. O empresário move uma ação na Justiça para reverter o tombamento.

Em entrevista a uma rádio da cidade, o prefeito Eduardo Cury (PSDB) disse que vai enviar agentes da vigilância sanitária e da fiscalização de posturas para avaliar a situação da área e tomar providências. “Podemos murar se for preciso”, disse Cury à rádio. A Secretária de Defesa do Cidadão informou que em maio de 2011 multou a propriedade pela falta de muro e alambrado. Com os juros o débito com o município já chega a de R$13.128.

De acordo com moradores, durante a noite o local é invadido por usuários de drogas, que causam transtornos. “É um entra e sai de gente aí a noite toda. Fazem barulho, quebram coisas, é uma algazarra”, disse o aposentado Adilson de Faria, 64 anos.

Além da bagunça, os dependentes ainda cometeriam roubos contra os moradores. “No último mês eu já contei uns 15 assaltos. O pessoal fica até com medo de sair a noite”, contou Geminiano dos Santos, 63 anos, síndico de um condomínio próximo.

As polícias Civil e Militar informaram que já fizeram operações no local para tentar inibir os crimes e a presença dos usuários. “A polícia vem e prende, mas passa um tempo e eles voltam tudo de novo”, lamentou Santos. O VALE esteve ontem no local e constatou a situação de abandono do complexo, que é tomado por lixo, entulho e pichações. Isqueiros e objetos usados para o consumo da droga estão por toda a parte.

O Vale

Empreiteiras cobram Nova Lei de Zoaneamento

O vice-presidente da Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba), Paulo Cunha, disse ontem que os empreendimentos aprovados em São José dos Campos antes do período de vigência da nova Lei de Zoneamento dão um fôlego de mais 20 meses ao setor da construção civil. Após esse período, alerta, a cidade pode viver um período de estagnação caso as regras atuais não sejam revisadas pela prefeitura.

“Esse pacote de cerca de 80 empreendimentos aprovados pela lei de transição deve atender a cidade nos próximos 20 meses. Depois disso, se a Lei de Zoneamento não for mudada, não vai haver lançamento de novos empreendimentos”, afirmou o empresário. No momento, estão em construção na cidade cerca de 16 mil unidades habitacionais.

Em vigor desde agosto de 2010, a atual Lei de Zoneamento está no centro da corrida eleitoral de São José. O PT, em discurso consonante com os empresários da construção civil, defende a revisão das regras vigentes que, entre outros pontos, limitam em 15 andares a altura de novos prédios (comerciais ou residenciais) no município.

Os empresários da construção civil dizem que a lei ‘engessou’ a cidade, reduzindo o número de empregos no setor. Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, apontam que, no acumulado deste ano, o saldo da construção civil é de 223 vagas negativas. No acumulado de 12 meses, o segmento perdeu 1.411 postos.

Em julho, o setor registrou saldo positivo de 132 vagas. Para o vice-presidente da Aconvap, até o final do ano o saldo negativo deve diminuir, mas é sa\zonal. “São José precisa de pelo menos 200 novas unidades habitacionais mensais”, afirmou. O PSDB contesta os números. “O número de postos de trabalho pulou de 5.500, há cerca de cinco anos, para 15.000, 16.000 agora”, disse o candidato tucano ao Paço Municipal, Alexandre Blanco.

O Vale

Nova Lei de Zoneamento é atacada pelo Prefeito Cury

O prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), acusou candidatos de oposição de prometerem rever a Lei de Zoneamento interessados em um suposto apoio financeiro de construtoras para a campanha. As empresas do setor figuram entre as principais financiadoras das eleições na cidade e querem mudar ao menos 15 pontos da legislação que consideram restritivos à expansão urbana.

“Tem de tomar cuidado com os candidatos que, para ficarem bem com as construtoras, querem acabar com a lei, que foi uma vitória para São José”, disse Cury em entrevista à rádio Piratininga na terça-feira. A declaração foi dada após o candidato do PT ao Paço Municipal, Carlinhos Almeida, defender a revisão da lei durante uma sabatina promovida por empresários da construção civil.

“Eu fico com medo de quem promete isso para atender as grandes construtoras que querem acabar com a qualidade de vida em São José”, disse Cury. “Temos de ver a real intenção do candidato que promete mudar a Lei de Zoneamento, porque precisa ter a campanha financiada e faz essas promessas”, completou.

Procurado por O VALE, Cury reafirmou sua preocupação com mudanças estruturais na lei, como a liberação de prédios com mais de 15 andares em regiões consolidadas e a redução do recuo lateral entre as construções. A lei exige distância mínima de dez metros entre uma edificação e outra, mas os empresários da construção querem que esse recuo seja de seis metros.

“Tenho enorme preocupação de que isso Lei de Zoneamento venha a ser usado na campanha política como compromisso em nome de uma minoria, e em prejuízo da qualidade de vida e das conquistas que a lei trouxe para a sociedade”, informou o prefeito por meio de sua assessoria. O tucano frisou que “os eleitores precisam ficar atentos” aos candidatos que assumem o compromisso de mudar a lei em troca de apoio financeiro.

“Espero que a sociedade esteja vigilante para evitar que modificações estruturais desse porte sejam feitas. E acredito que a sociedade esteja madura para rechaçar qualquer tipo de interesse escuso que possa colocar em risco conquistas importantes da lei”, disse.

Cury descarta pressões dos empresários da construção civil sobre o candidato do PSDB à sua sucessão, Alexandre Blanco. “No nosso caso, nunca houve dessas pressões, mesmo porque nós nunca as aceitaríamos. Uma demonstração dessa evidência é que propusemos e aprovamos a Lei de Zoneamento. E conversei com o candidato do PSDB e vi que partilhamos da mesma opinião”, informou o prefeito.

A nova Lei de Zoneamento de São José foi aprovada em agosto de 2010. Desde então, empreiteiras reivindicam alterações pontuais na lei, alegando que as novas regras travam o crescimento da cidade. Nesta semana, empresários do setor iniciaram uma série de sabatinas com os prefeituráveis para expor suas reivindicações.

O Vale

Obras na Rodovia, irá implantar passarela para animais

O governo do Estado decidiu implantar corredores ecológicos e passarelas para animais nos trechos de planalto e serra da Rodovia dos Tamoios que serão duplicados com o objetivo de garantir a preservação ambiental e da fauna existente ao longo da estrada.

O projeto será apresentado amanhã pela Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) em workshop programado para as 9h na Câmara de São José dos Campos. Durante o evento, serão detalhadas obras ‘ecológicas’ que serão feitas no trecho de planalto, que começou a ser ampliado há dois meses.

Posteriormente, serão realizados novos eventos para apresentar os projetos para a serra, onde o governo ainda busca a licença ambiental para execução dos serviços a previsão é que ela seja obtida até novembro próximo. No workshop de amanhã, denominado ‘Resgate e Afugentamento de Fauna da Nova Tamoios’, também será apresentado pelo Estado o levantamento da fauna existente no trajeto da Tamoios.

O conceito de corredores ecológicos e passarela para animais é recente no Brasil e já foi utilizado com sucesso em estradas como a que liga Ilhéus a Itacaré, na Bahia. O objetivo é evitar atropelamentos de animais e diminuir o risco de acidentes.

A implantação do projeto ecológico também é uma forma de minimizar os impactos ambientais que serão causados para viabilização da Nova Tamoios, principalmente no trecho de serra. Os impactos ambientais com as obras de ampliação da rodovia são preocupação recorrente de moradores, ambientalistas e prefeitos do Vale e Litoral Norte.

“Vamos trabalhar para evitar qualquer impacto ambiental na realização das obras de duplicação da Tamoios. Implantaremos várias passagens para os animais, faremos galerias específicas e uma passarela para que os bichos possam andar sem correr nenhum risco de serem atropelados”, disse o gerente da divisão de gestão ambiental da Dersa, Marcelo Arreguy.

Ele não informou quantos corredores ecológicos, passarelas e galerias para animais serão implementados. O ambientalista Beto Francine elogiou a iniciativa, mas cobrou mais ações para evitar impactos sobre a fauna e a flora locais com a duplicação da Tamoios. “A implantação de corredores ecológicos nas estradas é sempre importante.”

O Vale

Prefeitura inaugurou nova quadra na cidade no sábado

A Prefeitura de São José dos Campos inaugura neste sábado (23), às 11h, a quadra poliesportiva da escola municipal Professora Vera Babo de Oliveira, no bairro Altos de Santana. O espaço tem dimensão oficial para sediar jogos de handebol, voleibol, futsal e basquetebol, além de ser equipado com tabelas móveis hidráulicas e iluminação para jogos oficiais.

Segundo a diretora da escola, Cristiane Corrá Pires, a nova quadra será um grande reforço para o trabalho já realizado na unidade. “Ela contribuirá não só na educação regular, mas também o atendimento às turmas que permanecem na escola em tempo integral. Será mais um espaço na formação global do aluno.”

A inauguração terá a participação especial dos jogadores Fúlvio, Lucas e João Pedro do time de basquetebol de São José dos Campos, convidados pela Secretaria de Esportes e Lazer. Também estarão lá representantes da categoria sub-21 e do programa Atleta Cidadão.

Prefeitura de São José

Prefeitura inaugura a Casa do Idoso na Zona Sul da cidade

A Prefeitura de São José inaugura no dia 30 de junho a Casa do Idoso, no Bosque dos Eucaliptos, na zona sul. O evento será a partir das 14h e terá show gratuito do cantor Agnaldo Rayol. A obra tinha previsão de ser inaugurada em janeiro deste ano, mas será entregue cinco meses depois. A prefeitura investiu cerca de R$ 6 milhões na construção da unidade.

Segundo João Francisco Sawaya de Lima, secretário de Desenvolvimento Social de São José, o prazo da inauguração foi prorrogado devido ao período de chuvas e por adequações realizadas no projeto. “Além disso, com a desocupação do Pinheirinho, a secretaria ficou cerca de três meses focada nas necessidades das famílias desalojadas”, disse.

A nova unidade será administrada em parceria com a entidade social Coal (Casa de Oração Amor e Luz). Um contrato de cerca de R$1,6 milhão foi assinado até fevereiro entre a prefeitura e a entidade. A nova Casa do Idoso deve atender cerca de 10 mil pessoas por mês. Na zona sul há cerca de 25 mil idosos com mais de 60 anos.

No local serão oferecidos cursos de alfabetização, informática e hidroginástica, além de aulas de ioga, alongamento, dança, coral, ginástica localizada e capoeira. Uma novidade é o Centro-Dia, que abrirá até 80 vagas para que os idosos fiquem na unidade durante o dia.

A Casa do Idoso fica na avenida Andrômeda, 2.601. Os idosos interessados devem fazer inscrição a partir do dia 2 de julho. É necessário ter mais de 60 anos e levar RG e comprovante de residência.

O Vale

Nova exposição no espaço Helena Calil na cidade

“Razão e Sensibilidade” é a nova mostra que o Espaço Helena Calil recebe a partir deste sábado (16). A exposição da artista plástica Vanda Ribeiro reúne 52 quadros, pintados com as técnicas óleo sobre tela e pastel sobre cartão. Os trabalhos, que podem vistos até o dia 7 de julho, trazem expressões humanas em um misto de cores, linhas e formas diferentes, com uma intensa carga emocional e expressionista.

“Meu trabalho é resultado da observação da vida e das fisionomias que vejo nas ruas. Fortes o suficiente para ficarem gravadas em minha mente e, num dia de inspiração, se transformar num personagem colorido e de olhos arregalados”, comenta a artista.

Vanda Ribeiro nasceu na cidade de São Paulo, mas vive em Jacareí, desde criança. Começou a pintar aos 36 anos e fez cursos em ateliês de renomados artistas da região do Vale do Paraíba para aprimorar sua sensibilidade artística. Suas obras resultam de estudo, e observação da vida e sentimentos, que são captados e expressos na arte contemporânea.

O Espaço das Artes Helena Calil fica na Praça Padre João, 34, no centro. A exposição “Razão e Sensibilidade” tem entrada franca e pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 9h às 18h e aos sábados das 9h às 13h. Outras informações pelo telefone (12) 3921-7206.

Prefeitura de São José

Nova taxa encarre-se mais de 30 Bairros na cidade

Uma taxa chamada laudêmio impõe a moradores de 34 bairros da zona sul de São José a cobrança de valores extras na hora de registrar seus imóveis, o que encarece as transações imobiliárias. Esse tributo rendeu R$ 1,142 milhão aos cofres da prefeitura no ano passado e foi instituído há 90 anos. O porcentual cobrado no ato do registro do imóvel em cartório é de 2,5% do valor venal do terreno.

A cobrança ocorre porque até hoje a prefeitura tem o domínio de uma área de 400 alqueires, o equivalente a 9,680 milhões de metros quadrados na região. Nessa faixa de terra, que fica do lado direito do córrego Senhorinha, entre o Parque Industrial e o Chácaras Reunidas, estão 34 bairros, entre eles o Parque Industrial, Jardim Anhembi, Morumbi, Vale do Sol, Residencial Gazzo, Bosque dos Ipês e Jardim Oriente.

Esses bairros reúnem uma população de quase 100 mil pessoas e de cerca de 30 mil domicílios, conforme estudo feito pelo PT sobre a cobrança da taxa. Toda vez que ocorre uma compra e venda do imóvel, o proprietário é obrigado a recolher 2,5% do valor venal do terreno à prefeitura.

Por exemplo, se o valor venal de um terreno sujeito é de R$ 50 mil, no negócio é obrigatório pagar à prefeitura uma taxa de R$ 1.250, além dos encargos normais de um transação imobiliária. Essa situação só ocorre nessa região, o que a diferencia do restante da cidade.

Moradores desses bairros praticamente desconhecem a cobrança dessa taxa e quem tem conhecimento acha um absurdo. “Já paguei essa taxa três vezes. Quero saber o que a prefeitura faz com esse dinheiro. Olha a quantidade de buracos que têm na rua”, reclamou André Luiz de Oliveira, 52 anos empresário que mora no Parque Industrial há 30 anos.

Há uma semana começou a tramitar na Câmara projeto apresentado pelo vereador Wagner Balieiro (PT) para acabar com a cobrança. “Não é justo que os proprietários dessa região sejam tratados de forma diferente do restante da cidade. É preciso corrigir isso”, afirmou.

Estudo feito pelo gabinete do parlamentar aponta que no ano passado, o município arrecadou R$ 1,142 milhão de laudêmio. O presidente da Asseivap (Associação das Empresas Imobiliárias do Vale do Paraíba), Marcos Peneluppi, disse que a cobrança do laudêmio nesses bairros dificulta transações imobiliárias. “Muita gente acaba desistindo de fechar negócios por causa cobrança”.

Segundo Peneluppi, essa gleba da região sul da cidade tem perdido oportunidade de bons negócios.

O Vale

Prefeitura insere nova linha de ônibus para Zona Leste

A Prefeitura de São José dos Campos oferece a partir desta quarta-feira (4) mais uma opção de transporte público para os moradores da região leste da cidade. A linha 209 passará a atender o Residencial São Francisco, ligando o bairro ao Terminal Central, a partir da Avenida Madre Tereza de Calcutá.

Serão três horários com partidas do bairro (6h/6h50/7h40) e quatro do centro (16h50/17h45/18h40/19h35). A nova linha irá beneficiar não só os moradores do Residencial São Francisco, mas também os do Jardim Uirá.

A linha 307 – Jardim Morumbi vai circular com nova tabela horária também a partir desta quarta-feira (4). Não haverá perda de partidas, apenas um ajuste.

Se o usuário tiver qualquer dúvida em relação às alterações pode ligar para o telefone 156.

Prefeitura Municipal