Hoje (05), a Urbam homenageia funcionários antigos

A Urbam realiza nesta quarta-feira (5), às 13h30, uma homenagem aos funcionários que completam 25, 30 e 35 anos de trabalho. O evento faz parte da comemoração pelos 39 anos da empresa. Neste dia, a Urbam entregará uma placa de homenagem aos 26 funcionários, e num ato simbólico, será cortado o bolo em comemoração à data festiva.

Com o objetivo de preservar e valorizar a própria história, reconhecendo os personagens que marcaram a sua trajetória, a Urbam lançou em 2009 o programa “Gente da Nossa História” – uma homenagem às pessoas que dedicam parte de suas vidas à rotina diária de construir, organizar e transformar a cidade, sempre melhorando a qualidade de vida da população.

A Urbam foi fundada em 10 de outubro de 1973, com a proposta de gerenciar e executar uma variada gama de serviços de infraestrutura essenciais para a comunidade joseense. A empresa realiza obras de alta complexidade como o Hospital Municipal e o Centro de Referência Lucy Montoro, além de obras antienchente, entre outras.

A Urbam é responsável pela Gestão Integrada da Limpeza Urbana, que envolve a varrição de vias públicas, o sistema de coleta de resíduos e todo o processo de tratamento e disposição final destes resíduos na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos (ETRS), que compreende o Centro de Triagem de recicláveis e o Aterro Sanitário.

A atuação da Urbam abrange ainda todo o Serviço Funerário da cidade, Administração dos Cemitérios, Terminal Rodoviário, Estádio Martins Pereira, Desenvolvimento de Informática e execução de Obras em geral.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 05/12/2012

Funcionários da Embraer ameaçam greves na cidade

Funcionários da Embraer ameaçam entrar em greve a partir de hoje em São José em função do impasse nas negociações entre o Sindicato dos Metalúrgicos e a empresa sobre o reajuste salarial da categoria neste ano. Pela quarta vez não houve acordo em uma reunião realizada ontem em São Paulo entre o sindicato e a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que representa legalmente a empresa e o setor aeronáutico da região.

O encontro teve início às 14h e, após quase seis horas de negociação, o resultado ainda não havia sido anunciado até as 20h de ontem. O grupo faz assembleia hoje às 5h30 (entrada do 1º turno), às 7h (administrativo) e às 15h (2º turno) em frente ao portão da fábrica. Na reunião, os sindicalistas vão submeter aos trabalhadores a possibilidade de cruzar os braços.

O impasse se arrasta desde agosto. A categoria reivindica reajuste salarial de 4,58% de inflação, 2,5% de aumento real e a ampliação das cláusulas sociais da Convenção Coletiva como adicional noturno e licença-maternidade.

Já a empresa ofereceu 4,58% de inflação, 1,5% de aumento real e a manutenção das cláusulas sociais da última Convenção Coletiva. A oferta foi rejeitada pelos trabalhadores em assembleia. “A empresa só tem lucro. Uma fábrica que anuncia quase 35% de lucro não pode ser tão intransigente. Todas as outras fábricas já entraram em um acordo e fecharam a campanha salarial. Só falta a Embraer”, disse o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José, Hebert Claros.

Para ele, o trabalhador é o maior prejudicado. “Estamos lutando pelo bem do operário. Assim, nesse impasse todo, o maior prejudicado é, sem dúvida, o funcionário.” A Embraer tem cerca de 12 mil funcionários na planta de São José. Ainda de acordo com a categoria, não há previsão de novas reuniões com a empresa.

Em nota, a Embraer informou que não houve acordo entre as partes com relação à seguinte proposta apresentada pela Fiesp, como a manutenção da data-base em setembro, reposição integral da inflação do período (novembro de 2011 a agosto de 2012) de 4,58% a ser aplicado nas empresas com mais de 35 empregados, reajuste salarial a título de aumento real de 1,5% no período considerado (10 meses) e a manutenção das cláusulas sociais da última Convenção Coletiva

Ainda segundo a fabricante, como em 2011 a data-base era novembro, o período de apuração do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) compreende 10 meses (novembro de 2011 a agosto de 2012). Considerado um período de 12 meses, o aumento real de 1,5% oferecido equivale a 1,8%.

A nota também diz que esgotadas as possibilidades de avanço nas negociações num segmento que passa por dificuldades por depender de exportações, diante do esforço já feito pelo setor patronal, a Fiesp continua aberta a ir à mesa, “embora não se vislumbre perspectivas de novas propostas no que se refere a maiores aumentos reais”. A Embraer ainda afirma que, por liberalidade, já antecipou a todos seus funcionários, no mês de setembro, o aumento de 4,58% relativo ao INPC integral.

O Vale

Publicado em: 30/10/2012

Funcionários recebem PLR pela Embraer na cidade

A primeira parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) a ser paga hoje aos funcionários da Embraer vai injetar cerca de R$ 35 milhões na economia regional. O dado foi divulgado pela empresa, que possui cerca de 12 mil trabalhadores em São José dos Campos.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o valor representa 12,5% do lucro líquido da empresa no primeiro semestre. A forma de pagamento será R$ 1.003,31 fixos mais 15,44% sobre o salário de cada trabalhador. A segunda parcela será paga em abril de 2013.

Os metalúrgicos reclamam da forma de pagamento. Eles defendiam divisão igual, entre todos os funcionários, de 15% do lucro operacional maior que o lucro líquido, mas não divulgado pela empresa. “Uma empresa da realidade econômica da Embraer pagar R$ 1.000 fixos de PLR é muito pouco”, disse o vice-presidente do sindicato e funcionário da empresa Herbert Claros.

Ele alega que a média dos salários dos funcionários da produção é cerca de R$ 3.500. No cálculo, esses trabalhadores receberiam de participação R$ 1.500, considerado baixo por eles. O sindicato informou que empresas de menor porte, como a Latecoere, de Jacareí, com 400 funcionários, pagou R$ 2.600 de PLR.

A empresa informou em nota que “apesar das declarações do sindicato hoje em São José, a Embraer está de fato cumprindo todos os aspectos do acordo entre a empresa e a comissão de PLR”. Claros confirma que os termos foram aprovados na comissão, mas disse que os membros foram pressionados a aceitar por não terem estabilidade no emprego.

Em assembleia realizada ontem, os trabalhadores da Embraer aprovaram o aviso de greve em razão de impasses nas negociações do reajuste salarial deste ano. A reivindicação da categoria é de aumento salarial de 12,5%, mas os trabalhadores aceitam fechar em torno de 8%. Segundo o sindicato, a empresa ofereceu a inflação no período, 4,58%.

Com o aviso de greve protocolado judicialmente, os trabalhadores podem paralisar a produção após 48 horas. “Por conta desse impasse nós fizemos a assembleia e decidimos pela greve. Caso as negociações não avancem, nós vamos parar em um momento oportuno”, disse Claros. A empresa possui em torno de 7.000 metalúrgicos, mas a campanha salarial vale para todos os 12 mil. A Embraer informou que a situação na fábrica em São José é de plena normalidade.

O Vale

Publicado em: 11/10/2012

Nova greve na cidade é dos funcionários da Avibras

Trabalhadores da Avibras em São José dos Campos entraram em greve nesta quinta-feira (4), de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos. Os 300 funcionários que trabalham na unidade da Avenida Cassiano Ricardo (antiga Tectran) reclamam de atrasos nos salários.

Segundo a categoria, a empresa sinalizou que pretende parcelar o pagamento, medida que não é aceita pelos metalúrgicos que exigem o depósito dos vencimentos integrais até esta sexta-feira (5). “A empresa disse que vai acertar os salários dos funcionários que recebem até R$ 3 mil, líquido. Os demais devem ter o acerto só na quarta-feira que vem, dia 10. Essa mobilização foi para forçar uma atitude por parte da empresa que não sinalizava um acerto”, explicou o diretor do sindicato, Elias Osses, ao G1.

Osses afirma ainda que esse acerto deve abranger 800 funcionários da empresa, que estão nessa faixa salarial de R$ 3 mil. Ele diz ainda que nos últimos meses a Avibras vem passando por problemas financeiros. “A empresa esbarra na burocracia do governo federal. Os recursos estão disponíveis, mas não chegam e isso prejudica a todos”, afirmou.

A empresa, que realiza montagens de viaturas e integração eletrônica, emprega cerca de mil funcionários em duas unidades. Uma que fica às margens da rodovia dos Tamoios e a outra no Jardim Aquárius. O G1 tentou entrar em contato, por telefon, com o presidente da empresa para que ele comentasse o assunto, mas não obteve sucesso.

G1 (Vnews)

Publicado em: 05/10/2012

Tribunal Superior decreta o fim da Greve dos Correios

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) definiu ontem reajuste de 6,5% para os trabalhadores dos Correios e determinou o retorno imediato ao trabalho. A categoria está em greve desde o dia 19. A decisão foi tomada em sessão extraordinária de julgamento de dissídio desde a semana passada, duas audiências de conciliação foram realizadas, mas Correios e servidores não chegaram a acordo.

Caso os trabalhadores não retornem hoje, a pena será de multa diária de R$ 20 mil. Os dias parados precisam ser compensados em até seis meses. No Vale do Paraíba, são cerca de 1.200 funcionários. Segundo o sindicato da categoria na região, 60% aderiram à greve. Os Correios apontam 30%.

Segundo o sindicato, será preciso uma semana para colocar em dia todas as entregas. A prioridade será de encomendas Sedex e cartas registradas. Os serviços Sedex que tinham hora marcada de entrega voltam a funcionar.

As negociações da campanha salarial começaram no final de julho. Os trabalhadores pediam reajuste de 43,7% e melhores condições de trabalho contratação imediata de 30 mil trabalhadores e manutenção do plano de saúde. Para o Vale, o pedido era 700 contratações.

Os Correios chegaram a oferecer reajuste de 5,2% proposta rejeitada pela categoria. No último dia 19, os funcionários deflagraram greve no país. Após duas audiências sem acordo, ontem foi julgado o dissídio coletivo que determinou que a greve não era abusiva mas que os grevistas precisavam retornar ao trabalho.

Ainda no julgamento, os ministros determinaram um reajuste salarial de 6,5% e a manutenção do plano médico. O pedido de contratação de funcionários não foi atendido. “Isso foi uma vitória econômica para a categoria. A empresa só queria dar 5,2%, mas a mobilização da categoria fez com que o TST desse mais”, disse Ignácio Santos, diretor de comunicação do sindicato.

Segundo o sindicato, em São José, Taubaté e Jacareí, cerca de 240 mil correspondências e encomendas deixavam de ser entregues diariamente. Em Taubaté e Jacareí, quase 100% da distribuição foi prejudicada. Os mais de 2 milhões de entregas atrasadas devem ser colocadas em dia em uma semana. “Essa parcela, nós conseguimos colocar em dia. Mas, enquanto não houver contratações, nós não conseguimos prestar serviço de qualidade”. Nota dos Correios informa que a estatal espera normalizar a entrega no fim de semana, quando fará mutirão.

O Vale

Funcionários da Petrobrás paralisam na cidade

Funcionários da Petrobras decidiram cruzar os braços na manhã desta terça-feira (11) em São José dos Campos, no interior de São Paulo. O motivo é a falta de pagamento do salário e ajuda de custo que deveriam ter sido pagos no primeiro dia do mês de setembro.

A paralisação envolve cerca de 3.000 funcionários terceirizados da Refinaria Henrique Lage (Revap). De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, cerca de 500 trabalhadores de uma empresa da construção civil não receberam o vencimento até o quinto dia útil deste mês.

O salário médio dos trabalhadores que ficaram sem receber é de R$ 1.500 e a ajuda de custo R$ 300. O grupo, que trabalha na área de manutenção da refinaria, começou a fazer uma assembleia na porta da unidade às 8h para discutir outras formas de mobilização.

“A empresa não deu nenhuma justificativa do porque não pagou. Os encarregados disseram que até sexta-feira agora (dia 14) o pagamento pode sair, mas se for isso os funcionáios vão ficar sem trabalhar até essa data”, afirmou Joselino Marçal, diretor do sindicato da Construção Civil em São José.

“Isso é bom para deixar a empresa em alerta porque já aconteceu com cinco empresas terceirizadas da Petrobras de não pagar os funcionários e depois fechar as portas e deixar os funcionários na mão”, disse ao G1. A Petrobras foi procurada, mas ainda não comentou o assunto.

G1 (Vnews)

Diretor da GM define destino de mais de 1000 funcionários

A General Motors define até o final deste mês o destino dos cerca de 1.500 empregados da fábrica de São José dos Campos que trabalham na linha de produção conhecida como MVA, onde são produzidos os modelos Corsa, Meriva e Zafira .

O diretor de Relações Institucionais da montadora, Luiz Moan, disse ontem a O VALE que a decisão da empresa será tomada até o dia 28 de julho. Moan afirmou que a montadora não tem uma definição sobre o futuro dos trabalhadores da linha do MVA.

“Nada está descartado”, respondeu o executivo ao responder se a empresa pode demitir ou realocar os trabalhadores para outros setores da planta de São José.  O executivo se reuniu ontem com representantes do Sindicato dos Metalúrgicos e do Ministério do Trabalho, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, em São Paulo, para tratar da ameaça de demissão em massa na fábrica de São José.

Moan relatou que a GM e o Sindicato dos Metalúrgicos estão fazendo uma análise do mercado consumidor para a tomada de uma decisão. Segundo ele, o comportamento futuro do mercado é que balizará a questão. Ontem, a GM deixou de produzir em São José a minivan Zafira, por causa do baixo desempenho do modelo no mercado consumidor.

Segundo Moan, o número de trabalhadores da linha de produção do MVA seria menor do que o divulgado pelo sindicato. “Não tenho esse número, mas muitos trabalhadores foram remanejados para a linha de produção da S-10”, disse.

Ele relatou que ficou acertado mais duas reuniões com o sindicato, nos dias 23 e 28 de julho, para fechar o assunto. “A pedido do Ministério do Trabalho, haverá também uma nova reunião que será agendada entre os dias 20 e 25 de julho, e acontecerá em São José dos Campos”, disse.

Os trabalhadores da montadora podem entrar em greve a partir da próxima segunda-feira. A direção do sindicato encaminhou ontem a GM o aviso de greve da fábrica. A paralisação foi aprovada pelos trabalhadores em assembleia pela manhã. Os empregados também paralisaram a produção ontem durante duas horas, segundo a diretoria da entidade.

O presidente do sindicato, Antonio Ferreira Barros, o Macapá, fez uma avaliação negativa do encontro com a GM. “Não houve avanço no encontro porque a empresa não mudou sua posição”, disse. As discussões sobre a ameaça de demissão em massa na planta da GM en São José serão levadas para a Secretaria Geral da Presidência da República, na próxima terça-feira, em Brasília.

“A GM tem uma responsabilidade social com a região e o governo federal tem dado incentivo e benefícios para a montadora”, disse Macapá.Confira a entrevista Luiz Moan, diretor de Relações Institucionais da General Motors.

O Vale

Concruso aberto para contratação de funcionários no Inpe

O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) lançou ontem dois editais para contratar 107 funcionários. Do total de vagas, 83 são para trabalhar na região: 52 na unidade de São José dos Campos e 31 em Cachoeira Paulista.

O MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) também vai contratar 482 funcionários. Quatro dessas vagas serão para trabalhar em São José. Nos três editais dois do Inpe e um do MCT, os cargos são para nível médio, intermediário e superior, em carreiras como pesquisador em Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Tecnológico e Gestão. Pode-se ler e abaixar os documentos no site do Inpe (www.inpe.br).

O primeiro edital é para 17 pesquisadores (10 em São José e 5 em Cachoeira) com nível superior e salário entre R$ 6.936,07 e R$ 11.205,36. O prazo de inscrição é de 2 a 31 de julho, com taxa de R$ 150. As provas serão em 27 e 28 de agosto.

O segundo edital é para Desenvolvimento Tecnológico, nível superior e médio, com 62 vagas, sendo 22 para São José e 26 para Cachoeira. A inscrição vai de 5 de julho a 9 de agosto, com taxas de R$ 60, R$ 110 e R$ 180, dependendo do cargo. O salário varia entre R$ 2.504,68 e R$ 12.685,16. A data da prova é 16 de setembro.

O edital do MCT prevê 510 vagas, sendo 28 para o Inpe, na carreira de Gestão (nível superior e intermediário). A inscrição vai de 29 de junho a 18 de julho no site da Cespe (www.cespe.unb.br). A taxa custa R$ 64 e R$ 87. O salário vai de R$ 1.885,33 a R$ 9.157,15. A prova será em 26 de agosto.

Segundo os pesquisadores do Inpe Antonio Padilha e Nélia Leite, membros da comissão do concurso, as provas podem ser adiadas caso não haja pelo menos um candidato a mais para o número de vagas de cada carreira. “Além disso, quem for aprovado passa por um estágio probatório de três anos, para só depois ser efetivado como funcionário”, disse Padilha.

Na avaliação de Fernando Morais, vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Ciência e Tecnologia, o Inpe precisa contratar 800 funcionários até 2014. “Senão, corre o risco de ter que parar projetos.”

O Vale

Candidatos para Reitoria pretendem manter funcionários

Os candidatos ao cargo de reitor da Univap (Universidade do Vale do Paraíba) pretendem manter no quadro de funcionários da instituição os três filhos do ex-reitor Baptista Gargione Filho. O futuro reitor será escolhidos na próxima quinta-feira. Estão na disputa Jair Candido de Melo, Luiz Carlos Andrade de Aquino e Sandra Maria Fonseca da Costa.

O trio também não pretende investigar as denúncias de corrupção envolvendo o antigo reitor. Gargione comandou a instituição por mais de 20 anos e chegou a ser investigado pelo Ministério Público por suposto nepotismo. O processo foi arquivado por falta de provas.

Gargione empregou e deu posto de chefia a três de seus filhos Ana Lúcia Gargione Galvão Sant’anna, que assumiu no final do ano passado a Pró-reitoria de Integração Universidade-Sociedade. A Univap emprega ainda a sua outra filha Maria Angélica, que é pró-reitora de Avaliação, e seu filho Luiz Antônio Gargione, que ocupa o posto de diretor do Parque Tecnológico da Univap.

“Não irei ficar revolvendo o passado, mas se naturalmente chegar a mim qualquer ilícito praticado por qualquer pessoa tomarei as providências cabíveis”, afirmou o professor Jair, que é diretor da Faculdade de Engenharia. “Em relação aos filhos do professor Baptista, ou os filhos de qualquer pessoa serão tratados com isenção. O que será exigido de todos é: comportamento digno e eficiência no desempenho das atividades”.

A candidata Sandra e o professor Aquino decidiram se embasar na Justiça para justificar a ausência de investigação das reclamações envolvendo Gargione. “Quanto aos filhos do professor Baptista, são professores, como vários que temos na instituição. Se cumprem suas funções de forma competente, não há porque demití-los. Caso isso se reverta, aí é um caso a ser discutido pela Univap e FVE, que é a empregadora”, disse Sandra.

Aquino também informou que os filhos de Gargione serão avaliados pelo desempenho, assim como os demais funcionários da instituição. “Em relação aos funcionários da FVE, todos devem ser avaliados pelo desempenho de suas funções, independente de suas relações de parentesco”, afirmou o diretor da Faculdade de Direito.

O novo reitor será escolhido às 14h de quinta-feira em votação sigilosa do Conselho Curador, órgão máximo da FVE (Fundação Valeparaibana de Ensino).

O Vale

Capacitação de funcionarios da Fundhas na cidade

A Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza) realiza nesta segunda-feira (23) a capacitação semestral para cerca de 350 funcionários da área técnica. O treinamento será no plenário da Câmara Municipal (Rua Desembargador Francisco Murilo Pinto, 33), na Vila Santa Luzia, das 8h às 12h. Serão capacitados professores, educadores sociais, psicólogos, assistentes sociais e todos os profissionais que lidam diretamente com as crianças e adolescentes atendidos pela instituição.

A capacitação abordará o tema “Ações sócioeducativas”, colocando em pauta as ferramentas essenciais no trabalho desenvolvido pela Fundhas. A discussão terá assuntos como conhecimento da situação das crianças, adolescentes e famílias dos atendidos; reflexões sobre a sociedade, a importância de um profissional atento às mudanças que a carreira exige e ações pedagógicas.

A palestrante do evento será a doutora em serviço social pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) Maria do Carmo Blant de Carvalho, que falará sobre o debate atual em relação às ações socioeducativas junto às crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Neste contexto, a palestrante relatará a própria experiência como assistente social na iniciativa pública de São Paulo.

A semana de formação tem por objetivo proporcionar a discussão e reflexão sobre o poder sócioeducativo de cada profissional, visando avançar na qualidade do atendimento dos alunos da Fundhas.

Programação

8h – Café da manhã
8h30 – Fala da presidência e diretorias
9h – Maria do Carmo Blant de Carvalho
10h45 – Intervalo
11h – Apresentação DPST/ Chefia

Prefeitura Municipal