Associação cobra secretaria por rota da via Banhado

O presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José, Felipe Cury, pretende cobrar da Secretaria de Transportes mais agilidade na execução da obra da Via Banhado. Ele disse que a direção da entidade vai marcar uma reunião com o secretário de Transportes, Wagner Balieiro, para que ele forneça explicações sobre o traçado. O presidente da ACI defende a adoção do primeiro projeto definido na gestão do ex-prefeito Eduardo Cu-ry, onde deveria ser construído um viaduto na rua Coronel José Monteiro.

“O tráfego no centro é muito maior do que na região do Esplanada, onde a atual gestão pretende construir um viaduto, na rua Henrique Mudat”, afirmou. O presidente também disse que “mais do que definir onde serão feitos os viadutos, a obra precisa sair logo, porque é fundamental para a cidade a ligação da Via Norte com a Via Oeste”. Em entrevista anterior ao O VALE, Balieiro disse que “há um estudo que mostra que daqui a 30 anos o viaduto do centro não seria mais necessário, devido ao volume de tráfego”.

38 Prisões na cidade foram realizadas pela Rota

A Força Tática Regional, conhecida como Rota do Vale, completa hoje um mês em operação com um saldo de 38 prisões no Vale. De acordo com balanço divulgado ontem pelo CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior), dos 38 presos, 28 foram flagrantes de crimes como roubo, furto, tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Dez foragidos da Justiça foram recapturados durante os patrulhamentos. Também foram apreendidas três armas de fogo e cerca de 3 quilos de drogas.

“Estamos atuando nas áreas indicadas pela nossa inteligência com alta incidência de roubos, furtos e tráfico de entorpecentes”, disse o tenente Adilson Naresi, comandante de um dos pelotões da Força. A criação do destacamento de elite da PM foi uma promessa do governador Geraldo Alckmin (PSDB) em resposta aos índices de criminalidade registrados na região, considerada a mais violenta do interior do Estado. De janeiro a julho, já foram registradas 268 vítimas de assassinatos. A situação foi denunciada por meio da campanha O VALE pela Paz, realizada entre maio e julho.

O resultado do primeiro mês de trabalho da Força Tática Regional foi elogiado pelo comando da PM. “Pelos número de prisões e apreensões, confrontados com o indicadores de violência das áreas visitadas, consideramos o resultado muito positivo”, afirmou o major Paulo Luiz Junior, chefe da Divisão Operacional do CPI-1.

De acordo com os indicadores de criminalidade da PM, nos bairros onde as equipes atuaram, o números de ocorrências de furto e roubo chegaram a zero. Um resultado, que segundo o representante da PM foi obtido graças ao trabalho integrado.

“O objetivo da unidade é somar forças ao efetivo que já existe nos batalhões, fazendo um trabalho de saturação nas áreas críticas, com a vantagem de poder ser deslocada de acordo com a demanda de segurança”, afirmou o major. Ontem os policiais participaram de um treinamento com instrutores do COE (Comando de Operações Especiais). A equipe é especializada em ações em áreas de difícil acesso, como mata fechada e favelas.

O Vale

Primeiros dias de trabalhos da Rota é aprovado

A cúpula da Polícia Militar avaliou positivamente os dois primeiros dias de operação da Força Tática Regional, a tropa de elite da corporação no Vale, que fez patrulhas na região sul de São José ontem e anteontem. Hoje, os 20 homens e cinco viaturas do novo pelotão atuarão pela primeira vez fora da cidade. O município a receber o reforço policial será definido entre Taubaté, Caçapava e Jacareí.

No primeiro dia, os policiais fizeram 85 abordagens e detiveram dois menores que haviam furtado um carro no Jardim Satélite, zona sul de São José. O balanço do segundo dia será divulgado hoje. “Nossa avaliação é muito positiva. A população também gostou. Aumentou a sensação de segurança na localidade da operação”, disse o coronel Leônidas Pantaleão de Santana, comandante do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior), a quem a Força Tática Regional está subordinada.

O novo pelotão é formado por policiais das Forças Táticas da região e conta com 40 homens em dois grupos de 20, que atuarão todos os dias em alguma cidade da região. O foco é a prevenção de crimes. Segundo Santana, as vantagens do grupo são atuar de forma dinâmica, sem limitação geográfica e sem desfalcar as unidades de Força Tática da PM na região, nas quais atuam cerca de 200 homens. A prioridade dos policiais será aprender armas, drogas, veículos roubados ou furtados e capturar foragidos.

O Vale

Zona Sul é alvo da Rota depois de Treinamento

A zona sul de São José dos Campos, região mais violenta da cidade, foi o alvo na noite de ontem da primeira ofensiva da Força Tática Regional, unidade de elite da Polícia Militar para combater a criminalidade. Para se ter uma ideia, das 32 mortes (homicídios e latrocínios) registradas até junho deste ano em São José, sete foram na zona sul.

O elevado número de roubos e furtos também motivou a operação na região. No primeiro semestre deste ano, as duas delegacias que atendem a região sul de São José já registraram 525 assaltos e 257 veículos roubados, de acordo com dados da Secretária de Segurança Pública de São Paulo. “Identificamos quatro áreas de interesse em segurança e dividimos o patrulhamento”, disse o tenente Adilson Naresi, comandante do pelotão.

O VALE acompanhou com exclusividade o início da operação da nova força policial. Baseada na sede do Comando da PM, em São José, os policiais iniciaram o deslocamento às 17h. Um comboio com cinco viaturas e 20 homens do pelotão Alfa seguiu até o Campo dos Alemães. Na avenida Cidade Jardim a equipe se dividiu e iniciou o patrulhamento em pontos diferentes da região.

A primeira abordagem da noite ocorreu na avenida Adonias da Silva. Um veículo chamou a atenção dos policiais, que logo deram a ordem da parada. “O grande diferencial do nosso trabalho é a presença do quarto homem na equipe, que garante mais segurança e qualidade em nossa abordagens”, disse Naresi.

Até as 22h30, dois homens tinham sido presos após furtarem um carro próximo ao Vale Sul Shopping, no Jardim Satélite. A operação estava prevista para continuar até 1h desta madrugada. O resultado da ofensiva deve ser divulgado hoje. Moradores da região sul aprovaram a atuação da força de elite da PM.

Taubaté, Jacareí, Pindamonhangaba e Guaratinguetá são as próximas cidades previstas no cronograma de atuação do novo contingente. “Elaboramos um cronograma de acordo com estudos dos nossos setores de inteligência”, disse o coronel Leônidas Pantaleão de Santana, comandante do CPI 1 (Comando de Policiamento do Interior). “Teremos um pelotão por dia com 20 homens e cinco viaturas para complementar o efetivo em cada batalhão.”

O Vale

Depois do Treinamento, Rota sai as ruas da cidade

Entra em operação hoje na Região Metropolitana do Vale do Paraíba a mais nova unidade de elite da Polícia Militar, batizada de ‘Força Tática Regional’. A ‘Rota do Vale’ terá 40 homens e 10 viaturas subordinados diretamente ao CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior), cuja sede fica em São José, que atuarão em operações especiais. A PM não divulgou as cidades que receberão o reforço a partir de hoje.

O VALE apurou que as maiores cidades da região São José, Jacareí e Taubaté estão entre as prioridades da nova unidade. Trata-se de uma tentativa da Secretaria de Estado da Segurança Pública para diminuir os índices de violência no Vale, considerada a região mais violenta do interior do Estado. O reforço ocorre dois meses após a realização da campanha ‘O Vale pela Paz’, realizada pelos jornais O VALE e BOM DIA.

Foram 235 mortes por homicídio e latrocínio (roubo seguido de morte) no primeiro semestre deste ano aumento de 10% em relação às 214 mortes no mesmo período de 2011. Antes de atuar nas ruas, os policiais da Força Tática Regional foram treinados por instrutores da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), unidade da PM exclusiva da capital e com atuação em casos violentos.

Segundo o tenente-coronel Custódio Alves Barreto, comandante-interino do CPI-1, a Força Tática Regional é a primeira unidade operacional ligada diretamente ao comando da PM na região, o que daria a ela o benefício de poder atuar sem limites geográficos.

“As forças táticas nos batalhões trabalham com uma delimitação de área, o que não teremos nesta unidade do comando. Eles poderão atuar em qualquer cidade, a qualquer hora e em qualquer condição.” Segundo Barreto, a Força Tática Regional obedecerá a planejamento do CPI-1, que levará em conta demandas das cidades, operações programas e informações captadas pelo setor de inteligência da PM. “Será uma unidade de uso em operações especiais planejadas pelo comando.”

O Vale

Treinamentos de Policiais é reforçado na cidade

O CPI 1 (Comando de Policiamento do Interior) do Vale do Paraíba reforçou o treinamento dos policiais que irão integrar a nova unidade de elite da região. Ontem 120 homens da Força Tática participaram de um curso com instrutores do Batalhão da Rota (Ronda Ostensiva Tobias Aguiar) da Capital.

A ação visa preparar os PMs que irão integrar o contingente que irá atuar nas 39 cidades no Vale do Paraíba e Litoral Norte. A ideia é que a unidade, que ainda não tem um nome definido, siga os moldes da Rota da capital, com equipes formadas por quatro policiais em cada viatura.

No treinamento, os policiais foram atualizados sobre as técnicas no procedimento de abordagem a indivíduos e veículos suspeitos. “A abordagem é um dos momento mais delicados na atuação de um policial, pois qualquer erro pode resultar em um desfecho crítico”, explicou o tenente Marcos Galindo, instrutor da Rota.

A novidade para os policiais da região foi quanto ao emprego do quarto homem nas viaturas. Hoje a Força Tática da região atua com 3 policiais. “Esse reforço na equipe muda todo o esquema de trabalho, o que exige um treinamento específico’, disse Galindo.

Em julho, os policiais já haviam participado de um curso com oficiais do 3º Batalhão de Choque, que ensinaram sobre o controle de distúrbios civis, em aglomerações públicas. Ainda estão previstos novos treinamentos com outras equipes de elite, como o TOR, da Policia Militar Rodoviária.

O destacamento de elite da PM na região, foi uma promessa feita pelo governador Geraldo Alckmin, durante visita a Taubaté no último dia 27 de junho. A medida é uma resposta aos altos índices de violência registrados na região, considerada a mais violenta do interior do Estado. De janeiro a junho já foram registrados 233 assassinatos.

“O Vale está no eixo Rio-São Paulo e por isso temos que redobrar os esforços para proteger a região e fortalecer a segurança pública”, disse o governador durante discurso.

O Vale

Rota do Vale terá 6 novos integrantes na cidade

O Comando da Polícia Militar na região informou que já está em andamento o processo para a criação da Rota do Vale do Paraíba. O destacamento de elite da polícia, foi uma promessa do governador Geraldo Alckmin, em resposta aos altos índices de violência registrados na região, considerada a mais violenta do Estado.
Só neste ano já foram 233 assassinatos.

De acordo com a PM, a equipe será composta por homens das Forças Táticas, remanejados dos seis batalhões da região. Esse contingente ficará sediado no CI em São José, para atuar nas 39 cidades, em áreas identificadas pela inteligência policial, com maior necessidade de reforço no patrulhamento ostensivo.

Para José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de segurança pública, a criação de uma Rota no Vale do Paraíba é um erro. “Em uma cidade como São Paulo, com sua complexidade urbana, é justificável você ter uma equipe de elite como a Rota, mas no interior esse contingente é desnecessário, serve apenas para propaganda política”, criticou.

De acordo com Silva Filho, que já foi Comandante do Polícia Militar no Vale, as equipes da Força Tática tem total condições de dar resposta a demanda de segurança. “Você tirar homens da Força Tática para uma equipe à disposição do comando será um erro de logística”, avaliou o ex-secretário.

O Vale

Policiais Militares são treinados pela Rota na cidade

Noventa policiais da Força Tática da Polícia Militar do Vale do Paraíba e Litoral participaram ontem de um curso com instrutores da Rota (Ronda Ostensiva Tobias Aguiar), tropa de elite da polícia paulistana. No treinamento, as equipes que integram os seis batalhões da PM na região puderam conhecer as mais novas técnicas no procedimento de abordagem a indivíduos e veículos suspeitos.

Hoje, o treinamento será com oficiais do 3º Batalhão de Choque, que vão dar orientações sobre o Controle de Distúrbios Civis. A técnica envolve a atuação em aglomerações públicas, como greves, tumultos de torcida, rebeliões e ‘bailes funks’ clandestinos.

O Vale

Devido ao estado do aeroporto, rota diária é diminuida

A companhia aérea Azul irá reduzir a partir de janeiro seu número de voos no aeroporto de São José dos Campos. Atualmente, a empresa tem média de quatro rotas diárias para Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS).

A falta de estrutura do aeródromo administrado pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) seria o motivo da decisão da companhia, que deve manter apenas metade de suas operações na cidade.

Além da falta de local próprio para abrigar aeronaves durante a noite e do terminal de passageiros operar além de sua capacidade, outros detalhes referentes à estrutura desagradam as companhias que operam na cidade a Trip também tem três voos diários a partir de São José.

O VALE apurou que a brigada de incêndio para casos de emergências item essencial para que uma companhia opere no aeroporto é da Embraer, que disponibiliza o serviço por meio de um acordo informal entre as empresas.

A Azul informou somente que “está realizando ajustes na malha de São José dos Campos em razão da alta temporada”. “A companhia reafirma seu comprometimento com a cidade e seus cidadãos e estuda novos destinos ligando São José a outras cidades brasileiras em um futuro”, diz em nota.

José de Mello Corrêa, secretário de Desenvolvimento Econômico de São José, a decisão da empresa evidencia a necessidade da mudança na gestão do terminal a fim de agilizar o recebimento de investimentos. “O aeroporto não fornece espaço às companhias. A ampliação do estacionamento de carros não foi feita, nem o de aviões. Nenhuma aeronave ‘dorme’ em São José. A Infraero precisa ser mais ágil”, disse.

Ele lembrou que ainda não recebeu resposta da Secretaria de Aviação Civil, órgão vinculado à Presidência da República, quanto à proposta de municipalização do aeroporto apresentada em novembro.

A intenção do projeto é que uma empresa público-privada ou de capital misto assuma o controle do terminal para agilizar investimentos de melhoria na infraestrutura do local, possibilitando o aumento no número de rotas. A atual concessão do terminal de São José à Infraero termina em 2013. Mello destacou que a prefeitura irá solicitar uma reunião com a Infraero para tratar do assunto.

Membro do Deinfra (Departamento de Infraestrutura) da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Felipe Cury, afirmou quenas últimas reuniões da entidade percebeu que São José não está nos planos de investimentos futuros da Infraero. “São José é vítima da inércia da Infraero, que não faz nada e não deixa ninguém fazer. Precisamos dessa municipalização já. Dias piores virão”, disse Cury.

O Vale