Prefeitura realiza pintura de faixa na cidade

A Secretaria de Transportes de São José começou a fazer ontem a sinalização para corredor exclusivo de ônibus na avenida José Longo, na região central da cidade. Segundo a secretaria, os trabalhos devem durar 10 dias.

A secretaria está implantando as novas sinalizações vertical e horizontal com faixa exclusiva e preferencial nas cores azul e branca. Segundo a assessoria da pasta, será feito trabalho educativo para explicar aos motoristas, de ônibus e carros, o funcionamento dos corredores.

Fluidez.
Os ônibus terão uma pista exclusiva para circular, à direita da via, onde terão melhor fluidez. A prefeitura vai colocar placas indicando a faixa preferencial onde os veículos poderão circular, dando preferência aos ônibus.

Centro Vivo da cidade será ampliado

O Plano Estratégico Centro Vivo, programa de revitalização do centro de São José dos Campos, será ampliado. A Câmara aprovou proposta para a inclusão de mais ruas da região ao perímetro inicial do projeto, que abrange as principais vias comerciais da área. O projeto prevê a inclusão das ruas Major Antonio Domingues, Luiz Jacinto, Coronel Madeira, Euclides Miragaia e Francisco Berling ao programa de revita-lização do centro.

A intenção é possibilitar atividades comerciais e de serviços, bem como o uso residencial com incentivo para a recuperação do quadrilátero formado por essas vias. A expansão do Centro Vivo foi solicitada pela ACI (Associação Comercial e Industrial), a partir de pedidos recebidos e comerciantes. A emenda que inclui novas ruas ao programa foi proposta pela Comissão de Planejamento Urbano, Obras e Habitação da Casa ao projeto de adequação da Lei de Zoneamento elaborado pelo governo do prefeito Carlinhos Almeida (PT).

“Consideramos importante a encampação dessas ruas pelo programa Centro Vivo, para revitalizar essa região”, afirmou o presidente da ACI, Felipe Cury. Segundo ele, vários pedidos de comerciantes estabelecidos nessa região pediram a intervenção da entidade junto à Câmara para que também fosse abrangida pelo programa da prefeitura. “Precisamos de atenção, principalmente com relação à melhoria da iluminação pública e segurança”, relatou o lojista Reinaldo José Paiva, da Veste Branco.

Uma das queixas dos comerciantes é com pontos de consumo de droga nas ruas do quadrilátero, durante o dia e de noite. “Não há porque não incluir essas ruas no Centro Vivo”, afirmou o relator da Comissão de Planejamento, Walter Hayashi (PSB). A medida será analisada pelo governo. Lançado em agosto de 2011, o Plano Estratégico Centro Vivo foi elaborado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), em parceria com a prefeitura.

As ações formatadas para o programa foram previstas para serem implementadas em um horizonte de 10 anos. O objetivo principal é resgatar e revitalizar o centro de São José dos Campos. A área, que abriga os principais monumentos e prédios históricos da cidade, enfrenta processo de degradação e esvaziamento. A região, que abriga o principal comércio de rua de São José, enfrenta também problema de segurança, principalmente no período noturno.

As primeiras ações do Plano Estratégico elaborado pelo Ipplan e pela prefeitura foram no sentido de atrair novos empreendimentos comerciais e de serviços, com funcionamento noturno, para movimentar a região. Um centro atacadista e de varejo se instalou nas antigas dependências da Lojas Americanas, na avenida Nelson D’Ávila confluência com a praça Afonso Pena. Na rua 15 de Novembro foi aberta uma galeria comercial e uma escola técnica.

Paralelamente aos empreendimentos privados, o Poder Público investiu em ações imediatas para melhorar a mobilidade urbana, principalmente para pedestres. Destacam-se a ampliação de calçadas em várias ruas, do calçadão da Sete de Setembro no trecho do Mercado Municipal, a transformação da travessa Chico Luiz, ao lado do Mercado em calçadão. Também foram realizadas obras de revitalização das praças Cônego Lima e João Mendes (Sapo), em fase de conclusão e melhoria da iluminação pública nas principais ruas do perímetro central.

O Vale

Obras são realizadas na Vila Cristina pra conter erosão

A obra de contenção de talude na marginal esquerda do rio Paraíba do Sul, em área de risco que envolve a Vila Cristina, na zona norte da cidade está praticamente terminada. No local, estão sendo investidos por R$ 6,6 milhões, com recursos da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), do governo federal, mais uma contrapartida do município.

Os trabalhos, que tiveram inicio em janeiro, visam conter o processo de erosão que já avançou mais de 50 metros na margem do rio e ameaça casas e galpões existentes no bairro. No momento, técnicos da empresa contratada para o serviço, a ETC Empreendimentos e Tecnologia em Construções Ltda., estão começando o trabalho na margem direita, lado em que se localiza o bairro.

Os trabalhos de contenção estão sendo feitos no lado da Vila Cristina num trecho de 440 metros de comprimento, onde as margens estão sendo protegidas por colchões de gabiões, para evitar o avanço da erosão. Conforme a Secretaria de Obras da Prefeitura, no trecho por onde antigamente passava o leito do rio foi feito um desvio com 440 metros de cumprimento, 4 metros de profundidade e 35 metros de largura.

“Dentro de alguns dias, será feito o desvio do Rio Paraíba para este local, deixando a margem direita apta para a retificação do leito, que permitirá a interrupção do processo de erosão na parte próxima da Vila Cristina”, diz o engenheiro Luiz Maria, responsável pela obra.

No local, existe uma ilha, que foi formada ao longo dos anos e que foi desviando o curso do rio para o lado do bairro, causando erosões. “Esta ilha foi aproveitada para que nós pudéssemos fazer um corta-rio e realizar a obra”, informa a secretária de Obras do município.

O desvio do rio Paraíba para a margem esquerda deverá ser realizado na semana que vem. Depois disso, a empresa iniciará os procedimentos no outro lado, para a conclusão da obra.  Depois destes trabalhos, o rio Paraíba do Sul volta ao leito normal, com as águas passando pelos dois canais, mantendo-se a ilha formada pelos desvios.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 16/05/2013

Obras da Tamoios chega a 2 mil trabalhadores este ano

As empresas responsáveis pelas obras de duplicação do trecho de planalto da Rodovia dos Tamoios, entre São José dos Campos e Paraibuna, retomaram as contratações de mão de obra com o objetivo de chegar ao pico de 2.700 operários até o final de junho. Atualmente, os canteiros contam com cerca de 2.000 trabalhadores. Ao completar um ano ontem, as obras alcançaram 35% do total, índice considerado dentro do cronograma pela Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A).

A meta do governo estadual é entregar em 16 de dezembro deste ano os quase 50 quilômetros do trecho de planalto duplicado. “O cronograma está em dia, dentro do previsto e com nada que nos preocupe. Mas não estamos adiantados também”, disse Laurence Casagrande Lourenço, presidente da Dersa. Lourenço disse que a primeira fase das obras é a de terraplanagem, considerada mais difícil e demorada. Corte de morros para suavizar o traçado da nova pista, que terá curvas menos acentuadas, estão entre as justificativas para o andamento mais lento dos trabalhos.

A expectativa da Dersa é de que, com a manutenção do período de estiagem, sem chuvas, os trabalhos corram mais rápido, com a entrega de trechos duplicados a partir de junho. Em abril, a Dersa entregou o primeiro trecho duplicado da Tamoios, entre os km 39 e 42. Segundo Lourenço, o limite de velocidade na Tamoios continuará reduzido até que se tenham um longo trecho duplicado, o que só deve ocorrer no segundo semestre, provavelmente a partir de agosto. Hoje, em toda a extensão das obras, a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. Antes, era de 80 km/h. “Só com um trecho maior liberado, principalmente no início da estrada, é que podemos pensar em voltar ao limite de 80 km/h”, afirmou Lourenço.

A Dersa informou que os contratos para as obras de construção dos contornos entre Caraguatatuba e São Sebastião já foram assinados. A estatal aguarda a aprovação da licença prévia, que é concedida pelo Consema (Conselho Estadual do Meio Ambiente), para que as obras comecem. A expectativa é que isso ocorra até o final de maio. No trecho de serra, as obras devem começar entre novembro e dezembro deste ano, com prazo de conclusão de 48 meses. O Consema também está avaliando o projeto.

O Vale

Publicado em: 16/05/2013

Aeroporto da cidade ganha obras de melhorias

A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) lança hoje edital para a ampliação do aeroporto de São José dos Campos. A assessoria da Infraero informou ontem que a empresa obteve da Cetesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo) esta semana o licenciamento ambiental para a execução do projeto.

A empresa elaborou novo projeto de remodelação do terminal aeroportuário da cidade terá cerca de 5.000 metros quadrados. Pela novo projeto, a expectativa é que a ampliação do terminal permita ao menos triplicar a capacidade do aeroporto, que atualmente é de 90 mil passageiros por ano. Segundo a prefeitura, A abertura das propostas das empresas concorrentes está prevista já para o próximo dia 7 de junho. A previsão de tempo de obra é de doze meses.

Entre as principais mudanças previstas para o terminal aeroportuário estão a ampliação do estacionamento para 350 vagas, implantação de 14 guichês de check-in, com esteiras de despacho de bagagens, esteira de bagagem para desembarque, três canais de inspeção de raio X (hoje há apenas um), ampliação de áreas comerciais e construção de banheiros no embarque e no desembarque.

O impasse sobre a ampliação do aeroporto local se arrasta há anos. O resultado é uma retração no movimento de passageiros. Depois de uma alta de 180% entre 2010 e 2011, o aeroporto teve redução de 10% no ano passado, quando recebeu 212.536 passageiros. O governo federal anunciou em dezembro investimentos de R$ 7,3 bilhões nos aeroportos regionais.

O Vale

Publicado em: 16/05/2013

Calçada Segura é campanha intensificada da Prefeitura

Para tornar o programa Calçada Segura mais conhecido pela população, a Prefeitura de São José dos Campos intensificou o trabalho de conscientização dos moradores e está oferecendo, gratuitamente, orientações técnicas a pedreiros e construtoras. Além de informar a maneira correta de construir e reformar as calçadas, a ideia é mostrar que uma calçada nivelada, sem buracos nem falhas e sem degrau ou obstáculo garante segurança e conforto para todos os pedestres, principalmente idosos, grávidas, crianças e pessoas com deficiência.

O programa Calçada Segura, criado pela Lei Municipal 8.077, estabelece normas que já estão valendo e devem ser cumpridas por todos os proprietários de imóveis na cidade. Quem precisar de informações pode ligar para o telefone 156 ou 3945-9518 e falar com a equipe do Calçada Segura ou enviar as dúvidas por e-mail: [email protected].

Dúvidas

O que muita gente não sabe é que na maioria dos lugares o piso da calçada pode ser de concreto. O passeio público com blocos intertravados ou placas de concreto só é obrigatório no setor central e nos grandes corredores comerciais. Em aproximadamente 80% dos casos, a construção pode ser com concreto e o serviço pode ser feito por um pedreiro ou até mesmo pelo próprio morador, reduzindo o custo da obra. Foi o que fez Daniel Francisco Romão Pereira, do Interlagos. Alertado de que a calçada dele estava inadequada e prejudicava a circulação de pedestres, ele substituiu o piso desigual por concreto nos padrões de acessibilidade.

O custo não ficou alto, já que ele mesmo fez a obra, com orientações da Prefeitura. Ao optar pelo modelo mais simples, Daniel Pereira só gastou com cimento, areia, pedra e ferragem. “Como moro perto de escola, mais do que nunca é preciso ter calçada acessível”, disse.

Preços médios do metro quadrado com material e mão de obra:

  • Intertravado: R$ 80
  • Concreto: R$ 45 (ou R$ 25 se não for contratar pedreiro)
  • Esses valores variam conforme a região, o porte da obra e outros serviços. É importante exigir que o serviço seja executado conforme a Lei da Calçada Segura. Cerca de 200 profissionais receberam treinamento para construir calçadas dentro das especificações.

Normas para as calçadas:

  • Por padrão, toda calçada tem de ter faixas: serviço, livre e acesso
  • A faixa livre para uso de pedestres deve ficar no meio e estar alinhada à guia alta da rua

Largura das faixas:

  • Serviço: 70 a 90 centímetros
  • Pedestre: 1,2 a 1,5 metro
  • Acesso: 10 centímetros

Se o passeio tiver menos de dois metros de largura, peça orientações à equipe do Programa Calçada Segura

Antes de construir ou reformar o passeio:

  • Peça orientações à equipe do programa Calçada Segura sobre a forma correta de construção;
  • Não deixe desníveis entre sua calçada e a do vizinho para não dificultar a circulação das pessoas nem causar acidentes;
  • Sinalize o local das obras e deixe passagens seguras para os pedestres;
  • Nas vias de grande fluxo de veículos, solicite autorização antecipada da Prefeitura;
  • Nunca faça degraus na calçada;
  • Em casos de terrenos acidentados ou situações atípicas, consulte o Programa Calçada Segura;
  • Não use piso cerâmico, pedra portuguesa ou miracema, entre outros, pois são materiais escorregadios e oferecem risco de queda aos pedestres.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 15/05/2013

Prefeitura pretende realizar reformas no Martins Pereira

A Prefeitura de São José dos Campos corre contra o tempo e negocia a liberação de verbas do governo federal para a reforma e modernização do estádio Martins Pereira para a Copa de 2014. Se o estádio não atender as exigências da Fifa até abril do próximo ano, a cidade estará fora da disputa para ser um dos Centros de Treinamento de Seleção para a Copa do Mundo.

No Estado de São Paulo, 22 municípios foram selecionados para a disputa. A meta do governo estadual é atrair ao menos quatro seleções. O secretário municipal de Esportes, João Bosco da Silva, afirmou que o Martins Pereira terá que passar por uma “profunda reforma”, porque é um estádio que permanece o mesmo de sua construção.

Segundo ele, o ministério dispõe de R$ 100 milhões para todo o país, provenientes do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) 2. O Martins Pereira pertence à prefeitura e é cedido para jogos do São José Esporte Clube, que disputa a segunda divisão do futebol paulista. Silva relatou que a meta do governo Carlinhos Almeida (PT) é que São José seja sede de uma equipe da Copa durante a fase de treinamentos antes do campeonato.

“Além do gramado, é necessário modernizar a sala de imprensa, as cabines de transmissão, os vestiários, entre outros equipamentos. O estádio permanece o mesmo desde quando foi inaugurado, há 40 anos”, disse o secretário. Também será necessário melhorar o sistema viário do entorno do estádio, para facilitar o acesso ao Martins Pereira e à Via Dutra.

Uma comissão formada por representantes de diversas pastas, entre elas Obras e Transportes e a Urbam (Urbanizadora Municipal S/A), trabalha na elaboração do projeto para a modernização do estádio. “O projeto deve ficar pronto no máximo até junho, quando saberemos os recursos que serão necessários para a obra”, afirmou o secretário. Silva relatou que também já encaminhou ao Ministério dos Esportes pedido de verba. “Estamos atrasados. Não foi deixada nenhuma previsão de recurso no orçamento para a reforma do estádio”, disse.

A prefeitura também busca ajuda da Investe São Paulo, agência de fomento do governo estadual. O secretário afirmou que já foi encaminhado projeto no sentido de conseguir a liberação de recursos com a mesma finalidade. “A Investe São Paulo tem uma linha de financiamento de até R$ 10 milhões para a Copa. Estamos correndo atrás”.

O Vale

Publicado em: 10/05/2013

Obras de melhorias em Parques e recuperação de Nascente

A Prefeitura de São José dos Campos está realizando uma série de melhorias em alguns parques da cidade. Os trabalhos, realizados por equipes da Secretaria de Serviços Municipais (SSM), estão sendo executados ao longo dos córregos Senhorinha (região sul), Alambari (região leste) e no futuro parque Boa Vista (região norte). Entre as ações está a recuperação da nascente do córrego Senhorinha, no Campo dos Alemães. Além da limpeza geral da nascente, que estava tomada por entulho, o local receberá o plantio de árvores e será cercado.

As equipes da SSM também realizarão trabalhos de recuperação da mata ciliar dos córregos, iluminação, melhorias na pista de caminhada com a colocação de pedriscos, recuperação das tubulações de águas pluviais, recuperação dos brinquedos do playground e dos equipamentos de ginástica. Será feito o plantio de grama, reconstrução de trechos de calçada para adequação ao Programa Calçada Segura e para facilitar a acessibilidade da população, pintura e alinhamento de guias e poda de árvores.

Recentemente, a SSM fez a recuperação da rede de águas pluviais às margens do córrego Senhorinha, na Avenida Salinas, no bairro Bosque dos Eucaliptos, na região sul. Uma grande erosão havia destruído a tubulação, que foi refeita. Além da construção de 70 metros de nova rede, foram necessários cerca de mil caminhões de terra para fazer o aterramento da cratera que atingiu 50 metros de extensão, 10 metros de largura e seis de profundidade.

Além de resolver o problema de escoamento das águas da chuva, os trabalhos de recuperação também trouxeram mais segurança para a comunidade que utiliza a pista de caminhada, os aparelhos de ginástica e o playground.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 24/04/2013

Revisão da Lei de Zoneamento é feita por Carlinhos

O prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), planeja encaminhar até quinta-feira à Câmara a proposta do governo de readequação da Lei de Zoneamento. Carlinhos vai pedir para que o projeto tramite em regime de urgência. “A urg ência é da cidade”, afirmou.

Ele relatou que vai se reunir com o secretário de Planejamento Urbano, Emmanuel Fernandes, para avaliar as sugestões recebidas pelo governo ao texto proposto. Segundo Carlinhos, uma das propostas que deve ser incluída no texto foi encaminhada pela Defensoria Pública do Estado sobre Zeis (Zona Especial de Interesse Social).

“O secretário Emmanuel considerou interessante a proposta da Defensoria, que dá uma conotação mais ampla para as Zeis”, disse o prefeito. A Defensoria Pública encaminhou sete sugestões à prefeitura. Uma delas para ampliação das Zeis na cidade. O prefeito frisou que vai encaminhar à Câmara junto com o projeto de revisão da Lei de Zoneamento todas as sugestões recebidas pela prefeitura na audiência pública realizada na semana passada e na consulta pública disponibilizada no site da prefeitura.

“Vamos encaminhar todas. Na Câmara, os vereadores terão oportunidade para analisar as sugestões e verificar se cabe inclusão no texto”, disse. O prazo para a apresentação de sugestões pela internet, na página da prefeitura, terminou ontem. Segundo balanço da pasta de Planejamento Urbano, até o final da tarde 120 sugestões haviam sido encaminhadas.

Na audiência pública foram recolhidas mais 46 sugestões, por meio de manifestação oral dos participantes. A presidente da Câmara, vereadora Amélia Naomi (PT), planeja realizar audiência pública para debater o texto proposto pelo Executivo. Ela disse na audiência pública que também vai divulgar as emendas que forem propostas pelos parlamentares.

O texto do governo altera 67 pontos dos 309 artigos da Lei de Zoneamento, que foi editada em 2010. O governo afirma que as mudanças contemplam três eixos: “destravar” a cidade para o desenvolvimento, para possibilitar e facilitar a implantação de programas habitacionais que ofereçam moradia popular, especialmente para famílias com renda de até três salários mínimos, e corrigir erros e falhas no texto da lei que atrapalham a interpretação e dificultam sua aplicação.

O empresariado da construção civil apoia as mudanças. Segundo o setor, a atual Lei de Zoneamento “paralisou” investimentos na cidade. O presidente da AEA (Associação de Engenheiros e Arquitetos) de São José dos Campos, Carlos Eduardo de Paiva Vilhena, disse ontem que a entidade defende a elaboração de uma nova Lei de Zoneamento para a cidade. “A entidade já se posicionou a respeito e defende a elaboração de uma nova Lei de Zoneamento e de um novo Plano Diretor para São José”,disse o dirigente. Segundo ele, mudanças pontuais na norma em vigência não são suficientes para resolver as questões de toda a cidade.

“A nossa preocupação é que mudanças pontuais transformem a Lei de Zoneamento em uma colcha de retalhos.” De qualquer forma, a AEA vai acompanhar a tramitação da proposta do governo no Legislativo. “Estamos atentos”. Ambientalistas de São José vão se reunir hoje com o Ministério Público para tratar do assunto. O advogado e ambientalista Lincoln Delgado disse que objetivo é esclarecer pontos do texto que, na opinião do segmento, não levaram em consideração aspectos ambientais.

“Vamos conversar sobre as nossas propostas ambientais ao texto”, disse. Lincoln afirmou que o grupo também vai acompanhar a tramitação do projeto no Legislativo e ver que medidas podem ser tomadas posteriormente à análise da Câmara. “Queremos debater os impactos ambientais que as mudanças provocarão.”

O Vale

Publicado em: 23/04/2013

Alckmin assina contrato para construção de Contornos Viários

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assina amanhã, a partir das 12h30 no Palácio dos Bandeirantes, contratos para as obras de construção dos contornos viários de Caraguatatuba e São Sebastião da Nova Tamoios. As obras, que serão tocadas pelas empresas Serveng/Civilsan S/A e Queiroz Galvão S/A e preveem a implementação de 37 quilômetros, serão iniciadas no mês que vem e terão custo total de R$ 1,9 bilhão este valor inclui as desapropriações de 400 imóveis e reassentamento de 700 famílias.

O lote 1 (da Martim de Sá, em Caraguá, até o entroncamento com a Tamoios) e o lote 2 (do entroncamento com a Tamoios até o bairro Jaraguá, na divisa entre Caraguá e São Sebastião) devem ser concluídos em 20 meses. Já o lote 3 (do Jaraguá até o bairro São Francisco, também em São Sebastião) e o lote 4 (do São Francisco até o Porto de São Sebastião) têm prazo de execução de 36 meses.

Atualmente, estão sendo realizadas as obras de duplicação do trecho de planalto, previstas para terminar em 16 de dezembro próximo. “A assinatura dos contratos é mais um passo importante da Nova Tamoios. Os contornos viários vão melhorar muito o trânsito em Caraguá e São Sebastião e alavancar o Porto de São Sebastião”, disse o presidente da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), Laurence Casagrande Lourenço.

O Vale

Publicado em: 22/04/2013