Concorrência para novas aeronaves para Embraer

A Embraer, de São José, ficou mais próxima da vitória na concorrência para a venda de até 55 caças Super Tucano ao programa LAS (Light Air Support), da Força Aérea Norte-americana. Seu principal concorrente, o AT-6, da Hawker Be-echcraft, dos Estados Unidos, foi desqualificado.

O anúncio do vencedor da disputa será feito no início do próximo ano. O contrato do LAS é estimado em US$ 950 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão). A notificação da desquali-ficação foi enviada à Be-echcraft na última sexta-feira. Desde então, a empresa norte-americana tem questionado a decisão da Força Aérea de seu país.

Em comunicado enviado para a imprensa, a Hawker Beechcraft disse “ainda não ter recebido nenhuma informação sobre o motivo da exclusão do Beechcraft AT-6 na concorrência do programa LAS ”.

Recentemente, congressistas do Kansas, local onde a sede da Beechcraft está instalada, tentaram realizar um ‘lob-by’ junto ao governo norte-americano para que a empresa fosse a vencedora da concorrência, alegando que 1.400 postos de trabalho poderiam ser perdidos com a derrota na concorrência.

O Super Tucano é tido como o favorito na disputa por ser uma aeronave com sucesso em outras missões, como no começo deste mês, quando oito Super Tucanos participaram da operação Odisseia, da Força Aérea da Colômbia. O AT-6 está em processo de desenvolvimento. A proposta da Embraer é destinar a montagem final do Super Tucano à sua unidade em Jacksonville, na Flórida, em parceria com a empresa Sierra Nevada. A produção geraria 50 empregos. A Embraer não comenta o assunto.

O Vale

6ª Corrida da ADC da Embraer reúne 505 corredores

A 6ª Corrida da ADC Embraer, 14ª etapa do 2º Circuito Joseense de Corrida de Rua, reuniu 505 corredores na manhã do domingo (23). A prova foi realizada na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no bairro Martim Cererê, e teve o percurso de seis quilômetros.

O evento, dirigido a funcionários e sócios da ACD Embraer e aberto a convidados, teve Alexandra A. C. M. Santos como vencedora da corrida com 24m38s, seguida por Juliana Kelly Godoy Matos e Rosemere de Fátima Ladeira. Entre os homens, vitória de Roberto dos Santos com o tempo de 21m10s, seguido de Gian Douglas Santos e Francisco Perucchi Júnior, na classificação geral.

A Corrida ADC Embraer não será computada no ranking joseense por ter a maioria de suas inscrições abertas apenas para sócios e dependentes da entidade. Todos os resultados podem ser conferidos pela internet.

O II Circuito Joseense que inicialmente teria 17 provas em 2011, passa agora a ter 16 provas com o cancelamento da Corrida do Vale Sul Shopping (com data inicial marcada para o dia 20 de novembro).

Das 16 provas do ano, três delas foram organizadas pela Prefeitura e outras 13 por empresas parceiras, seguindo as normas da Federação Paulista de Atletismo. O objetivo é promover a modalidade e incentivar a prática de atividade esportiva. No final do ano, será divulgado o ranking do Circuito Joseense de Corridas de Rua, premiando os melhores atletas que participaram, no mínimo, de três provas.

Outras informações podem ser obtidas no hotsite do II Circuito Joseense de Corridas de Rua ou pelo telefone (12) 3909 1035 ou 3909 1028.

Próximas etapas
15ª Etapa: 5 de novembro – II Fila Night Run
16ª Etapa: 27 de novembro – Corrida Univap (não válida para o ranking)

O Vale

Empresas e Fapesp iram desenvolver combustível alternativo para aviões

A Embraer, de São José dos Campos, assina amanhã com a ‘gigante’ norte-americana Boeing e a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo) uma parceria para o desenvolvimento de pesquisas na área de biocombustível para o setor aeronáutico.

O acordo prevê a criação de um centro de pesquisas a ser incorporado por uma universidade paulista que será escolhida por edital. A proposta foi anunciada em julho e confirmada ontem durante a Fapesp Week, evento sobre ciência e tecnologia que acontece em Washington (EUA).

Com verba inicial de R$ 300 mil, o projeto será tocado, nos primeiros nove meses, por uma equipe liderada pelo engenheiro agrícola da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) Luís Augusto Cortez e pelo pesquisador do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) Francisco Nigro, que farão estudo sobre dificuldades da produção de biocombustível.

A intenção é definir qual combustível trará mais benefícios ao setor bioetanol ou biodiesel. Depois desses nove meses, o edital para a escolha da universidade parceira será lançado. Para participar das pesquisas, a Boeing, líder mundial no mercado de aviação, criou uma divisão chamada Boeing do Brasil, presidida por Donna Hrinack, que já foi embaixadora dos Estados Unidos no Brasil.

Para o economista da Unicamp, especializado no setor aeronáutico, Marcos Barbieri, a parceria vai de encontro com o que ele considera ideal para o sucesso do desenvolvimento de novos combustíveis para o setor de aviação.

“A busca por alternativas de combustíveis chamados ‘verdes’ no mundo está cada vez maior. Essas pesquisas devem ser fruto de uma união entre governo, empresas ligadas ao setor e os institutos de pesquisa das universidades. O país se prepara para ser, se não o maior, um dos maiores exportadores de biocombustível do mundo nos próximos anos”, afirma Barbieri.

O valor a ser desembolsado pelas empresas para as pesquisas não foi divulgado. De acordo com o diretor científico da Fapesp, Carlos Henrique de Brito Cruz, projetos da mesma espécie custam cerca de R$ 3 milhões por ano. Presidente da Boeing Internacional, Shep Hill, a presidente da Boeing Brasil, Donna Hrinak, o vice-presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer, Mauro Kern, além dos representantes da Fapesp Suely Vilela e Joaquim Engler.

SAIBA MAIS

Parceria
Embraer, Boeing e Fapesp se unem para criação de um centro de pesquisas de biocombustível para aviação

Colaboração
Uma universidade paulista será escolhida por edital para receber o centro de pesquisa

Projeto
Por 9 meses, equipe elaborará estudo para definir qual combustível trará maior benefício para o setor

Líder
Economista considera Brasil como um dos principais exportadores de biocombustível

O Vale

EMBRAER: A Privatização Do Sucesso

A EMBRAER – Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. – é um conglomerado brasileiro, fabricante de aviões para fins comerciais, executivos, agrícolas e militares. É a terceira maior produtora mundial de jatos civis e uma das maiores empresas exportadoras do Brasil. Sua sede fica em São José dos Campos, São Paulo, com várias unidades instaladas, tanto no Brasil quanto no Exterior, inclusive duas joint-ventures (*), uma na China, a Harbin Embraer, e outra em Portugal, a OGMA. Para testes de aeronaves, a empresa possui uma pista de pouso e decolagem na cidade de Gavião Peixoto, SP, com uma extensão de 4.967 m, considerada a quarta pista asfaltada mais longa do mundo.

(*) “Joint venture” ou empreendimento conjunto é uma associação de empresas, que pode ser definitiva ou não, com fins lucrativos, para explorar determinado(s) negócio(s), sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica. Difere da sociedade comercial (partnership) porque se relaciona a um único projeto cuja associação é dissolvida automaticamente após o seu término. Um modelo típico de joint venture seria a transação entre o proprietário de um terreno de excelente localização e uma empresa de construção civil, interessada em levantar um prédio sobre o local.

O início


O Bandeirante, primeiro avião comercializado pela EMBRAER.

A EMBRAER, fundada em 1969, foi uma iniciativa do governo brasileiro, como parte de um projeto para instalar a indústria aeronáutica no País. Nas décadas de 1970 e 1980, a EMBRAER obteve projeções nacional e internacional, com a fabricação e comercialização dos aviões Bandeirante, Xingu e Brasília. Atualmente, a empresa encontra-se em fase de expansão, não apenas em termos de espaço físico, mas também em número de funcionários, contando com 17.000 empregados.

A privatização do sucesso

A EMBRAER comemorou o 17º aniversário de sua privatização, ocorrida em 1994, quando foi adquirida pelo grupo Bozano Simonsen e pelos fundos de pensão Previ e Sistel, por R$ 154,1 milhões. Nesse período, a empresa cresceu dez vezes e acumulou um saldo positivo de aproximadamente US$ 13 bilhões na balança comercial brasileira. A empresa continua liderando o mercado de aeronaves de 30 a 120 assentos e tem posição consolidada no mercado.

Aviões fabricados

Planadores

  • EMB-400 Urupema

Motores a Pistão

  • EMB-200 Ipanema
  • EMB-800 Seneca

Turbohélices

Tucano da RAF (Inglaterra)

  • EMB-110 Bandeirante
  • EMB-120 Brasília
  • EMB-121 Xingu
  • CBA-123 Vector

 

Aviões comerciais a jato

Embraer 190 operado pela Air France.

  • ERJ-135
  • ERJ-140
  • ERJ-145

EMB-145 AEW&C da Força Aérea Grega.

  • EMBRAER 170
  • EMBRAER 175
  • EMBRAER 190
  • EMBRAER 195

Aviões executivos

O Legacy 600.

  • Phenom 100
  • Phenom 300
  • Legacy 450
  • Legacy 500
  • Legacy 600
  • Legacy 650
  • Legacy Shuttle
  • Lineage 1000

Aviões militares

  • AMX
  • EMB-312 Tucano
  • EMB-314 Super Tucano
  • EMB-326 Xavante
  • EMB-145 AEW&C
  • EMB-145 RS/AGS
  • EMB-145 MP/ASW
  • EMB-111 Bandeirante Patrulha
  • Embraer KC-390. Em desenvolvimento.

Principais clientes

África

  • Capital Airlines

América do Norte

  • Air Canada
  • American Eagle
  • Atlantic Southeast Airlines
  • Compass Airlines
  • Continental Express
  • ExpressJet
  • US Airways
  • Republic Airways
  • SkyWest
  • JetBlue Airways
  • Aeroméxico

América Central

  • Copa Airlines
  • TACA

América do Sul

  • Air Minas
  • America Air
  • Aerolineas Argentinas
  • AeroRepública
  • Azul Linhas Aéreas
  • SAM (Colômbia)
  • Passaredo
  • TRIP Linhas Aéreas
  • Vip (Equador)

Ásia

  • Hong Kong Airways
  • Japan Airlines
  • Saudi Arabian Airlines
  • Royal Jordanian
  • Europa
  • Air France
  • Alitalia
  • British Midland
  • British Regional Airlines
  • Crossair
  • Finnair
  • Flybe
  • KLM Exel
  • LOT
  • Lufthansa
  • Luxair
  • Portugália Airlines
  • SWISS
  • TAT

Vestibulinho do Casd

Estão abertas as inscrições para o vestibulinho do Casd (Curso Alberto Santos Dumont) até o dia 25 deste mês, para os alunos dos oitavos e nonos anos que queiram se preparar para disputar uma vaga no colégio Juarez Wanderley, mantido pela Embraer.

No total serão oferecidas 120 vagas para os alunos de escolas públicas. A prova terá duas etapas, avaliação e uma entrevista socioeconômica.

A primeira etapa que será no dia 9 de outubro, na Unip (Universidade Paulista), quando serão aplicadas questões de matemática e português. No dia da prova o candidato deverá levar RG, comprovante de inscrição, lápis, borracha e caneta azul ou preta.

Os portões da Unip serão abertos às 13h e fechados às 13h45. A prova terá início às 14h e término às 18h.

Na segunda etapa serão selecionados 360 estudantes que irão participar de uma entrevista socioeconômica. Nessa entrevista serão selecionados 120 alunos levando em conta as condições financeiras e a carência das famílias.

As inscrições devem ser realizadas através do site Casdinho.

O número de inscrições para o vestibulinho está limitado a 3.000 vagas. A direção do curso preparatório estimou mais de 1.000 inscritos.

As aulas terão início em março do ano que vem, mas a data ainda não foi definida. A prova do colégio da Embraer acontece geralmente em outubro.

Fonte: O Vale

Crescimento nos lucros

O balanço financeiro da Embraer referente ao segundo trimestre do ano, divulgado ontem à noite, mostra que a empresa está otimista com a recuperação do mercado internacional de aviação comercial, após mais de dois anos de incertezas após a crise econômica que afetou o setor em 2009.

A empresa fechou o período com lucro líquido de R$ 153,8 milhões 43,9% a mais que o ganho obtido no mesmo período de 2010, quando atingiu R$ 101,7 milhões.

Em relação ao primeiro trimestre deste ano, o lucro apurado foi 12% menor. No período, a companhia registrou ganhos de R$ 174,3 milhões, segundo o balanço. O motivo da redução foi o impacto causado pela desvalorização do dólar em relação à moeda brasileira. O lucro acumulado no ano atingiu R$ 328,1 milhões.

A receita líquida do trimestre somou R$ 2,168 bilhões, 23,4% a mais que no primeiro, mas inferior ao registrado em 2010, quando atingiu R$ 2,435 bilhões. A receita acumulada no ano somou R$ 3,925 bilhões, ante R$ 4,218 bilhões no mesmo período de 2010.

A empresa revisou para cima o faturamento em dólares previsto este ano. A previsão inicial da Embraer era fechar o ano com uma receita de US$ 5,6 bilhões.  Agora, projeta arrecadar US$ 5,8 bilhões.

A fabricante também revisou seu plano de investimentos e reduziu a carteira de US$ 210 milhões para US$ 160 milhões, segundo informa no balanço financeiro. Os resultados do balanço mostram que a empresa foi favorecida com redução de despesas com Imposto de Renda e contribuição social, que somaram R$ 52,1 milhões no segundo trimestre deste ano, ante R$ 119,9 milhões no mesmo período do ano passado.

A fabricante informa que no segundo semestre entregou 25 jatos comerciais, totalizando 45 no ano. Para a aviação executiva, foram despachados 23 jatos, sendo 20 leves e 3 grandes, totalizando 31 aeronaves no acumulado do ano. Foi registrada a venda de 62 jatos comerciais no ano.

O Vale

Acordo fechado

A Embraer e a Minsheng Financial Leasing, subsidiária de uma instituição chinesa de leasing de jatos executivos, assinaram ontem memorando de intenção para a compra de até 20 jatos executivos. O acordo foi oficializado em cerimônia na sede da empresa, em São José dos Campos.

Os modelos ainda não estão definidos. Também não foi decidido ainda se as aeronaves serão produzidas no Brasil ou na China, onde a Embraer possui uma fábrica na cidade de Harbin onde pretende montar os modelos Legacy 600 e o 650.

A expectativa é que todas as intenções sejam convertidas em ordens firmes nos próximos cinco anos e as entregas devem começar este ano. A manutenção da fábrica da Embraer na China, onde já está há 10 anos, foi definida após visita da presidente Dilma Roussef (PT) ao país asiático em abril deste ano. Inicialmente, a unidade montava somente jatos comerciais.

No entanto, com o fim dos contratos, havia o risco de ser desativada. A linha de jatos executivos da Embraer é formada pelos modelos Phenom 100 e 300, Legacy 450, 500, 600 e 650, além do Lineage 1000.

O Vale

Aumento salárial rejeitado

O Tribunal Regional do Trabalho de Campinas negou aumento ao índice de reajuste aplicado aos salários dos funcionários da Embraer entre 2007 e 2009.

Na audiência, realizada anteontem, o Tribunal considerou que o reajuste já concedido pela empresa, referente à data-base da categoria, de 14,7%, está dentro da lei em vigor, sendo desnecessária a revisão do valor.A direção do Sindicato dos Metalúrgicos criticou a decisão e afirmou que irá recorrer do resultado.

Embargo declaratório é um recurso para esclarecer uma decisão judicial que tenha sido considerada contraditória, omissa ou obscura.

Outra crítica dos metalúrgicos é sobre a condensação dos reajustes. A decisão do Tribunal contemplou não só a data-base de 2008/2009, objeto principal da negociação, como também o ano de 2007.

O reajuste beneficiaria os trabalhadores que atuavam na Embraer antes das demissões do início de 2009. Cerca de 17 mil funcionários seriam contemplados com o aumento, além de toda a cadeia produtiva da empresa, como a fornecedora Sobraer.

Um advogado do sindicato esteve ontem em Campinas para analisar o processo de 153 páginas. O objetivo era saber se houve um equívoco na decisão do Tribunal. A Embraer foi representada no TRT pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Por meio de sua assessoria, a empresa informou que o dissídio corresponde ao reajuste da inflação no período.

ENTENDA O CASO

Sindicato
O Sindicato dos Metalúrgicos reivindica na Justiça um reajuste maior ao salário dos funcionários da Embraer referente ao dissídio de 2009

Empresa
A Embraer já pagou valor levando em consideração a inflação do período

Decisão
O Tribunal Regional do Trabalho de Campinas julgou que os trabalhadores não teriam direito ao reajuste maior que a inflação e ainda revisou o dissídio do período 2007-2009

Fonte: O Vale

Embraer comemora desempenho

A Embraer considerou positiva sua participação no Paris Air Show, salão do setor aeroespacial que terminou no último domingo em Paris, na França.

Foram 39 encomendas da aeronave E-190 anunciadas no aeroporto de Le Bourget, com destaque para a venda de 20 unidades para a Sriwijaya Air, da Indonésia, um dos maiores negócios fechados pela empresa de São José dos Campos após a crise econômica de 2008.

Por meio de sua assessoria, a Embraer informou que as vendas em Paris mostram que o mercado da aviação comercial dá sinais de recuperação depois da crise.Outro ponto celebrado pela empresa é a aceitação da família dos E-Jets pelas companhias aéreas do mundo.

A Embraer espera agora uma definição da norte-americana Boeing a respeito do novo 737 para decidir se aposta no desenvolvimento de um novo projeto ou se continua investindo na família dos E-Jets.

O vice-presidente da Embraer para novos projetos de aviação comercial, Mario Kern, afirmou que caso a empresa opte por desenvolver uma nova linha de aeronaves, 50% da decisão será tomada levando em consideração qual motor será utilizado.

A tendência do mercado é a escolha de aparelhos que queimem menos combustível e façam menos barulho. No mês passado, o vice-presidente executivo de operações da Embraer, Artur Coutinho, destacou que a expectativa da empresa é que até 2015/16, os motores de suas aeronaves queimem de 12% a 15% menos de combustível, reduzindo o impacto mundial.

Expansão. O Cecompi (Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista) foi outro representante do Vale do Paraíba a comemorar o desempenho em Paris.Depois de fechar parceria com um cluster (aglomerado de empresas) de Toulouse, na França, os empresários do setor aeroespacial esperam colher os frutos do acordo.
O Vale

Embraer consegue parceiro

Conforme falamos sobre a produção da empresa Embraer e a venda de 8 caças Super Tucano, confira a parceria que a Embraer tem feito.

Por meio de sua assessoria, a empresa informou que uma parceria chegou a ser feita na década de 90 para o fornecimento de caças no programa F-X1. No entanto, assim que o projeto foi cancelado, a parceria também foi encerrada.

A Dassault foi fundada e 1936 e tem cerca de 13 mil trabalhadores. Ela desenvolve aeronaves civis e militares e concorria ao F-X2 programa de modernização da frota da Força Aérea Brasileira com seu caça Rafale.

Ações. Outra informação desmentida pela Embraer foi a respeito de uma participação da Odebrecht no controle da empresa após adquirir ações. Ainda por meio de sua assessoria, a Embraer destacou que as notícias veiculadas não procedem, uma vez que as ações da empresa são pulverizadas e qualquer pessoa pode adquiri-las. Depois da reestruturação da Embraer, em 2007, o controle de ações não significa o comando da empresa.

A Liebherr desenvolverá sistemas de ambiente da aeronave, como ar-condicionado, ventilação e temperatura, além do controle da pressão na cabine

Acordos
O governo brasileiro encaminhou a venda do cargueiro para os governos da República Tcheca, Portugal, Argentina, Colômbia e Chile

Sensação
O KC-390 promete ser um dos destaques da feira internacional da aviação Le Bourget, que acontece entre 20 e 26 de junho, em Paris. Atualmente, as principais forças aéreas do mundo utilizam como cargueiro o C-130, de 1951