Projeto de Subprefeitura será assinado na cidade

O projeto de lei que cria a Subprefeitura da Região Norte de São José dos Campos será assinado nesta quinta-feira (21) e encaminhado à Câmara Municipal para análise e aprovação. A solenidade de assinatura será às 11h, na sede da Associação Atlética Santana do Paraíba (Clube Santaninha – Avenida Rui Barbosa, 2.407).

A proposta do executivo municipal foi discutida com representantes das organizações comunitárias e lideranças dos bairros e se destina a facilitar o atendimento às demandas e necessidades da região, bem como a implantação de novas políticas públicas e a avaliação das ações dos órgãos públicos na região norte.

A sede da nova subprefeitura ficará no bairro Telespark, nas instalações da Administração Regional Norte (Rua Schaia Feigenson, 130). Na estrutura administrativa, ela será vinculada à Secretaria de Serviços Municipais e não será necessária a criação de cargos para seu funcionamento. O projeto de lei será encaminhado no mesmo dia à Câmara Municipal

Prefeitura de São José

PMs tem projeto sociais para manter jovens longes do Crime

A paz construída desde cedo é mais duradoura. Jovens que recebem orientação sobre os perigos da vida às margens da lei têm menos chance de entrar no mundo do crime. A constatação vem da experiência da Polícia Militar com projetos sociais implantados na Região Metropolitana do Vale do Paraíba.

Cerca de 30 mil crianças e adolescentes na região fazem parte de ações desenvolvidas pelos policiais todos os anos, em áreas como música, esportes e prevenção contra as drogas. A mais conhecida dessas ações é o Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência), que forma em torno de 20 mil jovens por ano, entre 10 e 14 anos, para identificar e resistir aos apelos dos entorpecentes.

Inspirado no programa americano Dare (Drug Abuse Resistance Education), criado em Los Angeles em 1983, o Proerd consiste em aulas de 45 minutos uma vez por semana, durante 17 semanas, para identificar as drogas, conhecer os malefícios e desenvolver estratégias de resistência.

“Na hora de dizer não às drogas, faz muita diferença conhecer e saber do que se trata”, disse o tenente Pedro Henrique Nascimento. Desenvolvido desde 1994, o programa alcança 117 escolas estaduais e será ampliado para todas as 5.217 unidades do Vale até o final de 2013. Escolas municipais e particulares também podem solicitar à Polícia Militar a inclusão no Proerd.

Ao som forte de um bumbo, Sávio Caires, 14 anos, emendou o soneto de sua vida. Depois que passou a participar do projeto “Música nas Escolas” desenvolvido pela PM ele melhorou o comportamento e recuperou notas. No ano passado, 731 adolescentes como ele, de 10 escolas estaduais de São José, aprenderam noções de música em três modalidades: flauta doce, canto coral e fanfarra.

Para o sargento Marcos Cardoso Prudente, mestre da banda de música do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior), por meio das aulas os policiais conseguem transmitir bons valores, dicas de prevenção e segurança e, claro, noções de música.

“Com o apoio dos policiais e da música, melhorei o comportamento e a participação nas aulas”, disse Caires, que estuda na escola Olímpio Catão, na região central de São José.

Na sede do CPI-1, os policiais recebem semanalmente cerca de 40 adolescentes para aulas de instrumentos musicais, como bateria, violão e teclado. Trata-se do projeto “Clave de Sol”, que beneficia alunos, moradores da comunidade e estudantes do projeto Decolar, da Secretaria de Educação de São José.

O Vale

Prefeitura tem projeto de transformar a Via Dutra Sustentável

Considerada pela Prefeitura de São José dos Campos um dos principais focos de poluição atmosférica da cidade, a Via Dutra pode se transformar na primeira estrada sustentável do país. A proposta foi lançada ontem pelo Grupo CCR holding da concessionária NovaDutra, gestora da rodovia até 2021, no primeiro dia da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável realizada no Rio de Janeiro.

O grupo lançou estudo que prevê criação de ações de sustentabilidade nos setores econômico, social e ambiental que envolvam empresas, indústrias, comunidades e prefeituras de cidades às margens da rodovia. Os resultados serão apresentados daqui a dois anos, durante a Copa do Mundo de 2014.

Um dos objetivos do estudo é criar uma solução para minimizar o impacto dos gases poluentes emitidos pelos veículos que trafegam pela rodovia nos centros urbanos, principal reclamação de ambientalistas e prefeituras do Vale.

Gilberto Pinheiro, gestor comercial e de marketing da NovaDutra, afirmou que está descartada a possibilidade criar um ‘paredão verde’ em toda a extensão da rodovia, a exemplo do que será feito no trecho de São José por exigência da prefeitura.

Segundo ele, plantar árvores na faixa de domínio da rodovia pode diminuir a segurança viária e aumentar a gravidade dos acidentes. “Dentro desta preocupação, o que fazemos é o monitoramento, manutenção e recuperação das encostas e nascentes que ficam na margem de domínio da rodovia. Mas existe, sim, uma preocupação grande da NovaDutra em diminuir os efeitos dos gases poluentes”, disse Pinheiro.

O novo desafio de transformar a rodovia em um modelo de sustentabilidade é tarefa do Grupo CCR em parceria com a Frente Nacional de Prefeitos, a Fundação Dom Cabral e a empresa de consultoria Axia Sustentabilidade. Além de criar novas ações que envolvam todos os eixos ligados à rodovia, o plano também visa fortalecer as ações e programas que a concessionária já faz hoje dentro do conceito de sustentabilidade.

Entre os programas atuais estão o ‘Sacolão’, que doa as lonas inutilizadas da rodovia para que um grupo de costureiras de São José transformem em sacolas, e o ‘Estrada para Saúde’, que oferece exames médicos, como os de colesterol, e vacinas gratuitas para os caminhoneiros.

O Vale

Sesc tem evento para apresentar temas de Cidades Sustentáveis

A unidade do Sesc de São José será palco do encontro internacional ‘A Cidade e Suas Possibilidades’, realizado de hoje até a próxima sexta-feira, sempre às 19h, no auditório da entidade. Os ingressos custam entre R$ 2,50 e R$ 10. O evento contará com quatro especialistas que falarão sobre suas experiências no campo da sustentabilidade, planejamento urbano, economia criativa e ocupação dos espaços públicos.

Parte integrante do projeto “São José dos Campos e dos Sonhos”, que reúne seis instituições da cidade, o encontro é a segunda de quatro etapas previstas para o projeto, que termina em outubro.

Um dos destaques dos debates será o jornalista colombiano Jorge Melguizo, 50 anos, que abre o evento hoje contando como Medellín (Colômbia), usou a cultura para reconstruir o município e a cidadania. Na palestra de amanhã, o pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) Antônio Miguel Vieira Monteiro mostra seu projeto de nova cartografia de São José, baseada no estudo da população.

Em seguida, às 20h, Lala Deheinzelin, especialista em Economia Criativa, explica cono nasceu o projeto de empreendedorismo ‘Crie Futuros’, que une economia e desenvolvimento sustentável. O encontro termina na sexta, às 19h, com a palestra do sociólogo Nelson Brissac, que vai abordar as complexidades de um país mais urbano.

Todo conhecimento debatido no encontro, segundo Daniela Savastano, técnica de Meio Ambiente do Sesc de São José, servirá como uma espécie de provocação para que São José pense no futuro da cidade com sustentabilidade.

O viés das propostas dos palestrantes, disse ela, é mostrar como o acesso a bens culturais, à economia criativa e às novas tecnologias favorece o desenvolvimento. “São experiências diferentes, que agregam conhecimento ao debate que estamos fazendo sobre o futuro da cidade. Não vamos copiar, mas entender a metodologia”, afirmou Sérgio Seabra, coordenador de Programação do Sesc.

Além do Sesc, participam do projeto secretarias de Meio Ambiente e Educação, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza) e Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento).

O Vale

Projeto de apoio aos Agricultores do Vale ganha peso

A agricultura familiar do Vale do Paraíba vai ganhar uma aliada de peso. Maior fabricante de celulose do mundo, a Fibria vai apoiar pequenos agricultores da região com objetivo de melhorar a produção, otimizar o aproveitamento das áreas de plantio e ampliar a comercialização dos produtos.

O projeto chama-se Plano de Desenvolvimento Rural e Territorial e escolheu São Luís do Paraitinga como a primeira cidade a ser beneficiada em todo o Estado de São Paulo. Os critérios levaram em conta índices sociais, presença da empresa e possibilidade de desenvolvimento do meio rural.

Segundo Luciana Diniz, consultora de Sustentabilidade da Fibria, foram escolhidos os bairros de Mato Dentro e Catuçaba, na Bacia do Chapéu, zona rural de São Luís, para o início do trabalho.

Nas próximas semanas, os produtores rurais serão convidados a aderir ao projeto a adesão é voluntária e gratuita e, na área daqueles que concordarem, a Fibria fará um diagnóstico para identificar que tipo de colaboração será oferecida.

“Contratamos uma consultoria para fazer esse diagnóstico. O objetivo é saber do agricultor como podemos ajudar para desenvolver a propriedade e a produção dele”, disse Luciana. Segundo ela, o produtor é que definirá como será a ajuda. “Pode ser com sementes, no plantio, na propriedade, comercialização ou gestão do negócio. Ele vai definir.”

O modelo do plano é inspirado em parceria inédita entre a Fibria e o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) no extremo sul da Bahia, região das cidades de Prado, Teixeira de Freitas e Alcobaça. Após conflitos e invasões a cinco fazendas da empresa naquela região nos últimos 10 anos, a Fibria resolveu testar modelo diferente de relacionamento com invasores. Foram precisos dois anos de negociação para se chegar à parceria.

A Fibria desapropriou uma área de 11 mil hectares e está ajudando os militantes do MST a desenvolver assentamentos sustentáveis para a produção de alimentos com base nos princípios agroflorestais e agroecológicos e na organização social.

A parceria conta com apoio do governo da Bahia e da USP (Universidade de São Paulo), por meio da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz). “Temos que fazer dar certo na Bahia para depois levar para outras regiões do Brasil. Vamos apoiar os assentados por, pelo menos, 10 anos”, afirmou Fausto Camargo, gerente de Sustentabilidade da Fibria.

No Vale do Paraíba, o executivo frisou que a meta é agregar valor aos produtos de pequenos agricultores, focando sempre o desenvolvimento da agricultura familiar. “Podem vender para prefeituras, por exemplo, e ampliar a renda”, disse Camargo.

O Vale

Prefeitura promove programa de Educação Financeira

Educação financeira foi o tema de mais um módulo do Programa de Preparação para a Aposentadoria (PPA), promovido pela Prefeitura de São José dos Campos. O programa foi criado para mostrar aos servidores a importância de se manter ativo depois de se aposentar. Além de educação financeira, outros temas são apresentados, como empreendedorismo, voluntariado e qualidade de vida.

A palestra ocorreu na manhã dessa quarta-feira (16) no Auditório da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Municipais de São José dos Campos (CRESSEM). O palestrante Jorge Luiz Gregório, gerente de RH da CRESSEM, apresentou dicas de como se organizar financeiramente após a aposentadoria, para viver bem com o novo orçamento.

O guarda municipal Ivaldo Correia Alves acredita que vai aproveitar muito o que aprendeu. “Eu tenho uma vida financeira descontrolada, na minha casa moram 7 pessoas e gastamos mais do que podemos. Agora acho que vou conseguir colocar a vida em ordem, vou até seguir a planilha que eles ensinaram.”

A assistente de enfermagem Edis Conceição Konishi também saiu animada do evento. “Tenho certeza que com as informações recebidas aqui, vou colocar meu orçamento em dia logo logo”, disse.

Prefeitura de São José

Projeto para construção de cidade sustentável

Políticos e sociedade civil trabalhando juntos na construção de uma cidade sustentável, com bons serviços públicos, transparência nos gastos e desenvolvimento baseado também em eixos sociais, ambientais e culturais. É com essa proposta que nasce hoje, em São José dos Campos, a plataforma Cidades Sustentáveis. Uma carta-compromisso será assinada por gestores públicos e membros da sociedade.

“Durante muito tempo, todo o nosso conhecimento de desenvolvimento se baseou na economia, apenas no dinheiro, no PIB (Produto Interno Bruto)”, afirmou o coordenador de divulgação do Cidades Sustentáveis, George Winnik. “Hoje, essa visão tem que ir além, tem que ver o social, o ambiental, o cultural, que produz valores, a governança”, afirmou.

Desenvolvido por diversos segmentos da sociedade, o Cidades Sustentáveis estabelece diretrizes e indicadores para auxiliar os gestores públicos na aplicação de políticas que garantam mais qualidade de vida. Para atingir o sucesso, no entanto, é “fundamental”, segundo explicou Winnik, “o comprometimento da sociedade”. “Por sociedade, entendemos empresas, organizações, universidades”, disse.

Buscando, portanto, o comprometimento da sociedade, de partidos políticos e de pré-candidatos à Prefeitura de São José junto ao objetivo do programa, ocorre hoje à noite, às 19h, em seminário no auditório do Sesc, o lançamento oficial do programa.

No evento, Winnik e o economista Ladislau Dowbor, professor na PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, vão explicar o funcionamento da plataforma e como a sociedade civil deve se organizar para acompanhar a gestão política da cidade. “O programa envolve a sociedade para trabalhar no acompanhamento. Só damos o pontapé inicial”, disse Winnik.

“Vamos apresentar o Cidades Sustentáveis e buscar o comprometimento de partidos, candidatos e organizações da sociedade civil. Há uma carta-compromisso que deve ser assinada para criar esse vínculo”, disse. Em São José, os ‘prefeituráveis’ foram convidados a participar do evento, oportunidade na qual poderão se comprometer com a plataforma.

Carlinhos Almeida (PT), Antônio Alwan (PSB) e Cristiano Pinto Ferreira (PV) já se comprometeram. Sem pré-candidato definido, o PSDB informou que acompanhará o lançamento, assim como o PSTU. Alexandre da Farmácia (PP) e Fabrício Correia (PSDC) não confirmaram presença ainda.

O Cidades Sustentáveis já conta com o apoio da Embraer, Associação dos Engenheiros e Arquitetos, Associação Comercial e Industrial, Associação das Empresas de Loteamento, Faap e Sindicato da Habitação. Em nível nacional, o programa é encabeçado pela Rede Nossa São Paulo e pelo Instituto Ethos, com parcerias junto ao Greenpeace, OAB, WWF, Sesc e Unicef.

O coordenador explicou que o programa nasceu a partir de uma experiência bem-sucedida na capital. “A partir desse trabalho, a iniciativa se expandiu. Esse processo de construção de uma sociedade sustentável já está em construção, precisamos expandi-lo”, afirmou.

“Em São Paulo, por exemplo, apontamos para a Sabesp sobre a necessidade de se reduzir a perda de água aqui, que é de 26% (leia mais na entrevista ao lado). Eles já foram buscar soluções com uma empresa de água do Japão. Em Tóquio, a perda de água é de 3%”, disse.

Outro exemplo prático de funcionalidade do programa, segundo Winnik, ocorreu em Diadema. “A partir dos indicadores do programa, conseguimos reduzir a criminalidade em Diadema, trabalhando mais com inteligência, articulação entre polícias.”

O Vale

Escola da cidade inícia projeto de Empreendedorismo

Uma apresentação artística abriu o programa Pedagogia Empreendedora dos Sonhos em 2012 da rede de ensino municipal. O evento foi realizado na sexta-feira (11) na escola municipal Antonio Palma Sobrinho contou com a participação de toda a comunidade escolar.

Para Assistente de Direção Cheilia Pereira, a proposta desperta o espírito empreendedor. “Faz o aluno se tornar protagonista de sua história, estimulando-o para que tenha suas próprias opções”, explicou a educadora.

O programa tem o objetivo de estimular e preparar o aluno para sonhar e buscar a realização de seu sonho. Implantada na rede municipal de ensino em 2003, a Pedagogia Empreendedora dos Sonhos é uma estratégia para o desenvolvimento da capacidade empreendedora dos estudantes desde a educação infantil.

Prefeitura de São José

Prefeitura na Revitalização do Centro aumenta Iluminação

A Prefeitura de São José planeja lançar neste semestre um megaprojeto de revitalização da iluminação pública do centro antigo. O plano contempla 19 ruas e praças da região, além dos prédios públicos preservados como patrimônio histórico. O projeto está em fase final de elaboração de custo, segundo a Secretaria Municipal de Obras.

Serão substituídas 189 lâmpadas de 250 watts e 19 do modelo LED para lâmpadas de vapor de 400 watts. Entre as ruas contempladas estão Siqueira Campos, Francisco Paes, Vilaça, 15 de Novembro, Sebastião Hummel, Coronel José Monteiro, Rubião Júnior, avenida São José e avenida Floriano Peixoto. Essas ruas concentram o principal comércio de rua de São José.

Segundo a secretária de Obras, Flávia Pitombo, o programa de revitalização de iluminação do centro antigo integra o projeto estratégico Centro Vivo, que tem o objetivo de recuperar a região. O Centro Vivo é gerenciado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento).

A troca da iluminação será partilhada pela prefeitura com a Bandeirante Energia, que está encarregada de trocar as lâmpadas das luminárias das ruas. A iluminação ornamental das praças e prédios históricos será de responsabilidade do município. “A mudança é muito importante, pois melhorar a iluminação é melhorar a segurança e a paisagem urbana”, afirmou a secretária.

O projeto de iluminação ornamental contempla as praças João Mendes (Sapo) e Afonso Pena. Na João Mendes serão colocadas 22 luminárias com lâmpada multivapor metálica de 150 watts, e 19 luminárias de solo no entorno das árvores de toda a praça. Na Afonso Pena, serão colocadas luminárias com design próprio, criadas pelos profissionais da Secretaria de Obras.

A praça vai ganhar 27 projetores para lâmpadas multivapor metálico de 150 watts, 299 luminárias de piso com vidro plano fosco e lâmpadas leds azuis, 78 luminárias para lâmpadas multivapor metálico com 400 watts e 66 postes cônicos. A iluminação do calçadão da rua Sete de Setembro será toda trocada, uma antiga reivindicação dos lojistas.

Pelo plano da prefeitura, o calçadão terá também luminárias com design próprio criadas pela Secretaria de Obras. A novidade é que será implantada iluminação de solo. Ao todo, serão implantadas 236 luminárias de piso em todo o calçadão, além de 21 postes do mesmo modelo criado para a praça Afonso Pena.

Para o Mercado Municipal, o projeto prevê a colocação de 480 metros lineares de luminárias para realçar os ângulos da edificação e outras 28 para destacar o prédio. A Secretaria de Obras elabora também projeto de iluminação ornamental para a Igreja São Benedito, Biblioteca Municipal e Espaço Mário Covas (antiga Câmara).

“A revitalização da iluminação irá valorizar ainda mais o centro e é uma das etapas do projeto estratégico Centro Vivo”, afirmou a diretora do Ipplan, Cynthia Gonçalo.

O Vale

Megaprojeto de R$314 milhões para ampliação de Aeroporto

A ‘novela’ de mais de 15 anos em torno da ampliação do aeroporto de São José dos Campos fez com que municípios menores da região ultrapassassem a ‘capital do avião’ em projetos para construção de aeródromos com o objetivo de desafogar o tráfego aéreo de grandes centros durante a Copa do Mundo no Brasil, em 2014.

Entre os projetos, o mais avançado é do CEA (Centro Empresarial Aeroespacial), de Caçapava, que deve iniciar suas obras dentro de 10 dias. Também são estudadas melhorias nos aeródromos de Guaratinguetá e Taubaté, usados pelas Forças Armadas.

O CEA será instalado em uma área de 2,6 milhões de metros quadrados, às margens da rodovia Carvalho Pinto, a quatro quilômetros da via Dutra. Com investimento previsto de R$ 314 milhões, o projeto é encabeçado pelo Grupo Penido e tem previsão inicial de receber jatos executivos e aviões de pequeno porte.

“Esperamos ver aviões descendo na pista no final de 2013. É uma meta arrojada, mas pretendemos trabalhar 24 horas por dia depois do início das obras”, afirmou o diretor executivo do grupo, Rogério Penido. A escolha de Caçapava, segundo Penido, foi motivada por critérios técnicos.

“Apresentamos mais de 15 áreas para a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), sendo seis em São José. A que mais agradou a Anac foi essa, por ser paralela às pistas de São José e Taubaté”, disse Penido.

A estimativa é que 22 mil empregos diretos sejam gerados com o empreendimento, que tem mais de 300 lotes disponíveis à venda para instalação de empresas do setor aeronáutico e hangares particulares. Cerca de 40% dos lotes já têm proprietários interessados.

O Vale