Prefeitura disponibiliza Banco de Dados Ecônomicos

A Prefeitura criou um banco de indicadores econômicos de São José dos Campos, disponível no site oficial da administração. O objetivo é facilitar e tornar mais ágil e confiável o acesso às informações sobre economia e o desenvolvimento do município.

O Banco de Dados, elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, reúne estatísticas de diferentes instituições e órgãos federais como IBGE, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, assim como de outras instituições como Estado ou próprio município.

Por meio do novo serviço, o usuário terá acesso a informações como saldo de empregos, número de empresas, índices de desenvolvimento, indicadores de riqueza como PIB, valor adicionado e balança comercial. Os dados serão atualizados seguindo o cronograma das fontes de informação.

Outro objetivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia é facilitar o acesso, em um só local, aos dados econômicos do município para empresários e investidores, com vistas à atração e captação de empreendimentos.

Para utilizar as estatísticas, o usuário deve acessar o site da secretaria da Prefeitura, buscar a página da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e no menu lateral consultar os dados de interesse. Cada variável contém séries históricas e gráficos e ainda links para as fontes de informações.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 09/04/2013

Há 100 dias no comando, Carlinhos marca a cidade

Austeridade fiscal, parcerias com o governo federal para alavancar promessas de campanha e medidas impopulares que já criaram desgaste com a população. Este é o balanço dos 100 primeiros dias do governo Carlinhos Almeida (PT) em São José dos Campos, que serão completados na próxima quarta-feira. A volta do PT ao comando da maior cidade do Vale do Paraíba após 16 anos de hegemonia do PSDB foi marcada logo em janeiro pela polêmica financeira e pelos embates com os tucanos.

A administração petista acusou o governo Eduardo Cury (PSDB) de não ter deixado recursos suficientes para cobrir os gastos programados no orçamento deste ano, estimado em R$ 1,8 bilhão. Para reequilibrar as finanças, Carlinhos determinou contenção de até 10% das despesas nas secretarias.

Em fevereiro, anunciou redução de R$ 5 milhões nas verbas previstas para os esportes de alto rendimento, o que pode comprometer a continuidade do basquete masculino. Para compensar, o petista decidiu manter a OS (Organização Social) do Esporte criada na gestão anterior. O objetivo é angariar recursos junto à iniciativa privada para diminuir a dependência de repasses oficiais.

Se economizou por um lado, por outro o petista ignorou a polêmica sobre o tema e sancionou em janeiro aumentos salariais de 5% para ele e sua equipe de governo e de 103% para o vice Itamar Coppio (PMDB). Com a medida, Carlinhos passou a ganhar R$ 20.365 e Itamar, R$ 13.576.

Outra medida impopular foi o reajuste da passagem de ônibus de R$ 2,80 para R$ 3,30 (aumento de 17,86%), transformando a tarifa de São José em uma das mais altas do país. O aumento foi anunciado em 1º de fevereiro, no mesmo dia em que estudantes e usuários do transporte coletivo realizaram protestos nas ruas e se reuniram com representantes do governo para tentar barrar a majoração das passagens.

Os 100 primeiros dias de Carlinhos foram marcados ainda pela ampliação dos convênios e parcerias com o governo federal, também comandado pelo PT com Dilma Rousseff. Na nova correlação de forças, São José conseguiu garantir R$ 800 milhões da União para construção do primeiro trecho do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) e verbas para construção de 10 novas creches no município.

Carlinhos também quebrou um tabu. Em parceria com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), em 16 de janeiro ele assinou o primeiro convênio do programa Minha Casa, Minha Vida para famílias de baixa renda (de 0 a 3 salários mínimos) de São José, assegurando a construção de 1.404 unidades habitacionais.

O Vale

Publicado em: 08/04/2013

Mais de 800 habitações estão garantidas na cidade

O Prefeito assinou com a Caixa Econômica Federal nesta sexta-feira (5), às 16h, em São José dos Campos (SP), um contrato de R$ 83,8 milhões para a construção de mais 876 unidades habitacionais no município. Com isso, sobe para 1.404 o número de moradias contratadas pela atual administração em menos de 100 dias de governo. Uma média de 14 contratações por dia.

Os empreendimentos serão construídos no Residencial Alto da Ponte, Residencial Cajuru I e Residencial Cajuru III, dentro do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), e contará com o apoio do governo do estado de São Paulo. Durante o evento, o Prefeito disse que a assinatura do convênio significava desenvolvimento e geração de emprego, mas, acima de tudo, a edificação de sonhos. “Porque toda família tem o sonho da casa própria”, afirmou.

Conforme o Secretário de Habitação, os empreendimentos serão destinados às famílias com renda de até R$1.600l (Faixa I). Do investimento de R$ 83,8 milhões, R$ 66,4 milhões virão do governo federal e R$ 17,2 milhões do governo estadual.  “A Secretaria de Habitação tem trabalhado muito para atingir a meta assumida pelo prefeito de construir 8 mil casas em quatro anos de governo. Principalmente para as famílias de baixa renda, com renda de até três salários mínimos”, disse o secretário.

Os contratos foram assinados pelo Superintendente Nacional da Caixa Econômica Federal em exercício, Julio Cesar Volpp Sierra, pelo Prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida e por representantes das Construtoras responsáveis pelos empreendimentos. Também participaram do evento o vice-prefeito, a presidente da Câmara Municipal de São José, além de secretários e vereadores e lideranças municipais.

Condomínio Alto da Ponte

O Condomínio Residencial Altos da Ponte, com 300 unidades habitacionais, terá um investimento total de R$ 28,6 milhões. Pelas regras do acordo, o governo de federal vai aportar R$ 22,8 milhões e o governo de São Paulo, R$ 5,8 milhões. O valor de cada unidade será de R$ 94,5 mil. Os apartamentos serão construídos numa área de 48,5 metros quadrados, distribuídos em 2 quartos, sala, cozinha, banheiro e sala de serviço.

Condomínio Cajuru I E III

Os Condomínios Residenciais Cajuru I e Cajuru III, somam um investimento de R$ 55,2 milhões. Pelas regras do acordo, o governo de federal vai aportar R$ 43,6 milhões e o governo de São Paulo, R$ 11,4 milhões. Cada empreendimento será composto por 288 unidades habitacionais. Os apartamentos serão construídos numa área de 49,91 metros quadrados, distribuídos em 2 quartos, sala, cozinha, banheiro e sala de serviço.

Infraestrutura completa

Atendendo às exigências de qualidade do MCMV, os condomínios possuem infraestrutura completa, com pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem e energia elétrica. Além disso, os moradores serão beneficiados com equipamentos de uso comum, como playground, quadra de esportes, salão de festas e portaria. Cada residencial reserva ainda nove imóveis para pessoas com necessidades especiais. São unidades que possuem maior área construída para possibilitar o giro de 360 graus da cadeira de rodas, em todos os cômodos, além de portas e janelas adaptadas.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 08/04/2013

Cidade terá cartão de Defesa Civil para moradores

A Prefeitura de São José dos Campos aderiu ao Cartão de Pagamento de Defesa Civil, destinado ao custeio de recursos emergenciais em ações de socorro, assistência às vítimas e restabelecimento de serviços essenciais. O cartão está disponível para todos os municípios brasileiros e tem como objetivo acelerar o repasse de recursos para prefeituras e estados em situação de emergência ou calamidade pública.

Com o cartão, é possível comprar material para socorro das vítimas, como alimentos, remédios, tendas e combustível, assim como o pagamento de serviços e do aluguel social, em caso de necessidade. Além disso, o cartão auxiliará a administração pública no controle dos gastos, com agilidade e segurança.

O repasse da verba, por meio do Governo Federal, pode ser feito diretamente para o município ou para o Estado e será transferido pelo Ministério da Integração Nacional. O cartão deve ser usado exclusivamente em situações de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos pela Secretaria Nacional de Defesa Civil.

Em São José dos Campos, o cartão será administrado pela Secretaria Especial de Defesa do Cidadão por meio de um gestor financeiro da conta, vinculada ao Banco do Brasil, que poderá usá-lo tanto para compras quanto para serviços. O cartão é de uso nacional e não permite saques e nem compras parceladas e ainda está isento de taxas de adesão e anuidade.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 05/04/2013

Parque Tecnológico ganhará laboratório na cidade

A Prefeitura de São José lançou licitação para adequação de um espaço de 4.000 metros quadrados no núcleo do Parque Tecnológico para a implantação do Laboratório de Estruturas Leves, no valor teto de R$ 2,5 milhões. O laboratório é resultado de uma parceria entre o município, IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e Fapesp (Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

O investimento para implantação do laboratório está avaliado em R$ 90,5 milhões e consiste na terceira fase do CDTA (Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Aeronáutica) do Parque Tecnológico. O objetivo é desenvolver materiais para a estrutura de aeronaves que sejam mais resistentes e mais leves.  Estruturas leves também são aplicadas na indústria automobilística, no setor de petróleo e gás e na construção civil.

O laboratório é vinculado ao Centro de Integridade de Estruturas e Equipamentos do IPT, que é subordinado à Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo. O convênio que resultou na criação do laboratório foi firmado em 2009 e prevê o investimento de R$ 90,45 milhões para construir, equipar e operar o laboratório –R$ 44,1 milhões em infraestrutura e R$ 46,2 milhões em projetos de pesquisa.

Do montante, R$ 27,6 milhões serão financiados por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Os projetos de pesquisa estruturante ficarão a cargo da Embraer; do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica); do Instituto de Aeronáutica e Espaço do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial; da Universidade Estadual de Campinas.

Também participam do projeto a Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá da Universidade Estadual Paulista a Escola de Engenharia de São Carlos e a Escola Politécnica, ambas da USP, entre outros institutos de pesquisa. A Prefeitura de São José vai fazer as adequações necessárias para o laboratório, como instalações hidráulica e elétrica, sistema de ar condicionado, pisos, forros, paredes, entre outros serviços necessários para a implantação dos equipamentos.

O Vale

Publicado em: 05/04/2013

Ministro assina contrato para construção de 10 creches

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e o prefeito de São José, Carlinhos Almeida (PT), assinam hoje um convênio para a construção de 10 creches no município. As obras serão incluídas no programa “Creche Para Todos”, que tem como objetivo ampliar a oferta de vagas em creches e pré-escolas.

Segundo a pasta da Educação, a demanda na cidade é de cerca de 7.000 vagas para crianças de 0 a 3 anos de idade em creches em período integral e outras 1.500 para a pré-escola (crianças de 4 e 5 anos). Estudo elaborado pela Secretaria de Educação, baseado em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010, aponta que hoje existem no município aproximadamente 17.500 crianças entre 0 a 4 anos de idade fora da escola.

A rede municipal de atendimento ao público infantil tem 135 unidades entre creches, escolas e entidades conveniadas. Ao todo, são atendidas 21.547 crianças na educação infantil, das quais 8.098 entre creches conveniadas e unidades da rede municipal. Além de ações de rees-truturação da rede, haverá ampliação dos convênios com entidades sociais e construção de novas unidades escolares.

A previsão é de construção de 13 unidades, sendo 10 em parceria com o governo federal por meio do ProInfância,do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento). A visita de Mercadante está prevista para as 10h, na escola de educação infantil do bairro Jardim Copacabana. No período da tarde, o prefeito participa de evento para a assinatura de contratos para a construção de 876 casas populares destinadas a famílias com renda de até R$1.600 por mês. Os novos empreendimentos serão nas regiões leste e norte da cidade.

O valor total dos investimentos é superior a R$ 83,8 milhões, sendo R$ 66,4 do governo federal e R$ 17,2 do governo estadual. Segundo a Caixa Econômica Federal, trata-se de um convênio firmado entre o governo federal e o governo do Estado de São Paulo “que visa estimular e dar mais efetividade” à construção de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida no Estado.

O Vale

Publicado em: 05/04/2013

Travessia Aquática alcança número máximo de inscritos

As 500 vagas para a 3ª Travessia Aquática da Represa do Jaguari foram preenchidas. De acordo com a Secretaria de Esportes e Lazer, o número foi atingido com a inscrição de competidores de várias cidades da região do Vale do Paraíba e Litoral Norte. A prova será realizada no próximo dia 13, quando os nadadores receberão o chip a partir das 7h30. A largada oficial está programada para às 9h.

A Travessia Aquática na Represa do Jaguari terá a disputa de dez categorias. Elas englobam desde o Petiz 1 e 2 (11 e 12 anos) até Master E (60 anos acima) e PCD (pessoas com deficiência). Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (12) 3909-1028.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 04/04/2013

Arena de Esportes da cidade será entregue em 2014

O prazo para a entrega da Arena de Esportes, em São José dos Campos, foi prorrogado pela sexta vez desde o início da obra, em novembro de 2011. A construção, que custará R$ 33,3 milhões aos cofres públicos, agora está prevista para ser finalizada em junho de 2014.

A previsão inicial era que a obra fosse concluída em agosto do ano passado. Um segundo cronograma deixou a entrega para 30 de março deste ano. Após um novo atraso, a prefeitura concedeu prazo extra de 15 meses à construtora Recoma, responsável pela obra.

A Arena, que fica no bairro Jardim das Indústrias, na zona oeste da cidade, está com apenas 38,29% das obras concluídas. Serão 4.469 lugares fixos e outros 600 móveis para espectadores de várias modalidades. Das etapas previstas, ainda faltam a finalização da superestrutura de concreto, a estrutura de cobertura, instalações e acabamentos.

A Recoma chegou a ser multada pelo governo Eduardo Cury (PSDB) em R$ 333,2 mil por atraso nas obras. Em agosto do ano passado, a construção deveria estar 40% concluída, mas os técnicos da Secretaria de Obras observaram que a obra estava com apenas 24,8% finalizada. O atraso de dois anos e sete meses, a partir do prazo inicial, chega a superar a demora para a entrega de estádios brasileiros para a Copa do Mundo de 2014.

A Arena Corinthians, uma obra bem mais complexa, com capacidade para 65 mil espectadores, vai levar os mesmos dois anos e sete meses para ser concluída pela Construtora Odebrecht. Já a Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), que terá capacidade para 50 mil pessoas em assentos cobertos, 90 camarotes, restaurantes panorâmicos e duas mil vagas de estacionamento, vai ser inaugurada no próximo dia 7 de abril, dois anos e dez meses após o começo das obras de construção.

Mineirão e Maracanã, estádios que foram reformados por completo, também tiveram prazos de entrega menores que a Arena de São José. O atraso na entrega da obra em São José, além de afetar o público, também prejudica os atletas.

No ano passado, por exemplo, a equipe de basquete precisou disputar a final do NBB (Novo Basquete Brasil) em Mogi das Cruzes, já que a cidade não tinha ginásio com capacidade para 5.000 espectadores. “Hoje, mandamos jogos na Associação Esportiva São José, que é o nosso caldeirão. Ela nos atende bem, apesar de precisarmos disputar a final em Mogi. Sabemos que obras desse porte tem entraves burocráticos, mas tenho certeza que o prefeito está atento a isso. Quem sabe em junho de 2014 a gente não disputa uma final na Arena?”, disse o diretor da equipe de basquete masculino, Luís Inácio Messias.

Moradores do entorno da obra também lamentam o atraso para a entrega da Arena Municipal de Esportes. “No início da obra, ela estava a todo vapor. Mas, ultimamente deu uma desacelarada. Não sei o motivo. Vai ver que acabou o dinheiro, porque passo todos os dias em frente à construção e vejo poucas pessoas trabalhando. Espero que terminem logo”, disse o jardineiro Aparecido Nunes Lopes, de 55 anos.

O Vale

Publicado em: 03/04/2013

Ponte com erosão na cidade deixa moradores com medo

Três pontes de São José apresentam sinais de erosão e os moradores dos bairros vizinhos temem que possam acontecer acidentes, como o desmoronamento na ponte da Avenida Guadalupe, na zona sul, que levou à interdição da estrutura por tempo indeterminado.

Da Avenida Mário Covas, também na zona sul, é possível ver que parte do barranco sob o viaduto Frei Galvão, no Jardim Satélite, cedeu. O buraco de cerca de três metros de profundidade e dois de largura deixa alerta quem passa sob a via. “Este buraco está assim há quase dois meses. Acredito que a água da chuva tenha infiltrado no solo, o que causou o desmoronamento”, afirmou a babá Rosely Toledo, 40 anos. O contador Marcos Aurélio Canavezzi, 40 anos, tem evitado passar sob a via. “Não sei o quanto pode ser perigoso. Como receio que algo aconteça, evito passar ali”.

O córrego Senhorinha tem sido o grande vilão para as pontes da zona sul. O trecho da Avenida Maurício Cardoso (Jardim Oriente) que passa sobre o rio, à primeira vista não apresenta problemas. No entanto, ao longo do curso d’água é possível perceber que um trecho de terra desceu rio abaixo.

“Passo todos os dias pela via e reparei que já há um buraco na parede de terra, lateral ao córrego. É assim que começa. Tenho receio de que ocorram desmoronamentos naquela área”, disse Canavezzi. A ponte da Rua Shigemasa Ota, no Jardim Terras do Sul, que já havia apresentado problemas no ano passado com desmoronamento da parede lateral do córrego e parte da calçada, também deu novos sinais de erosão. Uma faixa de grama e terra rente à estrutura da ponte escorregou com chuvas, criando buraco de cerca de um metro de profundidade.

Segundo Soraya de Paula Rosário, secretária de Obras, está sendo montada equipe para vistoriar pontes de São José. “A Defesa Civil fará levantamento de possíveis rachaduras e problemas em pontes e viadutos. Pretendemos atender os pontos críticos para evitar novos acidentes.”

Segundo a prefeitura, será feita nova vistoria na entrada e na saída da ponte da Avenida Guadalupe, que segue interditada após desmoronamento do último dia 22. A Sabesp já colocou novos dutos, o que evitará faltas d’água em caso de rompimento da estrutura da ponte. Previsões de custos e prazos para o término da obra serão determinadas até o final da semana.

O Vale

Publicado em: 02/04/2013

Multirão da Saúde é fechado pelo Prefeito Carlinhos

O prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), assinou ontem as primeiras parcerias para a realização de mutirões de consultas e cirurgias, promessa de campanha que estava prevista para ser cumprida nos primeiros dias de governo, mas que somente começará a sair do papel nos próximos dias.

Foram assinados contratos para 2.307 cirurgias e 23.154 consultas e exames, no valor de R$ 3,638 milhões. Os hospitais envolvidos na parceria são Santa Casa, Pio 12, Antoninho da Rocha Marmo e GACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer). Nos próximos dias está prevista também a assinatura de parceria com o Próvisão. As cirurgias fazem parte do pacote lançado pelo governo para a realização de 4.200 procedimentos cirúrgicos nos próximos seis meses.

O governo do PT afirma que os mutirões já estão sendo realizados desde o início do ano, com o apoio do governo federal. No entanto, as cerca de 2.200 cirurgias que a gestão petista afirma terem sido feitas são resultado de convênios firmados pelo governo anterior, do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB).

“Esta é a segunda etapa do mutirão que iniciamos no começo do governo”, disse o prefeito Carlinhos. Ele destacou que planeja pedir mais recursos ao governo federal para ampliar os mutirões. “Já conversei com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e ele orientou protocolar pedidos junto ao Sistema de Convênios do Governo Federal”, afirmou. “Orientamos a Secretaria de Saúde para cuidar disso”, completou o prefeito.

O secretário municipal de Saúde, Álvaro Machuca, disse que os mutirões fazem parte do esforço do governo de reduzir a fila de espera pelos procedimentos. Machuca declarou que, pelos dados da pasta, a fila tem 17 mil inscritos. “É um número que precisa ser verificado. Muita gente já pode ter sido atendido na rede pública ou na particular”, disse o secretário. Na avaliação do prefeito, a demanda seria de no máximo 40% desse total.

No pacote divulgado ontem, a Santa Casa foi o hospital que recebeu maior parcela, no total de R$ 2,883 milhões, para a realização de 1.467 cirurgias e 16.074 consultas e exames clínicos. Após oito anos, o hospital volta a prestar serviço para o município. “Sempre estivemos à disposição. A Santa Casa é da população”, afirmou Benjamin Bueno, secretário da Mesa Diretora do hospital.

O Vale

Publicado em: 02/04/2013