Comércio da cidade fica aquecida com vendas de Ovos

Há 23 dias da Páscoa, supermercados de São José dos Campos já estão lotados de ovos de chocolate. Alegria para os ‘chocólatras’, mas, principalmente, para os comerciantes do setor. Em São José dos Campos, pesquisa da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos identificou que comerciantes acreditam em um crescimento de 11,15% nas vendas de ovos em relação ao mesmo período do ano passado. Entre os entrevistados, 90% acreditam que as vendas serão melhores ou iguais a 2012.

A pesquisa, realizada em supermercados, lojas com marca própria, franquias e lojas de departamentos, apontou que os ovos mais procurados serão aqueles de valores entre R$21 e R$100, de acordo com 81% dos estabelecimentos consultados.

Para 14% dos estabelecimentos, o preço médio deverá ser até R$ 20 e apenas 5% acredita que os clientes gastem acima de R$100. Os comerciantes também esperam que os ovos ao leite tradicionais e as caixas de bombons serão os mais procurados.Para reforçar a equipe de vendas, 33% dos comerciantes contrataram funcionários temporários.Neste ano a Páscoa será no dia 31 de março.

Publicado em: 12/03/2013

Mercado da Beleza tem crescimento na cidade

Salões de cabeleireiros estão entre os primeiros no ranking de empresas abertas em São José dos Campos. O investimento no mercado da beleza tem sido um bom negócio para os moradores da cidade. No ano passado, entre os setores que mais movimentaram processos na Junta Comercial estão os salões de beleza. Em 2012 foram abertos 254 novos salões em São José e apenas 16 fecharam. Em 2011 o número chegou a 247 salões. Somente seis fecharam as portas.

As empresas do ramo têm crescido e os cabeleireiros têm conquistado cada vez mais novos clientes, principalmente as mulheres. “A questão da estética de saúde é a área que mais tem crescido hoje em dia no Brasil e São José não fica atrás”, disse o agente fiscal Claúdio Godoi.

O exemplo para este aumento é o da cabeleireira Márcia Mewes, que há quatro meses decidiu alugar uma sala no Jardim das Indústrias e abrir o próprio salão. Márcia, que trabalhava no fundo da própria residência, hoje é uma empresária. “No dia da inauguração eu fiquei muito nervosa, mas depois não, pois eu tinha necessidade de abrir as portas”, disse Márcia.

De acordo com a cliente da cabeleireira, Vera Aguiar, a mudança para ao novo salão foi ótima. “Quando ela disse que iria abrir um ponto comercial, outras pessoas vibraram e eu vibrei muito. E eu percebo que novas pessoas estão chegando”, disse. Além do talento que foi reconhecido pela clientela, a empresária teve bom retorno financeiro. “Ampliou meu quadro de clientela em uma média de 60% e financeiramente também está melhor”, explicou Márcia.

De acordo com a prefeitura, os novos empresários precisam registrar a empresa na Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo) e tirar o CNPJ. É necessário também que o profissional procure a prefeitura para regularizar a documentação e fazer a fazer a inscrição municipal antes de abrir o negócio.

G1 (Vnews)

Publicado em: 11/03/2013

Embraer tem vistoria para garantir o mercado no Vale

A confirmação da Embraer Defesa e Segurança como fornecedora de 20 aeronaves Super Tucano para a Força Aérea dos Estados Unidos, anunciada anteontem, abre uma perspectiva positiva de mercado para o setor aeronáutico na região.

Para especialistas, a medida pode ‘desencantar’ o programa F-X2, que prevê a compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira. Para empresários e lideranças da área, a Embraer, com sede em São José dos Campos, garante entrada no maior mercado de defesa do mundo, que deve beneficiar e fortalecer a cadeia produtiva no Vale do Paraíba.

“Avião brasileiro é símbolo de avião de qualidade. É mais uma demonstração de competência e tende a nos ajudar quando formos nos apresentar no mercado dos Estados Unidos”, disse Graciliano Campos, presidente da Novaer Craft, empresa incubada na Univap (Universidade do Vale do Paraíba). O objetivo de Campos é fabricar aviões monomotores de quatro lugares que devem ser vendidos no mercado brasileiro, América do Sul e, futuramente, nos EUA.

“Tudo o que a Embraer vende tem reflexo positivo na cadeia produtiva”, disse Agliberto Chagas, gerente do (Centro para Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista). Para ele, a vitória da Embraer pode gerar novos empregos na região e garante a manutenção de milhares de postos de trabalho. “Entrar no mercado da maior potência do mundo é o carimbo da competência”, afirmou Chagas. Segundo Sebastião Gilberti Cavali, secretário de Desenvolvimento Econômico e Ciência e Tecnologia de São José, a Embraer é um motivo de orgulho. “Sinônimo de competência e vitrine para o mundo”.

A vitória da Embraer na concorrência nos EUA trouxe à tona o programa F-X2 da FAB (Força Aérea Brasileira), que se arrasta desde 2001. Para Expedito Bastos, pesquisador de assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), a notícia pode, de alguma forma, apressar o andamento da escolha do vencedor.

“Quem sabe agora o F-X2 desencanta. A escolha da Embraer para fornecer equipamentos e aeronaves para o setor militar dos Estados Unidos é muito importante para todo o Brasil”, afirmou ele. O anúncio da vitória pode beneficiar o caça norte-americano F-18 Super Hornet, produzido pela Boeing já apontado pela FAB como melhor opção para modernizar a frota brasileira. Em junho do ano passado, Embraer e Boeing assinaram um acordo de cooperação para o programa KC-390, que é um  projeto da Força Aérea Brasileira, para o qual a Embraer foi contratada, em abril de 2009, para desenvolver um cargueiro militar.

O acordo prevê o compartilhamento de conhecimentos técnicos específicos e a avaliação conjunta de mercados onde poderão estabelecer estratégias de vendas no segmento de aeronaves de transporte militar de médio porte. “É um ganho de integração de sistema e transferência de tecnologia”, disse Bastos.

Concorrência.
Ontem, a Força Aérea dos Estados anunciou a Embraer Defesa e Segurança como vencedora da concorrência avaliada em US$ 427 milhões para o fornecimento inicial de 20 aeronaves Super Tucano para o programa LAS (Light Air Support), ou apoio aéreo leve. Há expectativa de compra de mais aeronaves, podendo chegar a 55, em um contrato de até US$ 1,1 bilhão.
As aeronaves serão fornecidas em parceria com a Sierra Nevada Corporation e utilizadas em missões de treinamento avançado em voo, reconhecimento aéreo e apoio aéreo tático, com finalidade de operar em missões de vigilância de fronteira e ataques contra insurgência no Afeganistão e segurança nacional.

O Vale

Publicado em: 01/03/2013

Indústrias da cidade retomam ritmo de exportação

As indústrias de São José dos Campos estão recuperando o nível de exportações e ampliando a cada ano as vendas ao exterior. É o que demonstra o Balanço Comercial dos Municípios pelo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior (Mdic). Com exportações no valor de US$ 6,3 bilhões, São José se destaca como o quinto maior exportador no ranking de municípios do Mdic.

O resultado revela ainda que a cidade está recuperando o crescimento que vinha registrando antes da crise de 2009. Nos últimos quatro anos, o município recuperou 29% no volume das exportações e atingiu o patamar que vinha desenvolvendo nos anos de 2006 e 2007, acima dos US$ 6 bilhões. Os dados foram anunciados oficialmente nesta segunda-feira (28).

De acordo com o levantamento, as exportações registradas no município em dezembro passado somaram US$ 744.444.136 esse total é 8,8% a mais que o apurado em novembro e o mais expressivo de todo o ano. A balança comercial também foi positiva, com saldo final da ordem de US$ 506 milhões no ano, o saldo foi de US$ 2,68 bilhões.

Aviões, peças e equipamentos aeronáuticos, automóveis e eletrônicos foram os produtos com maior expressão no total das exportações de São José dos Campos. No ranking dos maiores exportadores, o município foi superado somente por São Paulo e Rio de Janeiro e pelas regiões portuárias de Angra dos Reis (RJ) e Parauapebas (PA).

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 29/01/2013

Progeo qualifica novos profissionais na cidade

A formatura dos alunos dos cursos de Mecânico de Injeção Eletrônica e Eletrônica Embarcada do Programa Gerando Oportunidades (Progeo) qualificou 20 novos profissionais para o mercado de trabalho. A entrega dos certificados ocorreu na sexta-feira (7), no auditório da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos.

O grupo, formado apenas por homens, recebeu o diploma das mãos de empresários e representantes do poder público, da ACI e do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).

“Eu já trabalho com a parte elétrica e este curso veio complementar o meu serviço no dia a dia”, disse João Paulo Porto Lopes, 26 anos, eletricista de autos, que elogiou o aprendizado teórico e prático do curso de fez, mecânico em injeção eletrônica.

O eletricista residencial Carlos Celso Lopes Ferreira, 46 anos, cursou Eletrônica Embarcada pensando no futuro. “Não penso em mudar de área no momento, mas quis fazer o curso pensando em ter mais qualificação e também para conhecer uma nova área de trabalho, e gostei”.

A realização dos cursos ocorreu com uma parceria entre a Prefeitura, por meio da Secretaria de Relações do Trabalho, que fez o acompanhamento de frequência dos alunos nas aulas, a ACI, que fez a seleção dos candidatos e o Senai de São José, que cedeu professores para ministrar as aulas.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 11/12/2012

Mercado Municipal da cidade tem horário altera para Natal

O Mercado Municipal de São José dos Campos vai funcionar em horário ampliado no mês de dezembro para facilitar as compras de Natal e Ano Novo dos clientes. Até o próximo dia 19, de segunda-feira a sexta-feira, o Mercado ficará aberto até as 18h. Nos outros meses do ano o Mercado fecha às 17h, uma hora antes.

Em todos os finais de semana de dezembro o horário também será estendido. Somente nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro o Mercado estará fechado. O Mercado é organizado e fiscalizado pela Divisão de Abastecimento da Secretaria Especial de Defesa do Cidadão. Quem quiser tirar dúvidas sobre o funcionamento do Mercado pode ligar para (12) 3901-1080, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Horário de funcionamento no mês de dezembro:

  • Dias:1 e 8 (sábados): Aberto das 7h às 15h
  • Dias: 2, 9 e 16 (domingo): Aberto das 7h às 12h
  • Dias: 15 e 22 (sábados): Aberto das 7h às 16h
  • Dias: 20 e 21 (quinta e sexta): Aberto das 7h às 19h
  • Dia: 23 (domingo): Aberto das 7h às 13h
  • Dia: 24 (segunda): Aberto das 7h às 15h
  • Dia: 25 Fechado
  • De: 26 a 30: Normal
  • Dia: 31 (segunda): Aberto das 7h às 14h
  • Dia: 1º de janeiro: Fechado

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 04/12/2012

Demissões na GM pode causar danos no mercado

Qual o impacto econômico que será gerado na região caso 1.606 trabalhadores da General Motors sejam demitidos? A resposta divide opiniões. De um lado, empresários e comerciantes. De outro, os metalúrgicos. O Sindicato dos Metalúr- gicos de São José afirma que caso ocorram as demissões na GM, outros 12 mil postos de trabalho serão fechados indiretamente.

O cálculo foi feito baseado no Modelo de Geração de Empregos do BNDES. Segundo o estudo, para cada emprego perdido no setor automotivo, sete deixam de existir indiretamente. “Será um grande desastre para a região caso as demissões ocorram. As indústrias não tem como absorver toda essa mão de obra. Muita gente vai perder o emprego junto”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José, Antonio Ferreira de Barros, o ‘Macapá’.

O presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos, Felipe Cury, disse que o impacto econômico não será perceptível. “O que está para acontecer, não vai refletir no comércio. A cidade tem capacidade para absorver todos e o próximo ano é muito próspero”, afirmou.

O diretor regional da Fiesp (Federação das Industrias do Estado de São Paulo) de São José, Almir Fernandes, compartilha da opinião. “O impacto na economia é muito pouco. Não acredito que possa alterar algo”, afirmou Fernandes.

Os empresários citaram a remuneração extra como fator para manter a economia aquecida citados os abonos, PDV (Programa de Demissão Voluntária) e PLR (participação nos lucros e resultados). O economista Luiz Carlos Laureano da Rosa disse que o impacto econômico não será tão expressivo como foi no começo da década passada.

Ele lembra que quando a Embraer demitiu em massa na década de 1990, muitas indústrias e comércios fecharam. Mas que em 2009, quando a fabricante de aviões demitiu cerca de 4.000 de funcionários a cidade respondeu de maneira positiva.

“A demissão não tem nada de positivo. Impacto tem, mas caso ocorra na GM, não será perceptível. O comércio e prestadores de serviços não vão precisar fechar as portas”, afirmou Laureano. Outro economista, Roberto Koga, alerta para os rumores das demissões. “A expectativa de uma demissão em massa gera uma retração antecipada na cadeia produtiva. Os trabalhadores freiam o consumo.”

O impasse começou em julho quando a montadora deixou de produzir três veículos e, com isso, definiu que precisaria demitir 1.840 trabalhadores. Desse total, 234 já foram demitidos por meio do PDV. Resta achar um destino para os 1.606 restantes. Na última quinta-feira, sindicato e GM fecharam um acordo que estende o prazo para a demissão dos ‘excedentes’ e da desativação da linha de produção MVA. O prazo passou de 30 de novembro para 26 de janeiro.

O Vale

Publicado em: 15/10/2012

Manequim de tamanhos diferenciados aquece comércio

Bem resolvida em relação a seu porte físico, a advogada Rosana Braga, 30 anos, conta que sempre foi gordinha e que isso nunca foi um problema em sua vida. “Desde muito jovem aprendi a me aceitar como eu sou.” O único momento que o manequim acima da média se torna um incômodo é na hora de renovar o guarda- roupa. “Adoro moda e sempre gostei de me vestir bem. O problema é que era muito difícil encontrar a peça que achava bonita no tamanho que precisava. E já passei muito constrangimento por causa disso”, afirmou.

Essa realidade está começando a mudar. De olho no número cada vez maior de pessoas com medidas grandes segundo o Ministério da Saúde, quase 50% da população brasileira está acima do peso e 15% é considerada obesa muitos empresários estão investindo no mercado de roupas denominado plus size.

A estimativa de analistas é que o setor cresça em média 10% ao ano. Em São José, pelo menos 10 lojas oferecem esse tipo de produto e uma é especializada em peças para esse público. Parece pouco se comparado aos cerca de 15 mil estabelecimentos comerciais da cidade, mas é muito se comparado ao que existia há cerca de dois anos. “Na época só existia roupas maiores para senhoras”, disse a estilista e modelo Débora Fernandes.

Outro exemplo dessa mudança foi a realização do primeiro desfile de modelos plus size, na edição deste ano do Oscar Fashion Day maior evento de moda da região, ocorrido entre nos dias 13 e 14. O termo plus size começou a se popularizar no país há cerca de cinco anos e é usado para substituir de forma mais descolada a indicação para o tamanho ‘extra grande’.

Isso porque as roupas em tamanho especial sempre existiram, o que mudou foi a modelagem e a adaptação às tendências da moda, “No passado as peças serviam para disfarçar o excesso de peso, apagando a mulher, hoje o objetivo é realçar as qualidades com elegância”, afirmou Silvia Eloy, orientadora de moda e gerente de uma loja especializada.

Um mudança que agradou principalmente o público mais jovem. “Antes a menina se sacrificava para caber na roupa que ela gostava, hoje ela quer que a roupa da moda se adapte ao corpo dela”, disse Débora. Mas além de oferecer opções mais modernas, a modelagem é outra preocupação das confecções que atendem ao público plus size. As roupas precisam se adaptar e respeitar as características das mulheres gordinhas.

Além do peso e altura, o corpo da brasileira é dividido basicamente em três biotipos, com quadril, barriga ou seios grandes. “E na gordinha essas nuances são destacadas, por essa razão a roupa precisa respeitar isso”, disse Eloy. A loja Program, Vale Sul Shopping, é a única da cidade totalmente dedicada à moda feminina Plus Size.

Inaugurada há um ano e meio, a loja oferece desde biquinis a vestidos de festas. Com a diferença de atender manequins a partir do 44 até o 54. “Algumas clientes até se emocionam quando experimentam as roupas e descobrem que podem ficar elegantes, mesmo com um manequim fora do padrão”, afirmou.

O crescimento do mercado já chama a atenção de outros empresários. A comerciante Márcia Carina Vaz de Oliveira, dona de duas lojas de roupas femininas em Aparecida, está interessa em investir na linha plus size, mas tem dificuldades em encontrar fornecedores. “Desde que montei a loja procuro por peças maiores, mas não consigo achar fornecedores que tenham o que as clientes procuram.”

O Vale

Mercado da Moda aquece a cidade com 1.000 empregos

Entre ontem e hoje, o foco dos negócios em São José dos Campos é a moda. Com investimento de R$ 1 milhão neste ano, o Oscar Fashion Days chega à sua 12ªedição com a geração de 1.000 empregos temporários e reflexos em setores como transportes, serviços e na rede hoteleira.

Cerca de 10 mil pessoas são esperadas para assistir aos desfiles que terminam hoje, no Pavilhão de Exposições do Parque Tecnológico. Segundo a organização, os empregos temporários foram gerados nos mais variados setores, como limpeza, segurança, passadeiras, produtores artísticos e de moda, modelos, cozinheiras e profissionais para a construção dos estandes, passarela e toda a estrutura.

Só no backstage, onde ficam modelos e artistas, cerca de 300 pessoas foram contratadas para a organização.
“O evento conta com muita gente de fora. Muitos jornalistas e representantes de calçados de vários Estados”, disse o diretor da Oscar Calçados, José Oscar Constantino.

Segundo o empresário, não é possível calcular o volume de negócios que será gerado pelo Oscar Fashion Days, já que o evento tem caráter de exposição e serve para reforçar a marca dos lojas participantes 24 estão nesta edição.

“O evento é uma propaganda institucional, não é possível calcular quanto aumenta na venda das empresas. Mas com certeza aumenta, a marca fica na cabeça das pessoas”, disse Constantino. Além dos empregos diretos, o evento movimenta a rede hoteleira, restaurantes, transportes e comércio.

Para o presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José, Felipe Cury, eventos como este são importantes para movimentar o comércio da cidade. “O Oscar Fashion Days é um evento que tem poder de trazer compradores de outras cidades e Estados, além de atrair empresários para a cidade”, disse o dirigente.

Neste ano, o evento tem 10 estandes espalhados para divulgação de marcas. “O evento está muito bom este ano e estamos atingindo nosso intuito que é de divulgar nossos produto”, disse o coordenador técnico da Raiz Latina, empresa de cosméticos, Klaus Silveira, 39 anos.

Já para o desenhista Daniel Z, 43 anos, o evento é uma oportunidade de ganhar um dinheiro a mais. Ele foi contratado por uma empresa de bicicletas para fazer desenhos em camisetas. O OFD acontece em uma estrutura montada no Pavilhão de Exposições do Parque Tecnológico, às margens da via Dutra, altura do distrito Eugênio de Melo, no km 138 no sentido Rio de Janeiro.

O Vale

Simulador de Vôo é inaugurado pela Embraer

A Embraer, de São José dos Campos, lançou ontem o primeiro serviço de treinamento para pilotos e técnicos de manutenção de jatos Phenom no Brasil.O serviço é oferecido pela Embraer-CAE Training Services, uma joint-venture entre a Embraer e a CAE.

Próximo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, o centro de treinamento da CAE abriga o primeiro simulador de voo completo dos jatos Phenom na América do Sul.O anúncio foi feito na véspera da Labace (Feira Latino-Americana de Aviação Executiva), que será aberta hoje no aeroporto de Congonhas.

Segundo a Embraer, os cursos no novo centro terão início no final de agosto. Este é o terceiro centro de treinamento da ECTS e o quarto simulador completo (Full Flight Simulator – FFS) do Phenom. A ECTS também tem centros de treinamento em Dallas, nos Estados Unidos, e Burgess Hill, próximo a Londres, no Reino Unido.

“Essa nova unidade proporcionará treinamento de excelência a nossos clientes de jatos executivos no Brasil”, disse em nota Edson Carlos Mallaco, diretor de Suporte e Serviços ao Cliente, Embraer Aviação Executiva. A empresa expõe pela primeira vez no Brasil o seu maior jato executivo, o Lineage 1000, que já serve à presidência da República.

No final do ano passado, a fabricante cedeu uma aeronave do modelo para uso da presidente Dilma Rousseff (PT).
A Labace segue até sexta-feira. Os ingressos para visitar a exposição, que reúne 70 aeronaves, custam R$ 200.

O Vale