Equipamentos da Zona Azul são instalados nas ruas do Centro

A Prefeitura de São José dos Campos instalou 29 novos parquímetros em 13 ruas do centro. Os aparelhos começam a funcionar nesta quinta-feira. Os equipamentos foram implantados em algumas das principais vias, como Sebastião Humel, Siqueira Campos, Francisco Saes e Major Antônio Domingues.

Com o pacote, o centro passará a ter 573 novos pontos de estacionamento rotativo, incluindo 13 vagas para deficientes e 18 para idosos. A região conta hoje com 1.204 vagas para carros e 36 bolsões para motos espalhados em cerca de 30 ruas.

O objetivo da Secretaria de Transportes é garantir mais mobilidade e ampliar as s alternativas de estacionamento. Apesar de ampliar a oferta de vagas de Zona Azul, a medida gerou polêmica, principalmente entre moradores da rua Major Antônio Domingues, que já preparam um abaixo-assinado pedindo explicações à prefeitura.

A via recebeu dois novos parquímetros. O dentista Gustavo Henrique Rennó Resende, 26 anos, disse que levou um susto ao visitar a tia e a namorada, que moram na rua. “Grande parte da rua é residencial e o parquímetro muda negativamente dia a dia de quem mora ali. Não concordo com medida, que é unilateral”.

Segundo ele, moradores e comerciantes deveriam ter sido consultados e comunicados com antecedência. Já a dona de casa Wilma Labela, 75 anos, que mora na rua Major Antônio Domingues, elogiou a iniciativa, que segundo ela vai aumentar a presença dos marronzinhos e deixar a via mais segura. “Eu gostei da instalação dos parquímetros.”

A Secretaria de Transportes informou que o objetivo da implantação dos novos parquímetros é aumentar a rotatividade de veículos e agilizar o tráfego onde os motoristas encontram dificuldade para estacionar. Sobre as reclamações dos moradores de que não foram consultados, a pasta informou que desde agosto último vem tratando da mudança através de reuniões realizadas com a população, comerciantes e ACI (Associação Comercial e Industrial).

O Vale

Camelódromo cobrará taxa para manutenção de Ambulantes

A Prefeitura de São José dos Campos vai cobrar uma mensalidade de até R$ 150 dos ambulantes da região central pelo uso dos cameló-dromos, que devem começar a funcionar em abril. A taxa é pela concessão de uso do espaço público os centros de comércio popular foram construídos na entrada da Rodoviária Velha e na lateral da Praça João Mendes (Sapo).

A prefeitura também irá cobrar dos ambulantes o custo da manutenção dos espaços, como energia, água e limpeza, e o valor dos boxes que foram construídos. Ambos os valores ainda não foram definidos. A previsão da Adei (Associação de Economia Informal), que reúne a maioria dos ambulantes do centro, é que a despesa de cada ambulante seja de aproximadamente R$ 200 mensais.

“Não pode ultrapassar este valor porque senão fica inviável para o ambulante. A vantagem é que agora vamos passar a ter um patrimônio. Não será mais necessário levar e trazer os produtos todos os dias”, afirmou Antônio Batista Gonçalves, o Tonico Pipoqueiro, presidente da entidade.

Segundo ele, os 42 ambulantes que vão se instalar na lateral da Praça do Sapo vão pagar a taxa de R$ 100 pelo uso do espaço público. Já os 89 ambulantes que optaram em ir para a Rodoviária Velha vão pagar R$ 150 por mês. A cobrança vai render R$ 17,5 mil aos cofres públicos.

Hoje, ambulantes e prefeitura vão se reunir em três diferentes horários para acertar os últimos detalhes sobre a abertura dos espaços e começar a traçar as normas de funcionamento. As reuniões estão agendadas para as 9h30, 13h30 e 16h e serão realizadas na sede da Secretaria de Defesa do Cidadão, na zona leste. A expectativa é de que os camelódromos passem a funcionar em abril.

A Secretaria de Defesa do Cidadão não informou ontem se existe prazo definido para a concessão do uso dos camelódromos. De acordo com a pasta, foi gasto R$ 500 mil na construção do camelódromo da rodoviária. A construção dos espaços é promessa de campanha do prefeito Eduardo Cury (PSDB) há 7 anos.

O Vale

Centro de Zoonose intensifica vacina contra raiva na cidade

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) (Rua George Willians, 581), no Parque Industrial, realiza neste sábado (25) a última etapa da intensificação de vacinação contra a raiva em cães e gatos. O horário de funcionamento será das 8h às 17h.

Durante este fim de semana, das 9h às 16h, a equipe volante do CCZ vai percorrer os seguintes bairros rurais: no sábado (25), a vacinação será nos bairros Machado, Óleo Pardo, Santa Cruz, Martins, Canelar, Água Preta, Lavras e Fartura; no domingo (26) na Vila Alpina, Condomínio Fazendão (antigo Coelho Cabrito), Benedito Cassiano e Água Soca.

Para participar da campanha basta comparecer ao CCZ com o animal e um documento com foto do dono. Os proprietários de animais já imunizados devem levar as cadernetas de vacinação. Como medida de segurança, a recomendação do CCZ é para que os animais sejam conduzidos com coleira, guia e, de preferência, levados por uma pessoa adulta.

Quem não puder levar o animal para ser vacinado neste fim de semana, pode se dirigir ao CCZ que oferece a dose de segunda à sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h30. O objetivo da intensificação é prevenir a ocorrência de casos de raiva urbana por meio da imunização de cães e gatos em São José dos Campos. O último registro da doença na cidade foi em 1981.

A raiva é uma doença infecciosa aguda que depois de instalada é sempre fatal. Ela é causada por um vírus que se alastra pelo sistema nervoso central, levando ao óbito após curta evolução. Todos os animais mamíferos são suscetíveis à doença. A transmissão se dá pelo contato da saliva do animal contaminado. A principal característica da doença é o aumento da agressividade do animal infectado. A imunidade é adquirida por meio da vacinação.

Prefeitura Municipal

Mais de 300 foliões percorrem centro da cidade

Esbanjando alegria e bom humor, o tradicional bloco Pirô-Piraquara, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, arrastou mais de 300 pessoas pelas ruas do centro de São José, na noite de ontem, na abertura oficial do carnaval na cidade.

Misturando fantasias folclóricas e tradicionais a personagens de desenhos, os foliões partiram da praça Afonso Pena, às 19h, atraindo moradores e comerciantes para acompanhar o bloco. O itinerário do Pirô mudou neste ano, preferindo um roteiro pelo centro.

O bloco saiu da praça e pegou as ruas centrais 15 de Novembro, Sebastião Hummel, Carvalho de Araújo e 23 de Maio, alcançando a praça Nenê Cursino, na Vila Maria, onde houve a dispersão, perto das 22h. Bonecões e tocadores de tambores, além da corte do Carnaval de São José, serviram de abre-alas para o Pirô, que trouxe a banda de Santana para animar a festa.

O repertório trouxe marchinhas de Carnaval, o hino do bloco e músicas populares. A diversão foi garantida. “É a quarta vez que saio no Pirô e não tem coisa mais gostosa”, disse a aposentada Léia Moraes, 68 anos, ostentando um barrigão de borracha, igual ao da “supergrávida” de Taubaté. A fantasia se completou com uma placa, que dizia: “Pirô? 4 meninas?”.

Par a gestora do Grupo Piraquara, Flávia Diamante, a importância do Pirô-Piraquara é levar o folclore regional, misturado à alegria do Carnaval, para o público da cidade. “O bloco é uma grande ferramenta que temos para divulgar o folclore, como música, dança, alegorias e fantasias”, afirmou Flávia.

A partir deste ano, quando completou 25 anos, o Pirô passa a ser administrado pelo Centro de Estudos da Cultural Popular, que faz a gestão do Museu do Folclore, no Parque da Cidade. Para Ângela Savastano, presidente do Centro, o objetivo do bloco é fazer com que todo mundo comemore o carnaval com os foliões do Pirô. “É um Carnaval como antigamente, cheio de alegria”, afirmou ela.

Além dos tradicionais foliões do bloco, o Pirô contagiou muitos jovens e até crianças que, com seus pais, dançaram ao ritmo das marchinhas de Carnaval. O bloco trouxe ainda uma ala de agentes ambientais da Urbam.

O Vale

Prefeitura pretende ampliar Zona Azul na cidade

A Secretaria de Transportes de São José dos Campos vai ampliar a Zona Azul no centro da cidade com a criação de mais 573 vagas de estacionamento rotativo em 30 vias públicas da região. As novas vagas serão disponibilizadas a partir da próxima segunda-feira. Esta será a maior expansão do sistema após a implantação do controle de estacionamento rotativo por parquímetros ocorrida em 2006.

Segundo a pasta, o pacote inclui 13 vagas para deficientes e 18 para idosos, além de 10 novos bolsões para motocicletas. Atualmente, o centro possui 1.204 vagas para carros e 36 bolsões em vias públicas. A medida representará um aumento de 47% na disponibilidade de vagas.

A Zona Azul será expandida em ruas e avenidas que já possuem bolsões de estacionamento e em logradouros que não, como a rua Antonio Saes, que será integrada ao sistema.

Outras ruas e avenidas que terão mais vagas são Romeu Carnevalli, Capitão Roberto Ferreira Maldos, Mário Galvão, Carvalho de Araújo, Siqueira Campos, Sebastião Hummel, Joaquim Bráulio de Melo, Dolzani Ricardo, Vilaça, Claudino Pinto, Humaitá, Costanzo de Finis, Major Antônio Domingues, praça Kennedy e na rua Eugênio Bonadio.

O secretário municipal de Transportes, Anderson Farias Ferreira, disse que a expansão da Zona Azul resultou de reuniões realizadas pela pasta com lojistas e entidades do comércio. “A ampliação do sistema rotativo de estacionamento demonstra a importância do centro, que é uma região muito procurada”, afirmou.

Segundo ele, com a expansão, a expectativa é que a rotatividade de estacionamento em vias públicas controladas pela Zona Azul seja maior. Ferreira disse ainda que a ampliação do sistema no centro chegou ao limite. “Agora, não há mais espaço para a criação de vagas”, disse. São José dos Campos fechou o ano de 2011 com uma frota de 352.203 veículos.

Além do centro da cidade, atualmente há sistema de Zona Azul na Vila Ema (40 vagas para carros, bolsões para seis motos), avenida Andrômeda, no Jardim Satélite, região sul, (178 vagas para carros, 78 para motos) e no Jardim Paulista (26 vagas para carros, 16 para motos).

O secretário informou que a pasta estuda outras regiões da cidade para a expansão da Zona Azul fora do ‘miolo’ do centro da cidade. Entre as localidades analisadas estão o Jardim Aquarius, região oeste, e avenidas Nove de Julho e Paulo Becker, entre outras. “Por enquanto, não há previsão de implantação da Zona Azul nesses locais”, disse o secretário

No ano passado, a prefeitura arrecadou cerca de R$ 264 mil com o sistema, que é operado pela empresa Serttel. Para este ano, a previsão é arrecadar R$ 338 mil. Os recursos são utilizados em melhorias no sistema de trânsito.

O Vale

Para melhorar trafego, rua da cidade tem sentido alterado

Para melhorar o tráfego de veículos e a segurança de pedestres e motoristas na região da Avenida São João, no Jardim Europa, a Rua Artur Neiva teve o sentido de circulação alterado.

A via, que até então tinha dois sentidos, passa a ter mão única para quem está na Avenida São João e se dirige a Rua Carlos Chagas.Quem utilizava a Rua Artur Neiva para ter acesso a Avenida São João passa a utilizar a Rua Professor Antônio Queiroz Filho.

O local está sinalizado indicando o novo sentido de circulação no Jardim Europa.

Prefeitura Municipal

Centro é criticado pela falta de estacionamento e segurança

O centro tradicional de São José dos Campos reúne simultaneamente qualidades e defeitos, na avaliação de usuários, moradores e de trabalhadores que frequentam o local.

Enquete realizada pelo O VALE na semana passada nas ruas comerciais da área mostra que a população considera o centro uma região completa, porque possui toda infraestrutura de serviços, mas o sentimento geral é de que o centro está “meio esquecido”.

Entre os principais problemas apontados pela comunidade estão a falta de segurança, principalmente no período noturno, de iluminação mais adequada e de vagas de estacionamento nas ruas e avenidas e em espaços particulares.

“Passo pelo centro somente aos sábados e percebo que um dos principais problemas é encontrar vagas para estacionar”, relatou Paulo Rogério Santos, 30 anos, metalúrgico. Na sua avaliação, a região possui boa infraestrutura de serviços e atende todo mundo, mas, se fosse revitalizado ficaria ainda melhor.

Para a dona de casa Maria Aparecida Silva, 41 anos, moradora de Santana, o sentimento de quem passa pelo centro é de local “meio esquecido, principalmente as praças”. “Sempre vou ao centro e acho as praças merecem mais atenção da prefeitura, principalmente os brinquedos”, conta a dona de casa enquanto observa sua filha Mariana, de 7 anos, se divertindo nos brinquedos da praça Afonso Pena.

Para a comerciária Mirela Kawamorita, 30 anos, paira um “sentimento de preconceito contra o centro”. “A impressão é que as pessoas sentem preconceito”, disse a comerciária. Ela avalia que muita gente só vai ao centro em extrema necessidade. “É uma região que tem quase tudo, mas falta, por exemplo, bons restaurantes, mais diversão e segurança, principalmente à noite”, afirmou Mirela.

Para o empresário do comércio Rogério Alievi, 37 anos, falta também mais iluminação. “Depois de uma certa hora, nem adianta permanecer aberto, pois os clientes afirmam que não frequentam o centro à noite por medo”, disse o lojista.

Entidades de classe, como a ACI (Associação Comercial e Industrial) e o Sindicato do Comércio Varejista cobram mais agilidade da prefeitura na execução de projetos de revitalização. “É fundamental remover os ambulantes das ruas e praças, acabar com a cadeia feminina e aumentar vagas de estacionamento, projetos que precisam sair do papel para transformar o centro e um novo polo de comércio, serviço e moradias”, disse o presidente da ACI, Felipe Cury.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista, José Maria de Faria, lembrou que a entidade trava, desde o governo do ex-prefeito Emanuel Fernandes (PSDB), uma batalha para a criação de came-lódromos e a remoção dos ambulantes. “Sem essa medida, não há como revitalizar o centro”, afirmou Faria. O Ipplan informou que este mês serão lançado os primeiros projetos para a área.

O Vale

Pesquisa Qualitativa em relação ao centro da cidade

É o que o Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento) irá apurar em uma pesquisa inédita com frequentadores e também com quem quase nunca passa pelo centro. O levantamento de campo começa este mês e deve levar 40 dias.

“A intenção é levantar os valores que a população tem sobre o centro e verificar como a região é vista pela comunidade”, explicou Cynthia Gonçalo, diretora geral do Ipplan. O trabalho integra o projeto de revitalização da área, denominado “Centro Vivo”.

Segundo Cynthia, será uma pesquisa qualitativa por extratos sociais da população e irá complementar o estudo que o Ipplan faz para a definição de projetos de revitalização do centro. Vão ser selecionados pessoas jovens e idosas, por classe de renda (A, B, C e D) baseado em dados do censo de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A proposta é formar oito grupos com pelo menos oito pessoas para os debates. “Nas entrevistas vamos levantar dados importantes para o projeto de revitalização da região e verificar se as propostas que apresentamos estão no rumo correto”, afirmou a diretora do Ipplan.

Ela relatou, por exemplo, que a pesquisa irá buscar identificar os valores que as pessoas têm ou não da região, como elas enxergam o centro hoje e como imaginam a área no futuro. ‘É uma pesquisa voltada para o urbanismo, um trabalho inédito em São José dos Campos”, frisou Cynthia.

Os resultados serão compilados e analisados sob o ponto de vista da proposta de recuperação da área. Para o presidente da AEA (Associação dos Engenheiros e Arquitetos), Carlos Vilhena Paiva, essa pesquisa é importante para os estudos técnicos do Ipplan.

O Vale

Em 2012 São José ganhará 2 novos calçadões

O centro de São José dos Campos vai ganhar em 2012 novos calçadões, com o fechamento das ruas laterais do Mercado Municipal. O plano é transformar a travessa Chico Luiz, onde está localizada a Igreja Nossa Senhora Aparecida, e a continuidade da rua Sete de Setembro, em vias para pedestres.

O projeto, elaborado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), está em fase de orçamento de custos na prefeitura. A proposta integra o plano de revitalização do centro antigo de São José, denominado “Centro Vivo”.

Arrojado, o plano prevê a recuperação das fachadas dos imóveis comerciais pelos proprietários, floreiras, bancos e nova sinalização visual. Também está previsto um sistema de iluminação especial, subterrânea, para eliminar a fiação aérea hoje existente nas duas vias.

“A intenção do projeto é mostrar para a comunidade como pode ser todo o centro de São José”, afirmou a diretora do Ipplan, Cynthia Gonçalo. Segundo ela, a recuperação das duas ruas irá valorizar todo o entorno do mercadão, que também passará por reformas.

As duas pequenas ruas possuem 88 metros de extensão cada. A continuação da rua Sete de Setembro, por exemplo, já vira um calçadão em dezembro. O trecho é fechada ao trânsito no período que antecede o Natal para facilitar as compras de final de ano pela população.

Depois que o orçamento do projeto ficar pronto, o Ipplan pretende promover reuniões com os comerciantes locais e também do mercadão para expor o projeto e conquistar a adesão dos empresários ao projeto. Cynthia explicou que na travessa Chico Luiz será reservado um espaço até a primeira entrada do mercadão para serviços de carga e descarga de mercadorias e recolhimento do lixo. “Não haverá prejuízos para os comerciantes”, garantiu a diretora do Ipplan.

Comerciantes consultados pelo O VALE disseram que aprovam a iniciativa. “Acho uma ideia boa, pois irá facilitar o acesso para pedestres. Os clientes podem ficar mais tranquilos”, afirmou Jonatas Fernandes, gerente da Eletrogames.

“Se o projeto transformar a Chico Luiz em um boulevard, acho excelente ideia”, disseo lojista Décio Gatti, da Itapoã Embalagens. Já para Roberto Pereira, da Casa do Fazendeiro, o plano é bom, desde que não deixem camelôs se instalarem no local. “Acho que pode valorizar a área”, declarou o lojista.

Na avaliação do Ipplan, os calçadões podem atrair novos empreendimentos, além de valorizar a Igreja Nossa Senhora Aparecida, transforma em Museu Sacro. “Podemos pensar em novas atividades para o museu”, afirmou Cynthia.

O Vale

ITA entrara em obras para ampliação em 2012

O reitor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), Carlos Américo Pacheco, anunciou ontem a ampliação do centro de formação do instituto. Atualmente o ITA oferece 120 vagas nos cursos de graduação e a meta é passar a oferecer 240 em 2014. O anúncio foi feito durante a cerimônia de colação de grau de 114 engenheiros.

De acordo com Pacheco, as obras devem ter início no em 2012 e durar cerca de dois anos. O projeto de ampliação, orçado em cerca de R$ 150 milhões, prevê que neste período sejam ampliados os laboratórios da instituição, as salas de aula e os alojamentos.

“Faltam engenheiros hoje no Brasil e é uma meta do Governo Federal multiplicar o número de engenheiros formados anualmente. Nós, que formamos a elite da engenharia, vamos trabalhar por esta meta”, disse o reitor.

Na manhã de ontem mais de 1.200 convidados acompanharam a formatura dos novos engenheiros.
Entre os diplomados estavam alunos de engenharia civil, aeronáutica, mecânica aeronáutica, eletrônica e da computação.

A engenheira civil de 22 anos, Maiara Condé, comemorou duplamente. Além do diploma, ela recebeu uma medalha de destaque, por manter uma média acima de 9,5 em todas as matérias durante o curso. “Sou carioca e saí de casa aos 17 anos para vir para o Ita, realizar o sonho de ser engenheira e me dediquei muito para chegar aqui”, disse.

O Vale