Prefeitura recebe verba para construção de UPA

A Prefeitura de São José dos Campos iniciou a construção da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Putim, região sudeste da cidade. A nova UPA funcionará na Avenida Rodolfo Castelli em um terreno de 12, 8 mil metros quadrados e uma área construída de 1,4 mil metros quadrados. O valor da obra é de R$ 4 milhões e o prazo de execução é de 300 dias.

Depois de pronta, a nova unidade funcionará 24 horas por dia para o atendimento de urgências e emergências para adultos e crianças. Além dos 18 leitos de observação, o prédio terá salas para atendimento de urgências, observação infantil e adulto (masculino e feminino), classificação de risco, brinquedoteca, exames, inalação (infantil e adulto), curativo, hipodermia, eletrocardiograma, raios X, esterilização, posto de enfermagem.

A UPA vai atender principalmente os moradores da região sudeste que abrange os bairros do Putim, São Judas Tadeu, Jardim do Lago, Jardim São Leopoldo, Vila Adriana, Jardim Santa Rosa, Jardim Santa Júlia, entre outros. A população de abrangência é de cerca de 60 mil habitantes.

Prefeitura de São José

Obras de Melhorias no Vicentina Aranha começa agora

Seis anos depois de comprar o Parque Vicentina Aranha, a Prefeitura de São José dos Campos decidiu restaurar o primeiro dos sete pavilhões do complexo. O recurso para o serviço, estimado em R$ 800 mil, foi liberado na última semana e mostra o fracasso da administração em obter verbas com a iniciativa privada para a recuperação do parque.

Em 2006, quando comprou o Vicentina Aranha da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia por R$ 22 milhões, o governo Eduardo Cury (PSDB) informou que a recuperação dos pavilhões teria que ser custeada pelo terceiro setor porque já tinha investido recursos públicos com a aquisição.

O primeiro edifício que será recuperado é o Alfredo Galvão (um dos menores com 194 metros quadrados). O restauro deve começar no final do ano, após o processo licitatório, e deve durar 12 meses. A meta é que parte do custeio da obra venha de doações das empresas.

O objetivo da prefeitura é transformar o edifício em ‘chamariz’ para obtenção de recursos com a iniciativa privada. O pavilhão será transformado em um showroom, que vai divulgar as propostas de transformar o parque em centro de cultura.

“Hoje, só temos papel para apresentar aos futuros parceiros. Com o restauro do Alfredo Galvão, as empresas da cidade poderão ver com mais precisão nosso projeto para o parque”, afirmou Ângela Tornelli, diretora da Ajfac (Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cultura), entidade gestora do parque.

No boletim de prestação de contas da Ajfac, Vítor Chuster, diretor do Comphac (Conselho Municipal de Patrimônio Histórico), disse que o pavilhão se transformará em um ‘cartão-postal’. “Para que as empresas vejam a importância desse trabalho e contribuam com investimentos”, afirmou Chuster.

Desde a compra do parque, a prefeitura tenta levantar verbas com empresas por meio de leis de incentivos fiscais e doações, mas até agora só conseguiu arrecadar cerca de R$ 170 mil. O montante não tem representatividade se for considerado o valor necessário para as obras de restauração de todas as edificações do Vicentina Aranha, que tem um custo estimado em R$ 32 milhões.

Sem o dinheiro das empresas, o uso do Vicentina Aranha que conta com uma área de 85 mil metros quadrados se limitou à pista de caminhada. Cerca de 3.500 pessoas vão ao parque todos os dias. O projeto de restauro do Pavilhão Alfredo Galvão que conta com três salas já foi aprovado pelo Comphac.

Segundo o projeto, a sala de entrada será ponto de informação sobre atividades e funcionamento do complexo. A segunda sala terá um museu interativo, que contará a história, enquanto a última mostrará as propostas para o parque, que deverá ter restaurantes e cafeterias.

O Vale

Governo Federal pretende liberar verba em 2013 para saúde

O governo federal adiou para 2013 liberação de verba para construção de UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) em São José, que seriam erguidas no Novo Horizonte (zona leste) e no Campo dos Alemães (zona sul).

Com o adiamento, a cidade perderá R$ 5,2 milhões dos recursos previstos pelo Ministério da Saúde e deixará de construir unidades de emergência em regiões de alta demanda de atendimento, podendo sobrecarregar o Hospital Municipal.

“Temos um vazio sem UPAs do Novo Horizonte até o Alto da Ponte. Então, os pacientes acabam recorrendo ao Hospital Municipal”, disse o secretário de Saúde, Danilo Stanzani. Com cinco UPAs funcionando , a prefeitura finaliza a licitação para construir a UPA do Putim, na zona leste, para a qual está prevista liberação de verba do governo federal ainda este ano.

“Vamos construir a UPA do Putim com ou sem dinheiro federal. Já existe previsão no orçamento de São José para esta unidade”, afirmou Felício Ramuth, assessor de Planejamento de Comunicação do governo Eduardo Cury (PSDB).

Ele teme que ocorra com a obra o mesmo problema do restauro da Igreja de São Benedito, que custou R$ 1,3 milhão e deveria ter sido feito com dinheiro do governo federal. “O dinheiro chegou atrasado e fizemos a obra com recursos próprios. Depois, só conseguimos R$ 160 mil de reembolso”, disse Ramuth.

O Ministério da Saúde informou que liberará este ano verba para construção de uma UPA em São José. O atraso na liberação de verbas da União para a saúde de São José serviu ontem de combustível para a disputa eleitoral entre PT e PSDB, partidos que novamente deverão polarizar a disputa pelo Paço.

Os tucanos voltaram a acusar o governo petista de atrasar a transferência de verbas para o município. “Não temos nenhuma resposta oficial sobre a UPA do Putim ou sobre as outras duas unidades”, disse Ramuth. Já os petistas defendem o governo federal e acusam a administração tucana de perder recursos por não enviar corretamente os projetos.

“O governo federal tem agido de forma republicana, atendendo todas cidades independentemente do partido. São José perde verba por não ter projeto”, afirmou Angela Guadagnin, líder do PT na Câmara.

O Vale

Prefeitura melhorias nas ciclovias da cidade

Após reclamações de ciclistas, a Prefeitura de São José dos Campos anunciou que vai investir até o final do ano R$ 7 milhões na construção de novas ciclovias. O montante representa quase o dobro do investido no ano passado R$ 4,3 milhões com a implantação de 20 quilômetros de faixas destinadas aos ciclistas.

De acordo com a Secretaria de Transportes, serão construídos 29 quilômetros de ciclovia até dezembro. Entre as principais pistas está a ligação da Via Oeste, no Jardim Colinas, com a avenida Benedito Matarazzo, marginal da Dutra, na zona sul.

Projeto prévio da pasta mostra que essa faixa vai ter cerca de três quilômetros de extensão passando pela avenida Miguel Naked, Supermercado Extra, Colégio Objetivo, novo Fórum, que está em construção, chegando até a passarela de acesso à zona sul pela marginal Benedito Matarazzo.

“Para fazer essa ciclovia, vamos precisar fazer uma passarela naquela ponte da avenida Jorge Zarur, marginal do Vidoca, próximo à Faap”, afirmou o secretário de Transportes de São José, Anderson Farias Ferreira. “Vamos colocar essa passarela para que o ciclista não tenha que passar pela Jorge Zarur, que é uma via de trânsito rápido, e com isso trafegue em segurança”, afirmou.

Também está prevista a construção de novas ciclovias nas zonas sul e sudeste da cidade, como na rua João Rodolfo Castelli, no São Judas Tadeu. Dados oficiais da prefeitura referentes a setembro do ano passado mostram que em toda a malha viária da cidade existiam apenas 18 ciclovias. Dessas, 12 considerada retalhos por ciclistas por terem menos de dois quilômetros de extensão e não oferecerem ligação entre as diferentes regiões da cidade.

Juntas, essas ciclovias somavam cerca de 52 quilômetros de extensão –o que representa menos de 5% da malha viária urbana. Em dezembro, a prefeitura informou que estavam em construção 17 quilômetros de novas ciclovias.

O ciclista Adolfo Querino Luiz, 36 anos, promove passeios semanais de bicicleta em São José e usa o veículo como meio de transporte. Segundo ele, o investimento só terá resultado se a administração construir faixas segregadas à pista destinada para carros. “Só pintar uma faixa no canto da via como já foi feito em outros lugares não adianta nada porque não traz nenhuma segurança”, disse.

Segundo ele, também é importante que a prefeitura faça faixas que liguem diferentes bairros ao centro. “Só fazer pistas dentro dos bairros não ajuda muito a rotina de quem usa a bicicleta para se locomover”, afirmou.

A Prefeitura de São José também trabalha desde o começo do ano passado na implantação do programa ‘Pedala São José’, que vai criar circuitos especiais aos ‘bikers’ aos domingos. Um dos circuitos será no Urbanova, zona oeste. O outro prevê ligar os parques Santos Dumont, no centro, com o da Cidade, zona norte.
Ambos os projetos estão na fase final, mas ainda não têm prazo para sair do papel.

O Vale

Prefeitura preve alto gasto com o carnaval 2012

A Prefeitura de São José dos Campos irá destinar R$ 438 mil para o desfile das escolas de samba do Carnaval de 2012. O valor é 5% superior ao deste ano. A verba será repassada à Liga das Escolas de Samba por meio de um convênio com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

O projeto de lei que determina o valor a ser gasto com os desfiles foi aprovado pela Câmara no último dia 15 de dezembro.

O Carnaval em 2012 será no dia 20 e 21 de fevereiro. A Prefeitura ainda não definiu quando serão os desfiles das escolas de samba. No Carnaval 2011 a escola de samba vencedora foi a Estrela de Prata. Conseguiu o título depois de nove anos na vice-liderança.

A agremiação da Vila Maria levou para a avenida o enredo com a história dos últimos dez anos da escola, que conseguiu dos 24 jurados 192,5 pontos. A vice-campeã do desfile foi a escola Sol Nascente. A escola Filhos do Sol ficou na terceira colocação.A assessoria de imprensa da prefeitura informou que cerca de R$ 500 mil devem ser gastos com a infraestrutura da festa em 2012. A verba deve ser gasta com bandas e trios-elétricos, entre outros.

O Vale

Prefeito assina conta para receber verba do BID

O prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), assinou ontem a abertura de uma conta especial na Caixa Econômica Federal para receber os repasses do convênio com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

O governo irá receber em cinco anos, US$ 86 milhões (cerca de R$ 160 milhões). O convênio prevê ainda que o município ofereça uma contrapartida de US$ 92,4 milhões (R$ 171 milhões). A abertura oficial da conta foi acompanhada pelo superintendente regional da CEF, Julio César Volpp Sierra, no salão nobre do Paço.

Segundo Cury, o governo deverá utilizar apenas R$ 20 dos recursos pleiteados. “Acho impossível gastar tudo em 2012, mas iremos iniciar o projeto executivo de obras viárias e ampliar os parques públicos”, disse. A primeira parte dos recursos, cerca de US$ 4,2 milhões, equivalente a 5% do total do empréstimo, será depositada em janeiro de 2012.

A primeira remessa será utilizados para a elaboração de projetos executivos de vias expressas como a Cambuí e a Via Banhado, para a construção de novos PEVs (ponto de entrega voluntária de resíduos), para implantação do plano diretor de informática da Prefeitura e para a aquisição das áreas dos novos parques ambientais Boa Vista (Altos de Santana) e Itapuã (Eugênio de Melo).

Os recursos restantes serão destinados a projetos ambientais, de infraestrutura urbana, de gestão de transporte e de fortalecimento institucional.Até o fim do ano que vem, serão feitos outros três repasses do BID.

O Vale

No último ano de mandato, Cury investe em lazer

Em seu último ano de mandato, o prefeito de São José, Eduardo Cury (PSDB), vai investir R$ 12 milhões em obras de lazer e esporte na periferia da cidade. Serão 14 novas obras, entre elas, a construção de quadras e de centros poliesportivos, campo de rugby e urbanização de praças. A maior parte está nas regiões leste e sul da cidade.

Também está prevista a instalação de 30 academias ao ar livre em toda a cidade, com um investimento estimado de R$ 1,5 milhão. A previsão é que todas as obras do pacote sejam entregues em 2012 para se somar a outros investimentos iniciados este ano, como o da Arena Municipal, avaliada em R$ 33 milhões.

Orçamento. Todas as obras previstas estão vinculadas à Secretaria de Esportes, que terá um orçamento de R$ 43,8 milhões em 2012 valor 19% maior que 2011, que irá fechar o ano com R$ 36,8 milhões. Segundo o secretário de Esportes de São José, Sérgio Theodoro, a prioridade do governo em 2012 é investir no “esporte educacional”. Uma das principais obras apontadas é a construção de um campo de rugby no bairro Campo dos Alemães, obra avaliada em R$ 2,5 milhões.

“Em 2012, iremos ampliar a oferta de vagas em esportes como o rugby, que cresce em todo o Brasil e que será modalidade olímpica em 2016, mas de uma forma mais educacional. Lá, as crianças também poderão se alimentar.”

Outra obra citada foi a Arena Municipal. “É a principal obra do governo. Com esse espaço poderemos investir em esportes de alto rendimento como basquete e futsal.” Também estão previstas obras de reforma na Casa do Jovem, em Santana, no valor de R$ 1,5 milhão, e no Centro Comunitário do Alto da Ponte, na zona norte, R$ 1,6 milhão.

Entre as principais obras realizadas em 2011 está a instalação de 47 academias ao ar livre e de poliesportivos no Campo dos Alemães, Jardim Cerejeiras, São Judas Tadeu e Altos de Santana. Ao todo, a pasta mantém 50 equipamentos públicos, entres poliesportivos e centros comunitários espalhados pela cidade. Juntos, eles recebem cerca de 35 mil usuários.

O Vale

Prefeito disponibiliza verba para pavimentação de Bairros

A Prefeitura de São José decidiu pavimentar os corredores de ônibus de 12 bairros clandestinos nas regiões leste, sul e norte. As obras devem começar no mês que vem e consumir mais de R$ 6,5 milhões. A previsão é de que os serviços sejam concluídos em julho.

Este será o primeiro grande pacote de pavimentação de bairro clandestinos realizado pelo governo Eduardo Cury (PSDB). A pavimentação dos núcleos foi uma das promessas do prefeito durante a campanha de reeleição em 2008.

São José tem atualmente cerca de 94 bairros em fase de regularização.O secretário de Transportes, Anderson Farias Ferreira, afirmou que as obras de pavimentação já tiveram início no Frei Galvão (leste) e Jardim Mesquita (sul).

Além deles, na região norte serão quatro os bairros contemplados Jaguari, Altos do Caetê, Mirante e Freitas. Na zona leste, serão sete pontos além do Frei Galvão, como Santa Cecília 1, Santa Ermínia, Majestik, Primavera 1, Santa Maria e Ebenezer.

Segundo ele, também foi feito a pavimentação da rua Waldemar Teixeira, no Interlagos, na zona sul. “Cerca de R$ 410 mil já foram investidos em pavimentação dos bairros em regularização”, disse o secretário. Segundo ele, outros bairros também serão contemplados.

“Temos mais corredores para fazer. Estes são os primeiros que serão executados, mas estamos escolhendo pela ordem de maior volume de viagens de ônibus.”

O Vale

No Ranking do PIB, São José subiu duas posições

O Produto Interno Bruto (PIB) de São José dos Campos alcançou R$ 22,018 bilhões em 2009, segundo relatório divulgado nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O montante representa um aumento de 6,27% em relação a 2008, quando o PIB registrado foi de R$ 20,7 bilhões.

Outro indicador que apresentou crescimento foi o PIB per capita, que passou de R$ 34.007,00 em 2008 para R$ 35.751,06 em 2009. O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo município e o PIB per capita é a participação de cada habitante nesta produção.

Esse resultado coloca São José dos Campos em destaque entre os municípios brasileiros que mostraram crescimento do PIB em 2009 em comparação com 2008. Os números fizeram com que o município subisse da 21ª para a 19ª colocação no ranking dos maiores PIBs do país. No ranking do estado, é o oitavo colocado, subindo um ponto no ranking do interior.

Segundo o IBGE, o município ocupa o terceiro lugar na geração do valor adicionado industrial do Estado de São Paulo com R$ 9.998,95 bilhões e integra o grupo dos cinco municípios paulistas responsáveis por 40% da geração do valor adicionado industrial do Estado, um dos componentes formadores do PIB.

Prefeitura Municipal

Prefeitura realiza investimento no Novo Horizonte e região

A região leste poderá ter um dos três shoppings que devem se instalar em São José dos Campos. Este foi um dos anúncios feitos pelo Prefeito e secretários municipais durante a audiência pública da noite de quarta-feira (14), no bairro Novo Horizonte, na zona leste da cidade. O encontro foi o último de uma série de 20 realizados em 2011. Participaram 175 moradores, que fizeram cem perguntas aos gestores municipais.

Na opinião do Prefeito, a instalação de um centro de compras na região leste vai contribuir para o desenvolvimento econômico da localidade, gerando empregos e favorecendo a mão obra existente no Novo Horizonte e bairros adjacentes. Ele também anunciou que o centro do bairro passará por uma reurbanização geral, incluindo recapeamento das ruas e reforma das calçadas. As obras começarão em fevereiro do ano que vem.

As principais reivindicações da população foram relacionadas às áreas de educação, segurança, transportes e obras. O secretário de Transporte confirmou que o aumento da fiscalização de trânsito na região, com a instalação de radares e lombadas eletrônicas, está no projeto para 2012. Ele acrescentou que todos os pedidos serão estudados pelos técnicos da pasta.

O secretário de Administração confirmou que a partir de janeiro os moradores terão acesso gratuito à internet. Os moradores interessados terão que se inscrever no programa, com direito a um ponto de conexão por residência.

A dona de casa Luciane Helena Ribeiro, de 47 anos, disse que a reunião foi excelente. “A Prefeitura está de parabéns pela iniciativa. Gostaria que esses encontros fossem realizados mais vezes durante o ano”, afirmou. Luciane falou ainda que a região leste, por ser muito grande, tem diversos problemas e que a audiência é uma maneira da população pedir ajuda.

Moradora do Novo Horizonte há 33 anos, Maria Célia Santos Silva definiu a reunião como muito positiva. “É a primeira vez que o encontro ocorre aqui. A ideia é muito válida, mas como a nossa região precisa de muitas melhorias, a Prefeitura deveria realizar essa conversa mais vezes”, disse a dona de casa de 60 anos.

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