Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Meio Ambiente

Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Meio Ambiente da Fibria terá caminhada ecológica em 2013.

A SIPATMA (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Meio Ambiente) da Fibria começou no último dia 21 e vai até o dia 26 de outubro. Além das tradicionais palestras sobre segurança, saúde e qualidade de vida, em 2013 o evento terá uma caminhada ecológica.

A caminhada programada para o dia 26 de outubro contará com até 50 empregados e seus familiares que vão percorrer um trajeto de 7 quilômetros  partindo do Núcleo de Educação Ambiental – NEA, passando pela Estação de Tratamento de Efluentes – ETE até chegar na fábrica de resíduos Proactiva. Para animar a caminhada, os participantes irão responder a um quiz sobre segurança e meio ambiente, aliando conhecimento e atividade física em uma programação diferenciada na manhã de sábado. A ação conta com o apoio do Projeto Rio Vivo, que este ano comemora seus 10 anos, uma iniciativa da BandVale pela preservação do rio Paraíba do Sul, além da Prefeitura Municipal e Corpo de Bombeiros cidade.

O evento. A SIPATMA começou no dia 21 de outubro com a apresentação dos jovens que integram o Projeto Batucando, desenvolvido pela  ONG (Organização Não Governamental) Instituto Santa Branca de Desenvolvimento Sustentável em parceria com a Fibria. Quinze jovens agitaram os empregados com quatro coreografias empolgantes que trouxeram ritmos variados como hip hop, axé, dança country e contemporânea.

Ao longo de toda a semana, os profissionais vão participar de palestras cujo objetivo é garantir a segurança e o bem-estar de todos. Além disso, estandes dentro da fábrica apresentarão o Programa Colmeias, que tem o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar a atividade apícola, organizando de forma sustentável a cadeia do mel por meio do uso múltiplo das florestas de eucalipto nas Unidades da Fibria. O programa proporciona a melhoria na geração de renda e na qualidade de vida das comunidades, dos produtores rurais e de suas famílias. Na ocasião, será feita a distribuição gratuita de mel para os visitantes.

O encerramento do evento, no dia 25, fica por conta da Orquestra Meninos do GAMT (Grupo de Assessoria e Mobilização de Talentos), uma ONG que atua  em Caçapava desenvolvendo projetos relacionados cultura, educação, esporte e cidadania – que também conta com o apoio da Fibria.

Premiação. No dia, 26, após a caminhada, serão conhecidos os vencedores do Concurso de Pintura São Silvestre na Cor do Seu Olhar, ação desenvolvida como parte da Campanha de Resíduos Sólidos “O que tenho a ver com isso?”, em parceria com a Prefeitura e a Fundação Cultural de Jacareí e apoio da Cooperativa Jacareí Recicla. O concurso foi destinado aos alunos do Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio das escolas EE Antônio José de Siqueira e EMEF José Eboli.

 
Programação
21/10
8h – Abertura
Apresentação do Grupo de Dança Batucando
14h –  Nutrição: onde ela pode nos levar;

22/10
10h – Será que estou preparado para uma emergência?
14h – Importância e cuidados com a atividade física;

23/10
9h – Mário Christ: uma lição de vida
11h – Como me preparar para a aposentadoria
14h – Como me preparar para a aposentadoria;

24/10
10h – O estrago que a dependência química pode causar em nossas vidas
14h – Alcoolismo: como trilhar um caminho para o equilíbrio;

25/10
10h – Plantas que curam
16h – Encerramento com a apresentação da Orquestra Meninos do GAMT;

26/10
9h – Caminhada Ecológica.

 
Sobre a Fibria
Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria possui capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, com fábricas localizadas em Três Lagoas (MS), Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Eunápolis (BA), esta última onde mantém a Veracel em joint venture com a Stora Enso. Em sociedade com a Cenibra, opera o único porto brasileiro especializado em embarque de celulose, Portocel (Aracruz, ES). Com uma operação integralmente baseada em plantios florestais renováveis, a Fibria trabalha com uma base florestal própria de 967 mil hectares em áreas localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Bahia, dos quais 341 mil são destinados à conservação ambiental. A Fibria mantém 17.785 trabalhadores, entre empregados próprios e terceiros permanentes, incluindo Portocel, e está presente em 255 municípios de sete Estados brasileiros.
Informações à Imprensa:
Kamilla Barboza
Assessora de Imprensa Fibria | Interior SP
Performa Comunicação
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(12) 9188-7437
www.performa.com.br.

Cidade tem curso para pessoas Deficientes

O Integra (Centro de Integração da Pessoa com Deficiência), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), inicia nesta semana o curso de auxiliar de departamento pessoal, com carga horária de 80 horas e previsão de atender até 20 pessoas com deficiência. Ainda há vagas disponíveis e os interessados deverão procurar a unidade para se inscrever, gratuitamente. As aulas serão ministradas toda terça e quinta-feira, das 8h às 12h. O Integra fica na Rua Machado Sidney, 145 – Centro, telefone 3909-8700.

Também estão abertas as inscrições para o curso de logística, com início previsto para o próximo dia 18. A carga horária é de 80 horas e as aulas serão às terças e quintas-feiras, das 13h às 17h. Atualmente estão em andamento no Integra os cursos de libras, de rotinas administrativas, de informática e de matemática básica. Assim que os cursos se encerram, novas turmas são formadas. As capacitações do Integra têm como objetivo qualificar as pessoas com deficiência para a inserção no mercado de trabalho.

Circo

Várias atividades de entretenimento também são desenvolvidas com o objetivo de socialização dos usuários. Neste domingo (16), como parte das atividades culturais e recreativas do Integra, os usuários da unidade foram convidados, com a cortesia de ingressos, a prestigiar o Circo Tihany no espetáculo AbraKadabra.

O Integra mantém cerca de 300 pessoas em oficinas que desenvolvem as habilidades e mais de 100 em diferentes cursos de capacitação profissional.  Além dos cursos regulares, o Integra realiza triagem social, avaliação médica, avaliação psicológica, avaliação física, aulas de música, aulas de artes, atendimento em terapia ocupacional, reabilitação profissional, orientações diversas, palestras e visitas. Tudo isso gratuitamente.

Entre as oficinas oferecidas estão: a de panificação, artesanato, estamparia e confecção de sacos de lixo, higienização e jardinagem. Com cerca de mil atendimentos por mês, o Integra é mantido pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, em parceria com a Avape (Associação para Valorização das Pessoas com Deficiência).

Prefeitura acaba com lixão de mais de 30 anos na cidade

A iniciativa da Prefeitura de São José dos Campos de promover um trabalho de conscientização, realizado em conjunto pela Secretaria de Serviços Municipais (SSM) e a Urbam, acabou com um lixão de 30 anos, que havia se tornado um problema crônico na Vila Santa Edwiges, região norte da cidade. O local, na Rua Conde Francisco Matarazzo, há décadas era um amontoado de entulho e lixo malcheiroso, mas agora se transformou em uma paisagem limpa e bem cuidada. A população está sempre alerta e não permite mais que ninguém suje a via.

“É a primeira vez que isso acontece. Antes ninguém se importava com esse lixão na nossa porta. Durante 30 anos convivi com o mau cheiro e uma montanha de lixo no portão da minha casa. Este novo governo está de parabéns por conseguir resolver essa situação que trouxe muitos problemas de saúde à minha família e à comunidade”, afirmou a dona de casa Maria Aparecida Souza de Paula, que mora no bairro há 33 anos.

A parceria entre a SSM e a Urbam consiste em explicar à comunidade os graves problemas de saúde que o lixo, o entulho e até animais mortos (que muitas vezes eram queimados) descartados em locais inadequados trazem e a importância da limpeza para a qualidade de vida dos próprios moradores.

“É comum limparmos uma área e logo em seguida ela já estar tomada de entulho novamente. Mas lá na Vila Santa Edwiges, a população não deixa mais que lixo seja descartado na área, que está há mais de um mês limpa”, explicou o secretário da SSM. Em razão do sucesso da iniciativa, o mesmo trabalho será levado para outros locais que também apresentam situação crítica.

Além da limpeza, a área recebeu a pintura de guias. Para a segurança das crianças, uma parte do espaço, que era invadido irregularmente por carros, também será fechada. A via receberá ainda o plantio de grama. Nesta área, durante a última limpeza foram recolhidos quatro caminhões de entulho. Além da fiscalização da própria população, a Prefeitura instalou uma placa informando o valor da multa para quem jogar entulho nas vias públicas: até R$ 15 mil e os endereços dos Postos de Entrega Voluntária (PEV’s). São José dos Campos tem 14 PEVs, que são locais onde a população pode fazer o descarte de pequenos resíduos de construção, móveis, utensílios domésticos, lâmpadas fluorescentes, pilhas, baterias e óleo de cozinha.

Entulho

A SSM recolhe todos os meses pelo menos mil caminhões de entulhos, que são jogados de forma irregular nas ruas da cidade. Isso gera um prejuízo de mais de R$ 2 milhões por ano. Um valor que poderia ser investido em serviços e melhorias para a própria população.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 17/04/2013

Hospital da cidade ganha voluntárias para ajudar grávidas

Ainda que a sua mãe biológica – a professora Almerita Teodoro de Jesus, 52 anos – estivesse presente em todos os momentos ao longo daquele dia, assim que a estudante Alessandra Teodoro Diniz, grávida aos 16 anos, deu entrada no hospital Antoninho da Rocha Marmo, por volta das 11h, ganhou uma mãe adotiva. Ela a ajudaria nas próximas horas com técnicas que aliviariam as dores pré-parto e ajudariam o bebê a vir ao mundo.

Eunice Sebben Lindemeyer, 54 anos, é professora e há oito anos trabalha voluntariamente como doula (assistente de parto) no hospital de São José. Todas as segundas e quartas-feiras, além de acalmar as futuras mamães, Eunice ajuda na indução do parto natural, evitando cesáreas.

“Somos em 13 doulas que se revezam ao longo da semana. Todas voluntárias. É um trabalho que fazemos por prazer. Ajudamos a mãe no pré-parto e depois com os primeiros cuidados com as crianças”, afirmou Eunice. Em Alessandra, foram aplicadas algumas técnicas. Ela passou parte do tempo sentada na cadeira de balanço, tomou banho de chuveiro, caminhou pelos corredores do hospital e ganhou muita, mas muita massagem lombar, aplicada ora por Eunice ora por Almerita, que aprendeu direitinho a técnica. “Elas são como mães mesmo, dão apoio físico e emocional. Não conhecia esse serviço, é excelente. Na época em que tive filhos não tinha nada disso”, disse Almerita, mãe de cinco filhos.

Apesar da pouca idade, Alessandra aguentou o longo trabalho de parto em silêncio. A cada contração forte, suas ‘mães’ se revezavam com carinhos, beijos, massagens, palavras de apoio ou simplesmente oferecendo a mão. A mãe biológica saia eventualmente para chorar, liberando a ansiedade em ver a nova neta e o nervosismo por estar a sua caçula naquela situação.

“Tenho de ser forte na frente dela. Mas o coração está apertado”, disse Almerita. “Não escondemos aqui que vai doer e que vai ser incômodo. Por outro lado, ajudamos a facilitar o parto. Ainda que a natureza mande no corpo e na hora do nascimento, tentamos fazer com que tudo ocorra de forma natural e que o bebê venha logo”, afirmou Eunice.

Depois de um exame, o parto foi definido para as 16h. Ali acabava parte do trabalho de Eunice. Almerita foi para o centro cirúrgico e acompanhou o nascimento de sua neta, às 16h31. Yasmim veio ao mundo, com 4,025kg e 18cm. Eunice, que já estava dando apoio a outras moças, aguardava Almerita e Alessandra na maternidade: queria conhecer suamais nova “neta”.

O projeto desenvolvido no Antoninho da Rocha Marmo foi trazido há oito anos pela irmã Denise Alves de Freitas, enfermeira obstetra, inspirado no trabalho realizado no hospital Sofia Feldman, de Belo Horizonte (MG). “Conheci o trabalho desenvolvido lá e fui até Belo Horizonte para trazê-lo para cá. Essa é uma forma de humanizar o parto”, afirmou a feira.

Para fazer parte da equipe, além da candidata ser voluntária, ela deve ter um determinado perfil. “Ter experiência com partos, de preferência ser mãe e transmitir tranquilidade à gestante”, disse Denise. Um curso com cerca de um mês de duração é ministrado no próprio hospital às interessadas. Nele são aprendidas técnicas que poderão ser usadas, a importância do parto natural na saúde da mulher e cuidados com a gestante e o bebê.

O Vale

Publicado em: 01/04/2013

Acidente de Trabalho afasta em média de 13 pessoas por dia

Não é praticando esporte, nem correndo um risco. Cada vez mais, moradores da região ficam feridos após sofrerem acidentes durante o trabalho. Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram que foram concedidos 5.009 auxílios-doença por acidente de trabalho em 2012 no Vale do Paraíba – uma média de 13 trabalhadores machucados por dia.

O levantamento, feito a pedido do G1, envolve 14 dos principais municípios da região, como São José dos Campos, Taubaté, Jacareí, Guaratinguetá e Pindamonhangaba e mostra ainda que no ano passado 10 pessoas receberam pensão por morte de acidente de trabalho. O balanço engloba ainda os municípios de Aparecida, Caçapava, Cruzeiro, Lorena, Campos do Jordão, Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e Cachoeira Paulista.

Segundo o INSS, os principais problemas enfrentados pelos trabalhadores são ferimentos no punho e nas mãos, fraturas e dores nas costas. “As principais causas ainda são coluna vertebral, principalmente, a região lombar. Tem bastante problema com cargas, levantamentos, que comprometem a coluna, ombro é outra área bastante acometida e membros superiores em geral, cotovelo e punho”, disse o fisioterapeuta Luciano Rosa.

Estes problemas nem sempre são simples. O funcionário Oscar Leônidas está afastado há mais de um ano do trabalho após travar a coluna  no trabalho. “Tive que procurar o médico e agora estou fazendo fisioterapia. Faço bastante e tem melhorado agora”, relatou Oscar.

Para Alex Souza que trabalhava em uma fábrica de usinagem a situação é ainda mais grave – ele está afastado há 10 anos. Isso porque durante um procedimento de limpeza, ele perdeu dois dedos da mão esquerda. A máquina que o trabalhador limpava não tinha equipamentos de segurança. “A serra cortou direto. Eram barras de alumínio bem grossas e do jeito que pegou, cortou. Eu nem vi. A mangueira de ar caiu no chão e quando eu fui pegar ela de novo que eu percebi que tinha cortado”, disse.

Prevenção
Para diminuir esses números, indústrias de São José dos Campos têm apostado na prevenção de acidentes. Em uma empresa da cidade, todos os funcionários são treinados e recebem noções básicas sobre como evitar acidentes de trabalho.

O técnico de segurança de trabalho, Luciano Bustamante Delmonte,  disse  que o funcionário tem que saber o risco da atividade que ele está executando. “Acima de tudo, ele tem que estar capacitado pra fazer a atividade à qual ele foi designado. Por isso, montamos ao longo do ano módulos específicos de treinamento voltados tanto para área do trabalho, para a área ambiental como pra saúde também”, disse.

G1 (Vnews)

Publicado em: 25/02/2013

Chineses tentam se acostumar com novos hábitos

Ainda tímidos, meio sem jeito, e ‘arrastando’ o português, os chineses começam a chegar na região para trabalhar em duas empresas que devem gerar milhares de empregos, a Chery, em Jacareí, e a Sany, em São José.

O número de chineses que virão ao Vale não foi divulgado pelas fábricas, mas estima-se que cerca de 3.000 virão inspecionar as obras e o início dos trabalhos até o final de 2013. A maioria deve trocar o país oriental pelo ocidental pelo período de três anos. E nesse prazo, terão que se adaptar aos costumes e à comida brasileira.

“O ambiente é muito bom”, disse pausadamente Zhou Jian, engenheiro de qualidade da Sany, 28 anos. Agora, ele é chamado de Victor, um nome de ‘guerra’, mais fácil de ser pronunciado pelos colegas na região. Da casa dos pais onde morava em Xangai –a maior cidade da República Popular da China e uma das maiores áreas metropolitanas do mundo, com mais de 20 milhões de habitantes direto para um apartamento no Jardim Aquarius, na região oeste de São José.

Há três meses na cidade, Jian já tem sua opinião. “É fácil morar aqui. As pessoas são muito simpáticas”. A maior dificuldade de adaptação apontada pelos chineses é a língua portuguesa. “É muito difícil de aprender e falar”, disse Jian, que há um mês faz aula particular com uma professora de português.

Mesmo assim, eles tentam se comunicar e fazer amizades em um país com costumes e tradições completamente diferentes com o que estavam acostumados. Eles foram buscar no esporte uma maneira de interagir entre eles e os moradores da região. Durante a semana, o ponto de encontro ocorre na praça Ulysses Guimarães, no Aquarius. Lá, eles jogam basquete e praticam corrida. “Aqui é um pouco quente. E aqui fora, o ar é fresco.

Gosto de ver as pessoas”, disse o engenheiro. O tempero brasileiro agrada uns e desagrada outros. “A comida é muito, muito diferente, tem muito tempero. Não gosto. Prefiro frutas como laranja, manga e limão”, afirmou Jian.

Já seu colega de corrida, Wang Ji, engenheiro da Sany, 28 anos, gostou de churrasco. “Adoro churrasco. É muito famoso, mas um pouco caro”, disse Ji, que não fala português e conta com a ajuda de Jian. Jian e Ji tentaram mostrar uns passos da dança, mas não levam muito jeito. Ji prefere música sertaneja. “Gostei de Luan Santana”, disse.

No Carnaval, alguns funcionários da Sany desfilaram no Escola Unidos do Álcool, cujo tema era a China. A Chery vai operar nos setores de funilaria, montagem e pintura e estará concluída no segundo semestre de 2013. Já a Sany, inaugurou em maio a linha de montagem de guindastes sobre caminhão.

De olho em uma das 3.000 vagas de emprego que devem ser abertas pela Chery em Jacareí, o bailarino Danilo Ferreira Barros, 28 anos, aproveitou o projeto da prefeitura da cidade em parceria com a Unesp (Universidade Estadual Paulista) e tratou de correr atrás de aulas de mandarim.

“Vi como uma boa oportunidade de melhoria de qualidade de vida e conseguir um emprego melhor”, disse ele. Dos seis exames de proficiência, aplicados no Instituto Confúcio, em São Paulo, Barros já foi aprovado em um com 190 pontos a prova valia 200.

Para ele, escrever é mais difícil do que falar. “É muito diferente, não tem conjugação. Tem que ter muita vontade e disciplina porque vale a pena. Tenho certeza que estou mais qualificado e capacitado para concorrer aos postos de trabalho”, afirmou o bailarino.

Para a professora de mandarim, Li Yingying, 24 anos, falar bem o chinês pode significar um trabalho melhor. “Acredito que uma pessoa pode ser mais competitiva se ela falar fluentemente tanto inglês quando chinês”, disse. Para concorrer a uma vaga, é preciso ter ensino fundamental completo. Segundo a Prefeitura de Jacareí, são nove módulos e 280 pessoas estão na lista de espera.

O Vale

Publicado em: 07/01/2013

Hoje (05), a Urbam homenageia funcionários antigos

A Urbam realiza nesta quarta-feira (5), às 13h30, uma homenagem aos funcionários que completam 25, 30 e 35 anos de trabalho. O evento faz parte da comemoração pelos 39 anos da empresa. Neste dia, a Urbam entregará uma placa de homenagem aos 26 funcionários, e num ato simbólico, será cortado o bolo em comemoração à data festiva.

Com o objetivo de preservar e valorizar a própria história, reconhecendo os personagens que marcaram a sua trajetória, a Urbam lançou em 2009 o programa “Gente da Nossa História” – uma homenagem às pessoas que dedicam parte de suas vidas à rotina diária de construir, organizar e transformar a cidade, sempre melhorando a qualidade de vida da população.

A Urbam foi fundada em 10 de outubro de 1973, com a proposta de gerenciar e executar uma variada gama de serviços de infraestrutura essenciais para a comunidade joseense. A empresa realiza obras de alta complexidade como o Hospital Municipal e o Centro de Referência Lucy Montoro, além de obras antienchente, entre outras.

A Urbam é responsável pela Gestão Integrada da Limpeza Urbana, que envolve a varrição de vias públicas, o sistema de coleta de resíduos e todo o processo de tratamento e disposição final destes resíduos na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos (ETRS), que compreende o Centro de Triagem de recicláveis e o Aterro Sanitário.

A atuação da Urbam abrange ainda todo o Serviço Funerário da cidade, Administração dos Cemitérios, Terminal Rodoviário, Estádio Martins Pereira, Desenvolvimento de Informática e execução de Obras em geral.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 05/12/2012

Saúde afetada em todas as áreas da cidade

A demora na marcação de consultas, exames e outros procedimentos nas unidades de saúde de São José dos Campos afeta o atendimento no Hospital Municipal, na Vila Industrial, região leste. Maior e mais bem equipado hospital da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, o HM tem por vocação, segundo a própria direção da unidade, atender casos de traumas e problemas de saúde de alta complexidade, incluindo cirurgias.

No entanto, milhares de pacientes da rede municipal de Saúde que deveriam ter seus problemas resolvidos nas unidades básicas procuram o hospital na tentativa de passar mais rapidamente pelo médico ou de conseguir um exame.

Os números do Pronto-Socorro do HM comprovam o desvio. De 24 mil pessoas atendidas por mês no PS, quase 15 mil não são casos de emergência ou urgência, vocação do hospital. Atender esse contingente de pessoas querendo trocar a receita do remédio, pedir atestado médico ou fazer um check-up, todos serviços que deveriam ser feitos nas unidades básicas, compromete 20% da estrutura do Hospital Municipal.

“É como ter um canhão para matar formigas”, disse o superintendente do HM, Carlos Maganha. A condição ideal, segundo ele, seria ampliar o atendimento na rede básica para desafogar o número de pacientes que recorrem ao HM sem necessidade. A mesma posição é defendida pelo médico Itamar Coppio, eleito vice-prefeito de São José dos Campos. “Deve ser restrito à emergência.”

O excesso de pacientes no PS do hospital acaba provocando demora no atendimento e insatisfação nos usuários. Desde 2007, foi adotada classificação de risco para demanda do PS. Os pacientes são atendidos por enfermeira que os separa em cores e prioriza atendimento.

Azul e verde são casos menos graves e que terão que esperar para ser atendidos por ordem de chegada. A maior parte da reclamação contra o hospital vem desse público. Já vermelho e amarelo são pessoas em estado grave e com risco de morte que devem ter o atendimento priorizado. Para esse público, segundo o hospital, o índice de satisfação é muito alto. “Não vemos reclamações destas pessoas”, afirmou Maganha.

Prestes a passar pela quinta operação no HM, Sebastião Sabino de Souza, 62 anos, elogia o serviço prestado na unidade, embora critique as instalações. “É preciso melhorar a acessibilidade”, disse ele, que é cadeirante. Quanto ao sucesso das cirurgias, porém, ele não tem do que reclamar. “Sou quase sócio do hospital e sou sempre muito bem tratado.”

O Vale

Publicado em: 31/10/2012

Em parceria, Provisão quer inserir Deficiêntes Fisícos

Cursos de língua espanhola, braile, mecanografia, soroban e informática visam capacitar alunos e contribuir para o cumprimento da Lei de Cotas. São José dos Campos, 30 de agosto de 2012 – A Procuradoria do Trabalho de São José dos Campos (Ministério Público do Trabalho), mediante iniciativa pioneira, firmou parceria com o Próvisão com o objetivo de proporcionar a capacitação profissional de pessoas com deficiência visual.

A parceria entre o Ministério Público do Trabalho e o Próvisão tem como meta aumentar o cumprimento da lei nas empresas da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte. Além do aprendizado, o curso de capacitação profissional do Próvisão realizará a interface junto às empresas da região visando oportunizar as inclusões no mercado de trabalho.

A capacitação acontece na sede do Próvisão, sempre as segundas e sextas-feiras de manhã, e as quartas e quintas-feiras à tarde. Empresas interessadas em contratar jovens capacitados pelo curso podem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone 3919-3201.

A formação contemplará desde a reabilitação até a capacitação profissional e será dividida em módulos como Braille, Soroban, Mecanografia, Informática Adaptada, Orientação Vocacional, Ética e Cidadania, Relações Humanas, Reciclagem, Empreendedorismo e língua espanhola.

A Lei de Cotas (8.213/1991), que este ano completou 21 anos, obriga a empresa com 100 ou mais funcionários a preencher de dois a cinco por cento dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência. Os custos da qualificação serão pagos com os recursos obtidos por meio de multas aplicadas a empresas da região que descumpriram a legislação.

Educação e saúde

A mesma parceria entre Próvisão e Ministério Público do Trabalho, mantém o “Programa de Orientação a Pessoas com Glaucoma.” Com o objetivo de formação de multiplicadores de conhecimento acerca das doenças a que somos expostos diariamente, o setor de humanização do Próvisão disponibiliza palestras informativas de “Educação e Saúde” com o objetivo de tornar-se um meio de promoção de saúde.

As atividades estão ligadas às prioridades discutidas e vivenciadas no ambiente hospitalar, sendo fator preponderante para educação na vida.

Sendo o Próvisão referência no tratamento da doença, são oferecidos por meio do Sistema Único de Saúde: acompanhamento médico ambulatorial, cirúrgico e dispensação de medicamentos. Deste modo, o programa de orientação permite uma assistência integral aos pacientes e seus familiares.

Sobre o Centro de Reabilitação Próvisão

Primeiro serviço criado pela entidade para atender à população, o Centro de Reabilitação Próvisão tem como objetivo inserir o deficiente visual na sociedade por intermédio de serviços de assistência a saúde focados na prevenção, habilitação, capacitação e integração social. Dentro da Integralidade à saúde destaca-se a estimulação precoce, orientação e mobilidade, atividades de vida diária, estimulação visual e comunicação alternativa.

Destacam-se também outros serviços especializados de reabilitação assim como, os serviços da gráfica Braille, empregabilidade, centro poliesportivo com destaque para o gollball (modalidade paraolímpica específica para deficientes visuais). Atualmente 168 pessoas com deficiência visual e suas famílias são atendidas na reabilitação.

Prefeitura intensifica o combate contra usuários de Crack

São José dos Campos está intensificando as ações de combate contra o crack na cidade. Além do Disque Crack, em que as pessoas podem ligar e denunciar o consumo da droga em qualquer horário, e das rondas habituais em pontos críticos, foram implantados quatro locais fixos de atuação.

Desde a semana passada, equipes fixas de abordagem atuam na Avenida Nove de Julho, Praça Romão Gomes, Rua Major Antônio Domingues e Praça Afonso Pena. O trabalho complementa a atuação das rondas de abordagem que atendem outros pontos da cidade e têm como objetivo encaminhar moradores de rua e usuários de drogas para programas sociais e tratamento em clínicas de recuperação. As equipes são formadas por assistentes sociais, educadores e profissionais da Secretaria de Saúde que integram o programa Consultório de Rua.

Na manhã da última terça-feira (21), a equipe do G1 percorreu a região no entorno do terreno do Pinheirinho e constatou pequenos grupos de pessoas morando nas ruas e usando drogas em plena luz do dia. A Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) informou que tem conhecimento do problema e que o local é ponto de visita diária das equipes de ronda. São pelo menos duas visitas por dia na região. Segundo a SDS, o trabalho para retirar essas pessoas das ruas é de convencimento, já que não se pode obrigar a sair dali nem a fazer o tratamento clínico.

Recuperação
Desde junho de 2011, a Prefeitura de São José dos Campos oferece tratamento gratuito para moradores de rua que são usuários de drogas. Desde então, já foram internados 110 pacientes. Após o tratamento, aqueles que não tinham residência ou perderam os vínculos são transferidos para uma casa de transição até que estejam totalmente ressocializados. O local tem capacidade para 50 internos. Atualmente, dez pessoas estão morando no local. Eles foram inseridos no programa Bolsa Auxílio Qualificação, em que recebem uma remuneração mensal, cesta básica e oito horas de cursos do Senai ou Senac por semana.

Para denunciar qualquer situação de mendicância, o morador pode acionar o telefone 153 para que a equipe de abordagem compareça ao local e faça o atendimento.

G1 (Vnews)