Cidade tem trabalho para combater casos de Meningite

A Secretaria de Saúde de São José iniciou ontem um trabalho de bloqueio contra a meningite entre pessoas que tiveram contato com o menino de 6 anos que morreu na cidade no último sábado, vítima da doença. Ao todo, 52 crianças e 16 funcionários da escola em que o garoto estudava, além de familiares, foram medicados com o antibiótico Rifampicina. Todos eles vão tomar duas doses por dois dias.

Segundo a secretaria, a medicação ajuda a eliminar a possibilidade de que um portador da doença que não tenha desenvolvido sintomas a transmita a outros. São José já contabiliza três mortes por meningite este ano. As duas primeiras ocorreram em janeiro as vítimas foram um adolescente de 17 anos de idade e uma mulher de 40. Segundo a Secretaria de Saúde, as três mortes não configuram um quadro de descontrole da doença.

“Esse é um número aceitável. No entanto, estamos sempre em alerta”, afirmou Cristina Alvarenga, da coordenadora de vacinas da Vigilância Epidemiológica. A meningite é uma inflamação da meninge, membrana que recobre e protege o cérebro e a medula espinhal. Agentes como bactérias, vírus e fungos podem provocar a doença. A transmissão ocorre pela saliva expelida por um portador ao tossir ou espirrar.

“Os sintomas para as crianças são febre, dor de cabeça muito forte, rigidez na nuca, vômito e diarreia. Nos bebês, pode acontecer ainda certa inquietação, irritabilidade e manchas no corpo”, disse Cristina. Nos adultos, o quadro se caracteriza por vômito, febre alta, dor de cabeça e nas articulações, rigidez na nuca e sensibilidade nos olhos. A meningite pode causar sequelas como perda da audição, problemas neurológicos e mentais e levar à morte.

A recomendação da Secretaria de Saúde é que as pessoas evitem aglomerações e higienizem sempre as mãos. Os mesmos procedimentos ajudam a prevenir a gripe A, causada pelo vírus H1N1. Este ano, São José já registrou três mortes provocadas pela doença. A prefeitura reforçou as ações de prevenção, distribuindo máscaras em unidades de saúde e cartazes de orientação nos ônibus.

O Vale

Publicado em: 09/05/2013

Cidade deixa idosos sem Vacina contra Gripe

Idosos tiveram dificuldade ontem para conseguir a vacina contra a gripe nas unidades de saúde de São José. O estoque não supriu a demanda dos postos, provocando filas e reclamações. Iniciada na última segunda-feira, a campanha da vacinação contra o vírus influenza vai até o dia 26 de abril.

“Fui ontem em três postinhos e não consegui me vacinar. Se é uma campanha, é um absurdo faltar vacina”, disse o aposentado Egídio Pinheiro Silva, 73 anos. “Eles me orientaram a voltar no sábado, quando terá mais vacinas. Mas acho errado, pois os idosos não têm como ficar perambulando pelos postinhos atrás de vacina.”

No sábado, a Secretaria de Saúde de São José terá 53 unidades vacinando pessoas contra a gripe. Serão as 40 UBS’s (Unidade Básica de Saúde) mais 13 postos volantes, em locais como supermercados, rodoviárias e farmácias. Será o “Dia D” da campanhas. Devem ser vacinados idosos com 60 anos de idade ou mais, bebês de seis meses e menores de 2 anos, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto) e portadores de doenças crônicas.

A Secretaria de Saúde informou que houve um problema de logística no transporte das vacinas que provocou a falta do medicamento nos postos. A distribuição teria sido normalizada no final da tarde de ontem. A pasta recebeu e distribuiu dois lotes de vacinas enviadas pela Secretaria de Estado da Saúde: 20 mil antes do dia 15 e 73 mil anteontem. Já foram vacinadas 14 mil pessoas.

O Vale

Publicado em: 19/04/2013

Campanha contra Influenza começa na cidade para moradores

Até o próximo dia 26 devem ser vacinadas contra a gripe todas as pessoas com 60 anos de idade ou mais, bebês de seis meses e menores de 2 anos, gestantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto) e portadores de doenças crônicas. A vacinação contra a influenza começou nesta segunda-feira (15), em São José dos Campos. Neste sábado (20) será realizado o “Dia D”, quando ocorrerá um incremento nos pontos de vacinação na cidade, além dos postos de saúde.

As doses serão aplicadas em todas as 40 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), no Famme e também em 12 postos-volantes espalhados por toda cidade, das 8h às 17h.  A vacina será distribuída para todos os idosos a partir dos 60 anos, crianças (maiores de seis meses e menores de 2 anos), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), profissionais de saúde e também para os grupos de risco mediante apresentação de prescrição médica.

A meta estipulada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é vacinar 80% dessa população. No ano passado, 79.866 pessoas foram vacinadas, o que corresponde a 85,9% do público alvo. Para este ano, a expectativa é aplicar 100 mil doses da vacina em São José dos Campos. Esse número corresponde a cerca de 80% do público alvo deste ano, que é de 125.157 pessoas.

Durante toda a campanha será indispensável que a população apresente documento de identidade, carteira de vacinação e/ou atestado médico no caso de pacientes portadores de doenças crônicas. Para as gestantes, é necessária a apresentação de exame ou carteira de pré-natal.

Os médicos orientam que a vacinação de Influenza para as gestantes é segura e indicada pelo Ministério da Saúde, em qualquer idade gestacional. Para a coordenadora do programa de Imunização Municipal, Cristina Alvarenga, e responsável pela campanha de vacinação, é muito importante que todos procurem o posto de saúde mais próximo e tome a dose da vacina.

“Todas as pessoas dos grupos de risco devem tomar a vacina. Afinal, já está comprovado que a vacina pode prevenir complicações causadas pela gripe, como as infecções auditivas, pneumonia, sinusite, desidratação e outras doenças”, disse. A gripe é uma doença contagiosa causada pelo vírus influenza. Entre os sintomas da gripe estão: febre alta, tosse e fadiga extrema.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 16/04/2013

Multirão da Saúde é fechado pelo Prefeito Carlinhos

O prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT), assinou ontem as primeiras parcerias para a realização de mutirões de consultas e cirurgias, promessa de campanha que estava prevista para ser cumprida nos primeiros dias de governo, mas que somente começará a sair do papel nos próximos dias.

Foram assinados contratos para 2.307 cirurgias e 23.154 consultas e exames, no valor de R$ 3,638 milhões. Os hospitais envolvidos na parceria são Santa Casa, Pio 12, Antoninho da Rocha Marmo e GACC (Grupo de Apoio à Criança com Câncer). Nos próximos dias está prevista também a assinatura de parceria com o Próvisão. As cirurgias fazem parte do pacote lançado pelo governo para a realização de 4.200 procedimentos cirúrgicos nos próximos seis meses.

O governo do PT afirma que os mutirões já estão sendo realizados desde o início do ano, com o apoio do governo federal. No entanto, as cerca de 2.200 cirurgias que a gestão petista afirma terem sido feitas são resultado de convênios firmados pelo governo anterior, do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB).

“Esta é a segunda etapa do mutirão que iniciamos no começo do governo”, disse o prefeito Carlinhos. Ele destacou que planeja pedir mais recursos ao governo federal para ampliar os mutirões. “Já conversei com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e ele orientou protocolar pedidos junto ao Sistema de Convênios do Governo Federal”, afirmou. “Orientamos a Secretaria de Saúde para cuidar disso”, completou o prefeito.

O secretário municipal de Saúde, Álvaro Machuca, disse que os mutirões fazem parte do esforço do governo de reduzir a fila de espera pelos procedimentos. Machuca declarou que, pelos dados da pasta, a fila tem 17 mil inscritos. “É um número que precisa ser verificado. Muita gente já pode ter sido atendido na rede pública ou na particular”, disse o secretário. Na avaliação do prefeito, a demanda seria de no máximo 40% desse total.

No pacote divulgado ontem, a Santa Casa foi o hospital que recebeu maior parcela, no total de R$ 2,883 milhões, para a realização de 1.467 cirurgias e 16.074 consultas e exames clínicos. Após oito anos, o hospital volta a prestar serviço para o município. “Sempre estivemos à disposição. A Santa Casa é da população”, afirmou Benjamin Bueno, secretário da Mesa Diretora do hospital.

O Vale

Publicado em: 02/04/2013

Nova recurso na saúde adianta atendimento a pacientes

Uma novidade tecnológica recém-chegada está otimizando o trabalho das equipes de resgate da Prefeitura de São José dos Campos no atendimento aos pacientes vítimas de infarto: a luva para eletrocardiograma. O equipamento é a mais moderna ferramenta de telemedicina disponível hoje e permite que um laudo de eletrocardiograma seja emitido em apenas 4 minutos, otimizando o atendimento e contribuindo para a sobrevida do paciente.

O coordenador médico do Resgate Saúde, Fernando Fonseca Costa, explica que além da praticidade de manuseio o equipamento permite também uma grande economia de tempo no diagnóstico do infarto, uma doença comum e grave, em que cada minuto pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

“Os dados são enviados via 3G automaticamente para uma equipe de cardiologistas, da Unifesp, que analisa os dados, elabora o laudo imediatamente e nos envia ainda no local do atendimento. Uma agilidade que interfere positivamente na sobrevida do paciente”, explica o médico. O resgate de São José é o primeiro serviço de atendimento pré-hospitalar do país a utilizar o equipamento. A luva para eletrocardiograma já está em operação desde o final de janeiro. E já se mostrou muito eficaz.

Principalmente em São José, que é uma cidade que tem muitos prédios residenciais, a novidade vem sendo muito bem recebida. Afinal, a grande maioria desses prédios dificulta o trabalho do resgate, com elevadores onde não cabe uma maca.

Nestes casos, a luva ajuda a economizar tempo, quando o socorro for no 10º andar de um edifício. O diagnóstico sai enquanto a equipe pensa na logística para a retirada do paciente do local. Então, se levar dez minutos para remover o paciente, não haverá problema, pois ele estará diagnosticado, medicado e a equipe orientada para onde levá-lo, dependendo do caso.

O secretário da Saúde lembra que além do uso da luva de eletrocardiograma, que já está em operação com ótimos resultados, a expectativa é que o serviço de atendimento pré-hospitalar seja otimizado ainda mais com a chegada do SAMU.“O SAMU vem para melhorar o serviço oferecido e vai absorver todas as tecnologias de atendimento pré-hospitalar que já temos em operação”, disse o secretário.

Infarto

O infarto é uma ocorrência grave que requer atendimento profissional imediato. Pode vir precedido de crises de angina (dores no peito, muitas vezes associadas ao esforço físico) ou irromper sem qualquer aviso. Cerca de 1/3 das pessoas que sofrem infarto não sobrevive e a maioria das mortes ocorre dentro de duas horas.

Das 1.099.131 mortes ocorridas no Brasil em 2009, 99.835 foram atribuídas às doenças isquêmicas do coração, das quais 75.868 são decorrentes do infarto agudo do miocárdio, o que representa 6,9% de todas as mortes. Quase a metade dos óbitos (29.849) ocorreu fora do hospital, com destaque para o domicílio do paciente (25.220). Estes números refletem o fato de que 25 a 35% dos pacientes infartados morrem antes de receber cuidados médicos.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 28/02/2013

Crise da Saúde prejudica moradores da cidade

A decisão da Secretaria de Saúde de São José de transferir um grupo de médicos supostamente ligado à administração do PSDB provocou uma nova crise na rede, que resultou em pedidos de demissão e manifestos por meio de carta aberta e pelas redes sociais.

Cinco profissionais foram remanejados pelo governo Carlinhos Almeida (PT), todos eles servidores de carreira que ocupavam cargos de chefia no Hospital Municipal e no serviço Resgate Saúde. Eles pediram exoneração da prefeitura na semana passada, após serem transferidos para plantões aos finais de semana nas UPAS do Novo Horizonte e Campo dos Alemães. Os cinco entraram na rede como médicos emergencistas.

Parte do grupo chegou a acionar a Justiça pedindo a revisão da transferência, mas na falta de uma decisão optaram pelo desligamento. O grupo produziu uma carta aberta e criou um blog para falar da situação da rede. O fato também será denunciado ao CRM (Conselho Regional de Medicina).

O grupo alega que o temor de novas ‘listas’ de transferência gerou um clima de instabilidade na rede. A administração teria elaborado duas listas de transferências a primeira previa dez remanejamentos, mas após críticas foi reduzida.

“Não temos vinculação com qualquer partido político, mas nossos nomes foram escolhidos por sermos próximos do ex-secretário Danilo Stanzani. Não vemos uma ação de governo, mas um revanchismo”, disse o diretor clínico do Hospital Municipal, Marcos Antônio da Silva. Ele pediu exoneração do cargo de médico emergencista, mas manteve o vínculo com a SPDM, organização que administra o hospital Municipal.

“A decisão do governo ocorreu à revelia de diálogo até com a direção do Hospital Municipal”, disse Silva, que atuava na rede havia 13 anos. Segundo ele, o objetivo não é atacar a administração, mas fazer chegar à população e ao prefeito o que aconteceu. “Atitudes como essa trazem prejuízos à gestão de serviços importantes e criam um clima ruim”, afirmou.

O grupo também teme o desmonte do Resgate Saúde, programa de atendimento emergencial criado em 2005, na gestão do PSDB, e que realiza cerca de 1.300 atendimentos por mês. Pelo menos cinco dos oito médicos plantonistas estariam na lista de transferência. Três deles já pediram demissão.

“São médicos com perfil diferenciado e que receberam treinamento do Corpo de Bombeiros. Os que ficaram trabalham desmotivados”, disse o coordenador do Resgate Saúde, Fernando Fonseca Costa, que também pediu demissão. “Os boatos de novas listas criaram um clima de insegurança nos funcionários.”

O Vale

Publicado em: 14/02/2013

Hospital Municipal da cidade forma novo grupo de residente

Um grupo de 22 médicos se forma no programa de residência do Hospital Municipal de São José dos Campos. A cerimônia será nesta quinta-feira (31), a partir das 14h, no anfiteatro do hospital (Rua Saigiro Nakamnura, 800), na Vila Industrial.

Entre os formandos, três médicos se especializaram em anestesiologia, quatro em cirurgia geral, cinco em clínica médica, um em neonatologia, quatro em ginecologia e obstetrícia, três em pediatria e dois em neurologia. Cerca de 150 médicos já se formaram no programa de residentes do Hospital Municipal desde 2000, quando a primeira turma foi aberta.

A residência é uma especialização na qual o médico já formado se aperfeiçoa em alguma área da medicina. Além de oferecer suporte técnico e prático no cotidiano de trabalho, ela tem como objetivo incentivar e fomentar a pesquisa científica. Uma nova turma de médicos iniciará o programa de residência em março.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 31/01/2013

Representantes de Cooperativas participam de curso na cidade

Até esta quinta-feira (31), representantes da Cooperativa Futura de São José dos Campos participam de um curso de “Saúde e Segurança do Trabalho”, ministrado por técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

Com duração de 16 horas, o curso teve início na terça-feira (29), reunindo 22 cooperados que trabalham dentro do galpão da cooperativa, divididos em duas turmas, manhã e tarde.

O curso é um cumprimento à norma de responsabilidade social estabelecida pela certificação internacional SA 8000/2008. Em fevereiro, a cooperativa passará por uma auditoria e a realização de cursos de qualificação para os cooperados é uma das exigências.

Atualmente, a cooperativa tem 138 cooperados. Cerca de 40 deles trabalham no galpão central. Os demais nos 11 PEVs (Postos de Entrega Voluntária) espalhados por toda a cidade, de acordo com convênio firmado junto à Secretaria de Serviços Municipais (SSM). Em dezembro, a cooperativa assumiu a administração de mais quatro PEVs, localizados na Vila Jaci, Martins Pereira, Dom Pedro 2º e Residencial Gazzo.

A cooperativa de materiais recicláveis tem o apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS).

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 31/01/2013

Cidade tem abastecimento de insulina suficiente

Enquanto a falta de insulina tem sido uma constante em postos de saúde de diversas cidades do estado de São Paulo, em São José dos Campos, a situação está totalmente sob controle. Além de inexistir a falta do produto, no último dia 22, o prefeito Carlinhos Almeida assinou contrato com a Sanofi-Aventis Comercial e Logística Ltda., garantindo o fornecimento do produto.

Pelo contrato, no valor de R$ 2,6 milhões, serão fornecidas 33.600 unidades do medicamento Insulina Glargina 100 ml, que serão disponibilizados pela Secretaria Municipal de Saúde para a população do município. O prazo para a entrega do produto é de 10 dias após a autorização de fornecimento.

A Insulina Glargina 100 ml é um medicamento de alto custo. É distribuído pelo Departamento de Regulação e Controle (DRC) da Secretaria de Saúde para pessoas que têm resistência à Insulina NPH (insulina comum). Ela é fornecida para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e também para a rede privada.

A distribuição desse medicamento obedece a um protocolo com exigências rígidas. Para ter acesso a ele, é preciso fazer a solicitação em um dos postos de protocolo da Prefeitura. O paciente deve apresentar a solicitação médica (justificativa médica, exames, receitas), RG, cartão SUS e comprovante de residência.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 30/01/2013

Hospitais da cidade farão multiram para realizar cirurgia

A diarista Lúcia Maria Amorim da Silva, de 55 anos, foi uma das pacientes atendidas no mutirão de cirurgias, realizado nesse sábado (26) no Hospital Municipal (HM). A moradora do Parque Industrial disse que esperava a operação na mão havia quatro anos. O problema se agravou e ela já não conseguia trabalhar.

Lúcia já teve alta e se recupera em casa. “Me ligaram dizendo que tinha o mutirão e eu tinha sido incluída. Nem acreditei, fiquei aliviada”, contou a diarista. Assim como Lúcia Maria, outras oito pessoas passaram por cirurgias ortopédicas de alta complexidade no HM. Outras cinco cirurgias vasculares também foram realizadas.

Nesta sexta-feira e no sábado (1º e 2 de fevereiro), serão realizadas mais 14 cirurgias. Desta vez, para pacientes com problemas de vesícula. A Secretaria de Saúde já contratou quase 2.400 cirurgias, que serão realizadas neste semestre. Além do Hospital Municipal, os procedimentos também ocorrem no Hospital Próvisão e no Hospital Pio XII.

Até junho, o Hospital Municipal vai fazer 480 cirurgias gerais e 94 ortopédicas de alta complexidade. No mesmo período, o Hospital Pio XII realizará 135 cirurgias de varizes até o fim do semestre.  Já o Hospital Próvisão tem contrato para 1.500 cirurgias oftalmológicas, entre elas, 900 de catarata. A entidade também se comprometeu, em reunião com a Secretaria de Saúde, a fazer 120 cirurgias gerais por mês, até o fim do ano.

Na semana passada, o Grupo de Assistência à Criança com Câncer (GACC) confirmou que realizará 40 cirurgias pediátricas por mês, num total de 240 no semestre. O próximo passo da Secretaria da Saúde para reforçar o mutirão de cirurgias serão as parcerias com a Santa Casa e com o Hospital Antoninho da Rocha Marmo, em fase final de negociação.

Além dos procedimentos cirúrgicos e da ampliação no número de consultas, a Secretaria de Saúde está organizando a rede de assistência, com melhor definição nos protocolos e ordenação dos fluxos, para dinamizar o atendimento na rede pública de saúde.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 29/01/2013