Prefeitura muda sentido de quatro ruas na Zona Sul

Quatro ruas do Parque Industrial, zona sul de São José dos Campos, terão o sentido alterado para mão única a partir deste domingo (6). A mudança será realizada para melhorar a fluidez de veículos nas vias próximas a Avenida Bacabal.

Na Rua Guidoval, o sentido será da Rua João Cobra para a Icatu. A Rua Marabá será mão única a partir da Rua Sena Madureira, sentido para a Avenida Bacabal. Mesma alteração que será adotada na Rua Alenquer. Na Juazeiro do Norte, os veículos seguirão o sentido Bacabal-Sena Madureira.

A mudança na sinalização das faixas será realizada durante o fim de semana, quando também serão implantadas placas indicando quais vias estão com novo sentido.

Prefeitura Municipal

Prefeitura termian obras de canteiro na Zona Sul

A Prefeitura de São José dos Campos está revitalizando o canteiro central da Avenida Leonor de Almeida Ribeiro Souto, no Jardim União, conhecida como Estrada do Imperador.

A revitalização será no trecho de 2 km da ciclovia entre o acesso pela Avenida Bacabal até a rotatória da Rua Felisbina de Souza Machado, no Jardim Imperial. Serão plantados 5 mil metros de grama esmeralda, mais 110 mudas de árvores da espécie mirindiba.

Os trabalhos tiveram início na semana passada, com a preparação da terra. A previsão da equipe da Secretaria de Serviços Municipais (SSM) que executa o serviço no local é de que o plantio seja concluído até o final deste mês. A revitalização do canteiro conclui a implantação de ciclovia naquele trecho da Estrada do Imperador, na região sul, coordenado pela Secretaria de Transportes em parceria com a SSM.

Plantio planejado

Outras equipes da SSM prosseguem com o plantio de mudas nas ruas da cidade. A ação prevê o plantio de árvores específicas e com melhor desenvolvimento nas áreas públicas do município. O morador que quiser uma árvore em frente à sua casa basta fazer uma solicitação junto à Prefeitura, pelo telefone 156. Em 2011, a SSM plantou 6.500 mudas de diversas espécies em toda a cidade.

Prefeitura Municipal

Com foco na Zona Sul, novas linhas de ônibus são integrada

A partir desta quarta-feira (21), os moradores do bairro Dom Pedro I e adjacências, na região sul de São José dos Campos, ganharão uma nova linha de ônibus: a 142 – Corredor Sul 2, que vai ligar esta região da cidade ao Terminal Central, passando pelas avenidas Cidade Jardim e Andrômeda.

A partir do final da Avenida Andrômeda, no Jardim Satélite, o ônibus seguirá o itinerário pela marginal da via Dutra, Avenida Marechal do Ar Henrique Teixeira Lott, trevo do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) seguindo pela Avenida José Longo, Praça Afonso Pena até o terminal.

Atualmente, a zona sul possui a linha 330 – Corredor Sul 1, que parte do Campo dos Alemães, passa pelo Parque Industrial (via Estrada Velha) para acessar o Anel Viário e seguir para o centro.

Com a nova linha 142, os moradores da zona sul terão mais uma alternativa de transporte público com 66 partidas do bairro e 43 do terminal central nos dias úteis.

Integração

Essa nova linha de ônibus já inicia a operação integrada ao sistema de transporte público. Ou seja, todo usuário que possuir o Cartão Eletrônico poderá fazer o trajeto, utilizando mais uma linha, pagando apenas uma só passagem. Por exemplo: o passageiro que desejar ir para a região norte, leste, oeste ou mesmo a sudeste, poderá descer no ponto mais apropriado ou até mesmo no centro da cidade e subir na linha desejada e ir para o destino, pagando apenas uma só passagem.

Quem desejar fazer o cartão eletrônico, deve-se dirigir a sede do Consórcio 123, em horário comercial e levar os documentos pessoais (RG e CPF) e um comprovante de residência. O cartão é gratuito. Outras informações no telefone 156.

Prefeitura Municipal

Zona Leste da cidade perde Unidade para a Zona Sul

Recém inaugurada, a nova base do Corpo de Bombeiros da zona sul de São José já causa polêmica na cidade. O motivo é que a viatura de resgate que integra a base foi retirada da zona leste. Segundo Jamilton Pereira, presidente do SAB (Sociedade Amigos de Bairro) do Parque Novo Horizonte, os moradores daquela região já tinham essa preocupação.

“Nós tinhamos essa desconfiança de que a viatura iria para a nova base. Reclamamos e os bombeiros negaram a mudança. Mas ficamos sem”, afirmou Pereira. Segundo o major do Corpo de Bombeiros José Eduardo Stanelis a criação da base da zona sul faz parte de um plano de expansão e, por isso a viatura trocou de local.

“Como a zona sul tem 70% das ocorrências da cidade, nós fizemos um estudo e decidimos que a base da zona leste poderia ficar temporariamente sem a viatura”, disse.

“Ainda não temos uma data para que uma outra viatura seja colocada no local. Mas poderá ser um veículo novo”, disse o major. Ele garante que, mesmo temporariamente sem a viatura de resgate, a região estará coberta pela viatura da base da Vila Industrial.

Seguindo o plano de extensão promovido pelo Corpo de Bombeiros, está em estudo a implantação de uma nova base na zona norte da cidade. Segundo a secretária de Defesa do Cidadão, Marina de Oliveira, a intenção é conseguir uma área próxima à rodovia SP-50. A zona norte é a única ainda sem cobertura.

O Vale

Unidade de Bombeiros na Zona Sul é entregue na cidade

Após oito anos de espera, os moradores da região sul de São José dos Campos receberam ontem a nova base do Corpo de Bombeiros. Ela funcionará em uma área de 2.500 metros quadrados em frente à Praça Natal, no Parque Industrial.

O objetivo da nova base dos bombeiros, a quarta da cidade, é atender todos os bairros da região sul. A unidade terá duas viaturas de operações, sendo uma para incêndio e outra para resgate. Uma terceira será utilizada para apoio, atuando em ocorrências mais leves, como fogo em mato.

O terreno foi doado pela prefeitura e foi investido cerca de R$ 1 milhão para a conclusão da obra. O prédio principal tem 400 metros quadrados e conta com instalações como alojamentos, refeitório e cozinha. A inauguração foi realizada ontem e reuniu cerca de 200 pessoas, entre moradores e autoridades.

Comemoração. Segundo o presidente da SAB (Sociedade Amigos de Bairro) do Chácaras Reunidas, Alcides Francisco de Toledo, comemorou a instalação da base dos bombeiros na zona sul. “Já estamos brigando por esta base dos bombeiros há oito anos, pois aqui é uma zona industrial e acontece muitos acidentes. Mas estamos felizes, pois a base está em uma área bem localizada e de fácil acesso para as ocorrências”, disse Toledo.

O prefeito Eduardo Cury (PSDB), que participou do evento, afirmou que a nova base será muito útil para São José e vai atender grande número de pessoas. “Esta nova base dos bombeiros é importante porque a zona sul é a mais populosa da cidade”, afirmou Cury.

Segundo a secretária de Defesa do Cidadão, Marina de Fátima de Oliveira, está nos planos do governo a construção de outra base dos bombeiros, desta vez na zona norte da cidade. Segundo Marina, está sendo feito estudo para saber qual área seria ideal para a construção da quinta base. “O pedido já foi feito pelos bombeiros e a intenção é conseguir área próxima à SP-50. Mas para isso tem que preparar o orçamento para 2013.”

Para o coronel do Corpo de Bombeiros de São José, Ernesto Rizzetto, a zona norte é a única área que falta para que o atendimento seja completo. “Não é uma área muito grande, mas temos muitos acidentes porque existem estradas que ligam a cidade ao sul de Minas Gerais e a Monteiro Lobato. Com a base, o atendimento a essas ocorrências ficaria mais rápido.”

Base móvel da GCM é apresentada
No mesmo evento que inaugurou a base dos bombeiros também foi apresentada a base móvel que será utilizada pela Guarda Civil Municipal. A van é equipada com uma câmera de visão 360 graus e que captam imagens em um raio de 1,5 km e será usada em eventos da prefeitura. As imagens serão enviadas para o COI (Centro de Operações Integradas)

O Vale

Devido ao novo Projeto, Prefeitura fecha o último abrigo

A Prefeitura de São José dos Campos começou a desativar ontem o último abrigo destinado a receber famílias do Pinheirinho, que foram despejadas no dia 22 de janeiro pela Justiça. Instalado no ginásio poliesportivo do Jardim Morumbi (região sul), o abrigo provisório deve ser fechado totalmente hoje com a remoção de seis famílias e mais quatro pessoas.

O grupo será alojado provisoriamente em uma pousada próxima à Rodoviária Nova, no Jardim Augusta. Inicialmente, as famílias, um total de 18 pessoas e mais quatro adultos que estão sozinhos, seriam levados para o CEC (Centro de Emergência e Calamidades), no Monte Castelo, região centro. No entanto, o grupo se recusou a ir para o antigo albergue municipal. Segundo a SDS, as famílias se recusaram a dividir espaço com moradores de rua, que diariamente dormem no CEC.

Ontem, funcionários da prefeitura e da Urbam (Urbanizadora Municipal S/A) passaram o dia limpando parte das instalações e removendo pertences das famílias. De acordo com informação da Secretaria de Desenvolvimento Social, a prefeitura irá continuar prestando auxílio às famílias até que elas consigam um local fixo para morar, com a ajuda do aluguel social disponibilizado pelos governos estadual e municipal.

“Vamos continuar o trabalho auxiliando as famílias a encontrarem casas para alugar”, disse Maria Quitéria de Freitas, diretora de Desenvolvimento Social da pasta. O abrigo do Jardim Morumbi é o maior dos quatro locais preparados pela prefeitura no fim de janeiro para receber os ex-moradores do Pinheirinho. Cerca de 120 famílias ficaram alojadas no ginásio.

Os ex-moradores do Pinheirinho estão recebendo aluguel social no valor de R$ 500 por mês. O benefício será pago até que todos sejam contemplados com novas moradias no programa habitacional. Ao todo, cerca de 1.300 famílias viviam no Pinheirinho.

Não muito longe do abrigo, entidades sindicais e partidos de esquerda promoveram ontem à tarde um ato-show para celebrar os oito anos da ocupação, que seriam completados no último dia 26. O evento aconteceu em um terreno público conhecido como “Campão” embrião do acampamento do Pinheirinho.

“É um ato de resistência, de para dizer que vamos continuar lutando por moradia”, afirmou Antonio Donizete Ferreira, o Toninho, advogado dos sem-teto. A previsão era que o show terminaria por volta das 22h. Ao todo, 14 bandas participariam do show. A atração principal seria o rapper GOG. Entre as apresentações, lideranças sindicais fariam discurso.

A Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Campo dos Alemães, está convidando ex-moradores do Pinheirinho para um encontro com 12 psicólogos. A reunião acontecerá no próximo dia 12, na Igreja Matriz. O encontro foi dividido em duas partes: com crianças será às 14h30 e com os pais, às 19h30. O objetivo é oferecer orientação às famílias.

O Vale

Até dia 7, base dos Bombeiros será entregue na Zona Sul

A Prefeitura de São José dos Campos entregará a base de Bombeiros da zona sul nesta quarta-feira (7), às 10h. A cerimônia será na sede da base (Praça Natal, 1.210), no Parque Industrial.

A sede tem 600 metros quadrados de área construída em um terreno de 2.500 metros quadrados. No prédio principal da base, que tem mais de 400 metros quadrados, ficam a recepção, as salas de aula, os alojamentos para praças e oficiais, área de serviço, refeitório, cozinha, depósito, banheiros e a parte administrativa.

A construção da base tem como objetivo agilizar o atendimento de emergência e resgate na região sul de São José dos Campos.

Durante o evento, a Prefeitura também entregará uma caminhonete para o 11º Grupamento do Corpo de Bombeiros e a Base Móvel para a Guarda Civil Municipal.

Prefeitura Municipal

Zona Sul da cidade em falta com Radar Eletrônico

O sistema de fiscalização por radares fixos de São José responsável pela maioria das multas aplicadas aos motoristas ignora a periferia da cidade. É o que mostra levantamento feito por O VALE na última semana nos principais corredores de ligação entre as diferentes regiões.

Um dos exemplos está na zona oeste as avenidas Shishima Hifume e Lineu de Moura, no Urbanova, possuem três radares em um trecho de três quilômetros ou seja, um radar por quilômetro entre a escola Moppe e o centro comercial.

Após esse trecho, o motorista percorre mais quatro quilômetros na avenida Lineu de Moura (que leva até a Univap) sem ter a velocidade monitorada. “É muito arriscado. À noite, os alunos saem da faculdade a mil por hora e só freiam na frente do radar”, afirmou Janice Aparecida da Costa, 22 anos, que trabalha em uma academia na Lineu de Moura.

Do lado oposto, mas integrante do mesmo desenho viário, estão as avenidas Jorge Zarur (marginal do Vidoca) e Mário Covas, que levam para a zona sul da cidade. Ambas não possuem nenhuma base fixa de fiscalização em seus mais de sete quilômetros de extensão até o trevo do Torrão de Ouro.

Para o especialista em trânsito, Sérgio Ejzenbeg, são essas avenidas que deveriam ser fiscalizadas por permitirem o tráfego em uma velocidade maior o que aumenta a gravidade de possíveis acidentes. Na Jorge Zarur e Mário Covas, é permitido o tráfego em até 80 km/h em alguns trechos. Já nas vias do Urbanova, o limite máximo é de 60 km/h. “A fiscalização por radar deve garantir a segurança justamente onde, se o limite de velocidade permitido for ultrapassado, pode gerar acidentes graves”, disse. Segundo ele, quanto mais intensa a fiscalização, melhor. “Evita que o condutor freie apenas onde existe o radar.”

Na região leste da cidade, também há exemplos semelhantes. A Estrada Municipal Glaudston de Oliveira usada como rota alternativa pelos funcionários da Embraer é uma das que não conta com nenhum ponto de fiscalização fixa.

A avenida João Rodolfo Castelli, principal acesso ao Putim pela Rodovia dos Tamoios (SP-99), conta com apenas uma base de fiscalização, apesar de ser considerada arriscada por especialistas por ser simples e de mão dupla, semelhante à própria Tamoios.

O motorista Márcio Petetti, 42 anos, reprova a fiscalização da cidade. “Moro na Vila Nair e peço um radar lá há mais de dois anos. São José tem radar onde não precisa e falta onde tem abuso”, afirmou. A Prefeitura de São José dos Campos informou que os equipamentos estão no local determinado pelos estudos da Engenharia de Tráfego.

O Vale

Para a volta do funcionamento, abrigo é desativo na cidade

A Prefeitura de São José decidiu transferir os ex-moradores do Pinheirinho alojadas no ginásio do Caic do Dom Pedro 2º para outros abrigos municipais. O objetivo é liberar o prédio para o retorno escolar de cerca de 900 crianças. As aulas foram retomadas pela rede municipal no último dia 6, mas no Caic serão iniciadas com pelo menos uma semana de atraso.

No local, ainda vivem cerca de 50 famílias sem teto. Muitas delas não pretendem deixar o abrigo em razão da dificuldade para alugar um imóvel com o valor do auxílio-moradia oferecido pela prefeitura (R$ 500 por mês, mais cota única de R$ 500 a título de auxílio-mudança).

“Não adianta pegar o cheque se não temos para onde ir. Estamos procurando um lugar para ficar, mas não encontramos”, disse o desempregado Fabricio Silva de Souza, 25 anos. Junto com sua mulher e dois filhos, ele divide uma das 14 salas de aula do Caic.

Souza deve ser transferido para o ginásio de esportes Ubiratan Pereira Maciel, também no Dom Pedro, até amanhã. No local, vivem outras 32 famílias. Lá, a história de Souza irá se somar a de outras famílias abrigadas que afirmam passar pela mesma dificuldade.

No Jardim Morumbi, a situação se repete. O motorista desempregado Dirceu José da Silva, 48 anos, tenta, sem sucesso, encontrar um emprego e uma casa para morar. “Não tenho fiador e não consigo alugar uma casa. Também estou procurando emprego, mas eles tem preconceito com quem morou no Pinheirinho. O nosso medo é nos mandarem para a rua.”

Ao lado dos colhões de Dirceu, o jovem Bruno Fernando Ganso, 15 anos, enfrenta um outro desafio. Sozinho, ele acabou de passar por uma cirurgia de apendicite e depende dos cuidados de outros sem-teto para se recuperar. Sem poder se inscrever no programa do aluguel social, ele teme ser colocado na rua. A mãe está presa e ele não conhece o pai.

No abrigo, as críticas com relação à falta de infraestrutura continuam. Mães reclamam que não podem fazer a mamadeira de seus bebês e da falta de frutas e refrescos para os pequenos durante as tardes quentes. As crianças não entendem porque as piscina poliesportiva ficam trancadas. Procurada, a prefeitura não comentou os casos.

Ao todo, cerca de 200 famílias sem-teto ainda estão alojadas nos quatro abrigos públicos Caic e os ginásios esportivos do Dom Pedro 1º, Vale do Sol e Morumbi. O líder dos sem-teto, Valdir Martins, o Marrom, disse que a transferência das famílias reflete o despreparo da prefeitura no acolhimento. “É um absurdo transferir de um abrigo para outro. O acolhimento não foi preparado como disseram. Fizeram a desocupação as pressas e sem se preocupar com as pessoas.”

O Vale

Avenida Andrômeda vira corredor comercial na cidade

A ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos lança nesta semana a campanha ‘Andrômeda Mais’, que visa fomentar o movimento do maior corredor comercial da zona sul da cidade.

A entidade busca repetir a ação feita na avenida Adhemar de Barros, primeira via a receber a campanha do programa ‘Fala Empresário’, com a realização de promoções, material gráfico e treinamento para funcionários.
A ACI tem hoje 70 associados na Andrômeda. Para realizar a campanha, a meta da entidade é aumentar esse número para 200, dentre o universo de 1.000 lojistas da via.

Nos próximos dias, funcionários da entidade percorrerão o comércio da avenida para apresentar o projeto. “Estamos juntando o material de apresentação, mostrando o que foi feito na Adhemar. A Andrômeda é uma avenida muito extensa e não queremos deixar ninguém de fora”, disse o coordenador do projeto Fala Empresário, Mauricio Cury.

O processo de apresentação do projeto irá até abril, para que depois haja a definição das diretrizes da campanha pelos próprios lojistas. “O projeto irá melhorar o desempenho entre eles (lojistas), por meio de um network (rede de relacionamentos no trabalho”, afirmou.

Os comerciantes da Andrômeda esperam a chegada da campanha para sugerir melhorias, além de ações promocionais. A intenção é, assim como ocorreu na Adhemar, utilizar o programa da ACI como ponte para obter mudanças na infraestrutura da região da avenida.

“O maior problema é o estacionamento. Perdemos clientes pela falta de vagas. Até para descarregar produtos de fornecedor temos problemas”, disse a proprietária de um restaurante da Andrômeda, Maria Socorro Gomes, 57 anos.

O mesmo problema foi identificado pelo dono de uma loja de artigos de vestuário Eder Henrique Demacena, 25 anos. “Não há onde parar. Outro problema da avenida é a questão da segurança. Sempre ficamos sabendo de alguém que foi assaltado”, disse.

Para Demacena, o policiamento deveria ser intensificado na região depois das 17h. O coordenador do projeto ressalta que o grande beneficiado da ação será o consumidor acostumado a adquirir na zona sul. “Para o consumidor, o projeto será ótimo. A Andrômeda terá um mix de produtos e serviços com preços atrativos, pois cada loja terá ou um desconto geral ou um produto em oferta. A campanha se mostrou muito eficiente da Adhemar”, afirmou.

O Vale