Recapeamento da Rua Audemo Veneziani começa dia 9

Nesta segunda-feira (9), a Prefeitura de São José dos Campos dará início às obras de recapeamento da Rua Audemo Veneziani, no bairro Alto da Ponte, zona norte da cidade.  Durante os trabalhos, a via permanecerá parcialmente interditada e dois pontos de ônibus serão realocados. A previsão para conclusão das obras é de 40 dias.

Todo o trabalho será executado em meia pista. No sentido centro-bairro, o tráfego vai fluir em uma faixa de rolamento. Na direção oposta, bairro-centro, o desvio será feito pela Avenida Rui Barbosa. O estacionamento no local será proibido, provisoriamente. Paradas para carga e descarga serão permitidas, mas os comerciantes devem ficar atentos aos horários liberados pela fiscalização: das 8h às 11h30, das 15h30 às 17h e das 19h até às 7h.

A orientação é para que os motoristas utilizem rotas alternativas durante as obras. No sentido Santana – Vila Cândida, os motoristas deverão seguir pela ponte Minas Gerais, Rua Alziro Lebrão – Estrada Pedro Moacir de Almeida e Rua Maria Cândida Delgado.  Para quem está na Vila Cândida e segue em direção ao Centro, a alternativa é a Rodovia SP-50 e Avenida Rui Barbosa. Os desvios estarão devidamente sinalizados e agentes de trânsito permanecerão no local para orientar os motoristas.

Em função dos trabalhos, dois pontos de ônibus da Rua Audemo Veneziani serão temporariamente desativados: um em frente ao nº 196 e, outro, próximo ao nº 378. Os usuários deverão se dirigir aos pontos provisórios instalados na Avenida Rui Barbosa: próximo ao nº 3538 e outro próximo a Praça José Rubens F. Bonafé.

Confira as linhas que passarão pela Avenida Rui Barbosa:

  • 101- Represa /Terminal Central
  • 103- Costinha / Terminal Central
  • 104- Vargem Grande / Terminal central
  • 105- Bairro dos Freitas / Av. Eng. Francisco José Longo
  • 107- Vl. Paiva / Av. Eng. Francisco José longo
  • 108- Canindu – Vl. Cândida / Rodoviária
  • 116- Taquari / Rodoviária
  • 118- Sertãozinho -Vl. Cândida / Terminal Central
  • 124- BuquirinhaII /João Guilhermino
  • 125- Buquirinha – Vl. Dirce / Aquarius
  • 130B – Cachoeira do Roncador / São José dos Campos
  • Alt. 10- Canindu/ Av. Eng. Francisco José Longo
  • Alt. 14- Vl. Paiva / Centro
  • Alt. 35- Jd. Boa Vista / Centro
  • Alt. 38- Chácaras Havaí / Av. Eng. Francisco José Longo

Prefeitura propõe nova regra para pavimentação de bairros

A Prefeitura de São José dos Campos pretende criar novas regras para o PCM (Plano de Cobrança de Melhorias) nos casos de pavimentação de bairros regulares e em fase de regularização. A proposta do Executivo já foi apresentada à Câmara de São José e deve ser votada essa semana. Na justificativa do projeto, o prefeito Carlinhos Almeida (PT) argumenta que o modelo atual de PCM é ineficiente para atender o aumento da demanda e pelo sistema misto de custeio das obras, que precisa de uma adesão mínima, causando muitas vezes atraso na urbanização nos bairros.

Atualmente, para se fazer o PCM, é necessária a adesão de 60% dos proprietários, que também arcam com esse mesmo montante, junto a empresa responsável. Os outros 40% são pagos pela prefeitura. Pela nova proposta, o Executivo arcaria com o financiamento de determinadas obras e repassaria os custos aos munícipes beneficiados, que poderiam pagar em até 30 meses para a prefeitura.

O vereador Valdir Alvarenga (PSB) acredita que a mudança vai agilizar o asfaltamento dos bairros. “Dessa forma que o governo atual está propondo, o custo do PCM pode ficar até 40% mais barato”, disse. O ex-secretário de Transportes, Anderson Farias Ferreira, disse que no governo passado, a prefeitura chegou a arcar com mais de 40% do custo do PCM. “Só não podem mudar a regra agora e prejudicar quem já pagou no antigo plano”.

Prefeito corre risco de terminar mandato sem concluir obras

As quatro principais obras viárias projetadas pelo governo Carlinhos Almeida (PSDB) em São José dos Campos correm o risco de não serem concluídas no atual mandato, que termina em dezembro de 2016. A Via Banhado e a Via Cambuí, que juntas têm custo estimado de R$ 203,7 milhões, estão com projetos atrasados com previsão de entrega neste mês, eles só serão liberados ao governo em janeiro próximo. Nos dois casos, a prefeitura também terá que fazer desapropriações antes de licitar as obras.

Os maiores desafios são para viabilizar a Via Banhado, projeto que enfrenta polêmica após o governo decidir eliminar o viaduto previsto para a região central. A prefeitura terá que remover as famílias que moram na área do Banhado e vencer os entraves para conseguir a licença ambiental necessária para a obra. Já o prolongamento da Via Oeste do Jardim das Indústrias até o Limoeiro, cujas obras têm estimativa de custo de R$ 14 milhões e estão paralisadas desde março do ano passado, enfrenta batalha judicial.

Isto porque a Construtora Terra Simão, que teria que fazer a obra como contrapartida por empreendimentos que construiu na zona oeste, agora recusa-se a financiar o serviço. Já o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) ainda depende de projetos e liberação de verba do governo federal. O primeiro trecho, que é o sul e terá 18 quilômetros, deve ter início apenas em 2015. “São obras importantes para São José e serão realizadas, mas ainda não dá para definir os prazos de início e fim”, afirmou o secretário de Transportes, Wagner Balieiro. Segundo ele, só após a conclusão dos projetos executivos será possível definir custos e prazos para as obras. “Herdamos do governo do PSDB projetos com poucos detalhes e que não tinham nem levantamentos topográficos. Só após os projetos estarem concluídos é que poderemos definir custos e prazos destas quatro obras”, disse Balieiro.

“É uma série de fatores que ainda precisam ser definidos. Por exemplo, a Via Banhado e a Via Cambuí ficarão mais caras, porque as previsões de desapropriações do governo anterior foram subestimadas”, completou o secretário. Segundo ele, a maior preocupação é com projetos bem feitos e não com prazos. “Vamos agilizar o máximo possível, mas com a preocupação de fazer obras e projetos de qualidade para que comecem e terminem. Não podemos ter de novo casos como o do Teatro invertido, da Arena de Esportes e do novo Fórum, que geraram transtornos e prejuízos ao cofres públicos.”

Prefeitura dá início às obras contra erosão no Senhorinha 2

A Prefeitura de São José dos Campos iniciou a obra de contenção para eliminar o processo de erosão da margem do córrego Senhorinha 2, na altura da Rua Santarém, junto ao campo de Futebol 1º de Maio, no Parque Industrial, zona sul da cidade. Ao iniciar os trabalhos no local, na segunda quinzena de agosto, os técnicos detectaram um grande vazamento de esgotos, que criava dificuldades para a realização da obra e prejudicava os moradores da região, devido ao mau cheiro. A correção desse problema foi solicitada à Sabesp.

A contenção da erosão será feita por meio da instalação de gabiões nas duas margens córrego, formando um canal de escoamento das águas até um ponto estável no nível do córrego. A execução cabe à Secretaria de Serviços Municipais, com projetos feitos pela Secretaria de Obras. A extensão prevista é de aproximadamente 42 metros de muro, de cada lado do córrego. O canal projetado encaminhará terá capacidade para escoar um volume de aproximadamente 100 mil litros de água por segundo. O investimento no local será de R$ 1.196.111,53.

Associação cobra secretaria por rota da via Banhado

O presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José, Felipe Cury, pretende cobrar da Secretaria de Transportes mais agilidade na execução da obra da Via Banhado. Ele disse que a direção da entidade vai marcar uma reunião com o secretário de Transportes, Wagner Balieiro, para que ele forneça explicações sobre o traçado. O presidente da ACI defende a adoção do primeiro projeto definido na gestão do ex-prefeito Eduardo Cu-ry, onde deveria ser construído um viaduto na rua Coronel José Monteiro.

“O tráfego no centro é muito maior do que na região do Esplanada, onde a atual gestão pretende construir um viaduto, na rua Henrique Mudat”, afirmou. O presidente também disse que “mais do que definir onde serão feitos os viadutos, a obra precisa sair logo, porque é fundamental para a cidade a ligação da Via Norte com a Via Oeste”. Em entrevista anterior ao O VALE, Balieiro disse que “há um estudo que mostra que daqui a 30 anos o viaduto do centro não seria mais necessário, devido ao volume de tráfego”.

NovaDutra realizará obras de novas marginais no Trecho da cidade

A NovaDutra vai construir um novo trecho de pistas marginais entre os viadutos do Vista Verde e do Santa Inês, na região leste de São José dos Campos. A empresa também vai dar continuidade às obras da marginal ligando a Johnson à Unip (Universidade Paulista), na região sul, antes do acesso a Jacareí. A informação foi confirmada ontem pelo secretário de Transportes, Wagner Balieiro, por meio da sua assessoria de imprensa. Na nota, o secretário disse que a NovaDutra já enviou à secretaria os projetos para serem analisados em questões como drenagem e acessos. Na região leste, as marginais serão nos dois sentidos da Dutra. Na região sul, apenas na pista Rio-São Paulo. “É uma boa notícia para a cidade, que já aguardava essas ampliações”, disse o secretário. Balieiro estima que as obras devem começar no final do ano que vem.

A continuação das marginais do Vista Verde até a altura da Transportadora Transzero deve melhorar o fluxo de carros para os moradores da região e cegonheiros. Diariamente, eles enfrentam trânsito lento devido ao excesso de veículos no trecho. O projeto para implantar as marginais entre o km 139,5 e km 144 está em fase de elaboração, informou a assessoria de imprensa da NovaDutra. Eles dependem da aprovação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), para início das obras. O investimento não foi revelado. Procurada, a assessoria da ANTT não informou como estão a aprovação dos projetos para as marginais.

A NovaDutra iniciou no final do ano passado as obras de construção de pistas marginais entre o viaduto Kanebo, no km 151, até a empresa Johnson, no km 154, na pista sentido São Paulo. As pistas marginais terão 11 metros de largura e contarão com duas faixas de rolamento e acostamento. Após a conclusão das obras, o trecho terá maior capacidade de absorção do tráfego na pista sentido São Paulo, com a duplicação da quantidade de faixas de rolamento, segundo a empresa. Atualmente a pista expressa do trecho conta com duas faixas de rolamento e acostamento. Estão sendo feitos sistema de drenagem, terraplenagem, muros de contenção, pavimentação, sinalização, e prolongamento das passarelas. O investimento é de cerca de R$ 27 milhões. Aproximadamente 250 operários trabalham nas obras. A expectativa da NovaDutra é que as obras terminem em junho de 2014.

Um dos trechos mais críticos de São José, do viaduto do Vista Verde até o Jardim da Granja (próximo ao viaduto Bandeirante), teve as marginais construídas, nos dois sentidos, pela Revap, que fez as obras como compensação ao plano de expansão da refinaria, ocorrido em 2007. O segundo trecho da Dutra mais violento sob a jurisdição da PRF em São José fica entre o km 148 e km 146, no sentido Rio, entre o DCTA e o viaduto Bandeirante, no Jardim da Granja, zona leste. Nesse trecho são esperadas as obras das marginais para melhorar o fluxo dos veículos e evitar acidentes. Segundo a assessoria de imprensa da NovaDutra, o projeto para implantação de novo trecho de pistas marginais entre o km 145 e km 147, nos dois sentidos da via Dutra, está em estudos.

Obras para conter Enchentes na cidade contabilizão R$ 1,7 mi

A Prefeitura de São José prevê um gasto de R$ 1,790 milhão em três obras contra enchentes na cidade. Foram priorizados bairros com histórico de inundação nas chuvas, como Costinha (zona norte), Residencial Cambuí (sudeste) e Parque Industrial (sul). Dos três, a obra do Costinha foi concluída em 9 de agosto, custando R$ 100 mil. Foram feitas a ligação da rede de esgoto com uma estação da Sabesp, a mudança na rede de drenagem que jogava as águas pluviais e de esgoto no contra-fluxo do rio Buquira e a instalação de uma válvula retentora. As outras duas intervenções são no Residencial Cambuí e no Parque Industrial.

No Cambuí, a prefeitura gastará R$ 494 mil para construir um dique de contenção de 1.300 metros e oito válvulas de retenção, além de dois motores e um segundo dique. A obra vai até novembro deste ano. Na região sul, a obra é a mais cara, de R$ 1,196 milhão, para construir o sistema de drenagem por causa de uma cratera que surgiu há 8 anos ao lado do campo de futebol 1º de Maio. O canal projetado encaminhará um volume de águas de aproximadamente 100 mil litros por segundo. A obra termina em janeiro de 2014.

Segundo Antônio Carlos Wolff Nadolny, secretário de Serviços Municipais, todas as obras são regulares e não estão sendo feitas em áreas de risco ou que sejam consideradas APP (Área de Preservação Permanente), como condena o Ministério Público de São José. “A prefeitura realiza essas obras apenas em locais que, tecnicamente, poderão ser regularizados no futuro”, disse Nadolny, ressaltando que não há desconformidade com o MP. “Nosso objetivo é garantir a essas comunidades o direito de viver com dignidade.”

Presidência deu sinal verde para começo de investimento na GM

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá, disse ontem, após se encontrar com executivos da General Motors, que o acordo trabalhista firmado entre a entidade e a montadora em junho último para garantir que o município participe da disputa do investimento de R$ 2,5 bilhões foi aprovado pela matriz da companhia, nos Estados Unidos. O acordo trabalhista foi uma das exigências da GM para possibilitar que o complexo industrial da empresa no município participe da disputa com outros dois países não mencionados.

Esses recursos serão para a produção de um novo modelo de veículo. Segundo Macapá, a informação foi transmitida por José Eugênio Pinheiro, um dos diretores da GM no país. “Ele Pinheiro disse que o acordo foi aprovado pela matriz e que agora a empresa estaria finalizando estudos para definir o modelo do carro que irá produzir”, disse o dirigente sindical. O encontro com uma comissão de executivos da montadora ocorreu ontem em Guarulhos, segundo informou Macapá. O novo presidente da montadora no Brasil, Santiago Chamorro, não participou do evento. Na avaliação do presidente do sindicato, o sinal verde da matriz para o acordo é um fato positivo e indica que São José dos Campos deve “receber o investimento”. “Acreditamos que está tudo certo”, frisou.

Segundo Macapá, a GM não informou quando será divulgado o local do investimento. A assessoria da montadora informou que não há decisão sobre o local onde será feito esse investimento. Além do acordo trabalhista, que terá duração inicial de dois anos a partir do início das operações da fábrica e poderá ser estendido por até duas vezes em período equivalente, totalizando até 6 anos, a GM negociou com a prefeitura e com o Estado a concessão de benefícios fiscais. No caso do município, a prefeitura ofereceu isenção de tributos municipais entre eles IPTU e ISS e também irá colaborar na implantação de um distrito industrial nas proximidades da fábrica. Com o governo do Estado foi negociado benefícios relativos ao ICMS.

O Sindicato dos Meta-lúrgicos de São José informou que a GM vai cumprir o acordo firmado em fevereiro deste ano, que garante o funcionamento do MVA (Montagem de Veículos Automotores) e o emprego de cerca de 750 operários do setor até dezembro deste ano. O presidente da entidade, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá, reafirmou que o acordo está mantido e que não há novidades a respeito. “A empresa concedeu licença remunerada para o pessoal porque está com alto estoque e precisa fazer adequações”, disse o dirigente. No MVA é produzido o Classic, que também é fabricado nas unidades de São Caetano do Sul e na cidade de Rosário, na Argentina. A licença remunerada do grupo foi iniciada na última segunda-feira, com previsão de término no dia 23 de agosto, segundo a empresa.

Prefeitura realiza obras de melhorias nas calçadas da cidade

A Prefeitura de São José dos Campos está construindo e reformando 45 pontos de passeio público em escolas e unidades básicas de saúde (UBS), dentro dos padrões do Programa Calçada Segura. As obras estão sendo executadas em prédios públicos de várias regiões da cidade. Também visando melhorar a acessibilidade e a segurança de pedestres, em especial idosos, crianças e portadores de deficiência física, a Secretaria de Serviços Municipais (SSM) está fazendo o rebaixamento de guia de 26 calçadas no bairro Campo dos Alemães, região sul da cidade.

Estudo realizado pela equipe do Programa Calçada Segura na região apontou problemas para o deslocamento de pedestres em locais de grande circulação de pessoas, como nas proximidades das unidades de saúde, escolas e igrejas. Uma calçada segura não deve ter rampas ou obstáculos que dificultem a passagem de pedestres. Muitos moradores têm dúvidas na hora de reformar ou construir a calçada, principalmente com o tipo de material a ser utilizado, que pode ser o bloquete colorido para corredores comerciais ou cimento comum, caso de cerca de 80% da cidade.

Para esclarecer essas e outras dúvidas, uma equipe de técnicos da SSM orienta a população sobre o Programa Calçada Segura por telefone 3945-9518 ou pelo e-mail [email protected].

Mudanças no Transporte Público tem melhorias na cidade

Valdemir Alves utiliza todos os dias o sistema de transporte público de São José dos Campos. Há cinco anos a rotina é a mesma. Ir para o ponto de ônibus às 6h15, descer na rodoviária meia hora depois e pegar outra condução até chegar ao trabalho. Na última semana, no entanto, o vendedor de 40 anos passou a economizar no tempo de viagem e no preço da passagem. Implantado pela Prefeitura desde o dia 27 de julho, o sistema de bilhete único, que permite a utilização de até quatro ônibus pagando apenas o valor de uma tarifa, vai poupar cerca de R$ 150 por mês à família de Alves. Para sair do Altos da Vila Paiva, zona norte, e chegar até o Satélite, na região sul da cidade, ele desembolsava pouco mais de R$ 300 do salário mensal.

“Não tenho nenhuma ajuda de custo no meu emprego, por isso, já calculei quanto vou conseguir poupar com esse sistema. É importante ter o controle dos gastos, ainda mais por não ter uma renda fixa”, explicou o vendedor antes de embarcar no ônibus e seguir para o trabalho. “Agora, dá para chegar mais cedo. O ônibus entra no corredor aqui na Avenida São José e vai embora”, disse. As faixas exclusivas para o transporte público, que também começaram a funcionar na última semana, são apontadas pela doméstica Maria José Pereira dos Santos, de 35 anos, como uma das principais melhorias realizadas no setor. Deixar o Parque Novo Horizonte, bairro onde mora na zona leste, e ir até o Esplanada do Sol, região oeste do município, leva até 20 minutos a menos, segundo ela.

“Pode parecer pouco, mas para quem depende de ônibus todos os dias, esse tempo faz muita diferença. Principalmente depois de um dia inteiro de trabalho”, garantiu. O bilhete único é outro beneficio ressaltado por ela. “Eu gostei muito e meu patrão também, agora ele gasta menos com a minha passagem”, brincou. Com menos tempo dentro do ônibus e com um período de duas horas para usar o bilhete único, Maria José aproveita para resolver assuntos particulares no centro e, até mesmo, fazer compras antes de voltar para casa. “Dá para passar na padaria, na lotérica, comer um lanche. É uma facilidade que temos.”

Laildes Barbosa de Souza, 25 anos, mora na zona leste e trabalha no centro da cidade. Para ela, a lotação dos ônibus nos horários de maior movimento é um dos principais incômodos no sistema de transporte público. O problema, segundo avaliou, foi minimizado com a volta dos ônibus articulados em algumas linhas do município. “Eles são confortáveis, cabem mais pessoas”.