Salmão com molho de alcaparras

Quer variar no prato para o fim de semana? Então experimente fazer uma receita de salmão, que é super saudável.

Ingredientes

200 g de filé de salmão
1 dente de alho amassado
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
1 colher (sopa) de alcaparras
1 colher (sobremesa) de cebolinha picadinha
1 colher (sobremesa) de salsa picadinha
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de suco de limão

 

Modo de preparo

Tempere o filé de salmão com sal, pimenta e alho e deixe tomar gosto.
Grelhe em frigideira com um fio de azeite ou asse envolto em papel alumínio em forno pré aquecido por 15 minutos.

Molho

Pique as alcaparras e misture com a cebolinha, a salsinha e o suco de limão.

Montagem

Transfira o salmão para o prato, e derrame delicadamente o molho sobre o filé grelhado.Sirva com arroz integral e seleta de legumes, ou com arroz branco e brócolis.

Rendimento: 1 porção
Tempo de preparo: 20 minutos

Barbaresco tem música ao vivo para clientes

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

O Barbaresco é um restaurante inspirado nas delicias e aromas da melhor cozinha italiana. Ambiente aconchegante, luzes suaves e  bom gosto na decoração oferecem a tranquilidade e o conforto que você procura para o seu almoço de negócios, o encontro com as amigas ou a reunião da família.

[block]

Mais Informação:

BARBARESCO CENTER VALE – Barbaresco Cultural
Quarta 23 out 2013 20h00
Onde?
BARBARESCO CENTER VALE – Av. Dep. Benedito Matarazzo, 9403 – Portaria D do Center Vale Shopping (12) 3924-5244/3924-5245

BARBARESCO VALE SUL –  Eliane Pescara
Terça 22 out 2013 20h00
Onde?
BARBARESCO VALE SUL – Av. Andrômeda – Jardim Satélite – Dentro do Shopping Vale Sul, perto do cinema. Este Barbaresco possui brinquedoteca!

[/block]

RETRATO BRASILEIRO – Maria Helena de Godoy

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

O Bar Retrato Brasileiro está aberto de terça a sábado a partir das 19 horas. Com um cardápio especial e boa música.O Retrato Brasileiro tenta ser um fiel bar da cultura brasileira, com música brasileira e alguns pratos típicos (apesar de não ter nada muito exótico), apostando também em algumas bebidas pouco comuns, mesmo que não extremamente raras.

[block]

Mais Informação:

Onde:    
RETRATO BRASILEIRO – Av. 9 de julho, 157 loja 6 Jardim Apolo – (12)39432237.

[/block]

 

 

 

 

O FINO BAR – Noite Especial com Galinhada e Música de Alê Freitas

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

O Fino Bar oferece diariamente os mais variados petiscos e também na estufa Feijão Tropeiro, Carne Seca com Jiló, Dobradinha de Feijão Branco, Frango com Quiabo, Torresmo, Risolis, Bolinho de Bacalhau, Bolinho de Carne Seca, além daquela cervejinha bem gelada. Conta com variedades de espetinhos a preço único

GALINHADA DO O FINO
QUARTA FEIRA ESPECIAL DIA 23/10
CONVITES A VENDA NO O FINO AV. BRASIL , 226 MONTE CASTELO TEL 988670026.
VENHA SABOREAR UMA DELICIOSA GALINHADA AO SOM DE Alê Freitas.

às:19h00-22h00

[block]

Mais Informação:

O FINO BAR E PETISCOS – Av. Brasil, 226 – Monte Castelo – SJCampos – SP – [email protected].

[/block]

 

Cidade Oferece Segredos da Cozinha Caipira

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Da Terra À Mesa – Segredos Da Cozinha Caipira – Paraibuna (SP)

Integrando o projeto Slow Food, que valoriza o prazer aliado à alimentação consciente e a preservação cultural, o passeio em Paraibuna vai destacar os prazeres da cozinha caipira, sua simplicidade e seus sabores, incluindo bate-papo e oficina gastronômica com o culinarista João Rural. No roteiro, visita ao Mercado de Paraibuna e ao sítio Rancho Fartura, com almoço incluso.
Inscrições na Central de Atendimento a partir de 01/06.

[block]

Mais Informações:

SESC São José dos Campos
Dia(s) 20/06
Saída às 8h, no estacionamento do Parque Santos Dumont.

[/block]

R$ 102,00 (2x R$ 51,00)  [inteira]
R$ 68,00 (2x R$ 34,00)    [trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes]
R$ 78,00 (2x R$ 39,00)    [usuários e seus dependentes]

Chineses tentam se acostumar com novos hábitos

Ainda tímidos, meio sem jeito, e ‘arrastando’ o português, os chineses começam a chegar na região para trabalhar em duas empresas que devem gerar milhares de empregos, a Chery, em Jacareí, e a Sany, em São José.

O número de chineses que virão ao Vale não foi divulgado pelas fábricas, mas estima-se que cerca de 3.000 virão inspecionar as obras e o início dos trabalhos até o final de 2013. A maioria deve trocar o país oriental pelo ocidental pelo período de três anos. E nesse prazo, terão que se adaptar aos costumes e à comida brasileira.

“O ambiente é muito bom”, disse pausadamente Zhou Jian, engenheiro de qualidade da Sany, 28 anos. Agora, ele é chamado de Victor, um nome de ‘guerra’, mais fácil de ser pronunciado pelos colegas na região. Da casa dos pais onde morava em Xangai –a maior cidade da República Popular da China e uma das maiores áreas metropolitanas do mundo, com mais de 20 milhões de habitantes direto para um apartamento no Jardim Aquarius, na região oeste de São José.

Há três meses na cidade, Jian já tem sua opinião. “É fácil morar aqui. As pessoas são muito simpáticas”. A maior dificuldade de adaptação apontada pelos chineses é a língua portuguesa. “É muito difícil de aprender e falar”, disse Jian, que há um mês faz aula particular com uma professora de português.

Mesmo assim, eles tentam se comunicar e fazer amizades em um país com costumes e tradições completamente diferentes com o que estavam acostumados. Eles foram buscar no esporte uma maneira de interagir entre eles e os moradores da região. Durante a semana, o ponto de encontro ocorre na praça Ulysses Guimarães, no Aquarius. Lá, eles jogam basquete e praticam corrida. “Aqui é um pouco quente. E aqui fora, o ar é fresco.

Gosto de ver as pessoas”, disse o engenheiro. O tempero brasileiro agrada uns e desagrada outros. “A comida é muito, muito diferente, tem muito tempero. Não gosto. Prefiro frutas como laranja, manga e limão”, afirmou Jian.

Já seu colega de corrida, Wang Ji, engenheiro da Sany, 28 anos, gostou de churrasco. “Adoro churrasco. É muito famoso, mas um pouco caro”, disse Ji, que não fala português e conta com a ajuda de Jian. Jian e Ji tentaram mostrar uns passos da dança, mas não levam muito jeito. Ji prefere música sertaneja. “Gostei de Luan Santana”, disse.

No Carnaval, alguns funcionários da Sany desfilaram no Escola Unidos do Álcool, cujo tema era a China. A Chery vai operar nos setores de funilaria, montagem e pintura e estará concluída no segundo semestre de 2013. Já a Sany, inaugurou em maio a linha de montagem de guindastes sobre caminhão.

De olho em uma das 3.000 vagas de emprego que devem ser abertas pela Chery em Jacareí, o bailarino Danilo Ferreira Barros, 28 anos, aproveitou o projeto da prefeitura da cidade em parceria com a Unesp (Universidade Estadual Paulista) e tratou de correr atrás de aulas de mandarim.

“Vi como uma boa oportunidade de melhoria de qualidade de vida e conseguir um emprego melhor”, disse ele. Dos seis exames de proficiência, aplicados no Instituto Confúcio, em São Paulo, Barros já foi aprovado em um com 190 pontos a prova valia 200.

Para ele, escrever é mais difícil do que falar. “É muito diferente, não tem conjugação. Tem que ter muita vontade e disciplina porque vale a pena. Tenho certeza que estou mais qualificado e capacitado para concorrer aos postos de trabalho”, afirmou o bailarino.

Para a professora de mandarim, Li Yingying, 24 anos, falar bem o chinês pode significar um trabalho melhor. “Acredito que uma pessoa pode ser mais competitiva se ela falar fluentemente tanto inglês quando chinês”, disse. Para concorrer a uma vaga, é preciso ter ensino fundamental completo. Segundo a Prefeitura de Jacareí, são nove módulos e 280 pessoas estão na lista de espera.

O Vale

Publicado em: 07/01/2013

Depois de três meses com o preço em alta, preço da carne cai

Apesar da queda de quase 10% no último mês, o preço da carne vermelha ainda acumula alta de 20% nos últimos quatro meses no Vale. A expectativa é que o valor do produto caia nos próximos meses e chegue perto do patamar de setembro, antes da alta vertiginosa tradicional do final do ano.

“Nesta época, o abate aumenta e o consumo não é tão alto como o do final do ano. Se nada de anormal acontecer, o preço da carne deve voltar ao que era antes de outubro”, disse o economista do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-sociais) da Universidade de Taubaté, Luiz Carlos Laureano.

Em janeiro, o valor do contrafilé caiu 9,77% e o do acém, 9,25%. Já a alcatra registrou redução de 7,65%, segundo dados da pesquisa mensal da cesta básica, divulgada ontem pelo Nupes. O gerente do açougue Medalhão, no centro de São José, Clayton da Silva, 32 anos, conta que a maior queda foi apresentada pelos produtos de maior consumo no final do ano, as chamadas ‘carnes de festa’.

“Picanha, alcatra e contrafilé caíram de 10% a 15% em janeiro. Já nas outras carnes, essa queda não foi tão grande”, afirmou Silva. A dona de casa Sandra Bustamante, 58 anos, disse ter notado a queda do preço depois das festas. “Caiu sim, principalmente o contrafilé. É bom pois aproveito para comprar mais”, disse. Já a também dona de casa Marilene Tavares Rocha, 55 anos, acredita que a queda não deva passar da de janeiro.

“O preço nunca volta ao que era antes. Tem sempre a inflação que é usada como desculpa para que o valor fique lá em cima”, afirmou Marilene. O balanço da cesta básica na região mostrou que o custo de produtos tradicionais na mesa do brasileiro obtiveram alta em janeiro. É o caso do feijão carioquinha, tomate, batata e cenoura.

O feijão, aliás, deve continuar com o preço ‘salgado’ até abril, início da colheita da segunda safra do produto a primeira segue sendo prejudicada devido à seca na região Sul e o excesso de chuvas em Minas Gerais e São Paulo.
O tomate também sofre com o excesso de chuvas no Sudeste, que eleva a quantidade de bactérias nas lavouras e causa perda de produtividade, aponta análise do Nupes.

No geral, o valor da cesta básica praticamente se manteve estável no último mês em relação a dezembro de 2011, com alta de 0,17% quinta valorização positiva seguida, alcançando o valor médio de R$ 956,70. Em janeiro de 2011, a valorização em relação a dezembro de 2010 havia sido de 0,97%, maior alta dos primeiros seis meses do ano. Campos do Jordão segue como detentora da cesta mais barata entre as cidades pesquisadas pelo Nupes R$ 945,13.

A mais cara é a de Taubaté, com valor de R$ 969,77. A diferença da variação entre as cidades diminuiu de 2,66% no mês de dezembro de 2011 para 2,61% em janeiro passado. Comparando a quarta semana de dezembro de 2011 com a quarta semana de janeiro de 2012, dos 32 produtos de alimentação pesquisados pelo Nupes, 19 sofreram aumento de preços e 13 tiveram redução no valor.

Dos cinco produtos de higiene pessoal, três tiveram aumento de preço e dois redução. No setor de limpeza, três3 produtos tiveram aumento e quatro redução.

Queda no preço da carne
Contrafilé: -10,61
Alcatra: -8,37%

O Vale

Pesquisas aponto que cidade é a mais cara para se comer

São José dos Campos é a segunda cidade mais cara do país para se comer fora de casa. É o que revela pesquisa da Assert (Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador) divulgada ontem. O consumidor gasta na cidade, em média, R$ 26,34 por uma refeição completa, com prato principal, bebida, sobremesa e café. O valor só não é maior do que em São Paulo, onde o cliente gasta R$ 26,80.

Na comparação com o ano passado, o valor da refeição em São José subiu 26%, bem acima da inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) que fechou 2011 em 6,5%, alta puxada justamente pelo setor de alimentação e bebidas.

Já o valor nacional médio da refeição foi de R$ 22,37, variação positiva de 6% em relação ao ano anterior. Na avaliação do presidente do Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares) de São José, Antônio Ferreira Junior, parte desse aumento se justifica pelo encarecimento dos produtos e serviços do setor alimentício.

“Para reajustar o preço, os restaurantes levam em conta itens diferenciados, que o IPCA não considera, como a mão de obra. No final do ano passado, vários cortes de carne subiram mais do que 60%”, disse Ferreira Junior, que considera o crescimento de 26% do preço da refeição acima do normal.

O aquecimento da economia, a geração de empregos e a chegada de novas indústrias ao Vale foram apontados pela Assert como responsáveis pela vice-liderança de São José no ranking nacional, à frente de capitais como Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Quem tem que comer fora de casa em São José, seja por trabalho ou estudo, garante que está caro mesmo. Pela média da Assert, uma pessoa que almoça de segunda a sexta-feira em restaurantes desembolsaria, mensalmente, cerca de R$ 500.

“Por causa do trabalho, almoço fora quase todos os dias. Há um ano, com R$ 20 dava para comer bem. Hoje, já não é suficiente”, afirmou o analista de sistemas Roberto Rodrigues, 47 anos. O empresário Hélio Matsuo, 43 anos, foi outro a perceber a elevação do preço. “Não costumo comer fora, mas realmente aumentou, principalmente na região central.”

O proprietário do restaurante Adissai, Maurício Tsuji, afirma que a elevação de preço não foi tão alta no setor de comida por quilo, uma vez que a concorrência acaba freando o reajuste no valor. Os maiores reajustes teriam sido feitos nos estabelecimentos com sistema à la carte. “Se eu subir o preço em 26%, ninguém mais vem aqui”, disse. O economista Edson Trajano atribuiu o preço elevado ao padrão de renda de São José.

Ranking de preços

São Paulo: R$ 26,80
São José: R$ 26,34
Campinas: R$ 25,73
Rio de Janeiro: R$ 26,17
Belo Horizonte: R$ 20,41
Florianópolis: R$ 22,36
Curitiba: R$ 21,34
Recife: R$ 18,84
Salvador: R$ 21,17
Manaus: R$ 22,42
Vitória: R$ 23,90
Santos: R$ 25,67
Ribeirão Preto: R$ 21,37
Média nacional: R$ 22,37

O Vale