Neste Sábado tem Operação Cata Treco na cidade

A Prefeitura de São José dos Campos já recolheu nestes dois meses de trabalho da Operação Cata-Treco cerca de 460 toneladas de materiais volumosos. Neste período já foram atendidas cerca de 100 mil famílias. A operação, que será gradativamente realizada em todos os bairros da cidade, tem o objetivo de reduzir o grande volume de materiais jogados nas ruas e vias públicas. A Secretaria de Serviços Municipais (SSM) recolhe cerca de 5 mil toneladas de entulho, por mês, em todo o município. O custo para a realização deste trabalho é de cerca de R$ 2,5 milhões por ano.

Neste sábado (6), o trabalho atenderá os bairros: Vila Bandeirantes; Vila Piratininga; Vista Verde; Jardim Santa Inês 2; Alto do Bosque; Bosque dos Ipês; Parque dos Ipês; Jardim República; Capão Grosso 2, parte do bairro dos Freitas e Bosque dos Eucaliptos (região entre as avenidas Salinas e Andrômeda com as ruas Pedro de Martins Ribeiro e Alberto Silva Ramos)

É importante que a população coloque os materiais que serão recolhidos até as 8h, antes do caminhão da coleta passar. Entre os materiais que podem ser descartados estão restos de móveis e eletrodomésticos e pneus. Não serão recolhidos lixo orgânico ou restos de materiais de construção. Os entulhos de construção devem ser levados a um dos 11 Postos de Entrega Voluntária (PEV’s).

Cidade tem trabalho para combater casos de Meningite

A Secretaria de Saúde de São José iniciou ontem um trabalho de bloqueio contra a meningite entre pessoas que tiveram contato com o menino de 6 anos que morreu na cidade no último sábado, vítima da doença. Ao todo, 52 crianças e 16 funcionários da escola em que o garoto estudava, além de familiares, foram medicados com o antibiótico Rifampicina. Todos eles vão tomar duas doses por dois dias.

Segundo a secretaria, a medicação ajuda a eliminar a possibilidade de que um portador da doença que não tenha desenvolvido sintomas a transmita a outros. São José já contabiliza três mortes por meningite este ano. As duas primeiras ocorreram em janeiro as vítimas foram um adolescente de 17 anos de idade e uma mulher de 40. Segundo a Secretaria de Saúde, as três mortes não configuram um quadro de descontrole da doença.

“Esse é um número aceitável. No entanto, estamos sempre em alerta”, afirmou Cristina Alvarenga, da coordenadora de vacinas da Vigilância Epidemiológica. A meningite é uma inflamação da meninge, membrana que recobre e protege o cérebro e a medula espinhal. Agentes como bactérias, vírus e fungos podem provocar a doença. A transmissão ocorre pela saliva expelida por um portador ao tossir ou espirrar.

“Os sintomas para as crianças são febre, dor de cabeça muito forte, rigidez na nuca, vômito e diarreia. Nos bebês, pode acontecer ainda certa inquietação, irritabilidade e manchas no corpo”, disse Cristina. Nos adultos, o quadro se caracteriza por vômito, febre alta, dor de cabeça e nas articulações, rigidez na nuca e sensibilidade nos olhos. A meningite pode causar sequelas como perda da audição, problemas neurológicos e mentais e levar à morte.

A recomendação da Secretaria de Saúde é que as pessoas evitem aglomerações e higienizem sempre as mãos. Os mesmos procedimentos ajudam a prevenir a gripe A, causada pelo vírus H1N1. Este ano, São José já registrou três mortes provocadas pela doença. A prefeitura reforçou as ações de prevenção, distribuindo máscaras em unidades de saúde e cartazes de orientação nos ônibus.

O Vale

Publicado em: 09/05/2013

Cidade tem combate intenso contra pirataria

A Polícia Civil realizou uma operação contra produtos falsificados na manhã desta terça-feira (8) em lojas na Praça João Mendes – conhecida como ‘Praça do Sapo’ -, um dos principais pontos de comércio popular no centro de São José dos Campos.

Foram apreendidos relógios, bolsas, óculos, roupas, tênis, produtos com etiquetas de marcas famosas, e CDs falsificados de 36 boxes diferentes. Uma pessoa foi detida por desacato. Ela foi encaminhada à delegacia onde prestou depoimento e depois foi liberada.

Os materiais foram recolhidos em sacos plásticos e levados para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da cidade, onde os investigadores trabalharam na separação e contagem das peças. A perícia técnica fará uma análise nos produtos e um inquérito policial será aberto para cada box caso fique comprovado que o material é ilegal. A situação será analisada uma a uma.

De acordo com a polícia, os comerciantes não apresentaram nota fiscal com a procedência dos produtos mesmo tendo alvará de funcionamento. “Eles podem responder por contrabando e descaminho, o crime contra a ordem tributária e financeira, crime contra a propriedade imaterial. Então, isso será  apurado dentro do inquérito policial. As penas em alguns dos casos podem chegar de 5 a 6 anos”, explicou o delegado assistente da DIG, Régis Germano.

Durante a tarde, após a operação da polícia, poucos comerciantes reabriram as portas dos boxes. Uma comerciante que tem um espaço no local, que não quis se identificar, reclamou que o cadeado do box dela foi estourado. Ela vende artesanato no espaço. “Eu já não estou vindo trabalhar, porque eu não tenho dinheiro nem para andar de ônibus. Eu tive que alugar a minha casa para sobreviver e morar com meu filho. Agora eu chego aqui, o único dia que eu vim trabalhar um pouco, eu chego aqui o meu box tá estourado e eu não tenho dinheiro pra comprar cadeado. Então eu gostaria de saber quem é que vai comprar um cadeado pra mim?”, questiona.

Sobre a reclamação da comerciante, o delegado explica que para crimes dessa natureza não são necessários mandados. Eles são considerados crimes permanentes e podem sofrer a intervenção do Estado a qualquer momento.

A Secretaria de Defesa do Cidadão informou que não foi notificada oficialmente sobre a operação realizada pela Polícia e que vai aguardar a conclusão do inquérito para tomar as medidas cabíveis em relação aos permissionários. No entanto, não informou quais podem ser essas medidas.

G1 (Vnews)

Publicado em: 09/01/2013

Começa operação fim de ano com fiscalização

A vigilância proporcionada pelas 169 câmeras de monitoramento no centro da cidade ganhou o reforço de 20 homens da Guarda Civil Municipal, que se integraram aos 90 agentes que já fazem a segurança na região. Trata-se da ‘Operação Natal’, deflagrada pela Secretaria de Defesa do Cidadão com o objetivo de aumentar a segurança de consumidores e lojistas. Eles também contam com fiscais do Departamento de Fiscalização de Posturas, que apreenderão materiais vendidos por ambulantes ilegais.

Outro reforço na segurança do centro de São José veio da Polícia Militar, que aumentou o número de homens patrulhando as ruas a pé, de bicicleta e motocicletas. Uma base móvel também é usada. Segundo o comandante da Guarda Civil Municipal, Jorge de Assis Pinheiro, o reforço tem o objetivo de evitar crimes como furtos e roubos, que aumentam nessa época do ano em razão da corrida dos consumidores pelas compras de Natal.

“Como aumenta demais o número de gente no centro, os bandidos também começam a aparecer em maior número. Estamos lá para garantir a segurança”, disse. Entre as orientações de Pinheiro para os consumidores, estão a de não fazer compras sozinhos, levar bolsas coladas ao corpo, de preferência na parte da frente, e não ostentar objetos de valor. “Aos homens, aconselho usar a carteira no bolso da frente.”

O número de câmeras operadas pelo COI (Centro de Operações Integradas), da Secretaria de Defesa do Cidadão de São José, será ampliado até o final de 2012. Dos 181 novos aparelhos que estão sendo instalados em todas as regiões da cidade, 39 equipamentos serão colocados no centro. Com isso, o total de câmeras em São José saltará para 568.

Segundo a Secretaria, os novos aparelhos estão sendo instalados num sistema digital, totalmente novo, com maior confiabilidade ao sistema. A meta é de que 100% do COI seja digital em janeiro de 2013.

O Vale

Publicado em: 05/12/2012

Público é pego de surpresa com a Greve das Policiais Federais

Com a entrega simbólica das armas e distintivos, os agentes da Polícia Federal em São José dos Campos deram início ontem à operação tartaruga na cidade. A restrição no atendimento ao público faz parte das ações da greve deflagrada pela categoria anteontem em todo o país.

Durante todo o dia, a delegacia trabalhou somente com 30% do efetivo e somente os casos agendados e de urgência foram atendidos. Os principais serviços afetados foram a emissão de passaportes e de documentos de imigração. A delegacia chegou a ficar fechada por quase duas horas.

“Não estamos deixando de atender a população. Cada caso é avaliado e, conforme a urgência, damos o direcionamento. Nas demais situações a pessoa terá que ter paciência”, disse Alberto Nascimento, representante do sindicato. A situação pegou muita gente de surpresa. Sem saber da paralisação, a aposentada Maria Aparecida Ferreira foi em busca de um visto permanente para o marido, que reside como turista no país. “Sei que é direito deles, mas complica um pouco a vida da gente. Agora não sei quando vou conseguir o documento.”

A preocupação é compartilhada pela dona de casa Waldete França Rabello. De casamento marcado para novembro nos Estados Unidos, ela voltou ao Brasil para buscar as filhas para participar da cerimônia. Com a greve, ela teme não conseguir providenciar a documentação a tempo. “Essa questão de visto tem prazo.”

De acordo com o representante do sindicato, a operação padrão segue por tempo indeterminado na cidade. Na delegacia de Cruzeiro, a operação tartaruga começou no início da tarde de ontem, após uma assembleia realizada entre os funcionários. São Sebastião também trabalha com efetivo reduzido.

E parte dos delegados federais do país aderiu ao movimento e pararam por um dia.  Outra categoria que também ameaça parar são os policiais rodoviários federais, que ontem realizaram protestos em vários Estados.

O Vale

Famílias resistem e enfrentam PM na batalha do Pinheirinho

Os sem-teto do acampamento do Pinheirinho, na zona sul de São José, montaram uma operação de guerra para resistir à possível reintegração de posse da área, ocupada desde 2004. Ontem, um oficial de Justiça notificou os moradores a deixarem a área imediatamente. Mas, no acampamento, a ordem é resistir.

O entorno do acampamento foi cercado com lanças de bambus e o único portão de acesso ao local foi mantido trancado, com dez homens controlando a entrada e saída de moradores. Atualmente, cerca de 5.500 pessoas vivem no Pinheirinho.

Todos os acessos às ruas do acampamento foram bloqueados com trincheiras construídas com chapas de madeira, telhas, pneus e tambores. E para dificultar ainda mais a ação da Polícia Militar, algumas vias internas foram fechadas com sofás e cadeiras. A entrada em cada um dos setores do local tem que ser autorizada.

Por todo o acampamento era possível observar moradores com armas improvisadas, como porretes de madeira com prego nas pontas, barras de ferro, facões, espetos, enxadas, machados, pedras e estilingues.
No local, o clima é tenso. E a presença da polícia no entorno fez algumas famílias deixaram a área, levando apenas os filhos e alguns pertences.

Um grupo de moradores realizaria rondas pelas ruas do acampamento durante toda a madrugada. Líder dos sem-teto Valdir Martins, o Marrom, afirmou que o único plano é a resistência. “As famílias não têm para onde ir. Nenhuma opção de moradia foi oferecida a elas”, disse.

Ele acredita que se a polícia invadir a área haverá derramamento de sangue. “As famílias irão resistir até o fim. Marrom descartou utilizar crianças, idosos e mulheres como barreira humana. Segundo ele, todo o grupo será alojado em uma igreja construída no acampamento. A estimativa é que cerca de 350 pessoas articulam a resistência.

O clima de guerra não assusta a maior parte dos moradores. “Eu acho que temos de insistir, porque pobre precisa de moradia. Eu mesmo não tenho para onde ir se a polícia me mandar embora”, disse a dona de casa Maria Gonçalves de Jesus, 75 anos.

A dona de casa Joelma Almeida Silva, 22 anos foi uma das primeiras a chegar ao alojamento improvisado, junto com os dois filhos. Chorando, ela disse que não tem para onde ir com sua família. “Aqui igreja eles tem que nos respeitar, e não podem nos atacar. Não tenho para onde levar os meus filhos.”

O Vale

São José terá mais de 20 mil metros de calçadas

A Prefeitura de São José dos Campos construirá mais de 20 mil metros quadrados de calçadas em áreas públicas até o fim do ano. O objetivo é garantir a acessibilidade dos cidadãos, que poderão se deslocar com mais segurança, sem precisar dividir o espaço nas ruas com os carros, motos e bicicletas.

As calçadas são construídas em praças, áreas verdes e vielas pela Secretaria de Serviços Municipais (SSM). A construção é feita de duas formas, no piso de concreto ou intertravado (bloquetes).

A SSM executa também a instalação de guias rebaixadas nas faixas de travessia de pedestres para uma melhor mobilidade das pessoas com deficiência. Neste ano, 248 rebaixamentos de guias foram instalados pela cidade.

Além destas obras, serviços como a operação tapa buraco, nivelamento de guias e sarjetas e construção de bocas de lobo são executados pela SSM.

Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos