Gestão do Hospital Municipal da cidade é renovada

O contrato entre o governo do Estado e a empresa que vencer a PPP (Parceria Público-Privada) para construção do Hospital Regional de São José dos Campos será de 20 anos. A empresa terá direito de explorar serviços sem relação com a área médica, como de portaria, lanchonete e transporte. O edital da PPP deverá ser lançado ainda este mês, com previsão de início das obras em setembro próximo e conclusão até julho de 2015.

A construção consumirá investimentos de R$ 77 milhões, mas o governo Geraldo Alckmin (PSDB) não informou ontem quanto será disponibilizado pelo Estado e o montante de verba que será aplicado pela vencedora da PPP. Outros R$ 16 milhões serão investidos pelo governo do Estado para compra de equipamentos para a unidade. A Secretaria de Estado da Saúde informou que após a conclusão das obras será contratada uma OS (Organização Social) para administrar a parte clínica do Hospital Regional de São José.

A nova unidade terá cerca de 180 leitos, sendo 44 de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 10 cirúrgicos.
Ontem, o hospital de São José foi discutido em audiência pública, que reuniu cerca de 150 pessoas, na Secretaria de Estado da Saúde, na região central de São Paulo. Durante o evento, o deputado estadual Marco Aurélio de Souza (PT), que é de Jacareí, pediu a realização de nova audiência pública, desta vez no Vale do Paraíba.

“É importante a audiência pública na nossa região, até para que a população possa participar e apresentar sugestões”, disse o parlamentar. O pedido vai ser estudado pelo governo do Estado. O governo Alckmin também pretende implantar um Hospital Regional no Litoral Norte e o local deve ser definido ainda neste mês. O Vale já conta com um Hospital Regional em Taubaté.

O Vale

Publicado em: 07/05/2013

Qualidade de ensino da Faculdade é apontada por Reitor

Um ano após assumir o comando da Univap (Universidade do Vale do Paraíba), o reitor Jair Cândido de Melo, 73 anos, aponta a melhoria da qualidade do ensino e o resgate da credibilidade da instituição como suas principais conquistas. Na próxima quinta-feira, ele completa o primeiro de seus quatro anos de mandato, em processo que consolidou o fim da ‘Era Gargione’ na universidade, que possui unidades em São José, Jacareí, Campos do Jordão e Caçapava.

O professor Baptista Gargione Filho, 79 anos, dirigiu a Univap por 20 anos de 1991, ano em que ela foi criada, até novembro de 2011, quando foi demitido do quadro de funcionários. Ele também presidiu a FVE (Fundação Valeparaibana de Ensino), mantenedora da Univap, por 30 anos de 1981 a 2011. Durante este período, Gargione se envolveu em diversas polêmicas, chegando a ser alvo de um processo na Justiça decorrente de denúncias de nepotismo e corrupção o processo foi arquivado por falta de provas.

Para impedir novas perpetuações no poder, o Ministério Público conduziu um processo que resultou na mudança do estatuto da FVE e na troca do reitor da universidade, que agora só pode ser reeleito uma única vez. “O que me deixa mais feliz é ver que neste um ano voltou o entusiasmo dos alunos e professores. Acho que conseguimos conquistar o coração das pessoas. A Univap não tem só um dono. Ela só tem sentido se servir a coletividade”, disse Jair Melo.

Segundo o reitor, neste primeiro ano de mandato houve melhoria significativa na aproximação com a comunidade e na qualidade do ensino na instituição. Ele cita como exemplos medidas como o aumento de 3 para 4 horas na carga mínima de aulas por dia, o reforço de aulas de matemática e português para recém-aprovados no vestibular e a ampliação da capacitação de professores através de cursos.

“Quando assumi, fui taxativo. A melhoria do ensino é prioridade e por isto adotamos estas medidas. Não temos que fazer a história do passado e, sim, preparar os homens e mulheres do futuro.” Feliz com as conquistas, ele reconhece que ainda há muito a fazer. “Temos que aprimorar as mudanças, até porque a imagem da Univap ficou muito desgastada junto à comunidade. Quando aparecia na mídia, era quase sempre com notícias negativas. Vivemos novo tempo.”

Alunos da Univap consultados por O VALE reconhecem o esforço do reitor Jair Cândido de Melo para alavancar a instituição, mas continuam cobrando melhorias no ensino e no setor de pesquisa. “Houve avanços em relação à época do Gargione [Baptista, ex-reitor], mas ainda é muita propaganda e pouca prática”, disse Guilherme Tarquínio, que cursa o 5º ano de direito e é membro da Comissão Pró-DCE (Diretório Central dos Estudantes).

Segundo ele, a partir de amanhã começarão a ser recolhidas adesões por meio de abaixo-assinados em todos os cursos com pedido de melhorias para os alunos e professores. “Quando o reitor assumiu há um ano, foram prometidas melhorias nas bibliotecas, no sistema de internet e nas pesquisas. Como isto não foi feito, vamos voltar a passar o abaixo-assinados nos cursos e protocolar de novo esses pedidos de melhorias na reitoria”, afirmou Tarquínio.

Segundo ele, o grande mérito de Melo em seu primeiro ano de gestão à frente da Univap foi a ampliação do diálogo com os alunos. “Não resta dúvida de que hoje temos muito mais acesso ao reitor, ao pessoal da Secretaria-Geral e aos diretores do que na época do Gargione. Mas o que queremos mesmo é a melhoria efetiva na qualidade do ensino. Vamos continuar cobrando.”

O Vale

Publicado em: 15/04/2013

Novo Fórum da cidade ganha vagas para estacionar

A Prefeitura de São José dos Campos reforçou a vigilância em torno do prédio do Fórum da cidade, no Jardim Aquarius, na zona oeste. Atendendo a pedidos da direção do Fórum, a Secretaria de Defesa do Cidadão instalou três câmeras de monitoramento do sistema do COI (Centro de Operações Integradas). As imagens serão gerenciadas e gravadas 24 horas por dia. Os equipamentos entraram em operação na última sexta-feira.

O pedido de segurança monitorada havia sido feito ao ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB) pelo diretor do Fórum, José Loureiro Sobrinho, no final de 2012, em razão da inauguração do novo prédio, em 17 de dezembro.  Loureiro reforçou o pedido ao prefeito Carlinhos Almeida (PT) neste ano. Estima-se que circulem diariamente pelo Fórum de São José dos Campos cerca de 4.000 pessoas.

Um dia após a abertura do Fórum para a população em geral, em 7 de janeiro deste ano, quando ainda não havia câmeras de vigilância, uma moto foi furtada em frente ao prédio. Segundo a Secretaria de Defesa do Cidadão, todas as câmeras instaladas em vias públicas são monitoradas em tempo real pelo COI, tanto os equipamentos analógicos como os digitais. Com as três instaladas no Fórum, a cidade passa a contar com 566 câmeras.

A Secretaria de Transportes atendeu a pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e ampliou o número de vagas para estacionamento ao redor do Fórum, cujo entorno é considerado área de segurança e impossibilita a parada de veículos.

Foram abertas 25 vagas de estacionamento e de parada para embarque e desembarque na avenida Salmão, em frente ao Fórum, no sentido centro-bairro. A exceção é na proximidade da rotatória da avenida Vicente de Paula Penido. O estacionamento continua proibido na avenida Salmão na pista sentido bairro-centro, em razão da área de segurança do prédio.

É uma tentativa de contornar o problema de vagas no Fórum, cujo estacionamento será administrado por uma empresa privada, que cobrará dos usuários. A licitação deve terminar em maio. Até lá, as 160 vagas do estacionamento só podem ser usadas por funcionários, juízes e promotores.

Um problema recorrente do prédio do Fórum de São José dos Campos desde a inauguração, em 17 de dezembro do ano passado, continua a incomodar os servidores e usuários do local. O sistema de ar-condicionado ainda não está funcionando em todas as salas do prédio, onde estão instaladas 22 varas, com salas de audiência e os respectivos cartórios.

Segundo funcionários, em parte das salas, em razão de uma espécie de curto-circuito no sistema, a refrigeração parou de funcionar desde a semana passada. O problema obriga alguns cartórios a usar ventiladores para a refrigeração do ambiente. “Quando bate sol fica bem quente e o jeito é recorrer ao ventilador”, disse uma servidora do Fórum, que pediu para não ter o nome revelado.

Por meio da assessoria de imprensa do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), o diretor do Fórum, José Loureiro Sobrinho, informou que o sistema de ar-condicionado tem um problema de amperagem e que já está sendo discutindo com os técnicos da manutenção. A adequação será feita em breve.

O Vale

Publicado em: 26/03/2013

Novo Fórum é monitorado pelas câmeras do COI

Desde esta sexta-feira (22), o entorno do novo Fórum, no Jardim Aquarius, é monitorado por três câmeras do COI (Centro de Operações Integradas). As imagens serão gerenciadas e gravadas 24 horas por dia. Com esses equipamentos, a Prefeitura de São José dos Campos passa a ter um total de 566 câmeras instaladas na cidade.

“Todas as câmeras instaladas em vias públicas são monitoradas em tempo real pelo COI, sejam analógicas ou digitais”, explicou o diretor do COI e inspetor da Guarda Civil Municipal (GCM), Jefferson Donizetti de Lima.  As câmeras dos prédios públicos têm monitoramento local, mas segundo a Secretaria Especial de Defesa do Cidadão, ainda no primeiro semestre deste ano, todo o sistema passará a ser digital e totalmente integrado ao COI.

Hoje, além do monitoramento das câmeras e do atendimento de chamados feitos para o 190, o Centro de Operações Integradas também é responsável por 436 alarmes instalados em postos públicos e gerencia o telefone 153, que atende denúncias de pichação, uso de cerol, violência contra o menor e idoso, venda e consumo de bebidas alcoólicas por menores, consumo de drogas e mendicância.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 25/03/2013

Novo feriado da cidade fecha partições públicas

São José terá na próxima terça-feira, dia 19, o seu primeiro feriado em homenagem ao padroeiro da cidade. Repartições públicas deverão permanecer fechadas até quarta feira. Bancos e lojas não abrem na terça. O projeto de lei, apresentado pelo vereador Dilermano Dié, foi sancionado em novembro do ano passado pelo então prefeito Eduardo Cury (PSDB), apesar de ter ganhado unanimidade na Câmara dos vereadores, causou polêmica na cidade.

Enquanto muitos joseenses aprovaram o feriado, os comerciantes torceram o nariz alegando que o dia improdutivo traria prejuízos. “Esse feriado é um misto de inconsequência, irresponsabilidade e demagogia. As pessoas não têm noção do quanto o comércio deixa de ganhar com um feriado, principalmente prolongado”, afirmou Felipe Cury, presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial), de São José.

O presidente do Sinhores (Sindicato dos Hoteis, Restaurantes, Bares e Similares), de São José, Antonio Ferreira Junior, acredita que é relativa a queda no consumo. “As pessoas costumam viajar nos feriados, assim, cai o número de consumidores. Ainda assim, os bares podem ter um aumento do número de frequentadores na segunda-feira à noite, por exemplo. Já os hotéis, que têm como público funcionários de empresas acabam ficando sem clientes. Restaurante também tem uma diminuição de público”, disse.

Segundo pesquisa da historiadora Valéria Zaneti, a cidade teve origem numa aldeia de índios cujo nome em antigos documentos consta como “Aldeia de São José”. Nela existia uma capela que abrigava as imagens do menino Jesus e de São José. mConsiderada cidade desde 1864, tomou em 1871 o nome de São José dos Campos.

Para a vereadora Amélia Naomi (PT), presidente da Câmara dos Vereadores, o projeto foi votado e teve aprovação unânime. “Aqueles que se sentiam prejudicados com a criação desse feriado deveriam ter se manifestado na ocasião do veto”, afirmou a vereadora. Segundo a assessoria de imprensa do vereador Dilermando Dié (PSDB), o projeto seria um “resgate cultural” para a cidade, que já contou com este feriado em 1956. O vereador do PSDB também não acredita que haverá prejuízo ao comércio.

O Vale

Publicado em: 15/03/2013

Rotina dos moradores do Jardim Aquarius muda na cidade

A transferência do Fórum de São José dos Campos para o Jardim Aquarius, na zona oeste, mudou a rotina de moradores e comerciantes locais. Acostumados ao clima tranquilo da região, eles agora convivem com um cenário totalmente oposto.

Desde a abertura do prédio na última segunda-feira, ruas antes quase desertas agora ficam lotadas de pessoas e veículos circulando durante todo o dia. Em uma semana, já aconteceu quase tudo: carros rodando na contra-mão e estacionando em local proibido, roubo de moto, briga entre advogados em via pública, entre outras situações relatadas por moradores.

Eles demonstram preocupação com a situação e pedem ações da prefeitura. Como é proibido parar o veículo no estacionamento dentro do Fórum exclusivo para funcionários, juízes e promotores, advogados e público em geral disputam ‘à tapa’ as poucas vagas nas ruas próximas ao prédio. Na última quinta-feira, quase houve briga real. Segundo comerciantes da rua Adalbert Bogsan a única com vagas disponíveis ao redor do Fórum, dois advogados tentavam estacionar numa das 27 vagas da via, sendo que um deles estava com o carro na contra-mão.

“O motorista entrou no sentido contrário já embicando para estacionar, quando veio o outro e obstruiu a passagem. Um deles saiu do carro e quase foi atropelado duas vezes pelo outro motorista”, disse o comerciante Vitor Júnior, 30 anos. “Se você ficar aqui na rua vai ver os carros entrando na contra-mão toda hora e em alta velocidade. Um marronzinho aqui iria aplicar umas 20 multas por dia”, disse Miguel Ângelo, 37 anos, sócio de Júnior em um salão de beleza.

Além das 27 vagas de carros, sendo 3 para idosos e 2 para deficientes, a rua Adalbert Bogsan conta com 20 espaços reservados para motos. O problema é a demanda. Estima-se que circulem diariamente pelo Fórum de São José cerca de 4.000 pessoas. Resultado: ruas lotadas e alvo potencial de criminosos. Na terça-feira, um dia após a abertura, uma moto foi furtada em frente ao prédio.

O crime ocorreu na avenida Salmão. “Parei a moto na rua e quando voltei, 20 minutos depois, ela não estava mais lá. Se não pode parar nem dentro do Fórum nem na porta, podiam pelo menos criar estacionamentos privados aqui”, disse o auxiliar administrativa Ronaldo de Souza, 47 anos.

No entorno do Fórum a parada de veículos é proibida por ser considerada ‘área de segurança’. Faltam estacionamentos privados na região. Devido à reclamação de moradores, a Secretaria de Transportes de São José informou que vai intensificar a fiscalização no entorno do Fórum.

Segundo a assessoria da pasta, os agentes de trânsito que fazem ronda no Jardim Aquarius ficarão atentos à movimentação naquela região, em especial na rua Adalbert Bogsan. Desde quinta-feira, os agentes deixaram de ficar de prontidão em frente ao Fórum.

O Vale

Publicado em: 14/01/2013

Tribunal da Justiça avalia vagas para advogados

O Tribunal de Justiça do Estado vai decidir, dentro de 15 dias, se algumas vagas do estacionamento do novo Fórum de São José dos Campos serão disponibilizadas para os advogados. Uma equipe de assessores do TJ fará uma visita ao prédio na cidade para verificar a possibilidade da liberação do espaço aos advogados. Usuários em geral continuariam de fora.

A decisão foi tomada em reunião ontem, em São Paulo, entre o presidente do TJ, Ivan Sartori, o diretor do Fórum, José Loureiro Sobrinho, e a presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São José, Sílvia Regina Dias.

Desde a abertura do prédio na última segunda-feira, somente veículos dos cerca de 500 servidores (entre funcionários, promotores e juízes) podem parar nas 160 vagas disponíveis. A reclamação de quem vai ao Fórum não fica restrita ao estacionamento. O local ainda não possui detectores de metais e câmeras instalados. O ar condicionado e os elevadores são previstos para funcionar apenas em fevereiro.

Outro problema é a agência bancária dentro do Fórum: os caixas não estão recebendo o pagamento de custas processuais, obrigando advogados e usuários a procurar outro banco o mais próximo é na zona sul. A presidente da OAB, Sílvia Dias, disse que confia na liberação de vagas aos advogados dentro do Fórum. “Se liberasse de imediato seria melhor, mas o presidente do TJ demonstrou que vai ceder algumas vagas. Ele só vai ver agora como isso será feito e é o que vamos aguardar.”

A assessoria do TJ informou que o presidente Ivan Sartori “tem todo o interesse em resolver eventuais desconfortos no Fórum e que isso será feito de imediato”. Além da limitação dentro do prédio, o entorno é considerado “área de segurança” e não é permitido o estacionamento. Apenas a rua Adalbert Bogsan possui 47 vagas 27 para carros e 20 para motos quase sempre lotadas.

A direção do Fórum prevê, em breve, terceirizar o estacionamento do prédio. Advogados e usuários em geral terão que pagar pelo uso. Servidores continuarão com acesso livre. Presentes na porta do Fórum desde sua abertura, os agentes de trânsito da prefeitura já não eram mais vistos ontem no local.

Segundo a Secretaria de Transportes, os agentes que fazem a ronda Jardim Aquarius, na zona oeste, farão a fiscalização da área porém, não mais de forma permanente. A pasta frisou que é proibido estacionar ou parar nas áreas de segurança.

O Vale

Publicado em: 11/01/2013

Novo Fórum já aponta problemas na estrutura do Prédio

Inaugurado no último dia 17 dezembro após sete anos de obras, o novo Fórum de São José foi reaberto ontem ao público, no Jardim Aquarius, na zona oeste, com inúmeros problemas estruturais e de segurança. Falta de detectores de metais e câmeras, falhas nos sistemas de computação e ar-condicionado, elevadores desligados e até corte de água transformaram o primeiro dia de atendimento em um verdadeiro caos.

Advogados e usuários reclamaram durante todo o dia da disponibilização de vagas de estacionamento no prédio somente para funcionários, enquanto nas ruas ao redor o estacionamento foi proibido. Na Avenida Salmão, por exemplo, agentes de trânsito aplicavam multas nos carros estacionados.

Iniciada em 2004 e concluída em novembro do ano passado, a obra custou R$ 30 milhões. Diante dos problemas, a direção do Fórum garantiu que o prédio estará em pleno funcionamento até o fim do mês. Entre os advogados, a maior reclamação era a proibição de estacionar dentro e no entorno do prédio. “Isto está errado. Onde vamos colocar o carro? Na cabeça? E ainda terei de andar pela rua carregando um monte de processos na mão”, disse a advogada Maria Clara Cartaxo, 59 anos.

A presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Sílvia Dias, afirmou que irá pedir solução para o caso. “Não tem onde estacionar ao redor do prédio. Estou enviando um ofício solicitando reunião com o presidente do Tribunal de Justiça.”

O prédio estava com o ar-condicionado desligado. Não bastasse o calor, um problema na bomba hidráulica cortou a água no período da tarde. Até o início da noite, o problema continuava. Os elevadores também não estavam funcionando.

Para piorar, o sistema de computadores sofreu uma pane que impediu a geração de novos protocolos e distribuição de processos este trabalho teve que ser feito manualmente, por meio de roleta de bingo operada pelo próprio diretor do Fórum, José Loureiro Sobrinho, que sorteava as varas que receberiam as ações. “O Colégio Recursal está com o sistema desligado e não tem como procurar meu processo. Disseram que talvez na quarta-feira amanhã”, disse o professor Cézar Cruz, 35 anos.

O VALE constatou que alguns computadores da sala permaneciam nas caixas. Funcionárias confirmaram a falta de sistema de computação. Outro problema dentro do prédio é a falta de informação sobre a localização das salas. Não há placas de sinalização. Ontem, apenas quatro guardas armados faziam a segurança no prédio, onde não havia detectores de metais nem câmeras de segurança.

O Vale

Publicado em: 08/01/2013

Prefeitura realiza recapeamento no asfalto na Vila Industrial

A partir de segunda-feira (29), a Rua Saigiro Nakamura, na Vila Industrial, recebe obras de reconstrução asfáltica no trecho entre a entrada do Hospital Municipal e a Rua Ricardo Edwards, perto da Urbam. O pavimento será retirado e a pista terá novo asfalto.

Até o início de dezembro a circulação de veículos no trecho será limitada ao trânsito local. Os motoristas deverão usar rotas alternativas. As opções são os desvios pelas avenidas Juscelino Kubitschek ou Barbacena.

Nesse período, os dois pontos de ônibus da área que entrará em obras serão temporariamente desativados. Os veículos do transporte coletivo que passam pelo trecho, tanto em direção ao centro como no sentido bairro, seguirão pela Avenida Juscelino Kubitschek e Rua Ricardo Edwards até o percurso usual.

Na Rua Saigiro Nakamura circulam as linhas 230 (Tesouro-Colonial), 231 (Tesouro-Vila Dirce), 215 (Tesouro-Aquarius), 251 (Eugênio de Melo) e o alternativo Jardim Guimarães-centro. Os passageiros devem embarcar e desembarcar perto do Senac ou na Avenida Juscelino Kubitschek.

Todo o trecho em obras estará sinalizado, com orientação aos motoristas. Haverá avisos nos pontos de ônibus e dentro dos veículos do transporte coletivo, além de monitoramento pelos agentes de trânsito.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 25/10/2012

São José apresentará Lobão no Ginásio Sesc

O músico Lobão vai ser a atração neste sábado (13), às 20h30, no Sesc de São José dos Campos. O cantor apresenta o show ‘Elétrico’, onde traz um repertório de canções novas e clássicas. A apresentação é baseada na compatibilidade das músicas mais antigas com a proposta de um som potente e guitarras repletas de timbres que dialogam com fusão de baixo e bateria.

No repertório as inéditas “Agora é Tarde”, “Song For Sampa” e “Das Tripas Coração”, além dos sucessos “Universo Paralelo”, “Decadence Avec Elegance”, “Vou te Levar”, “Me chama” entre outras. Lobão tem 38 anos de carreira. A turnê já rodou pelo Brasil e agora passa por São José dos Campos. Com Duda Lima (baixo), Armando Junior (bateria), André Caccia Bava (guitarra).

O show será realizado no ginásio do Sesc. Os preços dos ingressos variam entre R$ 7,50 e R$ 30,00. A recomendação etária é de 16 anos.

  • Serviço
  • Show “Lobão Elétrico”
  • Data e horário: Dia 13, sábado, às 20h30.
  • Local: Ginásio do Sesc. Sem assentos.
  • Preço: Trabalhadores no comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc: R$ 7,50. Usuários inscritos, estudantes, professores da rede pública e idosos acima de 60 anos: 15,00. Outros: R$ 30,00.
  • Recomendação etária: 16 anos.
  • Endereço: Avenida Adhemar de Barros, 999, no Jardim São Dimas.
  • Telefone: (12) 3904-2000.

 

G1( Vnews)

Publicado em: 09/10/2012