Rodovia dos Tamoios irá ficar interditada durante 2 dias

Principal acesso ao Litoral Norte, a Rodovia dos Tamoios (SP-99) ficará interditada entre terça e quinta-feira dessa semana. A interdição vai ocorrer do meio-dia às 14h por conta das obras de duplicação da rodovia, iniciadas em maio.

A Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S.A) informou que o bloqueio será nos dois sentidos, no km 16 (em Jambeiro) e km 37 (em Paraibuna). Segundo o Estado, o fechamento da pista é necessário para operação de desmonte de rochas e visa garantir a segurança dos motoristas.

A orientação é para os motoristas utilizarem estradas alternativas como a Rodovia Mogi-Bertioga (SP-98), Rodovia Rio-Santos (SP-55) e a Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125), que liga Taubaté a Ubatuba. A operação de desmonte de rochas será a primeira das obras de duplicação. Segundo a Dersa, serão utilizados cerca de 385 quilos de explosivos para a operação.

Os serviços são executados pelas empresas Encalso e S.A. Paulista, que em consórcio venceram a licitação da obra, que vai custar R$ 557,4 milhões dos cofres públicos. Os trabalhos devem durar 20 meses, até dezembro de 2013. A duplicação se dará em pista contígua à existente, numa extensão de 49 quilômetros. Após as obras, a Tamoios terá duas faixas de tráfego.

O Vale

Prefeitura inicia obras de recapeamento na Segunda-feira (11)

A Prefeitura de São José dos Campos inicia nesta segunda-feira (11) as obras de recapeamento na Avenida Olivo Gomes, um dos principais acessos à região norte da cidade.

Os trabalhos serão realizados em um trecho de 800 metros, após o viaduto, em frente ao Parque da Cidade, até próximo à travessa Constantino Pinto. A previsão é de que a obra seja concluída em 20 dias. Nesse período, o tráfego de veículos será realizado em meia pista.

Prefeitura de São José

Prefeitura inicia hoje revitalização de Praça no Centro

A Prefeitura de São José dos Campos programou para começar hoje a revitalização da Praça Cônego Lima, no centro. O espaço será remodelado e vai ganhar novo piso, ampliação de calçadas e reforço na iluminação. A reforma da praça integra o projeto estratégico Centro Vivo, de revitalização do centro antigo de São José. O projeto foi elaborado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), em conjunto com o governo de Eduardo Cury (PSDB).

A obra está orçada em R$ 650 mil e deve ficar pronta em 90 dias, segundo o Ipplan. A Cônego Lima ocupa uma área de cerca de 2.600 metros quadrados. A proposta prevê ampliar a calçada do entorno da praça com a eliminação de uma faixa de veículos. A rua será elevada ao nível da praça e será calçada com bloquetes intertravados, o mesmo piso que será colocado em toda a praça.

Segundo o Ipplan, serão trocados 1.500 metros quadrados de piso da praça. Serão construídos mais 88,25 metros quadrados de calçada no entorno da praça. A diretora do Ipplan, Cynthia Gonçalo, explicou que as modificações na Cônego Lima visam privilegiar o pedestre.

Futuramente, será construído um quiosque no local onde hoje funciona o centro gratuito para internet, que será transferido para outro endereço.

O Vale

Obras de Melhorias no Vicentina Aranha começa agora

Seis anos depois de comprar o Parque Vicentina Aranha, a Prefeitura de São José dos Campos decidiu restaurar o primeiro dos sete pavilhões do complexo. O recurso para o serviço, estimado em R$ 800 mil, foi liberado na última semana e mostra o fracasso da administração em obter verbas com a iniciativa privada para a recuperação do parque.

Em 2006, quando comprou o Vicentina Aranha da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia por R$ 22 milhões, o governo Eduardo Cury (PSDB) informou que a recuperação dos pavilhões teria que ser custeada pelo terceiro setor porque já tinha investido recursos públicos com a aquisição.

O primeiro edifício que será recuperado é o Alfredo Galvão (um dos menores com 194 metros quadrados). O restauro deve começar no final do ano, após o processo licitatório, e deve durar 12 meses. A meta é que parte do custeio da obra venha de doações das empresas.

O objetivo da prefeitura é transformar o edifício em ‘chamariz’ para obtenção de recursos com a iniciativa privada. O pavilhão será transformado em um showroom, que vai divulgar as propostas de transformar o parque em centro de cultura.

“Hoje, só temos papel para apresentar aos futuros parceiros. Com o restauro do Alfredo Galvão, as empresas da cidade poderão ver com mais precisão nosso projeto para o parque”, afirmou Ângela Tornelli, diretora da Ajfac (Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cultura), entidade gestora do parque.

No boletim de prestação de contas da Ajfac, Vítor Chuster, diretor do Comphac (Conselho Municipal de Patrimônio Histórico), disse que o pavilhão se transformará em um ‘cartão-postal’. “Para que as empresas vejam a importância desse trabalho e contribuam com investimentos”, afirmou Chuster.

Desde a compra do parque, a prefeitura tenta levantar verbas com empresas por meio de leis de incentivos fiscais e doações, mas até agora só conseguiu arrecadar cerca de R$ 170 mil. O montante não tem representatividade se for considerado o valor necessário para as obras de restauração de todas as edificações do Vicentina Aranha, que tem um custo estimado em R$ 32 milhões.

Sem o dinheiro das empresas, o uso do Vicentina Aranha que conta com uma área de 85 mil metros quadrados se limitou à pista de caminhada. Cerca de 3.500 pessoas vão ao parque todos os dias. O projeto de restauro do Pavilhão Alfredo Galvão que conta com três salas já foi aprovado pelo Comphac.

Segundo o projeto, a sala de entrada será ponto de informação sobre atividades e funcionamento do complexo. A segunda sala terá um museu interativo, que contará a história, enquanto a última mostrará as propostas para o parque, que deverá ter restaurantes e cafeterias.

O Vale

Obras de melhorias no Vicentina Aranha na cidade

A Prefeitura de São José dos Campos vai investir cerca de R$ 400 mil em obras emergenciais de estrutura em 3 dos 7 pavilhões do Parque Vicentina Aranha. A previsão é que os serviços comecem ainda em julho e sejam concluídos em cinco meses. As obras emergenciais são necessárias para o futuro restauro e utilização dos prédios.

O edital para contratação do serviço foi lançado ontem. Por ser um patrimônio histórico, a licitação para a escolha da empresa vai considerar, antes do menor preço, a melhor técnica apresentada para a reforma. Os pavilhões que vão receber as obras são os dois localizados na frente da entrada principal do parque, os pavilhões São José e São João, e o Marina Crespi, que fica no centro do complexo.

A necessidade de se fazer a obra foi identificada após laudo técnico que apontou a deterioração de peças de madeira, de calhas, o comprometimento das estruturas, além de rachaduras e infiltrações nos edifícios. A proposta elaborada pela Ajfac (Associação Joseense para o Fomento da Arte e da Cultura), gestora do parque, já foi aprovada pelo Comphac (Conselho do Patrimônio Histórico) de São José dos Campos.

“É importante que as pessoas saibam que as obras emergenciais ainda não são a reforma. O restauro desses pavilhões será feito depois dessas obras emergenciais para não ficar comprometido”, afirmou Ângela Tornelli, diretora da Ajfac, a O VALE.

Entre as melhorias previstas nas obras emergenciais estão a eliminação de trincas, retirada de forros, alargamento e rebaixamento de calçadas para evitar infiltração. De acordo com a Ajfac, tudo será registrado, inclusive com fotos, para que os pisos, azulejos e adornos sejam identificados para auxiliar no projeto do futuro restauro.

O Sanatório Vicentina Aranha, foi inaugurado em 27 de abril de 1924, sendo o primeiro da fase sanatorial construído na cidade. O complexo foi comprado pela prefeitura em 2006, por R$ 22 milhões. A proposta é que a área se transforme em um grande centro cultural com restaurante, café e museu interativo. Hoje, o parque recebe cerca de 3.500 pessoas por dia que encontram no espaço uma área para a prática de exercícios.

O Vale

Prefeitura realiza recapeamento na Avenida Bacabal

O trecho da Rua Bacabal entre a Rua Quixadá e a Rua Arequipa, no sentido Parque Industrial, zona sul de São José dos Campos, será interditado. A via será fechada a partir das 7h deste sábado (12) até às 20h da segunda-feira (14). No local serão realizadas obras de recapeamento.

O tráfego de veículos para a Rua Arequipa ou para o Jardim Satélite (zona sul) será desviado pela Avenida João Batista de Souza Soares. Para os motoristas que desejam acessar a Rua Bacabal será feito um desvio seguindo as vias Lúcia de Almeida Barreto, Álvaro Gonçalves Júnior, Codajas, Anápolis e Itamaracá.

Para os usuários da linha 122- Parque/Altos de Santana, sentido zona norte, os ônibus seguirão por um desvio a partir da Rua Anápolis. Os veículos circularão direto pela Rua Quixadá, sem acessar a Rua Oeiras, para então ter acesso até a pista central à direita e seguir pela Rua Arequipa, retornando ao itinerário regular.

As vias serão sinalizadas para orientar os motoristas e agentes de trânsito estarão monitorando o local durante o período do desvio.

Prefeitura de São José

Prefeitura realiza obras de Pavimentação na cidade

Os bairros Jardim Minas Gerais, na zona norte, e Campos de São José, zona leste, começam a receber obras de terraplanagem e pavimentação dentro do Programa Comunitário de Melhorias (PCM). As empresas contratadas já receberam a ordem de serviço para iniciar os trabalhos.

Na região sul, no Jardim Nova República, e na leste, no Jardim Nova Michigan, o programa já está em fase de colocação de guia e sarjeta, para então receber a pavimentação. As obras estão previstas para serem concluídas em julho deste ano.

O Jardim Nova Detroit (zona leste) deve ser o próximo a receber as obras de melhoria viária. A empresa que realizará a pavimentação na área já foi definida e o processo está em fase de assinatura de contrato entre a companhia e os moradores. Nos bairros Jardim Santa Edwiges (região sul) e Coqueiro (região leste) o programa está em fase de licitação.

Na zona leste mais de mil famílias foram beneficiadas com melhorias em vias no Santa Inês III, Residencial Dom Bosco e Jardim Califórnia. E na região oeste na Rua da Palha, no bairro Limoeiro. Foram pavimentadas 36 ruas e cinco avenidas nos bairros.

O PCM é uma parceria entre a Prefeitura e os moradores. Para que o programa seja implantado nas áreas é preciso a adesão de no mínimo 60% da comunidade. O contrato é feito diretamente entre a população beneficiada e a empresa vencedora da licitação. A Prefeitura entra como parceira e é responsável pelos 40% restantes do custo total da obra. Os moradores só começam a pagar as parcelas após a conclusão do asfalto, período em que estarão isentos do pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Recapeamento

A Rua 23 de Dezembro, no Jardim Cerejeiras, está recebendo obras de melhorias viárias entre o trecho da Rua Oito de Dezembro e Avenida Tancredo Neves. Os trabalhos de recapeamento foram iniciados na terça-feira (8) e serão realizados em 900 metros da rua até a altura do poliesportivo do bairro.

Prefeitura Municipal

Prefeitura realiza melhorias em áreas públicas na cidade

A Prefeitura de São José dos Campos continua com os trabalhos de preparação de novas áreas públicas para a execução de obras de melhorias. Essa preparação ocorrem nas áreas localizadas na Avenida Nelson D’avila, próximo ao viaduto do CTA e no Anel Viário, sentido centro/região sul. Além das Praças José Carnevalli no Jardim Colonial, Praça Itamar Guerreiro na Vila Letônia, Praça Nelson Correia de Sá na Vila São Geraldo.

A medida finalizará os trabalhos de reurbanização e revitalização das áreas públicas. O trabalho é realizado pelas equipes de áreas verdes da Secretaria de Serviços Municipais (SSM), que efetuar o plantio de grama posteriormente.

Paralelamente outras equipes da SSM fazem o plantio de palmeiras na rotatória de acesso ao bairro Residencial União, na Avenida Leonor de Almeida Ribeiro Souto (Estrada do Imperador). No local, 3 palmeiras iscariotes mais 2 jerivás serão plantadas. As espécies medem entre 8 a 10 metros de altura.

Prefeitura Municipal

Prefeitura instala lombofaixas na região Leste da cidade

A Prefeitura iniciou a construção de mais três lombofaixas na zona leste de São José dos Campos próximo a áreas escolares. A região já tem duas travessias elevadas em frente às escolas Professor Luis Leite (Galo Branco) e Rosa Tomita (Campos de São José II). Com as obras, cinco instituições de ensino na zona leste terão maior proteção para a travessia de estudantes e moradores.

A primeira travessia fica no cruzamento das ruas Ângelo Scarpel e Carlos Alberto Andrade, em frente à Escola Municipal Professor Antonio Palma Sobrinho, no Parque Nova Esperança. Essa obra deve estar concluída até esta sexta-feira (23).

No Jardim Ismênia, os trabalhos começaram nesta segunda-feira (19) em frente à Escola Municipal Ilga Pusplatais, entre as ruas Araguari e Uberlândia. No mesmo dia também foi iniciada a obra da travessia entre as ruas Enfermeiras e Tecelões, em frente à Escola Municipal Professor Hélio Augusto de Souza, no Jardim Valparaíba.

As travessias elevadas têm sido implantadas principalmente em áreas escolares e em ruas com grande volume de pedestres, que não sejam corredores de ônibus, nem vias de trânsito rápido.

Além da zona leste já foram implantadas cinco travessias elevadas na região central, nas ruas: Coronel José Monteiro, Rubião Júnior, Machado Sidney, Euclides Miragaia e José Alencar.

Na zona sul são oito lombofaixas: quatro delas no bairro Floradas de São José, nas ruas José Alves dos Santos (perto da ACM), Matias Peres (próximo ao Colégio Teófilo Rezende), Francisca Maria de Jesus e Tsunessaburo Makiguti, no Cephas.

As outras estão no bairro Chácaras Reunidas, em frente à Escola Estadual Elmano Ferreira Veloso, no Campo dos Alemães, área da Escola Municipal Álvaro Gonçalves; no D. Pedro, na Escola Municipal Therezinha do Menino Jesus Santos Nascimento e no Interlagos, em frente à Escola Municipal Professora Rute Nunes da Trindade.

Na zona norte, há uma travessia elevada em frente à Escola Municipal Ana Berling de Macedo, no bairro Alto da Ponte.

Prefeitura Municipal

Calçadas Segura na cidade é alvo para Construtoras

O programa Calçada Segura da Prefeitura de São José dos Campos virou uma “mina de ouro” para fabricantes de bloquetes intertravados utilizados na construção de passeio público e para micros e pequenas empresas que constroem calçadas.

Com o cerco da fiscalização aos proprietários de imóveis com calçada em desacordo com as normas editadas pelo governo do prefeito Eduardo Cury (PSDB) para a construção de passeio público, é crescente a demanda por esse tipo de material.

A região possui poucos, não mais que seis, fabricantes de bloquetes intertravados e boa parte da produção tem destino certo: o mercado de São José dos Campos. “É um mercado bastante promissor. Estamos planejando dobrar a produção atual de 2.500 metros quadrados mensais”, afirmou Wilson Neri, de São José. Ele também montou equipes para fazer calçada segura.

Proprietários de imóveis acham importante manter a calçada em bom estado, mas reclamam dos preços praticados pelo mercado. Dependendo do fornecedor, o valor do metro quadrado do bloquete de cor natural (cinza) pode chegar a R$ 50 e o do intertravado colorido a R$ 55. Cada metro quadrado tem 50 unidades.

Atualmente, o custo médio do metro quadrado da calçada com intertravados varia de R$ 110 a R$ 120 considerando o fornecimento de material e da mão de obra. Para construir uma calçada de dez metros quadrados, por exemplo, é necessário desembolsar de R$ 1.100 a R$ 1.200.

Apesar de reclamarem do preço alto, proprietários preferem fazer calçada segura a arcar com a multa. Corrigida anualmente, o valor da multa prevista pela lei do programa está em R$ 124,62 o metro quadrado. Após ser notificado, o proprietário tem prazo de 30 dias para fazer a calçada. Caso contrário, é multado novamente.

Em 2010, a fiscalização emitiu 1.739 notificações e autuações a proprietários de imóveis relativas a calçada em desacordo com a s normas. No ano passado, foram emitidas 3.221 notificações e autuações e nos dois primeiros meses deste ano, 518. “É uma calçada cara. Gastei R$ 7.800 para fazer o passeio na minha loja”, disse Leci Paula Filho, dono de uma loja de veículos no Monte Castelo.

Dono de dois estabelecimentos comerciais no Jardim Paulista, Antonio Souza Moreira contou que gastou R$ 4.300 para fazer calçada. “Acho interessante esse tipo de passeio e considero mais correto, mas é bastante caro”. O vice-prefeito e assessor para Pessoas com Deficiência, Luiz Antonio Ângelo da Silva, que coordena o programa, disse que a estimativa é que 25% das calçadas dos bairros da região centro e dos principais corredores viários estão em estado irregular.

Ele ressalva que a prefeitura não indica fornecedores, mas apenas os calceteiros formados em cursos patrocinados pelo governo municipal. Para o presidente da Urbam (Urbanizadora Municipal), que faz calçadas seguras, Alfredo de Freitas, o valor da construção pode cair com o surgimento de novos fabricantes e construtores. “O preço do cimento influi no valor da construção”, disse Freitas.

O vereador Wagner Balieiro (PT), disse que são poucas as empresas que fornecem material. “O preço é alto e sugere a formação de cartel”, disse.

O Vale