Materias são reaproveitados por Artesãos

Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Espaço Cultural Chico Triste (Rua Milton Cruz), no Jardim São Jorge, convidou a artesã Eliandra Maria Maurício para uma roda de conversa sobre o projeto desenvolvido por ela: “Decoração com Objetos”. O encontro será nesta quarta-feira (5), das 16h às 18h. A entrada é gratuita.

Reaproveitar e transformar materiais que iriam para o lixo em objetos de decoração e outras utilidades, este é o assunto que a oficineira Eliandra vai tratar. A partir de uma interação com o público, ela vai falar sobre as diversas possibilidades e potencialidades dos cidadãos em fazer a reciclagem utilizando técnicas simples, rápidas e de baixo custo.

O objetivo da roda de conversa é conscientizar a população que é necessário praticar a sustentabilidade e destacar que a transformação dos resíduos que iriam para o lixo é uma das ações para cuidar do meio ambiente, além de ser uma ótima e barata forma de decoração. O Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser comemorado em 1972, com o objetivo de promover atividades de proteção e preservação ao meio ambiente, além de alertar o público mundial para os problemas que o ser humano vai sofrer caso deixe de cuidar da natureza.

As inscrições para o encontro podem ser feitas pelo telefone 3929-7559.

Estação de tratamento recebe visitantes na cidade

A Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos, no bairro Torrão de Ouro, em São José dos Campos, recebe uma média de 3 a 4 mil visitantes por ano, entre estudantes, professores, e técnicos ligados à área, interessados em conhecer o tratamento do lixo na cidade.  O maior volume de visitas é de estudantes de escolas públicas e privadas por meio do Programa “Lixo Tour”. Nesse projeto, os estudantes conhecem toda a estrutura da Estação e o processo de tratamento do lixo orgânico e dos materiais recicláveis.

A visita começa com uma palestra educativa. Depois os estudantes conhecem o Museu do Lixo, o Centro de Triagem (onde são separados os materiais recicláveis), a Estação de Biogás (onde é feito o tratamento do gás gerado na decomposição do lixo) e o aterro sanitário.

O objetivo é eliminar alguns mitos e preconceitos com relação ao aterro, pois muitos não sabem diferenciar um aterro sanitário de um lixão, tendo uma impressão errada. Além disso, os alunos conhecem o processo de triagem dos materiais recicláveis e recebem informações sobre a maneira correta de separá-los em casa e na escola para destiná-los à coleta seletiva.  O agendamento para o Lixo Tour é feito pelo telefone: 3944-9434.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 08/05/2013

Cidade produz mais de 6 toneladas de lixo eletrônico

Cerca de 6,4 toneladas de aparelhos eletroeletrônicos e eletrodomésticos foram recolhidos entre os dias 13 de abril e 5 de maio, nos postos de coletas de lixo eletrônicos montados no Vale Sul Shopping, no Jardim Satélite, e no Parque da Cidade, em Santana. O material recolhido faz parte do projeto piloto de logística reversa, que visa descartar de forma correta esses aparelhos.

A campanha atende a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que determina que tais aparelhos – que não tem mais utilidade às pessoas – devem voltar para as suas fábricas de origem. “A nossa ideia é devolver o material para quem o produziu. Isso desonerará a prefeitura, porque quem arcará com os custos dessa ação será a indústria”, afirmou Boanésio Cardoso Ribeiro, diretor de operações da Urbam.

A próxima etapa será catalogar esse lixo recolhido de forma a determinar o que foi jogado fora, quais marcas e de quais anos. A partir de então será calculado o custo desse descarte. “Quando formos implantar esse sistema como um trabalho rotineiro, teremos de fazer um processo de licitação da empresa que será contratada”, afirmou Luiz Carlos de Lima, presidente da Urbam.

Ainda que a vida útil do aterro esteja com os dias contados, a possibilidade de criação de uma termelétrica – opção sugerida no governo anterior – está descartada. “Estamos estudando as possibilidades – do ponto de vista tecnológico – de eliminarmos o uso do aterro. A queima do lixo não é uma opção. Mesmo os restos de alimentos podem ser transformados em biodiesel”, disse Lima.

O Vale

Publicado em: 07/05/2013

Cidade tem mais de 4 toneladas de lixo eletrônico

Época de fim de ano, época de comprar e ganhar presentes. Período onde as pessoas aproveitam para renovar os aparelhos de casa, principalmente os eletroele-trônicos. Porém, com a chegada dos novos, os velhinhos, muitas vezes, acabam descartados e passam a ser meros “lixos eletrônicos”.

Isso pode ser percebido na prática. A coleta de lixo eletrônico realizado pela Urbam (Urbanizadora Municipal) de São José aumenta em 20% nesta época em relação ao restante do ano. De janeiro a novembro, a Urbam já coletou 41 toneladas de lixo eletrônico, uma média de 3,7 toneladas por mês. Entre eles, os mais comuns são os televisores, aparelhos de som e computadores.

O recolhimento desses materiais é feito pode meio um serviço especial da Urbam. O serviço é gratuito para as residências. A pensionista Conceição Matias, 76 anos, agendou uma coleta para retirar uma televisão e dois aparelhos DVDs. Após uma chuva forte, um raio queimou os três eletrônicos. Segundo ela, o custo para o conserto não compensava.

“Custava R$ 300 para eu arrumar só a televisão. Com esse preço, eu consigo comprar uma mais nova e melhor.”
Após a coleta, o lixo eletrônico é vendido à empresa Alto Tietê de Jacareí. O preço do quilo custa R$ 0,20. O gerente de tratamento de resíduos da Urbam, Dênis Roberto do Rêgo, explica que “se manipulados errados, os lixos eletrônicos podem causar dano à saúde e contaminar o meio ambiente”. Ele aconselha a nunca descartar os resíduos eletroeletrônicos junto com o lixo comum.

O Vale

Publicado em: 17/12/2012

Cidade tem milhares de santinho espalhado pelas ruas

De nada adiantaram as determinações da Justiça Eleitoral. Em São José e Taubaté as eleições municipais foram marcadas ontem pela sujeira de milhares de santinhos espalhados pelas ruas, o que provocou uma série de acidentes com os eleitores.

O lixo eleitoral deixou muita gente revoltada, como o empresário André Barbosa, 31 anos, de São José. “A prefeitura devia fazer um projeto de lei para obrigar um partido ser responsável por um certo número de escolas para, após as eleições, eles limparem toda a rua. Essa sujeira é horrível. O candidato é eleito mas a sujeira fica para a população.”

Em Taubaté, pelo menos sete Boletins de Ocorrência de quedas de eleitores foram registrados na delegacia. O auxiliar de produção Everton Fernando Monteiro, 24 anos, vendeu água em frente ao colégio Estadão e presenciou alguns acidentes.

“Tentei varrer e tirar alguns papéis da calçada porque um velhinho caiu, um motoqueiro e uma criança escorregaram. Foi assim o dia todo. Um grande absurdo”, disse Monteiro. Segundo o tenente Geraldo Neto, da Polícia Militar, houve casos em que os eleitores precisaram ser levados para o hospital. “Muitas pessoas escorregaram nos santinhos, entre eles um senhor de mais de 70 anos e um adolescente que quebrou o pulso. Foi muito perigoso. Denúncias foram feitas, mas quando os policiais chegaram até o local, não havia mais ninguém. Para configurar a irregularidade, é preciso que alguém seja pego.”

Nas duas cidades, dez urnas precisaram ser trocadas em função de problemas, três em São José e sete em Taubaté. “É um absurdo, deixar de votar por problemas técnicos. Isso é coisa que eles devem resolver antes. Vou ficar sem votar”, disse o agente penitenciário José Luiz de Andrade, 55 anos.

De acordo com os cartórios eleitorais, a votação nas duas cidades foi considerada tranquila, sem registros de filas. Ainda assim, houve quem se atrasou, caso do mecânico Hélio Giovane Vilela, 44 anos, que chegou cinco minutos após o encerramento da votação na escola Professor José Vieira Macedo, na zona sul de São José. “Estava trabalhando. Passei em casa para tomar um banho e não consegui chegar em tempo. É uma pena, tinha meus candidatos para votar. Agora vou correr atrás da justificativa essa semana ainda.”

Apoio da família para a votação
Em São José, o candidato a prefeito Alexandre Blanco (PSDB) chegou ao prédio da faculdade de Direito da Univap para votar às 9h58. Ele estava acompanhado de Emanuel Fernandes, do prefeito Eduardo Cury (PSDB), seu pai Michel Neme e a esposa Juliana Faria. Cumprimentando pessoas pelo caminho, ele seguiu até a sala de votação.

Às 14h, Carlinhos Almeida (PT) chegou à escola José Vieira Macedo, na zona sul. Ele estava acompanhado da esposa, a candidata a vereadora Amélia Naomi (PT) e de seu vice, Itamar Coppio (PMDB). Já em Taubaté, os candidatos a prefeito que estão no segundo turno votaram pela manhã. Ortiz Junior (PSDB) votou às 10h40 na escola estadual Deputado César Costa, em Quiririm. Ele chegou acompanhado da esposa Mariah Perrotta, da filha Ana Luz e do sobrinho Caiuá Ortiz. Isaac do Carmo (PV) votou às 9h na escola Judith Campista César, na Vila São Geraldo, acompanhado do candidato a vice, Rubens Fernandes (PMDB).

Segurança
Polícia registra 27 ocorrências no Vale. Nas 39 cidades do Vale do Paraíba e Litoral Norte foram registradas 13 ocorrências de crimes eleitorais, 10 de apreensão de materiais e 4 de apoio à Justiça Eleitoral, segundo a Polícia Militar. A PM mobilizou 2.200 policiais, 300 viaturas e um helicóptero para as eleições. A corporação considerou positiva a operação de apoio as eleiçõe

O Vale

Publicado em: 08/10/2012

Moradores da cidade aprovam Termelétrica

A população de São José dos Campos aprova a instalação de uma termelétrica para queimar o lixo recolhido na cidade, de acordo com pesquisa O VALE/Mind realizada entre os dias 29 e 30 de agosto. Na sondagem, 68,7% dos 600 entrevistados afirmaram ser favoráveis à instalação de uma termelétrica como solução aos resíduos sólidos.

Os contrários à termelétrica somaram 10,8%, enquanto outros 19% disseram não conhecer a proposta. A questão não foi respondida por 1,5% dos consultados. Desde o ano passado, a administração do prefeito Eduardo Cury (PSDB) tenta emplacar um projeto que prevê a construção de uma URE (Usina de Recuperação Energética), movida a partir do lixo e com processo de queima.

A URE substituiria o aterro municipal, que funciona no Torrão de Ouro, zona sul da cidade. O terreno, segundo o governo, tem vida útil estimada em mais 11 anos. Para o prefeito, a aprovação por parte da comunidade é um indício de que o projeto está amadurecendo. Com isso, ele imagina que o tema volte a ser discutido na Câmara. Atualmente, são produzidas 709 toneladas de lixo por dia em São José.

“Pela pergunta feita na pesquisa, a tendência era que a aceitação fosse menor”, afirmou Cury. A Mind Pesquisas questionou os entrevistados se eles eram “favoráveis à instalação de uma termelétrica” na cidade. “Talvez, esse resultado mostre que a discussão que fizemos, afinal o projeto foi colocado e está em discussão, tenha permeado. É um tema técnico, não é fácil compreender num primeiro momento, por isso fizemos encontros, reuniões”, disse o tucano.

O prefeito afirmou ainda que a pesquisa indica uma preocupação da cidade com a destinação do lixo. Mesma opinião tem o secretário de Meio Ambiente, André Miragaia. “É importante que todos entendam que enterrar lixo não é a solução.”

A partir de mecanismos modernos, a promessa da prefeitura é que a usina separe o lixo coletado, aumentando o poder de reciclagem da cidade, e queimar parte dos resíduos que não podem ser reaproveitados, gerando energia para atender 200 mil pessoas.

O projeto, contudo, não é unanimidade. Ambientalistas e especialistas afirmam que termelétricas até podem ser interessantes, mas não na geografia de São José. “Aqui, a termelétrica ficará muito perto da zona urbana. E já temos uma saturação na poluição do ar”, disse o ambientalista Lincoln Delgado. Entre os candidatos a prefeito de São José também há desconfianças acerca do projeto. Até o momento, apenas Alexandre Blanco (PSDB) e Cristiano Pinto Ferreira (PV) defendem o modelo.

O Vale

Leis em vigor na cidade ficam apenas no Papel

Você sabia que é proibido guardar remédio vencido em casa, jogar óleo na pia da cozinha ou deixar o lixo na rua depois que o caminhão coletor passar? Todas essas regras são leis em vigor em São José. Mas quem as obedece?
Todos os anos, os vereadores de São José aprovam um pacote de leis que simplesmente não ‘pegam’.

Seja pelo desconhecimento da população ou pela falta de fiscalização, muitas regras ficam só no papel. Autora de um pacote de leis descumpridas, a vereadora Dulce Rita (PSDB) reconhece a inviabilidade de leis como a proibição do descarte de óleo na pia da cozinha e do depósito de lixo fora da hora da coleta.

“Eu esperava que elas pegassem, mas a fiscalização é muito difícil. Mas acho que essas leis serviram de alerta para a população. Servem pelo menos para chamar a atenção.” Para ela, quem deposita o lixo depois do horário da coleta deve ser multado.

“É um crime mesmo. Deixa o lixo na rua, vem num cachorro e rasga o saco. A população deve ajudar a fiscalizar e deve denunciar.” É de Dulce também leis como a que exige o uso de madeira certificada nas obras públicas e a mais nova lei que limita o tempo de espera na fila do supermercado.

“Acho que algumas pegam. Mas leis precisam de divulgação e fiscalização.” De carona na lei estadual que proíbe fumo em ambiente fechados, a Câmara aprovou proposta de autoria de Cristiano Ferreira (PV) que proíbe os moradores de fumar nos pontos de ônibus. Essa lei também não pegou.

“Eu sabia que não podia fumar dentro de área fechada. Agora, no ponto não sabia”, disse a dona de casa Maria Aparecida Pereira, 29 anos, que costuma acender um cigarro enquanto espera sua condução em um ponto de ônibus.

“A lei é boa, porque assim não incomoda ninguém. Melhor é fumar fora do ponto”, afirmou a dona de casa. Para Cristiano, vale a tentativa. “No caso da lei do cigarro, faltou fiscalização. A Secretaria de Transporte não fez uma campanha educativa. Se tivesse feito, poderíamos reduzir número de fumantes nos pontos de ônibus.”

O parlamentar também é autor de outras leis polêmicas como as que proíbem escutar música dentro de ônibus e o descarte de medicamentos vencidos. “A ideia é fazer leis educativas e não punitivas. Ouvir música alta dentro do ônibus pode incomodar o vizinho. E remédio tem que ser descartado em lugar correto.”

Neste último caso, muitas farmácias ainda não se adaptaram à regra. Outra lei que não pegou é a que torna obrigatória a instalação de bebedouros nas casas noturnas. “A intenção é fazer com que as pessoas bebam água na balada e sem custo. Isso ajuda a diminuir o índice de álcool no sangue. Mas falta fiscalização para cobrar”, disse o autor da lei, Juvenil Silvério (PSDB).

O Vale

Frota reforçada para melhor atendimento na coleta do lixo

A Urbam  empresa vinculada à Prefeitura e responsável pelo recolhimento do lixo em São José dos Campos ampliou de 27 para 33 o número de caminhões compactadores da coleta seletiva e orgânica.

Os seis novos veículos começam a circular na cidade nesta quarta-feira (1º). Ao longo de fevereiro, toda a frota da coleta de lixo deverá ter caminhões zero quilômetro, mais modernos e com comandos eletrônicos. Esses veículos são também mais econômicos e silenciosos e menos poluentes. Uma iniciativa que também vai trazer benefícios para o meio ambiente.

Essa aquisição vai reforçar o atendimento prestado nos bairros e melhorar o serviço com as demandas que surgirem devido ao crescimento da cidade. A coleta será executada com maior rapidez. Por exemplo, se um caminhão precisar transportar o lixo recolhido para o aterro sanitário, imediatamente outro veículo será designado para continuar a coleta no itinerário.

Além de melhorar ainda mais a estrutura existente e atender as novas necessidades da população, a medida vai gerar empregos. Em fevereiro serão contratados mais 50 funcionários para o trabalho da coleta. Com isso, o efetivo vai passar de 156 para 206 trabalhadores.

Atualmente os caminhões recolhem diariamente 480 toneladas de lixo orgânico e 46 toneladas de material reciclável proveniente da coleta seletiva.

Prefeitura Municipal

Urbam orienta população a colocar lixo na hora certa

As fortes chuvas de verão podem causar alagamentos. Se os sacos de lixo estiverem nas calçadas nesses momentos, poderão ser levados pela enxurrada e entupir bueiros.

Por isso a equipe de educação ambiental da Urbam empresa vinculada à Prefeitura de São José dos Campos está orientando os moradores e comerciantes a deixar o lixo nos horários corretos para a coleta. Tanto os resíduos orgânicos como os recicláveis papéis, metais, plásticos e vidros devem ficar disponíveis uma hora antes da passagem do caminhão, principalmente em períodos chuvosos.

Prestar atenção à hora certa da coleta também evita que o lixo não seja espalhado pelos animais nem vá gerar mau cheiro. Outro cuidado importante que o morador deve tomar é com a varrição e manutenção das calçadas. Com o passeio sempre limpo, a enxurrada não leva sujeira e entulho para os bueiros.

Os horários da coleta em cada rua podem ser consultados pelo telefone 3944-1000 ou no site da Urbam. Os comerciantes também podem colocar os resíduos nos contêineres apropriados azuis para materiais recicláveis e marrons para o lixo orgânico e, com isso, colaborar para evitar o agravamento das enchentes. Mais informações pelo telefone 3908-6035.

Prefeitura Municipal

Seminário Nacional de Limpeza Pública

O Seminário Nacional de Limpeza Pública – Senalimp 2011, trata-se do maior seminário do setor que terá a importante tarefa de debater a situação dos resíduos sólidos no País e os desafios previstos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS – (Lei 12.305, de 2 de agosto de 2010).

Promovido pela Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP), em parceria com a Urbam. Para a ABLP, o seminário será mais uma grande oportunidade para conscientizar os poderes públicos e a sociedade sobre a necessidade de darmos uma real e grande virada em relação à limpeza urbana e a destinação final dos resíduos.

O seminário terá palestras de representantes nacionais e internacionais. Entre os assuntos que serão abordados estão educação ambiental, implantação da logística reversa no país, os consórcios intermunicipais, as parcerias público-privadas e a recuperação energética de resíduos.

Outra grande questão é a meta trazida pela PNRS de que todos os municípios brasileiros terão que acabar com lixões até 2014. Em 2010, somente 57% dos resíduos urbanos tiveram destinação ambientalmente adequada, de acordo com o Panorama dos Resíduos Sólidos do Brasil, produzido pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

O Seminário terá 13 palestras (sendo três internacionais), uma mesa redonda de debates entre especialistas, um evento de apresentação de soluções dos parceiros da ABLP na realização do Senalimp, além de um dia dedicado a visitas técnicas a entidades e empresas da região do Vale do Paraíba que desenvolvem programas de destaque em gestão de resíduos ou limpeza pública.

Segue a programação

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[slide name=”14 de SETEMBRO”]

8h – Inscrições
9h – Cerimônia de abertura
9h30 – Palestra: Licenciamentos, com o presidente da Cetesb, Otavio Okano | Coordenador da mesa: André Miragaia, secretário de Meio Ambiente de São José dos Campos (SP)
10h20 – Coffee-break
10h50 – Palestra internacional: Educação ambiental no Japão, com professor Atsushi Asakura, da Universidade de Hiroshima – Japão
11h55 – Palestra: Política Nacional de Resíduos Sólidos – desafios e metas, com Silvano Silvério da Costa, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente
12h50 – Almoço
14h – Palestra internacional: Serviços de Limpeza Urbana em Barcelona, com Victor Cardador, diretor da Urbaser, de Barcelona – Espanha | Coordenador da mesa: Eduardo San Martín, diretor adjunto do DMA – Fiesp
15h – Palestra: Gestão integrada dos resíduos sólidos na Cidade de São José dos Campos, com Alfredo de Freitas de Almeida, presidente da URBAM
15h40 – Coffee-break
16h – Palestra: Custos de limpeza urbana X taxa de limpeza, com Carlos Rossin, diretor da PwC | Coordenador da mesa: Carlos Silva Filho, diretor da Abrelpe
16h45 – Mesa redonda: debates, com Eleusis Di Creddo, Alfredo de Freitas Almeida e Carlos Rossin

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[slide name=”15 de SETEMBRO”]

8h45 – Palestra: Tratamento térmico de resíduos – tecnologias, com Sergio Guerreiro, pesquisador da UFRJ | Coordenador da mesa: Walter Lazzarini, presidente do Cosema – Fiesp
9h35 – Palestra internacional : Tratamento de chorume, com Juan António Fornielles, gerente de projetos do Grupo Hera, de Barcelona
10h40 – Coffee-break
11h – Palestra: Logística reversa, com Ricardo Barros, diretor da Ambiensys
11h40 – Atividades dos parceiros/patrocinadores (área externa, hall e sala de apoio 4)
12h50 – Almoço
14h – Palestra: PNRS e Erradicação de lixões em 4 anos, com Manoel Renato Machado Filho, diretor de Desenvolvimento e Cooperação Técnica do Ministério das Cidades | Coordenador da mesa: Ariovaldo Caodaglio, presidente do Selur
14h50 – Palestra: Consórcios intermunicipais e PPPs, com Igor Tamasauskas advogado
15h40 – Coffee-break
16h10 – Palestra: Áreas contaminadas, com Paulo Negrão, CEO da Clean Environment Brasil | Coordenador da mesa: Diógenes Del Bel, presidente da Abetre
17h – Cerimônia de encerramento

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[slide name=”16 de SETEMBRO”]

Visitas técnicas (Vagas Limitadas, mediante inscrição prévia no primeiro dia do evento)

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Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos