Filémiau tem música ao vivo para Moradores

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O Filé Miau do São Dimas é uma filial do primeiro Filé Miau que abriu em São José, na Vila Maria, próximo a antiga estação de trem RFFSA, no caminho para o Parque da Cidade pela Fundo do Vale. Essa filial do São Dimas fica mais próximo da área Oeste, instalada bem próximo à Cachaçaria Água Doce e à catedral São Dimas. Um lugarzinho que já é conhecido pelos joseenses pelos caldinhos da praça Monsenhor Ascândio, agora também vai ser lembrado pela boa opção de bar.

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Mais Informações:

FILÉ MIAU SÃO DIMAS – Fabio Faria
sex, 4 de outubro, 20:00 – 20:15
Onde
FILÉ MIAU SÃO DIMAS – Praça Monsenhor Ascânio Brandão, 43, Jardim São Dimas, 12.245-440 São José dos Campos, Brazil

FILÉ MIAU VILA MARIA – Pitty Coutto
sex, 4 de outubro, 20:00 – 20:15
Onde
FILÉ MIAU V. MARIA – Av. Sebastião Gualberto, 700 – Vila Maria – SJCampos/SP

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Música ao vivo no Empório São Dimas

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Muitos clientes visitam a casa em busca do bacalhau ao zé do pipo, desfiado e refogado com azeitona, cebola, pimentões verde e vermelho e cheiro-verde. O pescado vem sobre uma camada de purê de batata, gratinado com queijo parmesão e acompanhado de arroz. Também faz sucesso o filé-mignon envolvido por uma fatia de bacon e servido ao molho de gorgonzola. Guarnecido de arroz e batata frita. Os pratos servem duas pessoas. O suco de uva da marca gaúcha Casa de Bento.

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Mais Informações:

EMPÓRIO SÃO DIMAS – Breno Lagreca convida Rodieber Barberini e Flavio
sex, 4 de outubro, 20:00 – 20:15
Onde
Empório São Dimas Rua Tufi Simão Filho, 54, Jardim São Dimas – SJcampos – SP

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Músicas ao vivo no Barbaresco

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O Barbaresco é um restaurante inspirado nas delicias e aromas da melhor cozinha italiana. Ambiente aconchegante, luzes suaves e  bom gosto na decoração oferecem a tranquilidade e o conforto que você procura para o seu almoço de negócios, o encontro com as amigas ou a reunião da família

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Mais Informações:

BARBARESCO CENTER VALE – Marcelo Serrano
sex, 4 de outubro, 19:30 – 19:45
Onde?
BARBARESCO CENTER VALE – Av. Dep. Benedito Matarazzo, 9403 – Portaria D do Center Vale Shopping (12) 3924-5244/3924-5245

BARBARESCO VALE SUL – Banda All Star 40
sex, 4 de outubro, 20:00 – 20:15
Onde?
BARBARESCO VALE SUL – Av. Andrômeda – Jardim Satélite – Dentro do Shopping Vale Sul, perto do cinema. Este Barbaresco possui brinquedoteca!

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Número de usuários de ônibus aumenta após Bilhete Único

Após implantação bilhete único, o número de usuários de ônibus aumentou em relação ao mesmo período de 2012, conforme levantamento da Secretaria de Transportes. Em agosto deste ano, por exemplo, foram transportados 7.889.693 passageiros, enquanto no mesmo  mês do ano passado foram 7.685.034 de usuários.

O número de integrações entre as linhas também subiu. Em agosto de 2012 foram 953.292 e, no mesmo período deste ano, atingiu-se o número de 1.392.736 de integrações. Desde o dia 27 de julho, quando do início do bilhete único e emissão de cartão eletrônico, São José registrou aumento de 45,7% e houve diminuição do número de pessoas que utilizam dinheiro para pagar a passagem.

Um dos exemplos do benefício da implantação do bilhete único está em São Francisco Xavier. Com o cartão, qualquer usuário de transporte coletivo realiza o deslocamento entre São José e o distrito pagando apenas uma tarifa de R$3,00.

Procon de São José divulga ranking das empresas mais reclamadas

O Procon de São José dos Campos divulgou nesta quinta-feira a lista o ranking dos atendimentos realizados nos últimos 60 dias e também no acumulado do ano.  As três empresas que mais receberam reclamações nos últimos dois meses e no acumulado do ano são o Grupo Vivo, Grupo Itaú Unibanco e Grtupo Votorantim.

A partir de agora, a lista de atendimentos será atualizada todos os dias. O consumidor poderá acessar o ranking no site da Prefeitura de São José.  Na listagem também será possível visualizar quais são as principais irregularidades praticadas pelas empresas indicadas, quanto às relações de consumo de produtos e serviços, além de apontar o índice de solução dos problemas e percentual de reclamações não resolvidas. Para facilitar a leitura dos dados, o sistema agrupou os fornecedores da mesma marca. Segundo a assessoria, a página será atualizada todos os dias.

O sistema inclui os registros de atendimentos dos 26 Procons conveniados à Fundação Procon-SP. A coordenadora do Procon Municipal participou do lançamento estadual do ranking on-line, na terça-feira (1º), representando a Prefeitura de São José dos Campos.

RANKING DO ATENDIMENTO ACUMULADO NO ANO

1º – GRUPO VIVO
2º – GRUPO ITAU UNIBANCO
3º – GRUPO VOTORANTIM
4º – GRUPO BRADESCO
5º – GRUPO CLARO
6º – GRUPO OI
7º – GRUPO SANTANDER REAL
8º – SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA
9º – 614 TVH VALE LTDA
10º –  TIM CELULAR S/A
11º – GRUPO BMG
12º –  GRUPO CETELEM/BGN
13º –  GRUPO PANAMERICANO
14º – GRUPO CAIXA ECONOMICA FEDERAL
15º – GRUPO PÃO DE AÇÚCAR / EXTRA / PONTOFRIO.COM / CASASBAHIA.COM / CASAS BAHIA / PONTO FRIO
16º – BANCO DAYCOVAL S/A
17º – GRUPO CARREFOUR
18º – BANDEIRANTE ENERGIA S.A
19º – BANDEIRANTE ENERGIA S/A
20º – GRUPO BANCO DO BRASIL
21º – CIA DE SANEAMENTO BASICO DO ESTADO DE SAO PAULO
22º – GRUPO MAGAZINE LUIZA
23º – VALPAR INFORMATICA LTDA
24º – GRUPO CCE
25º – SAMSUNG ELETRONICA DA AMAZONIA LTDA
26º – GRUPO MRV
27º – GRUPO B2W / AMERICANAS.COM / SUBMARINO / SHOPTIME / SOU BARATO / LOJAS AMERICANAS
28º – GRUPO FIBRA
29º – BANCO CRUZEIRO DO SUL S A
30º –  GRUPO NET

Estado abre 59 mil vagas para professor

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo abre de hoje até o dia 16 as inscrições para 59 mil vagas para professores da rede pública. Este é o maior concurso público já feito pelo Estado.O concurso é destinado aos professores que atuam nos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio (Educação Básica 2). Os demais requisitos são informados no Portal da Educação. As inscrições, cuja taxa é de R$ 29, podem ser feitas pelo site da Fundação Getúlio Vargas. A primeira etapa da prova será no dia 17 de novembro.  Ao se inscrever, o candidato deve indicar o local onde prefere fazer a prova e a região onde quer atuar.

As regiões abrangidas pelo concurso, referências bibliográficas e habilidades requeridas também são informadas no Portal da Educação. O salário inicial de um professor que dá aulas para turmas da Educação Básica 2, com jornada de 40 horas por semana, é de R$ 2.257,84 e pode chegar a R$ 6.390,78, 44% acima do piso nacional. Em São José dos Campos, as inscrições são gratuitas e para professores substitutos e eventuais de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Elas ficam abertas até sexta-feira. Para se inscrever, os candidatos devem comparecer munidos de documentos em uma das 22 escolas escolhidas como postos pelo Estado.

Os locais de inscrição, o edital e que documentos levar estão disponíveis no site da prefeitura: www.sjc.sp.gov.br. Para participar do processo é preciso ser formado ou cursar o último ano do bacharelado ou licenciatura, com término previsto até julho de 2014. Para o cargo de Professor 1, o candidato precisa ser habilitado em Pedagogia para atuar na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. Já para Professor 2, é preciso ter habilitação especifica na disciplina de interesse. A classificação provisória dos professores será publicada no site da prefeitura no dia 11 de novembro.

Com polo presencial em São José, as inscrições para o curso de especialização em Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do ABC (UFABC) foram prorrogadas e podem ser feitas até dia 15 pelo site http://selecao-uab.ufabc.edu.br/. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 4437-8589 ou (11) 3356-7286. A aula inaugural está prevista para e março de 2014. A Unesp de São José realiza campanha de doação de brinquedos novos ou usados (em bom estado), que serão recolhidos até o dia </MC></MC><MC2>9. Os brinquedos serão distribuídos às crianças que vivem no Banhado. Os doadores podem deixar o material na Unesp, que fica avenida Francisco José Longo, nº 777, Jardim São Dimas. Informações pelo telefone 3947-9000.

‘Vitrine’ tucana, obra da Arena fica fora do Orçamento de 2014

O impasse na construção da Arena de Esportes de São José dos Campos levou o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a excluir o projeto do Orçamento para 2014. Na proposta orçamentária enviada pelo prefeito à Câmara não há previsão de alocação de recursos financeiros para a continuidade da obra. O projeto do complexo esportivo, no Jardim das Indústrias, região oeste, tinha custo inicial de R$ 33,3 milhões, o empreendimento mais caro da gestão do ex-prefeito tucano Eduardo Cury. A obra foi iniciada em 2011 e deveria ter ficado pronta em agosto do ano passado. O governo informou que não foi previsto a destinação de recursos por que a obra é alvo de uma ação judicial para apurar responsabilidade na execução do projeto.

Em nota, o governo informou que “existe uma ação judicial com relação à obra da Arena Esportiva e que trata-se de ação de pr odução antecipada de provas movida pela Secretaria de Assuntos Jurídicos para definir a responsabilidade da administração anterior e da atual com relação à obra em questão”. Segundo o governo, dependendo do resultado desta ação, será feito um remanejamento de verba para a conclusão da obra. O trabalho de perícia no canteiro da obra teve início há 20 dias. O prazo para a conclusão do trabalho é de 90 dias. O trabalho é realizado pelo perito Rubens Cavalheiro, nomeado pela Justiça. A construção do complexo esportivo enfrentou problemas diversos, como readequações no projeto original, e se transformou em um dos embates políticos entre o PSDB e o PT.

Na proposta orçamentária, a Secretaria de Obras, responsável pela construção da Arena de Esportes terá crescimento de 91,8%, o terceiro maior entre as secretarias. O novo titular da pasta, Dalton Ferracioli, irá gerenciar uma verba de R$ 29,4 milhões. Este ano, os recursos financeiros da pasta somam montante de R$ 15,3 milhões. As pastas que registram maior alta orçamentária foram as de Transportes (276%) e de Desenvolvimento Econômico (132,2%). Meio Ambiente (53,3%) Gabinete (22,4%), Governo (27,7%), Assuntos Jurídicos (20,4%), Planejamento (18,8%) e Habitação (17,1%) foram as pastas que sofreram redução de verba no orçamento de 2014. O secretário de Habitação, Miguel Sampaio, justificou o corte. “Não houve redução. O que aconteceu é que a Regularização Fundiária, que estava na pasta da Habitação, foi desmembrada e virou secretaria”, afirmou o secretário.

Vereadores do bloco aliado disseram que vão analisar a peça orçamentária para emitir opinião. “Já constatei que o aumento da verba para a área de esportes é insuficiente para atender toda a cidade”, disse o vereador Valdir Alvarenga (SDD). A Câmara tem prazo até dezembro para votar a proposta do Orçamento de 2014. A Comissão de Economia, Finanças e Orçamento da Casa planeja realizar audiência pública para debater o projeto orçamentário, informou o presidente da Comissão, vereador Carlos Tiaca (PMDB). Ele também vai propor a mesma medida à presidência do Legislativo. O prefeito Carlinhos Almeida solicitou autorização da Câmara para remanejar o Orçamento de 2014, por decreto, até o limite de 20%.

Levando em consideração a previsão orçamentária de R$ 2,179 bilhões, o prefeito poderá remanejar uma verba de R$ 435,9 milhões. O pedido está na proposta orçamentária encaminhada pelo prefeito ao Legislativo. O índice é o mesmo deste ano. Também na gestão tucana, o índice de remanejamento de recursos orçamentários por decreto foi o mesmo.Na prática, com a medida, o governo pode alterar parte das verbas orçamentárias entre as secretarias sem necessidade do aval da Câmara. Aliados do governo avaliam que 20% é “um bom índice de remanejamento”. “É razoável. O governo não pode ficar engessado, se não complica a administração”, disse o vereador Walter Hayashi (PSB). Para o oposicionista Fernando Petiti (PSDB), o índice é aceitável, mas avalia que o remanejamento de verbas orçamentárias tem que atender os interesses da cidade.

O impasse na construção da Arena de Esportes de São José levou o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a excluir o projeto do Orçamento 2014. No projeto enviado à Câmara não há previsão de recursos para a obra. A Arena, no Jardim das Indústrias, tinha um custo inicial de R$ 33,3 milhões o empreendimento mais caro da gestão do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB). A obra foi iniciada em 2011 e deveria ter ficado pronta em agosto de 2012. O governo informou que não foi prevista a destinação de recursos por que a obra é alvo de uma ação judicial.

Estado retoma projeto de transposição do Paraíba

O governo de São Paulo retomou o projeto de tirar água do rio Paraíba do Sul para abastecer a Região Metropolitana de São Paulo. Hoje, em Taubaté, a Secretaria de Estado de Saneamento e Recursos Hídricos conduz um seminário para apresentar os resultados do Plano Diretor de Aproveitamento de Recursos Hídricos para a Macrometrópole Paulista, encomendado pelo Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica). O evento será realizado na unidade do Sest Senat Taubaté, às 9h, na avenida Isauro Moreira, 125. Seminários semelhantes foram feitos em São Paulo e Campinas, respectivamente ontem e anteontem.

Segundo a Secretaria de Saneamento, o principal objetivo do trabalho é apresentar propostas de ações para garantir o suprimento de água bruta para o abastecimento urbano, os usos industriais e o uso na irrigação em toda a metrópole, até o ano de 2035. Atualmente a região utiliza cerca de 97% da água produzida internamente, o que “constitui um limite preocupante”, informou a Secretaria de Saneamento. Entre as alternativas apontadas no estudo, estão a transposição das águas do rio Paraíba do Sul em dois pontos: Guararema e no reservatório do Jaguari, na região de Jacareí.

Parte das águas do Jaguari seriam transpostas para a Bacia PCJ, dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Na área de Guararema, as águas seriam direcionadas para a Bacia do Alto Tietê. A medida foi criticada na Região Metropolitana do Vale do Paraíba. Especialistas projetam risco de escassez de água nas cidades com a transposição do rio Paraíba. “Não sabemos ainda se o estudo é uma proposta fechada ou aberta a sugestões. Do jeito que está, há risco de faltar água na nossa região. É preocupante”, afirmou o engenheiro Luiz Roberto Barretti, vice-presidente do Comitê das Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul. Segundo ele, o rio já fornece água para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro e não suportaria a transposição para atender a demanda da capital.

“Há o risco de vivermos um período de escassez e de atrapalhar o desenvolvimento da região. A qualidade da água também poderia piorar.” Para a vereadora Renata Paiva (DEM), de São José, a região terá que organizar uma nova resistência contra a transposição do rio Paraíba. “O governo estadual havia engavetado esse projeto e agora está retomando. Somos contra à transposição”, disse.

Camelódromo do centro foi construído em área particular

O polêmico camelódromo da praça João Mendes (Praça do Sapo), no centro de São José dos Campos, criado pelo ex-prefeito tucano Eduardo Cury, foi construído em área particular. O Centro Popular de Compra foi inaugurado em maio do ano passado, mas o decreto de desapropriação de dois terrenos ocupados pelo camelódromo somente foi editado por Cury no dia 28 de dezembro de 2012, três dias antes de deixar o cargo. A área desapropriada já foi avaliada pelo governo do prefeito Carlinhos Almeida (PT), mas o valor da desapropriação não foi pago. Para criar o espaço, a prefeitura encampou áreas de propriedade de Veridiano Tavares Filho. Segundo o decreto de desapropriação, uma área mede 87,12 metros quadrados e a outra, 29,35 metros quadrados, no total de 106,47 metros quadrados. Em nota, o governo informou que os imóveis foram avaliados, mas não foram pagos. Segundo o governo, há uma discussão na Justiça se a área seria pública ou uma antiga servidão de passagem. Procurado, o proprietário do terreno não se manifestou.

A prefeitura também responde ação movida pela família Dória, que reivindica a posse de uma área de cerca de 40 metros quadrados que teria sido “ocupada pelo município para o camelódromo”. Ruy Dória Filho relatou a O VALE que o terreno foi ocupado sem o seu aval. “No governo passado, chegamos a conversar com a prefeitura, mas não houve acordo”, disse. Segundo Ruy Dória, o camelódromo passou a obstruir o acesso a outras áreas de sua propriedade. Ele relatou que a prefeitura obteve uma liminar que garante a posse da área ao município. “Vamos aguardar o julgamento da ação”, disse Dória. A Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos informou que o município defende essa área como sendo pública, uma antiga servidão. “Não há decisão da Justiça”, informa nota da secretaria.

Marina de Fátima de Oliveira, ex-secretária de Defesa do Cidadão no governo Cury disse ontem que, no caso dos terrenos desapropriados, foi “feito um acordo com o proprietário”. Ela gerenciou a criação do camelódromo no centro da cidade. “Conversamos com o proprietário. Ele deu aval verbal para utilizar os terrenos até a formalização da desapropriação, que ficou para o setor jurídico”, afirmou. Com relação à área de Ruy Dória, Marina afirmou que não houve “invasão” porque somente foi ocupada área pública onde existia uma rua”. O camelódromo do Sapo possui 42 boxes. Camelôs que trabalham no espaço reclamam que o projeto fracassou e querem sair do local.

Comerciantes, pedestres e motoristas que circulam pela Praça do Sapo (Praça João Mendes), centro de São José, estão incomodados com a falta de iluminação no local. A praça, que fica próxima ao calçadão da rua 7 de Setembro, está com todos os pontos de luz apagados. A escuridão só não é total porque as luzes dos postes da Bandeirante, instalados nas ruas em volta do local, estão funcionando. “É ruim para o comércio porque fica difícil visualizar o que acontece lá fora. Quando é dia de pagamento a gente sempre corre risco”, disse Thaís Cristina de Siqueira, gerente de uma loja em frente à praça. “É perigoso deixar assim tudo escuro. É perigoso para mulheres que passam indo para casa, e para estudantes da escola que fica logo na rua detrás, que têm de passar pela praça à noite”, disse o agente de limpeza pública Antônio Rodrigues dos Santos, de 50 anos.

“Dá medo de passar aqui porque não se sabe o que pode acontecer”, disse a estudante Ariane Ramos, de 17 anos. A SSM (Secretaria de Serviços Municipais) informou que faz rondas pela cidade para checar lâmpadas apagas e que enviou, ontem à tarde, uma equipe para vistoriar o local a fim de providenciar a retomada da iluminação. A SSM acrescentou que é comum que roubem cabos para comercializa-los e que estourem lâmpadas para dificultar a visão, motivos pelos quais uma área pública pode ficar sem luz.

São José vai debater projeto do VLT em audiência pública

A Secretaria de Transportes de São José dos Campos promoverá audiência pública este mês para apresentar o projeto do VLT ( Veículo Leve Sobre Trilhos) à comunidade. O edital foi publicado ontem e a audiência será no dia 21 no Teatro Municipal. No edital não consta o horário do evento. Segundo a pasta, a audiência pública representa o início do processo licitatório da implantação do VLT. Na primeira etapa, pela proposta divulgada anteriormente pelo governo, o novo sistema de transporte público terá 15 quilômetros de extensão e será implantado entre o Campo dos Alemães até as proximidades do Vale Sul Shopping, na região sul. O projeto prevê que esse trecho do sistema passará pela região do Bosque dos Eucaliptos e Jardim Satélite até a Via Dutra, tendo como eixo a avenida Andrômeda.

Na audiência, a pasta irá mostrar as diretrizes básicas do projeto funcional do VLT. O secretário de Transportes, Wagner Balieiro, informou em nota que serão mostrados, por exemplo, propostas de traçado. Ele explicou que o projeto funcional antecede ao projeto básico do sistema, outra etapa a ser cumprida. “A expectativa é ter a participação da comunidade conhecendo as diretrizes de um projeto de mobilidade urbana”, afirmou o secretário Balieiro na nota enviada pela sua assessoria. Eventualmente, contribuições coletadas na audiência pública poderão determinar mudanças nas diretrizes do VLT, informou o secretário. Após essa fase, a Secretaria de Transportes irá proceder a contratação de empresa para a elaboração do projeto e execução da obra. De acordo com o secretário, a expectativa é que o sistema possa operar no primeiro semestre de 2016.

Para viabilizar a primeira etapa do VLT, o município firmou operação de crédito com o governo federal no valor de R$ 800 milhões. Os recursos financeiros são do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Mobilidade Urbana. Para o orçamento de 2014, está previsto repasse de R$ 111 milhões, com uma contrapartida de R$ 5 milhões do governo municipal. Segundo dados divulgados do projeto do VLT, a população que será atendida direta e indiretamente nesta primeira fase é de cerca de 215 mil habitantes. A capacidade do sistema é para transportar até 495 mil passageiros por dia. Os estudos para a criação de um sistema complementar de transporte de massa em São José foram iniciados na gestão do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB). O modelo resultou de trabalho feito pelo Ipplan (Instituto de Planejamento).