Prefeitura de objetivo de mudar sentido das ruas na cidade

Com o objetivo de melhorar a segurança e fluidez no trânsito, a Prefeitura de São José dos Campos vai alterar o sentido de cinco ruas no município. As vias passam a ter a circulação de veículos em mão única a partir deste domingo (13). Equipes do Departamento de Trânsito estarão realizando as mudanças na sinalização de solo e vertical.

Na região sul, no bairro Cruzeiro do Sul, a Rua Honorato Gonçalves Teixeira, terá o sentido alterado a partir da Rua Sebastião Borges Leal, próximo a Escola Municipal Luzia Levina Aparecida Borges, até a Rua Monte Verde. No centro, no Jardim Renata, a mudança será na Rua Ataulfo Alves. A via passa a ter mão única em direção a Rua Benedito Ivo.

Na zona leste, as alterações serão realizadas na Estrada do Mato Dentro e em duas ruas próximas, no Jardim Cerejeiras. A Rua 29 de Junho passa a ter sentido único em direção a Rua 20 de Janeiro, que terá mão única no trecho em frente a Praça 8 de Março até a Avenida 23 de Dezembro.

Para orientar os motoristas e pedestres, todas as vias estarão sinalizadas com placas que indicam o novo sentido das ruas.

Prefeitura de São José

Senai realiza palestra de Segurança no Trânsito na cidade

Durante duas semanas, estudantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de São José dos Campos vão receber orientações sobre comportamento seguro no trânsito. As palestras serão realizadas nos períodos da manhã, tarde e noite até o próximo dia 19.

Nos encontros, os agentes educadores do Núcleo de Educação para o Trânsito (NET), da Secretaria de Transportes, vão apresentar aos estudantes as principais causas dos acidentes e demonstrar como é possível, com medidas simples, evitar mortes no trânsito.

Entre os temas discutidos estão os riscos ao dirigir com excesso de velocidade ou sob o efeito do álcool, a importância do uso do cinto de segurança, os cuidados a serem tomados por motociclistas e a importância do respeito aos pedestres e ciclistas.

As palestras, que têm a duração de uma hora, estão sendo realizadas a pedido da direção do próprio Senai, preocupado com o comportamento dos jovens no trânsito. A faixa etária entre 18 e 29 anos representa cerca de 40% do total dos acidentes graves e fatais na cidade.

Prefeitura Municipal

Secretária de Transporte contrata sistema informativo

A Secretaria de Transportes de São José dos Campos vai contratar uma consultoria para implantar um sistema informatizado de controle dos semáforos da cidade. Com valor de referência de R$ 700 mil, a empresa será contratada por 10 meses com recursos do convênio da prefeitura com o BID (do Banco Interamericano de Desenvolvimento).

Segundo Anderson Farias Ferreira, secretário de Transportes, a consultoria fará uma contagem completa do fluxo de veículos em todos os 362 cruzamentos com semáforo na cidade. Os dados serão mapeados e colocados em um software, que também será fornecido pela empresa, para gerenciar e controlar o tempo dos semáforos em São José.

A ideia, segundo Ferreira, é usar o programa para identificar o impacto que uma mudança em um semáforo tenha nos equipamentos mais próximos, melhorando o tempo e a fluidez nos cruzamentos. “Hoje temos todos os semáforos interligados por fibra ótica, mas se mudarmos um deles, não temos informações do sistema sobre o impacto nos outros”, afirmou o secretário.

As propostas da licitação serão recebidas até 24 de abril. A expectativa da prefeitura é definir a contratação da empresa antes do final de maio.

O Vale

Aumento Automobilistico afeta o ar da cidade

A quantidade cada vez maior de veículos nas ruas piorou a qualidade do ar nas maiores cidades da região, como São José e Jacareí que contam com frota superior a 435 mil veículos. Em ambas, conforme relatório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado do São Paulo) divulgado ontem, durante 11 dias do ano passado foi detectado índice inadequada de ozônio.

O ozônio resulta de um processo a partir da combinação de substâncias procedentes da queima incompleta de combustíveis veiculares e voláteis, que reagem com a luz solar e originam o ozônio, que é nocivo à saúde. Indústrias e veículos são apontados como os principais vilões. A região também é impactada pelo tráfego na via Dutra, especialmente de caminhões e ônibus. Por dia, segundo a NovaDutra, circulam na região cerca de 130 mil veículos.

O ozônio encontrado na faixa de ar próxima do solo, onde respiramos, chamado de “mau ozônio”, é tóxico. Ele pode causar ou agravar problemas do aparelho respiratório e nos olhos. Na estratosfera, a cerca de 25 quilômetros de altitude, o ozônio forma uma espécie de filtro e age como escudo protetor da Terra.

Jacareí ganhou no começo do ano passado uma estação de monitoramento da qualidade do ar da Cetesb. Portanto, não há dados dos anos anteriores na cidade. Na região, apenas São José contava com o equipamento. A estação mostra que o índice de saturação de ozônio vem oscilando em São José desde 2002, quando em 14 dias do ano a cidade ultrapassou o padrão aceitável. O índice caiu para 2 dias em 2006 e subiu para 19 em 2010.

“No geral, a qualidade do ar esteve entre boa e regular, com predominância de boa. Mas a quantidade de veículos e fábricas, além do clima, influencia bastante”, disse Maria Helena Martins, gerente da divisão de qualidade do ar da Cetesb.

Para a meteorologista Ana Catarina Perrella, professora da Univap (Universidade do Vale do Paraíba), é preciso estudar com mais profundidade os dados da Cetesb, combinando com informações sobre vento e dispersão de poluentes, para se ter uma ideia mais precisa da região. “A poluição está presente na região”, disse.

A qualidade das praias no Litoral Norte melhorou no ano passado na comparação com 2010, mas a tendência na última década é de piora. Relatório divulgado ontem pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado do São Paulo) mostra que, em 2011, 36% das praias monitoradas no Litoral Norte estiveram próprias para banho durante o ano todo o órgão monitora 77 das 184 praias. A porcentagem de praias péssimas foi 4%.

A avaliação do índice ao longo dos últimos 10 anos revela uma tendência de piora, segundo a Cetesb, com a diminuição das praias que permanecem próprias para banho o ano todo. Essa tendência pode ser explicada pelo aumento de cerca de 20% da população nesse período em conjunto com a deficiência na coleta dos esgotos na região. “O desafio é ampliar o saneamento, que está ocorrendo, e evitar as invasões”, disse Débora Moura, bióloga da Cetesb.

O Vale

Prefeitura cria faixa apenas para ônibus na cidade

Quatro avenidas de São José dos Campos terão duas faixas destinadas à circulação dos ônibus sendo que uma será para o fluxo exclusivo e a outra, preferencial. É o que prevê projeto da prefeitura que irá implantar as faixas especiais nas avenidas João Guilhermino, São José, Francisco José Longo e São João esta última perderá as vagas de estacionamento, assim como a Paraibuna e a Adhemar de Barros.

O objetivo do projeto, denominado ‘Corredores’, é agilizar a viagem dos coletivos, que hoje não passam da velocidade de 11,5 km/h em alguns corredores da região central no horário de pico. O plano contempla ainda a construção de estações de pré-embarque que permitirão aos usuários pagar a tarifa antes de entrar no ponto de ônibus. A meta é tornar o embarque mais rápido porque os passageiros vão entrar pelas portas traseiras.

A Secretaria de Transportes informou que as faixas preferenciais servirão para possibilitar as ultrapassagens dos ônibus. “O transporte público não poderá circular por estas faixas (preferenciais), da mesma forma que os demais veículos não poderão transitar pelas faixas exclusivas”, diz trecho da nota. De acordo com a pasta, nas faixas preferenciais, os ônibus só poderão realizar manobras de acessos e conversões.

A prefeitura informou ainda que as faixas exclusivas não funcionarão 24 horas por dia e sim em determinados horários, não foram informados ontem. As mudanças devem começar a ser implementadas neste ano. Usuários que dependem do transporte público aprovam a criação dos corredores exclusivos de ônibus. Alguns enfrentam uma maratona de mais de uma hora para conseguir ir ao trabalho.

Segundo eles, além de agilizar a viagem, a medida irá tornar o sistema mais seguro. “Os carros e vans ultrapassam os ônibus o tempo todo e as vans fazem isso de um jeito perigoso porque querem chegar primeiro no ponto”, disse a dona de casa Ana do Carmo Marcelino, 48 anos, da zona norte.

Para o motorista Maurinaldo José da Silva, 45 anos, os corredores especiais devem vir com outras melhorias. “É preciso organizar o sistema e colocar mais linhas”, disse. Silva leva uma hora e 20 minutos para ir do Putim (sudeste), onde mora, ao Colonial (sul), onde trabalha. O projeto também prevê que criar uma faixa exclusiva para os ônibus na segunda pista da direita da avenida Adhemar de Barros.

O Vale

Velocidade de Transporte Público é motivo de reclamação

A velocidade dos ônibus é um dos principais problemas do sistema de transporte público, que também é criticado pela lotação nos horários de pico e pelos horários limitados aos finais de semana. Levantamento da Prefeitura de São José mostra que os ônibus trafegam abaixo da metade da velocidade máxima permitida nos principais corredores viários que ligam as regiões ao centro.

A lentidão excessiva considerada uma infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro atrasa a viagem dos usuários e prejudica o fluxo das outras modalidades de transporte, como os carros. A velocidade média do sistema de transporte público como um todo é de 25,5 km/h, mas nos corredores de maior demanda o cenário é pior.

Na região central, que recebe 92% das linhas do transporte público, os coletivos não passam de 11,5 km/h no horário de pico velocidade similar à atingida por uma pessoa correndo. Já na zona leste, a velocidade varia de 26 a 28 km/h. A velocidade crítica de 11,5 km/h mapeada na região central foi verificada em nove avenidas como José Longo, São João, Heitor Villa Lobos e João Guilhermino.

Na avenida Andrômeda, principal corredor de acesso à zona sul, a velocidade média dos ônibus é de 14 km/h enquanto o limite da via varia de 50 km/h a 60 km/h. Na avenida Rui Barbosa, zona norte, os ônibus trafegam a 28 km/h.

O problema tem reflexo direto na vida dos usuários que dependem do transporte público 280 mil por dia. “Tem dias que já chego no meu trabalho com dor nas pernas de tanto tempo que fiquei em pé tendo que me apoiar ao máximo para não cair”, afirmou a empregada doméstica Fernanda Oliveira, 27 anos.

A estudante Tamires Ferreira, 22 anos, mora no Urbanova. “Quando pego carona com meus pais, demoro de 10 a 15 minutos para ir para o centro. De ônibus, levo 40 minutos no mesmo caminho”, afirmou. “O ônibus dá muitas voltas, tem horários que faz a volta em todos os condomínios do Urbanova e muitas vezes os motoristas andam devagar”, disse.

A bancária Rita Garcia, 39 anos, reclama que poderia dormir mais se a viagem do ônibus fosse mais rápida. “Deixo de dormir, de descansar e de passar mais tempo com a minha família”, afirmou. A prefeitura informou que o cálculo de velocidade média considera a distância entre os pontos de ônibus e o tempo gasto de deslocamento entre eles. Os fatores são apontados por GPSs (Sistema de Posicionamento Global) que estão instalados dos ônibus.

De acordo com a Secretaria de Transportes, além da interferência do tráfego normal como os tempos semafóricos e conversões, foi considerado o tempo de parada nos pontos intermediários. “A velocidade aferida não é considerada em trânsito e sim a velocidade com todas as interferências”, diz trecho da nota oficial da prefeitura.

A prefeitura não informou qual seria a velocidade considerada a ideal. “A velocidade média ideal é aquela que atende ao desejo de deslocamento das pessoas”, disse.

O Vale

Bairro São Dimas tem alteração no trânsito na cidade

A partir deste sábado (18), as Ruas José Mattar e Inconfidência passam a ter mão única. As alterações serão realizadas para melhorar o tráfego de veículos e a segurança de pedestres e motoristas no bairro Jardim São Dimas, região central de São José dos Campos.

A Rua Inconfidência muda de circulação de veículos a partir da Praça Monsenhor Ascânio Brandão sentido centro até a Rua Jorge Moraes Barros. Com a Rua José Mattar será o contrário. A via passa a ser de mão única no sentido centro para a praça.

Os motoristas serão orientados no local por uma sinalização, já instalada, para indicar o novo sentido de circulação no Jardim São Dimas.

Confira no mapa como fica as alterações.

Prefeitura Municipal

Projeto da Prefeitura estará na Zona Leste esta semana

Os moradores do bairro Vila Industrial, na zona leste de São José dos Campos, vão contar até a sexta-feira (17) com a tenda do projeto “Seu bairro, nosso trânsito”. A estrutura foi montada na Rua Ricardo Edwards, próximo a Avenida Juscelino Kubistchek e atenderá a comunidade das 9h às 16h.

Agentes e educadores de trânsito estarão abordando a população com orientações sobre atitudes que devem ser adotadas para melhorar a segurança no trânsito e reduzir o número de acidentes.

Por estar em uma área de grande fluxo de veículos e circulação de pessoas, o respeito a faixa de pedestres deve ser um dos focos do projeto na região.

O “Seu bairro, nosso trânsito” foi criado no ano passado e reúne os projetos educativos que são desenvolvidos pelo Núcleo de Educação para o Trânsito (NET) e trabalhos de outros departamentos da Secretaria de Transportes.

Cerca de 80 mil pessoas já conheceram os programas da secretaria por meio da tenda, que já percorreu os bairros Novo Horizonte e Vista Verde na zona leste, Colonial, Morumbi, Dom Pedro e Campos dos Alemães, na zona sul, e Alto da Ponte, na zona norte.

Por ser itinerante, a estrutura vai percorrer todos os bairros da cidade sempre com agentes e educadores de trânsito. Enquanto a tenda fica no bairro, outras equipes desenvolvem trabalhos de orientação em escolas, UBS’s e blitze educativas.

Prefeitura Municipal

Nova Lei do Contram esconde radares nas Rodovias

Nova resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) dá brecha para que mais de 90 radares fiquem escondidos nas principais estradas da região nas férias. A regra, publicada na semana passada, derruba a obrigatoriedade dos órgãos de trânsito de instalarem placas que avisam a existência de equipamentos de fiscalização eletrônica. As placas eram exigidas havia cinco anos pelo próprio Contran.

O objetivo de acabar com a exigência, segundo o governo federal, é padronizar o processo de fiscalização. Segundo o Contran, onde não houver sinalização, a máxima permitida nas rodovias é de 110 km/h para carros, 90km/km para ônibus e 80 km/h para caminhões.

A resolução está em vigor desde a última quinta-feira e vale para radares fixos e móveis dentro das cidades e nas estradas em concessão, ou do governo federal, como a Dutra, e do Estado, como a SP-99 (Tamoios). O inspetor Luiz Ernani Guedes, chefe da Polícia Rodoviária Federal em Taubaté, afirmou que a determinação terá impacto prático nas estradas sem sinalização.

“Diferente das estradas do Vale do Paraíba que contam com sinalização, ninguém vai tirar as placas que já existem”, afirmou. Segundo ele, uma mudança maior para os motoristas da região envolve o uso dos radares móveis. “A medida facilita o uso desses radares porque deixa de exigir que se faça um estudo exclusivo sobre o trecho que queremos usar o radar móvel. Podemos usar em toda a extensão levantada para a implantação do radar fixo”, afirmou.

O especialista em trânsito, Carlos Alberto Guimarães, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), afirmou que é favorável à regra. “Cabe ao motorista respeitar a velocidade. Não existe uma placa nas estradas afirmando que lá tem policiamento. No mundo inteiro os radares são discretos”, disse Guimarães.

Diferente do especialista, os motoristas da região são contrários à medida. Caso do comerciante Valdemir Uzan, 53 anos, que trabalha na Tamoios. “O motorista tem que ser avisado quando há radar, porque muitas vezes estamos distraídos ou fazendo uma ultrapassagem que exige um aumento da velocidade.”

Opinião semelhante tem o motorista profissional Sebastião Aparecido da Silva, 54 anos. “Essa é mais uma forma de mostrar que o objetivo maior das multas não é educar o motorista, mas sim arrecadar dinheiro”, disse. A NovaDutra informou que irá manter as placas. A concessionária tem 15 pontos de fiscalização no Vale, sendo que em 11 os equipamentos começaram a funcionar em dezembro.

O DER (Departamento de Estradas de Rodagem) informou que ainda estuda quais medidas irá adotar. A Prefeitura de Caraguá informou que vai manter a sinalização. Já a Prefeitura de São José informou que não vai mais colocar placas se forem instalados novos aparelhos. A Prefeitura de Jacareí informou que ainda estuda quais medidas irá adotar. Nenhum porta voz da Prefeitura de Taubaté foi encontrado para comentar o assunto.

O Vale

Placa de aviso a radares deixam de ser instaladas

Os futuros radares de São José vão ficar ‘escondidos’ dos motoristas. Na brecha da nova resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), a prefeitura deixará de instalar as placas que avisam a proximidade dos aparelhos de fiscalização.

A medida está prevista na regra do governo federal, em vigor há uma semana, que desobriga a colocação da sinalização antes dos equipamentos derrubando a exigência imposta pelo próprio Contran há 5 anos, desde novembro de 2006.

A prefeitura informou a O VALE que as placas existentes serão mantidas, mas que as futuras vias fiscalizadas não vão contar com a sinalização. Entretanto, as atuais placas podem perder a utilidade em pouco tempo.

A Secretaria de Transportes pretende lançar em fevereiro uma licitação para remodelar a estrutura da fiscalização eletrônica. A proposta é fiscalizar novas avenidas, pois as atuais estão conhecidas pelos motoristas, e monitorar uma quantidade maior de corredores.

São José multa em média 433 motoristas por dia, segundo balanço oficial, a maioria por exceder a velocidade. Hoje, 46 bases de radar fiscalizam as principais avenidas. O sistema conta ainda com cinco lombadas eletrônicas e dois radares móveis.

Em nota oficial, a prefeitura informou que ‘o motorista deve sempre seguir a orientação de velocidade máxima permitida na via, pois dessa forma estará contribuindo para um trânsito mais seguro para todos’. O modelo de radares sem placas de aviso é defendido por especialistas, mas divide a opinião de motoristas da cidade.

Para o professor Carlos Alberto Guimarães, especialista em trânsito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a retirada das placas é positiva. “Não existem placas anunciado que tem um marronzinho na avenida. Cabe ao motorista a responsabilidade de respeitar o limite de velocidade”, afirmou.

Para o administrador, Edson Antônio Casado, 53 anos, que mora no Urbanova, a decisão da prefeitura mostra que o objetivo principal da fiscalização é punir o motorista. “A prefeitura mostra que não está preocupada em educar e orientar o motorista, mas sim em arrecadar mais dinheiro com multas”, disse.

Para a educadora Marlene Santana Pereira, 62 anos, do Jardim as Indústrias, a decisão é importante para reduzir os acidentes de trânsito. “Sem as placas, os motoristas terão que respeitar a velocidade sempre, e não somente frear quando vê a placa do radar”, afirmou Marlene.

O motorista de caminhão, João Esmael Sutil, 63 anos, afirmou que a retirada das placas vai aumentar o número de infrações. “Essa é a única forma de respeitarem a velocidade. Mesmo com radar, tem muita gente que ainda abusa no trânsito”, afirmou.

Balanço da Secretaria de Transportes aponta que foram aplicadas 130.176 autuações de janeiro a outubro desse ano aumento de 30% se comparado com o mesmo período do ano passado. A principal infração é dirigir acima da velocidade, em seguida está estacionamento proibido e dirigir conversando no celular.

O Vale