Viaduto Kanebo terá interdições nos próximos dias

O viaduto Kanebo, na zona sul de São José dos Campos, deve gerar interdições na pista esta semana. Segundo a empresa responsável, os trabalhos começam na segunda-feira (9) e devem terminar na quarta-feira (11).

Entre os dias 9 e 11, o tráfego de veículos no viaduto será realizado em meia pista no sentido centro-bairro, utilizando somente uma faixa, de 6h até 22h. No mesmo período, haverá o fechamento total do viaduto nos dois sentidos das 22h às 4h da manhã seguinte. Os períodos de interrupção ao tráfego, parcial durante o dia e total a noite, serão necessários para que quatro guindastes possam transportar, erguer e instalar as nove vigas de concreto que medem cerca de 52 metros cada uma.

Além dos períodos de interdição no viaduto, será feita algumas mudanças também em outras vias próximas.
Na segunda-feira (9), a partir das 21h, a Avenida Sebastião Henrique da Cunha Pontes estará fechada no trecho embaixo do viaduto. A alternativa é acessar a Avenida Dr. João Batista de Souza Soares e seguir pelas ruas Álvaro Gonçalves Junior, Codajás e Arequipa para, retornando pelo sentido bairro-centro da João Batista, acessar a alça do viaduto e retomar a Sebastião Henrique da Cunha Pontes.

No dia 10 (terça-feira), a partir da meia-noite, a pista expressa da Via Dutra nos dois sentidos estará interditada. No dia 11 (quarta-feira), a partir das 21h, o trânsito na Avenida Deputado Benedito Matarazzo na altura do viaduto Kanebo estará interrompido. O acesso será pela Avenida Florestan Fernandes (antes do viaduto), seguindo pelas alças do viaduto Nadim Rahal e retornando ao Anel Viário pela pista sul (sentido bairro) para retomar a Avenida Benedito Matarazzo.

A partir de 12 de dezembro, por um período de 10 dias, haverá somente interdições parciais e por um tempo menor, das 8h às 16h, na pista sentido centro-bairro do viaduto. Nesses dias será realizado o processo de instalação das faixas de rolamento. A última etapa será a de pavimentação.

 

MUSEU DE ANTROPOLOGIA – Exposição: Projeto Origens – Fase I – Negros

A Prefeitura do Municíío de Jacareí convida para o coquetel de abertura da exposição “Projeto Origens – Fase I – Negro”, organizada pela Fundação Educacional e Cultural de Caraguatatuba – FUNDACC .

As obras são dos artistas Ângela Nunes, Carla Terra (Batique), Carlo Cury, Cláudia Canova, Fernando Fuentes, Márcia D’Amico e Zandoná, integrantes do grupo TerrAmar, Núcleo de Cerâmica Artesanal.

O Projeto Origens é uma iniciativa do MACC – Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba.

Todos os dias, até 30 nov 2013
Onde:
MUSEU DE ANTROPOLOGIA DO VALE DO PARAÍBA – rua Quinze de Novembro 143, centro de Jacareí, em um edifício histórico tombado conhecido como Solar Gomes Leitão.

 

HELENA CALIL – Exposição: In-fluência

“In-fluência” é o título da nova exposição da Galeria de Arte Helena Calil (Largo São Benedito, s/nº). Ela entra em cartaz nesta segunda-feira (4) e termina no dia 27 de novembro. Os visitantes podem apreciar os trabalhos de Claudinei Oliveira “Vespa” e Renato Pontello de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h50 e aos sábados, das 9h às 12h50.

A mostra reúne trabalhos em grafite dos artistas e da cultura hip hop. Os trabalhos mesclam a estética urbana dessa forma de arte e o desenvolvimento tipográfico característico dessa cultura, além de pinturas de figuras humanas, de cenários e de outras experimentações.

Claudinei Oliveira “Vespa” recebe a influência da cultura hip hop desde 92, quando começou a praticar dança de rua. Em 1988, teve as primeiras experiências com o grafite. Vespa já participou de festivais dessa modalidade artística em diversos estados brasileiros e em outros quatro países com exposições e intervenções urbanas.

O outro expositor, Renato Pontello, é arquiteto de formação e desenvolve trabalhos de cunho artístico desde a década de 90. Começou a fazer intervenções urbanas nas ruas em 2008. Já teve trabalhos expostos na França e na Inglaterra.

[block]

Mais Informações:

Semanal: cada segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira, sábado, até 27 nov 2013
Onde:
ESPAÇO DAS ARTES HELENA CALIL – Espaço Cultural São Benedito – Largo São Benedito, s/nº – Centro (próximo à Praça Afonso Pena). Informações: (12) 3924-7206 – [email protected] – 2ª a 6ª, das 9h às 18h, aos sábados, das 9h às 13h – É difícil imaginar que a pequena entrada – de apenas 6m² – do Espaço das Artes Helena Calil conduza a um local com mais de 400 m², que oferece oficinas de artes plásticas e realiza exposições temporárias de artistas da cidade. O Espaço conta com amplas salas para exposições e três ateliês – onde são realizadas as oficinas – além de um jardim arborizado com antigas palmeiras e uma belíssima fonte de água, que completa o ambiente das artes.A Fundação Cultural mantém oficinas voltadas exclusivamente para as artes plásticas, onde atende cerca de 60 alunos por mês. O Espaço recebe, em média, 500 visitantes, em exposições mensais que reúnem trabalhos de arte contemporânea e abstrata de artistas da cidade e região.

[/block]

 

Catulo ao Luar

A intervenção faz um resgate da obra de Catulo da Paixão Cearense, considerado um dos maiores poetas do sertão brasileiro. Suas poesias com cheiro de terra falam dos amores e infortúnios do povo sertanejo.
Internet Livre e Sala de Leitura.
Grátis.

[block]

Mais Informação:

TER, QUA, QUI, SEX
13H ÀS 21H45

SAB, DOM
10H ÀS 18H30

15/11
SEX
10H ÀS 18H30

[/block]

 

Literatura: Catulo ao Luar (Intervenção)

A intervenção faz um resgate da obra de Catulo da Paixão Cearense, considerado um dos maiores poetas do sertão brasileiro. Suas poesias com cheiro de terra falam dos amores e infortúnios do povo sertanejo.
Internet Livre e Sala de Leitura.
Grátis.

[block]

Mais Informação:

Livre

13/08 A 14/11

TER, QUA, QUI, SEX
13H ÀS 21H45

17/08 A 17/11

SAB, DOM
10H ÀS 18H30

15/11

SEX
10H ÀS 18H30

[/block]

Parceria Público Privada da Tamoios sai até o meio de 2014

O governador Geraldo Alckmin disse ontem que até o final do primeiro trimestre de 2014 o Estado deve assinar o contrato de concessão da rodovia dos Tamoios à iniciativa privada. A expectativa do governo estadual é lançar o edital de concessão, que será uma concorrência internacional, para uma PPP (Parceria Público Privada), em novembro deste ano. A PPP será para a duplicação do trecho de serra da Tamoios e para a operação da rodovia. Segundo Alckmin, o governo vai realizar uma ou duas audiências públicas do projeto global da Tamoios antes do lançamento do edital da concorrência internacional.

O governador frisou que a duplicação do trecho de planalto da rodovia, entre São José dos Campos e Paraibuna, será entregue no dia 17 de dezembro. “Brinquei ontem (anteontem) com o secretário de Transportes, Saulo de Castro Abreu Filho, sobre a data da entrega. Será que vai ficar pronto nessa data? O secretário garantiu que sim e até adiantou o horário da entrega, de 10h30 para 10h”, disse Alckmin. Ontem, o governador esteve em Caraguatatuba onde lançou as obras de construção do Contorno Norte da Tamoios. Este trecho da rodovia, com 6,2 quilômetros de extensão, ligará a Tamoios à SP-055, na praia Martim de Sá. O prazo de conclusão é de 20 meses.

FONTE: O Vale

MP investiga ampliação do aeroporto de São José

O Ministério Público do Estado de São Paulo começou a apurar denúncia de supostas irregularidades e de danos ambientais na obra de ampliação do aeroporto de São José dos Campos, administrado pela Infraero (Emprasa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária). A promotora de Justiça do Gaema (Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente), Núcleo Paraíba do Sul, Paula Gizzi de Almeida Pedroso, acolheu a denúncia formulada pelo professor e ambientalista José Mor aes Barbosa e por Ângela Aparecida da Silva, coordenadora estadual da Central de Movimentos Populares de que a obra está sendo executada sem EIA/Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental), de que o projeto de ampliação não foi analisado pelo Comam (Conselho Municipal de Meio Ambiente) e que não foram realizadas audiências públicas sobre o empreendimento.

A representante do MP determinou a abertura de Procedimento Preparatório de Inquérito Civil e estabeleceu prazo de 15 dias para manifestação da Infraero, prefeitura, Cetesb (Companhia Ambiental do Estado) e o Consórcio Tecman, responsável pela obra. A representação dos autores da denuncia foi protocolada no MP no final de agosto e a apuração começou no final do mês passado. Moraes afirmou que “todo o projeto de ampliação do terminal está em desacordo com a legislação”. “O projeto foi feito a toque de caixa, de afogadilho sem levar em consideração os estudos necessários como de impacto ambiental e de vizinhança e sem debate com a sociedade”, afirmou. Na avaliação do ambientalista, o projeto precisa ser debatido com a comunidade e com técnicos da área porque vai “provocar impacto”.

“O PT sempre criticou, com razão, o PSDB por não debater seus projetos com a sociedade, mas o governo municipal age da mesma forma”, pontuou o ambientalista. Vice-presidente do Comam, o ambientalista Lincoln Delgado prefere não polemizar. “Não conheço o teor da denúncia. A nossa preocupação é com o impacto viário que a obra pode provocar”, disse. Vizinhos do aeroporto afirmam que se acostumaram co ruído provocado pelo sobe e desce de aeronaves . “Já estou acostumada com o barulho”, disse Cleunice Alves dos Santos, que mora no Parque Santos Dumont, próximo ao terminal aeroportuário. A ampliação do aeroporto foi iniciada em julho e o investimento é de R$ 16,6 milhões, segundo a Infraero. O consórcio Tecman/MPE foi contratado em processo licitatório pela modalidade RDC (Regime Diferenciado de Contratações), criado pelo governo federal para acelerar as obras da Copa de 2014.

A Infraero informou ontem que foi notificada pelo Ministério Público sobre a denúncia e que já prestou informações a respeito. Em nota, a empresa esclareceu que está s eguindo todos os procedimentos legais exigidos para as obras de ampliação e modernização do terminal de passageiros do Aeroporto de São José dos Campos. “Os órgãos de controle ambiental foram consultados e emitiram parecer favorável”, frisa a Infraero em nota. Segundo a empresa, atualmente, a obra de ampliação encontra-se em fase de construção da infraestrutura hidráulica, elétrica e de saneamento, bem como execução das estacas e da fundação da área de ampliação do terminal. A previsão é que a ampliação seja concluída até maio do próximo ano. A Prefeitura de São José dos Campos informou que ainda não foi notificada pelo Ministério Público.

Nova Tamoios: primeira fase vai ser entregue incompleta

Em duplicação desde maio do ano passado, o trecho de planalto da Rodovia dos Tamoios será entregue pelo governo estadual, no próximo dia 16 de dezembro, sem pontos de ônibus, acessos a propriedades particulares e a maior parte das passarelas. As obras complementares exigirão mais um ano de serviços. A maior parte das licitações para a contratação das empresas está em andamento. Segundo a Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), o governo estadual vai entregar, em dezembro, o que consta do contrato com as empreiteiras: a duplicação do trecho entre os kms 11,5 (São José) e 60,48 (Paraibuna), incluindo pontes, 15 trevos de acesso, proteções da pista e três passarelas. Esse pacote custará R$ 557 milhões aos cofres do Estado.

Ficarão para 2014 outras 15 passarelas, pontos de ônibus, baia para veículo de carga, protetores de taludes e acessos a propriedades particulares o custo dessas obras complementares não foi revelado. Laurence Casagrande Lourenço, presidente da Dersa, disse que o cronograma está sendo cumprido “rigorosamente”. O projeto da Nova Tamoios compreende ainda a duplicação do trecho de serra (em fase de elaboração de edital) e a construção dos contornos viários de Caraguatatuba e São Sebastião (divididos em dois lotes, o primeiro com início previsto para este mês), totalizando R$ 4,6 bilhões.

Moradores e comerciantes acreditam que a falta de todos os equipamentos da rodovia pode atrapalhar a vida de quem vive e trabalha às margens da Tamoios. Para o pedreiro José Antonio de Carvalho, 43 anos, que mora perto da comunidade Rosa Mística, na altura do km 18, a falta de pontos de ônibus será o maior problema. “Muita depende deles”, afirmou. Dona do restaurante Patizal, Elisabete Oliveira, 41 anos, também acredita que os usuários de ônibus terão problemas, além dos proprietários de casas e comércios, que ficarão sem acessos. Mesmo assim, para ela, a rodovia ficará melhor do que estava. “Acho que vai ficar muito bom”, disse a comerciante.

Sérgio Pereira, diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada do Estado de São Paulo, visita com frequência o canteiro de obras da Tamoios e não acredita que o serviço será entregue dentro do prazo. “Há muita coisa a ser feita e o prazo é bastante apertado. Sem contar que o andamento das obras depende muito do tempo. Se chover forte, atrasa ainda mais.” A Dersa negou que a pista duplicada do trecho de planalto da rodovia dos Tamoios será entregue incompleta.

A empresa diz que as obras previstas no contrato com as empreiteiras serão terminadas antes de 16 de dezembro. “Tudo o que está no contrato será cumprido. O cronograma está rigorosamente dentro do prazo correto”, afirmou Casagrande Lourenço, presidente da Dersa. Segundo ele, o compromisso assumido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) de entregar os quase 50 km de pista duplicada em 16 de dezembro será cumprido. “A solenidade de entrega está marcada para às 10h do dia 16. Até antecipamos em meia hora”, disse.

Ficarão para 2014 o que a Dersa chama de obras complementares: 15 passarelas, pontos de ônibus, área de carga e acessos a propriedades particulares. “Tínhamos mais de 200 acessos na rodovia e só dois estavam regulares. Os 69 pontos de ônibus estavam todos inadequados. Tivemos que reestudar tudo”, afirmou. Os pontos de ônibus ficarão agora próximo às passarelas. Os acessos a imóveis particulares terão que ser discutidos com os proprietários. Lourenço admitiu que a negociação com os proprietários de imóveis às margens da rodovia, como fazendas, será o mais complicado. “Todos os acessos terão que ser adequados, e alguns podem servir a mais de uma propriedade.”

‘Vitrine’ tucana, obra da Arena fica fora do Orçamento de 2014

O impasse na construção da Arena de Esportes de São José dos Campos levou o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a excluir o projeto do Orçamento para 2014. Na proposta orçamentária enviada pelo prefeito à Câmara não há previsão de alocação de recursos financeiros para a continuidade da obra. O projeto do complexo esportivo, no Jardim das Indústrias, região oeste, tinha custo inicial de R$ 33,3 milhões, o empreendimento mais caro da gestão do ex-prefeito tucano Eduardo Cury. A obra foi iniciada em 2011 e deveria ter ficado pronta em agosto do ano passado. O governo informou que não foi previsto a destinação de recursos por que a obra é alvo de uma ação judicial para apurar responsabilidade na execução do projeto.

Em nota, o governo informou que “existe uma ação judicial com relação à obra da Arena Esportiva e que trata-se de ação de pr odução antecipada de provas movida pela Secretaria de Assuntos Jurídicos para definir a responsabilidade da administração anterior e da atual com relação à obra em questão”. Segundo o governo, dependendo do resultado desta ação, será feito um remanejamento de verba para a conclusão da obra. O trabalho de perícia no canteiro da obra teve início há 20 dias. O prazo para a conclusão do trabalho é de 90 dias. O trabalho é realizado pelo perito Rubens Cavalheiro, nomeado pela Justiça. A construção do complexo esportivo enfrentou problemas diversos, como readequações no projeto original, e se transformou em um dos embates políticos entre o PSDB e o PT.

Na proposta orçamentária, a Secretaria de Obras, responsável pela construção da Arena de Esportes terá crescimento de 91,8%, o terceiro maior entre as secretarias. O novo titular da pasta, Dalton Ferracioli, irá gerenciar uma verba de R$ 29,4 milhões. Este ano, os recursos financeiros da pasta somam montante de R$ 15,3 milhões. As pastas que registram maior alta orçamentária foram as de Transportes (276%) e de Desenvolvimento Econômico (132,2%). Meio Ambiente (53,3%) Gabinete (22,4%), Governo (27,7%), Assuntos Jurídicos (20,4%), Planejamento (18,8%) e Habitação (17,1%) foram as pastas que sofreram redução de verba no orçamento de 2014. O secretário de Habitação, Miguel Sampaio, justificou o corte. “Não houve redução. O que aconteceu é que a Regularização Fundiária, que estava na pasta da Habitação, foi desmembrada e virou secretaria”, afirmou o secretário.

Vereadores do bloco aliado disseram que vão analisar a peça orçamentária para emitir opinião. “Já constatei que o aumento da verba para a área de esportes é insuficiente para atender toda a cidade”, disse o vereador Valdir Alvarenga (SDD). A Câmara tem prazo até dezembro para votar a proposta do Orçamento de 2014. A Comissão de Economia, Finanças e Orçamento da Casa planeja realizar audiência pública para debater o projeto orçamentário, informou o presidente da Comissão, vereador Carlos Tiaca (PMDB). Ele também vai propor a mesma medida à presidência do Legislativo. O prefeito Carlinhos Almeida solicitou autorização da Câmara para remanejar o Orçamento de 2014, por decreto, até o limite de 20%.

Levando em consideração a previsão orçamentária de R$ 2,179 bilhões, o prefeito poderá remanejar uma verba de R$ 435,9 milhões. O pedido está na proposta orçamentária encaminhada pelo prefeito ao Legislativo. O índice é o mesmo deste ano. Também na gestão tucana, o índice de remanejamento de recursos orçamentários por decreto foi o mesmo.Na prática, com a medida, o governo pode alterar parte das verbas orçamentárias entre as secretarias sem necessidade do aval da Câmara. Aliados do governo avaliam que 20% é “um bom índice de remanejamento”. “É razoável. O governo não pode ficar engessado, se não complica a administração”, disse o vereador Walter Hayashi (PSB). Para o oposicionista Fernando Petiti (PSDB), o índice é aceitável, mas avalia que o remanejamento de verbas orçamentárias tem que atender os interesses da cidade.

O impasse na construção da Arena de Esportes de São José levou o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a excluir o projeto do Orçamento 2014. No projeto enviado à Câmara não há previsão de recursos para a obra. A Arena, no Jardim das Indústrias, tinha um custo inicial de R$ 33,3 milhões o empreendimento mais caro da gestão do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB). A obra foi iniciada em 2011 e deveria ter ficado pronta em agosto de 2012. O governo informou que não foi prevista a destinação de recursos por que a obra é alvo de uma ação judicial.