Alunos da Univap expõe seus trabalhos na ‘Expo com Arte’

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Evento traz os trabalhos de conclusão dos cursos de Moda, Rádio e TV, Jornalismo e Publicidade e Propaganda

Cerca de 80 alunos dos cursos de Moda, Rádio e TV, Jornalismo e Publicidade e Propaganda apresentam nos dias 25, 26 e 27, das 19 às 22h30 em uma exposição aberta ao público, seus trabalhos de conclusão de curso (TCC). O evento conhecido como ‘Expo com Arte’ traz documentários, curtas, grandes reportagens num total de 35 projetos.
Esta forma de apresentação, diferente das bancas tradicionais, foi adotada pela Universidade há seis anos com o objetivo de que tanto os outros estudantes da Universidade, bem como os professores e o público em geral pudessem conhecer um pouco o que se faz nestas áreas e a bagagem adquirida por estes alunos durante o curso.

 

Para a Prof. Vania Braz de Oliveira, Coordenadora do Curso de Jornalismo, “a mudança na forma de apresentação tem mostrado resultados muito positivos. Os trabalhos tornaram-se mais elaborados, e o fato do evento ser aberto ao público dá a oportunidade para que profissionais da área possam vir até aqui e conhecer o talento de nossos alunos. Já tivemos alunos que com seu projeto conseguiram boas colocações no mercado de trabalho”.

 

Durante os três dias os trabalhos dos alunos são avaliados por professores da Universidade e também por profissionais convidados de algumas empresas da região como emissoras de televisão, produtoras, assessorias de imprensa, emissoras de rádio e outras.

 

Este ano, os visitantes poderão ver documentários como o “Resgate da História Oral dos Imigrantes Italianos”, “Tatuagem e Preconceito Familiar” e “Rádio: Resgate Histórico do Programa Voz da Profecia” entre outros e curtas com o tema “Alguém que esqueci” e “A morte do nosso Pai”.

 

 

Serviço:

Evento: Expo com Arte
Data: 25,26 e 27 de novembro
Horário de Visita: das 19 às 22h30
Local: Univap – Campus Urbanova
Av. Shishima Hifumi, 2911- São José dos Campos -SP

 

Exposições da Semana da Fotografia são prorrogadas até o dia 20 de setembro

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Ainda dá tempo de conferir as sete exposições da Semana da Fotografia. Elas foram prorrogadas e ficam em cartaz até o dia 20 de setembro. Entre elas estão os trabalhos de Gal Oppido, Tuca Vieira e uma homenagem ao fotógrafo Shiyodi Imoto.

Na inédita exposição “Corpo Vago” no Espaço Mário Covas (Pça. Afonso Pena, 29 – Centro), Com painéis de 3 x 2 metros, Gal Oppido usa seu olhar particular sobre o corpo humano para registrar diferentes indivíduos. O fotógrafo utiliza diferentes tipos de fontes de luz, que adjetiva de “marginal”.

“A luz não pode ser julgada, ela é um elemento que se adapta”, comenta o fotógrafo paulistano, que foi premiado pela Associação Paulista de Críticos de Arte como melhor fotógrafo, pelo conjunto de sua obra.

 

Gal Oppido é arquiteto, fotógrafo, artista plástico e músico, atuando de forma independente na área fotográfica desde os anos 1990. Desde 2001, ele ministra cursos de fotografia no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Shiyodi Imoto é o homenageado em uma exposição sobre na Galeria de Arte Helena Calil (Largo São Benedito – Centro) com curadoria de Francisco Lacaz. Objetos, câmeras, lápis, documentos e fotografias, compõem a narrativa que conta a trajetória de Imoto, dono de um acervo extenso de câmeras fotográficas, que ficam expostas em seu box no Mercado Municipal de São José dos Campos.

Familiarizado com a fotografia desde criança, Imoto é um especialista em fotografia e em técnicas de revelação. Ele foi membro da Comissão de Fotografia da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, tendo oferecido oficinas e participado da organização das primeiras edições da Semana da Fotografia. “Além de conhecer a história de Shiyodi Imoto, os visitantes poderão entender o processo de evolução da fotografia”, afirma o curador da exposição.

O fotógrafo Tuca Vieira trouxe para o Parque Vicentina Aranha (Rua Prudente M Moraes, 302 – Vila Adyana) a exposição “Valle de La Muerte”, que conta com fotos panorâmicas feitas no Deserto do Atacama, localizado entre o Chile, a Bolívia e o Peru. Cada um dos quatro painéis expostos tem 30m². Acostumado a retratar cenas urbanas, principalmente nas cidades de São Paulo e Berlim, na Alemanha, Tuca encontrou uma paisagem completamente distinta no deserto.

Outro destaque da Semana da Fotografia é a exposição itinerante “Galeria Sobre Rodas”, em que cinco fotógrafos mostram trabalhos de quase dois metros quadrados nos vidros traseiros de 15 ônibus que circulam pela cidade, dessa forma, levando a fotografia artística para o cotidiano dos munícipes. Participam do projeto Beatriz Lefèvre, Catia Leandro, Douglas Costa, Marco Aurélio e Rique Fróes.

O Centro Cultural Clemente Gomes (Av. Olivo Gomes, 100 – Santana) recebe a exposição “Percurso Coletivo”, composta de diversos fotógrafos de São José dos Campos, em trabalhos que formam diversas narrativas, unificando um mosaico de percurso.

A exposição “Viagem a Cuba” do fotógrafo Flávio Craveiro, está na Casa de Cultura Flávio Craveiro (Av. Lênin, 200 – Dom Pedro). A mostra conta com fotos em preto e branco de Cuba, que registraram o modo em que vivem seus habitantes e quais as semelhanças e diferenças com o povo brasileiro.

Craveiro nasceu em 1966 e faleceu em 2003, tendo atuado como repórter fotográfico em jornais como o Valeparaibano, a Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo. O fotógrafo foi homenageado em 2005, quando Casa de Cultura recebeu seu nome.

A exposição “Fachadas de Eugênio de Melo”, do Núcleo Fotográfico de Eugênio de Melo, está na Casa de Cultura Rancho do Tropeiro (Rua Ambrósio Molina, 184 – Eugênio de Melo). Ela faz parte de um projeto que registrou a beleza arquitetônica existente no distrito. Envolvidos em um processo de redescoberta do bairro, os fotógrafos demonstram a partir de seu olhar as emoções despertadas pela simplicidade das fachadas.

A Semana da Fotografia foi realizada de 14 a 19 de agosto, com cerca de 30 atividades concentradas em cinco dias entre palestras, oficinas, exposições, exibições de filmes, intervenções, entre outras atividades.

Com o tema “Percursos e Trajetos”, a proposta do evento foi descobrir e explorar os diversos percursos da fotografia na arte contemporânea, através de suas expressões tecnológicas, históricas e culturais.

 

 

Horário de funcionamento:

Espaço Mário Covas (Praça Afonso Pena, 29 – Centro): Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
Galeria de Arte Helena Calil (Largo São Benedito – Centro): Segunda a sexta-feira, das 8h50 às 17h50 e aos sábados das 8h50 às 12h50.
Centro Cultural Clemente Gomes (Av. Olivo Gomes, 100 – Santana): Segunda a sexta-feira das 8h às 22h
Casa de Cultura Flávio Craveiro (Av. Lênin, 200 – Dom Pedro): Terça-feira a sábado, das 8h às 22h.
Casa de Cultura Rancho do Tropeiro (Rua Ambrósio Molina, 184 – Eugênio de Melo): Terça-feira a sábado, das 8h às 22h.
Parque Vicentina Aranha (Rua Prudente M Moraes, 302 – Vila Adyana): Segunda-feira a domingo, das 6h às 22h.

Peças da Cerâmica Weiss são utilizadas em exposição na Galeria Helena Calil

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“Outra Weiss: Ficções Cerâmicas” será a nova exposição da Galeria Helena Calil (Largo São Benedito, s/n – Centro). Com peças do que foi um das mais tradicionais indústrias de São José dos Campos, a abertura será nesta segunda-feira (16). Os trabalhos ficarão em cartaz até 5 de julho e podem ser vistos de segunda a sexta-feira, de  8h50 às 17h50, e aos sábados das 8h50 às 12h50. A entrada é gratuita.

Nesta exposição os vasos, pratos, tigelas e potes diversos são reunidos em instalações que narram histórias inusitadas em proposta curatorial coletiva do Museu Municipal e da Galeria Helena Calil.

É Patrimônio Cultural do Município de São José dos Campos uma grande quantidade de objetos cerâmicos produzidos pela Cerâmica Weiss, ao longo do período em que esta importante fábrica esteve em atividade. São peças que têm sido pesquisadas para contar parte da história da indústria no município.

A Cerâmica “Irmãos Weiss”, começou a funcionar em 1942 em São José dos Campos fundada por Ignes Weiss. Nessa cerâmica foram confeccionados vasos, pratos, adornos e outros tipos de objetos em cerâmica, pintados de forma artesanal, que foi substituído por uma linha de produção. Seus produtos eram vendidos em diversas localidades do Brasil, fazendo sucesso até mesmo internacionalmente.

As peças são parte de uma doação feita à Fundação Cultural Cassiano Ricardo e integram o acervo do Museu Municipal de São José dos Campos.

O Museu Municipal de São José dos Campos e os projetos a ele vinculados são administrados pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, criada pela Lei Municipal N° 3050 de 14 de novembro de 1985, órgão responsável pela implantação e implementação da política pública de cultura no Município

Clemente Gomes recebe exposição dos trabalhos de Magô Pool

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O Centro Cultural Clemente Gomes, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, realiza nesta quinta-feira (10), às 19h30, a abertura da exposição “Eu poderia estar roubando”, da cartunista joseense Magô Pool, com uma programação especial. As obras ficam em cartaz até 31 de abril.

 

Na abertura haverá a prática de exercícios medicinais do “Xiang Gong” ou “treinamento perfumado”, com Eliana Costa. Ele fortalece as funções orgânicas, mantendo a harmonia entre o homem e a natureza, beneficiando o seu psiquismo. A atividade é gratuita.

 

“Eu poderia estar roubando” reúne um apanhado de dez anos de charges, cartuns e tiras produzidas por Magô Pool.

 

O título da exposição surgiu há alguns anos, quando a cartunista pensou em fazer referência às pessoas que entram em coletivos pedindo dinheiro, utilizando-se da frase “eu poderia estar roubando, mas estou aqui pedindo encarecidamente”. Magô fez uma analogia para se referir também a quem desenha e procura transmitir descontração e fazer com que todos se sintam convidados a observar seus trabalhos.

 

As influências para a criação dos cartuns ultrapassam a barreira das artes visuais. Música, cinema, família e até mesmo animais de estimação estão na lista dos influenciadores de Magô. Tratando-se de artistas, nomes como Laerte Coutinho, Angeli, Adão Iturrusgarai, Moebius, Dalí, Charlie Schulz, Matt Groenning e Banksy ganham destaque.

 

A técnica utilizada é simples: pensar e colocar no papel. Em seguida, a cartunista desenha no papel sulfite comum com caneta nanquim e, por fim, digitaliza e publica. Dessa forma, o processo se torna dinâmico e possibilita que a artista esteja sempre atualizada com os temas das charges e tiras.

 

Seus trabalhos possuem temas humorísticos, anti-homofóbicos, a favor dos direitos humanos, contra o capitalismo predatório, contra a segregação e o racismo, entre outros. Através disso, a artista expõe com seus desenhos tudo o que pensa e acredita, além de transmitir uma mensagem aos que estão apreciando.

 

Nascida em São José dos Campos, Magô é cartunista e apreciadora das artes em várias linguagens. Já estudou filosofia, artes plásticas, Rádio e TV, entre outras coisas. Desenha desde pequena, mas começou a levar o trabalho a sério a partir de 2005, quando ganhou seu primeiro concurso. Em 2008, teve seu primeiro trabalho profissional como cartunista publicado.

 

A artista já publicou trabalhos em revistas, jornais regionais, além de publicar em livros didáticos e coletâneas de artistas nacionais.

HELENA CALIL – Exposição: In-fluência

“In-fluência” é o título da nova exposição da Galeria de Arte Helena Calil (Largo São Benedito, s/nº). Ela entra em cartaz nesta segunda-feira (4) e termina no dia 27 de novembro. Os visitantes podem apreciar os trabalhos de Claudinei Oliveira “Vespa” e Renato Pontello de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h50 e aos sábados, das 9h às 12h50.

A mostra reúne trabalhos em grafite dos artistas e da cultura hip hop. Os trabalhos mesclam a estética urbana dessa forma de arte e o desenvolvimento tipográfico característico dessa cultura, além de pinturas de figuras humanas, de cenários e de outras experimentações.

Claudinei Oliveira “Vespa” recebe a influência da cultura hip hop desde 92, quando começou a praticar dança de rua. Em 1988, teve as primeiras experiências com o grafite. Vespa já participou de festivais dessa modalidade artística em diversos estados brasileiros e em outros quatro países com exposições e intervenções urbanas.

O outro expositor, Renato Pontello, é arquiteto de formação e desenvolve trabalhos de cunho artístico desde a década de 90. Começou a fazer intervenções urbanas nas ruas em 2008. Já teve trabalhos expostos na França e na Inglaterra.

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Mais Informações:

Semanal: cada segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira, sábado, até 27 nov 2013
Onde:
ESPAÇO DAS ARTES HELENA CALIL – Espaço Cultural São Benedito – Largo São Benedito, s/nº – Centro (próximo à Praça Afonso Pena). Informações: (12) 3924-7206 – [email protected] – 2ª a 6ª, das 9h às 18h, aos sábados, das 9h às 13h – É difícil imaginar que a pequena entrada – de apenas 6m² – do Espaço das Artes Helena Calil conduza a um local com mais de 400 m², que oferece oficinas de artes plásticas e realiza exposições temporárias de artistas da cidade. O Espaço conta com amplas salas para exposições e três ateliês – onde são realizadas as oficinas – além de um jardim arborizado com antigas palmeiras e uma belíssima fonte de água, que completa o ambiente das artes.A Fundação Cultural mantém oficinas voltadas exclusivamente para as artes plásticas, onde atende cerca de 60 alunos por mês. O Espaço recebe, em média, 500 visitantes, em exposições mensais que reúnem trabalhos de arte contemporânea e abstrata de artistas da cidade e região.

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