Licitação do material com uma economia de R$ 700 mil

A Prefeitura de São José dos Campos realizou na terça-feira (31) a licitação para compra do material escolar para o ensino fundamental da rede municipal. Vinte e seis empresas deram lances no pregão presencial, número considerado um recorde de participações.

O valor da licitação fechou em R$ 1,2 milhão, com uma economia de R$ 700 mil em relação à licitação da administração anterior, que foi de R$ 1, 9 milhão.

As autorizações de fornecimento já foram emitidas e entregues aos fornecedores.

Todas as crianças da rede municipal começarão as aulas em 6 de fevereiro com o material escolar. Para o ensino fundamental, serão atendidos 39.514 alunos com cadernos de desenho e escrita, lápis, canetas hidrográficas e esferográficas, borracha, canetas coloridas, apontador, transferidor 180 graus, cola branca, esquadros de 45º e 60º, giz de cera, lápis de cor, pasta plástica, régua de 30 centímetros, tesoura e outros.

A Secretaria de Educação já tem o material para atender 26 mil crianças do ensino infantil com papel colorido, sulfite, cola, pincéis, giz de cera, caneta hidrográfica, lápis de cor, tesoura, fita crepe e fita colorida. Esses materiais ficam na escola para uso dos alunos.

A distribuição do material escolar será feita pelos funcionários da Prefeitura de São José.

FONTE: Prefeitura de São José dos Campos.

VALE ESTE: Material escolar deve ser entregue no início das aulas

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Os alunos da rede municipal de ensino de São José dos Campos vão começar o ano letivo com todo o material escolar. A Prefeitura montou uma força-tarefa para que sejam entregues no dia 4 de fevereiro e os estudantes tenham o material necessário para começar as aulas na segunda-feira (6).

O pregão eletrônico, aberto pelo governo anterior no dia 26 de dezembro de 2016, para compra de material foi revogado, por indícios de irregularidades. O valor estimado do pregão foi de cerca de R$ 2,6 milhões.

A Secretaria de Educação vai atender 26.000 crianças do ensino infantil com material que inclui papel colorido, sulfite, cola, pincéis, giz de cera, caneta hidrográfica, lápis de cor, tesoura, fita crepe e fita colorida. Todos esses materiais ficam na escola para uso dos alunos.

Para o ensino fundamental, serão atendidas 39.504 alunos com cadernos de desenho e escrita, lápis, canetas hidrográficas e esferográficas, borracha, canetas coloridas, apontador, transferidor 180 graus, cola branca, esquadros de 45º e 60º, giz de cera, lápis de cor, pasta plástica, régua de 30 cm, tesoura e outros.

Pregão

A decisão da Prefeitura em revogar a licitação foi tomada após análise da Comissão Especial, formada pelas secretarias de Governo, Fazenda e Assuntos Jurídicos. Essa comissão é responsável por analisar e rever todos os grandes contratos que serão firmados pela administração atual.

Segundo parecer jurídico, nesse procedimento licitatório foram encontrados irregularidades desde a fase inicial.

A Secretaria de Assuntos Jurídicos também destacou que “reiteradas licitações realizadas anteriormente para aquisição de material escolar são objeto de irregularidades e ilegalidades em inquéritos civis e públicos, ações populares e ações não públicas”.

Para a Administração, “o atendimento de interesse público impõe nesse momento prudência na realização de contratações”.

Informações para a imprensa: +55 (12) 3947-8340
Jussi Ramos ([email protected])
Diretoria de Comunicação

Material escolar de 2013 é reprova por Ipem na cidade

O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (IPEM) divulgou no dia (16) o resultado da fiscalização de itens de papelaria, realizado nos dias 14 e 15 de janeiro. O Instituto fiscalizou 12 produtos diferentes, em cinco estabelecimentos de São José dos Campos, escolhidos aleatoriamente. Foram fiscalizados: papel sulfite A4 e cadernos diversos (desenho, linguagem, universitário e caligrafia,por exemplo).

A única irregularidade foi encontrada em um caderno, que apresentou largura inferior ao apontado na embalagem do produto. O resultado foi satisfatório, de acordo com a diretora de núcleo do órgão, Luciana Castilhos: 91,67% dos produtos fiscalizados apresentaram conteúdo idêntico ao que foi apontado na embalagem Para a diretora, o resultado mostra que os fabricantes estão mais preocupados com a qualidade do produto entregue ao consumidor.

Os produtos avaliados tem 24 horas para serem retirados pelas empresas na sede do Ipem, no Parque da Cidade. Depois disso, serão encaminhados para doação em entidades cadastradas no instituto. O balanço completo da fiscalização está disponível no site: http://www.ipemsp.com.br

Publicado em: 21/01/2013

Com início a aulas, variação de preço é grande na cidade

O preço do material escolar varia até 455% na região, conforme levantamento do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais), órgão da Unitau (Universidade de Taubaté), divulgado ontem. O recordista na diferença de preço é o lápis de cor (caixa com 12 unidades), produto encontrado por R$ 2,69 e também por R$ 14,65.

O Nupes pesquisou os 12 principais itens da cesta básica de materiais escolares em cinco grandes lojas especializadas de São José dos Campos e Taubaté, entre os dias 4 e 7 de janeiro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a cesta está 18,47% mais cara, tendo subido de R$ 129,62 para R$ 153,55. “É um aumento de mercado e já esperado. Mas os consumidores têm que prestar atenção na variação dos preços dos produtos, que está muito grande”, disse o economista Luiz Carlos Laureano, do Nupes.

Os itens com menor variação no preço são o papel sulfite (100 folhas) e a cola (40 gramas), com diferença de 47% e 123% no valor, respectivamente. O sulfite vai de R$ 2,17 a R$ 3,20 a resma e a cola, de R$ 0,93 a R$ 2,08 o tubo. “Quanto mais os consumidores pesquisarem os preços, mais aproveitaram as melhores oportunidades”, afirmou Laureano.

É o que faz a dona de casa Luciana Coelho, 45 anos, quando tem que comprar o material da filha Nayla, de 13 anos. Ela costuma visitar várias lojas antes de fechar a compra dos produtos. “A variação é bem grande e compensa pesquisar os preços. A gente encontra promoções e economiza”, disse.

Além da comparação dos preços, o levantamento do Nupes aponta uma série de dicas para os consumidores economizarem na compra do material escolar. Itens com estampas e marcas famosas ou personagens são bem mais caros do que aqueles sem imagens. Isso ocorre muito com os cadernos, mochilas e lancheiras.

“Os pais devem avaliar se vale a pena pagar bem mais caro para ter um herói na capa do material”, disse Laureano. “Uma alternativa é comprar sem a estampa e colocar um adesivo, que é mais barato.” “Há produtos em que se deve observar a qualidade. Nestes casos, o barato pode sair caro”, disse Hélio Anan, supervisor da papelaria Tanby. O projetista Alexandre Bernardo, 40 anos, levou ontem os filhos para comprar materiais. “Os preços estão razoáveis.”

O Vale

Publicado em: 09/01/2013

Procon dá orientação ao consumidor sobre material escolar

O Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) lançou um guia com orientações para os pais da região sobre material, uniforme e transporte escolar. O objetivo é deixar o consumidor ciente de seus direitos e garantir uma compra com qualidade.

Antes de sair às compras, verifique quais os itens que restaram do período letivo anterior e a possibilidade de reaproveitá-los. Depois, faça uma pesquisa em diferentes estabelecimentos comerciais. “A diferença de preço entre uma loja e outra é absurda. É importante ter disposição para pesquisar os valores”, disse Sérgio Werneck, diretor do Procon de São José.

Segundo ele, a pesquisa também deve ser feita na rede varejista que pode apresentar um bom preço porque compra em quantidade maior. Werneck frisou que a escola não pode indicar marca, modelo ou livraria onde o material deve ser comprado.

Outra dica do Procon é evitar comprar materiais licenciados com personagens ou logotipos famosos, pois normalmente o preço é bem mais alto. “É complicado. Acabo cedendo um pouco e claro que fica mais caro”, disse o engenheiro Guilherme de Oliveira Marcório, 25 anos, que faz este ano a primeira compra de material escolar para a filha de 6 anos, em São José.

Já a médica Rosângela Polydoro dos Santos, 36 anos, levou apenas a filha de 10 anos às compras. O filho de 4 anos ficou em casa. Ela deve gastar cerca de R$ 500 mais os livros. “Sempre pesquiso, mas compro tudo em um lugar só. É mais prático”, disse ela. O consumidor deve contratar serviço que esteja inscrito na prefeitura e observar o contrato. O uniforme pode ser pedido somente se a escola possuir uma marca registrada.

O Vale

Publicado em: 04/01/2013