Espaço Tim Lopes tem exposições na cidade

O Espaço Cultural Tim Lopes completa oito anos de existência no mês de outubro e, para comemorar, recebe três exposições que podem ser vistas do até o dia 31 de outubro.

Duas delas reúnem o trabalho dos alunos das oficinas do espaço: 14 peças confeccionadas em mosaico e 10 histórias em quadrinhos.Também tem A Arte dos Contrastes, da artista plástica Edja Rondon, que traz 20 quadros com a técnica giz pastel, marcadas pela dualidade das luzes e sombras, linhas e formas, que refletem intensa expressividade. Todas as exposições serão abertas ao público e tem entrada franca.

Sobre a artista – Edja Aparecida Rondon Moreira nasceu em 1935, na cidade de São Paulo, e desde 1968 mora em São José dos Campos, SP. Ela trabalhou como enfermeira no Hospital das Clínicas em São Paulo e mais tarde na parte administrativa no setor de ortopedia do mesmo hospital por 23 anos. Começou a fazer aula de pintura aos 45 anos, e a principio pintava em tecido e fazia arte decorativa. A partir de 2006, ela passou a dedicar-se a pintura em giz pastel, técnica até hoje preferida pela artista.

Serviço: Espaço Cultural Tim Lopes – Av. Ouro fino, 2520 – Bosque dos Eucaliptos. Informações: (12) 3917-1612

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 15/10/2012

Empréstimo de bicicletas atrasa pela prefeitura da cidade

Com previsão de início para o mês de setembro, o fornecimento gratuito de bicicletas para deslocamentos na região central de São José dos Campos foi suspenso pelo menos até o fim das eleições municipais. A informação é do Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), responsável pelo projeto. A orientação pelo adiamento foi dada pelo setor jurídico do órgão, para que a ação não entre em conflito com a justiça eleitoral.

A proposta faz parte do Plano Estratégico Centro Vivo, que busca revitalizar a região central de São José. Segundo a assessoria do Ipplan, os detalhes do projeto só serão anunciados após as eleições de 7 de outubro em caso de segundo turno (marcado para o dia 28), haverá novo adiamento.  Entre as informações ainda não divulgadas, está o nome da empresa que fornecerá as bicicletas e como será a forma de cadastramento dos usuários.

A ideia era implantar o projeto-piloto em três pontos: na Praça João Mendes, na Praça Cônego Lima e no Largo da Igreja de São Benedito. Inicialmente, 30 bicicletas seriam disponibilizadas de graça nesses locais para deslocamentos.

Após realizar um cadastro, o usuário utilizaria o cartão do ônibus para pegar uma delas. As três estações funcionariam durante 180 dias em fase de testes.  Após esse período, a ideia era abrir uma licitação para a escolha de uma empresa em definitivo e a criação de novas estações na cidade.

Para o engenheiro e especialista em trânsito, Ronaldo Garcia, não há ciclovias na região central. Por isso, o projeto seria mais útil se gerasse deslocamentos entre os bairros de São José.  “No centro dá pra andar a pé, as distâncias são curtas. O ideal seria que moradores do Campos dos Alemães (sul), por exemplo, pudessem alugar bicicletas para andar nas ciclovias já existentes nas avenidas Andrômeda e Cidade Jardim”.

A Secretaria de Transportes informou que São José conta hoje com 56 quilômetros de ciclovias e que outros 61 quilômetros estão em projetos.  Segundo a pasta, a avenida Shishima Hifumi, na zona oeste, está com obras para a implantação de uma ciclovia, sendo que a faixa da direita já foi concluída falta a esquerda. Em andamento também está a construção de uma ciclovia a partir da avenida Miguel Naked, seguindo pela São João até a Jorge Zarur, fazendo a ligação com a Via Oeste.

O Vale

Rua do Centro da cidade vai além de lojas, e sim Sofisticação

Apenas corredor de passagem? À primeira vista até parece ser, mas, um olhar mais atento revela que a rua Madre Paula de São José, na Vila Ema, no coração da zona nobre de São José dos Campos, se transformou em polo sofisticado de lojas especializadas em decoração, design e móveis planejados.

A Madre Paula, na realidade, já se transformou em grife e vivencia hoje um boom de empreendimentos comerciais chiques da cidade. A rua está em um ponto estratégico e forma com as avenidas São João e Rio Branco o quadrilátero sofisticado de móveis e decoração. A Madre Paula abriga em seus 550 metros de extensão variadas lojas de móveis, de decoração, e de design de interiores. O corredor se tornou referência na cidade para quem quer montar ou simplesmente mudar a cara da sua casa.

Lilian Lagden, gerente da Mercado Brasil, que trabalha com objetos, decoração e móveis, resume bem o espírito da rua. “Quem percorre a rua toda consegue mobiliar, decorar, encontrar ornamentos para dar toques especiais em sua casa e ainda pode desfrutar da gastronomia e fazer compras em supermercado em um único dia”, disse a gerente da loja, que abriu as portas há cerca de um ano.

Até se hospedar nas proximidades da rua já é possível. Em janeiro deste ano foi aberto o Ema Palace, na vizinha rua Jorge Barbosa Moreira. A menos de 100 metros da Madre Paula, o hotel tem administração familiar e possui 46 apartamentos.

Os lojistas apontam que um dos pontos altos da Madre Paula é a visibilidade que ela oferece. “A rua é passagem para quem mora no Aquarius e no Urbanova, bairros que têm um público sofisticado”, contou Elizangela Silveira, gerente da Requinte Decorações, que trabalha com metais, como maçanetas e torneiras de grife.

Estabelecido na rua há 14 anos, João Batista Antero, proprietário da Reference Decor, lembra do tempo em que a rua era mão dupla. “Quando cheguei, a rua praticamente não tinha nada”, contou. A rua abriga ainda outros estabelecimentos que são referência como a Villa Cores, que trabalha com papel de parede, e a Armários Design, móveis planejados de alto padrão.

O Vale

Obras de Revitalização no Centro é assumida pela URBAM

A Prefeitura de São José dos Campos contratou a Urbam (Urbanizadora Municipal), sem licitação, para executar um pacote de projetos do Plano Estratégico Centro Vivo no valor global de R$ 2,3 milhões, em um prazo de oito meses.

Vinculada à administração municipal, a Urbam vai executar, até o final do ano, quatro obras do Centro Vivo, projeto de revitalização do centro, lançado e coordenado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), em parceria com a prefeitura.

O pacote contempla a construção do novo calçadão da rua 7 de Setembro, ao lado do Mercado Municipal, ampliação das calçadas e elevação do pavimento da rua Sebastião Humel, no trecho do mercado e defronte os dois calçadões laterais ao mercado, obras de alargamento das calçadas da rua 15 de Novembro em frente à praça Afonso Pena e complementação da revita-lização da praça João Mendes (Praça do Sapo).

Ainda está contemplado no pacote a implantação de iluminação ornamental no prédio do Mercado Municipal para valorização do patrimônio histórico. A diretora do Ipplan, Cynthia Gonçalo, afirmou que a contratação da Urbam foi para dar mais agilidade às obras, que terão que ficar pronta até o final do ano, antes do início da temporada de compras de Natal.

“Se os projetos fossem licitados, não haveria tempo para a conclusão das obras dentro do prazo que desejamos”, afirmou a diretora. Segundo Cynthia, o processo de contratação da Urbam foi precedido de um levantamento de preços para verificar se os valores ofertados pela empresa eram competitivos.

“As obras de alargamento de calçadas, elevação de piso e ampliação do calçadão visam priorizar o pedestre”, disse a diretora do Ipplan. Ela citou como exemplo, a ampliação da calçada na rua Sebastião Humel, defronte o Mercado Municipal.

“Nesse trecho, a velocidade dos veículos será reduzida e o pedestre terá prioridade e tranquilidade para circular”, disse. As obras do novo calçadão estão programadas para começar nos próximos dias.
Já a construção do calçadão da travessa Chico Luiz, também ao lado do mercado, terminam hoje, segundo o Ipplan.

Na praça João Mendes, a Urbam vai fazer instalações hidráulicas e elétricas e a troca do piso. A revitalização do local compartilhada com o Shopping Centro. “Como a praça é tombada pelo Patrimônio Histórico, é necessário seguir o padrão do local, como o piso, que tem que ser de ladrilhos hidráulicos similares aos originais”, relatou a diretora do Ipplan.

De acordo com Cynthia, quando as obras forem concluídas, o comércio do centro será dinamizado e haverá mais conforto para os pedestres.

O Vale

Região Central da cidade é Trânsito sem regras

A restrição ao tráfego de caminhões em algumas ruas e avenidas da região central de São José dos Campos parece não intimidar quem está ao volante das carretas. Pelo menos foi o que apurou O VALE ao conversar durante esta semana com comerciantes e moradores locais, após o acidente do último dia 23 de agosto.

Na ocasião, a comerciante Cíntia Aiko Kmagai, de 47 anos, foi morta depois de ser atingida por um golpe de cabo da rede telefônica, arrebentado por uma carreta na rua Vilaça, no centro. O caminhão circulava em alta velocidade numa área proibida para esse tipo de veículo. A Polícia Civil segue atrás do motorista. A família da vítima, pede justiça.

“Esta foi quarta ou quinta vez que um caminhão arrebenta os cabos”. A frase é de Ciro Guimarães, 29 anos, dono de um estacionamento na rua Vilaça local inserido no chamado perímetro urbano de São José. A área é formada por seis vias onde caminhões, exceto modelos ‘baú’, não podem trafegar, na região central. Essa espécie de ‘cordão’ invisível só pode ser transposto fora dos horários de pico no trânsito.

Caminhões com altura acima de 4,4 metros são proibidos de circular em toda a cidade e em qualquer horário, exceto com autorização especial requerida com antecedência. O problema é que apenas seis agentes de trânsito da prefeitura são responsáveis por fiscalizar, não somente o perímetro urbano, como as demais vias do trânsito central.

“Vamos aumentar o número de agentes”, afirmou o diretor de Trânsito da Secretaria de Transportes, Paulo Guimarães. Por enquanto, segundo ele, os ‘marronzinhos’ foram orientados a fiscalizar com mais rigor os caminhoneiros.

Guimarães listou algumas medidas estudadas pela Secretaria a fim de intensificar a fiscalização no perímetro: adaptar os radares fixos para flagrar as carretas irregulares e monitorar as vias que dão acesso ao perímetro de restrição, são exemplos. “Os agentes também deverão abordar os caminhões que circulam em horários e locais proibidos. Hoje, eles somente anotam a placa da carreta”, disse o diretor de Trânsito.

O Vale

Entrega de Centro da Juventude é acelerado na cidade

A administração do PSDB em São José vai montar núcleos de oito secretarias no Centro de Referência da Juventude para viabilizar a entrega do prédio, principal vitrine de campanha do candidato tucano a prefeito, Alexandre Blanco.

O centro, que está com sua entrega atrasada há quatro meses, é a principal obra da administração de Blanco na pasta da Juventude, onde atuou por oito anos os últimos quatro como secretário. O governo quer inaugurar o espaço no dia 15 de setembro e para isso vai ‘turbinar’ o número de profissionais no local. Pelo menos 30 profissionais de outras secretarias serão deslocados. A Secretaria de Juventude possui 32 profissionais.

No prédio, haverá um núcleo de atendimento à saúde do adolescente com médico e enfermeiro. O setor de esportes será responsável pela avaliação física dos jovens e haverá salas multiuso para atividades da Fundação Cultural e estúdio da Fundhas, entre outros. O centro ficará aberto das 6h às 22h.

Segundo o secretário de Juventude, Fabricio Máximo, a parceria com as demais secretarias irá garantir a operação imediata do centro após a entrega da obra. “As atividades externas começam de imediato. E como os móveis para equipar os espaços já estão chegando, serão instalados rapidamente para o início das atividades”, disse.

O prédio será aberto incompleto. A obra de reforma da pista de skate foi contratada ontem por R$ 430 mil e só deve ser concluída em 120 dias. Inicialmente, o centro irá disponibilizar pista de caminhada, quadra de futsal e atividades marciais desenvolvidas pela Secretaria de Esportes.

Também são esperados monitores da Fundação Cultural para a realização de oficinas de dança, música, teatro e de instrumentos musicais. O Infocentro será mantido por profissionais do Desenvolvimento Social. “Iremos trabalhar em parceria. As secretarias nos darão suporte de equipamento e pessoal. Queremos atender à população rapidamente”, disse o secretário. Funcionários da Fundhas irão instalar e manter o estúdio de rádio e TV.

Para o vereador Wagner Balieiro (PT), a falta de planejamento levou o centro a ‘desfalcar’ pastas que já têm déficit de pessoal. “Eles não estão ampliando serviços, mas desfalcando secretarias. Faltou planejamento”, disse. O custo da obra é de R$ 14,1 milhões.

O Vale

Devido ao excesso, falta vagas para estacionar na cidade

Conceito disseminado em filmes publicitários, a paixão do brasileiro pelo carro traz consigo problemas que ficam à margem das peças de ficção. Não bastassem gastos com manutenção, combustível e impostos, o simples ato de parar o veículo em uma vaga é um sacrifício cotidiano.

Em São José dos Campos não é diferente. Com uma frota que já ultrapassa a marca de 300 mil veículos para uma população de cerca de 630 mil pessoas, segundo o último Censo 2010, achar uma vaga para estacionar é quase uma aventura. De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes, a região central da cidade tem aproximadamente 1.000 vagas de estacionamento em ruas e avenidas, controladas por parquímetros da zona azul.

Para se ter uma ideia da dificuldade, se todos os motoristas de São José decidissem parar o carro ao mesmo tempo, cada vaga seria disputada por 245 veículos. “Na rua não tem jeito. A cidade não foi planejada para tanto carro. A única forma de melhorar isso é fazer um centro novo e deixar o velho pra lá”, ironizou o inspetor de qualidade Ismar Teixeira, de 57 anos. Para ele, a saída foi um estacionamento privativo na avenida Nelson D’Ávila. “É mais seguro”, disse.

O diretor da Secretaria de Transportes de São José, Paulo Guimarães, disse que as ações públicas para expandir o número de vagas de zona azul no centro da cidade já estão esgotadas. Segundo ele, o foco é agora no transporte coletivo. “A ideia é que as pessoas substituam os carros pelos ônibus. Para isso, estamos melhorando a condição do transporte público, com o projeto corredores e as ciclovias”, disse.

O ‘Projeto Corredores’, que prevê o uso de uma faixa exclusiva para a circulação de ônibus, já foi implantado em avenidas centrais como São João e Adhemar de Barros. Nessas vias, o estacionamento de veículos de passeio fica proibido.

A falta de vagas na superfície faz com que o poder público discuta a criação de estacionamentos subterrâneos para acomodar a demanda de veículos. A ideia não é nova, mas a promessa agora é de que ela sairá do papel. “Estaremos finalizando o projeto até o fim do ano. As obras estão previstas para 2013”, disse Guimarães. A avenida Heitor Villa-Lobos é um dos locais em estudo.

Para o especialista em trânsito, Ronaldo Garcia, a solução está numa parceria do comércio com a administração municipal. “Existem áreas não utilizadas no centro de São José. Uma parceria dos empresários com a prefeitura poderia ajudar na criação de estacionamentos coletivos para atender aos clientes das lojas”, disse.

O Vale

Pesquisa aponta que São Dimas é novo ponto de lazer

Com um conjunto de 12 estabelecimentos e a circulação de 3.900 pessoas aos finanis de semana, o Jardim São Dimas, na região central de São José, retomou o posto de referência de lazer noturno na cidade. Estes dados integram um levantamento realizado pelo Sinhores (Sindicato dos Bares, Hotéis Restaurantes e Similares) de São José. “Houve um processo de revitalização do bairro”, disse o integrante do Sinhores, Paulo Guilherme Pino, que também é comerciante no local.

As opções são para todos os gostos. Bares, caldinhos, baladas, pizzarias, espetinhos, comida japonesa, pastel e lanches são alguns dos atrativos do bairro, que reúne tradicionais comerciantes e aqueles que apostam na garantia de sucesso.

O estabelecimento mais antigo do São Dimas é o Caldinho do Corujão, um trailer instalado em 1992. “Em média, vendo 150 caldinhos por dia”, comemora o proprietário José Aparecido Gomes. O caldinho de feijão é o líder no cardápio do espaço.

Estreante, o Seu Boteco completa em agosto três meses de funcionamento. Para Cristiano Wilson, dono do bar, a tranquilidade e a segurança foram os aspectos que mais chamaram a atenção no bairro. “Nunca tive problemas, as pessoas gostam muito de vir aqui”, afirmou Wilson, que oferece pratos da comida mineira e a dobradinha como carro chefe.

A tendência é de aumento de público, como diz a proprietária do Boteco do Jeca, Maria Cecília Florencio. “Faremos uma reforma para o verão e esperamos um aumento em 30%, serão colocadas mais 20 mesas e banheiros para deficientes”,disse. A especialidade do Boteco do Jeca é a caipirinha, com variações em homenagem aos filmes de Amácio Mazzaropi. Além da culinária, a região ainda oferece as baladas no Hocus Pocus. A casa está instalada há 12 anos no São Dimas e oferece um espaço para bandas independentes.

No outro extremo do bairro estão problemas como o elevado movimento de veículos pelas ruas estreitas. Multas por estacionamento irregular estão entre as mais frequentes no bairro, de acordo com a prefeitura. “O estacionamento fica nos dois lados da rua. A largura das calçadas foi ampliada, o que diminuiu ainda mais a pista”, disse o síndico do condomínio Mansão do Vale, Antônio Dimas França.

O Vale

Centro de Formação do Educador é inaugurado na cidade

A Secretaria de Educação de São José inaugura hoje, às 14h, o Cefe (Centro de Formação do Educador), na área do Parque da Cidade, em Santana, na região norte. Com 14 mil metros quadrados de área construída, o Cefe concentrará todas as atividades de formação para professores da rede municipal de ensino.

Hoje, na primeira atividade do centro, cerca de 500 professores participarão de uma atividade de formação. “Para a Secretaria, o Cefe é um divisor de águas na formação continuada. Temos um local adequado e com toda a estrutura para trabalhar nessa área”, disse Alberto ‘Mano’ Marques, secretário de Educação de São José.

Ocupando parte de um prédio da antiga Tecelagem Parahyba, o Cefe começou a ser construído em março de 2010 e foi terminado em março deste ano. Houve atraso de 10 meses na conclusão da obra em razão do abandono de uma empreiteira. A inauguração também atrasou por causa de problemas com a licitação do mobiliário.
O custo total saltou de R$ 25 milhões para cerca de R$ 29 milhões, segundo dados da Secretaria de Educação.

O prédio conta com 10 salas de formação didática, três oficinas, três auditórios menores, dois laboratórios e um auditório com 250 lugares e ambientes de apoio. Neste ano, o Cefe também sediará a Feira do Jovem Empreendedor, de 20 a 24 de novembro. O evento era realizado no Parque Tecnológico.

O Vale

Comerciantes do Centro exigem mais policiamento

Em meio à discussão dos projetos Bela Fachada e Centro Vivo, que têm como objetivo revitalizar o centro de São José dos Campos, funcionários, comerciantes e clientes voltaram a cobrar ontem mais segurança no local. Para eles, mais importante do que reformar as fachadas é aumentar o número de policiais e guardas municipais nas ruas da região.

A atendente Joelma Honorato reclama da iluminação na Praça do Sapo. Todos os dias após o trabalho ela vai a pé para a faculdade. “Eu tenho medo de passar pela praça. Eu passo correndo.” Já Mário Ribeiro, proprietário de uma banca na Praça Afonso Pena, queixou-se da falta de guardas municipais.

“A praça é frequentada por maus elementos. Eu já vi gente fumando maconha à luz do dia. É preciso colocar mais guardas municipais.” Pessoas que trabalham e frequentam o centro de São José consultadas ontem também cobraram a recuperação das calçadas.

No mês passado, foram registradas nove ocorrências no centro, sendo quatro furtos e três roubos ocorridos à noite. O comandante da 2ª Companhia da Polícia Militar em São José, capitão Sadi Fernando Stamborowski, disse que no centro já é feito policiamento a pé, através de viaturas e através de câmeras de segurança nas ruas. O Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento) disse que com a revitalização, a Praça do Sapo receberá nova iluminação.

O Vale