Cidade tem aumento de moradores de rua em 300%

Eles estão pedindo dinheiro aos motoristas nos semáforos, na porta dos estabelecimentos comerciais, dormindo nas praças do centro e nos bairros da cidade. O aumento de cerca de 300% no número de moradores em situação de rua em São José dos Campos está causando uma sensação de insegurança nos moradores. Segundo dados da secretária de Desenvolvimento Social, Rosangela Sossolote Rosim, no mês passado, foram abordadas 400 pessoas nas ruas. Até o ano passado, o número divulgado pela prefeitura era de cerca de 120 pessoas nas ruas. “Nós encontramos essas pessoas não só no centro da cidade, como nos bairros das regiões norte, sul e leste”, disse a secretária. A prefeitura relaciona o aumento a uma maior eficácia nas abordagens, mas para a população fica a sensação de que mais pessoas ocupam as ruas de São José.

O cabeleireiro Assuério Alves, proprietário de um salão de beleza no Jardim Renata, diz que tem percebido mais pedintes na praça do bairro e que eles não aceitam ajuda da prefeitura para sair das ruas.“Eles ficam bebendo, mexem com as pessoas e discutem entre eles. A gente fica com medo, pois não sabe o que pode acontecer. Quando a ronda social da prefeitura aparece, eles não aceitam ir.” No Jardim Paulista, os moradores de rua se instalaram no canteiro central da avenida Santos Dumont. Eles abordam os motoristas que estacionam na avenida para tomar conta dos carros. “Muitas vezes eles intimidam as pessoas para que elas deem dinheiro para tomar conta do carro”, disse um comerciante. Apesar dessa situação, o comerciante José Francisco Souza disse que os pedintes não incomodam as lojas. O taxista Trajano Carlos Moura, que trabalha perto do local, disse que alguns deles “fingem ser mendigos” e esperam os aposentados sair do banco, para ir pedir dinheiro. “Os aposentados têm que tomar cuidado para não serem roubados”, disse o taxista.

A moradora de rua Daniele, 34 anos, disse que São José dos Campos “é uma mãe”. Ela veio de Itanhandu, Minas Gerais, para viver nas ruas da cidade com o companheiro. Sua “casa” é uma praça atrás da rodoviária nova. “As pessoas de São José são boas, elas dão comida pra gente e não falta nada aqui”, afirmou Daniele. Já Mauro Roberto disse que sua família mora no Jardim Flamboyant, mas ele prefere ficar nas ruas. O diretor da Secretaria de Desenvolvimento Social, Marcos Valdir Silva, disse que das 400 abordagens feitas nas ruas de São José, 148 são migrantes e trecheiros, pessoas de passagem pela cidade, que geralmente estão indo para Aparecida, Caraguatatuba ou Paraty, no Rio de Janeiro. Segundo o diretor, 26 pessoas moram nas ruas da cidade. “São pessoas que não aceitam nenhum tipo de ajuda da prefeitura”, afirmou. Cerca de 80% das pessoas que estão nas ruas da cidade têm entre 18 e 59 anos e na maioria são mulheres. “Geralmente saem de casa para consumir álcool e drogas na ruas da cidade”, afirmou Silva. A Polícia Militar informou que se alguém for ameaçado pelos mendigos por tentativa de furto ou extorsão, deve ligar para o telefone 190.

Transporte Coletivo da cidade tem aumento de horário de viagem

O tempo médio de percurso da linha Centro/Novo Horizonte (204-A) no horário de pico após o início da implantação dos corredores de ônibus nas avenidas centrais de São José aumentou em dois minutos em relação ao trajeto feito antes da mudança. Os corredores de ônibus foram implantados para reduzir em 30% o tempo médio de viagem. A mudança entrou em vigor no dia 27 de julho. O aumento foi constatado pelo O VALE, que embarcou na linha da empresa CS Brasil na sexta-feira dia 26, às 17h21, e na segunda-feira dia 29, às 17h44, na Rodoviária Velha, com desembarque na Praça 1º de Maio.

O resultado foi a insatisfação entre os usuários, que ainda precisam de muita paciência para enfrentar a longa viagem de pé e quase sempre com dificuldades para se locomover dentro do veículo. A viagem do dia 26 ocorreu das 17h21 até as 18h25, totalizando 1 hora e 4 minutos. Já a segunda, foi das 17h44 às 18h50, totalizando 1 hora e 6 minutos. O acréscimo foi de dois minutos, após os corredores de ônibus estarem prontos.

Apesar de a faixa ser exclusiva para os ônibus, alguns carros trafegavam nos corredores das avenidas São José e Adhemar de Barros, além da rua Euclides Miragaia, em ambas as viagens. Na primeira foi constatado falta de assentos disponíveis logo nos dez primeiros minutos da viagem. O VALE também percorreu o trajeto fora do horário de pico às 14h10 e constatou a redução de cinco minutos após a instalação do corredor. O tempo foi de 37 minutos. “Não senti diferença alguma, disse a administradora Vasti dos Santos. O motorista Reginaldo Aparecido avaliou positivamente os efeitos da mudança. “Ficou mais rápido, mas nas viagens da tarde.”

O secretário de Transportes, Wagner Balieiro, disse que o tempo médio da linha 204-A era de 1 hora e 10 minutos. “É preciso considerar que na sexta já havia sido feito ajuste no sistema que melhorou o tempo de viagem.”

Shopppings esperam aumento de vendas para o Dia dos Pais

Os principais centros de compras da Região Metropolitana do Vale do Paraíba projetam um crescimento de até 30% nas vendas para o Dia dos Pais, na comparação com igual período de 2012. O otimismo é compartilhado com o comércio de rua, mas de uma mais contida. As lojas esperam vender 10% a mais do que no ano passado. Para atrair os consumidores, os shoppings investiram em promoções para os pais, com prêmios trocados a cada parcela de compra ou sorteios.

Para o economista Luiz Carlos Laureano, do (Núcleo de Pesquisas e Estatísticas Sociais) da Unitau (Universidade de Taubaté), as campanhas funcionam como apelo ao consumo, mas os consumidores devem evitar gastos exagerados.  “É bom decidir o quanto gastar no presente antes de ir às compras e manter o consumo dentro do orçamento da família”, disse. Em São José, o shopping CenterVale oferece três modelos de tulipa para o pai escolher uma e trocar, a cada R$ 400 gastos em compras. A expectativa de vendas é de 15% superior ao ano passado.

No Vale Sul, também com projeção de 15% a mais nas vendas, o cliente ganha uma caneca de bigode a cada R$ 300 em compras. Pode escolher entre três modelos. “Os lojistas estão com promoções e a nossa expectativa é de que o movimento seja 20% maior do que o ano passado”, disse Marcelo Borges Simões, gerente do Shopping Centro. Os clientes do Colinas podem trocar um cupom a cada R$ 300 em compras para concorrer a uma moto BMW G 650 GS Sertão o sorteio será dia 12 de agosto. O centro de compras espera um aumento de 8,5% nas vendas durante a campanha. Batizada de “Meu Pai Artilheiro”, a campanha do Serramar Parque Shopping, em Caraguatatuba, dará a chance de o pai levar uma TV de 60 polegadas para casa.

“A cada R$ 200 em compras, ele terá quatro tentativas de acertar duas bolas no gol. Ganha o cliente que acertar duas bolas no ângulo em menor tempo”, explicou Giselle Cavalcante, gerente de Marketing, que espera vender 15% a mais. Inaugurado em dezembro do ano passado, o Via Vale Garden Shopping, em Taubaté, espera ampliar as vendas em 30% por causa do Dia dos Pais. A comparação é com um período normal. O centro de compras dará um kit de vinho a cada R$ 300 gastos no local.

O Taubaté Shopping projeta 12% de crescimento nas vendas e, para reforçar o movimento, dará três tipos de kits para os pais escolherem. Cada kit pode ser trocado por R$ 300 gastos em compras. No Jacareí Shopping, que espera vender 14% a mais, os pais podem ganhar R$ 2.500 em compras. Cada R$ 100 em gastos vale um cupom.

Vendas de carros aumentam na cidade

As concessionárias da região comemoram o aquecimento das vendas de carro no mês de junho. A alta de 5,58% em relação ao mesmo período de maio se deve ao “bota fora” das montadoras que já se prepararam para anunciar a linha 2014. Segundo a constatação da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), em todo o país foram vendidos 255.782 veículos na primeira quinzena deste mês, contra 242.273 unidades em maio. Em comparação a 2012, quando foram comercializadas 257.796 unidades, muitas impulsionadas pelos descontos no IPI, houve uma leve retração, de 0,78%. “Tivemos o feriado em 1º de maio e, com isso, os outros dias daquela semana foram mais fracos em vendas, o que não ocorreu em junho”, disse o presidente da entidade, Flávio Meneghetti.

Na região, as concessionárias confirmam a retomada das vendas. Na Veibras de São José, cerca de 50 carros a mais já foram comercializados em comparação ao mesmo período de maio. “Nosso volume cresceu cerca de 20%. As montadoras vieram com taxas zero e isso favoreceu bastante. Em média, os carros mais vendidos custam entre R$ 24 mil e R$ 44 mil”, afirmou a gerente de vendas, Viviane Silveira.

Para Marco Aurélio Ângelo da Silva, da concessionária Itavema, em São José, o cenário promete continuar otimista nos próximos meses, já que as montadoras têm concebidos alguns bônus e isso beneficia os clientes que conseguem um valor melhor no zero km. “Em relação ao mês de maio, constatamos um aumento de 15% nas vendas. Isso foi observado tanto para as unidades zero km, quanto para os semi-novos. Temos um financiamento com a facilidade de 60% do valor na entrada e o restante parcelado em 24 vezes sem juros”, disse.

De olho nas facilidades do mercado, o engenheiro João Guimarães aproveitou o mês de junho para comprar um carro, modelo picape. Segundo sua avaliação de mercado, compensou mais ele ter comprado um carro zero, que sua proposta inicial de investir em um semi-novo. “Tenho uma propriedade rural na região do Vale e tinha a necessidade de ter um carro viável para andar em acessos mais complicados e carregar certos materiais, como alimento para os animais. Consegui uma facilidade incrível que compensou ter fechado negócio neste mês”, disse.

Univap da cidade tem que explicar receita de 2012

Sinal de alerta: segundo o balanço financeiro divulgado pela FVE (Fundação Vale paraibana de Ensino), a receita registrada em 2012 se manteve estável, com R$ 72,4 milhões, se comparado a 2011 quando a instituição somou R$ 72,2 milhões. No entanto, houve um aumento nas despesas em 2012, passando de R$79,5 milhões, em 2011, para R$84,8 milhões em 2012. O balanço financeiro apresentado gerou dúvidas nos alunos da instituição. A pedido deles, a vereadora Juliana Fraga (PT) apresentou à Câmara de São José um ofício convocando o reitor da Univap (Universidade do Vale do Paraíba), Jair Candido Melo, e o presidente da FVE, Samuel Roberto Ximenes da Costa, a prestarem esclarecimentos sobre os números.

O documento foi aprovado por unanimidade. “Entre os principais questionamento trazidos pelos alunos estão a retirada do benefício ‘desconto pontualidade’, para os alunos do 1º ano, ferindo a isonomia entre os alunos dos diferentes períodos”, informou, em nota, a vereadora. A FVE tem registrado ao longo dos anos uma queda no número de alunos na instituição, somando 15.926 alunos, 18% menos do que em 2011, quando havia 18.880 estudantes na instituição, e 27% menos do que 2010, com 20.188 alunos. Em contrapartida, houve um aumento no número de professores passando de 685 (2010), para 704 (2011) e 746 (2012) e do corpo administrativo, que subiu de 445 (2010), para 472 (2011) e 521 (2012).

Em nota, a FVE (Fundação Valeparaibana de Ensino) confirmou que está arcando com prejuízo. A instituição informa, no entanto, que o aumento das despesas está dentro da política de melhoria na qualidade de ensino e de condições de infra-estrutura. Ainda segundo a nota, houve investimentos na compra de notebooks para todas as bibliotecas, aumento da carga horária dos cursos e wi-fi em todas as dependências, entre outras novidades. Sobre a queda no número de alunos, a entidade informou que esta reflete o não-investimento em modernização do sistema educacional da gestão anterior. Para atrair novos alunos, a instituição investirá também na qualificação do corpo docente. A expectativa é que, em 2014, aumente o número de matriculados.

Cidade tem protesto contra a tarifa de ônibus

Cerca de 200 pessoas percorreram ontem as ruas do centro de São José em protesto contra o aumento da tarifa de ônibus na cidade. O movimento, que teve início e fim na praça Afonso Pena, foi pacífico. Não houve confrontos com a polícia nem vandalismo, como os que têm ocorrido nos últimos dias em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro. Agentes de trânsito acompanharam a manifestação, que começou por volta das 16h30 e terminou às 18h40. De acordo com a Polícia Militar, nenhum incidente foi registrado. O manifesto serviu para mobilizar a população para o ato público de amanhã, que está sendo organizado pelo Movimento Passe Livre.

Os motoristas que passaram pela Afonso Pena fizeram um ‘buzinaço’ em apoio aos manifestantes. Trabalhadores, aposentados, sindicalistas, ex-moradores do Pinheirinho, professores e estudantes se uniram no ato público. O grito de protesto não ficou apenas na redução das tarifas. Os manifestantes pediam também “o fim da corrução, por uma saúde de qualidade, melhor educação e contra a impunidade”. “Já estava na hora do nosso país acordar. Não queria morrer sem ver meu filho lutar por um país melhor”, disse o metalúrgico aposentado, Antonio Carlos Alves, 56 anos.

A professora de educação infantil Maria Silva, 45 anos, e sua filha Rafaela Hernandes, 22 anos, resolveram ir para às ruas, pela primeira vez, lutar contra o preço da tarifa de ônibus em São José, que elas consideram absurda. A passagem, que custava R$ 2,80, aumentou para R$ 3,30 em fevereiro e, no último sábado, foi reduzida para R$ 3,20. “Dez centavos não dá para nada. Queremos uma redução maior da tarifa”, disse o estudante de comércio exterior, Artur Cucco, 22 anos.

Os manifestantes saíram da praça e percorreram a rua 15 de Novembro, a avenida Madre Tereza e a rua Francisco Paes, provocando complicações no trânsito. A Secretaria de Transportes fez sete interdições momentâneas. O estudante Israel Sgarbi, que não conseguiu passar com o carro, reclamou. “Vou perder a prova na faculdade”. A dona de casa Cibele Carlos, 57 anos, também não gostou. “Acho justo o protesto, mas eles deveriam respeitar quem está aqui no ponto esperando o ônibus há uma hora”. A Câmara dispensou os funcionários às 16h e fez sessão relâmpago de 45 minutos. O medo era de que os manifestantes invadissem o prédio, como já ocorreu em protestos anteriores.

Cidade pode ter protesto na área do Transporte

Estudantes ligados ao movimento ‘Passe Livre’ programam um protesto para o próximo dia 15, em São José dos Campos, contra o preço das passagens de ônibus. O movimento deve ser engrossado por motoristas e trabalhadores do transporte coletivo, insatisfeitos com o impasse nas negociações salariais da categoria. Os estudantes farão um ato público às 15h, no estacionamento do parque Santos Dumont, para tentar sensibilizar a população da cidade. A mobilização em São José é reflexo do movimento nacional feito pelos estudantes contra o aumento das passagens. Nas manifestações, houve depredação de veículos, pessoas presas e feridas.

No início do ano, a prefeitura aumentou em 17,86% a passagem, subindo de R$ 2,80 para R$ 3,30. Na semana passada, a prefeitura anunciou uma redução de R$ 0,10 a passagem a R$ 3,20 começa a vigorar no próximo sábado. “Estes R$ 0,10 não servem para nada”, disse a representante da Assembleia Nacional dos Estudantes Livres, Raissa Araújo. Ela disse que no ato de sábado será definida uma agenda de protestos contra o preço da passagem.

Já as negociações salariais entre as empresas e os trabalhadores no transporte coletivo de São José, Jacareí, Taubaté e Caçapava estão suspensas. Na reunião de anteontem, eles não conseguiram chegar a um acordo. Os motoristas reivindicam um aumento real de 9,5% sobre o piso salarial, que hoje é de R$2.117,75, e reajustes para o vale-refeição, convênio médico e PLR (Participação nos Lucros e Resultados).

As empresas oferecem reajuste de 7,16%, referente à correção do INPC do período de maio 2012 a 2013. “As empresas não querem avançar em nada”, disse o presidente do sindicato, José Roberto Gomes. Já o advogado da Avetep (Associação Valeparaibana das Empresas de Transporte), Victor Albuquerque Lima, disse que “a proposta é boa”. Se não chegarem a um acordo, pode haver novas paralisações, como aconteceu recentemente em Taubaté e Jacareí.

Vagas de empregos disparam no mês de Abril na cidade

A chegada de novas empresas a São José dos Campos neste ano foram mais de 10 desde janeiro ajudaram a cidade a reverter o saldo negativo do emprego. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, a cidade teve um saldo positivo de 1.197 postos de trabalho no último mês de abril, bem diferente da perda de 1.224 empregos registrada em março.

O setor que mais contratou em abril foi o de serviços, com saldo de 546 novos empregos. Em seguida, aparecem a indústria, com 322 vagas, a construção civil, com 255 empregos, e o comércio, com 47. No ano, o saldo de São José é de 648 empregos gerados, que caem para 290 vagas levando-se em consideração o resultado dos últimos 12 meses.

Em 2013, a indústria e o comércio registram perda de emprego na cidade, de 306 e 645 vagas, respectivamente.
Para contrabalançar o mau resultado entretanto, o segmento de serviços e a construção civil registram a criação de novas vagas no ano, de 1.031 e 542, respectivamente. “As indústrias ainda precisam de um impulso maior para reverter o resultado negativo”, disse Almir Fernandes, diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) em São José.

Segundo o Caged, Taubaté registrou saldo positivo de 194 vagas de emprego em abril deste ano. No acumulado de 2013, a cidade tem 102 novas vagas, que sobem para 840 nos últimos 12 meses. O segmento que mais gerou empregos em abril foi o de serviços, com 275 vagas. O saldo de empregos também foi positivo em Jacareí, com 169 novas vagas, sendo 119 na indústria e 86 em serviços, os melhores resultados. No ano, a cidade acumula 86 empregos.

São José

  • Saldo em abril: 1.197
  • No ano: 648
  • Últimos 12 meses: 290
  • Serviços: 546 vagas
  • Indústria: 322 vagas
  • Construção Civil: 255 vagas
  • Comércio: 47 vagas

Taubaté

  • Saldo em abril: 194
  • No ano: 102
  • Últimos 12 meses: 840
  • Serviços: 275 vagas
  • Comércio: -42 vagas
  • Indústria: -41 vagas
  • Construção Civil: -36 vagas

Jacareí

  • Saldo em abril: 169
  • No ano: 86
  • Últimos 12 meses: 1.073
  • Indústria: 119 vagas
  • Serviços: 86 vagas
  • Comércio: -32 vagas
  • Construção Civil: -16 vagas

O Vale

Publicado em: 22/05/2013

Com os Dia das Mães vendas não atingiram o esperado

O dia as mães em 2013 foi mais afetuoso. Pelo menos para os lojistas de São José dos Campos. Uma pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, após o dia das mães, com comerciantes de diversos segmentos da cidade mostrou que houve um aumento de 2,5% nas vendas na data, em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado, embora positivo, ficou bem abaixo da expectativa dos lojistas que afirmaram em pesquisa anterior que esperavam vender 10,7% a mais do que no ano passado. Entre os itens mais procurados para presentear as mamães foram os acessórios e peças de vestuário. Apenas 10% dos presentes custaram até R$50, 57% custaram entre R$51 e R$100, 20% tiveram valor entre R$101 e R$200 e 13% dos presentes custaram mais de R$201.

A pesquisa mostrou ainda que 67% dos consumidores optaram pelo pagamento em cartão de crédito, 23% pagaram o presente em cartão de débito, 7% utilizou cartão especifico da loja e apenas 3% escolheram o dinheiro como forma de pagamento. Ainda de acordo com o levantamento, os estabelecimentos que realizaram promoções específicas para o Dia das Mães, venderam mais no dia das mães.

Publicado em: 16/05/2013

Cidade tem aumento no preço da Cesta Básica

Em abril o preço da cesta básica na região subiu 1,24% em relação ao mês de março; passando de R$ 1.114,48 para R$ 1.128,30. Os dados são do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais) da Unitau, que realiza a pesquisa mensalmente em Taubaté, São José dos Campos, Caçapava e Campos do Jordão.

Entre os produtos pesquisados os que apresentaram maiores altas foram: cenoura (10,60%), feijão carioquinha (10,48%) e farinha de mandioca (8,66%). Tiveram queda de preço o tomate (-34,81%), a mandioca (-9,07%) e o frango (-7,48%).

A cidade com a cesta mais cara em abril é Campos do Jordão, onde o custo chega e R$ 1.137,68, já a cesta mais barata é encontrada em Taubaté, onde o custo é de R$ 1.108,65. A diferença da variação entre as duas cidades (menor e maior custo) aumentou de 1,35% em março para 1,40% no mês passado (veja as tabelas abaixo).

Custo da cesta básica familiar e variação na região


Produtos que apresentaram maiores variações em abril em relação ao mês de março

O Vale

Publicado em: 14/05/2013