Nova fabrica na cidade gera mais de 300 empregos

A fábrica de sorvetes Rochinha, que será inaugurada na próxima sexta-feira em São José, vai gerar cerca de 350 empregos diretos e indiretos na região. A empresa já contratou 35 profissionais e está selecionando outros 25 para trabalhar na nova unidade. A meta é reforçar o quadro de funcionários até abril de 2013.

Segundo a direção da empresa, a nova unidade de São José deve gerar outros 200 empregos indiretos no Vale, para venda e distribuição. A seleção de candidatos aos postos de trabalho acontecerá pelo site www.sorvetesrochinha.com.br.

“Serão cerca de 300 empregos, entre diretos e indiretos. Já contratamos 35 para as áreas de produção e escritório. Vamos expandir o número de funcionários entre os meses de setembro deste ano e abril do ano que vem. Os selecionados irão passar por um período de treinamento”, disse o gerente administrativo Miler Augusto Martins dos Santos.

A Sorvetes Rochinha, instalada no Condomínio Eldorado, zona sul da cidade, será a maior unidade da empresa, que já tem centros de distribuição em todo o litoral de São Paulo. A sede, que era em São Sebastião, passa a ser em São José.

A opção por São José, segundo o dono da empresa, José Lopes, acontece por uma questão estratégica. “A cidade fica às margens de uma das principais rodovias do país, o que facilitará o acesso à capital e ao interior de São Paulo, ao litoral Norte e ao Rio de Janeiro.”

O Vale

Cidade de mais de 850 oportunidade de empregos

Mais de 850 vagas de emprego estão abertas em São José dos Campos e Taubaté em diversas áreas como atendente de lanchonete, motorista de caminhão, repositor de mercadoria, carpinteiro, pedreiro e garçom. Só em Taubaté são 714 vagas. Em São José dos Campos, são 150 oportunidades. Os interessados devem procurar as unidades do Poupatempo.

Em Taubaté, o posto fica na avenida Bandeirantes, no Jardim Maria Augusta. Em São José, o Poupatempo fica no Jardim Colinas. Além dessas vagas do Emprega São Paulo há mais oportunidades de emprego no Atacadão, novo supermercado que vai abrir em Taubaté, em áreas como cozinheiro, estoquista e assistente administrativo.

O novo estabelecimento abriu vagas também para pessoas com deficiência. Para trabalhar no supermercado é preciso levar o currículo na avenida Marechal Deodoro da Fonseca, no Jardim Santa Clara, em horário comercial. Mais informações no endereço eletrônico http://www.empregasaopaulo.sp.gov.br.

G1 (Vnews)

Novaer Craft deixa a cidade e parte para Santa Catarina

A Novaer Craft, que integra a cadeia produtiva da Embraer, vai deixar São José para fazer aviões em Santa Catarina, onde devem ser gerados 1.900 empregos diretos e indiretos. O investimento será de R$ 80 milhões em uma fábrica em Lages, na área serrana, e um centro de desenvolvimento de projetos na capital, Florianópolis.

A meta será produzir o T-Xc, avião pequeno que terá duas versões transporte civil com quatro lugares e outra militar, de dois lugares, para treinamento de pilotos. Segundo o presidente da Novaer, Graciliano Campos, os primeiros aviões sairão da linha de produção no início de 2015. Até lá, a empresa deixará São José.

“O compromisso com o governo catarinense é de levar todo o desenvolvimento para lá”, disse Campos, que espera gerar 400 empregos diretos e 1.500 indiretos para fabricar 120 aviões por ano. Sediada no Parque Tecnológico da Univap, a Novaer emprega 100 pessoas na cidade, que trabalham com desenvolvimento de projetos aeronáuticos, entre eles a fabricação de peças para o trem de pouso do Tucano, avião de treinamento da Embraer.

A saída da Novaer revela uma ‘guerra’ entre cidades e Estados para atrair investimentos nas áreas aeroespacial e de defesa, cujo principal polo do país está em São José. Em outubro do ano passado, São Bernardo do Campo anunciou a criação de um polo no setor, que receberá US$ 150 milhões para sediar uma fábrica de estruturas aeronáuticas criada a partir de parceria entre o grupo sueco Saab e a Akaer, de São José.

Na manhã de ontem, o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD), e o presidente da Novaer assinaram um protocolo de intenções para formalizar a parceria. Também participou o ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.

O acordo prevê que a empresa estatal SC Participações e Parcerias seja sócia do empreendimento, com aporte de R$ 15 milhões. “A ideia é que a instalação da empresa seja uma espécie de âncora para o início de um polo tecnológico aeroespacial em Santa Catarina”, afirmou Paulo César da Costa, secretário estadual de Assuntos Estratégicos.

Segundo Campos, a fábrica da Novaer será construída em Santa Catarina porque o governo estadual “deu apoio e todas as condições para a fabricação do avião”. Entre as vantagens, está o uso de dois aeroportos para voos de teste. “Vamos aliar a capacidade produtiva da serra com a inovação de Florianópolis e de seu capital humano no desenvolvimento de projetos e de tecnologia de ponta”, disse Colombo.

Para o vice-diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), em São José, Ney Pasqualini, que também é empresário do setor aeronáutico, a saída da Novaer revela as dificuldades que as empresas do setor enfrentam em São José, considerada o principal polo aeroespacial do país. “Vão desde a falta de incentivos até a atuação sindical. É uma tendência buscar vantagens fora daqui.” Um dos entraves à instalação de novas empresas do setor na cidade é a falta de pista de testes. A prefeitura, por meio do Cecompi, minimizou o impacto da saída da empresa.

‘Setor se mantém forte’, diz Cecompi Gerente executivo do Cecompi (Centro para Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), Agliberto Chagas disse que a saída da Novaer Craft de São José não é preocupante. Para ele, o setor aeroespacial na cidade, que reúne 120 empresas, continuará forte e em expansão. “Temos uma estrutura muito boa e vamos melhorar”, afirmou Chagas.

O Vale

Montadoras do Vale abrem vagas para região

Na contramão da General Motors de São José dos Campos, que ameaça demitir 1.840 trabalhadores do setor Montagem de Veículos Automotores (MVA) e que deu início nesta segunda-feira (27) ao layoff – suspensão temporária dos contratos de trabalho – de 940 empregados, outras montadoras do Vale do Paraíba investem em ampliação de suas unidades e devem gerar pelo menos 1.500 empregos até o final de 2013.

A chinesa Chery está instalando uma unidade em Jacareí e deve contratar 1.200 funcionários no início da produção, prevista para o final do segundo semestre do ano que vem. A empresa calcula que este número pode aumentar para 4.000 quando a capacidade máxima de produção for atingida. Apesar de não revelar a projeção de contratações, a Volkswagen, em Taubaté, investe R$ 360 milhões na ampliação da nova fábrica de pintura e capacidade de produção.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, a empresa deve gerar pelo menos 300 empregos diretos no primeiro semestre de 2013. Até 2016, o número de contratações deve chegar a 1.500.

Mercado aquecido
Para o economista Edson Trajano, do Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais (Nupes) da Universidade de Taubaté (Unitau), o setor automobilístico se mantém aquecido há dez anos e os investimentos das montadoras no setor são impulsionados principalmente pela concorrência entre as fabricantes.

Ele avaliou que a ameaça de demissões na GM pode ser vista como um problema pontual no setor. “A GM vem de uma crise no exterior em 2009, não tem tido bons resultados nos últimos anos e tudo isso culminou nessa situação”, disse Trajano.

Cadeia produtiva
Para o diretor regional da Ciesp em São José dos Campos, Almir Fernandes, a geração de empregos nas montadoras é positiva para toda a cadeia produtiva e consequentemente para economia local. “A média é que cada emprego nas montadoras gere outros quatro postos de trabalho na cadeia produtiva. Além disso, são gerados empregos também nas áreas de serviços”, disse.

Para ele, o problema na GM joseense é local, já que contratações estariam ocorrendo em unidades de outras regiões do país.

Entenda o caso
O impasse entre a GM e o Sindicato dos Metalúrgicos em São José dos Campos teve início no último mês, ocasião em que o MVA deixou de produzir três dos quatro veículos que eram produzidos no local. A empresa manifestou, na ocasião, a intenção de encerrar as atividades de todo o setor, que emprega 1.840 trabalhadores.

A ameaça de demissões causou protestos. Uma reunião no dia 4 de agosto congelou a possibilidade de demissões até o dia 30 de novembro, prazo em que 940 funcionários foram afastados em férias coletivas e layoff.

Durante o período, os trabalhadores afastados estão recebendo integralmente o salário por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e estão participando de cursos de qualificação profissional. Os empregos não estão assegurados no retorno do layoff. O Sindicato dos Metalúrgicos e a direção da empresa farão uma série de rodadas de negociação até 30 de setembro na tentativa de assegurar a manutenção dos postos de trabalho.

G1 (Vnews)

Posto de Atendimento ao Trabalhador tem novas vagas

O Vale do Paraíba começa a semana com cerca de 150 vagas de emprego em aberto nos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PAT) da região.

Em São José dos Campos as vagas são para motoboy, pedreiro, vigilante, pintor de obras, confeteiro, entre outras. Os interessados devem procurar o PAT, que fica na rua rua Pedro Ernesto, n°111, na Vila Sanches.

Lorena tem cerca de 70 vagas abetas e os interessados devem procurar o PAT da cidade, das 8h às 16h. As vagas são para açougueiro, auxiliar administrativo, farmacêutico, garçom, cozinheiro, marmorista, mecânico, vendedor, motorista de ônibus rodoviário, entre outras. O posto fica na rua Comendador Custódio Vieira, número 428, no centro.

Em Potim cerca de 50 vagas estão abertas. Elas são para atendente de balcão, cabeleireiro, ajudante de padeiro, motoboy, repositor em supermercado, costureira, entre outras. O Posto de Atendimento da cidade, inaugurado em janeiro deste ano, empregou cerca de 100 pessoas até agora. Para fazer o cadastro, a pessoa deve comparecer ao PAT: Rua Pedro Andrini, número 71, no Centro. É preciso levar RG, CPF, Carteira de Trabalho e número do PIS. O atendimento é das 8h00 às 17h00. Os telefones para contato são: (12) 3112-3200.

Já em Taubaté as vagas oferecidas são para mecânico, costureiro, ajudante de açougueiro, técnico em enfermagem do trabalho e gerente de restaurante. O posto fica no piso superior da rodoviária velha da cidade.

O Posto de Atendimento de Caçapava tem vagas para açogueiro, caseiro, terapeuta ocupacional, vigilante e farmacêutico. O PAT fica na Ladeira São José, n° 90.

G1 (Vnews)

Devido ao excesso, falta vagas para estacionar na cidade

Conceito disseminado em filmes publicitários, a paixão do brasileiro pelo carro traz consigo problemas que ficam à margem das peças de ficção. Não bastassem gastos com manutenção, combustível e impostos, o simples ato de parar o veículo em uma vaga é um sacrifício cotidiano.

Em São José dos Campos não é diferente. Com uma frota que já ultrapassa a marca de 300 mil veículos para uma população de cerca de 630 mil pessoas, segundo o último Censo 2010, achar uma vaga para estacionar é quase uma aventura. De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes, a região central da cidade tem aproximadamente 1.000 vagas de estacionamento em ruas e avenidas, controladas por parquímetros da zona azul.

Para se ter uma ideia da dificuldade, se todos os motoristas de São José decidissem parar o carro ao mesmo tempo, cada vaga seria disputada por 245 veículos. “Na rua não tem jeito. A cidade não foi planejada para tanto carro. A única forma de melhorar isso é fazer um centro novo e deixar o velho pra lá”, ironizou o inspetor de qualidade Ismar Teixeira, de 57 anos. Para ele, a saída foi um estacionamento privativo na avenida Nelson D’Ávila. “É mais seguro”, disse.

O diretor da Secretaria de Transportes de São José, Paulo Guimarães, disse que as ações públicas para expandir o número de vagas de zona azul no centro da cidade já estão esgotadas. Segundo ele, o foco é agora no transporte coletivo. “A ideia é que as pessoas substituam os carros pelos ônibus. Para isso, estamos melhorando a condição do transporte público, com o projeto corredores e as ciclovias”, disse.

O ‘Projeto Corredores’, que prevê o uso de uma faixa exclusiva para a circulação de ônibus, já foi implantado em avenidas centrais como São João e Adhemar de Barros. Nessas vias, o estacionamento de veículos de passeio fica proibido.

A falta de vagas na superfície faz com que o poder público discuta a criação de estacionamentos subterrâneos para acomodar a demanda de veículos. A ideia não é nova, mas a promessa agora é de que ela sairá do papel. “Estaremos finalizando o projeto até o fim do ano. As obras estão previstas para 2013”, disse Guimarães. A avenida Heitor Villa-Lobos é um dos locais em estudo.

Para o especialista em trânsito, Ronaldo Garcia, a solução está numa parceria do comércio com a administração municipal. “Existem áreas não utilizadas no centro de São José. Uma parceria dos empresários com a prefeitura poderia ajudar na criação de estacionamentos coletivos para atender aos clientes das lojas”, disse.

O Vale

Instituto do Inpe abre concurso na cidade

O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou anteontem os inscritos para o concurso de nível superior da carreira de pesquisador: 128 candidatos concorrem a 17 vagas. São 15 especialidades diferentes para o cargo de pesquisador da Carreira de Pesquisa em Ciência e Tecnologia. Dez vagas serão para São José dos Campos, cinco para Cachoeira Paulista, uma para Natal (RN) e uma para Belém.

Os salários variam entre R$ 6.936,07 a R$ 11.205,36, com jornada de 40h semanais. A prova escrita está prevista para às 9h dos dias 27 e 28 de agosto, nos locais para as quais as vagas estão destinadas. A data será confirmada no site do Inpe e a divulgação será dia 31 de agosto.

Os aprovados nessa etapa realizarão uma prova oral entre os dias 18 e 21 de setembro. Os candidatos ainda serão submetidos a uma análise de títulos e currículos. A divulgação do resultado está prevista para 27 de setembro. O Inpe ainda disponibiliza 62 vagas para cargos de níveis médio, técnico e superior. Os salários variam de 4.266,68 a R$ 12.685,16. Os interessados tem até o dia 9 de agosto para se inscreverem nas unidades do Inpe em São José, Cachoeira Paulista, Cuiabá (MT) e Alcântara (MA).

O Vale

Cidade tem vagas abertas para Faculdade de Terceira Idade

A Faculdade da Terceira Idade Univap abre hoje o prazo de inscrição para dois cursos – Extensão e Atualização Cultural e Centro de Estudos Avançados da Terceira Idade. Apesar de chamar Faculdade da Terceira Idade, moradores a partir dos 45 anos podem se matricular.

Ao todo, foram abertas 60 vagas para o Curso de Extensão e Atualização Cultural e 500 vagas para o Centro de Estudos Avançados da Terceira Idade. Atualmente são oferecidos dois cursos distintos: o Curso de Extensão e Atualização Cultural  para iniciantes e o Centro de Estudos Avançados para Terceira Idade, para alunos veteranos.

Para participar da Faculdade da Terceira Idade Univap, o candidato deverá ter a idade mínima de 45 anos e apresentar RG ou CPF, comprovante de endereço e uma foto 3×4. Como as vagas são limitadas, as matrículas serão efetuadas de acordo com a ordem de chegada do candidato somente nesta segunda-feira, dia 30 de julho.

Informações
Faculdade da Terceira Idade da Univap
Endereço: Praça Cândido Dias Castejón, 116 – Centro, São José dos Campos
Telefone: (12) 3928-9850
Horário: das 13h30 às 17h

G1

Eleição deve mobilizar mais de 4 mil cabos eleitorais

A eleição para a Câmara de São José deve mobilizar um exército de pelo menos 4.600 cabos eleitorais nos três meses de campanha e injetar até R$ 8,5 milhões na economia da cidade. Levantamento feito por O VALE aponta que, em média, cada um dos 459 candidato a vereador na disputa deve recrutar pelo menos 10 cabos eleitorais para reforçar a campanha.

Eles irão atuar em funções diversas, como motoristas de carro de som, entregadores de santinho e carregadores de bandeira. A média salarial é de um salário mínimo por mês (R$ 622) e o turno, das 8h às 17h, incluindo finais de semana.

Mas para ser cabo eleitoral, entre os atributos o candidato deve ter boa articulação para convencer o eleitorado. Aos 54 anos, a dona de casa Aparecida Maia adotou a profissão de cabo eleitoral há oito anos. Foi a experiência como líder paroquial que lhe garantiu um convite do vereador Luiz Mota (DEM).

“Estou como cabo eleitoral e já participei de duas campanhas. É puxado, mas é gostoso. O dinheiro que entra ajuda nas despesas de casa, mas eu vim trabalhar porque conheço o produto que estou vendendo”, disse. Segundo ela, a amizade com o candidato de 20 anos garantiu a parceria. “É preciso confiar no candidato para entregar santinho e conversar com o eleitor. Para outro não dá para fazer campanha.”

E a concorrência é grande. Muitos cabos eleitorais se oferecem até pela internet na página dos vereadores. “Muitos querem trabalhar, mas a gente mescla voluntário com cabo eleitoral. Vamos agregando devagar, porque não há muitos recursos. É um trabalho é cansativo, que começa cedo e vai até tarde. Se a pessoa não acredita na gente, não faz esse tipo de sacrifício”, afirmou Mota.

Presidente do PT e candidato à reeleição na Câmara, Wagner Balieiro também pretende contratar cabos eleitorais. “A maior parte é militante. Mas campanha, para dar certo, tem que ser com o candidato batendo de casa em casa e na porta das escolas”, afirmou.

O candidato Walter Hayashi (PSB) também vai reforçar seu exército de militantes. “Vou contratar umas 10 pessoas para fazer o trabalho do dia-a-dia nos bairros.” Hayashi afirmou que sua lista de militantes chega a 300 nomes, que irão se empenhar voluntariamente.

Apesar da pratica de contratar cabo eleitoral ser comum, muitos candidatos evitam assumir publicamente. “Eu não contrato, porque a parentada é grande. Mas quando você é vereador, muitos querem cobrar para fazer sua campanha e cobram até R$ 30 por dia”, disse o presidente da Câmara, Juvenil Silvério.

Outros novatos optam pela ajuda de parentes e amigos. “É a guerra do tostão contra o milhão. O candidato pobre tem que contar com a ajuda dos parentes e dos amigos para fazer campanha”, disse o novato na disputa, Jamilton Emídio Pereira (PP).

O Vale

Mais de 2.000 mil vagas de empregos estão abertas na Atento

A Atento, empresa de contact center e terceirização de processos de negócios, seleciona candidatos para 2.270 oportunidades em todo o Brasil, sendo 2.268 na área operacional (teleoperador) e 2 para serviços presencias (promotor de vendas I).

As vagas para teleoperador são distribuídas da seguinte forma: 1.187 na cidade de São Paulo, 101 em São Bernardo do Campo (SP), 110 em Santo André (SP), 98 em Campinas (SP), 33 em Ribeirão Preto (SP), 107 em São José dos Campos (SP), 197 em Santos (SP), 386 no Rio de Janeiro (RJ), 28 e Porto Alegre (RS) e 21 em Belo Horizonte (MG).

Do total de vagas para serviços presenciais, a Atento oferece 2 oportunidades para promotor de vendas I em Minas Gerais. Para candidatar-se às vagas de teleoperador, os interessados devem se cadastrar no site www.atento.com.br. Para candidatar-se às vagas presenciais (promotor de vendas I), os interessados devem enviar seu currículo para o seguintes e-mail [email protected].

Requisitos
O perfil exigido para o cargo de teleoperador é nível médio completo, bom vocabulário, boa dicção, fluência verbal, desenvoltura no relacionamento interpessoal, dinamismo, conhecimentos de informática e habilidade em digitação. A companhia não exige experiência para o cargo de teleoperador.

Já para promotor de vendas I, o perfil exigido é segundo grau completo, conhecimentos em informática e tecnologia, dinamismo, objetividade, organização, habilidade para argumentar, proatividade, experiência em vendas, além de ser desejável ter experiência no cargo.

Benefícios
Todas as oportunidades de trabalho na Atento são em regime CLT. A empresa oferece assistência médica, vale-refeição ou vale-alimentação, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, auxílio-creche e auxílio à criança especial.

A remuneração varia de acordo com o cliente e a carga horária. Além disso, a companhia tem parcerias com instituições de ensino em todo o país (em cursos superiores, pós-graduação, MBA, escolas de idiomas e informática) e são descontos que variam de 10% a 50% do valor da mensalidade, sendo que alguns são válidos para os dependentes. A empresa oferece ainda programa de recrutamento interno que possibilita desenvolvimento de carreira.

Vnews