Novo Projeto para moradores do Pinheirinho na cidade

O Centro de Emergência e Calamidade, o antigo Albergue Municipal de São José dos Campos, será desativado em um prazo de até 60 dias. O secretário de Desenvolvimento Social, João Francisco Sawaya de Lima, o Kiko, disse que a medida faz parte de um novo plano da pasta para atendimento social a moradores de rua da cidade.

O objetivo é coibir e reduzir o número de pedintes e andarilhos em São José. Na avaliação da SDS, por estar localizado próximo à rodoviária nova, o albergue acaba sendo referência para migrantes que chegam à cidade, principalmente pela rodovia Presidente Dutra.

“Vamos ter um outro local, na zona urbana, para atender aos moradores de rua”, disse. O prédio do antigo albergue será reformado e terá outra destinação, mas que, por enquanto, não está definida. “Estamos avaliando como utilizar o equipamento na área social”, afirmou o secretário.

Sawaya relatou que o programa de atendido a moradores de rua e migrantes foi reformulado e desmembrado. Para o albergue irão somente os moradores de rua que resistem a outro tipo de auxílio oferecido pela prefeitura.
Outro equipamento, a Casa de Passagem, na rua Eugênio Bonádio, centro, somente atenderá migrantes que estão de passagem pelo município.

Já os moradores de rua que têm dependência química com álcool ou drogas e que aceitam tratamento são encaminhados para uma clínica de recuperação, no Parque Interlagos. Sawaya afirmou que a SDS prepara ainda um terceiro local para receber os moradores de rua que já fizeram tratamento e estão em condições de deixar a clínica de recuperação. “Nesse local, eles terão atividades durante o dia todo e serão inseridos em programas de auxílio por até dois anos.”

O secretário relatou que foi montada uma força-tarefa para ampliar a abordagem a moradores de rua, com o apoio de profissionais da Secretaria de Saúde. Segundo ele, o objetivo é convencer os moradores que apresentam sinais de dependência química. “Em casos extremos não descartamos recorrer ao Judiciário para internar o morador dependente”, disse.

Na avaliação do secretário, o número de moradores de rua de São José tem sido reduzido com a nova sistemática de abordagem social. “Acreditamos que tivemos uma redução média de 40%.” Sawaya declarou que o albergue recebia em média de 120 a 130 pessoas por dia e hoje recebe em torno de 75.

Ele reconhece que há resistência às abordagens sociais e que muitos ignoram o programa da prefeitura. “Percebemos que muitas pessoas precisam de tratamento médico, por isso, solicitamos o apoio da Saúde.” Questionado sobre as queixas de comerciantes e moradores do centro a respeito do aumento do número de pedintes, o secretário afirmou que as rondas sociais são permanentes e intensificadas.

“Em alguns casos a abordagem social não funciona. É preciso a intervenção do pessoal da saúde, mas vamos continuar o trabalho de convencimento”, disse.

O Vale

Hotel de Luxo deverá ser erguido na cidade devido a Copa

A Associação Desportiva Atletas de Cristo, entidade interessada em explorar o centro poliesportivo do Tea-trão em São José, quer usar parte da área do complexo para a construção de um hotel cinco estrelas e de um centro de treinamento.

O pacote de investimentos inclui também a recuperação da estrutura esportiva, que está abandonada. Mas, para efetivar os investimentos, orçados em R$ 57 milhões, a entidade quer arrendar o poliesportivo por um período de 50 anos.

O complexo do Teatrão foi doado pela prefeitura ao São José Esporte Clube em 1981, na gestão do ex-prefeito Joaquim Bevilacqua. O arrendamento do poliesportivo depende de uma mudança na legislação municipal, já em discussão na Câmara. Atualmente, somente 30% da área do Teatrão pode ser alugada a terceiros.

A Associação Desportiva Atletas de Cristo foi criada no fim do ano passado exclusivamente para assumir o Teatrão. A entidade não tem ligação com o movimento Atletas de Cristo.

Segundo o tesoureiro da associação, Abdo Calil, a proposta inicial prevê investimentos de R$ 7,3 milhões na recuperação do complexo, além do pagamento de um aluguel mensal no valor de R$ 30 mil ao São José. Em troca, a entidade quer explorar toda a área de 64 mil metros quadrados do Teatrão.

“Esperamos obter, em um prazo de dez anos, o valor do investimento. Não podemos fechar por um período inferior a 30 anos”, disse Calil. Segundo ele, a construção do hotel e do centro de treinamento exigirá um investimento extra de R$ 50 milhões.

“Para esse investimento, precisamos deixar no contrato uma renovação por mais 20 anos. Se houver redução de prazo, haverá redução de investimento”, afirmou. Segundo ele, o novo empreendimento não irá ferir a legislação, porque as novas construções serão edificadas nos 30% da área onde são permitidas outras atividades.

“Um andar desse hotel seria destinado aos jogadores do clube, além do uso do centro de treinamento. Pensamos nesse investimento como um atrativo para a cidade, que é cotada para ser subsede da Copa do Mundo”, disse Calil.

O restante da área manteria sua vocação esportiva e recreativa com atividades de esporte e lazer disponíveis para a população a preços populares. De acordo com o grupo, em seis meses seria possível recuperar toda a estrutura do poliesportivo, que inclui três piscinas, campos de futebol, ginásio, refeitório e dez salas no subsolo do ginásio.

As salas receberiam iluminação, ventilação e ar condicionado. Também está prevista a reconstrução dos sistemas de águas pluviais, esgoto e energia elétrica e paisagismo.

Os locais seriam sublocados a empresas especializadas no setor de saúde e esporte. A meta do grupo é conquistar 25 mil sócios para o novo centro de convivência, que poderá oferecer academias de ginástica, um parque aquático, campos de futebol e um ginásio para shows e eventos.

“A ideia é transformar o local em um centro de convivência com escolinhas de futebol, academias e atividades esportivas e abrir para a população a preços populares.” Principal articulador do arrendamento da área, o vereador e presidente do São José, Robertinho da Padaria (PPS), defende o modelo de arrendamento da área como alternativa de recuperação do espaço. Ele conta com o apoio declarado do Conselho Deliberativo do clube.

O Vale

Projeto na cidade para criação de Museu de Comércio e Industria

A ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos começou a reunir um acervo de documentos inédito na cidade para dar início ao projeto do Museu do Comércio e Indústria. O projeto foi criado em 2011 e tem como objetivo reunir um acervo com fotos, documentos e informações sobre empresas que tenham 30 anos ou mais no mercado joseense.

O objetivo, segundo a ACI, é relatar o surgimento desses estabelecimentos e resgatar a história do comércio da cidade. Com o projeto, a população também poderá consultar os documentos para pesquisa e entretenimento. De acordo com Maurício Cury, responsável pelo setor de marketing da ACI, o primeiro passo da campanha foi a realização de um levantamento dessas empresas.

“A próxima etapa será entrar em contato com esses comerciantes, apresentar a proposta e fixar uma parceria para o início da confecção do material, que inicialmente ficará disponível no saguão do prédio da ACI”, afirmou Cury.

A ideia da ACI também é construir um espaço físico, que pode ficar na região central, com o apoio da prefeitura e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. O local seria exclusivo para a exposição dos documentos reunidos como objetos, fotos e outros materiais.

“Preservar a história é a forma mais sólida de construir o futuro. No museu estaremos mostrando os bons exemplos dos verdadeiros pioneiros de São José”, afirmou o presidente da ACI, Felipe Cury. O primeiro estabelecimento a fazer parte do acervo foi o restaurante Vila Velha, na avenida João Guilhermino.

Com mais de 43 anos no mercado, a casa foi fundada em 1968 por dois ex-funcionários da General Motors e comprada por Antônio Ferreira Junior em 1975, que mantém até hoje o estilo familiar do local. “A iniciativa é extremamente importante porque resgata o histórico da cidade e a trajetória das empresas mais antigas. Além desse resgate, o acervo será exemplo para as novas gerações e deverá estimulá-las a ver que é possível manter uma empresa no mercado por tantos anos, desde que seja realizado um bom trabalho”, afirmou Junior.

A campanha será realizada em várias etapas, mas ainda não há um prazo nem local definido para a instalação do futuro museu. Para Washington Rodrigues, gerente de Operações da Tarzan Soluções em Eletrônica, loja que existe há 50 anos no centro da cidade, a iniciativa foi positiva. Ele recebeu o convite da ACI para participar do museu na semana passada.

“Vou ceder fotos da loja e do início de tudo, com meu pai ainda aqui. Isso vai resgatar a história do comércio na cidade. Vamos mostrar para a nova geração a tradição da nossa empresa, a história da família”, disse Rodrigues. A campanha para reunir fotos e objetos para o acervo do Museu do Comércio e Indústria de São José pode ser consultada pelo site www.acisjc.com.br.

O Vale

Prefeitura muda um de seus três Projetos de Camelódromo

A Prefeitura de São José dos Campos desistiu de construir um dos três camelódromos projetados para abrigar os ambulantes das ruas e praças do centro. A nova proposta do prefeito Eduardo Cury (PSDB) é concentrar na praça em frente à escola estadual Olímpio Catão, nas proximidades da Praça Afonso Pena, os camelôs que fazem a comercialização de frutas.

Os ambulantes ocuparão um espaço atrás do Posto Fiscal da Secretaria Estadual da Fazenda, próximo do ponto das vans do transporte alternativo. Responsável pelo programa de remoção de ambulantes de ruas e praças, a secretária de Defesa do Cidadão, Marina de Fátima de Oliveira, disse ontem que nessa área é possível acomodar de cinco a 10 barracas.

“No local cabem todos os informais que trabalham com frutas na região.” Ela apresentou a nova proposta aos camelôs anteontem, durante reunião com um grupo de informais na sede da secretaria. “Os ambulantes receberam bem a proposta”, disse Marina.

Inicialmente, a prefeitura planejava implantar um camelódromo, denominado de Centro Popular de Compras, na Travessa João Dias, próxima do Banhado. Em razão da resistência de moradores de prédios vizinhos à travessa, a administração tucana desistiu do plano de levar barracas para o local.

Segundo Marina, os dois camelódromos em fase de construção são suficientes para acomodar todos os ambulantes do centro. Um camelódromo será na Rodoviária Velha, com capacidade para abrigar 89 informais. Outro será implantado em área contígua à Praça João Mendes (Praça do Sapo), para até 42 barracas.

De acordo com a secretária, o número de camelôs do centro foi reduzido de 242 para 220 em nova contagem feita pela pasta. Do total, 139 trabalham nas praças e ruas do centro antigo. Os demais estão espalhados pela avenida Francisco José Longo e arredores.

A proposta do governo é que os ambulantes das praças Afonso Pena, João Pessoa e Padre João (Matriz) e da rua 15 de Novembro sejam transferidos em conjunto para os camelódromos, que devem ficar prontos mês que vem. O presidente da Associação de Economia Informal, Antonio Gonçalves Batista, não foi localizado ontem para comentar o assunto.

O Vale

Projeto da Prefeitura estará na Zona Leste esta semana

Os moradores do bairro Vila Industrial, na zona leste de São José dos Campos, vão contar até a sexta-feira (17) com a tenda do projeto “Seu bairro, nosso trânsito”. A estrutura foi montada na Rua Ricardo Edwards, próximo a Avenida Juscelino Kubistchek e atenderá a comunidade das 9h às 16h.

Agentes e educadores de trânsito estarão abordando a população com orientações sobre atitudes que devem ser adotadas para melhorar a segurança no trânsito e reduzir o número de acidentes.

Por estar em uma área de grande fluxo de veículos e circulação de pessoas, o respeito a faixa de pedestres deve ser um dos focos do projeto na região.

O “Seu bairro, nosso trânsito” foi criado no ano passado e reúne os projetos educativos que são desenvolvidos pelo Núcleo de Educação para o Trânsito (NET) e trabalhos de outros departamentos da Secretaria de Transportes.

Cerca de 80 mil pessoas já conheceram os programas da secretaria por meio da tenda, que já percorreu os bairros Novo Horizonte e Vista Verde na zona leste, Colonial, Morumbi, Dom Pedro e Campos dos Alemães, na zona sul, e Alto da Ponte, na zona norte.

Por ser itinerante, a estrutura vai percorrer todos os bairros da cidade sempre com agentes e educadores de trânsito. Enquanto a tenda fica no bairro, outras equipes desenvolvem trabalhos de orientação em escolas, UBS’s e blitze educativas.

Prefeitura Municipal

Bloco Piro-Piraquara vem este ano com novo Projeto

O Bloco Pirô-Piraquara, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), abre oficialmente, no dia 16 de fevereiro, o Carnaval 2012 em São José dos Campos. O bloco sai da  Praça Afonso Pena, no Centro de São José dos Campos, a partir das 18h e fará um itinerário diferente este ano, com a dispersão na praça Nenê Cursino, na Vila Maria.

Os interessados em participar do desfile devem chegar por volta das 17h30, e como o bloco é aberto a todos os públicos , a fantasia fica por conta da criação de cada um. Além disso, no espaço do Grupo Piraquara, que fica na sede da FCCR, existem várias fantasias que podem ser emprestadas para a população. Alguns foliões já confirmaram os temas das suas fantasias: ‘Abobrinha na TV’, ‘Rio Sujo’, ‘Boi sem febre aftosa’ e ‘Pipa sem cerol’.

Tradição: Há 24 anos o  bloco Pirô-Piraquara abre o Carnaval e neste ano, com o lema, Vai quem quer  o bloco promete levar para as avenidas e ruas da cidade não só os bonecões, fantasias e marchinhas carnavalescas, mas também “puxar as pessoas que estejam saindo do trabalho ou passando pelas ruas por onde o bloco vai passar”, acrescentou Angela Savastano, presidente do CECP – Centro de Estudos da Cultural Popular, que agora está gerenciando o Grupo Piraquara, que tem, no bloco Pirô-Piraquara, uma de suas atividades no período de Carnaval. Angela diz ainda que “o objetivo é fazer com que todo mundo  venha comemorar o carnaval com o bloco, famílias, crianças, jovens. Será um Carnaval como antigamente, repleto de alegria”.

O som que vai embalar o desfile do bloco será feito pela  Banda de Santana  e dos músicos Nilton Blau, Kardec Gonzaga e Roberto Varela. No repertório, as famosas marchinhas e, claro, o hino do Pirô-Piracuara, de autoria de Nilton Blau.

O Grupo Piraquara, da FCCR, conta com cerca de 100 fantasias disponíveis para empréstimo. Os interessados podem procurar o Espaço Piraquara para reservar sua alegoria até o dia 15 de fevereiro. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h30 ou aos sábados das 14h às 20h.

A concentração e saída do Pirô-Piracuara será na Praça Afonso Pena. A partir das 18h, o grupo segue pela Rua VX de Novembro, Rua Sebastião Humel, Rua Carvalho de Araújo e Rua Vinte e Três de Maio. A dispersão será na Praça Nenê Cursino, na Vila Maria, região central.

Serviço: Grupo Piracuara – Sede da FCCR – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade – Santana. Informações: (12) 3924-7357.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Projeto na cidade para criar delegacias sustentaveis

Pelo menos seis cidades da região devem ser beneficiadas pelo Governo do Estado com a instalação de delegacias sustentáveis. O novo modelo que adota conceito ‘ecologicamente correto’ e com e projeto arquitetônico mais moderno de prédios policiais, está sendo desenvolvido com o objetivo de atender a Polícia Civil pelos próximos 50 anos.

Segundo o diretor do DAP (Departamento de Administração e Planejamento da Polícia Civil) da capital, Silvio Balangio Junior, serão criados sistemas que possibilitam a reutilização da água da chuva e a máxima utilização da energia solar para economia no consumo de energia elétrica.

O projeto prevê também a coleta seletiva de lixo e a acessibilidade aos portadores de deficiência física com a construção de rampas de acesso e elevadores. “Este novo modelo será implantado principalmente em delegacias de atendimento ao público. Além da sustentabilidade, teremos também mais conforto para a população, modernidade com instalação de terminais de auto-atendimento, entre outros benefícios”, disse.

De acordo com diretor, já estão sendo avaliadas a construção de novas delegacias, todas com este novo conceito, em diversas cidades do estado. A intenção é que as primeiras comecem a ser construídas ainda neste semestre.
Na região, os projetos avaliados são para atender Cachoeira Paulista, Jacareí, São José dos Campos, Caraguatatuba, Cruzeiro e Guaratinguetá.

“Hoje não existe um problema de defasagem de delegacias na nossa região. O que vai ocorrer com o tempo, será a aglutinação de delegacias dentro do projeto de reengenharia, que já será dentro deste novo padrão”, afirmou o delegado assistente Edilzo Lima, do Deinter 1 (Departamento de Polícia Judiciária do interior), de São José dos Campos.

Ainda de acordo com Lima, a definição das seis cidades que estão em avaliação para receber o novo conceito de delegacia foi da capital.  A mudança não deve atender a demanda imediata da região, na ampliação e reformas das delegacias atuais.

Em São José, por exemplo, o prédio do 3º Distrito com diversos problemas de infraestrutura, ainda não tem previsão de reforma. Já em Taubaté, cidade onde o envolvimento de menores com a criminalidade cresce diariamente, não existe delegacia especializada para adolescentes. Sem local adequado para que eles fiquem detidos até serem transferidos para unidades da Fundação Casa, são abrigados em uma cela improvisada no 4ª Distrito Policial.

O Vale

Prefeitura cria projeto pra confirmação de consultas na cidade

A Prefeitura de São José dos Campos inicia nesta quarta-feira (1º de fevereiro) a segunda etapa do projeto piloto de confirmação de atendimento médico, implantado em 11 unidades básicas de saúde (UBS) do município. É o Serviço Eletrônico de Confirmação de Consultas (SECC).

Desde a semana passada, os pacientes com atendimentos agendados estão recebendo uma chamada por meio de uma Central Telefônica Eletrônica. A gravação orienta quais os passos para fazer a confirmação. A chamada é feita para o aparelho de telefone celular do usuário. Caso ele não atenda à primeira ligação, ainda são feitas duas outras tentativas em diferentes horários.

Essa medida foi adotada pela administração municipal para que não sejam desperdiçadas consultas. No ano passado, cerca de 30% da população que marcou atendimento não compareceu.

As UBS que participam do projeto piloto são Bosque dos Eucaliptos, São José II, Centro I, Novo Horizonte, Alto da Ponte, Jardim da Granja, Jardim Satélite, Eugênio de Melo, Campos de São José, Interlagos e Vila Tesouro.Quem cancelar a consulta deve voltar à Unidade Básica de Saúde para remarcar um novo atendimento.

Prefeitura Municipal

Projeto na Fundação Cultural contrata monitores

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), recebe até o dia 16 de janeiro de 2012, inscrições para o Credenciamento de Instrutores e Monitores para os cursos gratuitos do projeto Arte nos Bairros da FCCR, nas seguintes modalidades: capoeira, história em quadrinhos, fotografia digital, artes plásticas, entre outras. (Confira a listagem completa no edital).

Os profissionais interessados devem preencher o formulário eletrônico disponível no site da Fundação Cultural e entregar a documentação exigida no edital. O mesmo prazo é válido para o recadastramento de monitores que atuaram durante o ano de 2011 e que querem continuar com suas atividades.

Podem participar do processo de credenciamento pessoas de caráter jurídico ou que possuam algum vínculo com cooperativas, por exemplo, e que sejam voltadas para a prestação de serviços artísticos.

O primeiro passo para o credenciamento, é o preenchimento do formulário eletrônico disponível no site da FCCR. Após esta etapa, o candidato deve enviar por via postal ou entregar pessoalmente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h, na Secretaria Geral da FCCR, os documentos estabelecidos no edital como cópia do CNPJ da empresa, certidão negativa de débitos e atestado de capacidade técnica, como certificados e diplomas relacionados a área que pretende atuar.

Além destes documentos, o edital exige dos candidatos, a elaboração de uma plano de aula, o que segundo a gestora de projetos da FCCR, Fernanda Ribeiro, “é uma forma de avaliar melhor os profissionais que irão atuar no projeto e, também, de aumentar ainda mais qualidade das oficinas oferecidas gratuitamente nos bairros”.

O interessado pode se candidatar para até três monitorias, desde que possua qualificação adequada e atenda aos requisitos do edital. O valor a ser pago pela hora-aula das oficinas, independente da classificação será de R$25,00.

Serão realizadas de 17 a 21 de janeiro de 2011, a partir das 9h, na Sede da FCCR, e irá contar com uma banca avaliadora composta por profissionais especializados na área. Além da análise dos documentos, todos os candidatos serão submetidos a avaliações práticas. As modalidades, dias e horários das avaliações estão disponíveis no edital.

A relação dos aprovados será divulgada no dia 03 de fevereiro de 2012, na Sede e no site da FCCR. A atribuição das aulas será realizada de 6 a 10 de fevereiro e o início das aulas está previsto para o dia 13 do mesmo mês.

Serviço: Secretaria Geral da Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade – Santana – São José dos Campos/SP. CEP: 12.211-115. Informações: (12) 3924-7348 ou [email protected].

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Prefeitura apresenta projeto de novo campu na cidade

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Prefeitura de São José dos Campos apresentam o projeto de construção do novo campus nas instalações do Parque Tecnológico da cidade e assinam o contrato de execução das obras com a empresa Paulitec, vencedora da licitação. A cerimônia será nesta quarta-feira (28), às 14h, no Parque Tecnológico de São José dos Campos (Rodovia Presidente Dutra, km 137,8), no distrito Eugênio de Melo.

As obras terão início a partir de janeiro de 2012 e o prazo previsto para a construção é de 18 meses. Os investimentos previstos são de R$ 62,5 milhões, que incluem a construção de dois blocos (que somam mais de 20 mil metros quadrados de área construída); terraplenagem, estacionamentos, preparação do terreno de 126 mil metros quadrados para futuras expansões, construção da praça esportiva, vestiários e área de lazer.

De acordo com o diretor do Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT), da Unifesp em São José dos Campos, Armando Zeferino Milioni, “essas obras são de suma importância para o processo de expansão da Unifesp na região. Com elas, poderemos ter uma infraestrutura completa, da biblioteca ao restaurante universitário, passando pelas salas de aula e laboratórios acadêmicos, o suficiente para abrigar nossos docentes, servidores e alunos de graduação e pós-graduação até pelo menos 2015, quando uma nova expansão será necessária.”

O Parque Tecnológico de São José dos Campos é um dos mais ativos do Sistema Paulista de Parques Tecnológicos. “A oportunidade de atuação em parceria com empresas, institutos de pesquisa e demais entidades de ensino superior — presentes na estrutura do Parque — é muito vantajosa, pois propicia sinergia profissional, ganhos em escala, uso compartilhado de equipamentos e oportunidades de aplicação em estudos”, explica o diretor.

Em protocolo assinado em 23 de fevereiro deste ano, a Prefeitura de São José dos Campos assumiu o compromisso de doar áreas adicionais para as demais fases da expansão do ICT na mesma região do Parque. De acordo com o plano decenal da Unifesp para o ICT, que abrange o período 2011-2020, ao término da implantação desse plano a instituição contará com 300 servidores, 500 docentes, 5 mil alunos de graduação e 1.500 de pós-graduação.

“A área do Parque Tecnológico que receberá a Unifesp é ampla e fica em uma região de muito verde, que abriga outras instituições de ensino. Desta forma, São José dos Campos brevemente contará com uma verdadeira Cidade Universitária”, finaliza Milioni.

ICT

O Instituto de Ciência e Tecnologia da Unifesp em São José dos Campos foi concebido levando em conta a inegável vocação científica e tecnológica do Vale do Paraíba. Seguindo o cronograma do projeto Unifesp/REUNI, em 2007 e 2009 foram implantados os cursos de Bacharelado em Ciência da Computação e em Matemática Computacional, respectivamente.

Em 2011, o ICT inicia o Bacharelado em Ciência e Tecnologia e as Engenharias de Materiais e Biomédica. Para 2012 e 2013 estão previstas mais três modalidades de Engenharia: a de Energia, de Controle e Automação e de Computação.

Além da criação de novos cursos de graduação em São José dos Campos, o projeto de expansão da Unifesp inclui a criação de programas de pós-graduação, sempre investindo na proposta inicial de diversificar as áreas de abrangência da Instituição, mantendo seu padrão de excelência.

Hoje, o ICT conta com 51 docentes e cerca de 650 alunos de graduação. Em 2011, o instituto ofereceu 300 vagas para novos alunos de graduação. A previsão é a de aumentar 50 vagas a cada ano, até atingir mil vagas/ano nos cursos de graduação.

Prefeitura Municipal