Carnaval 2014 terá “Micaretinha Uni Duni Club/Colinas” neste sábado

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Numa parceria com a Uni Duni Club, o Colinas Shopping promove uma ‘Micaretinha’ no sábado de Carnaval (1/3), para animar a tarde de pais e filhos que visitarem o Centro de Compras. A concentração dos foliões mirins acontecerá a partir das 14h, na Praça de Alimentação, no piso superior.

 

A banda “Cabelo de Milho” ficará responsável pela condução da garotada pelos corredores do shopping até a entrada da Uni Duni Club. Segundo o músico Nilton Blau, marchinhas como “Mamãe eu quero” e “Vem Catirina”, típicas da festa carnavalesca, vão garantir a diversão.

 

Para quem quiser estender a brincadeira, a Uni Duni Club vai realizar um baile de Carnaval, com direito a confete, serpentina, muita música, recreação e pintura de rosto. A loja espera todas as crianças fantasiadas para que a matinê fique ainda mais divertida.

 

Serviço

 

“Micaretinha Uni Duni Club/Colinas”

Sábado – 1º de março

Hora: Das 14h às 16h

Local: Piso Superior do Colinas Shopping

Cidade será o Polo Nacional de Alfabetização

São José dos Campos será polo regional do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), lançado pelo Governo Federal no ano passado. O lançamento regional será nesta segunda-feira (15), às 8h, no Centro de Formação do Educador (CEFE) Professora Leny Bevilacqua, em Santana, região norte.

O PNAIC tem como meta alfabetizar todas as crianças no momento certo: até o final do terceiro ano do Ensino Fundamental, quando completam oito anos de idade. A ação é voltada principalmente a questões didáticas e metodológicas, com foco na alfabetização da língua portuguesa e matemática.

O polo regional será responsável pela formação de 140 professores orientadores de estudo (formadores), selecionados entre escolas públicas de 40 municípios. São José vai contar com a participação de 27 educadores, dos quais 13 da rede municipal e 14 da estadual. O curso, de aproximadamente dois anos, será ministrado por professores da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Para o secretário de Educação de São José, o pacto representa um importante avanço para a Educação no país. “Com o pacto, a alfabetização passa a ser uma das prioridades da educação nacional, valorizando o professor alfabetizador para que ele exerça de forma plena sua função e tenha clareza do que é preciso ensinar e como ensinar. Com isso, o processo de alfabetização será mais eficiente e eficaz, preparando o aluno para os desafios posteriores do processo de aprendizagem”, afirmou. Os 140 professores cadastrados no programa regional vão receber, durante o curso, uma bolsa-auxílio do Governo Federal no valor de R$ 765.

Desafio dos multiplicadores

Enquanto participam do programa, os orientadores de estudo irão atuar como multiplicadores do PNAIC, ministrando cursos junto aos demais educadores de suas respectivas cidades. Em São José, os professores da rede municipal de ensino interessados em participar podem se inscrever até o próximo dia 23, pelo site da Prefeitura, na página da Educação. Os professores alfabetizadores receberão do Governo Federal uma bolsa-auxílio no valor de R$ 200. As aulas terão início no dia 6 de maio.

Mais informações pelo telefone 3901-2187, na Secretaria Municipal de Educação.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 15/04/2013

Inícios das aulas dividem espaço com obras de melhorias

As aulas na rede municipal de ensino de São José começam na próxima quinta-feira e muitos dos mais de 60 mil alunos matriculados encontrarão as escolas ainda em ‘pré-temporada’, passando por reformas e ampliações que irão durar, no mínimo, mais alguns meses.

Das 116 unidades de ensino fundamental e infantil da rede, 22 estão em obras 12 de ensino fundamental, 7 de educação infantil e 3 creches. Destas, 15 escolas estarão prontas para entrega ainda neste semestre. As demais serão entregues até o fim do ano.

Uma das unidades que ficarão prontas somente no fim do ano letivo é a de ensino fundamental Palmyra Sant’anna, na Vila Industrial (zona leste). A escola passa por uma reforma completa em suas estruturas, ao custo de R$ 6,4 milhões. O serviço é tocado por uma empresa terceirizada. No total, as 22 obras consomem R$ 17,5 milhões.

A Secretaria de Educação admite que a situação “não é a ideal”, mas alega que apenas dá sequência aos serviços que foram contratados pela gestão anterior. A pasta garante, porém, que as reformas não irão atrapalhar as aulas. Opinião diferente têm os pais dos alunos, que temem pelo desconforto e até pela segurança dos filhos.

O técnico em segurança do trabalho Felipe Junqueira, 30 anos, pai de uma aluna de 7 anos, diz que o barulho e a poeira são inconvenientes comuns em obras, ao lado do perigo de acidentes. “Além de atrapalhar a aula, algum pedaço de obra pode cair em cima de alguém, e se madeira com prego e entulhos ficarem à mostra, trarão insegurança ao ambiente”, disse.

A mãe de um aluno da escola Palmyra Sant’anna, que preferiu não se identificar, teme pela acessibilidade do filho em meio à reforma da unidade. “As obras ainda não acabaram e meu filho é deficiente. As aulas já começam no dia 7 e não sei se a escola terá condições de recebê-lo.”

O secretário de Educação, Célio Chaves, disse que as obras não irão prejudicar o andamento do ano letivo, mas admitiu que alguns serviços poderão ser paralisados. “Estamos nos empenhando para ter o mínimo de impacto. Poderemos adiar alguma obra para o período de julho. Estamos procurando fazer esse tipo de ajuste”, afirmou.

Há um mês no cargo, ele disse que os serviços foram contratados pelo governo passado e que não teve participação na elaboração do cronograma. Chaves afirmou que sua prioridade será a expansão das vagas para o ensino infantil e a construção de novas escolas em regiões carentes. “No ensino fundamental, as vagas estão preenchidas corretamente. Existe uma pressão maior na educação infantil, onde acredito que exista um déficit de 3.000 a 4.000 vagas.”

A partir de quinta-feira, os alunos da rede irão encontrar três escolas com as reformadas terminadas: a de ensino infantil Idelena Menezes, em Santana (zona norte), e a unidade de ensino fundamental Ignês Sagula, no Limoeiro (zona oeste), além da segunda fase de obras da escola fundamental Leonor Pereira, na Vila Industrial (zona leste), com a construção de três novas salas de aula.

O Vale

Publicado em: 04/02/2013

Segundo levantamento, GM é a mais cara do País

O salário médio dos trabalhadores da General Motors em São José é quase 15% maior que o da planta de São Caetano do Sul e 185% superior ao de Gravataí (RS). A redução salarial em São José é o principal item da pauta de exigências da GM para manter os 1.598 empregos ameaçados na cidade.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, os operários ganham em média R$ 4.000 por mês em São José, contra R$ 3.500 de São Caetano e R$ 1.400 de Gravataí, a planta mais barata da GM no país. Na semana passada, a montadora condicionou a possível manutenção de 1.598 funcionários considerados excedentes a um plano para reduzir custos na unidade de São José.

A proposta deve ser apresentada pelo sindicato amanhã, data prevista para a terceira reunião do ano. Para Aparecido Inácio da Silva, o ‘Cidão’, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul, diálogo e flexibilização são o melhor caminho para tentar evitar a demissão em massa.

“Acho que o sindicato não acreditou que a GM pudesse fazer isso. Agora, é hora de reavaliar”, disse ele. Em entrevistas anteriores, o presidente do Sindicatos dos Metalúrgicos de São José, Antônio Ferreira de Barros, o ‘Macapá’, disse que não concorda com a redução dos salários.

Amanhã, GM e sindicato se encontram no Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), às 9h. No sábado, termina o prazo do layoff, no qual 779 estão com o contrato suspenso desde agosto de 2012. Sem acordo, pode haver a demissão.

O Vale

Publicado em: 22/01/2013

Concursos de 2013 tem mais de 100 mil vagas pelo País

Boa notícia para quem sonha com estabilidade no emprego e também financeira. Em 2013 serão abertas 103 mil vagas em concurso público no Brasil. As oportunidades são para todos os níveis: municipal, estadual e federal.

A carreira no setor público é muito atrativa, desde os salários que variam de R$ 1.800 para escriturário do Banco do Brasil a R$ 22 mil para juiz federal e Ministério Público aos benefícios. “A carreira no setor público é mais atrativa e há ainda um grande déficit de funcionários públicos no país. O mercado está bem aquecido”, disse Felipe Angelin, gestor da unidade do Complexo Educacional Damásio de Jesus, em São José.

No Estado de São Paulo, são 1.793 vagas autorizadas para concursos. Em São José, um dos mais procurados é para o cargo de papiloscopista e auxiliar de papiloscopista da Polícia Civil. Ao todo, são 103 vagas. O salário é de R$ 2.848,36 e a inscrição deve ser feita exclusivamente no site www.vunesp.com.br de 14 de janeiro até as 16h do dia 15 de fevereiro, horário de Brasília. A taxa de inscrição é de R$ 40,57.

E os cargos mais cobiçados pelos melhores salários são para juiz e fiscal da Receita Federal. Os vencimentos iniciais são de R$ 13 mil e os interessados devem ter ensino superior. Mas também são os mais difíceis. Segundo Angelin, em média, é necessário estudar de 5 a 8 horas diária entre 3 a 5 anos. “Os salários chamam a atenção por serem altamente atrativos. Assim, são as provas mais difíceis”, disse ele.

Mas não basta sonhar, é preciso muito estudo, dedicação, disciplina, repetição e atualização. A dica de especialistas na área é ter acesso a provas anteriores, estudar editais e saber como a banca que analisa a prova se comporta.

Para quem trabalha, o ideal é estudar de 3 a 4 horas por dia. E para quem ainda não está empregado, a dica é se ‘jogas’ nos livros de 6 a 8 horas diárias. “Para quem vai fazer um concurso, a primeira orientação é fazer um propósito e se dedicar aos estudos. Tem que ser um projeto de vida, porque vai mudar a vida da pessoa se ela passar no concurso. Mas um emprego estável e bem remunerado não se conquista da noite para o dia e sim de médio a longo prazo. Afinal, os salários das carreiras públicas são melhores do que nas carreiras privadas, muitas vezes”, disse José Roberto Panziera, diretor da Unicursos em São José.

Geralmente, as pessoas que buscam concurso público, buscam também cursinhos presenciais, tele-presenciais ou à distância que ofereçam estrutura para que esse sonho ou necessidade se concretizem. Em São José e Taubaté, cursos presenciais especializadas em concursos públicos cobram, em média, entre R$ 130 e R$ 250 por mês. Há também a possibilidade de estudar em casa. Seja qual for, o importante é manter o foco.

O perfil do candidato que corre atrás de estabilidade financeira tem mudado nos últimos anos, de acordo com José Roberto Panziera, diretor do Unicursos em São José. Antes, a regra era: fazer faculdade e depois prestar concurso público. Agora, a maioria das pessoas busca primeiramente estabilidade financeira para depois de especializar em uma universidade.

“As pessoas estão fazendo o caminho inverso. Cada vez mais, jovens nos procuram atrás de cursos preparatórios. Isso é muito interessante”, disse Panziera. Um exemplo é o servidor público, Daniel Vadó, 25 anos. Após concluir o ensino médio, se dedicou 8 horas por dia durante 2 anos em cursinho e hoje é Fiscal Federal da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), com um salário que passa os R$ 5 mil. Hoje,

Daniel cursa o 5º ano de Engenharia Civil. “É necessário muita dedicação. Deixei de sair muitas vezes, perdi feriados e fins de semana, mas vale muito a pena”, afirmou ele. Agora, Daniel quer ir mais longe, ou melhor, conquistar um salário melhor em concurso para ensino superior.

O Vale

Publicado em: 14/01/2013

Dia 05 de Novembro, dia nacional do Designer

A chamada deste post, ilustrada pela frase exposta no otimo blog Designerd, é uma forma divertida de celebrar este dia dedicado a uma profissão tão glamourosa quanto controversa. Parabéns, designers!

Em 19 de outubro de 1998, o então Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, assinou um decreto instituindo o dia 5 de novembro como o Dia Nacional do Design. Data foi instituída em homenagem a um defensor do design no Brasil, o advogado, artista plástico, designer e planejador brasileiro Aloísio Magalhães. Dentre os marcantes trabalhos do brasileiro, estão a identidade visual da Petrobrás (alterada há alguns anos), o desenho das notas do cruzeiro novo e o símbolo do IV Centenário do Rio de Janeiro defendendo conceitos como a “brasilidade” do design e a recuperação da memória artística e cultural brasileira sendo, sem combra de dúvida, uma das figuras mais importantes da história do design brasileiro.

Orgulhe-se você designer por esta data. Não temos nossa profissão reconhecida, muita gente ainda não faz ideia do que faz um designer, no entando amamos o que fazemos e a leva de profissionais e de adeptos ao design cresce a cada ano. Queremos ser mais valorizados, num país onde se você é um bom jogador de futebol automaticamente será um formador de opinião. Curiosamente, a principal referência do design brasileiro atual, osIrmãos Campana, não são designers – um é arquiteto, e outro advogado. Sergio Rodrigues, uma referência sempre atual para o design de mobiliário, é arquiteto. Por que isso? Será porque o design não dá dinheiro? O design só é uma palvra bonitinha? Ou para ser designer não é necessário cursar design… Embora a profissão cresça a cada ano, tem muita gente não acreditando no valor do design – Faz uma “logomarca” bonitinha pra mim, amanhã tá pronta? Inventa algo moderno! Absurdo esse valor, tem meu sobrinho que faz pela metade do preço – É isso que tem que acabar!

Publicado em: 05/11/2012

Cidade sedia Festivale – Festival de Teatros

São José dos Campos sedia, a partir desta quinta-feira (6), um dos maiores festivais de teatro do Brasil – o Festivale (Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba). Nesta edição, 60 grupos teatrais nacionais e estrangeiros vão se apresentar.

O 27º Festivale, realizado por meio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), vai homenagear Nélson Rodrigues e Jorge Amado, pelos seus 100 anos de nascimento. A programação vai até o dia 16 de setembro. Neste ano, as apresentações estão programadas para acontecer em 15 locais diferentes, entre os quais parques, praças e teatros.

A entrada é gratuita e para as apresentações em locais fechados, os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência. O festival conta a participação de atores e diretores renomados, como o ator e diretor Cacá Carvalho, Nelson Barskerville e Eduardo Okamoto, além de peças vindas de Portugal e da África.

Para quem gosta de Willian Shakespeare e Clarice Lispector, o Festivale programou ainda apresentações de peças baseadas em textos dos dois autores.

Público
Os espetáculos em 2012 estão divididos nas categorias infantil, adulto, clown, teatro de rua, bonecos de animação, comédias, dramas, suspenses e tragédias. Confira a programação completa do 27º Festivale no site da FCC, www.fccr.org.br .

G1 (Vnews)

Rankign aponta seis cidade da região com o melhor ensino

Um levantamento do movimento ‘Todos Pela Educação” coloca a rede municipal de ensino de 6 das 39 cidades da região na ‘elite’ dos melhores do país. Segundo o estudo, as redes com melhores desempenho no Vale são Arapeí, Campos do Jordão, Lagoinha, Roseira, São Bento do Sapucaí e Taubaté.

O mapeamento mostra que essas cidades fazem parte de um grupo de 334 municípios brasileiros que atingiram todas as metas intermediárias de aprendizagem previstas para o 5º e 9º ano do ensino fundamental.

As metas avaliam a quantidade de alunos com aprendizagem considerada adequada para a sua série escolar. A avaliação foi feita com base nos indicadores da Prova Brasil, realizada desde 2005 a cada dois anos pelo governo federal, em língua portuguesa e matemática.

“Se essas cidades mantiverem este mesmo ritmo de resultado nos próximos anos, são grandes as chances de atingirem a Meta 3 final”, informou por nota a entidade. A Meta 3, definida pela própria ONG (organização não-governamental), determina que até 2022, ano do bicentenário da Independência, a qualidade da educação no Brasil seja semelhante a dos países desenvolvidos, com 70% dos alunos com aprendizagem adequada a série.

Avaliação. As prefeituras das cidades da região que atingiram as metas previstas informaram que o investimento no professor deve ser a principal causa do bom desempenho.

“Temos um forte trabalho de formação continuada do professor e temos um sistema apostilado que garante ao aluno acompanhar o conteúdo mesmo se mudar de escola”, afirmou Márcia Gonzalo, coordenadora pedagógica da Prefeitura de Taubaté.

O prefeito de Lagoinha, José Sérgio de Campos (DEM), afirmou que ampliou os investimentos com cursos de preparatórios de professores. “Os professores são dedicados e têm realizado uma série de cursos custeados pela prefeitura, inclusive aos finais de semana”, afirmou. Representantes das demais cidades do grupo não foram localizados ontem para comentar o assunto. Cada cidade tem uma meta específica determinada com base no desempenho histórico.

O Vale

Instituto da cidade é o segundo mais rico do País

São José acaba de alcançar um novo destaque no cenário nacional de riquezas. Dono de um patrimônio de R$ 1.560 bilhão, o Instituto de Previdência do Servidor Municipal é hoje o segundo mais rico do país, entre as instituições municipais. O montante que deve chegar aos R$ 2 bilhões em dezembro, representa um aumento de 290% em sete anos, e fica atrás somente dos ativos financeiros do Instituto de Previdência do Rio de Janeiro que recebe dinheiro de royalties.

O caixa invejável do instituto mostra que em meio a polêmica atual que envolve a aposentadoria no país, o benefício integral dos servidores da Prefeitura de São José está garantido pelos próximos 15 anos. “Dois fatores são a principal causa. O primeiro, é a pontualidade dos repasses da prefeitura. O segundo é a nossa gestão conservadora. Só fazemos investimentos seguros”, disse Oilze dos Santos Filho, superintendente do IPSM desde 2005 quando o instituto tinha um patrimônio de R$ 400 milhões.

A grande maioria dos recursos do instituto está investido em títulos de governo em seis dos principais bancos do país, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, HSBC, Bradesco, Itaú e Santander. O IPSM possui ainda dois imóveis que estão alugados o prédio do Extra, na avenida Nélson D’Ávila (com valor estimado em R$ 29 milhões) e o prédio comercial Esperança, na mesa via, de R$ 3,2 milhões.

Tanta riqueza deu ao instituto o título de melhor do país entre os municípios de médio porte que foi o tema de uma revista do governo federal elaborada em maio pelo Ministério da Previdência Social. “A gestão e transparência dos recursos do instituto de São José são a causa dele ter apresentado um resultado positivo nos últimos anos”, afirmou o secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência Social, Leonardo Rolim a O VALE.

Apesar do patrimônio invejável, o IPSM opera no ‘vermelho’ e precisa receber todos os meses uma ‘injeção’ financeira da prefeitura entre R$ 1,8 a R$ 2 milhões. Hoje, o instituto recebe cerca de R$ 3,3 milhões dos servidores ativos (que são cerca de oito mil funcionários), e paga mais de R$ 5 milhões para aposentados, pensionistas e benefícios, como licença maternidade, para 2.950 servidores.

A instabilidade no caixa acontece porque os servidores ativos contribuem com 11% do salário e a prefeitura mais 22%, enquanto os aposentadores recebem aposentadoria equivalente ao salário integral que recebia quando trabalhava.

O ISPM se nega a mexer no patrimônio, que está congelado pelos próximos 15 anos. O economista Roberto Koga, de São José, defende mudanças. “É preciso estabelecer um teto para aposentadoria nos mesmos moldes que foi feito com os servidores federais”.

O Vale