Com obras escolas deixam alunos sem aulas na cidade

No dia da volta às aulas da rede municipal de ensino de São José, os mais de 1.100 alunos do ensino fundamental da Palmyra Sant’anna, na Vila Industrial (zona leste), tiveram de voltar para casa ontem. A escola passa por reformas e a prefeitura não conseguiu adequar as salas de aula para receber os estudantes, que também ficarão sem aulas hoje. Para eles, o ano letivo só começará na próxima quarta-feira, após o Carnaval.

Das 116 unidades de ensino fundamental e infantil da rede, 22 estão em obras 12 de ensino fundamental, 7 de educação infantil e 3 creches. Destas, 15 escolas estarão prontas neste semestre. As demais serão entregues até o fim do ano.

A Secretaria de Educação culpa a antiga gestão do PSDB pelo cronograma das obras. A assessoria, porém, garantiu a O VALE no último domingo que as reformas não iriam atrapalhar a retomada das aulas. A escola Palmyra Sant’anna terá todas as suas 12 salas de aula reformadas. As obras, orçadas em R$ 6,4 milhões, incluem reforma, ampliação e adequação. O local atende 1.156 alunos, nos períodos diurno e noturno.

Ontem, os alunos foram pegos de surpresa com o adiamento das aulas. “Minha filha queria ir à escola encontrar as coleguinhas. O ideal seria ter feito a reforma nas férias”, disse Angela Maria de Carvalho, 48 anos, mãe de uma aluna de 10 anos, da 5ª série.

O secretário de Educação, Célio Chaves, culpou o governo Eduardo Cury (PSDB) pela situação. “A administração passada foi irresponsável de fazer uma reforma com alunos dentro. Essa era uma prática que eles tinham, que é equivocada e que vamos mudar.” Seis salas de aula improvisadas não ficaram prontas a tempo. Na próxima semana, elas irão receber os alunos, enquanto as originais são reformadas.

Chaves, disse que tentou, sem sucesso, a transferência dos alunos para outras unidades uma estadual (que não tinha vagas) e outra municipal (com falta de salas de aula). A reforma na escola da Vila Industrial é executada por uma empresa terceirizada, segundo a prefeitura.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 08/02/2013

Obras da marginal da GM é retomada pela Prefeitura

A Prefeitura de São José dos Campos retomou nesta quinta-feira (7) a obra da marginal da GM, que foi abandonada no dia 19 de dezembro pela empresa vencedora da licitação. A Secretaria de Transportes iniciou o trâmite previsto no edital, para a rescisão do contrato e convocação das empresas participantes da concorrência. “Desde o primeiro dia de gestão, o prefeito solicitou à Secretaria de Transportes prioridade máxima para reiniciar e finalizar a obra”, disse o secretário de Transportes.

Após a negativa de todas as empresas envolvidas, foi definida a contratação da Urbanizadora Municipal (Urbam) em caráter urgente para a realização da obra. Uma equipe técnica da Secretaria de Transportes montou uma força tarefa para agilizar o processo previsto em edital.

Essa equipe conversou com cada uma das 14 empresas envolvidas na licitação e somente depois da negativa de todas em continuar a obra, pelo valor previsto no edital, é que a Urbam foi convocada em caráter de urgência. Funcionários da Urbam já estão no local fazendo a sinalização e o reconhecimento dos trabalhos. O prazo para a conclusão da obra é de 45 dias.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 08/02/2013

Operários da Arena de Esportes paralisam atividades

Operários da obra da Arena Esportiva, empreendimento de maior valor da Prefeitura de São José dos Campos, cruzaram os braços ontem de manhã em protesto pelo atraso no pagamento de salários e benefícios. O custo inicial da Arena, que está sendo construída no Jardim das Indústrias, na região oeste, é de aproximadamente R$ 33,3 milhões.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, um grupo de 80 trabalhadores cruzou os braços após assembleia realizada no canteiro da obra por volta das 7h. “O salário do quinto dia útil ainda não foi depositado e também não foi liberado o tíquete refeição. Além disso, há trabalhadores em férias não remuneradas”, disse o secretário geral do sindicato, Erlon de Oliveira.

A empresa Recoma, de São Paulo, é a responsável pela obra da Arena. No entanto, segundo a direção do sindicato, a paralisação de ontem aconteceu em uma empresa contratada pela Recoma. Durante o dia, sindicato e empresa negociaram um acordo para acabar com a paralisação, mas os funcionários não retornaram ao trabalho ontem.

“A empresa informou que tudo será acertado até amanhã(22). Mesmo assim, programamos uma assembleia na obra para amanhã hoje de manhã”, disse o diretor do sindicato. Para a Recoma, a paralisação promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil na obra da Arena Esportiva não passou de um “equívoco”.

“Nós já conversamos com o sindicato. O problema aconteceu em uma empresa que está executando um serviço na obra. Os funcionários da Recoma trabalharam normalmente”, disse o diretor da construtora, Sérgio Schlidt. Segundo ele, 10 ou 12 funcionários estavam com seus salários com um pequeno atraso. No final da tarde, o executivo informou que tudo havia sido resolvido e que o grupo volta ao trabalho hoje. “Não há nenhum problema com a obra”.

A Secretaria de Obras informou, por nota, que a empresa foi notificada no Diário de Obras de que precisa retomar os trabalhos entre hoje(21) ou amanhã (22) sob risco de ser autuada. A Secretaria de Obras informa ainda que os pagamentos, a medição e o cronograma da obra estão em ordem e que não interferem no andamento dos serviços contratados.

A obra, ‘vitrine’ do governo Eduardo Cury (PSDB), começou em novembro de 2011 e deveria ter sido concluída em agosto último, mas pode ficar pronta só em 2014.  A obra da Arena Esportiva é um dos problemas que o prefeito Carlinhos Almeida (PT) terá que equacionar.

De acordo com a Secretaria da Fazenda, até o mês passado foram pagos à construtora o montante de R$ 12,9 milhões. “Ficou um saldo a pagar de R$ 20.673.911,08 parcialmente descoberto, comprometendo o orçamento de 2013 em pelo menos R$ 8,152 milhões”, informou em nota o titular da pasta, José Walter Pontes.

A Secretaria de Obras informou ainda que a construtora Recoma deve pedir reajuste de preço e mais prazo para a conclusão da Arena Esportiva. A pasta aguarda o envio de novas planilhas para fazer uma análise técnica e estabelecer novos prazos para término da obra. Os vereadores acompanham o caso. “Estamos acompanhado o assunto”, disse o relator da Comissão de Obras, Walter Hayashi (PSB).

O Vale

Publicado em: 22/01/2013

Requisito Ambientais suspende obras do Lago Alphaville

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado) suspendeu a construção de uma avenida no condomínio de luxo AlphaVille que está em fase de obras no Urbanova, na zona oeste de São José. A sanção ocorreu após vistoria dos técnicos que constataram que o empreendimento não cumpriu os requisitos ambientais para ampliar a barragem de uma lagoa existente no bairro.

Sem cumprir a exigência, a obra da avenida culminou no assoreamento do lago e já foi alvo de uma notificação emitida pela prefeitura. A empresa também deverá receber multas pelos danos ambientais causados. A Cetesb informou que a uma nova autorização para a construção da travessia só será emitida após o AlphaVille apresentar o estudo ambiental previsto no Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental que autorizou a implantação da via.

A denúncia que antecedeu a vistoria da Cetesb foi feita pelos moradores da região que estão revoltados com o caso e cobram maior fiscalização dos órgãos ambientais. “Tinha um terreno em Caraguá e tive que doar ao Estado porque tinha um laguinho pequeno e agora vejo os caminhões jogando terra nesse lago que é bem maior. Estou indignada”, afirmou a dentista Fátima Miranda, 51 anos, que mora no Urbanova.

A dona-de-casa Sabine Santos, 40 anos, também criticou a construção. “Já fiz várias denúncias, mas ainda não recebi nenhum retorno”, afirmou. A AlphaVille Urbanismo informou ontem que tem ciência da notificação e que todas as obras civis realizadas no empreendimento estão em conformidade com as licenças ambientais concedidas.

“A empresa reforça ainda que as obras de travessia estão sendo realizadas em atendimento às exigências dos órgãos ambientais e visam a implantação de sistema de amortecimento de cheias em épocas de chuvas intensas, o que trará benefícios a região”, informou trecho da nota.

Desde que começou as obras em São José, o Alphaville também já foi denunciado por manter os operários da obra em más condições de alojamento e alimentação. Os lotes residenciais do condomínio tem cerca de 500 metros quadrados ao custo médio de R$ 700 o metro.

O Vale

Obras antienchentes do Jardim das Indústrias

A Prefeitura de São José dos Campos tem até a próxima semana para informar se irá ou não iniciar esse ano o projeto das obras antienchentes no Jardim das Indústrias, na zona oeste. O acordo foi feito ontem em reunião realizada pelo Ministério Público com a administração para exigir um cronograma para os serviços.

Durante o encontro convocado pela Promotoria, a secretária da Obras, Flávia Pitombo, informou que o projeto elaborado pela administração é insuficiente para resolver o problema no bairro. Segundo ela, será necessário contratar um projeto novo por meio de licitação. O promotor Gustavo Médici, elaborou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) exigindo que o edital de licitação para escolha do projeto seja lançado até maio.

Flávia e o procurador que estavam no encontro disseram que só o prefeito Eduardo Cury (PSDB) poderia definir se o prazo pode ser cumprido. A Promotoria deu então prazo de uma semana para a administração informar se irá ou não assinar o TAC. “Esse processo tem se arrastado há mais de um ano e meio, tempo suficiente para perguntar ao prefeito o que ele quer fazer diante dessa situação”, disse Médici.

A Secretaria de Obras informou que o projeto elaborado pela prefeitura apenas minimizaria os problemas na região e, por isso, foi definido contratar um novo projeto, para que os problemas de da área sejam resolvidos de forma definitiva

O Vale

15 Empresas são atraidas por obras da Via Banhado

Quinze empresas e consórcios manifestaram interesse em participar do processo licitatório para a elaboração do projeto executivo da Via Banhado, novo corredor viário que a Prefeitura de São José dos Campos planeja iniciar este ano.

A vencedora do certame terá ainda a incumbência de elaborar o relatório de impacto ambiental da obra e o licenciamento ambiental. Somente para a elaboração do projeto executivo e licenciamentos deverão ser investidos cerca de R$ 4,1 milhões, segundo a pasta de Transportes.

A obra será financiada com recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e está orçada em cerca de US$ 28 milhões. O corredor viário é a segunda obra de maior valor do empréstimo de US$ 85,9 milhões que a prefeitura contratou como BID.

Será o primeiro projeto de grande porte do pacote que será executado. Do valor orçado para a Via Banhado, o organismo internacional irá aportar US$ 14,7 milhões e a prefeitura, US$13,4 milhões. O secretário municipal de Transportes, Anderson Farias Ferreira, considerou positivo o número de empresas interessadas no projeto.

“Agora, a documentação será analisada pelo BID e pela prefeitura, para a segunda etapa da seleção da vencedora”, afirmou o secretário. Segundo ele, pelo menos seis empresas ou consórcios deverão ser habilitadas para a segunda fase da seleção. A seleção é feita de acordo com as regras do BID, que são diferentes das normas da legislação de licitações do país.

O secretário relatou que, entre os critérios, o BID analisa, além do preço, a capacidade técnica da empresa. O custo para elaboração do projeto executivo está estimado em R$ 4,152 milhões, segundo informou a Secretaria de Transportes.

A Via Banhado interligará a Via Norte ao complexo do Anel Viário, na região oeste, nas proximidades do Jardim Esplanada e Esplanada do Sol. O corredor terá 3.680 metros de extensão e irá margear a orla do Banhado, sob o leito da antiga estrada de ferro Central do Brasil. O edital para os projetos básico e executivo e obtenção de licenças ambientais para a Via Cambuí, corredor entre a região leste e sudeste, com financiamento do BID, atraiu 21 empresas.

O Vale

Após 1 ano governo federal libera verba para obra de igreja

O Ministério do Turismo liberou nesta semana a primeira parcela do convênio formalizado junto à Prefeitura de São José para restauro da Igreja São Benedito, no centro da cidade. O repasse foi de R$ 571,9 mil.

Orçada em R$ 1,3 milhão, a reforma da Igreja teve início há 13 meses. A obra encontra-se com mais de 90% pronta. No período, os serviços foram executados unicamente com o recursos do governo do prefeito Eduardo Cury (PSDB).

No convênio, firmado em dezembro de 2008, previa-se que o Ministério do Turismo arcasse com cerca de R$ 1,2 milhão do valor total da obra, enquanto a prefeitura daria uma contrapartida de R$ 139 mil.

Na última sexta-feira, o governo Cury informou que já foram efetuados pagamentos na ordem de R$ 1,190 milhão à empreiteira responsável pelo restauro.

O atraso no repasse dos valores por parte do governo federal, no período, tornou-se motivo de embate entre o governo e a oposição.

Além da Igreja São Benedito, pelo menos outros seis convênios entre a Prefeitura de São José e ministérios do governo federal sofrem com atrasos em repasses.

Enquanto o PSDB alega um calote federal, o PT defende que o governo Cury descumprira prazos, perdendo o direito aos recursos.

No caso da Igreja São Benedito, o primeiro repasse foi efetuado a partir de pressão exercida pelo deputado federal Carlinhos Almeida (PT) e pelo vereador de São José Wagner Balieiro (PT) junto ao Ministério do Turismo.

OUTROS CONVÊNIOS COM PROBLEMAS

Galerias Vila Rossi
Valor: R$ 351 mil
Situação: obra iniciada e custeada pela prefeitura

Galerias Centro
Valor: R$ 224,9 mil
Situação: contrato extinto pelo governo federal

Cachoeira Pedro David
Valor: R$ 378,9 mil
Situação: contrato extinto pelo governo federal

Galerias Campos S. José
Valor: R$ 416 mil
Situação: contrato extinto pelo governo federal

Galerias Vista Verde
Valor: 292,9 mil
Situação: contrato extinto pelo governo federal

Esgoto Chácaras Araújo
Valor: R$ 2,1 milhões
Situação: contrato em fase final de formatação

Fonte: O Vale

Obras no Parque Santos Dumont estão em fase final

A Prefeitura de São José dos Campos deve concluir em dez dias as obras de perfuração do poço artesiano do Parque Santos Dumont, região central da cidade. O novo poço tem 100 metros de profundidade e foi perfurado na mesma área do antigo, já desativado.

O objetivo do trabalho, realizado pela equipe do setor de produção da Secretaria de Serviços Municipais (SSM), é atender os freqüentadores que costumam pegar água no local para consumo próprio. O serviço foi autorizado pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) e executado pela empresa licitada H2O Soluções em Água Ltda EPP.

A equipe da SSM também finaliza a passarela em construção sobre o lago dos patos. A passarela terá 13,70 metros de comprimento e permitirá que os pedestres transitem de um ponto ao outro do lago. Além disso, um deck de madeira, chafarizes e cascata de água vão compor o projeto de reforma do local.

A reforma será concluída em outubro, com a impermeabilização do lago. O Parque Santos Dumont funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h (entrada pela portaria da Rua Prudente Meirelles de Moraes, na Vila Adyana).

Veja o que será feito no clicando na notícia: “Revitalização no Parque Santos Dumont

Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos

Vidoca terá interdição ao sábado

Principal via de ligação à zona sul de São José dos Campos, a avenida Jorge Zarur, que margeia o córrego do Vidoca, será interditada neste final de semana. O bloqueio faz parte da obra de alargamento da pista, sob a via Dutra, que deve ser concluída em novembro.

A interdição exige a atenção redobrada dos motoristas e deverá mudar a rotina dos usuários do transporte público –17 linhas de ônibus terão o trajeto alterado.

A previsão é de que o tráfego na avenida fique interrompido das 0h de sábado até as 5h da madrugada de segunda-feira. Segundo a prefeitura, neste período será feita a remoção do viaduto da pista expressa da rodovia, no sentido Rio de Janeiro.

A obra de alargamento prevê criar cinco novas faixas de rolamento, totalizando nove faixas –sendo cinco faixas sentido zona sul e quatro sentido centro.

A obra também é a responsável pela interdição em 1,5 quilômetros da pista expressa da Dutra sentido São Paulo que está obrigando os motoristas a adotarem trajetos alternativos.

A interdição ao acesso pela pista marginal começou em 13 de maio e tinha previsão de durar por 90 dias. A prefeitura mudou o cronograma e informou ontem que a liberação vai acontecer somente no mês de novembro.

Em contrapartida, a prefeitura suspendeu a interdição na pista sentido RJ que estava prevista para ocorrer. De acordo com a Secretaria de Transportes, os acessos (em frente ao Vale Sul Shopping e próximo à concessionária da Peugeot) continuarão abertos normalmente tanto nesse final de semana como durante todo o trabalho de alargamento da via.

Durante o período de interdição, o melhor acesso para o Litoral é o Anel Viário, sentido sul até o viaduto Kanebo. Já o motorista que estiver na Mário Covas (sul) sentido centro, deve acessar a marginal Dutra, passar pela avenida Marechal Henrique Teixeira Lott, sentido Nelson D’Ávila.

Fonte: O Vale

Revitalização no Parque Santos Dumont

A Prefeitura de São José iniciou nesta semana a construção da passarela sobre o lago dos Patos, no Parque Santos Dumont. Com aproximadamente 10 metros de comprimento, a passarela permitirá que os pedestres transitem de um ponto ao outro do lago.

A passarela faz parte do projeto de reforma do lago, que envolve também o revestimento com concreto usinado e a impermeabilização dos 2.396 metros quadrados da área. Além disso, um deck de madeira, chafarizes e cascata de água vão compor o projeto. O projeto e a execução dos trabalhos são coordenados pela Secretaria de Serviços Municipais (SSM).

O objetivo é eliminar as infiltrações existentes no lago e possibilitar o reaproveitamento da água para a irrigação das áreas verdes do local. Durante a obra, o lago permanece inutilizado, porém outras áreas do parque estão disponíveis para o lazer e atividades da população.

O Parque Santos Dumont funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h (entrada pela portaria da Rua Prudente Meirelles de Moraes, na região central). O telefone é o 3921-7066.

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(Fotos: Ronny Santos)

Fonte: Prefeitura Municipal de São José dos Campos