Obras de Condomínio está em processo acelerado na cidade

As obras do empreendimento horizontal de alto padrão, da Alphaville, estão a todo vapor. Com início em setembro de 2011, o andamento está superando as expectativas. No local é possível perceber o paisagismo de proteção e a movimentação das máquinas finalizando a terraplanagem, drenagem, entre outros serviços como água e esgoto. O solo está sendo preparado para futuramente receber a pavimentação – estão sendo feitas as camadas preparatórias de base.

“Nosso objetivo é estabelecer um novo patamar urbanístico e oferecer um núcleo residencial completo e autossuficiente” ressalta Ricardo Telles, diretor de Operações da Alphaville. O Alphaville São José dos Campos está localizado em um terreno privilegiado, sua posição geográfica elevada proporciona aos futuros moradores uma vista panorâmica da zona oeste da cidade.

Rico em áreas verdes, proveniente tanto de suas paisagens quanto dos tratamentos paisagísticos que serão realizados no empreendimento, a empresa se preocupa com o Meio Ambiente. Por isso, concilia preservação ambiental, planejamento urbano e infraestrutura altamente qualificada, sendo construído de acordo com essas premissas e em condições de estrita legalidade com todos os órgãos reguladores do setor, como CETESB e Prefeitura Municipal de São José dos Campos.

Prova disso é que em virtude da extrema preocupação da Alphaville em respeitar o meio ambiente e garantir sempre o menor impacto, foi apresentado a CETESB um “Plano Ambiental de Construção Intervenção em Recursos Hídricos”. O plano tem como objetivo estabelecer ações a serem adotadas na fase de implantação da travessia e remoção do antigo barramento,  para implantação de sistema de amortecimento de cheias, integrando-as ao planejamento das obras que primam pelo caráter preventivo, buscando evitar que os impactos venham a concretizar-se, nesta porção do Ribeirão Vermelho.

As ações ambientais realizadas pela empresa dentro e no entorno do empreendimento comprovam seu compromisso. Entre as principais se destacam, o Paisagismo e sistemas de lazer em áreas verdes; Arborização do sistema viário; Recomposição florestal de áreas de preservação permanente; Corredores ecológicos / passagens de fauna; Parque do Ribeirão Vermelho; Programas de educação ambiental e a Recomposição do lago onde está sendo executada a travessia de acesso.

Sinônimo de excelência em empreendimento de alto padrão, há 40 anos a Alphaville carrega em sua marca o peso de suas conquistas e o brilho dos cases de sucesso. Considerado o recorde de vendas em todo país, a companhia atingiu um feito inédito. No dia do lançamento, em apenas 6 horas atingiu a marca de 900 lotes vendidos, gerando um VGV (Valor Geral de Vendas) no total de R$ 405 milhões, totalizando 98%  do empreendimento comercializado, entrando para a história da companhia.

Serviço:

  • Área do loteamento: 1.351.681 m2
  • Área Verde: 574.807 m2
  • População prevista: 4.725 habitantes
    • Parque do Ribeirão Vermelho

A criação do Parque do Ribeirão Vermelho é uma parceria entre a Alphaville e Prefeitura Municipal de São José dos Campos, para todos os empreendimentos que margeiam o ribeirão, com a finalidade de potencializar a proteção ambiental das margens do córrego e proporcionar áreas públicas de lazer aos moradores da região do bairro Urbanova. Situado na região oeste do município, o parque contará com pista de corrida e caminhada, ciclovia, equipamentos de ginastica e lazer, facilitando o fluxo de pedestres e ciclistas.  Implantado em uma estrutura linear, o parque incorpora áreas verdes públicas conectando-as com as margens do córrego. O empreendimento Alphaville São José dos Campos destinou uma área de mais de 14.000,00 m² ao parque, sendo responsável pelo reflorestamento das margens do córrego neste trecho e a implantação dos equipamentos para atividades esportivas e descanso, proporcionando novas áreas de encontro e lazer aos moradores de toda região.

Sobre a Alphaville

Com cerca de 40 anos de atuação, a Alphaville leva a todo o Brasil uma proposta exclusiva de planejamento urbano, por meio do desenvolvimento de empreendimentos horizontais que conciliam preservação ambiental, planejamento urbano, infraestrutura altamente qualificada e o comprometimento com a sociedade. Tudo para atender às expectativas de um público exigente, que busca não apenas uma opção de moradia de alto padrão, mas a conquista de um estilo de vida para si próprio e sua família, que integre conforto, segurança, lazer, opções de consumo e educação, além de muitas outras aspirações particulares. A Alphaville possui 74 empreendimentos já lançados em 21 estados do Brasil e Distrito Federal, que representam mais de 60 milhões de metros quadrados urbanizados.

Obras do Alphaville são retomadas após embargo

Após sofrer embargo através de uma ação civil movida pelo Ministério Público de São José dos Campos, parte das obras do condomínio de luxo Alphaville, no bairro Urbanova, na zona oeste, foram retomadas esta semana.
Trata-se do aterramento de um lago necessário para a construção de uma via de acesso entre a avenida Possidônio José de Freitas e o futuro empreendimento.

No dia 22 de março, a Cetesb suspendeu a construção da passagem, após vistorias que constataram que os responsáveis pelo condomínio não cumpriram os requisitos ambientais no local. O Ministério Público instaurou inquérito civil para apurar a suposta degradação e danos ao meio ambiente. A ação foi movida pelo promotor Gustavo Médici. Ele iniciou a investigação com base em representação dos moradores.

“Não me conformo, agente fica vendo e não pode fazer nada. Isso não é progresso, é tudo só pelo dinheiro”, disse a aposentada Rosângela dos Santos, 51 anos, que mora no bairro Altos da Serra 1. O MP não comentou a retomada das obras. Até o fechamento desta edição, a assessoria do condomínio Alphaville não respondeu a O VALE.

O Vale

Publicado em: 11/10/2012

Equipamentos reforçam segurança de condominio

Com as falhas de segurança mostradas na onda de assaltos a condomínios, o mercado de segurança aposta na oferta de equipamentos com alta tecnologia. No Urbanova, região oeste de São José, os moradores do Altos da Serra 2 se anteciparam aos problemas da unidade 1, invadida em agosto, e irão implantar um sistema de segurança que une sensores de detecção por infravermelho em conjunto com câmeras de vídeo.

Os sensores criam uma espécie de cerca invisível pelo perímetro e captam quaisquer pessoas ou objetos que atravessem por ela. A central de monitoramento é informada imediatamente da invasão e, simultaneamente, o sistema aciona as câmeras que são direcionadas para o local.

Inaugurado em 2011 e atualmente com 52 casas, o condomínio Chácara Serimbura, um dos mais nobres de São José, está investindo R$ 1,5 milhão para implantar o controle total do perímetro com transmissão de dados por fibra ótica. “A segurança em um condomínio precisa ter um norte e começar com planejamento. A infraestrutura precisa ser pensada para ser segura desde a construção”, afirmou Jarbas Lacerda de Lima, presidente da associação de moradores do condomínio.

O Vale

Ministério Público avalia obras do Alphaville na cidade

O Ministério Público de São José dos Campos instaurou inquérito civil para apurar suposta degradação e danos ao meio ambiente nas obras do condomínio de luxo Alphaville, no bairro Urbanova, na zona oeste de São José dos Campos.

A investigação está sendo conduzida pelo promotor Gustavo Médici. Ele iniciou a investigação no último dia 22 de março, com base em representação encaminhada por moradores. A Promotoria apura se na implantação do condomínio houve movimentação de terra e possível terraplenagem com invasão de APP (Área de Proteção Permanente).

No último dia 5, o Ministério Público enviou um ofício à Prefeitura de São José dos Campos pedindo um relatório com as medidas tomadas em relação às obras do condomínio na Urbanova. O mesmo ofício foi encaminhado à Cetesb (Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental).

Ao órgão do governo do Estado foi solicitado o relatório e o EIA/Rima (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental), além do esclarecimento das condições ambientais do local onde está sendo construído o condomínio.

A prefeitura e a Cetesb têm 30 dias para enviar relatórios solicitados pelo MP. Ao inquérito civil foi anexada uma segunda representação, encaminhada no início deste mês pelos ambientalistas Vicente Cioffi e José Moraes Barbosa.

Segundo Cioffi, foram encontradas duas irregularidades nas obras do condomínio: o desmatamento de topos de morros e o aterro do Córrego Rio Vermelho, que passa pela Urbanova.

“Esperamos que com a investigação fique comprovado o dano ambiental e que o Ministério Público acione a construtora que está fazendo o condomínio através de uma ação civil pública. A expectativa é de que o Alphaville seja penalizado e tenha que fazer uma compensação ambiental no local”, disse Cioffi.

No último dia 22 de março, a Cetesb suspendeu a construção de uma avenida no Alphaville após vistorias que constataram que o empreendimento não cumpriu os requisitos ambientais para ampliar a barragem de uma lagoa existente na Urbanova.

O condomínio de alto luxo disponibilizou em outubro de 2011 cerca de 900 lotes para venda. O Alphaville tem uma área de 1,3 milhão de metros quadrados. Cada lote de 500 metros quadrados tem custo de cerca de R$ 700 o metro.

O Vale

Cerca do Quinta das Flores é retirada na cidade

A Prefeitura de São José dos Campos começa a retirar hoje a cerca-viva plantada em frente ao condomínio de alto padrão Quinta das Flores, na avenida Cidade Jardim, região sul da cidade. A cerca, formada a partir de 2001, segundo informou a administração do condomínio, está em área pública e é alvo de questionamento no Ministério Público.

O trabalho de remoção será feito por funcionários da SSM (Secretaria de Serviços Municipais) e deve levar pelo menos 10 dias, segundo informou a Secretaria. Com cerca de 1.600 metros de extensão, a cerca foi formada com o arbusto chamado sansão-do-campo, nativa do semi-árido nordestino. É uma planta de espinhos, atinge até 10 metros de altura e muito utilizada para a formação de cerca-viva.

Em 2007, os vereadores petistas Wagner Balieiro e Amélia Naomi protocolaram uma representação no Ministério Público questionando a autorização dada pela prefeitura ao condomínio para a formação da cerca-viva.

Segundo o vereador, entre a cerca-viva e a divisa do Quinta das Flores há uma faixa de cerca de três metros. “Essa área pública acabou sendo de uso exclusivo do condomínio”, disse. O parlamentar disse ainda que a decisão de questionar a autorização para a formação da cerca partiu após reclamações de moradores do Bosque dos Eucaliptos onde fica o Quinta das Flores.

A síndica do condomínio, Assunção Morais, afirmou que, embora lamentem a retirada da cerca, os moradores do local não se opõem à remoção. “Nós cuidamos da cerca durante muito tempo e ela foi formada com autorização da prefeitura”, declarou.

A Secretaria Municipal de Planejamento Urbano informou em nota que a utilização do espaço público pela Associação de Moradores do Quinta das Flores está sendo objeto de um ajustamento de conduta junto ao Ministério Público, cujas bases do acordo ainda não finalizado prevê a retirada da cerca-viva.

A pasta informou que a remoção da cerca já está programada de ser realizada pela Secretaria de Serviços Municipais por tratar-se de área pública municipal. A prefeitura coíbe a utilização de plantas espinhosas em áreas públicas da cidade, conforme determina a legislação municipal em vigor. É permitido o plantio de grama, hera e vegetação rasteira.

O Vale

Requisito Ambientais suspende obras do Lago Alphaville

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado) suspendeu a construção de uma avenida no condomínio de luxo AlphaVille que está em fase de obras no Urbanova, na zona oeste de São José. A sanção ocorreu após vistoria dos técnicos que constataram que o empreendimento não cumpriu os requisitos ambientais para ampliar a barragem de uma lagoa existente no bairro.

Sem cumprir a exigência, a obra da avenida culminou no assoreamento do lago e já foi alvo de uma notificação emitida pela prefeitura. A empresa também deverá receber multas pelos danos ambientais causados. A Cetesb informou que a uma nova autorização para a construção da travessia só será emitida após o AlphaVille apresentar o estudo ambiental previsto no Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental que autorizou a implantação da via.

A denúncia que antecedeu a vistoria da Cetesb foi feita pelos moradores da região que estão revoltados com o caso e cobram maior fiscalização dos órgãos ambientais. “Tinha um terreno em Caraguá e tive que doar ao Estado porque tinha um laguinho pequeno e agora vejo os caminhões jogando terra nesse lago que é bem maior. Estou indignada”, afirmou a dentista Fátima Miranda, 51 anos, que mora no Urbanova.

A dona-de-casa Sabine Santos, 40 anos, também criticou a construção. “Já fiz várias denúncias, mas ainda não recebi nenhum retorno”, afirmou. A AlphaVille Urbanismo informou ontem que tem ciência da notificação e que todas as obras civis realizadas no empreendimento estão em conformidade com as licenças ambientais concedidas.

“A empresa reforça ainda que as obras de travessia estão sendo realizadas em atendimento às exigências dos órgãos ambientais e visam a implantação de sistema de amortecimento de cheias em épocas de chuvas intensas, o que trará benefícios a região”, informou trecho da nota.

Desde que começou as obras em São José, o Alphaville também já foi denunciado por manter os operários da obra em más condições de alojamento e alimentação. Os lotes residenciais do condomínio tem cerca de 500 metros quadrados ao custo médio de R$ 700 o metro.

O Vale