Cidade tem Concurso Público aberto para Médicos

A Prefeitura de São José dos Campos lançou concurso público para a contratação de 58 médicos para a rede municipal de saúde. Para carga de trabalho de 20 horas semanais serão contratados 40 profissionais. São clínicos gerais, cardiologistas e cirurgiões, entre outras especialidades.

O salário-base é de R$ 2.496,85. Os vencimentos podem chegar a R$ 4.756,76 se acrescidos de adicionais previstos em lei. Outros 18 profissionais serão contratos pelo regime de 24 horas semanais. São médicos emergencistas e psiquiatra. O salário-base é de R$ 2.996,16. Com acréscimos, pode chegar a R$ 6.652.29 mensais.
Os interessados devem se inscrever pela internet no endereço: www.zambini.org.br. As inscrições podem ser feitas até as 20h do dia 10 de abril.

O secretário municipal de Saúde, Álvaro Machuca, estima que o déficit de médicos na rede municipal é de cerca de 180. Segundo ele, atualmente a rede possui 655 médicos. “Precisamos de clínico geral porque vamos trabalhar com o PSF (Programa de Saúde da Família). O foco será a atenção básica”, disse.

Machuca afirmou que técnicos da pasta analisam alternativas para melhorar o salário inicial dos médicos da rede, mas descartou mudanças este ano. “Este ano será difícil por causa das dificuldades financeiras da prefeitura”. O Sindicato dos Servidores Municipais defende melhorias salariais para os servidores da área de saúde. “Defendemos aumento do piso dos médicos e da categoria. Está na nossa pauta de reivindicação”, disse Zelita Ramos, diretora do sindicato, que realiza assembleia amanhã.

O Vale

Publicado em: 02/04/2013

Prefeitura da cidade tem Concurso Público para Médicos

A Prefeitura de São José dos Campos abriu concurso público para contratação de 58 médicos em diversas especialidades. As inscrições podem ser feitas a partir da próxima segunda-feira (1º) até o dia 10 de abril. Há oportunidades para cardiologistas adulto e infantil, cirurgião geral, cirurgião torácico, clínico geral, endocrinologista adulto, gastroenterologista adulto, ginecologista e obstetra, homeopata, infectologista, neurocirurgião, neurologistas adulto e infantil, ortopedista, otorrinolaringologista, pediatra geral, psiquiatra, reumatologista, médico do trabalho, emergencistas adulto e pediátrico.

Os salários oferecidos são de R$ 2.496,85 para 20 horas semanais de trabalho e de R$ 2.996,16 para 24 horas por semana. Mas segundo o edital publicado pela prefeitura, o salário do médico para jornada de 20 horas pode chegar a R$ 4.754, com os adicionais previstos na legislação municipal. Já o salário para 24 horas semanais pode chegar a R$ 6.652. A inscrição deve ser feita no site do Instituto Zambini (www.zambini.org.br) contratado para organizar o concurso público. A taxa custa R$ 80.  O edital completo também está disponível no site da Prefeitura de São José dos Campos.

Prova.
A prova será realizada em  São José, em data e horário a serem divulgados. O prazo de validade do concurso público será de 1 ano, contado da data da sua homologação, podendo ser prorrogado, a critério da administração municipal, uma única vez e por igual período.

O Vale

Publicado em: 28/03/2013

Nova recurso na saúde adianta atendimento a pacientes

Uma novidade tecnológica recém-chegada está otimizando o trabalho das equipes de resgate da Prefeitura de São José dos Campos no atendimento aos pacientes vítimas de infarto: a luva para eletrocardiograma. O equipamento é a mais moderna ferramenta de telemedicina disponível hoje e permite que um laudo de eletrocardiograma seja emitido em apenas 4 minutos, otimizando o atendimento e contribuindo para a sobrevida do paciente.

O coordenador médico do Resgate Saúde, Fernando Fonseca Costa, explica que além da praticidade de manuseio o equipamento permite também uma grande economia de tempo no diagnóstico do infarto, uma doença comum e grave, em que cada minuto pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

“Os dados são enviados via 3G automaticamente para uma equipe de cardiologistas, da Unifesp, que analisa os dados, elabora o laudo imediatamente e nos envia ainda no local do atendimento. Uma agilidade que interfere positivamente na sobrevida do paciente”, explica o médico. O resgate de São José é o primeiro serviço de atendimento pré-hospitalar do país a utilizar o equipamento. A luva para eletrocardiograma já está em operação desde o final de janeiro. E já se mostrou muito eficaz.

Principalmente em São José, que é uma cidade que tem muitos prédios residenciais, a novidade vem sendo muito bem recebida. Afinal, a grande maioria desses prédios dificulta o trabalho do resgate, com elevadores onde não cabe uma maca.

Nestes casos, a luva ajuda a economizar tempo, quando o socorro for no 10º andar de um edifício. O diagnóstico sai enquanto a equipe pensa na logística para a retirada do paciente do local. Então, se levar dez minutos para remover o paciente, não haverá problema, pois ele estará diagnosticado, medicado e a equipe orientada para onde levá-lo, dependendo do caso.

O secretário da Saúde lembra que além do uso da luva de eletrocardiograma, que já está em operação com ótimos resultados, a expectativa é que o serviço de atendimento pré-hospitalar seja otimizado ainda mais com a chegada do SAMU.“O SAMU vem para melhorar o serviço oferecido e vai absorver todas as tecnologias de atendimento pré-hospitalar que já temos em operação”, disse o secretário.

Infarto

O infarto é uma ocorrência grave que requer atendimento profissional imediato. Pode vir precedido de crises de angina (dores no peito, muitas vezes associadas ao esforço físico) ou irromper sem qualquer aviso. Cerca de 1/3 das pessoas que sofrem infarto não sobrevive e a maioria das mortes ocorre dentro de duas horas.

Das 1.099.131 mortes ocorridas no Brasil em 2009, 99.835 foram atribuídas às doenças isquêmicas do coração, das quais 75.868 são decorrentes do infarto agudo do miocárdio, o que representa 6,9% de todas as mortes. Quase a metade dos óbitos (29.849) ocorreu fora do hospital, com destaque para o domicílio do paciente (25.220). Estes números refletem o fato de que 25 a 35% dos pacientes infartados morrem antes de receber cuidados médicos.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 28/02/2013

Crise da Saúde prejudica moradores da cidade

A decisão da Secretaria de Saúde de São José de transferir um grupo de médicos supostamente ligado à administração do PSDB provocou uma nova crise na rede, que resultou em pedidos de demissão e manifestos por meio de carta aberta e pelas redes sociais.

Cinco profissionais foram remanejados pelo governo Carlinhos Almeida (PT), todos eles servidores de carreira que ocupavam cargos de chefia no Hospital Municipal e no serviço Resgate Saúde. Eles pediram exoneração da prefeitura na semana passada, após serem transferidos para plantões aos finais de semana nas UPAS do Novo Horizonte e Campo dos Alemães. Os cinco entraram na rede como médicos emergencistas.

Parte do grupo chegou a acionar a Justiça pedindo a revisão da transferência, mas na falta de uma decisão optaram pelo desligamento. O grupo produziu uma carta aberta e criou um blog para falar da situação da rede. O fato também será denunciado ao CRM (Conselho Regional de Medicina).

O grupo alega que o temor de novas ‘listas’ de transferência gerou um clima de instabilidade na rede. A administração teria elaborado duas listas de transferências a primeira previa dez remanejamentos, mas após críticas foi reduzida.

“Não temos vinculação com qualquer partido político, mas nossos nomes foram escolhidos por sermos próximos do ex-secretário Danilo Stanzani. Não vemos uma ação de governo, mas um revanchismo”, disse o diretor clínico do Hospital Municipal, Marcos Antônio da Silva. Ele pediu exoneração do cargo de médico emergencista, mas manteve o vínculo com a SPDM, organização que administra o hospital Municipal.

“A decisão do governo ocorreu à revelia de diálogo até com a direção do Hospital Municipal”, disse Silva, que atuava na rede havia 13 anos. Segundo ele, o objetivo não é atacar a administração, mas fazer chegar à população e ao prefeito o que aconteceu. “Atitudes como essa trazem prejuízos à gestão de serviços importantes e criam um clima ruim”, afirmou.

O grupo também teme o desmonte do Resgate Saúde, programa de atendimento emergencial criado em 2005, na gestão do PSDB, e que realiza cerca de 1.300 atendimentos por mês. Pelo menos cinco dos oito médicos plantonistas estariam na lista de transferência. Três deles já pediram demissão.

“São médicos com perfil diferenciado e que receberam treinamento do Corpo de Bombeiros. Os que ficaram trabalham desmotivados”, disse o coordenador do Resgate Saúde, Fernando Fonseca Costa, que também pediu demissão. “Os boatos de novas listas criaram um clima de insegurança nos funcionários.”

O Vale

Publicado em: 14/02/2013

Hospital Municipal da cidade forma novo grupo de residente

Um grupo de 22 médicos se forma no programa de residência do Hospital Municipal de São José dos Campos. A cerimônia será nesta quinta-feira (31), a partir das 14h, no anfiteatro do hospital (Rua Saigiro Nakamnura, 800), na Vila Industrial.

Entre os formandos, três médicos se especializaram em anestesiologia, quatro em cirurgia geral, cinco em clínica médica, um em neonatologia, quatro em ginecologia e obstetrícia, três em pediatria e dois em neurologia. Cerca de 150 médicos já se formaram no programa de residentes do Hospital Municipal desde 2000, quando a primeira turma foi aberta.

A residência é uma especialização na qual o médico já formado se aperfeiçoa em alguma área da medicina. Além de oferecer suporte técnico e prático no cotidiano de trabalho, ela tem como objetivo incentivar e fomentar a pesquisa científica. Uma nova turma de médicos iniciará o programa de residência em março.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 31/01/2013

Cidade tem solicitação para aumento de médicos

O Comus (Conselho Municipal de Saúde), de São José dos Campos, encaminhou um pacote de reivindicações ao secretário de Saúde, Álvaro Machuca. O documento foi entregue na semana passada, durante reunião do conselho com o secretário.

São 11 propostas, que foram aprovadas na 11ª Conferência Municipal de Saúde e compiladas em outubro do ano passado pelo Colegiado Pleno do Comus. Entre as principais recomendações estão a atenção especial ao setor de Recursos Humanos da pasta, provendo o sistema de número adequado de profissionais para atender a demanda existente e eliminar o desvio de funções; concretizar propostas de mudanças para a melhoria do plano de carreira dos profissionais da saúde e adoção de medidas emergenciais para o atendimento das demandas reprimidas existentes na áreas de atenção básica, especialidades e cirurgias.

O Comus recomendou ainda a implantação de programas de saúde dos governos federal e estadual, como PSF (Programa de Saúde da Família), Brasil Sorridente e SAMU, entre outros, além de ampliação do desenvolvimento de políticas de saúde preventiva, principalmente em relação às doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial.

Também foi pedido ao secretário que garanta a efetiva participação do Comus no sistema de gestão da Saúde, visando manter a transparência nos investimentos e na execução do orçamento da secretaria. A presidente do Comus, Meire Ghilarducci, disse que o documento foi elaborado para ser entregue ao novo prefeito na primeira reunião anual do conselho.

“O encontro com o secretário Machuca ocorreu na quarta-feira da semana passada e foi bastante positivo.” Segundo ela, o colegiado do Comus tem expectativa positiva para o trabalho de Machuca. “Ele trabalhou na secretaria e conhece bem a área”.

No encontro, Machuca relatou aos membros do Comus as tratativas para a realização do primeiro mutirão, promessa de campanha do prefeito Carlinhos Almeida (PT). “O secretário relatou que está mantendo contato com os parceiros da rede para a realização do mutirão. O Comus vai acompanhar e apoiar a iniciativa para depois tratar de outros temas relacionados a projetos para a melhoria do setor”, disse Meire. Segundo ela, Machuca se comprometeu, sempre que possível, a participar das reuniões do colegiado.

O Vale

Publicado em: 17/01/2013

Cidade apresenta hopitais sem consultas para moradores

A Secretaria de Saúde de São José dos Campos realizou, desde agosto do ano passado, 28 Atendimentos Ampliados no Hospital Municipal, na zona leste, os chamados “mutirões”. No total, foram oferecidas 7.500 consultas médicas em especialidades como ortopedia e dermatologia. O problema está no índice de faltas da população, que não compareceu a 35% dos atendimentos oferecidos.

Mesmo assim, segundo a prefeitura, os mutirões surtiram efeito. De acordo com os dados, 64 mil pessoas esperavam por consultas antes da força-tarefa. Hoje, a fila é estimada em 37 mil redução de 42%. Apesar da redução estatística, a eficácia do sistema de mutirões é questionado por especialistas, que apontam falta de investimento nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) tidas como a solução para o gargalo do setor.

O VALE tentou por dois dias contato com o secretário de Saúde, Danilo Stanzani, para que ele fizesse um balanço dos mutirões, mas não houve retorno.  Para o presidente da APM (Associação Paulista de Medicina) em São José dos Campos, Sérgio Ramos, os mutirões não resolvem os problemas da saúde pública. “Se a gente conseguisse que as pessoas fossem atendidas na rede básica de saúde mais de 90% dos problemas seriam resolvidos”, disse Ramos.

Para ele, além de um maior investimentos nas UBSs, é necessário mudar o que ele afirma ser um problema cultural. “Hoje, se a pessoa tem uma dor de cabeça, vai no neurologista. Mas pode ser um stress, um mal estar qualquer, que no clínico geral já resolveria. Os mutirões são para atendimentos de especialistas, mas quem diz que determinado problema é de especialista?”, afirmou.

Em relação ao elevado índice de faltas aos atendimentos nos mutirões, o representante da APM em São José disse que essa é uma realidade também do setor privado. “De 10% a 30% dos atendimentos nos consultórios não acontecem porque o paciente faltou. Essa é uma cultura do brasileiro, infelizmente. Acredito, que para diminuir essa realidade, seja preciso a adoção de algumas sanções”, afirmou Ramos.

Para a diretora do Sindicato dos Servidores de São José, Zelita Ramos, os mutirões só deveriam ser adotados em casos emergenciais, como algum surto na cidade. “O mutirão não oferece o acompanhamento contínuo do paciente. É preciso mais médicos nas UBSs, onde se for detectado um problema mais sério será possível fazer algo. Os mutirões foi só servem para diminuir a fila de consultas”.

O Vale

Publicado em: 13/12/2012

Apartir de agora letra ilegivél de médicos podem ser Denunciada

Tarefa difícil para o farmacêutico é entender uma receita quando a letra do médico não ajuda. Você ou alguém que conhece já deve ter passado por isso. Mas casos assim podem ser denunciados ao Conselho Regional de Medicina (CRM).

Normalmente, cabe ao farmacêutico decifrar o que o médico quis dizer, mas há situações em que a missão fica impossível. Se a situação é ruim para o farmacêutico, imagine para o paciente. É o caso da cozinheira Odila Moraes. Com uma receita ilegível, ela quase tomou o remédio errado e teve que voltar ao reumatologista. “Eu tenho mania de ler bula e eu olhei e vi que aquele remédio não tinha nada a ver comigo”, conta.

Com a receita de Odila em mãos, a reportagem do telejornal Link Vanguarda deste sábado (21) foi até uma farmácia em Jacareí. O farmacêutico não conseguiu decifrar a receita. “Aqui nesta farmácia 95% das receitas vêm escritas à mão. Só 5% vêm como deveria ser, datilografadas”, diz Gilberto Carmo.

O código de ética do Conselho Federal de Medicina diz que é vedado aos médicos receitar, atestar ou emitir laudos de forma ilegível. “Quando o médico der a receita, ele deve ler e explicar para o paciente o que fazer. Isso traz para o médico uma segurança”, explica Silvana Morandine, conselheira do CRM em São José dos Campos.

As denúncias são analisadas caso a caso. Entre as punições previstas pelo código de ética está a cassação do registro profissional. As denúncias devem ser feitas por carta ou apresentadas pessoalmente com uma cópia da receita no Conselho Regional de Medicina.

Vnews

Atendimento de Ortopedia é realizado na cidade

A Prefeitura de São José dos Campos realiza neste sábado (12), a partir das 7h30, mais uma etapa da série de atendimentos com médicos especialistas. Estão previstas 200 consultas com ortopedistas no Hospital Municipal (Rua Saigiro Nakamura, 800), na Vila Industrial.

Desde agosto do ano passado, quando o atendimento ampliado foi implantado, foram oferecidas 2.307 consultas em ortopedia, porém quase 40% dos pacientes que confirmaram a presença faltaram ao atendimento. As consultas de ortopedia deste sábado serão para os pacientes que já possuem encaminhamento. Eles estão sendo previamente agendados por telefone pela Central de Vagas, do Departamento de Regulação e Controle (DRC).

As pessoas agendadas deverão levar o cartão SUS, documento de identificação com foto e o encaminhamento, e resultados de exames anteriores, caso tenham em mãos. A recomendação é chegar 15 minutos antes do horário marcado. As pessoas que não comparecerem à consulta tem que voltar à Unidade Básica de Saúde (UBS) para passar por uma nova avaliação clínica.

Além do atendimento ampliado, a Prefeitura vem reorganizando a rede de assistência, com protocolos bem definidos e gerenciados para que se reduza a espera no atendimento com especialistas. Outra etapa do atendimento ampliado com ortopedistas está agendada para o próximo dia 26 no Hospital Municipal.

Prefeitura Municipal

Atendimento com ampliação no Hospital Municipal

A Prefeitura de São José dos Campos oferece neste sábado (29) 300 consultas com médicos especialistas em atendimento ampliado no Hospital Municipal (Rua Saigiro Nakamura, 800), na Vila Industrial. Esse trabalho está sendo realizado até que se reduza a espera de consultas com especialistas.

O atendimento será feito por cinco médicos, três ortopedistas e dois gastroenterologistas. Os pacientes foram agendados por telefone pela Central de Agendamento do Departamento de Regulação e Controle (DRC).

As consultas serão apenas para os pacientes que foram previamente agendados. Quem foi chamado deve levar o cartão SUS, documento de identificação com foto e o encaminhamento. A recomendação é para que o paciente chegue 15 minutos antes do horário marcado.

Mesmo com a confirmação de presença por telefone, em média, 40% dos pacientes faltaram nas outras etapas do atendimento ampliado. As pessoas que faltarem terão que voltar à Unidade Básica de Saúde (UBS) para passar por uma nova avaliação clínica e possível renovação do encaminhamento ao especialista.

O município oferece 36 mil consultas por mês em diferentes especialidades e serviços. Além do atendimento ampliado, a Prefeitura vem reorganizando a rede de assistência, com protocolos bem definidos e gerenciados. Já houve a redução de 20% na espera de atendimento no setor de especialidades nos últimos dois meses.

Prefeitura Municipal