‘Vitrine’ tucana, obra da Arena fica fora do Orçamento de 2014

O impasse na construção da Arena de Esportes de São José dos Campos levou o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a excluir o projeto do Orçamento para 2014. Na proposta orçamentária enviada pelo prefeito à Câmara não há previsão de alocação de recursos financeiros para a continuidade da obra. O projeto do complexo esportivo, no Jardim das Indústrias, região oeste, tinha custo inicial de R$ 33,3 milhões, o empreendimento mais caro da gestão do ex-prefeito tucano Eduardo Cury. A obra foi iniciada em 2011 e deveria ter ficado pronta em agosto do ano passado. O governo informou que não foi previsto a destinação de recursos por que a obra é alvo de uma ação judicial para apurar responsabilidade na execução do projeto.

Em nota, o governo informou que “existe uma ação judicial com relação à obra da Arena Esportiva e que trata-se de ação de pr odução antecipada de provas movida pela Secretaria de Assuntos Jurídicos para definir a responsabilidade da administração anterior e da atual com relação à obra em questão”. Segundo o governo, dependendo do resultado desta ação, será feito um remanejamento de verba para a conclusão da obra. O trabalho de perícia no canteiro da obra teve início há 20 dias. O prazo para a conclusão do trabalho é de 90 dias. O trabalho é realizado pelo perito Rubens Cavalheiro, nomeado pela Justiça. A construção do complexo esportivo enfrentou problemas diversos, como readequações no projeto original, e se transformou em um dos embates políticos entre o PSDB e o PT.

Na proposta orçamentária, a Secretaria de Obras, responsável pela construção da Arena de Esportes terá crescimento de 91,8%, o terceiro maior entre as secretarias. O novo titular da pasta, Dalton Ferracioli, irá gerenciar uma verba de R$ 29,4 milhões. Este ano, os recursos financeiros da pasta somam montante de R$ 15,3 milhões. As pastas que registram maior alta orçamentária foram as de Transportes (276%) e de Desenvolvimento Econômico (132,2%). Meio Ambiente (53,3%) Gabinete (22,4%), Governo (27,7%), Assuntos Jurídicos (20,4%), Planejamento (18,8%) e Habitação (17,1%) foram as pastas que sofreram redução de verba no orçamento de 2014. O secretário de Habitação, Miguel Sampaio, justificou o corte. “Não houve redução. O que aconteceu é que a Regularização Fundiária, que estava na pasta da Habitação, foi desmembrada e virou secretaria”, afirmou o secretário.

Vereadores do bloco aliado disseram que vão analisar a peça orçamentária para emitir opinião. “Já constatei que o aumento da verba para a área de esportes é insuficiente para atender toda a cidade”, disse o vereador Valdir Alvarenga (SDD). A Câmara tem prazo até dezembro para votar a proposta do Orçamento de 2014. A Comissão de Economia, Finanças e Orçamento da Casa planeja realizar audiência pública para debater o projeto orçamentário, informou o presidente da Comissão, vereador Carlos Tiaca (PMDB). Ele também vai propor a mesma medida à presidência do Legislativo. O prefeito Carlinhos Almeida solicitou autorização da Câmara para remanejar o Orçamento de 2014, por decreto, até o limite de 20%.

Levando em consideração a previsão orçamentária de R$ 2,179 bilhões, o prefeito poderá remanejar uma verba de R$ 435,9 milhões. O pedido está na proposta orçamentária encaminhada pelo prefeito ao Legislativo. O índice é o mesmo deste ano. Também na gestão tucana, o índice de remanejamento de recursos orçamentários por decreto foi o mesmo.Na prática, com a medida, o governo pode alterar parte das verbas orçamentárias entre as secretarias sem necessidade do aval da Câmara. Aliados do governo avaliam que 20% é “um bom índice de remanejamento”. “É razoável. O governo não pode ficar engessado, se não complica a administração”, disse o vereador Walter Hayashi (PSB). Para o oposicionista Fernando Petiti (PSDB), o índice é aceitável, mas avalia que o remanejamento de verbas orçamentárias tem que atender os interesses da cidade.

O impasse na construção da Arena de Esportes de São José levou o prefeito Carlinhos Almeida (PT) a excluir o projeto do Orçamento 2014. No projeto enviado à Câmara não há previsão de recursos para a obra. A Arena, no Jardim das Indústrias, tinha um custo inicial de R$ 33,3 milhões o empreendimento mais caro da gestão do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB). A obra foi iniciada em 2011 e deveria ter ficado pronta em agosto de 2012. O governo informou que não foi prevista a destinação de recursos por que a obra é alvo de uma ação judicial.

Estado retoma projeto de transposição do Paraíba

O governo de São Paulo retomou o projeto de tirar água do rio Paraíba do Sul para abastecer a Região Metropolitana de São Paulo. Hoje, em Taubaté, a Secretaria de Estado de Saneamento e Recursos Hídricos conduz um seminário para apresentar os resultados do Plano Diretor de Aproveitamento de Recursos Hídricos para a Macrometrópole Paulista, encomendado pelo Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica). O evento será realizado na unidade do Sest Senat Taubaté, às 9h, na avenida Isauro Moreira, 125. Seminários semelhantes foram feitos em São Paulo e Campinas, respectivamente ontem e anteontem.

Segundo a Secretaria de Saneamento, o principal objetivo do trabalho é apresentar propostas de ações para garantir o suprimento de água bruta para o abastecimento urbano, os usos industriais e o uso na irrigação em toda a metrópole, até o ano de 2035. Atualmente a região utiliza cerca de 97% da água produzida internamente, o que “constitui um limite preocupante”, informou a Secretaria de Saneamento. Entre as alternativas apontadas no estudo, estão a transposição das águas do rio Paraíba do Sul em dois pontos: Guararema e no reservatório do Jaguari, na região de Jacareí.

Parte das águas do Jaguari seriam transpostas para a Bacia PCJ, dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Na área de Guararema, as águas seriam direcionadas para a Bacia do Alto Tietê. A medida foi criticada na Região Metropolitana do Vale do Paraíba. Especialistas projetam risco de escassez de água nas cidades com a transposição do rio Paraíba. “Não sabemos ainda se o estudo é uma proposta fechada ou aberta a sugestões. Do jeito que está, há risco de faltar água na nossa região. É preocupante”, afirmou o engenheiro Luiz Roberto Barretti, vice-presidente do Comitê das Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul. Segundo ele, o rio já fornece água para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro e não suportaria a transposição para atender a demanda da capital.

“Há o risco de vivermos um período de escassez e de atrapalhar o desenvolvimento da região. A qualidade da água também poderia piorar.” Para a vereadora Renata Paiva (DEM), de São José, a região terá que organizar uma nova resistência contra a transposição do rio Paraíba. “O governo estadual havia engavetado esse projeto e agora está retomando. Somos contra à transposição”, disse.

Camelódromo do centro foi construído em área particular

O polêmico camelódromo da praça João Mendes (Praça do Sapo), no centro de São José dos Campos, criado pelo ex-prefeito tucano Eduardo Cury, foi construído em área particular. O Centro Popular de Compra foi inaugurado em maio do ano passado, mas o decreto de desapropriação de dois terrenos ocupados pelo camelódromo somente foi editado por Cury no dia 28 de dezembro de 2012, três dias antes de deixar o cargo. A área desapropriada já foi avaliada pelo governo do prefeito Carlinhos Almeida (PT), mas o valor da desapropriação não foi pago. Para criar o espaço, a prefeitura encampou áreas de propriedade de Veridiano Tavares Filho. Segundo o decreto de desapropriação, uma área mede 87,12 metros quadrados e a outra, 29,35 metros quadrados, no total de 106,47 metros quadrados. Em nota, o governo informou que os imóveis foram avaliados, mas não foram pagos. Segundo o governo, há uma discussão na Justiça se a área seria pública ou uma antiga servidão de passagem. Procurado, o proprietário do terreno não se manifestou.

A prefeitura também responde ação movida pela família Dória, que reivindica a posse de uma área de cerca de 40 metros quadrados que teria sido “ocupada pelo município para o camelódromo”. Ruy Dória Filho relatou a O VALE que o terreno foi ocupado sem o seu aval. “No governo passado, chegamos a conversar com a prefeitura, mas não houve acordo”, disse. Segundo Ruy Dória, o camelódromo passou a obstruir o acesso a outras áreas de sua propriedade. Ele relatou que a prefeitura obteve uma liminar que garante a posse da área ao município. “Vamos aguardar o julgamento da ação”, disse Dória. A Secretaria Municipal de Assuntos Jurídicos informou que o município defende essa área como sendo pública, uma antiga servidão. “Não há decisão da Justiça”, informa nota da secretaria.

Marina de Fátima de Oliveira, ex-secretária de Defesa do Cidadão no governo Cury disse ontem que, no caso dos terrenos desapropriados, foi “feito um acordo com o proprietário”. Ela gerenciou a criação do camelódromo no centro da cidade. “Conversamos com o proprietário. Ele deu aval verbal para utilizar os terrenos até a formalização da desapropriação, que ficou para o setor jurídico”, afirmou. Com relação à área de Ruy Dória, Marina afirmou que não houve “invasão” porque somente foi ocupada área pública onde existia uma rua”. O camelódromo do Sapo possui 42 boxes. Camelôs que trabalham no espaço reclamam que o projeto fracassou e querem sair do local.

Comerciantes, pedestres e motoristas que circulam pela Praça do Sapo (Praça João Mendes), centro de São José, estão incomodados com a falta de iluminação no local. A praça, que fica próxima ao calçadão da rua 7 de Setembro, está com todos os pontos de luz apagados. A escuridão só não é total porque as luzes dos postes da Bandeirante, instalados nas ruas em volta do local, estão funcionando. “É ruim para o comércio porque fica difícil visualizar o que acontece lá fora. Quando é dia de pagamento a gente sempre corre risco”, disse Thaís Cristina de Siqueira, gerente de uma loja em frente à praça. “É perigoso deixar assim tudo escuro. É perigoso para mulheres que passam indo para casa, e para estudantes da escola que fica logo na rua detrás, que têm de passar pela praça à noite”, disse o agente de limpeza pública Antônio Rodrigues dos Santos, de 50 anos.

“Dá medo de passar aqui porque não se sabe o que pode acontecer”, disse a estudante Ariane Ramos, de 17 anos. A SSM (Secretaria de Serviços Municipais) informou que faz rondas pela cidade para checar lâmpadas apagas e que enviou, ontem à tarde, uma equipe para vistoriar o local a fim de providenciar a retomada da iluminação. A SSM acrescentou que é comum que roubem cabos para comercializa-los e que estourem lâmpadas para dificultar a visão, motivos pelos quais uma área pública pode ficar sem luz.

São José vai debater projeto do VLT em audiência pública

A Secretaria de Transportes de São José dos Campos promoverá audiência pública este mês para apresentar o projeto do VLT ( Veículo Leve Sobre Trilhos) à comunidade. O edital foi publicado ontem e a audiência será no dia 21 no Teatro Municipal. No edital não consta o horário do evento. Segundo a pasta, a audiência pública representa o início do processo licitatório da implantação do VLT. Na primeira etapa, pela proposta divulgada anteriormente pelo governo, o novo sistema de transporte público terá 15 quilômetros de extensão e será implantado entre o Campo dos Alemães até as proximidades do Vale Sul Shopping, na região sul. O projeto prevê que esse trecho do sistema passará pela região do Bosque dos Eucaliptos e Jardim Satélite até a Via Dutra, tendo como eixo a avenida Andrômeda.

Na audiência, a pasta irá mostrar as diretrizes básicas do projeto funcional do VLT. O secretário de Transportes, Wagner Balieiro, informou em nota que serão mostrados, por exemplo, propostas de traçado. Ele explicou que o projeto funcional antecede ao projeto básico do sistema, outra etapa a ser cumprida. “A expectativa é ter a participação da comunidade conhecendo as diretrizes de um projeto de mobilidade urbana”, afirmou o secretário Balieiro na nota enviada pela sua assessoria. Eventualmente, contribuições coletadas na audiência pública poderão determinar mudanças nas diretrizes do VLT, informou o secretário. Após essa fase, a Secretaria de Transportes irá proceder a contratação de empresa para a elaboração do projeto e execução da obra. De acordo com o secretário, a expectativa é que o sistema possa operar no primeiro semestre de 2016.

Para viabilizar a primeira etapa do VLT, o município firmou operação de crédito com o governo federal no valor de R$ 800 milhões. Os recursos financeiros são do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Mobilidade Urbana. Para o orçamento de 2014, está previsto repasse de R$ 111 milhões, com uma contrapartida de R$ 5 milhões do governo municipal. Segundo dados divulgados do projeto do VLT, a população que será atendida direta e indiretamente nesta primeira fase é de cerca de 215 mil habitantes. A capacidade do sistema é para transportar até 495 mil passageiros por dia. Os estudos para a criação de um sistema complementar de transporte de massa em São José foram iniciados na gestão do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB). O modelo resultou de trabalho feito pelo Ipplan (Instituto de Planejamento).

Pudim de Carne

Pudim de carne

Ingredientes

  •     400g de carne moída
  •     1 xícara de leite
  •     1 tablete de caldo de carne
  •     2 pães (tipo francês) picados
  •     1 colher de margarina
  •     Sal a gosto
  •     5 ovos
  •     1 1/2 colher de farinha de rosca
  •     3 colheres de salsa picada

Modo de preparo

Compre a carne moída passada duas vezes na máquina de moer. Coloque em um recipiente. Esquente o leite em uma panela e dissolva o caldo de carne. Junte o pão picado e adicione na carne moída. Acrescente a margarina. o sal, as 4 gemas e, por último, as 4 claras batidas em neve. Misture tudo muito bem e coloque em fôrma untada com margarina e polvilhada com farinha de rosca. Leve ao forno para assar. Cozinhe lavo e corte em rodelas para decorar. Depois de pronto, desenforme e decore com o ovo e a salsa.

Dica: Leve ao forno com papel alumínio

Bolo Prestígio de Festa

Bolo Prestígio de Festa

Ingredientes

  •     Creme
  •     3 claras
  •     meia xícara (chá) de açúcar
  •     1 lata de Creme de Leite NESTLÉ®
  •     2 xícaras (chá) de coco em flocos seco

Massa

  •     meia xícara (chá) de manteiga
  •     1 e meia xícara (chá) de açúcar
  •     6 ovos
  •     meia xícara (chá) de Leite Líquido NINHO® Integral
  •     1 e meia xícara (chá) de farinha de trigo
  •     1 xícara (chá) de Chocolate em Pó DOIS FRADES®
  •     meia colher (sopa) de fermento em pó
  •     manteiga para untar
  •     farinha de trigo para polvilhar

Cobertura

  •     1 lata de Creme de Leite
  •     1 tablete de chocolate Meio Amargo picado
  •     Montagem
  •     meia xícara (chá) de Leite Líquido NINHO® Integral
  •     2 colheres (sopa) de leite de coco
  •     coco ralado para decorar
  •     raspas de chocolate para decorar

Modo de preparo
Creme

Em uma panela, misture as claras e o açúcar e leve ao fogo baixo, mexendo vigorosamente sem parar, por cerca de 3 minutos, tirando a panela do fogo por alguns instantes a cada minuto, continuando a mexer, para não cozinhar. Retire do fogo e transfira ainda quente para uma batedeira, batendo até que a tigela da batedeira esfrie e forme um merengue. Junte o Creme de Leite , o coco e misture delicadamente. Cubra com filme plástico e leve à geladeira até o momento de rechear o bolo.

Massa

Em uma batedeira, coloque a manteiga e o açúcar e bata até formar uma mistura esbranquiçada. Junte as gemas, uma a uma, sem parar de bater até obter um creme homogêneo. Adicione a farinha de trigo e o Chocolate em Pó DOIS FRADES, aos poucos, intercalando com o Leite NINHO e misture. Por último, junte o fermento em pó e as claras batidas em neve, misturando delicadamente. Despeje em uma forma redonda (28 cm de diâmetro), untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo e leve para assar em forno médio (180°C), preaquecido, por cerca de 30 minutos. Desenforme o bolo ainda quente e reserve.

Cobertura

Em um recipiente, junte o Creme de Leite e o Chocolate Meio Amargo e leve ao fogo, em banho-maria, mexendo sempre até formar um creme liso e homogêneo. Retire do fogo e reserve.

Montagem

Corte o bolo já frio em três partes, no sentido horizontal. Forre uma forma redonda (28 cm de diâmetro) com filme plástico, coloque uma das partes do bolo e umedeça com o Leite NINHO misturado com o leite de coco. Espalhe metade do creme de coco, cubra com outra parte de bolo e volte a umedecer. Coloque o restante do creme e termine com a última camada de bolo. Cubra com filme plástico e leve para gelar por cerca de 3 horas. Desenforme o bolo sobre um prato de servir, espalhe a cobertura, decore com fitas de coco fresco e sirva a seguir.

Tempo de Preparo: 1h 30min
Rende: 20 porções

Música ao vivo no Retrato Brasileiro

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O Bar Retrato Brasileiro está aberto de terça a sábado a partir das 19 horas. Com um cardápio especial e boa música.O Retrato Brasileiro tenta ser um fiel bar da cultura brasileira, com música brasileira e alguns pratos típicos (apesar de não ter nada muito exótico), apostando também em algumas bebidas pouco comuns, mesmo que não extremamente raras.

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Mais Informações:

RETRATO BRASILEIRO – Derli, Marcão e Lucas
qui, 3 de outubro, 21:00 – 21:15
Onde
RETRATO BRASILEIRO – Av. 9 de julho, 157 loja 6 Jardim Apolo – (12)39432237

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PUB tem música ao vivo para clientes

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O primeiro PUB do vale. Inaugurado em 2005, eleito pela revista Veja como melhor Happy Hour, melhor lugar para paquerar e destaque pela gastronomia. A casa abre as 18:00 já com uma banda para o happy hour e não tem a hora para acabar, aberto de terça a sábado.
mapa

Atrações:
no porão: Os Abominados , (rock).
no lounge: Rock Acústico.
nos intervalos: DJ Dogor , (house).

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Mais Informações:

PUB – Os Abominados + Rock Acústico
qui, 3 de outubro, 21:00 – 21:15
Onde
DUNLUCE IRISH PUB – Pç. Vidigal, 4 – Jd. Apolo – São José dos Campos (12) 39210565 – 78505248

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Música ao Vivo no Rapsódias

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Bar muito aconchegante com nivel cultural altissimo e muito boa musica. Um palco com microfone aberto para quem queira cantar ou recitar poemas faz o ambiente ganhar um toque de cultura e de eruditismo, sem perder nada do ar boêmio. É com grande alegria, que viemos convidar todos nossos amigos (gente de coração bom) pra uma noite de boa música e principalmente de boas vibrações compartilhadas entre irmãos, pois como diria nosso irmão Leu Mandi “Viemos todos da mesma estrela”.
Aguardamos a todos com muito carinho, grande abraço e até.

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Mais Informações:

RAPSÓDIAS – Música ao Vivo
qui, 3 de outubro, 20:30 – 20:45
Onde?
RAPSÓDIAS BAR – Av. Rui Barbosa 1985 – Santana – SJCampos – (12) 3913-3580

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