Exposição: Palestina – Uma Terra, Dois Povos

SESI SÃO JOSÉ DOS CAMPOS APRESENTA A EXPOSIÇÃO
PALESTINA – UMA TERRA, DOIS POVOS .

Mostra fotográfica faz um túnel do tempo para Jerusalém, relatando as condições de moradia do Povo Palestino. A entrada é gratuita e as imagens ficarão expostas de 15 a 31 de outubro

A partir do dia 15 de outubro, o SESI São José dos Campos abre a exposição Palestina – Uma Terra, Dois Povos. A mostra, que faz uma viagem ao coração de uma terra em conflito, ficará exposta à visitação gratuita até o dia 31 de outubro. A exposição é composta por 32 fotografias em preto e branco, e nela os interesses políticos e econômicos, religiosidade e laços ancestrais se misturam e nos remetem a um tempo onde passado, presente e futuro estão crucialmente comprometidos pelos fatos e acontecimentos que marcam a história de dois povos.
A mostra do fotógrafo Vanderlei Guedes é resultado de uma reportagem realizada em 1995, que tinha o objetivo de relatar as condições de moradia do Povo Palestino em Israel e apresentá-la às Nações Unidas.

Sobre Vanderlei Guedes

Vanderlei Guedes é repórter fotográfico, natural de São Paulo. Iniciou se aprendizado em fotoreportagem em 1992, no atelier “Lê Bar Floreal”. Por influência de alguns fotógrafos, teve seu trabalho direcionado para reportagens sociais.  Em 1995, foi designado pela Habitat International Coalition para realizar uma reportagem sobre as condições de moradia do povo palestino em Israel. O resultado desse trabalho viria compor, juntamente ao relatório apresentado pelo relator especial das Nações Unidas, Millon Kothari, um importante instrumento em defesa dos direitos do povo palestino na ONU.

SERVIÇO
Exposição fotográfica Palestina – Uma Terra, Dois Povos
Local: SESI São José dos Campos – Av. Cidade Jardim, 4.389 – Bosque dos Eucaliptos
Datas e horários: de 15 a 31 de outubro, de terça a domingo, das 8 às 20 horas
Informações: 12 3936-2611

Entrada franca!

Casa de Cultural de Lorena – Filme: Curtas Universitários

[sinopse datas=”true” imprensa=”2″ elenco=”Fabrício Boliveira, Ísis Valverde, Felipe Abib” direcao=”René Sampaio” genero=”Aventura” duracao=”105 min” distribuicao=”Europa Filmes” classificacao=”14 Anos”]

O Lençol Branco – SP, 2004, Fic, cor, 15’| Direção: Juliana Rojas e Marco Dutra
Em uma casa de subúrbio, uma mulher é obrigada a lidar com a presença da morte.

Produto descartável – SP, 2003, Fic, cor, 15’| Direção: Flávia Rea e Rafel Primo
Dois vizinhos que se desejam lutam contra o esteriótipo que criaram para si mesmos. Uma divertida comédia urbana, repleta de clichês nos quais todos se posicionam como verdadeiros produtos descartáveis. Sexo, nudez e violência.

Veludo & cacos de vidro – SC, 2004, Fic, cor, 17’| Direção: Marco Martins
Os altos e baixos de uma história de amor, numa releitura do cinema marginal brasileiro.

Velha história – RJ, 2003, ani, cor, 6’| Direção: Claudia Jouvin
Um dia, ao pescar numa beira de rio, um homem pega um peixe. A partir de um gesto de afeto do pescador, os dois desenvolvem uma linda amizade que é admirada por todos na cidade.

Um sol alaranjado – RJ, 2001, Fic, Pb, 17’| Direção: Eduardo Valente.
Quatro dias na vida de uma mulher e seu pai.

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Mais Informação:

Onde:CASA DE CULTURAL DE LORENA – Rua Viscondessa de Castro Lima, 10, centro – Lorena – SP. ÀS 19h.

Grátis!

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Exposição: “Eu Cultivo, Nós Cultivamos – Transformar a cultura em verbo”

Grupo Piraquara abre exposição interativa

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) abrem no dia 15, às 19h30, no Espaço Piraquara, a exposição interativa e permanente “Eu Cultivo, Nós Cultivamos – Transformar a cultura em verbo”.

A exposição, com curadoria de Célia Barros e Paulo Pacini, conta com duas instalações de peças e utensílios, mais um vídeo, que mostram as origens e os primeiros objetivos do Grupo Piraquara, criado em 1988 pela FCCR , e hoje administrado pelo gestão do CECP. A mostra faz ainda uma homenagem às pessoas que passaram e colaboraram com o grupo nos seus 24 anos de existência.

Nos ambientes criados pelos curadores, o visitante poderá se inspirar, experimentar os figurinos e participar das oficinas. Poderão, acima de tudo, refletir juntos sobre os temas propostos.

“Ao entrar no Piraquara, o visitante será convidado a esquecer seus compromissos diários e se deixar envolver, de corpo e alma, no novo espaço que pretende ser um lugar de transformação e cidadania” comenta Paulo Pacini.

A exposição tem entrada franca e pode ser vista de 3ª a 6ª feira, das 9h ás 17h, sem limites de idade.

A exposição – “Eu cultivo, nós cultivamos -Transformar a cultura em verbo”, é uma forma de mostrar como a cultura é algo em contínuo movimento e transformação, e apresenta, na realidade do Grupo Piraquara, a cultura como verbo, no cultivo das ações que geram outras, e que por sua vez, geram ainda outras. Assim como na prática da lavoura, onde surgem gestos e canções que inspiram a culinária regional e o jeito de nos sentarmos à mesa para celebrar uma festa. Uma cultura viva, orgânica, prática e múltipla. A cultura não é um elemento parado mas, que deve ser vivido.

Projeto Piraquara – O Projeto Piraquara, criado em 1988, tem como objetivo valorizar e preservar a riqueza da cultura popular brasileira, por meio de pesquisas de campo e recriações artísticas das mais diversas manifestações folclóricas. É um lugar de estudo, de pensamento, de prática e de criação que atua a partir de ensaios de dança e música tradicionais, vivências com especialistas das áreas e recriações artísticas. Todas as atividades são abertas ao público em geral, e são alimentadas pelos registros do seu Núcleo de Campo. Das ações mais conhecidas é o Bloco de Carnaval Pirô- Piraquara, representante do carnaval espontâneo, que abre oficialmente o Carnaval de São José dos Campos há mais de 20 anos.

Serviço: Espaço Piraquara – sede da Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Av. Olivo Gomes, 100 – Santana – Parque da Cidade. Informações: (12) 3924-7357.

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Mais Informação:

Semanal: cada terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira
Onde:
Espaço Piraquara – sede da Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Av. Olivo Gomes, 100 – Santana – Parque da Cidade. Informações: (12) 3924-7357.

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10ª Parada-China,Taiwan,Japaão e Coréia do Sul

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Volta ao mundo em 80 curtas:Uma viagem ao mundo do cinema com 80 filmes de todos os continentes.Seleção realizada com a equipe do festival internacional de curtas metragens de São Paulo,o curta Kinoforum.

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Mais Informação:

Às 20h,auditório 126 lugares,grátis,para maiores de 14 anos.
Retirada de convites com 1h de antecedência.

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Barbaresco tem música ao vivo para clientes

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

O Barbaresco é um restaurante inspirado nas delicias e aromas da melhor cozinha italiana. Ambiente aconchegante, luzes suaves e  bom gosto na decoração oferecem a tranquilidade e o conforto que você procura para o seu almoço de negócios, o encontro com as amigas ou a reunião da família.

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Mais Informação:

BARBARESCO CENTER VALE – Trisom
segunda 21 out 2013 00:00
Onde?
BARBARESCO CENTER VALE – Av. Dep. Benedito Matarazzo, 9403 – Portaria D do Center Vale Shopping (12) 3924-5244/3924-5245

BARBARESCO VALE SUL – Lilian Romagnoli
Segunda 21 out 2013 00:00
Onde?
BARBARESCO VALE SUL – Av. Andrômeda – Jardim Satélite – Dentro do Shopping Vale Sul, perto do cinema. Este Barbaresco possui brinquedoteca!

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Vamos Dançar com o Clube do Balanço

[sinopse datas=”true” imprensa=”4″]

Show-Baile de Samba-Rock com uma das maiores bandas do gênero. Com Marco Mattoli (voz/guitarra), Tereza Gama (voz), Edu “Peixe” Salmaso (bateria), Leonardo “Gringo” Pirrongelli (contrabaixo), Tiquinho (trombone), Fred Prince (percussão), Marcelo Maita (piano Fender), Reginaldo “16R43; Gomes (trompete) e Wilson de Paula ”Fumaça” (percussão).
Ginásio. 800 lugares. Sem assentos.
Grátis.

11ª Parada – Filipinas, Austrália e Nova Zelândia

[sinopse datas=”true” imprensa=”2″ elenco=”Fabrício Boliveira, Ísis Valverde, Felipe Abib” direcao=”René Sampaio” genero=”Aventura” duracao=”105 min” distribuicao=”Europa Filmes” classificacao=”14 Anos”]

O HOMEM DE SEIS DÓLARES CINQUENTA – Dir. Mark Albiston/Louis Sutherland, Noav Zelândia, 15 min.
REBELLO – Dir. Chetan Raghuram, Filipinas, 8 min.
CUIDADO COM O MACHADO – Dir. Jason Stutter, Nova Zelândia, 2007, 2 min.
TRÊS MENINOS – Dir. Ming Kai Leung, Filipinas, 2007, 19 min.
A ÚLTIMA FICHA – Dir. Heng Tang, Austrália, 21 min.
Auditório. 126 lugares.
Grátis. Retirada de convites com 1h de antecedência.

Câmara de São José vota pacote de benefícios para a educação

Medida prevê a ampliação da jornada de trabalho de professores de núcleos infantis e incorpora gratificação a salários. A Câmara de São José dos Campos deve votar na sessão de hoje um pacote de benefícios do governo do prefeito Carlinhos Almeida (PT) para a Educação. O projeto, que será apreciado e deve ser aprovado pelos vereadores, altera o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos do Magistério.

A proposta contempla também funcionários administrativos da pasta. Entre as medidas está a ampliação da jornada de trabalho dos professores das Emeis (Escolas Municipais e Núcleos de Educação Infantil) para cinco horas diárias (seis horas/aula) e a padronização do trabalho pedagógico de pelo menos seis horas/aula diárias para todos os alunos da rede municipal de ensino da cidade.Outra medida regulamenta as atividades dos professores fora da sala de aula.Os professores têm direito a desenvolver atividades educacionais fora da sala de aula, em casa, por exemplo, até um terço da sua carga horária diária de trabalho. Também está previsto no projeto a incorporação ao salário dos professores, de forma gradual, a gratificação de 20% do HTC (Horário de Trabalho Coletivo). Atualmente, essa gratificação não é incorporada aos vencimentos dos professores para fins de aposentadoria.

O secretário municipal de Educação, Célio Chaves, relatou que as mudanças propostas atendem normas federais e serão implantadas gradualmente para não impactar a folha de pagamento da pasta. Segundo ele, as medidas vão custar cerca de R$ 40 milhões para a prefeitura. “O município não tem condições de arcar com esse valor de um só vez”, declarou. A previsão é que as alterações propostas sejam implementadas até 2016. Chaves informou que outra medida importante é a criação de mais 500 vagas de professores para atender a expansão da rede municipal de ensino. “As vagas serão preenchidas gradualmente, de acordo com a expansão da rede”. Apoio. O projeto do governo petista não vai encontrar obstáculos na Câmara. O bloco oposicionista já se manifestou favorável. “Não vamos pedir prazo de emenda porque trata de benefícios para o servidor”, disse Juvenil Silvério, líder do PSDB no Legislativo. O Sindicato dos Servidores Municipais também apoia o projeto e está convidando professores e funcionários da Educação para acompanhar a votação hoje na Câmara.

Após ser notificado em agosto deste ano pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) a devolver verba aos cofres públicos, a ONG Mamulengo Social voltou a ser comunicada pelo órgão.
A decisão de notificação foi publicada no dia 12 deste mês no Diário Oficial. A ONG deve devolver R$ 208,6 mil à Prefeitura de São José por falta de prestação de contas, em um prazo de 15 dias.
Segundo o relatório assinado pelo conselheiro Dimas Eduardo Ramalho, a nova notificação acontece após a falta de informação e a mudança de endereço da entidade. O VALE procurou o responsável pelo instituto, Flaunizio Avelar Faria, mas não conseguiu contato. O Mamulengo manteve, por cerca de dois anos, contrato com a prefeitura para administrar o “crechão” do Campo dos Alemães, na zona sul.

Com problemas para pagar os funcionários, a instituição acabou encerrando as atividades e deixando a administração da creche. Cerca de 200 empregados não receberam. Essa é a segunda notificação que o instituto recebe. A primeira aconteceu em agosto último. À época, Faria disse que contava com um defensor constituído e que o valor não poderá ser pago por falta de recursos. Ninguém do TCE quis comentar a notificação ou falar sobre o caso.

FONTE: O Vale

A partir do dia 25 de Agosto, começa a funcionar o nono número

No próximo dia 25 de agosto (domingo), os números de celular do interior de São Paulo (DDD 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19) ganham um nono dígito, assim como já aconteceu com os da capital paulista. A medida – que aumenta de 37 milhões para 90 milhões de combinações em cada área – atingirá todo o Brasil até 2016, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Confira abaixo uma entrevista com
Valdomiro Souza, Gerente de Infraestrutura de TI e Operações da Zenvia, uma das maiores empresas de mobilidade no Brasil.

O que muda a partir do dia 25 deste mês?
Basicamente, para acessar os celulares do interior paulista, por voz ou por mensagem, os interessados devem acrescentar o número “9” à esquerda do número existente (Ex: 9 XXXX-XXXX). Há um período determinado de adaptação, no qual as ligações serão completadas com os oito dígitos atuais, após ouvir uma mensagem de orientação quanto à mudança.

Quais os impactos decorrentes dessa alteração, principalmente para quem trabalham com TI?
Os principais impactos estão nas regras de validação dos números. No caso da Zenvia, por exemplo, tivemos que adicionar em uma centena de aplicações estas novas regras de validação, além do trabalho de atualização de bases de dados, favorecendo nossos clientes que não precisarão fazer qualquer atualização nesse sentido. Trata-se de um trabalho delicado, pois todas as regras de negócio existentes não podem ser impactadas de outra forma, apenas na validação necessária com o nono dígito. Além disso, faremos testes de homologação com as operadoras de telecomunicações e internamente para nos certificarmos que as mudanças seguem as regras da Anatel. A partir do primeiro minuto do dia 25, toda a equipe de TI da Zenvia trabalhará, em um pequeno intervalo de tempo, para executar tais alterações e validações, em paralelo aos times das operadoras.

Pode citar alguma dica que facilite a migração?
A melhor forma de executar a migração é seguindo a regra: números de telefone com DDDs de 12 a 19 iniciados por: 6, 8, 9, 70, 71, 72, 73,74, 75,76 e 79 são celulares e recebem o nono dígito. Os números iniciados por: 2, 3, 4, 5, 77 e 78 não são celulares e, portanto, não ganham o nono dígito. De qualquer forma, a Anatel disponibilizou uma cartilha com as melhores práticas para a migração.

O que a Zenvia fez para aumentar a comodidade dos seus clientes?
Iniciamos esse trabalho de adequação em 2012, com a primeira fase de migração para o nono dígito ocorrida com o DDD 11. Um dos grandes desafios é implementar uma solução que permita a automática adequação quando encaminhamos ou recebemos números antigos (com oito dígitos), das regiões que foram atingidas pela mudança. A adequação de software atingiu mais de 300 milhões de registros em nosso banco de dados. O objetivo da Zenvia é desobrigar nossos clientes de dedicar tempo a isso, minimizando, assim, o impacto em seus sistemas atuais.

Você sugere algum aplicativo que atualize a agenda do celular automaticamente?
Existem boas opções gratuitas de Apps nas lojas do Google Play (plataforma Android) e App Store (plataforma iOS/Iphone). Porém os demais smartphones e feature phones exigirão a edição manual de cada contato.

Telefones via rádio serão atingidos com a mudança?
Conforme resolução Anatel n.º 553/2010, os planos de numeração destinados ao Serviço Móvel Especializado (SME/Rádio) não sofrerão alterações, permanecendo com códigos de acesso com oito dígitos.

Empresas querem dinheiro público para cobrir ‘rombo’

O relatório do fluxo de caixa e do balanço econômico das empresas de ônibus que operam o transporte público em São José dos Campos sugere o repasse direto de dinheiro do poder público para cobrir os prejuízos que elas estariam tendo na prestação dos serviços. Nos dados encaminhados pelo secretário de Transportes, Wagner Balieiro, à Câmara de São José, no final de junho, a Expresso Maringá, uma das três empresas concessionárias, afirma que “seria necessário um aporte direto do poder concedente (prefeitura) no valor de cerca de R$ 43,8 milhões (atualizados em dezembro de 2012), à empresa concessionária, para cobrir os desequilíbrios financeiros com as operações”.

A Maringá e a CS Brasil exploram o transporte público na cidade desde 2008 e a Saens Peña, desde 2010. O contrato de concessão dos serviços públicos tem um prazo de 12 anos. A CS Brasil aponta que nos primeiros cinco anos do contrato as perdas acumuladas foram de R$ 50,1 milhões. A Saens Peña diz que seu déficit é de R$ 8,2 milhões em dois anos de concessão. Pelos dados das empresas, a exploração dos serviços de transporte público em São José seria um “mau negócio”, com prejuízos acumulados de cerca de R$ 102 milhões. As empresas alegam que a prefeitura fez novas exigências que não estavam previstas no edital, publicado em 2007, durante a gestão do ex-prefeito Eduardo Cury, que “afetaram significativamente os resultados projetados para o fluxo de caixa da concessão”.

Entre essas exigências estão o aumento da frota a partir do segundo ano do contrato, aumento da quantidade de viagens e da quilometragem rodada e a exigência de contratação de cobradores para os micros ônibus. Elas também disseram que tiveram prejuízos com a contratação de pesquisadores, mais cartões de passe eletrônico e com a compra de sapatos para os funcionários. A Avetep (Associação Valeparaibana de Transporte Público), não quis comentar o assunto com O VALE. O ex-secretário de Transportes, Anderson Farias Ferreira, contesta as empresas e diz que todas as exigências estavam previstas no edital de licitação. “Se elas estão tendo prejuízo, por que continuam operando em São José”, questionou. O vereador Luiz Mota (DEM), da Comissão de Transportes, também não acredita em prejuízos. “Acho que é um alegação para forçar o aumento da tarifa.”