Prefeitura concluí obras em Viaduto no Centro

A Prefeitura de São José dos Campos concluiu as obras de fechamento do espaço sob o viaduto Raquel Marcondes, na Avenida Teotônio Vilela, região central da cidade. O trabalho teve como objetivo impedir a utilização indevida do local.

As obras envolveram o fechamento de um espaço de 200 metros quadrados das laterais e do vão que havia sob o viaduto. O serviço foi finalizado com a pintura, na cor terracota, dos blocos de concreto utilizados na construção.

Nos próximos dias a Secretaria de Serviços Municipais (SSM) fará o plantio de grama nas laterais do viaduto, onde esse tipo de vegetação foi retirada para a execução dos trabalhos. O investimento total para a obra foi de R$ 51.405,43.

Prefeitura de São José

Obras de Duplicação trará retorno ao Governo

O trecho de planalto da Nova Rodovia dos Tamoios (SP-99) contará com 14 retornos, numa média de um a cada 3,5 quilômetros dos 49 que serão duplicados. Os cruzamentos visam minimizar os impactos econômicos que os comércios ao longo da estrada poderão sofrer, já que, com barreira central separando as pistas em sentido contrário, o acesso aos estabelecimentos ficará mais difícil.

Hoje, qualquer motorista, em direção ao Litoral Norte ou a São José dos Campos, consegue acessar restaurantes em ambos os lados da rodovia, principalmente na altura de Paraibuna, onde a maioria se concentra –são pelo menos 25 pontos comerciais às margens da estrada.

Com a duplicação da via, toda a extensão da Nova Tamoios contará com uma barreira de concreto (no mesmo modelo adotado pela Via Dutra), conhecida como New Jersey.

“É óbvio que quando uma rodovia fica duplicada fica um pouco mais complicado quem está de um lado da rodovia acessar um comércio do outro lado”, reconheceu o diretor-presidente da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), Laurence Casagrande Lourenço.

“Agora, essa dificuldade que nasce com a duplicação é o preço que se paga pela segurança. Não teremos mais cruzamentos em nível, você terá muito mais segurança e muito menos acidentes”, disse. Lourenço explicou que todos os retornos serão viabilizados por meio de “passagens inferiores ou superiores”.

Ontem, O VALE consultou comércios ao longo da SP-99. Em maior número, eles reconhecem que a duplicação da via é importante e esperam que os retornos atendam suas necessidades, para não perder clientela. A preocupação com os acessos aos estabelecimentos foi objeto de discussão entre os prefeitos de Paraibuna e Jambeiro, cidades mais afetadas, com o governo do Estado.

“Tentaremos negociar com o governo tudo o que for necessário para não prejudicarmos ninguém que vive do comércio”, disse o prefeito de Paraibuna, Antonio Marcos de Barros (DEM), em entrevista anterior a O VALE. As obras de duplicação da via, promessa recorrente dos governos tucanos no Estado desde 1994, começaram oficialmente anteontem. A obra no trecho de planalto deve ser entregue em dezembro de 2013.

O Vale

Hoje começam as obras de Duplicação da Tamoios

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) visita hoje a região para dar início às obras de duplicação do trecho de planalto da Rodovia dos Tamoios (SP-99). O encontro será em Paraibuna, às 10h30, no km 28 da rodovia. A visita representa o início oficial das obras com maquinário nas pistas. Na última semana, foram instaladas placas para orientar os motoristas.

A duplicação, que vai levar 20 meses para ser concluída, será executada pelas empresas Encalso e S.A. Paulista que em consórcio venceram a licitação da obra. Os serviços vão custar cerca de R$ 557,4 milhões aos cofres do Estado e prometem transformar a Tamoios em uma das rodovias mais modernas do país.

Além de uma nova pista ao lado da atual, serão implementados recursos de segurança como sinalização anti-ofuscante, passarelas e barreiras de concreto. Após as obras, a Tamoios contará com duas faixas de tráfego por sentido com 3,60 metros cada, mais acostamento e faixa de segurança. A duplicação será do km 11,5, em São José, até o km 60,4, em Paraibuna.

As obras vão exigir ainda a desapropriação de 250 propriedades às margens da rodovia que juntas abrangem uma área de 1,670 milhão de metros quadrados o equivalente a 167 campos de futebol que vai consumir R$ 40 milhões do Estado.

Promessa recorrente dos governos tucanos desde 1994, a duplicação da Tamoios nasceu na campanha do governador eleito naquele ano, Mário Covas, a partir de demanda apresentada pelos prefeitos da região.

Depois, ela voltou a ser objeto de campanha eleitoral com o próprio Alckmin, em 2002, posteriormente eleito, e com o ex-governador José Serra, em 2006, também eleito. Em 2010, antes das eleições, Alckmin classificou a duplicação como a principal obra estadual a ser realizada no seu governo.

No último dia 24, o governador assinou os contratos para execução do serviços. O principal objetivo da duplicação é aumentar a segurança da rodovia que liga às cidades do Litoral Norte. A Tamoios recebe cerca de 45 mil veículos por dia, segundo dados da Secretaria de Logística e Transportes do Estado.

Levantamento da Polícia Rodoviária Estadual mostra que as vítimas fatais na Tamoios subiram de 18 em 2008 para 30, no ano passado. No mesmo período, os acidentes saltaram de 1.070 para 1.257. O restante da duplicação, que abrange a duplicação do trecho de serra e contornos viários no Litoral Norte, está em fase de análise.

O Vale

Prefeitura realiza recapeamento na Avenida Bacabal

O trecho da Rua Bacabal entre a Rua Quixadá e a Rua Arequipa, no sentido Parque Industrial, zona sul de São José dos Campos, será interditado. A via será fechada a partir das 7h deste sábado (12) até às 20h da segunda-feira (14). No local serão realizadas obras de recapeamento.

O tráfego de veículos para a Rua Arequipa ou para o Jardim Satélite (zona sul) será desviado pela Avenida João Batista de Souza Soares. Para os motoristas que desejam acessar a Rua Bacabal será feito um desvio seguindo as vias Lúcia de Almeida Barreto, Álvaro Gonçalves Júnior, Codajas, Anápolis e Itamaracá.

Para os usuários da linha 122- Parque/Altos de Santana, sentido zona norte, os ônibus seguirão por um desvio a partir da Rua Anápolis. Os veículos circularão direto pela Rua Quixadá, sem acessar a Rua Oeiras, para então ter acesso até a pista central à direita e seguir pela Rua Arequipa, retornando ao itinerário regular.

As vias serão sinalizadas para orientar os motoristas e agentes de trânsito estarão monitorando o local durante o período do desvio.

Prefeitura de São José

Prefeitura realiza obras de Pavimentação na cidade

Os bairros Jardim Minas Gerais, na zona norte, e Campos de São José, zona leste, começam a receber obras de terraplanagem e pavimentação dentro do Programa Comunitário de Melhorias (PCM). As empresas contratadas já receberam a ordem de serviço para iniciar os trabalhos.

Na região sul, no Jardim Nova República, e na leste, no Jardim Nova Michigan, o programa já está em fase de colocação de guia e sarjeta, para então receber a pavimentação. As obras estão previstas para serem concluídas em julho deste ano.

O Jardim Nova Detroit (zona leste) deve ser o próximo a receber as obras de melhoria viária. A empresa que realizará a pavimentação na área já foi definida e o processo está em fase de assinatura de contrato entre a companhia e os moradores. Nos bairros Jardim Santa Edwiges (região sul) e Coqueiro (região leste) o programa está em fase de licitação.

Na zona leste mais de mil famílias foram beneficiadas com melhorias em vias no Santa Inês III, Residencial Dom Bosco e Jardim Califórnia. E na região oeste na Rua da Palha, no bairro Limoeiro. Foram pavimentadas 36 ruas e cinco avenidas nos bairros.

O PCM é uma parceria entre a Prefeitura e os moradores. Para que o programa seja implantado nas áreas é preciso a adesão de no mínimo 60% da comunidade. O contrato é feito diretamente entre a população beneficiada e a empresa vencedora da licitação. A Prefeitura entra como parceira e é responsável pelos 40% restantes do custo total da obra. Os moradores só começam a pagar as parcelas após a conclusão do asfalto, período em que estarão isentos do pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Recapeamento

A Rua 23 de Dezembro, no Jardim Cerejeiras, está recebendo obras de melhorias viárias entre o trecho da Rua Oito de Dezembro e Avenida Tancredo Neves. Os trabalhos de recapeamento foram iniciados na terça-feira (8) e serão realizados em 900 metros da rua até a altura do poliesportivo do bairro.

Prefeitura Municipal

Nova pista na Tamoios, afeta mais de 200 propriedade localizadas

Deputados e prefeitos da região vão tentar junto ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) uma compensação aos comerciantes que serão afetados pela duplicação da rodovia dos Tamoios. Somente no trecho de Paraibuna há pelo menos 25 pontos comerciais às margens da estrada, segundo o prefeito Antonio Marcos de Barros (DEM). Dez deles funcionariam de forma clandestina dentro de áreas do próprio governo do Estado.

Há também a preocupação com a mudança dos acessos aos estabelecimentos que restarem após as obras de duplicação. “Tentaremos negociar com o governo tudo o que for necessário para não prejudicarmos ninguém que vive do comércio”, disse o prefeito de Paraibuna.

“O Fazendão, por exemplo, pode ter problemas com os acessos, já que hoje tanto quem desce, quanto quem sobe tem acesso ao comércio. Duplicando, isso não será possível”, afirmou. A Nova Tamoios terá duas faixas de tráfego por sentido após o término da duplicação, que teve início no último dia 2.

A expansão se dará, principalmente, dentro da faixa de domínio da rodovia, que abrange 50 metros a partir do acostamento e, por lei, já pertence ao Estado. Mas também exigirá a desapropriação de uma área de 1,670 milhão de metros quadrados (equivalente a 167 campos de futebol), conforme antecipou O VALE.

“Temos pessoas com atividades econômicas dentro dessa faixa de domínio que podem ser prejudicadas. Se houvesse um diálogo mais aberto com os prefeitos, eles poderiam se planejar para reintegrá-las ao mercado. Como não houve, vamos cobrar isso do Estado”, afirmou o deputado estadual Marco Aurélio (PT).

“Esses comerciantes irregulares também precisam de um atenção. Vamos tentar uma ação nesse sentido”, afirmou o deputado estadual Afonso Lobato (PV). O governo do Estado informou que analisará individualmente cada caso, mas antecipou que os comerciantes instalados de forma irregular às margens da Tamoios não devem receber indenização. As obras no trecho de planalto deverão se estender por 20 meses, a um custo de R$ 557,4 milhões.

O Vale

Obras do viaduto Talim estão concluídas, mais não liberadas

Motoristas e moradores do Jardim Satélite e da Vila Nair, na zona sul de São José, reclamam do atraso na liberação do acesso sul do viaduto Talim. No local há quatro blocos de concreto que impedem a passagem de veículos. O acesso sul ligará bairros das proximidades da rodovia dos Tamoios, como Vila Nair, Jardim Aeroporto e São Bento, à zona sul da cidade, sem a necessidade de usar o Anel Viário.

A Secretaria de Transportes informou que o atraso se dá por uma casa próxima que ainda não foi desapropriada.  O mecânico Elias Marques da Cunha, 49 anos, leva cerca de 15 minutos para voltar de sua oficina, no Jardim Aeroporto, para a sua residência, no Jardim Satélite.

“Com a liberação do acesso eu levaria uns 7 minutos. A obra já foi concluída, só falta tirar os obstáculos”, disse.
O comerciante José Eduardo Soares, 47 anos, enfrenta o mesmo problema. Ele leva de 15 a 20 minutos para ir do seu trabalho, no Jardim São Dimas, na região central, para a sua casa no Floradas São José, na zona sul.

“Pegar o Anel Viário em horário de pico é inviável. Com o acesso conseguiria usar o tempo no trânsito em outras atividades”, afirmou. Segundo a Secretaria de Transportes o acesso seria entregue em dezembro de 2011, mas os trabalhos não foram concluídos devido a uma família que continua na área. Assim que forem transferidos para um programa habitacional o acesso será liberado. Para as obra do viaduto, outras 5 casas foram deslocadas.

O Vale

Obras de Novo Duto da Petrobrás, abrirá vagas de empregos

A Petrobras planeja construir dois dutos entre a UTGCA (Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba) e a Revap (Refinaria Henrique Lage), em São José dos Campos.

Segundo a Petrobras, a estimativa é gerar 800 postos de trabalho diretos durante a execução da obra.
O projeto está em fase de licenciamento ambiental no Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e pode ser consultado em vários locais em São José, na Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Os dutos Ocvap 1 e 2 (Oleodutos Caraguatatuba – Vale do Paraíba) irão transportar gás liquefeito de petróleo (GLP) e C5+ (subproduto líquido do processamento de gás natural) entre as instalações da companhia localizadas no Litoral Norte e no Vale do Paraíba.

Cada duto terá aproximadamente 70 quilômetros de extensão e seguirá pela faixa do Gastau (gasoduto Caraguatatuba-Taubaté). Após a conclusão da obra, o sistema terá a capacidade para movimentar 3.600 m3/dia de GLP e 1.400 m3/dia de C5+.

Se converter esse volume de metros cúbicos para litros, os dutos terão capacidade para transportar 3,6 milhões de litros de GLP e 1,4 milhões de litros de C5+.

Na avaliação da estatal, além de ser a forma mais segura para transportar grandes volumes de fluidos, a empresa tem o domínio da tecnologia nesse segmento. A empresa aponta que um dos principais aspectos da nova rede de dutos é facilitar o escoamento dos produtos, mas o projeto pode contribuir para melhoria no trânsito entre Caraguá e São José com a redução do número de veículos trafegando nas rodovias. Os volumes a serem transportados pelos dutos correspondem a 84 carretas diárias de GLP e 42 de C5+.

O Vale

Completa 4 anos obras do Teatro Municipal na cidade

Há quatro anos paralisadas, as obras do novo Teatro Municipal de São José dos Campos continuam sem data para recomeçar, e o espaço, uma das principais promessas do prefeito Eduardo Cury (PSDB), não será entregue na atual administração.

Com os alicerces construídos de forma invertida, a obra foi parar na Justiça e hoje encontra-se suspensa para coleta de provas e apuração de possível prejuízo aos cofres municipais e, consequentemente, culpados. O novo teatro, que deve ficar em Santana, na zona norte da cidade, começou a ser erguido com a frente virada para a avenida Olivo Gomes, quando a mesma deveria ficar voltada para o Parque da Cidade.

O erro foi descoberto dois anos depois, já com as obras paralisadas. Na época, o PT acionou a Justiça pedindo a condenação do prefeito e o ressarcimentos aos cofres públicos dos valores gastos até aquele momento. Iniciados em agosto de 2007, os serviços foram paralisados em maio do ano seguinte por determinação de Cury, que alegou atrasos no cronograma da obra. A paralisação completará quatro anos no próximo sábado.

Até então, a empreiteira Teto Construções e Comércio, que trabalhava na fundação do prédio, recebera R$ 685,4 mil do governo. Ainda em 2009, Cury tentou retomar os serviços em nova licitação, mas nenhuma empresa foi habilitada.

Então, por R$ 22,9 milhões, o tucano repassou a obra à Urbam (Urbanizadora Municipal S/A). O Tribunal de Justiça, contudo, suspendeu o reinício até que as irregularidades fossem apuradas. Desde então, o governo tucano diz que só definirá o futuro do Teatro Municipal após a decisão da Justiça. Cury acusa o PT de politizar o assunto e afirma que o erro na execução do projeto não trará prejuízo ao erário.

A apuração da Justiça, conduzida pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública de São José, Luiz Guilherme Cursino de Moura Santos, está em fase de coleta de depoimentos. Cury eximiu-se de culpa no processo e apontou sete servidores municiais como responsáveis por eventuais falhas.

A Justiça tem encontrado dificuldades para acioná-los, já que alguns estão morando em outros Estados.
O processo, sem previsão de conclusão, ainda contará com perícias judiciais. Apesar do pedido de Cury, o juiz o manteve como réu na ação.

Enquanto a Justiça avalia o caso, e a administração municipal aguarda, o terreno que deveria abrigar um moderno espaço cultural, com capacidade para 1.000 espectadores e infraestrutura para receber grandes eventos, tornou-se um grande matagal. Ao lado da portaria do Parque da Cidade, o que deveria ser o teatro é um espaço com mato alto, ferros enferrujados expostos, muitos já retorcidos, alguns pedaços de concreto quebrados e só.

“É uma pena vermos o aniversário da paralisação das obras do teatro invertido, quando seria importante a cidade ter um Teatro Municipal”, afirmou a presidente da Companhia Cultural Bola de Meia, Jacqueline Baumgratz.

Atriz e produtora em São José, Andréia Barros também lamenta o impasse em torno do Teatro Municipal.
“Acho que sinto falta não ter o teatro não só enquanto atriz, mas enquanto espectadora. Um teatro desse porte iria permitir a vinda de peças grandes a São José, como óperas, musicais”, afirmou.

“Acredito também”, continuou Andréia, “que o novo teatro teria um valor simbólico, auxiliando na formação de público, no fomento da cultura”. Jaqueline avalia que o novo Teatro, aliado a uma política descentralizadora, com “polos de teatro na periferia”, fortaleceria a arte na cidade.

O Vale

Prefeitura preprara a reforma das Praças do Centro

As primeiras intervenções para recuperação das praças do centro de São José dos Campos, que foram desocupadas segunda-feira pelos ambulantes, vão começar até o final deste mês, anunciou ontem o prefeito Eduardo Cury (PSDB). “Vamos fazer as obras imediatamente. A prefeitura vai fazer melhorias na praça João Mendes (praça do Sapo) e na praça Padre João (praça da Matriz)”, disse.

“A praça do sapo é um projeto mais antigo nosso. A recuperação da praça da Matriz está inserida no projeto Centro Vivo. Será um projeto maior. Nessa praça vamos mexer em calçada, na circulação de veículos e no transito. O espaço ocupado pelos ambulantes (em frente à Igreja Matriz) provavelmente será aberto para circulação de veículos. As obras devem começar no final de maio”, completou Cury.

O projeto de recuperação e revitalização das praças foi elaborado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), em parceria com a prefeitura. A diretora do Ipplan, Cynthia Gonçalo, disse ontem que a praça João Mendes será a primeira a ser restaurada, de acordo com o projeto aprovado em 2008 pelo comphac (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico).

A praça é preservada como patrimônio histórico e qualquer intervenção no local precisa da aprovação do Comphac. O trabalho será executado em parceria com os comerciantes. “Vamos começar a restaurar a praça pelo paisagismo, que será patrocinado pelos comerciantes”, afirmou Cynthia.

Em seguida, a Urbam (Urbanizadora Municipal) irá recuperar o piso e a fonte da praça. O novo piso será feito conforme as normas do Calçada Segura, mas terá o mesmo padrão do atual. A calçada do entorno também será refeita e o nível da rua será elevado para ficar na mesma altura da praça.

“A intenção é privilegiar o pedestre e facilitar o acesso ao Centro de Compras Popular (camelódromo) para onde foram transferidos os ambulantes que ocupavam a praça.  Na praça Afonso Pena, a maior do centro de São José, a Urbam ou a SSM (Secretaria de Serviços Municipais) vai ampliar a calçada no trecho em frente à praça onde há estabelecimentos comerciais. “As obras também vão começar este mês”, disse a diretora do Ipplan.

Também está prevista a recuperação do paisagismo da Afonso Pena. Na praça Cônego Lima, a intervenção será para recuperar o piso e a elevação do nível da praça com o da rua. A recuperação da Matriz será objeto de concurso público para arquitetos.

O Vale