Chineses tentam se acostumar com novos hábitos

Ainda tímidos, meio sem jeito, e ‘arrastando’ o português, os chineses começam a chegar na região para trabalhar em duas empresas que devem gerar milhares de empregos, a Chery, em Jacareí, e a Sany, em São José.

O número de chineses que virão ao Vale não foi divulgado pelas fábricas, mas estima-se que cerca de 3.000 virão inspecionar as obras e o início dos trabalhos até o final de 2013. A maioria deve trocar o país oriental pelo ocidental pelo período de três anos. E nesse prazo, terão que se adaptar aos costumes e à comida brasileira.

“O ambiente é muito bom”, disse pausadamente Zhou Jian, engenheiro de qualidade da Sany, 28 anos. Agora, ele é chamado de Victor, um nome de ‘guerra’, mais fácil de ser pronunciado pelos colegas na região. Da casa dos pais onde morava em Xangai –a maior cidade da República Popular da China e uma das maiores áreas metropolitanas do mundo, com mais de 20 milhões de habitantes direto para um apartamento no Jardim Aquarius, na região oeste de São José.

Há três meses na cidade, Jian já tem sua opinião. “É fácil morar aqui. As pessoas são muito simpáticas”. A maior dificuldade de adaptação apontada pelos chineses é a língua portuguesa. “É muito difícil de aprender e falar”, disse Jian, que há um mês faz aula particular com uma professora de português.

Mesmo assim, eles tentam se comunicar e fazer amizades em um país com costumes e tradições completamente diferentes com o que estavam acostumados. Eles foram buscar no esporte uma maneira de interagir entre eles e os moradores da região. Durante a semana, o ponto de encontro ocorre na praça Ulysses Guimarães, no Aquarius. Lá, eles jogam basquete e praticam corrida. “Aqui é um pouco quente. E aqui fora, o ar é fresco.

Gosto de ver as pessoas”, disse o engenheiro. O tempero brasileiro agrada uns e desagrada outros. “A comida é muito, muito diferente, tem muito tempero. Não gosto. Prefiro frutas como laranja, manga e limão”, afirmou Jian.

Já seu colega de corrida, Wang Ji, engenheiro da Sany, 28 anos, gostou de churrasco. “Adoro churrasco. É muito famoso, mas um pouco caro”, disse Ji, que não fala português e conta com a ajuda de Jian. Jian e Ji tentaram mostrar uns passos da dança, mas não levam muito jeito. Ji prefere música sertaneja. “Gostei de Luan Santana”, disse.

No Carnaval, alguns funcionários da Sany desfilaram no Escola Unidos do Álcool, cujo tema era a China. A Chery vai operar nos setores de funilaria, montagem e pintura e estará concluída no segundo semestre de 2013. Já a Sany, inaugurou em maio a linha de montagem de guindastes sobre caminhão.

De olho em uma das 3.000 vagas de emprego que devem ser abertas pela Chery em Jacareí, o bailarino Danilo Ferreira Barros, 28 anos, aproveitou o projeto da prefeitura da cidade em parceria com a Unesp (Universidade Estadual Paulista) e tratou de correr atrás de aulas de mandarim.

“Vi como uma boa oportunidade de melhoria de qualidade de vida e conseguir um emprego melhor”, disse ele. Dos seis exames de proficiência, aplicados no Instituto Confúcio, em São Paulo, Barros já foi aprovado em um com 190 pontos a prova valia 200.

Para ele, escrever é mais difícil do que falar. “É muito diferente, não tem conjugação. Tem que ter muita vontade e disciplina porque vale a pena. Tenho certeza que estou mais qualificado e capacitado para concorrer aos postos de trabalho”, afirmou o bailarino.

Para a professora de mandarim, Li Yingying, 24 anos, falar bem o chinês pode significar um trabalho melhor. “Acredito que uma pessoa pode ser mais competitiva se ela falar fluentemente tanto inglês quando chinês”, disse. Para concorrer a uma vaga, é preciso ter ensino fundamental completo. Segundo a Prefeitura de Jacareí, são nove módulos e 280 pessoas estão na lista de espera.

O Vale

Publicado em: 07/01/2013

Este ano de 2013 tem cultura em toda a cidade

Em 2013, o que frequentar? De quais lugares ouviremos falar? Para este ano, aparentemente, não há nada muito especial para a área cultural da região. Mas vários espaços prometem atrações interessantes. Com grande público ao atender uma demanda carente em São José e Taubaté, os Sescs dos dois municípios continuam com a linha de trabalho dos anos anteriores: shows, peças teatrais e exposições populares e alternativos.

Nesta semana, em Taubaté, a unidade já recebe o Agridoce (Pitty e Martim), e a de São José que recebeu 578 mil pessoas em 2012 terá show do Quinteto em Branco e Preto e Rappin Hood, no dia 26, numa mistura de rap e samba.

Os teatros do Vale do Paraíba prometem boa programação. O Teatro Colinas, de São José, começa o ano cheio de atrações de peso, com a volta de sucessos do ano passado, como “Mais Que Dilmais”, com Gustavo Mendes. A “Comédia em Preto & Branco”, com Marcelo Marrom e Rodrigo Capella, também deve tirar boas risadas do público.

O Teatro Mario Covas, de Caraguá, inicia o ano com 10 apresentações só em janeiro, que vão desde peças infantis a show de humor de Ary Toledo. Os dois museus mais visitados da região Museu de Antropologia do Vale do Paraíba, de Jacareí, e Monteiro Lobato, de Taubaté também são boas opções para o ano.

O MAV deve abrir um novo ciclo de exposições, que irá contar a evolução econômica da região, com mostra sobre o cultivo de café e cana de açúcar. E o museu do escritor taubateano sempre é um bom destino para conhecer um pouco mais sobre o maior ícone da cultura valeparaibana.

Já se sabe que a maioria dos brasileiros não tem o costume de ler. Pesquisas indicam que, no máximo, quatro livros são lidos por ano. Contudo, as apostas literárias de 2013 trazem grandes nomes da literatura para te fazer sair do senso comum.

A autora do aclamado “O Diabo Veste Prada” volta neste ano com o volume “A Vingança veste Prada”, que promete uma continuação a altura para o fenômeno adaptado para o cinema em 2006. O vencedor do Nobel de Literatura Mo Yan pela obra “Mudança” chega pela primeira ao Brasil. Além dele, Leonard Mlodinow, autor de “O andar do bêbado”, explica a importância do inconsciente em nossas vidas em “Subliminar”, que também chega às livrarias em 2013.

Stephen King, o rei do suspense, também está entre as apostas, assim como Laurentino Gomes, autor de “1808” que retorna com “1889” e Alejandro Zambra, chileno sensação da Flip 2012, com “A Vida Secreta das Árvores”. Se tem uma coisa que impressiona o mundo a cada ano, essa coisa é o cinema. 2013 não vai ser diferente. Para quem gosta de grandes produções, pode se preparar.

Uma das principais apostas do ano é o longa da Disney “Oz – Mágico e Poderoso”, previsto para chegar aos cinemas em março. Com o estilo animado parecido com o de “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, o filme promete um show de efeitos digitais.

Ao colocar atores consagrados para cantar pela primeira vez, o diretor Tom Hooper preparou uma das produções mais esperadas logo para o início do ano. “Os Miseráveis” estreia em fevereiro. Entre os aguardados estão ainda “O Homem de Aço”, novo longa do “Super-Homem”, “Homem de Ferro 3”, a continuação do sucesso animado da Disney “Universidade Monstros” e a sequência de uma das comédias mais rentáveis de todos os tempos, “Se Beber Não Case 3”. É só acompanhar o calendário e não perder a sessão.

Não é necessário ser nenhum mago da música para adivinhar que Rihanna e Lady Gaga devem continuar bombando nas rádios. Ou que o sertanejo com suas vertentes de “Ao se eu te pego” continuarão com tudo. No entanto, 2013, ao menos aos ouvidos mais refinados, promete boas surpresas. Duas delas têm tudo o que é necessário para que você dedique tempo e as escute.

Comece pela delícia do rock do Poliça. Sem guitarras, com duas baterias e uma vocalista subliminar, eles misturam rock e R&B com perfeição. Também tem tudo para estourar o grupo de rock experimental Grizzly Bear, com o elogiado quarto disco, “Shield”.

No Vale do Paraíba, algumas bandas novas merecem atenção. O Disco Voador acaba de lançar seu primeiro EP e tem chamado a atenção pelos vocais bem elaborados de Davi Oliveira. Sin Ayuda e Cabana Café também têm potencial para despontar de vez.

O Vale

Publicado em: 03/01/2013

Desde 2012 o museu tem o presépio de palha na cidade

O Natal está chegando, e para comemorar a data, o Museu de Arte Sacra de São José dos Campos, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) realiza a exposição “Natal em Palha”, do artesão Aristides Antônio de Almeida. A mostra segue até o dia 28 de fevereiro de 2013, e reúne peças confeccionadas com materiais naturais, como palha de milho, cascas e sementes.

No museu, estarão reunidas cerca de 20 peças, entre diversos tipos de imagens sacras como presépios, santa ceia, santos e anjos. “A exposição traz imagens que remetem à religiosidade do natal, teremos vários tipos de presépios, que são bastante tradicionais para a data”, comenta a coordenadora da exposição, Edna Martelo. O público pode visitar a exposição “Natal em Palha” de terça a sexta-feira, das 9h às 17h. A entrada franca.

Sobre o artista – Aristides Antônio de Almeida, 41 anos, nasceu em Itararé, interior de São Paulo, e vive do artesanato há mais de 12 anos. O artista confecciona qualquer tipo de trabalho a partir de uma imagem. Antes de trabalhar com palha, ele já utilizava a cerâmica, pintura e dobradura de arame, mas sempre buscou algo em que pudesse se destacar. A partir de um quadro da Santa Ceia, teve a idéia de reproduzi-lo em palha de milho e não parou mais. Seus trabalhos já estiveram diversas vezes no Revelando São Paulo – Vale do Paraíba, em São José dos Campos, que em sua última edição, expôs uma de suas peças únicas: São Jorge travando uma batalha com um dragão confeccionado em palha de milho, medindo 80 cm por 1 metro de altura. Hoje, o artista trabalha juntamente com os membros da sua família criando imagens sacras e concentrando todos os seus esforços na arte do artesanato.

Serviço: Museu de Arte Sacra de São José dos Campos – Travessa Chico Luiz, 67 – Centro. Informações: (12) 3921-7226

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 31/12/2012

Obra é uma raridade, pois é a última escrita por um modernista

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), de São José dos Campos, lança, no dia 18, às 19h30, na sala do projeto Leitura no Bosque, do Parque Vicentina Aranha, a pré-edição do livro “Dexistência”, última obra escrita e inacabada do poeta joseense Cassiano Ricardo. “Esta é uma das maiores obras da literatura brasileira, não só por valorizar ainda mais o trabalho do nosso poeta, mas também por se tratar de uma obra inédita dos modernistas que participaram do Movimento de 22”, afirma Mario Domingos de Moraes, presidente da FCCR.

Durante a cerimônia de lançamento, será realizado o sarau intitulado “De – Existência”, com o grupo Líricas e Prosas: Mato a Dentro, Gente a Fora, baseado no livro de Cassiano Ricardo. Será uma cerimônia fechada com autoridades da região, jornalistas, escritores, coordenadores de Sala de Leitura e diretores de escolas, empresários, além da família do escritor.

Ao todo, a FCCR imprimiu 3 mil livros, que serão entregues a escolas, bibliotecas, universidades e arquivos da região do Vale do Paraíba. O design do livro ficou sob a responsabilidade da  Magno Studio – empresa ganhadora da  licitação – que  trabalhou com um fac-símile dos originais da obra, uma forma de valorizar ainda mais o livro, além de uma cópia revisada dessa mesma obra. Além disso, a Magno fez questão de desenhar a capa do livro exatamente igual à pasta de couro que envolvia os originais do livro, que estavam guardados no Arquivo Público do Município, junto com todo o acervo de Cassiano Ricardo.

Sobre o livro: Muitas histórias já foram contadas a respeito de como os originais do  livro “Dexistência” foram localizados no Arquivo Público do Município de São José dos Campos. Por esse motivo, a FCCR faz questão de ressaltar alguns fatos que verdadeiramente ocorreram quando esses originais foram localizados.

Todo o acervo do escritor Cassiano Ricardo – doado pelo casal Heitor e Silvia Reali, em 20 de fevereiro de 1998 – passou a ser organizado e inventariado logo após a sua doação. Em outubro do mesmo ano (1998),  quando foi realizada a 32ª Semana Cassiano Ricardo – evento da FCCR, com o objetivo de divulgar o poeta e sua obra, acém de  incentivar a leitura e a literatura – foram  feitas várias impressões deste inventário ficando disponível para o público. Este inventário foi idealizado pelo Arquivo Público do Município e Comissão Municipal de Literatura, realizado pela FCCR e nele, já constava o nome Dexistência.

Em 2010, quando a FCCR foi realizar a sua 44ª Semana Cassiano Ricardo, o jornalista Júlio Ottoboni (que foi curador da 43ª e 44ª Semana Cassiano Ricardo) buscou no Arquivo Público do Município informações sobre o livro “Dexistencia”, onde foi localizado e uma das provas de que o livro estava guardado no acervo de Cassiano, consta da obra “Cassiano – fragmentos para uma biografia”, de Amilton Maciel Monteiro (2003), onde o autor fala do livro “Dexistencia” (pág. 220), e reproduz em foto a pasta de couro que continha os originais do livro (pág. 278).

Após a localização do livro, a FCCR começou a negociar o lançamento do livro, com a família do poeta que detêm os direitos autorais de suas obras. Depois de autorizado, o livro  pode, finalmente, ser lançado no ano de 2012.

Fac-símile – A proposta de fazer um fac-símile dos rascunhos do livro foi proposital por parte da FCCR, para fazer com que o leitor pudesse analisar, estudar e até mesmo “viajar” nas anotações feitas de próprio punho pelo autor, enquanto escrevia o livro. A começar pela apresentação do nome do livro onde Cassiano  risca e rabisca as palavras “existir e dexistir (esta, escrita com xis ). E próximo dessas palavras, bastante rabiscado, também é possível ler “EXPLICAÇÃO DESNECESSÁRIA sobre extinção e existência neste livro” (parte da frase escrito à máquina em letras maiúsculas e parte, manuscrita). Já, neste momento, Cassiano parece começar a se despedir, não desistir, mas deixar de existir, o que pode ser sentido em  todas as poesias e poemas que, impreterivelmente, remetem, a agradecimentos, a situações vividas, remetem a um adeus.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 27/12/2012

Orquestra de Viola Caipira faz apresentação na cidade

Orquestra Piraquara de Viola faz duas apresentações de final de ano. A Orquestra Piraquara de Viola Caipira, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), encerra o ano com duas apresentações especiais que acontecem às 20h, no dia 12, no Espaço Cultural Cine Santana, e dia 20, no Espaço Cultural São Benedito.

Regida pelo maestro Rui Torneze, a Orquestra apresenta canções natalinas, além de seu tradicional repertório, composto por músicas caipiras e sertanejas, de grandes compositores do estilo, como Rolando Boldrin, Tião Carreiro, Teddy Vieira, Mário Zan, entre outros.

Ambas as apresentações têm entrada franca, sendo que não é necessário retirar ingressos com antecedência.

Sobre a Orquestra – Ela começou tímida, com pouco mais de dez integrantes. Aos poucos, a Orquestra Piraquara de Viola Caipira, da FCCR, foi crescendo em número de integrantes, em quantidade de apresentações e principalmente, na qualidade dessas mesmas apresentações. Composta por cerca de 30 integrantes e sob regência do maestro Rui Torneze, o grupo musical procura valorizar e divulgar a música raiz, um importante traço cultural da região do Vale do Paraíba.

Serviço: Espaço Cultural Cine Santana – Av. Rui Barbosa, 2005 – Santana. Espaço Cultural São Benedito – Largo São Benedito, s/n (próximo a praça Afonso Pena). Informações: (12) 3924-7319

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 19/12/2012

Cidade tem projeto de cinema criado pela Fundação

Se você não vai ao cinema, o cinema vai até você. É assim que funciona o mais novo projeto da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), em parceria com o Instituto Magneto Cultural: o Cinema Móvel. O projeto será lançado nesta quinta-feira (20), às 20h, na Praça do Cruzeiro, Vila Santa Cruz, região central de São José dos Campos. Além de valorizar a sétima arte, promover a exibição gratuita de filmes de longa e curta-metragem, esse projeto tem como objetivo levar a cultura para mais perto da população de diversos bairros da cidade.

Para a exibição dos filmes, a Fundação Cultural conta com um veículo especial. Uma perua Kombi foi adaptada com projetores, tela, mesa de som, leitores de DVDs, cadeiras, entre outros equipamentos necessários. Os filmes são exibidos em espaços abertos à população e sem a necessidade de ingressos para assistir.

O Cinema Móvel está circulando desde o dia 12 pelas ruas de São José dos Campos, levando cultura e lazer para os moradores e vai passar pelos bairros: Parque Interlagos, Campos de São José, Buquirinha II, Galo Branco, Limoeiro, Jardim Pararangaba, entre outros. A parceria com o Instituto Magneto Cultural é mais uma ação da FCCR, que procura descentralizar a cultura, realizando atividades junto à população, formando plateias e despertando talentos.

A grande novidade desse projeto é que quem escolhe o filme é a população. No dia da exibição, a equipe do Cinema Móvel sai pelas ruas do bairro com uma lista de títulos e pergunta para os moradores qual é o preferido para assistir naquela noite. Com base nas respostas, o projeto exibe o filme mais votado pelo público.

Programação

  • Dia: 18 – Terça-feira
    Centro Pastoral Paroquial Santa Clara – Avenida Pararangaba, 190
    Jardim Pararangaba – Região Leste
  • Dia: 19 – Quarta-feira
    Avenida Júlio César Vilaça, 590 (Em frente ao prédio “A Portuguesa”)
    Jardim Santa Luzia – Região Sudeste
  • Dia: 20 – Quinta-feira
    Praça do Cruzeiro, s/n Vila Santa Cruz – Centro
    Jardim Santa Cruz – Centro

Outras informações pelo telefone (12) 3924-7356.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 18/12/2012

Distrito da cidade tem oficinas até janeiro para moradores

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) realiza, em parceria com a Biblioteca Solidária, quatro atividades no distrito de São Francisco Xavier. As oficinas ocorrerão semanalmente no Espaço Cultural Júlio Neme, da Fundação Cultural, no bairro dos Remédios e na própria biblioteca, até o dia 30 de janeiro.

O público pode participar de aulas de capoeira e aprender a fazer peças de cerâmica, tear e bordado nas oficinas, que em cada dia da semana tem um tema diferente. Além disso, tem uma atividade especial para as crianças: “Leitura na Praça”, com música e contação de histórias, todos os sábados.

As atividades não têm limite de idade, são abertas ao público, não sendo necessária a inscrição com antecedência, basta escolher a oficina e participar.

Programação

Terças-feiras
Oficina de Cerâmica
Das 15h30 às 18h30 – Biblioteca Solidária

Sextas-feiras
Oficina Arte em Fios (tear e bordado)
Das 13h às 17h – Espaço Cultural Julio Neme

Sábados
Capoeira
14h – Bairro dos Remédios

Leitura na Praça
16h – Praça Cônego Manzi (em frente ao coreto)

O Espaço Cultural Julio Neme fica na Praça Cônego Manzi, e a Biblioteca Solidária na Rua XV de Novembro, 50, no centro do distrito de São Francisco Xavier. Outras informações pelo telefone (12) 3926-1163.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 14/12/2012

Cidade tem apresentação do Coro Jovem para moradores

O Coro Jovem de São José dos Campos, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), é convidado, mais uma vez, para se apresentar junto à  Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul. Serão duas apresetações:  dia 15, às 17h30, na cidade de São Paulo, na Igreja São Luís Gonzaga, e dia 16, às 20h, na Igreja Matriz Sagrada Família, em São Caetano do Sul.

Os Coro vai interpretar a Sinfonia nº 2 “Lobgesang”, do compositor, pianista e maestro alemão Felix Mendelssohn. Cerca de 70 coralistas e também as sopranos Sandra Felix e Juliana Starling, serão regidos por Sergio Wenec, que também vai atuar como tenor.

É a terceira vez neste ano, que o Coro se apresenta com a Orquestra. “Temos recebido muito elogios de profissionais que dizem não ter conhecimento da existência de outro coro jovem com as características do Coro Jovem de São José dos Campos”, comenta orgulhosos  o regente. Entrada franca: Ambas as apresentações são abertas ao público e tem entrada franca, não sendo necessária a retirada de ingressos com antecedência.

Coro Jovem Sinfônico de São José dos Campos – Criado em 2005, pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, o Coro possui 150 vagas e tem a proposta de educar, formar e preparar futuros cantores profissionais. O projeto oferece vagas para jovens com idades entre 16 e 34 anos, sendo 26 anos a idade limite para o núcleo iniciante, 30 anos para núcleo avançado e 34 para o núcleo semiprofissional. Os integrantes do Coro Jovem têm aulas práticas e teóricas e os que são estudantes, recebem uma bolsa-auxílio mensal.

Sérgio Wernec – Desde 2007, o Coro Jovem Sinfônico é regido por Sérgio Wernec Júnior. Bacharel em Regência pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), pianista, cantor e destaque como solista. Atuou com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), a Sinfônica Municipal de São Paulo e a Sinfônica Cultura. É integrante do Coro da Câmara, do Coro da OSESP e do Coral Paulistano de Teatro. Como regente, Sérgio Wernec Júnior iniciou suas atividades no Coral Masculino da Escola Senai Suíço Brasileira e fundou, em 2003, o Coral Musicativa, em Mogi das Cruzes.

Serviço: Igreja São Luís Gonzaga – Av. Paulista, 2378 – São Paulo. Igreja Matriz Sagrada Família – Praça Cardeal Arcoverde, s/n – São Caetano do Sul. Informações: (12) 3924-7317

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 13/12/2012

Osquestra Piraquara tem especial de Natal

A Orquestra Piraquara de Viola Caipira, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), encerra o ano com duas apresentações especiais. A primeira será nesta quarta-feira (12), às 20h, no Espaço Cultural São Benedito (Largo São Benedito). A segunda ocorre na próxima quinta-feira (20), também às 20h, no Espaço Cultural Cine Santana (Avenida Rui Barbosa, 2005). A entrada é franca, sem a necessidade de retirar ingressos com antecedência.

No repertório, estão canções natalinas e as tradicionais músicas caipiras e sertanejas de grandes compositores, como Rolando Boldrin, Tião Carreiro, Teddy Vieira, Mário Zan entre outros.

Regida pelo maestro Rui Torneze, a Orquestra tem hoje cerca de 30 integrantes e procura valorizar e divulgar a música raiz, um importante traço cultural da região do Vale do Paraíba.

Mais informações pelo telefone (12) 3924-7319.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 12/12/2012

Cidade tem apresentação de dança Quebra Nozes

Nos dias 14, 15 e 16, às 20h, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), transforma o Teatro Municipal em um espaço de festa, luz, magia e fantasia, com o famoso espetáculo “O Quebra-Nozes” (obra completa), que será apresentado, pela primeira vez, pela Cia. Jovem de Dança de São José dos Campos e alunos dos cursos de dança da FCCR.

Ao todo, mais de  90 bailarinos subirão ao palco para a realização desse congradíssimo ballet de repertório que remete ao espírito de Natal. A apresentação contará ainda, com a  participação especial de um casal de bailarinos portador de deficiência, que participam do Projeto Integra, da Prefeitura Municipal de São José dos Campos. O espetáculo tem a direção de Marco Sanches, orientador artístico da Cia. Jovem.

O espetáculo é uma adaptação da obra “O Quebra-Nozes”, musicado por Tchaikovsky e coreografado, pela primeira vez, por Marius Petipa, na Rússia, em 1892, onde tudo se passa numa festa de Natal na casa da família Stahlbaum, a casa de Clara. Típicas do romantismo, o balé apresenta a fantasia e a magia, nas aventuras de Clara e do quebra nozes, um boneco de aparência humana, vestido de soldado, com as pernas e a cabeça de tamanhos desproporcionais.

Retirada de ingressos – Para assistir ao espetáculo “O Quebra-Nozes”, não há limites de idade, a entrada é franca, porém é necessária a retirada de ingressos com uma hora de antecedência à apresentação, na bilheteria do Teatro Municipal.

O espetáculo

Ato I – Os filhos, Clara e Fritz, esperam pelos convidados que logo se entusiasmam com a entrega dos presentes e as danças natalinas. De repente, uma figura misteriosa chega para a festa: Drosselmeyer, o mágico padrinho de Clara, juntamente com o seu sobrinho. Entre os presentes estão bonecos mecânicos com aparência humana, que dançam. Todos se comovem com a beleza e graciosidade da cena. Drosselmeyer dá de presente à Clara um Quebra-Nozes com aparência de soldadinho. Clara, encantada, começa a dançar com seu novo brinquedo, mas seu irmão Fritz toma-lhe o boneco, que se quebra na confusão. Drosselmeyer conserta-o e consola Clara. Os convidados dançam, a festa termina e eles se retiram. Todos dormem na casa da família Stahlbaum, menos Clara que vai até a sala ver seu boneco que havia deixado perto da árvore e adormece a seu lado.

Ato II – Na sala escura, Clara ouve ruídos de ratos que tentam atacá-la. De repente, toda a sala parece crescer, o boneco toma vida e Clara parece estar do tamanho deles. O Quebra-Nozes luta com os ratos para defendê-la, quando surgem o Rei dos Ratos e o pelotão dos soldados de chumbo. O Rei dos Ratos e o Quebra-Nozes lutam até se ferirem mortalmente. Os ratos retiram seu rei e Clara corre ao encontro do seu Quebra-Nozes. Ao vê-lo morto, começa a chorar; suas lágrimas quebram o encanto e o boneco transforma-se em um lindo príncipe- o sobrinho de Drosselmeyer – que leva Clara para visitar o Reino Encantado. Ao chegarem ao Reino Encantado são recebidos pelos Anjos da Árvore de Natal, juntamente com a Fada Açucarada, que convoca seus súditos: Chocolate Quente da Espanha, Café da Arábia, Chá Chinês, Pirulitos, Marzipan, a Mamãe Bom-Bom com os Polichinelos, Gotas de Orvalho e suas Guirlandas de Flores. A Fada anuncia que todos executariam danças para prestar-lhes homenagens. Finalmente Clara percebe que está na hora de deixar o Reino Encantado, mas tudo o que vira, como um lindo sonho, ficará com ela para sempre. Seu príncipe a acompanha na volta ao lar, nessa mágica noite de Natal…

História – A Op.71 e o Ballet O Quebra-Nozes – Escrito em São Petersburgo – Rússia, e apresentado no dia 18 de dezembro de 1892, o balé em dois atos, tem coreografia original de Marius Petipa (1818-1910), contém uma das músicas mais conhecidas de Tchaikowsky – a Op.71, apesar do compositor relutar em aceitar o trabalho. O Quebra Nozes, em especial, foi elaborada ao mesmo tempo em que a obra de Tchaikowsky estava sendo composta, mas sua  execução foi realizada bem antes da apresentação do balé (7 de Março de 1892), sob a regência do próprio autor..

Serviço: Teatro Municipal de São José dos Campos – Rua Rubião Júnior, 84 – 3º andar – Centro – São José dos Campos. Informações: (12) 3924-7395.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 11/12/2012