Cidade tem temperaturas altas e traz chuva para moradores

A estação meteorológica do Inmet de Taubaté registrou ontem a segunda maior temperatura do ano na cidade. Com máxima de 35ºC, o calor só não foi mais intenso do que o mês de setembro, cujos dias chegaram a registrar 35,5ºC.

São José não ficou atrás no clima quente, com máxima de 34ºC ontem. “A partir de agora a temperatura tende a subir cada vez mais”, afirmou Jeane Lima, meterologista do Cptec/Inpe (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos).

Tempo seco. Além do calor, São José e Taubaté estiveram em estado de atenção durante todo o dia, com as umidades relativas do ar chegando a 23% e 24%, respectivamente. “Nessas condições, recomendamos que a população não faça exercícios físicos entre às 11h e às 15h, fiquem protegidos do sol, umidifique o ambiente com vaporizadores ou toalhas molhadas e beba bastante água”, afirmou. “Idoso e criança devem tomar ainda mais cuidado”, disse.

Hoje, a temperatura máxima em São José deve chegar a 34ºC, e há possibilidades de chuva na parte da tarde, com trovoadas. Em Taubaté, a máxima também será de 34ºC. Não há previsão de chuva.

O Vale

Publicado em: 04/10/2012

Depois de 69 dias sem chuva, dia amanhece chuvoso

São José dos Campos acordou diferente nesta quinta-feira (20). Depois de 69 dias de estiagem, a cidade acordou com uma leve chuva, suficiente para aumentar a umidade relativa do ar – o que melhora a qualidade do ar e diminui o risco de queimadas. Informação do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) é de que a umidade relativa do ar é de 73%, por volta das 8h, número muito maior que os 24% registrados na última quarta-feira (19).

Além de São José, a chuva atingiu Taubaté, Bragança Paulista e o Litoral Norte – em São Sebastião, os ventos causaram estragos, mas não chegou a chover na cidade. A previsão é que à tarde sejam registradas pancadas de chuva. Segundo o Cptec, a chuva também deve ser registrada na sexta-feira (21) e é consequência de uma frente fria que chegou na região e deve permanecer pelos próximos dias.

G1 (Vnews)

Temperatura continua baixa até quinta-feira na região

O frio que castiga a região desde sábado vai continuar pelo menos até quinta-feira, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). O final de semana registrou as menores temperaturas do ano na região. Sábado foi o dia mais frio do ano. Campos do Jordão registrou mínima de -0,2ºC. Em São José dos Campos, os termômetros marcaram 6ºC e em Taubaté 5,6ºC.

Ontem, a chuva deu continuidade ao frio e obrigou as pessoas a saírem de casa bem agasalhadas. Campos teve mínima de 7,3ºC. A menor temperatura em São José ficou em 12ºC e em Taubaté foi de 8,2ºC. Além do frio, os moradores do Vale do Paraíba precisarão encarar mais chuva, hoje. A previsão é de muitas nuvens e chuvas ao longo do dia.

Em São José dos Campos, a temperatura varia entre 14ºC e 16ºC. Em Campos do Jordão, a mínima será de 9ºC e a máxima de 12ºC. E em Caraguatatuba, os termômetros devem marcar 14ºC e 20ºC. Para amanhã, a previsão é de mais chuva e tempo encoberto. As máximas não passam de 20ºC em São José, de 15º em Campos e de 21º em Caraguá.

As mínimas devem ficar em 12ºC em São José, 6ºC em Campos e 15ºC em Caraguá. O sol reaparece quinta-feira e a chuva volta domingo. O frio interfere na rotina das pessoas na região. O vendedor de salgados Lázaro Hermo, 68 anos, trabalha na rua e muito bem agasalhado, até a cabeça fica protegida.

“Eu acordo às 3h para preparar os lanches, me cubro todo pra conseguir aguentar o frio”, disse. Para Lázaro, o frio tem um lado positivo. Ele vende mais seus podutos. Principalmente as bebidas quentes. “A parte boa desse frio é que as pessoas comem mais. Eu vendo bastante chocolate quente também”, afirmou.

O porteiro André da Silva, 46 anos, não gosta muito do frio. Ele disse que nessa época é sempre difícil ir trabalhar. “Como eu vou de moto para o trabalho fica muito frio. Preferia vir de carro, mas como só tenho moto, preciso enfrentar o frio”, disse André.

O Vale

Previsão de chuva forte deixa região em alerta

A previsão de chuvas fortes até domingo e a condição do solo já encharcado colocaram as unidades da Defesa Civil em alerta máximo no Vale do Paraíba. Pelo menos seis cidades tiveram problemas nos últimos dois dias por conta das chuvas. Foram quedas de árvores, alagamentos e destelhamento de casas. Não houve vítimas e ninguém ficou desabrigado ou desalojado.

Em São José dos Campos, a chuva de quarta-feira à noite alagou ruas dos bairros Morumbi, Petrópolis e Bosque dos Eucaliptos. No Jardim das Indústrias, os moradores ficaram transtornados com a situação. “Estava em casa com meus filhos quando a água começou a entrar. Tive que tirar as crianças bem rápido, e fiquei com medo de perder os móveis e outras coisas da casa”, disse a diarista Edna Brito Aguiar, 33 anos.

Segundo o chefe da Defesa Civil na cidade, José Benedito da Silva, as galerias de águas pluviais do bairro não suportaram o grande volume de chuvas. A Secretaria de Obras informou que desde o ano passado existe um projeto para o bairro, que se tornou inviável pelo custo.

Segundo a pasta, foi definido junto ao Ministério Público contratação de um novo projeto para que os problemas da área sejam resolvidos de forma definitiva. Por meio de nota, a secretaria informou que a possibilidade de contratação do projeto será confirmada com o MP na próxima semana.

O acumulado de chuvas dos últimos três dias está baixo em São José, com 17,2 milímetros. Somente na zona sul, no bairro Colonial, ele já atingiu 80 mm. “Mesmo assim, ainda estamos em estado de atenção. Só ficamos em alerta quando passa dos 100 mm em três dias”, disse Silva. A Defesa Civil monitora as áreas de maior risco, que ficam na região sul, especialmente no Rio Comprido, além da zona norte da cidade.

As unidades da Defesa Civil de outras cidades também redobraram a atenção, como em Paraibuna, onde houve quedas de barreiras e deslizamentos de terra na zona rural.

Com a previsão do acúmulo de chuva até o fim do mês, a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil reuniu coordenadores regionais e representantes de outros órgãos para alertar da importância dos planos preventivos e ações para evitar problema.

O Vale

Chuva causa prejuizo nas cidades da região

As fortes pancadas de chuva registradas essa semana têm provocado estragos nas cidades do Vale. Ontem, uma família ficou desalojada em Aparecida após um deslizamento de terra no bairro Itauguaçu. Importantes avenidas como a Padroeira do Brasil, ligação com Guará, e Júlio Prestes ficaram alagadas depois da forte chuva da noite de segunda-feira.

Em São José, duas árvores caíram na madrugada de ontem. Uma delas despencou em cima de um veículo na avenida Adhemar de Barros e prejudicou o trânsito no local ontem. A outra árvore caiu na SP-50 (Estrada Monteiro Lobato). De acordo com a Defesa Civil, ninguém ficou ferido.

A Defesa Civil de Guará informou que as chuvas de anteontem alagaram por cerca de três horas os bairros Tamandaré e Parque das Garças. O acumulado de chuva em Guará é o maior entre as cidade da região de 26.8 mm.

De acordo com o Cptec/Inpe (Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos) o acumulado de chuvas em São José é de 15.6 mm e em Aparecida de 21.1 mm. A previsão é que as chuvas continuem a atingir a região até o fim de semana. Entretanto, a expectativa de pancadas fortes ao longo de todo o dia mudou e agora as cidades devem ter pancadas apenas no final da tarde.

O meteorologista, Felipe Farias, disse que uma zona de convergência que atua no Vale do Paraíba deverá deixar os dias quentes e com chuva à noite. “As chuvas também virão acompanhadas de bastante vento e trovões”, afirmou.

Hoje, as temperaturas devem variar entre 18ºC  e 27ºC em São José e 22ºC e 28ºC no Litoral Norte. Nas cidades da Serra da Mantiqueira a variação será de 13ºC a 21ºC. Duas árvores caíram na madrugada de segunda-feira, uma deles despencou sobre um carro na avenida Adhemar de Barros e prejudicou o trânsito ao longo do dia de ontem

O Vale

Urbam orienta população a colocar lixo na hora certa

As fortes chuvas de verão podem causar alagamentos. Se os sacos de lixo estiverem nas calçadas nesses momentos, poderão ser levados pela enxurrada e entupir bueiros.

Por isso a equipe de educação ambiental da Urbam empresa vinculada à Prefeitura de São José dos Campos está orientando os moradores e comerciantes a deixar o lixo nos horários corretos para a coleta. Tanto os resíduos orgânicos como os recicláveis papéis, metais, plásticos e vidros devem ficar disponíveis uma hora antes da passagem do caminhão, principalmente em períodos chuvosos.

Prestar atenção à hora certa da coleta também evita que o lixo não seja espalhado pelos animais nem vá gerar mau cheiro. Outro cuidado importante que o morador deve tomar é com a varrição e manutenção das calçadas. Com o passeio sempre limpo, a enxurrada não leva sujeira e entulho para os bueiros.

Os horários da coleta em cada rua podem ser consultados pelo telefone 3944-1000 ou no site da Urbam. Os comerciantes também podem colocar os resíduos nos contêineres apropriados azuis para materiais recicláveis e marrons para o lixo orgânico e, com isso, colaborar para evitar o agravamento das enchentes. Mais informações pelo telefone 3908-6035.

Prefeitura Municipal

Prefeitura instala pluviômento para medir chuva

A Prefeitura de São José dos Campos começou a instalar nesta segunda-feira (28) sete pluviômetros para calcular a quantidade de chuva em várias regiões da cidade. Os medidores estão sendo implantados no Centro, Santana, Novo Horizonte, São Francisco Xavier e Eugênio de Melo (Inspetorias da Guarda Civil Municipal) e no Satélite e Colonial (Regionais da Secretaria de Serviços Municipais). A previsão é que até esta quarta-feira (30) todos os pluviômetros estejam instalados.

Por meio dos aparelhos a Defesa Civil fará leituras diárias sobre o índice de chuvas acumuladas nos três dias anteriores. O objetivo é aprimorar ainda mais o trabalho da Defesa Civil na emissão de estado de alerta, checagem da estabilidade de terrenos e das regiões mais chuvosas.

Atualmente a Defesa Civil baseia-se no pluviômetro do aeroporto. Com a instalação dos sete equipamentos, a avaliação de chuva será mais específica por região, o que facilita e agiliza o trabalho de prevenção contra os riscos de inundações e deslizamentos de terra por causa de chuvas.

PPDC

A Prefeitura realizará nesta terça-feira (29) a reunião anual para discussão e definição do Plano Preventivo de Defesa Civil (PPDC) para atendimento de emergência do Verão 2011/2012. O objetivo é reavaliar o plano de emergência e reforçar a parceria entre todos os órgãos envolvidos.

O encontro será às 16h, na Secretaria Especial de Defesa do Cidadão (Rua Felício Savastano, 401, Vila Industrial). Participarão representantes da Prefeitura, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e de concessionárias como Bandeirante Energia, Sabesp, Telefônica e Comgás.

Atendimentos

De janeiro a novembro deste ano, a Defesa Civil realizou mais de 5.400 atendimentos em São José, referentes a deslizamento de terra, alagamento, remoção de família de área de risco, demolição de moradia, queda de árvore, vistoria de muro com risco de queda, fogo em mato, entre outros.

Prefeitura Municipal

Sistema sofisticado fará previsões de chuvas com antecedência

O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), de São José dos Campos, lança nesta segunda-feira campanha de monitoramento de chuvas no Vale do Paraíba. O monitoramento de precipitações na região, denominado de SOS Vale do Paraíba, terá a duração de dois meses e envolvera pelo menos 50 técnicos e especialistas do instituto.

A abertura da campanha acontecerá no auditório do Parque Tecnológico da Univap (Universidade do Vale do Paraíba), amanhã, às 14 horas. Os experimentos terão quase dois meses de duração, com encerramento previsto para o dia 22 de dezembro.

O centro operacional do projeto também ficará no Parque Tecnológico da Univap, onde estará funcionando um sofisticado sistema de monitoramento de tempo severo, o SOS Vale do Paraíba, que fornecerá monitoramento e previsões de alta qualidade, capaz de prever chuvas com duas horas de antecedência.

Um radar de última geração foi instalado no Parque Tecnológico para monitoramento e coleta de dados de chuvas. A rede inclui ainda a instalação de outros equipamentos em Ubatuba, Caraguatatuba, Paraibuna, Jambeiro, São José dos Campos, Cachoeira Paulista e São Luís do Paraitinga.

De acordo com os especialistas do Inpe, o sistema geográfico de informações integrado ao radar e a outros equipamentos do projeto irão simular os impactos das chuvas por bairros e ruas, conforme a precipitação acumulada no período da campanha de monitoramento.

Unidades da Defesa Civil de toda a região e o Cemaden (Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), poderão acompanhar e utilizar os produtos do SOS Vale do Paraíba.

O coordenador do projeto, o pesquisador Luiz Augusto Machado, explica que a pesquisa de campo irá cobrir dois eventos meteorológicos típicos na região nesta época.

O primeiro deles, a tempestade severa, acompanhada de fortes rajadas de ventos, chuvas intensas, granizo, que costuma provocar grandes estragos, principalmente nos centros urbanos, com destelhamento de casas e alagamentos.

O segundo tipo de chuva é aquela contínua, que permanece por dias seguidos, provocada pela Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). As ZCAS trazem grandes acumulados em alguns dias, devido à permanência de bandas de nebulosidade que se posicionam entre o noroeste e o sudeste do País, faixa que engloba o Vale do Paraíba e litoral paulista.

As chuvas de ZCAS costumam provocar inundações e deslizamentos de terra, como as de São Luís do Paraitinga, em Angra dos Reis (RJ) em 2010 e em Teresópolis (RJ) no início deste ano. A pesquisa será auxiliada por supercomputador Tupã.

SAIBA MAIS

Campanha
Inpe lança  campanha de monitoramento de chuvas e tempo severo no Vale do Paraíba e Litoral Norte

Eventos
O sistema de monitoramento irá prever tempestades com até duas horas de antecedência para alertar a Defesa Civil da região

Duração
A campanha terá duração até o dia 22 de dezembro e o centro será na Univap

O Vale