PMSJC esclarece projeto do Camelódromo aos ambulantes

Camelôs da praça João Mendes, conhecida como “Praça do Sapo” no centro de São José dos Campos, se reuniu hoje com a secretária de Defesa do Cidadão, Marina de Fátima de Oliveira, para conhecer detalhes do camelódromo projetado para o local.

No encontro, agendado para as 13h30, os cerca de 33 ambulantes que ocupam a praça vão conhecer o projeto dos boxes elaborado pelo Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), de São José.

Os pontos deverão ser cobertos e ter espaço para que os informais possam guardar seus produtos.

Ela não detalhou o projeto, mas admitiu que mostrará novidades para os camelôs da praça João Mendes.

A missão da secretária, além de aprovar o projeto junto aos ambulantes, é convence-los a se mudarem para o novo endereço.

Ainda há bastante resistência. Há cerca de 15 dias, um grupo promoveu protesto contra a remoção.

Para a direção da ADI (Associação de Economia Informal), a proposta dos camelódromos já foi aprovada pelo conjunto dos informais.

A proposta da prefeitura é que a transferência dos camelôs ocorra até o final do ano.

No entanto, eles pedem que isso seja feito em janeiro, para não atrapalhar as vendas de final de ano.

 

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Construção do Camelódromo é dado inicio na cidade

A Prefeitura de São José dos Campos iniciou as obras do camelódromo da praça João Mendes (Sapo), que irá abrigar os ambulantes já instalados no entorno. É o segundo dos três camelódromos previstos pela prefeitura para abrigar 243 informais que trabalham nas ruas e praças do centro.

As obras são executadas pela SSM (Secretaria de Serviços Municipais) e a previsão é que devam ficar prontas até dezembro. No momento, funcionários da SSM trabalham na implantação do piso, similar ao adotado no programa Calçada Segura.

O camelódromo será implantado em uma área da prefeitura, em frente a dois terrenos utilizados como estacionamentos particulares de veículos. A secretária municipal de Defesa do Cidadão, Marina de Fátima de Oliveira, relatou ontem que o espaço comporta pelo menos 42 boxes, o suficiente para abrigar todos os camelôs da praça João Mendes.

Os boxes serão cobertos e terão 1,60 metro de comprimento por 2 metros de largura. A secretária destacou que planeja incrementar o local com boxes de alimentação, para atrair clientela. Entre os ambulantes, o clima é de expectativa quanto ao projeto, que integra a proposta da prefeitura de revitalização do centro.

“O que podemos fazer é torcer para que dê tudo certo”, afirmou Severino Ramos, que trabalha na praça há cerca de 15 anos. O primeiro camelódromo está em construção na rodoviária velha.
O plano prevê a implantação de 90 boxes no terminal, além de uma ampla reforma do espaço. O serviços são executados pela Urbam.

Para o camelódromo, denominado de Centro Popular de Compras, serão transferidos os ambulantes da praça Padre João (Matriz).

Há resistência do grupo, que avalia que os boxes seriam pequenos. Os ambulantes reivindicam redução dos boxes e ampliação do espaço. O terceiro camelódromo está projetado para a travessa João Dias, localizada entre a rua 15 de Novembro e a orla do Banhado. Moradores de edifícios próximos estão resistentes ao projeto do camelódromo no local.

A secretária afirmou que planeja se reunir com os moradores para mostrar a maquete eletrônica do camelódromo. “Vamos convidar os moradores para conhecer a proposta”, afirmou. Ela avalia também a possibilidade de se reunir novamente com os ambulantes da praça da Matriz para analisar o pedido de revisão do projeto previsto para a rodoviária velha.

CAMELÓDROMO
Obra
Prefeitura inicia a construção do segundo camelódromo do centro da cidade, na praça João Mendes (Sapo)

Detalhes
O camelódromo será implantado em uma área pública em frente a dois terrenos utilizados como estacionamentos

Boxes
O camelódromo terá 42 boxes cobertos

Prazo
Os espaços serão distribuídos entre os ambulantes que ocupam o entorno da praça e a obra está prevista para ser concluída em dezembro

Execução
O serviço esta a cargo da SSM

O Vale

Centro Vivo: Camelódromos são aprovados

Após mais de três anos de negociações, ambulantes e Prefeitura de São José chegaram ontem (28/9) a um acordo para a remoção das barracas dos comerciantes informais das ruas e praças do centro.

Das 11 reivindicações apresentadas pelos camelôs ao governo de Eduardo Cury (PSDB), apenas 2 ficaram pendentes.

O consenso foi alcançado na reunião promovida pela secretária de Defesa do Cidadão, Marina de Fátima de Oliveira, com representantes dos 243 ambulantes da região central.

A prefeitura planeja criar três camelódromos para abrigar os informais. Um na Rodoviária Velha, outro na travessa João Dias (próxima ao Banhado) e o último na praça João Mendes (Sapo).

Segundo Antonio Batista Gonçalves, o ‘Tonico Pipoqueiro’, presidente da Adei (Associação de Economia Informal), que representa os informais, o acordo com a prefeitura já está selado.

Uma das pendências é com relação à data de remoção das barracas. Os ambulantes querem que a transferência para os camelódromos seja feita em janeiro de 2012 para não prejudicar as vendas de final de ano.

Outra pendência é em relação ao camelódromo planejado para a travessa João Dias. A prefeitura enfrenta atualmente resistência de moradores do local que temem prejuízos com a futura ocupação da travessa.

Entre as reivindicações acolhidas pela prefeitura estão a padronização dos boxes, cobertura dos espaços, profissionalização dos ambulantes, que passarão a ser MEI (Micro Empreendedor Individual) e a possibilidade de os informais que trabalham com alimentação mudar de ramo.

Os ambulantes deverão pagar uma taxa mensal pelo uso do solo, que irá variar de R$ 100 a R$ 150, conforme o local. Também haverá sorteio das vagas nos camelódromos.

A Urbam (Urbanizadora Municipal) inicia hoje a reforma e adequação da Rodoviária Velha, que será um dos came-lódromos do centro.

No local serão construídos 90 boxes cobertos. O projeto prevê também construção de novos banheiros, berçários, revisão hidráulica e elétrica e pintura geral. A parte externa da rodoviária voltada para a Igreja Matriz será aterrada e nivelada ao piso da rua e coberta para abrigar boxes.

Fonte: O Vale

Sem consenso entre governo e ambulantes

O novo prazo visa analisar as solicitações feitas pelos camelôs, que querem a melhoria da infraestrutura dos locais e a criação de atrativos como caixas eletrônicos e áreas de alimentação.

No dia 12 de agosto, a prefeitura anunciou a criação até dezembro de três camelódromos para tirar os ambulantes das calçadas e praças do centro da cidade.

Denominado Centro de Comércio Popular, o projeto prevê a criação de espaços na Rodoviária Velha, na Travessa João Dias (próxima ao Banhado) e na lateral da praça João Mendes (do Sapo).

Na época, a prefeitura informou que seriam feitas cinco reuniões para discutir a proposta. A última reunião agendada inicialmente foi realizada ontem. A estimativa é que cerca de 220 ambulantes sejam transferidos para esse locais.

O encontros até agora foram para levantar pedidos e sugestões dos ambulantes e as próximas serão “deliberativas” para anunciar quais pedidos serão ou não atendidos.

A proposta de criação de camelódromos é uma antiga promessa de governo do prefeito Eduardo Cury (PSDB).

O tema tem sido discutido desde 2006, ainda no primeiro mandato do tucano.

Se intere no assunto nos seguintes links

Calçadão na avenida São José

Centro Vivo: camelódromo na rodoviária

Fonte: O Vale

Centro Vivo: camelódromo na rodoviária

A Rodoviária Velha de São José dos Campos vai abrigar parte dos ambulantes do centro. Esta é uma das novidades que serão anunciadas hoje pela prefeitura, que concluiu o projeto de revitalização da região.

Batizado de ‘Centro Vivo’, o estudo definiu três áreas que serão utilizadas como camelódromos na cidade.

Projeto. O projeto foi desenvolvido pelo Ipplan (Instituto de Planejamento, Pesquisa e Administração) e pelas secretarias de Planejamento e de Defesa do Cidadão. A apresentação será feita às 15h e vai contar com a participação do prefeito.

Cury deve anunciar ainda mudanças de sentido na rua Sebastião Hummel e o reforço da iluminação na região para aumentar a segurança e o uso do centro durante a noite.

O Calçadão também será revitalizado com mudanças nas fachadas de lojas e melhoria da calçada.

Outro projeto audacioso que deve ser apresentado hoje é a reutilização pública da Galeria Pedro Rachid, que fica na avenida São José.

O prédio, retomado pela prefeitura em março após uma batalha judicial que durou nove anos, deve abrigar um grande centro de serviços ao morador –com atendimentos na área da saúde e uma espécie de Poupatempo municipal.

Outras áreas que estão degradadas no centro, como o Cine Teatro Benedito Alves e o largo da Igreja São Benedito, também devem ter suas futuras utilizações anunciadas hoje pela prefeitura. A chegada de um shopping, lanchonetes noturnas e um supermercado à região são outras perspectivas do projeto de revitalização.

Avaliação. As propostas foram aprovadas pelos moradores, mas reprovadas pelos ambulantes e comerciantes da região central.

A prefeitura marcou para as 13h30 de hoje uma reunião com os representantes dos ambulantes do centro, representados pela Adei (Associação de Economia Informal), para apresentar a proposta antes de torná-la pública.

O presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial de São José), Felipe Cury, disse que a revitalização do centro vai atrair mais consumidores para a região e aumentar a sensação de segurança.

Entenda mais sobre o ‘Camelódromo’ clicando aqui.

Fonte: O Vale

Camelódromo e Vans

São José dos Campos vai ter um final de ano decisivo. A meta da prefeitura é solucionar neste semestre alguns dos principais gargalos da cidade, que geram dúvida e, principalmente, reclamações entre os moradores.

Segundo o prefeito Eduardo Cury (PSDB), a ofensiva inclui uma solução para a inclusão das vans no sistema de transporte público integrado, a criação de um espaço exclusivo para abrigar os ambulantes e a conclusão dos prédios da Argon para comercialização em programas habitacionais.

As declarações foram dadas como resposta aos leitores de O VALE Robson Siqueira, do Alto da Ponte, João Bosco Prisco da Cunha, da Vila Ema, e Vicente Marins, da Vila São Paulo, respectivamente.

Em entrevista de comemoração aos 244 anos de São José dos Campos, celebrado na próxima quarta-feira, Cury respondeu a 17 perguntas de moradores enviadas para a Redação. O objetivo do jornal foi cumprir o seu principal papel de ser um fórum de debates, estabelecendo um diálogo direto entre os eleitores e o prefeito.

A direção da Redação selecionou 17 perguntas, que abrangem o maior número de interessados, para serem publicada nessa reportagem. A prefeitura entretanto aceitou responder todas as questões.

Em uma entrevista que misturou temas polêmicos, de serviço e de governo, Cury disse que o Pinheirinho é uma grande injustiça e que vai começar a asfaltar os corredores dos bairros clandestinos (são 94).

Ele afirmou ainda que a prefeitura não tem obrigação de manter um hospital de atendimentos de alta e média complexidade como o HM e que negocia a vinda de novas faculdades públicas, inclusive internacionais, para São José.

O Vale

‘Camelódromo’

O prefeito Eduardo Cury (PSDB) concluiu a negociação para a instalação de um camelódromo na região central de São José, após sete anos de tentativas frustradas.
O endereço do “shopping popular” deve ser mantido em sigilo pelo governo até o início da remoção dos camelôs, mas prefeitura e Câmara já preparam mudanças no código de posturas para impedir a reocupação das calçadas pelos ambulantes.

Os imóveis cogitados pelo governo  para a instalação do “shopping popular” seria o antigo prédio da Caixa Econômica Federal, na rua Rubião Júnior.
O local está vazio há cerca de três anos e foi oferecido à Prefeitura.
No início deste ano, a área voltou a ser vistoriada por assessores da administração, recebeu nova fachada e ainda passa por obras complementares.
O prédio possui quatro andares, escada rolante e elevador. O térreo irá abrigar 38 lojas, café e o último pavimento receberá lanchonetes e restaurantes.

No modelo de shopping popular concebido pela prefeitura, os camelôs terão de pagar aluguel e manutenção.
Para simplificar a adesão dos ambulantes ao projeto, o governo pretende criar uma linha de financiamento ou bancar as primeiras despesas com aluguéis.
A prefeitura irá rever o código de posturas, proibindo o comércio nas calçadas, após a remoção dos camelôs, a
Os vereadores também articulam projetos de lei para incentivar a instalação do camelódromo na cidade.
Luiz Mota (DEM) propõe a liberação de boxes de 7,5 metros destinados à atividade comercial em São José.
Atualmente, a lei só permute a partir de 14m2.

Segundo Mota, a lei irá estimular os shoppings populares com salas menores e custos mais reduzidos. São José pode transformar camelôs em empreendedores.
Felipe Cury,  presidente da ACI, aposta na remoção dos camelôs para revitalizar a região central ainda este ano.  Para ele, a negociação irá mudar a região central da cidade.

Contrários à proposta da prefeitura, os camelôs que integram a Adei (Associação de Economia Informal), preferem bolsões nas praças e ruas do centro.  Eles querem uma área em comodato para investir em estrutura.

Ambulantes
A estimativa é que a cidade possua cerca de 1.300 ambulantes, sendo que, segundo cadastro da secretaria de Planejamento, 243 ficam na região central.
Eles estão distribuídos nas proximidades de Praças como a Cônego Lima (Praça do Sapo), Praça da Matriz e Praça Afonso Pena.
A prefeitura pretende implantar um camelódromo até o final de 2012, com objetivo de oferecer um local com banheiros e praça de alimentação, uma espécie de minishopping

Fonte: OVALE