Cidade tem operação Cata-treco neste sábado na cidade

Os caminhões do Cata-Treco vão percorrer mais sete bairros de São José dos Campos neste sábado (17), das 8h às 16h. A operação, realizada pela Secretaria de Serviços Municipais (SSM), será realizada no Vale dos Pinheiros; Parque Martim Cererê; Jardim Colorado; Águas da Prata; Vila Zizinha; Jardim União e Jardim Santo Onofre. A recomendação para que os objetos sejam colocados nas calçadas até as 8h, antes do caminhão passar. Na operação do sábado (10), as equipes da SSM recolheram em diversas regiões, aproximadamente 31 toneladas de materiais. Desde o início das operações, em maio passado, foram recolhidas 667 toneladas de restos de móveis, eletrodomésticos e pneus velhos.

Outra opção para quem precisa descartar móveis, eletrodomésticos e pequenos resíduos de construção são os Postos de Entrega Voluntária, os PEV’s. A cidade tem 11 postos, que funcionam todos os dias.  A entrega desses materiais de pequenos geradores é gratuita. Além da destinação correta de cada material (gesso, madeira, óleo de cozinha, etc), a reciclagem dos produtos ajuda na renda dos cooperados da Futura, que coordenam os postos.

“Fiz uma pequena reforma na minha casa e nem precisei alugar uma caçamba porque o resíduo era muito pouco. Levei o resto de piso até o PEV do Jardim Satélite. Fui muito bem atendida e ainda economizei o valor do aluguel da caçamba”, explicou a auxiliar de tesouraria Elisângela Mendes, que aprovou os trabalhos dos PEV’s.  Para saber sobre os endereços e os horários de atendimento dos PEV’s ligue 156 ou acesse o portal da Prefeitura.

Com Regularização Limitada, 67 mil moradores ficam de fora

Moradores dos bairros irregulares de São José dos Campos que ficaram de fora da lista de 27 loteamentos que serão regularizados até 2016 reclamaram ontem da decisão tomada pelo governo Carlinhos Almeida (PT). Dos 160 núcleos, onde moram cerca de 80 mil pessoas, a prefeitura pretende regularizar 27, o que deixa de fora cerca de 67 mil moradores. Os 13 mil que vivem nos bairros que serão regularizados já estão na expectativa de receber o título de posse do terreno, que precede a escritura definitiva, além de benfeitorias como pavimentação, creches e escolas.

Já os demais terão que esperar mais alguns anos. Para esses, a lista do governo é “decepcionante e incompreensível” e atrasa ainda mais o desenvolvimento dos loteamentos. “Faz oito anos que comprei terreno aqui no bairro do Sapê na esperança de que ele fosse regularizado. Quero construir e deixar de pagar aluguel”, disse o pintor Messias Cardoso, 62 anos. Ao lado das netas, ele observa a movimentação no bairro do Sapê, na região leste, e se entristece com a notícia de que o loteamento não foi contemplado na lista na prefeitura. “Todo mundo aqui está esperando essa regularização há tempos”, disse ele. “Ficar de fora da regularização até 2016 é duro de roer”.

O carroceiro Mauro Vaz Santos, 72 anos, pretende deixar para a mulher e o filho uma casa construída num terreno do Sapê, onde eles moram desde 2005 em um barraco feito com sobras de madeira. Santos fez o orçamento dos materiais para a obra, mas desistiu de construir por causa da falta de regularização do bairro. Agora, ele teme não estar vivo quando a legalização foi efetivada. “Não sei se tenho saúde para esperar tanto tempo. Queria que estivesse tudo legal para construir a casa para meu filho e minha mulher. Eles ficarão com tudo aqui”, disse Santos. Segundo Roberti Costa, secretário de Regularização Fundiária, os bairros que serão regularizados não estão em áreas de risco ou em zonas ambientais. Da lista de 160 bairros irregulares, segundo ele, pelo menos 105 exigem acordo com o Ministério Público por estarem em áreas de risco ou de proteção ambiental. Os demais são considerados de “baixa complexidade” e poderão ser regularizados até o final do mandato do prefeito Carlinhos Almeida (PT). Os critérios de escolha, além do aspecto burocrático, levam em conta a densidade populacional e a proximidade com a malha urbana. “Entregaremos mais de 600 títulos de posse até o final do ano. E 27 bairros é uma meta realista e que pode ser superada”, disse Costa.

A Prefeitura de São José dos Campos renovou por mais um ano o convênio com a AEA (Associação dos Engenheiros e Arquitetos) para o fornecimento de plantas populares na cidade. O objetivo do convênio é viabilizar a prestação dos serviços de concessão de plantas populares gratuitas à população carente de São José, com acompanhamento técnico para autoconstrução de moradia econômica de acordo com a legislação vigente. Válido por um ano, o convênio custará R$ 900 mil para cerca de 700 plantas populares e acompanhamento da obra, seja de construção ou ampliação, além da legalização de imóveis irregulares. As plantas populares serão para imóveis de até 70 metros quadrados e atenderão apenas famílias que ganhem até seis salários mínimos. Elas poderão escolher entre 15 modelos de projetos residenciais. “Estamos ampliando o convênio para atender mais cidadãos”, disse o prefeito Carlinhos Almeida (PT).

Prefeitura limitou a regularização de Bairros na cidade

A Prefeitura de São José dos Campos limitou a 27 dos 160 bairros clandestinos da cidade a meta de regularização até o final do mandato do prefeito Carlinhos Almeida (PT), em 2016. Uma das principais promessas de campanha do então candidato petista, a regularização dos loteamentos clandestinos foi reduzida a 17% do total de áreas. Os primeiros cinco loteamentos serão legalizados até o final deste ano. São eles: Portal do Céu, Santa Rita, Recanto dos Eucaliptos, Primavera 1-A e Primavera 1-B. Segundo Roberti Costa, secretário de Regularização Fundiária, a intenção é acelerar ao máximo a regularização dos loteamentos, o que pode ampliar o número de bairros nos próximos anos.

Para tanto, os principais empecilhos são a burocracia no andamento dos processos e a documentação. “Foi planejado nos quatro anos da administração do prefeito Carlinhos que vamos regularizar 27 loteamentos”, afirmou Costa em entrevista à rádio Stereo Vale, na última sexta-feira. “Mas se levarmos em conta que apenas um bairro foi legalizado [Jardim Mesquita] nas últimas décadas estamos fazendo um avanço extraordinário.” Nas contas da prefeitura, São José tem 160 bairros irregulares, sendo 105 com problemas de área com risco considerado alto e muito alto, que exigem a retirada das famílias.

Todos os bairros que serão regularizados pelo governo petista já estavam em processo de legalização desde o ano passado, no mandato do então prefeito Eduardo Cury (PSDB), que regularizou apenas um bairro, o Jardim Mesquita, em 2011. Na lista dos processos em andamento, com a documentação enviada para o cartório, última etapa antes da regularização, estão os bairros Jardim Coqueiros 1 e 2 e Michigan 2. Outros 22 bairros têm permissão para construção mediante alvará especial, que é concedido aos bairros que estejam com processo de regularização fundiária em andamento na prefeitura. O anúncio dos bairros foi criticado por representantes do PSDB de São José. Para eles, o governo petista não avança em nada nessa área e repete os projetos de 2012.

Quem mora em bairro clandestino está na expectativa de receber a documentação definitiva da casa. Para eles, o governo tem mostrado interesse em acelerar o processo de legalização. “A documentação do bairro deve sair até novembro. Está todo mundo com muita expectativa”, disse o comerciante José Maurício Inácio, 48 anos, que há mais de 20 mora no bairro Primavera “Só com a regularização que poderão vir benefícios, como rede de esgoto e asfalto”, disse a vendedora Fátima Lima, 43 anos, do mesmo bairro.

Representantes do PSDB de São José criticaram a decisão da prefeitura de regularizar apenas 27 dos 160 bairros clandestinos da cidade. Segundo eles, a criação da Secretaria de Regularização Fundiária apontava para a expectativa de um resultado melhor. “Eles estão gastando mais para seguir os projetos do governo anterior”, disse Fernando Petiti (PSDB). Anderson Farias Ferreira, presidente do PSDB em São José, disse que o anúncio mostra que a promessa de campanha foi “enganação”. “Mudou tudo quando eles assumiram o governo.” O vice-prefeito Itamar Coppio (PMDB) disse que o governo vai fazer de tudo para regularizar o maior número de bairros. A limitação se dá por questões burocráticas. “Nenhum bairro irregular ficará sem atendimento.”

Presidente da Comissão de Planejamento da Câmara e membro da bancada governista, o vereador Shakespeare Carvalho (PRB) disse que muitos processos iniciados em 2012 tiveram que ser refeitos por erros técnicos ou falta de documentos. A Prefeitura de São José dos Campos irá priorizar moradores de áreas de risco para ocupar casas de residenciais populares que estão sendo construídas na cidade. Dos 160 bairros clandestinos, 105 estão em áreas de risco considerado alto e muito alto. A retirada deles é reivindicada também pelo Ministério Público de São José, que pede agilidade no remanejamento. Moradores do bairro Primavera, um dos cinco que serão regularizados pela Prefeitura de São José neste ano, estão ansiosos para receberem o documento de posse, um alvará especial até que a inscrição definitiva do imóvel seja registrada. “Com esse documento já podemos ter a segurança da casa em nosso nome”, disse José Maurício Inácio.

Cidade tem Operação Cata Treco por todos os bairros

Os caminhões da operação Cata-Treco da Prefeitura de São José dos Campos atenderão neste sábado (3) os bairros: Vila Maria; Jardim da Granja; Parque Santa Rita; Parque Novo Horizonte; Vila Paiva; Parque Industrial e Santa Júlia. Desde o início do programa, em maio, a Prefeitura já recolheu mais de 500 toneladas de materiais volumosos (restos de móveis, eletrodomésticos e pneus velhos).

O objetivo da operação Cata-Treco é reduzir o volume de materiais descartados de forma irregular nas áreas e vias públicas. O acúmulo de materiais, além de aumentar os riscos de enchente, uma vez que esses materiais entopem bocas de lobo e galerias, também geram mau cheiro e a proliferação de animais peçonhentos.

Para que nenhum material deixe de ser recolhido, é preciso que a população dos bairros atendidos pela operação Cata-treco coloque os materiais em frente à sua casa, até as 8h do sábado, antes do caminhão passar.

Cidade tem operação Cata-treco em vários bairros

A Prefeitura de São José dos Campos realiza neste sábado (20) mais uma operação Cata-Treco em vários bairros de diferentes regiões da cidade. O objetivo é reduzir o grande volume de materiais jogados nas ruas e vias públicas. A retirada desses materiais também visa prevenir enchentes e melhorar o meio ambiente.

Os caminhões da Prefeitura percorrerão os bairros: Jardim Pôr do Sol; Jardim Limoeiro; Jardim Ismênia; Jardim Primavera I e 2; Bom Retiro; Boa Vista (CDHU); Residencial D’ville; Morada do Sol; Recanto dos Pinheiros; Recanto dos Eucaliptos; Parque Independência; Jardim Santa Luzia e Reserva do Bosque.

Desde o início dos trabalhos, a Operação Cata-treco já passou por quase 100 mil residências, sendo recolhidos pela Prefeitura cerca de 500 toneladas de restos de móveis, eletrodomésticos e pneus. No fim de semana passado, foram recolhidas aproximadamente 33 toneladas de restos de móveis e utensílios domésticos durante mais uma etapa do trabalho, que atendeu diversos bairros do município. A Secretaria de Serviços Municipais (SSM) recolhe cerca de 5 mil toneladas de entulho, por mês, em todo o município. O custo para a realização deste trabalho é de cerca de R$ 2,5 milhões, por ano.

Cidade tem Cinemóvel para os moradores

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CINEMÓVEL – Região Central

Local: Em frente a Praça Afonso Pena

Data: 13-06-2013    Horário: 18h

Endereço: Ao lado do E.C.Mário Covas

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Informações:

Parceria com a 17ª Cultura Inglesa Festival. Transmissão simultânea do filme Up There, que estará sendo exibido trambém dentro do EC Mário Covas. Haverá um bate-papo streaming e conversa/mediação entre o diretor internacional Zam Salim e o público.

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Cidade tem operação Cata Treco nos Bairros

A Prefeitura de São José dos Campos continua neste sábado (8) mais uma operação cata-treco em vários bairros. Nesta nova ação, serão atendidos os bairros Jardim Jussara, Vila Corinthinha, Nova Detroit, Castanheiras, Paraíso do Sol, Jardim São José 1 e 2, Águas de Canindu 1, Anhembi, Jardim América, Jardim Paraíso, Residencial João Paulo 2º, Terras do Sul, Sol Nascente e Jardim Sul.

O objetivo da operação, que gradualmente será levada a todos os bairros da cidade, é impedir que os materiais sejam jogados indevidamente nas vias e áreas públicas. O acúmulo de entulho causa sérios riscos à saúde da população, como a proliferação do mosquito da dengue, além de contaminar o meio ambiente e provocar enchentes devido ao entupimento de bocas de lobo, rios e córregos. Somente no mês passado, a Prefeitura recolheu cerca de 240 toneladas de materiais. Durante este período foram atendidas aproximadamente 60 mil pessoas de diversas regiões da cidade.

É importante que a população coloque os materiais antes das 8h para que o caminhão possa recolhê-los. Podem ser descartados pneus velhos e móveis e eletrodomésticos inúteis. Não serão aceitos lixo orgânico ou restos de materiais de construção. Esse entulho deve ser levado ao uma dos 11 pontos de entrega voluntária (PEV).

Bairros nobres da cidade tem baixa de novos investimento

Bairros que já foram polo de investimento comercial em São José, como Jardim Esplanada, Jardim Maringá, Vila Adyana e Vila Ema, na região central da cidade, enfrentam uma redução de 47% no número de comércios abertos nos primeiros três meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado.

Enquanto no ano passado, 68 novos empreendimentos foram criados entre 1 de janeiro e 18 de abril, neste ano houve apenas 36 novos registros, segundo dados da Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo). No bairro Jardim Esplanada foram 17 novos pontos comerciais, contra 23 do mesmo período em 2012. A Vila Adyana foi a que mais sofreu com o déficit de investimento, caindo de 23 para apenas 9 pontos comerciais. A Vila Ema também registrou queda significativa, com 21 comércios criados nos primeiros meses de 2012 contra apenas 9 no mesmo período neste ano.

Segundo Felipe Cury, presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial), de São José, o motivo é o abuso no valor da cobrança de pontos comerciais na região. “O valor dos imóveis nesta área subiu monstruosamente. É uma desvairada especulação imobiliária que exige, muitas vezes, uma ‘luva’ (dinheiro dado pelo locatário para a assinatura do contrato, além do aluguel mensal) de até R$ 80 mil. É absurdo”, afirmou.

Já Marcos Aurélio Peneluppi, presidente da Asseivap (Associação das Empresas Imobiliárias do Vale do Paraíba e Litoral Norte), discorda. “O valor do aluguel não costuma passar de 0,6% do valor do imóvel. Não é esse o problema. O que impede a ampliação do comércio no local é a Lei de Zoneamento, que dificulta a criação de pontos comerciais”, afirmou.

Segundo ele, a Vila Ema é um dos principais bairros prejudicados. “Em alguns lugares são exigidos estacionamento com mais de dez vagas, isso é complicado. As pessoas estão preferindo investir em cidades como Caçapava que em bairros daqui”, disse Peneluppi.

Segundo Felipe Cury, os investimentos na área comercial, ainda que tenham ganhado força em bairros mais afastados, tendem a voltar a se concentrar na região central de São José por uma questão de segurança. “As pessoas têm procurado locais seguros, com câmeras que afugentem os bandidos, boa iluminação e seguranças. Isso torna o local mais convidativo”, opinou.

O Vale

Publicado em: 19/04/2013

Internet Gratuita será revisada pelo fato de baixa adesão

Com apenas 31% da meta atingida, o programa de Internet Gratuita em São José, lançado em janeiro do ano passado, vai passar por um processo de revisão técnica no governo do PT. Quando foi lançado, na gestão do ex-prefeito Eduardo Cury (PSDB), a expectativa era alcançar 20 mil usuários até o final de 2012.

Mas apenas 6.205 moradores de São José aderiram ao programa, que é oferecido a 127 bairros periféricos. Eles tiveram que pagar, em média, R$ 240 por um kit para receber o sinal, que é considerado fraco 256 Kbps para baixar arquivos da internet e 64 Kbps para postar dados na rede. O governo do PT avalia medidas para aumentar a intensidade do sinal, corrigir interferências na transmissão dele para os lugares mais distantes e baratear o custo de instalação dos equipamentos. A contratação de uma nova empresa está praticamente descartada o contrato assinado pelo governo anterior só vence em 2015.

A Secretaria de Administração confirmou que está fazendo estudos para melhorar o programa, mas não deu detalhes das medidas para resolver os gargalos técnicos. Sérgio Luiz Pinto Ferreira, secretário de Administração até o final do ano passado, disse que deixou um estudo preliminar para elevar a intensidade do sinal a 1 mega, além de oferecê-lo a bairros mais adensados em todas as regiões da cidade.

“Com 1 mega, é possível atrair mais pessoas ao programa. E não fica muito caro fazer os ajustes técnicos para se chegar à essa velocidade”, afirmou Ferreira. “Havia também a meta de oferecer o sinal a bairros populosos em todas as regiões da cidade, como o Jardim Satélite, por exemplo”. Usuários e técnicos que experimentaram o programa disseram que ele é técnica e economicamente “inviável”, além de não oferecer a estabilidade exigida no sinal.

O sinal de internet do programa é fornecido pela empresa NipBr (ex-NipCable), que foi contratada em janeiro de 2012, por R$ 1,3 milhão. Para aumentar a intensidade do sinal, a prefeitura teria que fazer um aditivo ao contrato original. Por lei, o valor não pode ultrapassar R$ 325 mil ou 25% do valor.

O engenheiro Roberto Pinheiro, responsável pela área técnica da NipBr, confirmou que a empresa é capaz de ampliar o sinal de internet se a prefeitura quiser. “O que oferecemos é o que rege o contrato. A prefeitura tem que mudá-lo para a gente resolver a questão técnica”, afirmou. Para o vereador Carlinhos Tiaca (PMDB), um dos críticos do programa, a revisão técnica é necessária para melhorar a internet gratuita. “Mas o sinal não pode ser interrompido para quem já aderiu ao programa”, lembrou ele. “A prefeitura tem que analisar e melhorar para todo mundo”.

Usuários do programa de Internet Gratuita da Prefeitura de São José consideram o sinal fraco e instável para os bairros mais distantes, justamente os alvos da proposta, lançada em janeiro de 2012. O sinal é disponibilizado em 127 bairros periféricos da cidade e também em parques e áreas públicas, como centros de esportes. Nestes locais, dependendo da quantidade de usuários conectados, o sinal é considerado bom.

“Uso mais nos parques da cidade, como no Santos Dumont, porque o sinal é tão forte como nas lan-houses”, disse o educador social Diego Rodrigues, 26 anos. “Tive muitos problemas de conexão e estabilidade do sinal e desisti do programa. Vou esperar a prefeitura melhorar para aderir de novo”, afirmou o mecânico Antônio Silva, 35 anos, da região norte.

Para Anderson de Almeida do Espírito Santo, presidente da regional norte da Associação Movimento Comunitário e Popular, o programa da prefeitura é inviável. “O contrato não atende as necessidades técnicas para levar o sinal em todos os bairros que a prefeitura anunciou. O número de antenas repetidoras é insuficiente.” Ele tem a experiência de oferecer na Vila Paiva, na região norte, internet gratuita para 60 moradores. “Nosso sinal consegue ser mais forte do que o da prefeitura”.

O Vale

Publicado em: 16/04/2013

Com o feriado santo, cidade tem barracas de peixes

Consumidores de São José dos Campos terão hoje e amanhã para comprar peixes nas feiras da cidade com preços “normais” e em grande quantidade, sem o aumento normalmente verificado na Semana Santa. Trata-se de uma campanha de pescados feita pela prefeitura em parceria com a Associação dos Feirantes de São José.

A campanha do ‘Peixe na Semana Santa’ será realizada hoje, das 7h às 16h, e amanhã, das 7h às 13h, em barracas espalhadas por diversos bairros da cidade. A proposta é sustentar o preço do peixe que, neste período, geralmente é vendido acima do custo normal.

“A ideia é ajudar a manter o controle do preço que já vem sendo aplicado pelo mercado e gerar maior oferta do produto à população”, disse o chefe da Divisão de Abastecimento da prefeitura, Rodolfo César. Segundo ele, os consumidores encontrarão variedade de pescados em 16 pontos da cidade, que se espalharão pelos bairros entre hoje e amanhã.

“As equipes de fiscalização também estarão atuantes para garantir a higiene da comercialização dos peixes.”
A má notícia aos consumidores é que o bacalhau salgado não será vendido nas barracas da campanha. “Os feirantes oferecerão o produto fresco, sem sal”, disse César. A prefeitura lembra que, ao comprar o peixe, o consumidor precisa observar as condições de higiene e de armazenamento do produto. Nas feiras, o pescado deve estar com gelo picado por cima e protegido do sol e de insetos.

Na quinta-feira, as barracas funcionam das 7h às 16h, e na sexta-feira, das 7h às 13h. Veja abaixo os pontos de venda:

  • Quinta-feira,  das 7h às 16h
    Campo dos Alemães: Avenida Adonias da Silva
    Jardim Colonial: Avenida Angelo Belmiro Pintus
    Jardim Novo Horizonte: Praça 1º de Maio
    Jardim Ismênia: Rua Caparaó, 390
    Vila Industrial: Rua Joaquim Ferreira Carpinteiro, 153
    Jardim Satélite:Rua Canópus com Avenida Cassiopéia
    Residencial Galo Branco: Rua Agenor Alves dos Santos
    Parque Industrial: Avenida Bacabal
    Telespark: Avenida Conde Francisco Matarazzo
  • Sexta-feira,  das 7h às 13h
    Campo dos Alemães: Avenida Adonias da Silva
    Jardim Colonial: Avenida Angelo Belmiro Pintus
    Residencial Galo Branco: Rua Agenor Alves dos Santos
    Santana: Rua São Jorge, esquina com a Avenida Rui Barbosa
    Vila Industrial: Avenida Sebastião Paulo Toledo Pontes, 430
    Vila Industrial: em frente ao Conjunto Residencial Integração
    Telespark: Avenida Conde Francisco Matarazzo

O Vale

Publicado em: 28/03/2013