Fundhas desenvolve projeto com aula prática de mergulho

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Um grupo de 15 crianças, entre 10 e 11 anos, da Unidade Jardim São José, da Fundhas, participa nesta segunda-feira (24), às 14h, de uma aula prática de mergulho. A atividade, que será no Poliesportivo de Eugênio de Melo (Avenida Ambrósio Molina 370), faz parte do projeto Modalidades Aquáticas.

Desenvolvido pelo professor de educação física Fernando Candial, o projeto tem como objetivo levar às crianças da jornada ampliada, modalidades pouco difundidas no âmbito escolar.

Em parceria com os mergulhadores profissionais da equipe voluntária Tubarão dos Setes Mares, a aula será acompanhada por seis professores. “A intenção é proporcionar às crianças, que adoram piscina, a realização do sonho de mergulhar, algo que eles nunca imaginaram que seria possível”, explica Fernando.

Ele completa dizendo ainda que a ideia surgiu para motivar os alunos “a quem sabe despertar o desejo de se tornar um adepto da modalidade e dessa forma influenciar positivamente na vida dessas crianças.”

A Fundhas recebe apoio de diversas empresas, por meio de doações e de voluntariado, e é uma instituição sem fins lucrativos, mantida pela Prefeitura de São José dos Campos que atende aproximadamente 4 mil crianças e adolescentes, de 6 a 18 anos, em diversas unidades regionalizadas.

 

Cidade tem voluntários para Combate contra Drogas

O combate ao crack e ao uso abusivo de outras drogas como maconha e cocaína em São José dos Campos vai ganhar uma rede de proteção formada pela sociedade e representantes. A primeira rede, que será formada na região sul da cidade, vai reunir escolas, serviços da área da saúde, assistência social, polícia e guarda municipal com representantes de igrejas, projetos sociais e sociedades amigos de bairros, para trabalharem na identificação, priorização e resolução dos problemas relacionados à droga. O chefe de Divisão de Vulnerabilidade e coordenador do Programa de Atenção às Drogas, Franklin Maciel, disse que serão reunidos moradores dos bairros Campos dos Alemães, Jardim Colonial, Imperial e adjacências, e representantes das escolas Lourdes Maria, Moabe Cury, Edgard de Melo, Márcia Helena, Terezinha do Menino Jesus e Moacir Souza.

“A prioridade inicial é pactuar entre todos os parceiros envolvidos, acordos comuns de apoio e retaguarda mútua, estabelecendo vínculos não só protocolares, mas efetivos e afetivos entre todos os usuários de drogas de modo a prevenir os problemas antes que não tomem maiores proporções”, disse. Segundo ele, a cidade tem atualmente 4.000 usuários de crack e a intenção é agir sobre os problemas específicos que forem sendo identificados pelos parceiros. “Desta maneira, em vez das ações virem de fora para dentro, elas virão de dentro para fora, de modo a preparar a comunidade e a rede para os problemas práticos encontrados no dia-a-dia. O primeiro resultado imediato deverá ser a humanização das relações.”

Cada rede terá a liberdade de se organizar dentro de suas respectivas atribuições da maneira que todos os envolvidos acordarem como mais adequadas. “As regras e acordos de cooperação serão estabelecidos de forma consensual entre os participantes.” Segundo ele, hoje o VemSer (principal programa de combate às drogas do município) possui equipes que vão até as cracolândias sensibilizar os usuários para aderirem ao tratamento. “A rede irá muito além, pois pretende identificar os problemas em seu início onde os resultados são mais eficientes. Adaptaremos as estratégias de acordo com cada situação”, afirmou. Segundo o coordenador do projeto, os investimentos já existem, o que muitas vezes ocorre é que são mal direcionados. A intenção inicial é potencializar os investimentos tanto humanos como financeiros atuais para que respondam às necessidades mais prioritárias. “E isso só será possível quando todos os parceiros forem chamados não só para “apagarem incêndios”, mas também para identificarem as causas específicas daquela realidade onde vivem.”

Pelo menos 250 professores de seis escolas da zona sul, representantes das polícias, guarda, igrejas e sociedade civil se reunirão na próxima quarta-feira para discutir a primeira rede de proteção de São José dos Campos. O encontro será às 14h no Plenário da Câmara e contará com a participação do professor José Pacheco, da Escola da Ponte-Portugal. “Será o primeiro esforço coletivo para criar um ambiente de paz usando novos métodos de educação que priorizam a autonomia, a interdependência e a escola como ponto de encontro da comunidade”, disse Franklin Maciel. Quem quiser participar do encontro deverá comparecer no local e apresentar qual entidade está representando. A Câmara fica na rua Francisco Murilo Pinto, 33, na Vila Santa Luzia.

Cidade tem curso para capacitar voluntários

A Prefeitura de São José dos Campos realiza neste fim de semana – sábado (8) e domingo (9) – o Curso de Formação de Coordenadores de Grupo de Tratamento à Codependência. As inscrições podem ser feitas até esta sexta-feira (7) pelo telefone 3932-8637 ou pessoalmente na sede da Secretaria de Promoção da Cidadania (Rua Aurora Pinto da Cunha, 131), no Jardim América.

Voltado para pessoas que queiram atuar como voluntários em grupos de apoio a familiares de dependentes químicos, o curso faz parte das ações do Programa Municipal de Atenção às Drogas “vemSer”.

No sábado (8), as atividades serão realizadas das 8h30 às 17h e no domingo (9) das 8h30 às 12h, na sede da Secretaria de Promoção da Cidadania.

Qualquer pessoa maior de 18 anos pode participar. O curso é gratuito e haverá certificação pela Prefeitura e também pelo Amor Exigente. A atividade é coordenada pela Divisão de Vulnerabilidade da Secretaria de Promoção da Cidadania em parceria com a instituição Amor Exigente.

Igrejas da cidade oferecem cursos de idiomas

Paróquias da região estão com inscrições abertas para cursos gratuitos de inglês, espanhol e italiano para pessoas interessadas em atuar como voluntárias na Semana Missionária. O evento acontece simultaneamente em todas as dioceses do país. Somente a região de São José dos Campos devem receber cerca de 2 mil jovens de diversos países. Depois de uma semana na região, os peregrinos seguirão para o Rio de Janeiro onde se encontrarão com o Papa Bento XVI na Jornada Mundial da Juventude.

O único requisito para se inscrever nos cursos é estar interessado em atuar como voluntário durante a permanência dos estrangeiros na região. Os voluntários que fizerem o curso vão tratar diretamente com os estrangeiros, auxiliando na localização e comunicação dos jovens com outros fiéis católicos.

Ao todo estão disponíveis 165 vagas, sendo 120 vagas para o curso de inglês, 30 para o curso de espanhol e 15 para o curso de italiano. Os cursos tem duração média de 20 semanas, com duas horas/aula, uma vez por semana. A Catedral São Dimas oferece cursos de inglês e espanhol. Já a Paróquia Espirito Santo, no Jardim Satélite tem inscrições para os cursos de inglês e italiano. Em Jacareí a Paróquia Imaculada Conceição, a Matriz, oferecerá o curso de inglês.Os cursos começam no final do mês, por isso é preciso correr. As inscrições são aceitas somente pelo email: [email protected]

De acordo com Sueli Oliveira, coordenadora do Setor Lingüístico da Comissão Diocesana para a Semana Missionária, a expectativa é que o setor lingüístico abra novas vagas em abril. “Este curso é específico para os voluntários que vão atuar na Semana Missionária, então o interessado em fazer o curso precisa estar inscrito como voluntario”, alertou a responsável.

Publicado em: 07/01/2013

PM termina curso de formação de voluntários na cidade

A Polícia Militar terminou ontem o treinamento de 22 voluntários que ficarão responsáveis por mediar conflitos entre vizinhos em São José dos Campos. A mediação de conflitos está prevista para começar no mês que vem. Nas próximas duas semanas, moradores de outras cidades também serão treinados, já que o projeto será aplicado em todas as cidades da região.

A principal intenção da mediação é incentivar os diálogos entre vizinhos e acabar com as chamadas de perturbação de sossego, responsáveis por 40% das demandas da PM atualmente. “Além disso, há muita reincidência. Atendemos em um mesmo local 30, 40 vezes. Isso consome muitos policiais, que poderiam atuar contra a prevenção de crimes”, diz o tenente Carlos André de Carvalho.

O projeto começou a ser implantado pela PM em agosto do ano passado. Na ocasião, foi feito um levantamento, que mostrava que a corporação gasta cerca de R$ 466 mil por mês atendendo ocorrências de perturbação de sossego ou desinteligência. Só uma padaria da zona leste de São José recebeu 74 denúncias de perturbação de sossego no primeiro semestre de 2011.

O treinamento consiste em um curso com carga de 16 horas e foi planejado pela diretoria de ensino da PM, na capital. Em todo o Vale, a expectativa é que 60 pessoas sejam treinadas. Após o treinamento, essas pessoas receberão levantamentos da PM sobre um local que tem recebido constantes denúncias e o vizinho que reclama do barulho.

O mediador será aquele que estiver mais perto da região onde acontecerá o debate. “A intenção é fazer com que as duas partes cheguem a um ponto comum. O mediador não tem poder de decisão, apenas visa facilitar a convivência”, explica o tenente. Em casos que o mediador não sentir segurança para atender, a Polícia Militar continuará indo ao local.

Maria Celeste Pedroso, 57 anos, é uma das voluntárias do projeto. “É uma atividade humanitária. Essa mediação de conflitos pode ajudar muito a resolver casos bobos que resultam em violência. É uma medida muito importante”, afirma.

O Vale

Voluntários entregam presentes para crianças carentes

Faltando uma semana para o Natal, os voluntários já começaram a se mobilizar para entregar presentes às crianças carentes de São José dos Campos. No Pinheirinho, na zona sul, o Papai Noel esqueceu o trenó e chegou de motocicleta, capacete, óculos escuros e ao som de rock’n’roll.

Ontem de manhã, integrantes do motoclube Canibais entregaram 1.700 kits de presentes para as crianças. Durante a tarde, o motoclube também visitou a favela do Banhado. Uma reunião entre 12 amigos do Vila Maria, na região central, resultou em mais 1.000 brinquedos, distribuídos a comunidades carentes da zona norte ontem.

“Fazemos isso há 10 anos. Começamos com um grupo pequeno e agora, reunimos uma quantidade boa para ajudar”, diz Adilson Godoi, 49 anos, agente de saneamento. Outro evento aconteceu na região do Putim, zona sudeste. O Papai Noel, do Center Vale, levou presentes para 1.415 crianças, entre 6 e 12 anos, de três bairros diferentes.

O Vale