Consumo de Energia tem queda na conta para moradores

O preço da tarifa de energia elétrica residencial vai cair no Vale do Paraíba. Os novos valores, divulgados na semana passada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), variam entre 18% e 25% de redução, dependendo da empresa.

A concessionária EDP Bandeirante, que atende 19 cidades da região, entre elas São José, Taubaté e Jacareí, ficou com o preço do quilowatt-hora em R$ 0,28586. A medida vale até 22 de outubro deste ano. Com 20 cidades, a maioria de pequenos municípios, a Elektro teve a tarifa reajustada para R$ 0,28713 o quilowatt-hora até 26 de agosto de 2013.

Em nota, a Aneel informou que a revisão tarifária obedece aos descontos determinados pelo governo federal em 24 de janeiro deste ano. O desconto se deve à renovação antecipada das concessões de energia que venceriam entre 2015 e 2017, e que foram concedidas por mais 30 anos, e a eliminação de encargos federais sobre a conta de luz.

O aposentado Roberto Moraes, 61 anos, de Paraibuna, comemorou a economia na conta. O valor de fevereiro foi R$ 22,70 menor do que o de janeiro. “É ótimo para o orçamento da família”. Em São José, a costureira Maria Dolores, 43 anos, também recebeu a conta com valor menor. “Paguei quase R$ 100 em janeiro e a conta, que chegou ontem, veio com R$ 81,40. É um bom desconto.”

Em Guaratinguetá, a artesã Sebastiana Santos, 52 anos, recebeu a taxa com desconto de R$ 18. “Finalmente uma boa notícia para a gente”, disse.

O Vale

Publicado: 14/02/2013

Prefeitura já programa obras para evitar que ponte caia

A ponte Mitsuhiko Yoshinaga, que liga bairros da zona sul de São José, como Bosque dos Eucaliptos ao Jardim Terras do Sul e Jardim Oriente, ameaça ruir. A ponte fica no cruzamento da avenida Salinas com a rua Shigemasa Ota.

O assoreamento da encosta do córrego Senhorinha tem deixado exposta uma das bases de sustentação da ponte. O pintor Paulo Nascimento, 32 anos, morador do Bosque dos Ipês, passa pela ponte todos os dias e teme que ela possa cair a qualquer momento.

“A ponte é bastante movimentada e muitas pessoas tem medo que ela caia um dia, com uma chuva forte”, afirmou.  Segundo a aposentada Maria Fernandes Sijiani, 59 anos, moradora do Jardim Oriente, uma boca de lobo foi obstruída para impedir que a água da chuva fosse para o córrego, o que piorou a situação no local.

“Quando chove, a ponte alaga e não dá para passar a pé. Vários moradores reclamam, mas a prefeitura não resolve”, disse dona Maria, que também teme passar pelo local quando o tempo está chuvoso. A dona de casa Teresinha Fátima Lourenço disse que passa na ponte à noite e também tem medo da ponte cair.

A Secretaria de Obras da Prefeitura de São José informou, por meio de nota, que está acompanhando o caso da ponte Mitsuhiko Yoshinaga. Com o início da erosão da encosta, técnicos estiveram no local e a SSM (Secretaria de Serviços Municipais) aterrou o lugar, deixando as casas do entorno fora de perigo.

Segundo a secretaria, foi contratado um serviço de sondagem de todo o terreno, com a qual foi desenvolvido um projeto de contenção e estabilização da margem do córrego. A pasta está concluindo uma planilha orçamentária para avaliar uma data para o início das obras.

O Vale