Obra é uma raridade, pois é a última escrita por um modernista

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), de São José dos Campos, lança, no dia 18, às 19h30, na sala do projeto Leitura no Bosque, do Parque Vicentina Aranha, a pré-edição do livro “Dexistência”, última obra escrita e inacabada do poeta joseense Cassiano Ricardo. “Esta é uma das maiores obras da literatura brasileira, não só por valorizar ainda mais o trabalho do nosso poeta, mas também por se tratar de uma obra inédita dos modernistas que participaram do Movimento de 22”, afirma Mario Domingos de Moraes, presidente da FCCR.

Durante a cerimônia de lançamento, será realizado o sarau intitulado “De – Existência”, com o grupo Líricas e Prosas: Mato a Dentro, Gente a Fora, baseado no livro de Cassiano Ricardo. Será uma cerimônia fechada com autoridades da região, jornalistas, escritores, coordenadores de Sala de Leitura e diretores de escolas, empresários, além da família do escritor.

Ao todo, a FCCR imprimiu 3 mil livros, que serão entregues a escolas, bibliotecas, universidades e arquivos da região do Vale do Paraíba. O design do livro ficou sob a responsabilidade da  Magno Studio – empresa ganhadora da  licitação – que  trabalhou com um fac-símile dos originais da obra, uma forma de valorizar ainda mais o livro, além de uma cópia revisada dessa mesma obra. Além disso, a Magno fez questão de desenhar a capa do livro exatamente igual à pasta de couro que envolvia os originais do livro, que estavam guardados no Arquivo Público do Município, junto com todo o acervo de Cassiano Ricardo.

Sobre o livro: Muitas histórias já foram contadas a respeito de como os originais do  livro “Dexistência” foram localizados no Arquivo Público do Município de São José dos Campos. Por esse motivo, a FCCR faz questão de ressaltar alguns fatos que verdadeiramente ocorreram quando esses originais foram localizados.

Todo o acervo do escritor Cassiano Ricardo – doado pelo casal Heitor e Silvia Reali, em 20 de fevereiro de 1998 – passou a ser organizado e inventariado logo após a sua doação. Em outubro do mesmo ano (1998),  quando foi realizada a 32ª Semana Cassiano Ricardo – evento da FCCR, com o objetivo de divulgar o poeta e sua obra, acém de  incentivar a leitura e a literatura – foram  feitas várias impressões deste inventário ficando disponível para o público. Este inventário foi idealizado pelo Arquivo Público do Município e Comissão Municipal de Literatura, realizado pela FCCR e nele, já constava o nome Dexistência.

Em 2010, quando a FCCR foi realizar a sua 44ª Semana Cassiano Ricardo, o jornalista Júlio Ottoboni (que foi curador da 43ª e 44ª Semana Cassiano Ricardo) buscou no Arquivo Público do Município informações sobre o livro “Dexistencia”, onde foi localizado e uma das provas de que o livro estava guardado no acervo de Cassiano, consta da obra “Cassiano – fragmentos para uma biografia”, de Amilton Maciel Monteiro (2003), onde o autor fala do livro “Dexistencia” (pág. 220), e reproduz em foto a pasta de couro que continha os originais do livro (pág. 278).

Após a localização do livro, a FCCR começou a negociar o lançamento do livro, com a família do poeta que detêm os direitos autorais de suas obras. Depois de autorizado, o livro  pode, finalmente, ser lançado no ano de 2012.

Fac-símile – A proposta de fazer um fac-símile dos rascunhos do livro foi proposital por parte da FCCR, para fazer com que o leitor pudesse analisar, estudar e até mesmo “viajar” nas anotações feitas de próprio punho pelo autor, enquanto escrevia o livro. A começar pela apresentação do nome do livro onde Cassiano  risca e rabisca as palavras “existir e dexistir (esta, escrita com xis ). E próximo dessas palavras, bastante rabiscado, também é possível ler “EXPLICAÇÃO DESNECESSÁRIA sobre extinção e existência neste livro” (parte da frase escrito à máquina em letras maiúsculas e parte, manuscrita). Já, neste momento, Cassiano parece começar a se despedir, não desistir, mas deixar de existir, o que pode ser sentido em  todas as poesias e poemas que, impreterivelmente, remetem, a agradecimentos, a situações vividas, remetem a um adeus.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 27/12/2012

Orquestra de Viola Caipira faz apresentação na cidade

Orquestra Piraquara de Viola faz duas apresentações de final de ano. A Orquestra Piraquara de Viola Caipira, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), encerra o ano com duas apresentações especiais que acontecem às 20h, no dia 12, no Espaço Cultural Cine Santana, e dia 20, no Espaço Cultural São Benedito.

Regida pelo maestro Rui Torneze, a Orquestra apresenta canções natalinas, além de seu tradicional repertório, composto por músicas caipiras e sertanejas, de grandes compositores do estilo, como Rolando Boldrin, Tião Carreiro, Teddy Vieira, Mário Zan, entre outros.

Ambas as apresentações têm entrada franca, sendo que não é necessário retirar ingressos com antecedência.

Sobre a Orquestra – Ela começou tímida, com pouco mais de dez integrantes. Aos poucos, a Orquestra Piraquara de Viola Caipira, da FCCR, foi crescendo em número de integrantes, em quantidade de apresentações e principalmente, na qualidade dessas mesmas apresentações. Composta por cerca de 30 integrantes e sob regência do maestro Rui Torneze, o grupo musical procura valorizar e divulgar a música raiz, um importante traço cultural da região do Vale do Paraíba.

Serviço: Espaço Cultural Cine Santana – Av. Rui Barbosa, 2005 – Santana. Espaço Cultural São Benedito – Largo São Benedito, s/n (próximo a praça Afonso Pena). Informações: (12) 3924-7319

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 19/12/2012

Cidade tem projeto de cinema criado pela Fundação

Se você não vai ao cinema, o cinema vai até você. É assim que funciona o mais novo projeto da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), em parceria com o Instituto Magneto Cultural: o Cinema Móvel. O projeto será lançado nesta quinta-feira (20), às 20h, na Praça do Cruzeiro, Vila Santa Cruz, região central de São José dos Campos. Além de valorizar a sétima arte, promover a exibição gratuita de filmes de longa e curta-metragem, esse projeto tem como objetivo levar a cultura para mais perto da população de diversos bairros da cidade.

Para a exibição dos filmes, a Fundação Cultural conta com um veículo especial. Uma perua Kombi foi adaptada com projetores, tela, mesa de som, leitores de DVDs, cadeiras, entre outros equipamentos necessários. Os filmes são exibidos em espaços abertos à população e sem a necessidade de ingressos para assistir.

O Cinema Móvel está circulando desde o dia 12 pelas ruas de São José dos Campos, levando cultura e lazer para os moradores e vai passar pelos bairros: Parque Interlagos, Campos de São José, Buquirinha II, Galo Branco, Limoeiro, Jardim Pararangaba, entre outros. A parceria com o Instituto Magneto Cultural é mais uma ação da FCCR, que procura descentralizar a cultura, realizando atividades junto à população, formando plateias e despertando talentos.

A grande novidade desse projeto é que quem escolhe o filme é a população. No dia da exibição, a equipe do Cinema Móvel sai pelas ruas do bairro com uma lista de títulos e pergunta para os moradores qual é o preferido para assistir naquela noite. Com base nas respostas, o projeto exibe o filme mais votado pelo público.

Programação

  • Dia: 18 – Terça-feira
    Centro Pastoral Paroquial Santa Clara – Avenida Pararangaba, 190
    Jardim Pararangaba – Região Leste
  • Dia: 19 – Quarta-feira
    Avenida Júlio César Vilaça, 590 (Em frente ao prédio “A Portuguesa”)
    Jardim Santa Luzia – Região Sudeste
  • Dia: 20 – Quinta-feira
    Praça do Cruzeiro, s/n Vila Santa Cruz – Centro
    Jardim Santa Cruz – Centro

Outras informações pelo telefone (12) 3924-7356.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 18/12/2012

Distrito da cidade tem oficinas até janeiro para moradores

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) realiza, em parceria com a Biblioteca Solidária, quatro atividades no distrito de São Francisco Xavier. As oficinas ocorrerão semanalmente no Espaço Cultural Júlio Neme, da Fundação Cultural, no bairro dos Remédios e na própria biblioteca, até o dia 30 de janeiro.

O público pode participar de aulas de capoeira e aprender a fazer peças de cerâmica, tear e bordado nas oficinas, que em cada dia da semana tem um tema diferente. Além disso, tem uma atividade especial para as crianças: “Leitura na Praça”, com música e contação de histórias, todos os sábados.

As atividades não têm limite de idade, são abertas ao público, não sendo necessária a inscrição com antecedência, basta escolher a oficina e participar.

Programação

Terças-feiras
Oficina de Cerâmica
Das 15h30 às 18h30 – Biblioteca Solidária

Sextas-feiras
Oficina Arte em Fios (tear e bordado)
Das 13h às 17h – Espaço Cultural Julio Neme

Sábados
Capoeira
14h – Bairro dos Remédios

Leitura na Praça
16h – Praça Cônego Manzi (em frente ao coreto)

O Espaço Cultural Julio Neme fica na Praça Cônego Manzi, e a Biblioteca Solidária na Rua XV de Novembro, 50, no centro do distrito de São Francisco Xavier. Outras informações pelo telefone (12) 3926-1163.

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 14/12/2012

Cidade tem as ultimas apresentações de Teatro pela Fundação

Começa no dia 13 e segue até o dia 18,  a última edição da Temporada Popular de Teatro, realizada pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) no CET – Centro de Estudos Teatrais, com dois espetáculos e duas atividades especiais dedicadas às artes cênicas.  Entre os dias 13 e 16, às 20h, o grupo As Bárbaras de Multeatro apresenta o espetáculo “Ghita”, um drama sobre uma mulher supostamente esquizofrênica, que a partir de pensamentos confusos e desconexos chega a grandes revelações.

Já na semana seguinte, nos dias 19 e 20 de dezembro, às 20h, tem o espetáculo “As léguas tiranas de Luiz “lua” Gonzaga”, que reúne teatro, dança, música e muita emoção para contar a história do grande sanfoneiro, cantador e compositor Luiz Gonzaga. Além de peças, esta Temporada traz também para o dia 17, às 20h, a exibição do um filme curta metragem “Ele Vem”, produzido por alunos de teatro, e dia 18, às 19h, o projeto Diálogos Teatrais, com o tema “O Teatro Joseense”, que promove uma reflexão sobre o tema.

Todas as peças teatrais e atividades são abertas ao público, têm entrada franca e não é necessário retirar ingressos com antecedência.

Programação:

  • 13, 14, 15 e 16/12 – 20h
  • Ghita
  • Grupo: As Bárbaras de Multeatro
  • Elenco: Janita Rossi, Luana Mincoff e Marcella Arnulf
  • Direção e Dramaturgia: Aicha Haroun Yacoubi
  • Origem: São Paulo – SP – Intercâmbio Brasil – Marrocos
  • Recomendação etária: 14 anos
  • Duração do espetáculo: 75 minutos
  • Sinopse: Em cena, está uma mulher supostamente esquizofrênica. Algo em sua monótona rotina de clausura desencadeia um processo frenético e irreversível em que o labirinto da memória a conduz por descobertas aterradoras. Aos poucos, possíveis cenários e situações vão sendo sugeridos para pano de fundo decisivo da trajetória de vida dessa criatura. As surpresas do enredo vão sendo apenas sutilmente sugeridas até a segunda metade do espetáculo, quando um turbilhão de revelações leva à descoberta de quem é Ghita, realmente.
  • 19 e 20/12 – 20h
  • Sertania Nordestina: As léguas tiranas de Luiz “lua” Gonzaga
  • Atuação, Direção e Dramaturgia: Cláudio do Vale
  • Músicos:  Almir Mello – Percussão/Voz
  • Eliomar Landim – Acordeon
  • Gileno Borges – Triângulo
  • Origem: São José dos Campos – SP
  • Recomendação etária: 14 anos
  • Duração do espetáculo: 50 minutos
  • Sinopse: Trata-se de uma espécie de “repente” da vida e obra do grande sanfoneiro, cantador e compositor Luiz Gonzaga. Imagina-se na feira de Caruaru assistindo as improvisações musicais de um grupo regional nordestino. Os “tocadores” de sanfona, zabumba, triângulo e clarinete animam o “arrasta-pé” com as canções mais populares de Gonzaga. Interpretado por Cláudio do Vale, somos apresentados à trajetória do Rei do Baião, desde as suas raízes no Exu (sertão de Pernambuco) até a consagração definitiva no Rio de Janeiro nos anos 50 e a sua imortalização no cancioneiro da MPB através de inúmeros artistas que sofreram sua influência e o projetaram para o futuro, como Caetano, Gil, Zé Ramalho, Elba, Gal, Bethânia, Sivuca, Hermeto Pascal, Dominguinhos e por aí vai.
  • Atividades especiais
  • 17/12 – 20h
  • Filme: Ele Vem (Curta-metragem)
  • Direção: Erik Garcia e Allex Cardozzo
  • Produção: Osni Henrique
  • Duração: 27 minutos
  • Sinopse: Ele vem, ninguém sabe quem, ou de onde ele vem, mas é certo que ele estará presente, por quanto tempo, não sabemos, mas ele sempre vem. Curta-metragem experimental produzido por alunos de teatro para exporem seus conhecimentos adquiridos nas oficinas teatrais.
  • 18/12 – 19h
  • Projeto Diálogos Teatrais
  • Tema: O Teatro Joseense
  • Sinopse: Com a participação de representantes de grupos teatrais de SJCampos o  objetivo dessa edição do Projeto Diálogos Teatrais será a de propor uma reflexão sobre o teatro e o movimento teatral joseense. Seus caminhos e perspectivas.

Serviço: CET – Centro de Estudos Teatrais – Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (entrada pelo Parque da Cidade). Informações:(12) 3924-7358

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 13/12/2012

Cidade tem apresentação do Coro Jovem para moradores

O Coro Jovem de São José dos Campos, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), é convidado, mais uma vez, para se apresentar junto à  Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul. Serão duas apresetações:  dia 15, às 17h30, na cidade de São Paulo, na Igreja São Luís Gonzaga, e dia 16, às 20h, na Igreja Matriz Sagrada Família, em São Caetano do Sul.

Os Coro vai interpretar a Sinfonia nº 2 “Lobgesang”, do compositor, pianista e maestro alemão Felix Mendelssohn. Cerca de 70 coralistas e também as sopranos Sandra Felix e Juliana Starling, serão regidos por Sergio Wenec, que também vai atuar como tenor.

É a terceira vez neste ano, que o Coro se apresenta com a Orquestra. “Temos recebido muito elogios de profissionais que dizem não ter conhecimento da existência de outro coro jovem com as características do Coro Jovem de São José dos Campos”, comenta orgulhosos  o regente. Entrada franca: Ambas as apresentações são abertas ao público e tem entrada franca, não sendo necessária a retirada de ingressos com antecedência.

Coro Jovem Sinfônico de São José dos Campos – Criado em 2005, pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, o Coro possui 150 vagas e tem a proposta de educar, formar e preparar futuros cantores profissionais. O projeto oferece vagas para jovens com idades entre 16 e 34 anos, sendo 26 anos a idade limite para o núcleo iniciante, 30 anos para núcleo avançado e 34 para o núcleo semiprofissional. Os integrantes do Coro Jovem têm aulas práticas e teóricas e os que são estudantes, recebem uma bolsa-auxílio mensal.

Sérgio Wernec – Desde 2007, o Coro Jovem Sinfônico é regido por Sérgio Wernec Júnior. Bacharel em Regência pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), pianista, cantor e destaque como solista. Atuou com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), a Sinfônica Municipal de São Paulo e a Sinfônica Cultura. É integrante do Coro da Câmara, do Coro da OSESP e do Coral Paulistano de Teatro. Como regente, Sérgio Wernec Júnior iniciou suas atividades no Coral Masculino da Escola Senai Suíço Brasileira e fundou, em 2003, o Coral Musicativa, em Mogi das Cruzes.

Serviço: Igreja São Luís Gonzaga – Av. Paulista, 2378 – São Paulo. Igreja Matriz Sagrada Família – Praça Cardeal Arcoverde, s/n – São Caetano do Sul. Informações: (12) 3924-7317

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 13/12/2012

Cidade tem apresentação de dança Quebra Nozes

Nos dias 14, 15 e 16, às 20h, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), transforma o Teatro Municipal em um espaço de festa, luz, magia e fantasia, com o famoso espetáculo “O Quebra-Nozes” (obra completa), que será apresentado, pela primeira vez, pela Cia. Jovem de Dança de São José dos Campos e alunos dos cursos de dança da FCCR.

Ao todo, mais de  90 bailarinos subirão ao palco para a realização desse congradíssimo ballet de repertório que remete ao espírito de Natal. A apresentação contará ainda, com a  participação especial de um casal de bailarinos portador de deficiência, que participam do Projeto Integra, da Prefeitura Municipal de São José dos Campos. O espetáculo tem a direção de Marco Sanches, orientador artístico da Cia. Jovem.

O espetáculo é uma adaptação da obra “O Quebra-Nozes”, musicado por Tchaikovsky e coreografado, pela primeira vez, por Marius Petipa, na Rússia, em 1892, onde tudo se passa numa festa de Natal na casa da família Stahlbaum, a casa de Clara. Típicas do romantismo, o balé apresenta a fantasia e a magia, nas aventuras de Clara e do quebra nozes, um boneco de aparência humana, vestido de soldado, com as pernas e a cabeça de tamanhos desproporcionais.

Retirada de ingressos – Para assistir ao espetáculo “O Quebra-Nozes”, não há limites de idade, a entrada é franca, porém é necessária a retirada de ingressos com uma hora de antecedência à apresentação, na bilheteria do Teatro Municipal.

O espetáculo

Ato I – Os filhos, Clara e Fritz, esperam pelos convidados que logo se entusiasmam com a entrega dos presentes e as danças natalinas. De repente, uma figura misteriosa chega para a festa: Drosselmeyer, o mágico padrinho de Clara, juntamente com o seu sobrinho. Entre os presentes estão bonecos mecânicos com aparência humana, que dançam. Todos se comovem com a beleza e graciosidade da cena. Drosselmeyer dá de presente à Clara um Quebra-Nozes com aparência de soldadinho. Clara, encantada, começa a dançar com seu novo brinquedo, mas seu irmão Fritz toma-lhe o boneco, que se quebra na confusão. Drosselmeyer conserta-o e consola Clara. Os convidados dançam, a festa termina e eles se retiram. Todos dormem na casa da família Stahlbaum, menos Clara que vai até a sala ver seu boneco que havia deixado perto da árvore e adormece a seu lado.

Ato II – Na sala escura, Clara ouve ruídos de ratos que tentam atacá-la. De repente, toda a sala parece crescer, o boneco toma vida e Clara parece estar do tamanho deles. O Quebra-Nozes luta com os ratos para defendê-la, quando surgem o Rei dos Ratos e o pelotão dos soldados de chumbo. O Rei dos Ratos e o Quebra-Nozes lutam até se ferirem mortalmente. Os ratos retiram seu rei e Clara corre ao encontro do seu Quebra-Nozes. Ao vê-lo morto, começa a chorar; suas lágrimas quebram o encanto e o boneco transforma-se em um lindo príncipe- o sobrinho de Drosselmeyer – que leva Clara para visitar o Reino Encantado. Ao chegarem ao Reino Encantado são recebidos pelos Anjos da Árvore de Natal, juntamente com a Fada Açucarada, que convoca seus súditos: Chocolate Quente da Espanha, Café da Arábia, Chá Chinês, Pirulitos, Marzipan, a Mamãe Bom-Bom com os Polichinelos, Gotas de Orvalho e suas Guirlandas de Flores. A Fada anuncia que todos executariam danças para prestar-lhes homenagens. Finalmente Clara percebe que está na hora de deixar o Reino Encantado, mas tudo o que vira, como um lindo sonho, ficará com ela para sempre. Seu príncipe a acompanha na volta ao lar, nessa mágica noite de Natal…

História – A Op.71 e o Ballet O Quebra-Nozes – Escrito em São Petersburgo – Rússia, e apresentado no dia 18 de dezembro de 1892, o balé em dois atos, tem coreografia original de Marius Petipa (1818-1910), contém uma das músicas mais conhecidas de Tchaikowsky – a Op.71, apesar do compositor relutar em aceitar o trabalho. O Quebra Nozes, em especial, foi elaborada ao mesmo tempo em que a obra de Tchaikowsky estava sendo composta, mas sua  execução foi realizada bem antes da apresentação do balé (7 de Março de 1892), sob a regência do próprio autor..

Serviço: Teatro Municipal de São José dos Campos – Rua Rubião Júnior, 84 – 3º andar – Centro – São José dos Campos. Informações: (12) 3924-7395.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 11/12/2012

Fundação cultural da cidade recebe certificado de qualidade

A pressão popular aliada aos “pecados” cometidos ao longo da atual legislatura devem provocar mudanças na postura do colegiado de 21 de vereadores de São José dos Campos que assume em janeiro de 2013. Entre os novos eleitos e os que se reelegeram, há consenso de que é preciso dar mais transparência aos atos do Legislativo para evitar erros que transformaram a Câmara em alvo frequente de críticas e desgaste nos últimos quatro anos.

Entre eles, a tentativa de estabelecer um supersalário de R$ 12,9 mil para os parlamentares, partilha de cargos no governo, gastos exóticos e supérfluos (como compra de cofres para os gabinetes), falta de transparência de despesas com assessores, fracasso na realização de concurso, que resultou em prejuízo de pelo menos R$ 1 milhão aos cofres públicos, e atrelamento demasiado ao Poder Executivo.

Cotado para presidir a Câmara a partir de janeiro, o vereador reeleito Wagner Balieiro (PT) pontua que o Legislativo precisa ser mais “pró-ativo” e depender menos da prefeitura. “O Legislativo precisa ter mais autonomia e tomar iniciativas próprias, porque é porta-voz da sociedade”.

Ele avalia que a Câmara deve, por exemplo, promover audiências públicas, debates e fazer estudos técnicos sobre projetos do Executivo, e não apenas compactuar com o governo. “Proporcionar mais acesso da população aos documentos da Câmara e melhorar a comunicação institucional da Casa são outras questões que terão que ser abordadas pela nova mesa diretora”.

Quando menciona comunicação, Balieiro e os demais se referem ao projeto de criação de um canal de TV, em fase inicial de estudo, que pode custar até R$ 3 milhões. Para Angela Guadagnin (PT), uma questão emblemática que precisa ser resolvida é o funcionamento das comissões técnicas.

“As comissões não funciona. Os projetos não são analisados por elas. Isso leva à perda de autonomia do Legislativo, que não pode votar os projetos do Executivo sem discussão”, ponderou a vereadora. Para o atual presidente da Casa, Juvenil Silvério (PSDB), a nova mesa diretora deve promover melhorias na transparência dos gastos.

“Hoje, todos os gastos são em nome da direção da Casa. Acho que cada gabinete deveria ter verba própria e o vereador, a responsabilidade de prestar contas”, disse. Para Luiz Mota (DEM), a Câmara precisa dialogar mais com a sociedade. “É preciso diálogo com todos os setores”.

Entre os que se elegeram pela primeira vez, Calasans Camargo (PRP) avalia que é preciso evitar “votações na calada da noite, de última hora, porque isso só provoca desgastes”. “Temos que ter autonomia e transparência”, disse. Carlos Tiaca (PMDB) avalia que, se houve renovação de parte do colegiado, é sinal que a sociedade quer mudanças. “Temos que ter sintonia com a comunidade”, disse.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 10/12/2012

Fundação Cultural encerra o ano com espetáculos

O CET – Centro de Estudos Teatrais recebe, no período de 07 a 11 de dezembro, às 20h, as peças de encerramento com os alunos dos cursos de teatro, realizados, gratuitamente, pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) durante o ano. Nesta sexta-feira, dia 07, tem o espetáculo “Gotas”, da Turma do 2º ano de teatro,  com cenas curtas, misturando as emoções do drama e da comédia.  Já no final de semana, dias 08 e 09, o público pode conferir a peça “Filhos de Gaia”, da Turma de Teatro Iniciantes, que traz a mitologia grega para mais perto do público.

No dia 10, a Turma de Teatro do Centro Cultural Clemente Gomes apresenta o espetáculo “Aquele Que Diz Sim, Aquele Que Diz Não”, sobre a jornada de um menino que encontra várias surpresas pelo caminho. E para finalizar as apresentações, no dia 11, os alunos do Clemente Gomes voltam a se apresentar com a peça “Pluft – O Fantasminha”, voltada para as crianças, que conta a história de um fantasma que, mesmo sendo muito medroso, enfrenta várias confusões para ajudar a sua amiga.

Entrada franca: Todos os espetáculos têm classificação livre e entrada franca, não sendo necessária a retirada de ingressos.

Programação:

  • 07/12 – 20h
    Gotas
    Turma 2º ano de teatro
    Monitor: Allex Cardozo
    Sinopse: Gotas é um espetáculo  de cenas curtas criadas, escolhidas e co- dirigidas pelos alunos, emoção, alegria e drama no mesmo palco.
  • 08 e 09/12 – 20h
    Filhos de Gaia
    Turma de Teatro Iniciantes
    Monitor: Allex Cardozo
    Sinopse: O universo de Magia da Mitologia é trazido à tona, onde Titãs, deuses, ninfas e mortais tentam nos dar as respostas da nossa aventura na terra. Amor, poder, traições e atitudes heróicas serão colocadas à prova.
  • 10/12 – 20h
    Aquele Que Diz Sim, Aquele Que Diz Não
    Texto de Bertolt Brecht
    Turma de Teatro do Centro Cultural Clemente Gomes
    Monitor: Diego Fonjac
    Sinopse: A peça retrata a trajetória de um menino que, vendo sua mãe doente, decide partir, acompanhado de seu professor e de estudantes em uma perigosa jornada em busca de remédios e instruções para curá-la. A princípio está disposto a tudo, mas ele não possui consciência da real profundidade dos problemas com os quais irá se deparar. Saberá ele julgar o valor de uma vida? De várias? E de vidas diferentes?
  • 11/12 – 20h
    Pluft – O Fantasminha
    Texto de Maria Clara Machado
    Turma de Teatro do Centro Cultural Clemente Gomes
    Monitor: Diego Fonjac
    Sinopse: Pluft é um fantasminha muito esperto, que tem medo de gente e vive num sótão com sua mãe. Para salvar a menina Maribel, neta do velho Capitão Bonança, que foi seqüestrada pelo temível Pirata Perna de Pau que está em busca do tesouro escondido na casa da família fantasma, Pluft vence seus medos para ajudar a nova amiga. Nesta aventura Pluft não está sozinho, conta com a ajuda de sua Mamãe Fantasma, de seu Tio Gerúndio e de três medrosos e atrapalhados amigos de Maribel, os marujos: João, Julião e Sebastião que vão ao seu auxílio.

Serviço: CET – Centro de Estudos Teatrais – Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (entrada pelo Parque da Cidade). Informações: (12) 3924-7358

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 07/12/2012

Museu na cidade tem palestra sobre cultura para moradores

O Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), realiza nesta sexta-feira (7), palestra com o professor José Rogério Lopes, com o tema ‘Cultura Popular e Educação’. O encontro marca o encerramento das atividades de formação desenvolvidas neste ano pelo Museu do Folclore, por meio dos projetos Dialogando com o Folclore e Ciclo de Estudos. A palestra é gratuita e acontece no auditório da FCCR, a partir das 19 horas, sem necessidade de inscrição prévia.

O projeto Dialogando com o Folclore abordou o tema ‘Antropologia, patrimônio cultural imaterial e formação humana: aportes sobre educação e cultura’ e foi ministrado durante seis encontros pelo antropólogo e pesquisador André Luiz da Silva, da Universidade de Taubaté (Unitau). Já o Ciclo de Estudos, coordenado pela antropóloga e pesquisadora Cascia Frade, ocorreu em oito encontros com diversos palestrantes, que enfatizaram o tema ‘Arte e Alteridade: Cultura Popular’.

Perfil do palestrante – José Rogério Lopes é graduado em Pedagogia pela Universidade de Taubaté (Unitau). Possui mestrado e doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Antropologia Urbana e em Políticas Públicas, atuando principalmente nos seguintes temas: identidade, ação social, religiosidade popular, políticas culturais e cidadania. Atualmente é professor titular e coordenador do PPG em Ciências Sociais da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS).

Serviço: Auditório da FCCR – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 07/12/2012