Prefeitura participa de Fórum Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

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A Prefeitura de São José dos Campos vai participar do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Ciência, Tecnologia e Inovação, evento que será realizado na segunda (19) e terça-feira (20), durante a 65ª Reunião Geral da Frente Nacional dos Prefeitos em São Paulo.

O Fórum será no dia 19, no Novotel Jaraguá e os secretários e dirigentes interessados em participar podem se inscrever pelo link:

http://www.65reuniaogeral.fnp.org.br/index.php?option=com_inscricoes65b&view=inscrioform&Itemid=126.

 

A Prefeitura será representada pelos secretários de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia, Sebastião Cavali; e de Educação, Célio Chaves, que ministrarão, respectivamente, palestras sobre “Políticas de Desenvolvimento de Ciência, Tecnologia e Inovação” e “Tecnologia e Inovação em benefício da Educação Pública”, temas do plano de governo de Carlinhos Almeida.

 

Em sua palestra, o secretário Sebastião Cavali apresentará o CECOMPI (Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), considerado uma das principais ferramentas de promoção da ciência, tecnologia e inovação de São José dos Campos.

 

Outro ponto alto do Fórum será a apresentação da Altave, uma start-up selecionada para integrar o Centro Empresarial II do Parque Tecnológico, cuja atividade principal da Altave é a transmissão de dados por meio de balões. Um dos grandes projetos da empresa para a cidade é levar internet banda larga para a comunidade rural de São Francisco Xavier.

 

Programação

Segunda-feira (19)

14h

Abertura

André Gomyde – Presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Ciências, Tecnologia e Inovação

 

14h15

Palestra do Secretário de Desenvolvimento Econômico da Ciência e Tecnologia de São José dos Campos – Sebastião Cavali

Tema: Políticas de Desenvolvimento de Ciência, Tecnologia e Inovação – Case Cecompi (Centro para Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista)

 

14h45

Palestra do Diretor de Novos Negócios da Altave – Leonardo Nogueira

Tema: Soluções Tecnológicas Inovadoras para o Município – Case Altave

 

15h30

Palestra do Secretário de Educação de São José dos Campos – Célio Chaves

Tema: Tecnologia e Inovação em benefício da Educação Pública

Feira de Tecnologia e Inovação terá 16 palestras no Parque Tecnológico

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A primeira Feira de Tecnologia e Inovação do Vale do Paraíba, a RM Vale TI, terá 16 palestras ministradas por profissionais do setor nos dias 21 e 22 de maio, no Parque Tecnológico – São José dos Campos. Para participar das palestras, os interessados devem se inscrever pelo site http://rmvaleti.com.br/.

 

Organizada pelo CECOMPI, pela ACI (Associação Comercial e Industrial) e pelo Parque Tecnológico, com o apoio da Prefeitura de São José dos Campos, a RM Vale TI é voltada para empresas de comércio, indústria e serviços e às prefeituras da região.

 

O objetivo é apresentar e divulgar serviços e produtos inovadores capazes de melhorar a gestão de negócios e a lucratividade de empresas usando ferramentas de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC).

 

Programação

 

21 de maio

14h30

As lacunas e os principais desafios na administração pública brasileira, com Mário Pascarelli Filho, coordenador geral da FAAP

 

15h30

Alinhamento estratégico de Tecnologia da Informação, Pessoas e Processos, com Leonidas Orjuelas, da Audisis Vale Consultoria de Negócios

 

16h30

Desafios e oportunidades para o crescimento das empresas e a melhoria de serviços para o cidadão, com Martinho Francisco dos Santos, diretor da OnSet

 

17h30

A neurotecnologia das vendas, com Júlio Pereira, presidente da Humanity Assessoria e Treinamentos

 

18h30

Estratégias governamentais para o desenvolvimento de Smart Cities/Smart Grid no Brasil, com Carlos Fress, especialista e líder em projetos de Smat Cities/Smart Grid

 

19h30

Estratégia digital para os negócios,  com Sérgio Cintra, diretor da SC Soluções

 

 

22 de maio – Auditório 1

14h30

Tecnologia subsidiada para a competitividade da micro, pequena e média empresa, com Mari Katayama e Vicente N. G. Mazzarella, do NT-MPE

 

15h30

Como o investimento em tecnologia pode se tornar uma fonte de resultado, com Marcelo Guadagnin, diretor da DM4 Brasil

 

16h30

Novo consumidor digital, com Armindo Ferreira, diretor da Cruz & Ferreira Comunicações

 

18h30

Gerando resultados por meio da integração e manutenção de recursos e dados disponíveis (aplicabilidade na iniciativa privada e governo), com Renato Teodoro Tocaxelli, da GRC Business Executive

 

19h30

Impactos da tecnologia no ambiente de trabalho, com Vanessa Polli, sócia fundadora da Polli Assessoria Digital

 

22 de maio – Auditório 2

15h

Como fazer marketing com vídeos na internet, com Kadu Potinatti, da Vídeo Click

 

16h

Informações da área fiscal e tributária voltadas ao comércio e indústria, com Roseli Maria Ronchi, presidente do Sindicato dos Contabilistas de São José dos Campos e região

 

17h

Trabalhe melhor em equipe em qualquer lugar: Google Apps for business, com Gastón Tourn

 

18h

Inovação: o código genético dos vencedores, que será herdado por seus descendentes, com Sérgio Indech, diretor da Capital de Ideias Produtos de Comunicação

 

19h

O mundo é mobile, e você? Arthur de Castro Araújo, da Movile Connect

Universidade holandesa pode abrir centro de pesquisas em São José

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A Faculdade de Engenharia Aeroespacial da Universidade Tecnológica (TU) de Delft, na Holanda, está planejamendo abrir uma unidade de pesquisas em São José dos Campos. Este e outros projetos foram mencionados no encontro realizado nessa segunda-feira (31) na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (SDECT), com participação de representantes da instituição holandesa, do ITA (Instituto de Tecnologia Aeronáutica) e da Embraer.

 

“Já temos um centro de pesquisas em Campinas e avaliamos a possibilidade de ter outro aqui, em São José dos Campos”, disse Hesther Bijl, diretora da faculdade, ressaltando que o principal objetivo da visita é fomentar com o ITA um acordo de cooperação para intensificar o intercâmbio de estudantes e professores, e realizar pesquisas conjuntas.

 

Com 15 mil estudantes e 4,7 mil funcionários, Faculdade de Engenharia Aeroespacial de Delft é uma das instituições tecnológicas de ensino mais conceituadas da Europa. Ela tem projetos em andamento com a Embraer, a Unesp (Universidade Estadual Paulista) e a Academia da Força Aérea. “Essa visita é uma grande oportunidade para fortalecer nossas relações – por exemplo, através de workshops – e talvez desenvolver novas parcerias”, destacou a diretora.

 

A comitiva holandesa conheceu o Parque Tecnológico e o CECOMPI e programou uma visita ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) em sua próxima vinda à cidade, ainda neste semestre.

Brasil e Canadá assinam acordo para formação na área espacial

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Representantes das agências espaciais do Brasil e do Canadá assinaram nesta segunda-feira (17) no Parque Tecnológico de São José dos Campos um Acordo de Cooperação para a formação de profissionais e estudantes qualificados em disciplinas relacionadas ao espaço.

A cerimônia de assinatura foi pouco antes de uma série de palestras proferidas por especialistas dos dois países no âmbito da Missão Espacial Canadense no Brasil, organizada pela Agência Espacial Brasileira (AEB), o Consulado Geral do Canadá em São Paulo e a Agência Espacial Canadense (CSA), com o apoio da Secretaria municipal do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (SDECT).

O secretário Sebastião Cavali foi um dos palestrantes do primeiro painel de negócios, mediado pelo diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Carlos Alberto Gurgel Veras, e que teve como tema: “Aplicações da Tecnologia Espacial para o Desenvolvimento Social e Econômico”.

O principal objetivo da Missão Espacial Canadense ao Brasil é buscar o desenvolvimento do setor aeroespacial fomentando parcerias estratégicas entre governos, instituições e empresas dos dois países nas áreas de ciência, tecnologia e inovação.

“Um de nossos maiores desafios é sincronizar desenvolvimento econômico e inovação espacial. Para que nossa indústria seja capaz de atender nossa demanda, ela precisa se tornar mais competitiva. E todos os atores envolvidos – Governo, Estado, Prefeitura, empresas, universidades e centros de pesquisa – devem trabalhar juntos neste sentido”, enfatizou o secretário Sebastião Cavali.

“Assim como o Canadá, o Brasil é um país de dimensões continentais, que precisa muito da tecnologia espacial. É imprescindível que o país domine essa tecnologia, e um dos caminhos possíveis para alcançar este objetivo é através de parcerias internacionais”, disse o diretor da AEB.

O primeiro dia do evento contou com a presença de mais de 100 pessoas, entre representantes da Prefeitura, das agências espaciais do Brasil e do Canadá, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), da Câmara de Comércio Brasil Canadá (CCBC), do Parque Tecnológico, do CECOMPI (Centro para Inovação e Competitividade do Cone Leste Paulista) e de várias empresas brasileiras e canadenses do setor aeroespacial.

Empresa aeronáutica dos EUA instala unidade no Pq. Tecnológico da Univap

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A Dallas Aeronautical Services (DAS) está instalando em São José dos Campos sua primeira unidade fora dos Estados Unidos. Ela ficará no Parque Tecnológico da Univap e sua atividade é a produção e reparo de materiais compósitos para a indústria aeronáutica, além de ser  especializada em testes e reparos de radomes, estruturas leves que abrigam as antenas de radares nos aviões.

A unidade tem 600 metros quadrados de área construída em um galpão cedido pela Univap.
A fábrica, que deverá iniciar suas atividades em junho deste ano, vai ocupar um espaço de 6 mil metros quadrados. A indústria prevê investir US$ 2 milhões na unidade joseense, que será operada num primeiro momento por cinco a dez funcionários altamente qualificados.

As discussões com a Prefeitura de São José começaram no início do ano passado. “A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia nos deu todo o suporte e orientação necessários para facilitar nossa instalação”, disse Paulo Dominonni, diretor administrativo da empresa no Brasil.

A DAS, que tem como clientes pesos pesados do setor aeronáutico internacional, como a Boeing, a Bombardier, a Gulfstream e a HawkerBeechcraftandBeechjet, está buscando se consolidar no mercado brasileiro antes da Copa do Mundo deste ano e dos Jogos Olímpicos de 2016.

“O segmento de reparo e reconstrução de peças de aviões e helicópteros é relativamente jovem no Brasil. Ou seja, tem bastante espaço para crescer. Nossa intenção é gerar empregos e transferir tecnologia para o país”, afirmou o paulistano Eliezer da Silva, diretor de Desenvolvimento de Negócios da companhia.

Na unidade joseense, a empresa produzirá materiais compósitos para jatos executivos, com foco no desenvolvimento de novas tecnologias e inovação. O projeto também envolve uma oficina de reparos em processo de certificação junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

“A instalação da DAS em São José demonstra os esforços empreendidos pelo governo para trazer empresas e empregos de alta qualidade tecnológica para o município”, disse o secretário do Desenvolvimento Econômico, Sebastião Cavali.

Embraer Defesa assume grupo de tecnologia de tráfego aéreo

A Embraer Defesa e Segurança fechou contrato para a compra de 50% das ações da Atech Negócios em Tecnologia, empresa nacional de sistemas que atua na área de Defesa. Desde 2011, a divisão de Defesa da Embraer já era dona de 50% das ações da Atech. Com a aquisição, divulgada ontem, a Embraer Defesa e Segurança passa a deter 100% das ações da companhia, que presta consultoria, suporte técnico e logístico e desenvolve sistemas de tecnologia para as Forças Armadas. A empresa foi responsável por desenvolver, para a Aeronáutica, todo o sistema usado para o controle do tráfego aéreo no país.

Batizado de Sigma (Sistema Integrado de Gestão de Movimentos Aéreos), o novo sistema foi testado, pela primeira vez, em junho deste ano, durante a Copa das Confederações. O produto foi criado para modernizar o Sisceab (Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro), usado pelos controladores de voo. Segundo o presidente da Atech, Jorge Ramos, o Sigma é capaz de reduzir o impacto dos voos atrasados e os custos operacionais das companhias aéreas. Ele integra em uma base de dados as informações repassadas pelas empresas, aeroportos e órgãos de controle com as informações meteorológicas. “O objetivo é planejar melhor a movimentação do espaço aéreo brasileiro, com pelo menos uma semana de antecedência”, disse Ramos,em nota.

Segundo a Embraer, a conclusão do negócio ainda está sujeita ao cumprimento de determinadas condições usuais para esse tipo de transação, que deverá exigir avaliação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). “A associação entre as duas empresas tem sido extremamente positiva, criando diversas oportunidades de negócio e contribuindo para ampliar o portfólio de produtos e serviços nas áreas de sistemas, defesa e segurança e controle de tráfego aéreo, complementares ao negócio aeronáutico”, disse, em nota, Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança. “Além disso, o fato de poder contar com o reconhecimento internacional da Embraer ajuda a reforçar o posicionamento da Atech no mercado brasileiro e no exterior.”

A Atech desenvolve soluções estratégicas de comando, controle e inteligência e disponibiliza serviços de consultoria especializada e suporte técnico. Com sede em São Paulo, a empresa passou a atuar, também, no Parque Tecnológico de São José.

Volta das Pichações tem auxilio de Tecnologia para Combate

A Secretaria de Defesa do Cidadão vai usar tecnologia contra as pichações. O governo instalou um serviço de inteligência na Guarda Municipal e vai criar um banco de dados dos infratores, com um aplicativo para celular que possibilite à população enviar fotos e filmagens sem a sua identificação. O aplicativo, segundo o secretário José Luis Nunes, está em fase de testes e deve ser aplicado em breve. A prefeitura também vai instalar no COI câmeras móveis em locais que não possuem monitoramento eletrônico, para que a Guarda possa fiscalizar atos de vandalismo, pichações e outros crimes.

A cruzada também envolve a aplicação de multas mais pesadas, que podem variar de R$ 100 a R$ 15 mil, ações judiciais e parcerias com a Polícia Militar para acompanhar o registro das infrações. Em agosto, O VALE mostrou que os pichadores voltaram a agir em São José devido à falta de fiscalização. Segundo o secretário, a Guarda intensificou a fiscalização nas ruas e, na última semana, 5 pessoas foram detidas, 4 adultos e 1 adolescente. “Houve uma mudança no perfil do pichador. Antes, tínhamos mais adolescentes flagrados, agora são pessoas mais velhas. Em média, já aplicamos multa no valor de R$ 600 por danos ao patrimônio”, afirmou Nunes.

O banco de dados vai ajudar na identificação do perfil do pichador, a que grupo ele pertence, sua idade e até onde ele compra a tinta para pichar. A secretaria tem uma equipe de 13 pessoas para limpeza dos muros pichados. De janeiro a julho de 2013, a equipe pintou 2.312 muros. No ano passado, 3.945 muros. Quando um imóvel particular é pichado pela primeira vez, o proprietário fornece a tinta e a prefeitura, a mão de obra. No caso de reincidência, a prefeitura faz todo o serviço. A lei municipal 7.815/2009 proíbe pichações e fixação de papéis em áreas públicas e particulares. A multa pode variar de R$ 100 a R$ 15 mil. O infrator pode ter pena que varia de 6 meses a4 anos de detenção.

Conjunto começa a praticar atividades sustentavéis na cidade

Projetos desenvolvidos por empresas no Vale do Paraíba consolidam a região como referência de sustentabilidade, palavra da vez do século 21. As boas práticas envolvem desde o plantio de mudas para o reflorestamento de nascentes, passando pela economia de energia e redução da emissão de CO². Na Johnson & Johnson, por exemplo, o programa Health Future 2015 (futuro saudável) segue a todo vapor, com três projetos a serem concluídos ainda este ano na planta de São José dos Campos, que representarão uma redução de consumo e emissão anual total de 945 MWh de energia, 874 toneladas de CO² e 191 mil m3 de gás combustível. “Focamos na proteção ambiental, no desenvolvimento de pessoas e no retorno financeiro”, disse o gerente de Manutenção e Infraestrutura da Johnson, Alex Francisco Gomes. Entre os projetos da unidade estão a modernização dos tanques de aquecimento de água que suprem o restaurante da empresa, a expansão dos equipamentos de alta eficiência em resfriamento para o complexo farmacêutico Janssen e a instalação de duas novas caldeiras para reduzir o consumo de gás natural e emissão de CO². “Trabalhamos produtos de concepção mais limpa e custeio menor.”

A economia de recursos é ainda maior quando o conceito de sustentabilidade é aplicado a partir do prédio que abriga a empresa. Este é o caso do Santos Dumont Hospital, inaugurado pela Unimed São José em 2009 e que colhe os frutos da economia verde. O equipamento utilizado para gerar o Ar Medicinal, por exemplo, tem consumo zero de água. “Só nesse item já foram economizados mais de 11 milhões de litros de água desde que o hospital foi inaugurado, em 2009. Isso representa R$ 162.700 de economia”, disse o administrador de tecnologia em Saúde, Lúcio Flávio Brito. Anualmente, o hospital – que possui terreno total de 7.275m² — consome 264 KW/m²/ ano. A quantidade é bem abaixo dos 320 KW/m²/ ano recomendados para os prédios sustentáveis

E na Monsanto, uma parceria com a Secretaria do Meio Ambiente de São José já recuperou quatro áreas de nascentes nos bairros Urbanova, Jardim Santa Inês e Campos São José. A iniciativa faz parte do Programa de Revitalização de Nascentes Urbanas, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que mapeou 33 áreas de nascentes em perímetro urbano de São José dos Campos e conta com uma estimativa de investimento na ordem de R$ 150 mil. Tão importante quanto as ações sustentáveis é saber a melhor forma de comunicar seus resultados ao público. Este foi o diferencial buscado pela Fibria, de Jacareí, que optou por de lançar seu Relatório de Sustentabilidade 2012 para iPad na loja da Apple.

Os diferenciais consistem em animações e arquivos de áudio e vídeo, além do acesso direto aos links da versão completa do relatório na internet. O conteúdo já pode ser baixado gratuitamente em português e inglês. O Relatório de Sustentabilidade da Fibria, além de apresentar os principais resultados do ano nas áreas econômico-financeira, socioambiental e de governança, faz um balanço dos resultados obtidos até o momento para as Metas de Sustentabilidade de Longo Prazo e mostra os desafios estabelecidos para 2013.

Na Embraer, a gestão de pessoas integra o pacote de sustentabilidade. Na última quarta-feira, teve início o programa Miniempresa, que tem como principal objetivo estimular o espírito empreendedor dos jovens. O programa é realizado pelo Instituto Embraer de Educação e Pesquisa desde 2002, por meio de parceria com as Secretarias Municipais de Educação de São José, Gavião Peixoto e Botucatu e a Associação Junior Achievement do Estado de SP, uma ONG originária dos Estados Unidos que é responsável pela metodologia. Na próxima terça acontece o programa Empresário-Sombra por um Dia, também realizado em parceria com a Junior Achievement. Os estudantes acompanham um dia de trabalho de um empregado da Embraer que atua na área de interesse do aluno. Os alunos são indicados pelo Ismart (Instituto Social Para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos). E na quarta terminam as inscrições para o 10º PPS (Programa Parceria Social) do Instituto Embraer de Educação e Pesquisa. A iniciativa reconhece e apoia os melhores projetos de organizações sociais sem fins lucrativos que, em parceria com empregados voluntários, desenvolvam atividades voltadas à Educação.

Policias da cidade conta com a tecnologia para Segurança

Feriado de 1º de maio, quarta-feira, 11h40. O Copom (Comando de Operações da Polícia Militar), em São José dos Campos, atende uma chamada de emergência sobre um acidente envolvendo um carro e um caminhão no Jardim Santa Inês, na zona leste da cidade. Cerca de 10 minutos após acionar o 190, uma viatura chega ao local para prestar o atendimento. A resposta com a presença da PM ocorreu graças à tecnologia e à inteligência empregadas na comunicação do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior 1), com os policiais das 39 cidades da RMVale.

O VALE embarca com você nesta viagem para desvendar o setor de inteligência da comunicação da PM. O Copom atende cerca de 186 mil ligações por mês, uma média de 6.200 pedidos de socorro por todo o Vale do Paraíba e Litoral Norte. Do total de contatos, 21% são trotes, um velho problema enfrentado pela corporação, que tem uma média diária de 1.240 ‘atendimentos perdidos’.

Por meio da chamada 190, podem ser despachadas viaturas do serviço de rádio patrulhamento, policiamento ambiental, rodoviário, bombeiros e ronda escolar. As chamadas são registradas em pontos de atendimento e enviadas para o setor de despachos de viaturas, segundo o chefe do Copom, capitão Arlindo Soares Henrique da Silva Júnior.

“Os policiais são treinados para atender no mais breve tempo e obter informações detalhadas sobre a emergência. Em algumas situações, somente com as orientações dos atendentes, vidas podem ser salvas. Temos casos de crianças que tiveram suas vidas salvas graças à orientação passada aos pais durante o socorro que antecedeu a chegada da viatura do bombeiro”, disse o capitão. Só em abril, segundo ele, foram dois casos de engasgamento de crianças resolvidos pelo Copom por telefone.

Toda a comunicação é gravada para o controle de procedimentos. Atualmente são 130 policiais que atuam no processo de atendimento e despacho das viaturas da PM. “O nosso Copom foi o primeiro a ser regionalizado no interior, o que resultou no retorno de cerca de 200 policiais militares para o policiamento das 39 cidades. Seguimos os padrões da capital”, disse Silva Junior.

O despacho das viaturas e o atendimento são feitos pelo sistema de rádio comunicação. Além disso, o sistema permite o acompanhamento e o deslocamento de 100% da frota, por meio do equipamento TDM (Terminal Móvel de Dados), os tablets, que permitem pesquisar os bancos de dados da PM sobre veículos, armas e pessoas.

Todo esse serviço, em São José dos Campos, é complementado ainda pelo videomonitoramento transmitido diretamente pelo COI (Centro de Operações Integradas), da Secretaria de Defesa do Cidadão. “A tecnologia tornou-se parte integrante da atividade policial deixando-a mais rápida, segura e eficiente, certificada pelo ISO 9001:2008 nos idiomas inglês e português”, afirmou o capitão Silva Júnior, lembrando os 2 milhões de pedidos de socorro registrados em 2012.

A frota da Guarda Civil Municipal de São José já está circulando com um tablet acoplado ao painel dos veículos. Com isso, as 34 viaturas têm agora equipamentos ligados ao COI, o que dará mais segurança e rapidez no atendimento das ocorrências. Os tablets serão monitorados por um telão, segundo a Secretaria de Defesa do Cidadão. O policiamento ostensivo de bicicletas e motocicletas também utiliza o Terminal Portátil de Dados, que permite identificar a localização exata do soldado, auxiliando-o em caso da necessidade de apoio. “Todo esse sistema de atendimento fornece ao gestor de segurança pública indicadores para a administração operacional da PM”, disse o capitão da PM, Antero Baraldo.

O Vale

Publicado em: 20/05/2013

Transporte Coletivo integra tecnologia para melhorias

As empresas que operam o transporte coletivo em São José dos Campos sob concessão Expresso Maringá, Saens Peña e CS Brasil elegeram a tecnologia como a principal ferramenta para tentar resolver os gargalos do sistema na cidade. Segundo usuários, os principais problemas são a superlotação de passageiros nos horários de pico, atraso dos ônibus e golpes no cartão eletrônico.

Ao todo, as empresas estão investindo R$ 11 milhões para renovar, aumentar e modernizar a frota de 388 ônibus. Eles serão equipados com computadores, câmeras e sistemas que visam ampliar o controle da operação em tempo real. Em junho, segundo diretores das companhias, chegam à cidade os nove ônibus articulados capazes de levar 50% a mais de passageiros. Os veículos serão usados nas linhas com problemas de superlotação, especialmente nos horários de pico.

Mas as empresas cobram da Secretaria de Transportes a criação de faixas exclusivas para a circulação dos ônibus em corredores viários e em regiões adensadas, como a central, sul e leste. Segundo diretores das empresas, boa parte dos atrasos e da superlotação dos veículos se dá por causa do trânsito congestionado em São José, principalmente nos horários de pico, entre 5h30 e 7h30 e das 16h30 às 19h30.

Operando 35 linhas com 124 ônibus da cor verde, a Expresso Maringá tem 40 ônibus novos, mais econômicos e espaçosos, e faz testes com um modelo articulado, que está sendo empregado na linha da ECO (Estação de Conexão de Ônibus), no Campos de São José. “Vamos colocar quatro câmeras em todos os carros para aumentar o controle da operação em tempo real”, disse Kátia Moreira, coordenadora de Recursos Humanos da Expresso Maringá.

Os 130 ônibus da cor azul da Saens Peña, que trafegam em 32 linhas, estão ganhando computadores de bordo para melhorar a comunicação entre o motorista e a central de operação da empresa. “Sabemos onde está o veículo, se está atrasado ou adiantado, e poderemos interagir com o motorista para dinamizar a operação”, afirmou Cristina Melo, coordenadora de monitoramento da Saens Peña. As 35 linhas sob a responsabilidade da CS Brasil, que opera com 134 ônibus da cor amarela, irão ganhar 51 veículos novos neste ano, equipados com rede de internet sem fio para os passageiros. Em São José, as três empresas contam com GPS nos coletivos, que permitem o monitoramento da frota.

Usuários do sistema de transporte coletivo em São José ainda sofrem com ônibus lotados, atrasos nos pontos e uma das passagens de ônibus mais caras do país. Para eles, o sistema precisa melhorar, e rápido. “Tenho que pegar três ônibus por dia e sempre encontro os coletivos muito cheios. Já cheguei a perder a viagem por causa disso”, disse Maria Ester Brito, 43 anos, doméstica que mora na região sul da cidade.

Diretor da Avetep (Associação das Empresas de Transporte do Vale do Paraíba), Rubens Fernandes disse que o valor da passagem não é repassado integral para as empresas, em razão da gratuidade no sistema. “Mais de 33% dos usuários não pagam. Em março, da tarifa de R$ 3,30, as empresas receberam R$ 2,07”, afirmou. “Por isso, por contrato, o reajuste da tarifa tem que ser anual”.

O Vale

Publicado em: 06/05/2013