Fundação Cultural lança livro sobre Folclore na cidade

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) lançam no dia 9 de dezembro (domingo), às 15 horas, o livro O Saber e o Fazer no Museu do Folclore, 22º volume da Coleção Cadernos de Folclore, de autoria do pesquisador e historiador Fábio Martins Bueno. A solenidade de lançamento acontece na área externa do Museu do Folclore, no Parque da Cidade.

Na programação do lançamento consta também a abertura de uma exposição fotográfica com imagens feitas durante as pesquisas com os ‘fazedores’ da cultura popular local, tema central do livro. As fotos foram produzidas pela pesquisadora e historiadora Maria de Siqueira Santos e também por Fábio Bueno. A exposição será montada na Sala das Panelas do Museu do Folclore e ficará aberta para visitação por um período de 30 dias. Após a solenidade haverá uma apresentação do Clube de Choro Pixinguinha, que tem apoio da FCCR.

Primeira vez
Pela primeira vez a Coleção Cadernos de Folclore aborda uma atividade específica realizada pelo Museu do Folclore, no caso,  o Programa Museu Vivo, desenvolvido pelo Museu há 14 anos e com a participação espontânea  de mais de 150 ‘fazedores’ da cultura popular local. O livro traz entrevistas e fotos com 19 destes ‘fazedores’, mostrando um pouco da vida e do saber de cada um, em diferentes áreas.

Para a presidente do CECP, a cientista social Angela Savastano, “poder registrar em livro um programa dessa natureza é muito importante para o Museu do Folclore, pois a obra estará à disposição para diferentes interessados no estudo da cultura popular da nossa região”, enfatizou. “Foi muito prazeroso poder realizar este trabalho e espero que as pessoas gostem do resultado”, destacou o pesquisador Fábio Bueno.

O livro tem tiragem de 1.500 exemplares (colorido, 108 páginas, tamanho 21cm x 24 cm), e será distribuído gratuitamente à bibliotecas, escolas, instituições do gênero e interessados. Também ficará à disposição para consulta e empréstimo na Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, do Museu do Folclore.

Perfil do autor
Fábio Martins Bueno é graduado em História pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Possui, pela mesma universidade, os títulos de especialista em História e Ensino de História e mestre em História Social, na linha ‘Culturas, Representações e Religiosidades’. Participa do Grupo de Pesquisa ‘Epistemologias e metodologias da história’, tendo publicado, em livro produzido pelo grupo, artigo que investiga a relação entre cinema brasileiro e história. Tem experiência como docente e como escritor de textos didáticos. Já trabalhou com a produção de vídeo e programas de rádio.

Serviço: Museu do Folclore – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: (12) 3924-7318.

Fundação Cultural de São José

Publicado em: 03/12/2012

Cidade tem Show na praça no Domingo para moradores

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) leva neste domingo, dia 25, às 18h, para a Praça Deputado Ulisses Guimarães, no Jardim Aquárius – zona oeste de São José dos Campos – um show com o cantor Peleco.
A apresentação acústica (voz e violão) é composta por um repertório com composições de grandes nomes, como: Cazuza, Alceu Valença, Caetano Veloso, Almir Sater e Elvis Presley, além de autorias próprias do cantor. Além da apresentação musical, o show apresenta ainda, uma estrutura visual, com luzes e imagens em LED.
A apresentação é gratuita, sem limite de idade e faz parte do projeto Peleco On The Road, que comemora os 22 anos de carreira do cantor.

Sobre o cantor – Reconhecido como intérprete de grandes artistas, Peleco tem sua identidade no estilo Pop/Rock com grande influência da MPB. Seu primeiro CD conta com participações especiais de Alceu Valença, George Israel (Kid Abelha), Milton Guedes e Netinho (Bahia). Ao todo, o artista realizou mais de três mil shows em cerca de duzentas cidades, atingindo algo próximo de um milhão de pessoas. Além do Brasil, Peleco já levou sua música à Inglaterra, França, Peru e Uruguai.

Serviço:  Praça Deputado Ulisses Guimarães – Jardim Aquárius. Informações: (12) 3924-7317.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 23/11/2012

Espaço Cultural de Sarau Literário na cidade

O Espaço Cultural Flávio Craveiro, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), no Dom Pedro I, realiza, no dia 17, sarau literário e show de música com o cantor joseense Júlio Rhasec e a Banda A Máquina. Às 17h, o espaço recebe um grupo de moradores da região para o sarau literário “Nós daqui, para refazer laços”, onde vão proclamar poesias, contar histórias e partilhar conhecimentos e experiências.

Logo após o sarau, às 20h, o Espaço Cultural Flávio Craveiro se transforma em palco para o show de música “A cor do santo já não importa tanto assim”, com o cantor Júlio Rhasec e banda A Máquina, que apresenta um repertório de músicas de autoria do cantor.  As atividades, que fazem parte das comemorações da Semana da Consciência Negra, comemorado em 20 de  novembro, são gratuitas e não há a necessidade de retirada de ingressos.

Júlio Rhasec e  A Máquina – Depois de 17 anos de estrada participando de vários projetos musicais com estilos variados, Julio Rhasec, cantor e compositor joseense, assume o seu primeiro trabalho solo, resultado de vários anos de pesquisa e aprendizado. Neste show, o repertório é baseado no resgate das composições mais antigas e da fase mais atual que tem forte influência do movimento Manguebeat. Julio Rhasec (voz) é acompanhado pela banda A Máquina, formada por Gabriel Salve (guitarra e voz), Marcelo Lira (baixo e voz) e Ricardo “Lagarto” (bateria).

Serviço: Espaço Cultural Flávio Craveiro – Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I. Informações: (12) 3966-1136

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 14/11/2012

Confira a programação completa da Fundação

Entre os dias  06 a 11 de novembro, São José dos Campos contempla a literatura em todos os seus aspectos nas artes cênicas.  Durante este período, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) realiza a 46ª Semana Cassiano Ricardo, com uma programação diversificada, e um espaço exclusivo para a divulgação e comercialização das obras dos escritores da cidade.

Serão cerca de 20 apresentações – entre dança, teatro e música – para todas as idades, e o que é melhor, realizadas em vários pontos da cidade, promovendo, em mais uma ação cultural, a descentralização, levando a arte para mais perto da população.

Entrada franca: Todas as apresentações são gratuitas, porém, para os espetáculos que acontecem no CET, Teatro Colinas e Espaço Cultural Cine Santana os interessados deverão retirar os ingressos com uma hora de antecedência, no local. Para as demais apresentações a entrada é livre e sem necessidade de ingressos.

Clique aqui para ver a Agenda Programação.

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 08/11/2012

Fundação cultural tem peça de teatro hoje na cidade

Hoje, dia 07, às 20h, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) recebe no Espaço Cultural Flavio Craveiro, dentro da programação da 46ª Semana Cassiano Ricardo, a literatura junto às artes cênicas com a Cia. Teatro São Paulo, que apresenta a comédia “Terra nos Olhos”.

Escrita por Carlos Meceni e Murilo Dias Cesar, a peça é uma tragicomédia que retrata situações inusitadas com muito humor, tratando de ambição, traição e cobiça. O espetáculo é indicado para maiores de 14 anos, a entrada é franca e não é necessário retirar ingressos com antecedência no local, basta chegar e assistir.

Sinopse – Existem situações que nos parecem impossíveis de vivê-las, mas com muito humor, a comédia “Terra nos Olhos”, apresenta as mais diversas situações inusitadas. Por ordem médica não adiantamos nada sobre a história que você será envolvido, mas garantimos que um cirurgião, acima de qualquer suspeita estará de olho em você.

Ainda na Semana… Até o dia 11 de novembro, a 46ª Semana Cassiano Ricardo traz apresentações que representam o melhor da literatura nas mais diversas formas de manifestação artística: tem peças teatrais de todos os gêneros, sarau, música para todas as idades e apresentações de dança. Além disso, o Espaço dos Escritores Joseenses, dedicado exclusivamente aos autores de São José dos Campos, já está acontecendo na livraria MaxSigma, do Vale Sul Shopping. No local, além da exposição e comercialização de livros, haverá lançamentos, bates-papos com os autores e sessão de autógrafos. Confira a programação completa.

Serviço: Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I. Informações: (12) 3924-7349

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Publicado em: 08/11/2012

Cine Santana da cidade completa 60 anos

O Espaço Cultural Cine Santana, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), localizado no bairro de Santana, um dos mais antigos de  em São José dos Campos,  completa 60 anos de existência com uma programação especial, que será aberta ao público nesta sexta-feira (26), a partir das 19h.

A comemoração tem abertura com a Banda de Santana, tocando músicas de cinema. Em seguida, será lançado o vídeo “Memórias de Santana”, com depoimentos que trazem histórias e recordações dos moradores do bairro. O vídeo foi realizado por meio do programa “Memórias”, do Departamento de Patrimônio Histórico e produzido e editado pela FCCR,  com a proposta de  estimular as reflexões sobre o patrimônio cultural.

Outro lançamento que será realizado pelo espaço são os 15 cartões postais, que têm estampadas imagens de Santana, feitos pelos alunos da oficina de fotografia do espaço cultural, que mostram as belezas e particularidades do bairro.

E para encerrar o evento, mais som com os alunos da oficina de viola caipira que também fazem aulas no Cine Santana, que prometem agitar o público apresentando um show de música sertaneja. Entrada franca – Todas as atividades têm entrada franca e não é necessário retirar ingressos com antecedência, basta chegar e aproveitar.

História – Tão logo foi inaugurado, em 12 de outubro de 1952, o Cine Santana passou a ser  um marco na cultura do município. Seu palco foi idealizado para propiciar tanto a exibição de filmes como apresentações de teatro, dança, entre outras manifestações artísticas. Seu apogeu, nas décadas de 50 e 60, foi com a exibição de películas de Mazzaropi, Hollywood e grandes produções cinematográficas brasileiras, além de receber espetáculos como do “rei” Roberto Carlos e outros nomes nacionalmente conhecidos. Mas, como a maioria dos cinemas do país, no fim da década de 70, sofreu com a chegada das salas cinematográficas aos shoppings, iniciando seu processo de decadência. Na década de 80, sobreviveu com a exibição de filmes pornográficos, se tornando, posteriormente, uma igreja evangélica. Em 1994, entretanto, sua função foi restabelecida, quando a FCCR alugou o prédio para desenvolver atividades culturais: nascia, então, o Espaço Cultural Cine Santana.

Espaço Cultural Cine Santana – Atualmente, o espaço possui um auditório com capacidade para 300 pessoas, onde recebe peças teatrais e grupos musicais. Também promove a exibição de filmes com entrada gratuita para a população por meio do projeto Cinema Como Antigamente. Além disso, o espaço ainda oferece cursos gratuitos nas áreas de música, teatro e artes plásticas.

Serviço: Espaço Cultural Cine Santana – Av. Rui Barbosa, 2005 – Santana. Informações: (12) 3942-1226

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 25/10/2012

Espaço cultura da cidade completa 16 anosa

O Espaço Cultural Flavio Craveiro, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), recebe neste sábado (27), às 20h, em comemoração aos seus 16 anos de existência, a Cia Jovem de Dança de São José dos Campos, que realiza a pré-estreia da apresentação “Martim Cererê: O Brasil Menino”.

O espetáculo é uma adaptação do livro “Martim Cererê”, escrito pelo poeta joseense Cassiano Ricardo, para um espetáculo de dança contemporânea. “Para essa adaptação realizamos estudos e pesquisas sobre a vida e obra do autor, para que os bailarinos interpretassem com fidelidade a obra, captando todo o seu lirismo e mostrando em forma de dança a história de Martim Cererê”, conta a coordenadora da Cia. Jovem de Dança, Fernanda Ribeiro.

O espetáculo será apresentado sob as canções do maestro e compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos, por este ter sido defensor de idéias modernistas forte característica Na obra Martim Cererê. A entrada é franca e não é necessária a retirada de ingressos com antecedência, basta chegar e assistir.

Martim Cererê – O livro mais conhecido de Cassiano Ricardo foi publicado pela primeira vez em 1928, no auge da campanha renovadora, iniciada pela Semana de Arte Moderna, com ilustrações de Di Cavalcanti. A obra, escrita de forma lírica e poética, se fundamenta no mito tupi do Saci-Pererê, manifestando uma conciliação das três raças formadoras da cultura nacional, a indígena, a africana e a portuguesa. Mesclando essas três fontes lingüísticas, ele elabora o que foi chamado de mito do Brasil-menino.

Cia Jovem de Dança de São José dos Campos – Criada em 2005, pela FCCR, a Companhia Jovem de Dança de São José dos Campos teve seu projeto inicial totalmente reformulado em 2010 com a proposta de incentivar a formação de bailarinos, dando prioridade aos jovens da cidade. Dividida em três núcleos (juvenil, semiprofissional e profissional) nos gêneros ballet clássico e dança contemporânea. É a única Cia. De dança do Vale do Paraíba de formação artística.

Serviço: Espaço Cultural Flavio Craveiro – Av. Lênin, 200 – D. Pedro I. Informações: (12) 3966-1136

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 25/10/2012

Fundação Cultural da cidade comemora aniversário

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), comemora em outubro deste ano, 60 anos do prédio que hoje abriga o Espaço Cultural Cine Santana, tombado pelo Comphac – Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural do Município de São José dos Campos, em 12 de julho de 2002 , como Patrimônio Histórico do Município.

Um pouco de história – Inaugurado em 12 de outubro de 1952, o espaço foi idealizado para a exibição de filmes e apresentações de teatro, dança, entre outras manifestações artísticas. Possuía dois projetores de cinema de 35 mm, com iluminação a carvão.

Na década de 50 e 60, o Cine Santana atingiu recordes de público com as exibições dos filmes de Mazzaropi e de grandes produções brasileiras, da Atlântica e Vera Cruz. Recebeu, também, grandes espetáculos para a época, como o do cantor Roberto Carlos, entre outros grandes nomes do meio artístico.

Juntamente com o Cine Paratodos foi, durante muito tempo, o único espaço de espetáculos e lazer da cidade – já que na época de sua inauguração, o Teatro São José já havia sido desativado, em 1940.  De acordo com o Comphac, o Cine Santana sempre esteve ligado à vida da comunidade de Santana, principalmente como espaço das relações sociais e da diversão, ao mesmo tempo em que é testemunha das mudanças ocorridas no entretenimento de massa no país e no mundo, além de presenciar as importantes mudanças na organização do bairro e na cidade, na vida urbana e nos meios de lazer que a população local utilizava.

No fim da década de 70 sofreu uma queda com a chegada das salas cinematográficas aos shoppings, mas sobreviveu. Na década de 80, passou a exibir filmes para maiores de 18 anos. Depois disso, se transformou em uma igreja evangélica.

No entanto, em 1994, sua função foi restabelecida, quando a Fundação Cultural Cassiano Ricardo alugou o prédio para desenvolver atividades culturais: nascia, então, o Espaço Cultural Cine Santana. Além de reunir em seu interior e fachada traços marcantes da história do bairro de Santana, um dos bairros mais antigos da cidade, hoje o Espaço Cultural Cine Santana é um local para grandes apresentações de dança, teatro, exibição de filmes, encontros com artistas, diretores, produtores, entre outros eventos.

O espaço tem capacidade para 300 pessoas sentadas, palco com aproximadamente 12m de largura, 9m de profundidade, com urdimento, uma rotunda, quatro coxias (1,5m) e pano de boca; camarins; acesso para pessoas portadoras de deficiência e espaços reservados para cadeirantes. O hall de entrada recebe exposições e o espaço conta ainda com salas para cursos gratuitos de teclado, canto coral, história em quadrinhos, violão e viola caipira, que fazem parte do projeto Arte nos Bairros, da FCCR, atendendo mais de 350 alunos.

Com o objetivo de estimular as reflexões sobre o patrimônio cultural, a partir das memórias e histórias contadas por moradores e ex-moradores do bairro, a FCCR, por meio do Programa Memórias está recebendo fotos, imagens, relatos e histórias dos próprios moradores de Santana, para a criação de um acervo documental e histórico, com registros do bairro, relatados e vividos pelos próprios habitantes do local. Não é necessário a doação das fotos, imagens ou documentos, todo o material apresentado será copiado pela FCCR e mantido no acervo, sendo devolvido posteriormente ao proprietário. Para participar é só procurar o Espaço Cultural Cine Santana.

Serviço: Espaço Cultural Cine Santana – Avenida Rui Barbosa, 2005 – Santana. Informações: (12) 3942-1227.

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Cassiano Ricardo – FCCR

Publicado em: 10/10/2012

Politica Cultural usa Teatro Invertido como simbolo

São José dos Campos pode continuar carente de um Teatro Municipal nos próximos quatro anos.  Pelo menos é esse o cenário que se desenha no que depender dos candidatos a prefeito da cidade. Líder nas pesquisas, Carlinhos Almeida (PT) promete estimular a produção cultural, criar bibliotecas descentralizadas e restaurar o Cine Teatro Benedito Alves, no centro. Quando o assunto é o Teatro Municipal, contudo, ele diz que retomará as obras, assim que possível.

Mesma opinião tem o candidato do PSDB, Alexandre Blanco. Ele garante que vai construir o novo teatro “no meu governo, nós vamos construir o Novo Teatro Municipal, o maior da região, para atrair grandes espetáculos para a cidade” mas isso não depende só dele.

Há quase cinco anos, a atual administração de São José começou a construir o novo Teatro Municipal. Aquele que seria um dos mais modernos centros culturais da região, porém, virou motivo de piada. Com os alicerces construídos de forma invertida, a porta de entrada do teatro, que seria voltada para dentro do Parque da Cidade, foi construída com frente para a Avenida Olivo Gomes.

Desde então, o terreno, que deveria abrigar um moderno espaço cultural com infraestrutura para receber grandes eventos, tornou-se um grande matagal. O erro na execução da obra virou caso de Justiça. Para investigar e apontar os responsáveis, que podem ter que ressarcir os cofres públicos em mais de R$ 600 mil, o Judiciário interditou o terreno onde o teatro começou a ser construído. Não há prazos para um desfecho.

Ator, diretor, pesquisador de teatro, cinema e televisão e professor na Unitau, João D’Olyveira afirma ser fundamental para a democratização da cultura a existência de um num grande centro cultural. “Ainda mais quando pensamos em São José, uma cidade que é referência no Vale do Paraíba, com potencial para ser uma cidade circuito, atrais pessoas de outros lugares.”

D’Olyveira explica que é preciso abolir a ideia de que a construção de espaços culturais é menos importante do que escolas, hospitais. “O espaço cultural é uma escola e acaba sendo um hospital com a função de curar a doença cultural. Precisamos abolir a imagem que é só um espaço de lazer”, disse.

O pesquisador explicou que os grandes centros culturais começaram a ser pensados na segunda metade do século passado na França e Inglaterra, para na década de 1980 surgir com muita força em São Paulo. “É um espaço onde você consegue fomentar políticas culturais. Onde você pode assistir e incentivar a produção. O centro tem esse poder e deve ter essa função. Dele, você estimula os vários saberes.”

O Vale

Caraguatatuba tem Opera Cantada na cidade

Espetáculo construído com referências da novela “A Dama das Camélias”, de Alexandre Dumas Filho e da ópera “La Traviata”, do compositor italiano Giuseppe Verdi e do libretista Francesco Maria Piave, preservando as principais árias e duetos da ópera, os detalhes da novela original e um pouco da imaginação do autor.

Duração:

90 min. Classificação: 14 anos

Entrada Franca
24/8 – sexta-feira, 20h

Quer saber mais sobre a peça? Clique aqui e confira.