Almôndegas de Forno

Servida como prato principal de carne moída, tem molho de páprica como opção

 Ingredientes

  •     100 g de farinha de rosca
  •     3 ovos
  •     160 ml de leite
  •     1 colher (sopa) de óleo
  •     100 g de cebola picadinha
  •     4 dentes de alho amassados
  •     1 kg de carne moída
  •     salsinha picadinha e sal a gosto

Molho de Páprica

  •     3 colheres (sopa) de manteiga
  •     3 colheres (sopa) de farinha de trigo
  •     1 colher (sopa) de páprica picante
  •     ½ colher (sopa) de páprica doce
  •     500 ml de creme de leite fresco
  •     sal a gosto

Modo de preparo – Almôndegas de Forno

1 – Misture bem numa tigela 100 g de farinha de rosca, 3 ovos, 160 ml de leite e deixe descansar por 15 minutos.

2 – Numa frigideira, em fogo médio, aqueça 1 colher (sopa) de óleo coloque 100 g de cebola picadinha e 4 dentes de alho e refogue até a cebola murchar. Retire do fogo e deixe esfriar.

3 – Depois de frio, transfira o refogado de cebola e alho para a tigela com a mistura de farinha de rosca (reservada acima), adicione 1 kg de carne moída, salsinha picadinha e sal a gosto e misture bem até formar uma mistura homogênea. Com as mãos, pegue pequenas porções de massa e enrole formando almôndegas.

4 – Numa assadeira quente e untada com óleo coloque as almôndegas e leve ao forno médio pré-aquecido a 220°C por +/- 40 minutos ou até dourar. Retire do forno e sirva em seguida.
Molho de Páprica

1 – Numa panela coloque 3 colheres (sopa) de manteiga e leve ao fogo médio até derreter. Acrescente 3 colheres (sopa) de farinha de trigo, misture bem e deixe cozinhar por 1 minuto. Junte 1 colher (sopa) de páprica picante, ½ colher (sopa) de páprica doce, 500 ml de creme de leite fresco, sal a gosto, misture e deixe ferver. Retire do fogo e sirva em seguida.

Rende 24 porções

Cidade Oferece Segredos da Cozinha Caipira

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Da Terra À Mesa – Segredos Da Cozinha Caipira – Paraibuna (SP)

Integrando o projeto Slow Food, que valoriza o prazer aliado à alimentação consciente e a preservação cultural, o passeio em Paraibuna vai destacar os prazeres da cozinha caipira, sua simplicidade e seus sabores, incluindo bate-papo e oficina gastronômica com o culinarista João Rural. No roteiro, visita ao Mercado de Paraibuna e ao sítio Rancho Fartura, com almoço incluso.
Inscrições na Central de Atendimento a partir de 01/06.

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Mais Informações:

SESC São José dos Campos
Dia(s) 20/06
Saída às 8h, no estacionamento do Parque Santos Dumont.

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R$ 102,00 (2x R$ 51,00)  [inteira]
R$ 68,00 (2x R$ 34,00)    [trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes]
R$ 78,00 (2x R$ 39,00)    [usuários e seus dependentes]

Região ficará sem gás de cozinha devido a greve

O Vale do Paraíba corre o risco de ficar sem gás de cozinha a partir de amanhã. O estoque atual do produto é inferior a 10% do considerado normal, de acordo com o Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás LP).

O problema é provocado pela greve dos distribuidores, que chega hoje a 17 dias na região. A audiência de conciliação entre o Sindminérios (Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo) e o Sindigás ontem no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), de Campinas, terminou sem acordo.

O VALE ligou em três fornecedores em Taubaté e em dois em São José e em todos eles não havia gás ontem. De acordo com um dos fornecedores, que não quis se identificar, o produto está em falta. “Quando recebemos, chegam apenas 40 botijões que saem todos em menos de uma hora. O cliente liga e não temos o que dizer”, disse. “Tenho medo de ficar sem gás, principalmente agora no feriado. Geralmente recebo visitas”, disse a biomédica Paola Barreto Nascimento, 35 anos, de São José.

Para atender seus clientes, entre donas de casa e comerciantes, o representante da Ultragaz do bairro Gurilândia de Taubaté, Luis Antônio Alves Matos, tem buscado o botijão no Rio de Janeiro. Segundo ele, o custo ao consumidor sobe R$ 3 em cada um.

“Estamos trabalhando com muita dificuldade. Tem fornecedor que não tem condição de buscar em outro Estado e fica dois, três dias sem vender. Quem sai perdendo também é o consumidor, que paga mais caro. A partir de quinta-feira até sábado vai faltar gás. Não tenho dúvida disso. Os distribuidores não trabalham no feriado e nem sábado”, afirmou Matos. Em média, o botijão que custa cerca de R$ 35 tem sido encontrado por quase R$ 70.

São José atende às cidades do Vale, Litoral Norte, Serra e sul de Minas Gerais. Em média, são produzidos 55 mil botijões por dia para atender à demanda. Com a greve, a produção caiu para 22 mil, apenas 40% do total. Além dos cerca de 7.000 botijões engarrafados por dia pela Consigáz, que já fechou acordo salarial com o sindicato.

Esse número, exigido por lei, atende primeiramente os prestadores de serviços essenciais, como hospitais, clínicas e escolas. “A prioridade está sendo atendida. Nesses locais não haverá falta de gás. Mas claro, se a demanda da população for maior que a oferta, vai faltar”, disse a diretora do Sindminérios, Valéria Medeiros.

Está marcada para hoje, às 8h, assembleia com funcionários das distribuidoras do gás LP. Nela, de acordo com o sindicato, deverá ser determinada a manutenção da greve por tempo indeterminado. “Até que as partes entrem em acordo, ficaremos em greve. O objetivo era acabar com isso hoje (ontem), mas o sindicato patronal está inflexível.” Agora, o Sindigás vai encaminhar pedido à Justiça do Trabalho para avaliar o dissídio, na tentativa de pôr fim à greve dos 700 trabalhadores.

O Vale

Publicado em: 14/11/2012