Igrejas da cidade oferecem cursos de idiomas

Paróquias da região estão com inscrições abertas para cursos gratuitos de inglês, espanhol e italiano para pessoas interessadas em atuar como voluntárias na Semana Missionária. O evento acontece simultaneamente em todas as dioceses do país. Somente a região de São José dos Campos devem receber cerca de 2 mil jovens de diversos países. Depois de uma semana na região, os peregrinos seguirão para o Rio de Janeiro onde se encontrarão com o Papa Bento XVI na Jornada Mundial da Juventude.

O único requisito para se inscrever nos cursos é estar interessado em atuar como voluntário durante a permanência dos estrangeiros na região. Os voluntários que fizerem o curso vão tratar diretamente com os estrangeiros, auxiliando na localização e comunicação dos jovens com outros fiéis católicos.

Ao todo estão disponíveis 165 vagas, sendo 120 vagas para o curso de inglês, 30 para o curso de espanhol e 15 para o curso de italiano. Os cursos tem duração média de 20 semanas, com duas horas/aula, uma vez por semana. A Catedral São Dimas oferece cursos de inglês e espanhol. Já a Paróquia Espirito Santo, no Jardim Satélite tem inscrições para os cursos de inglês e italiano. Em Jacareí a Paróquia Imaculada Conceição, a Matriz, oferecerá o curso de inglês.Os cursos começam no final do mês, por isso é preciso correr. As inscrições são aceitas somente pelo email: [email protected]

De acordo com Sueli Oliveira, coordenadora do Setor Lingüístico da Comissão Diocesana para a Semana Missionária, a expectativa é que o setor lingüístico abra novas vagas em abril. “Este curso é específico para os voluntários que vão atuar na Semana Missionária, então o interessado em fazer o curso precisa estar inscrito como voluntario”, alertou a responsável.

Publicado em: 07/01/2013

Teatrão da cidade pode virar centro esportivo para moradores

O prefeito de São José, Carlinhos Almeida (PT), vai levar adiante a proposta de retomar o controle público do Teatrão, na Vila Industrial, para a construção de um complexo poliesportivo na zona leste da cidade. Carlinhos pretende negociar com a diretoria do São José a permuta do espaço por um centro de treinamento e uma nova sede social para o clube.

A retomada do Teatrão pela prefeitura vem sendo negociada há dois anos e ganhou força com uma ação do Ministério Público que investiga o desvio de finalidade do espaço doado pelo Poder Público ao São José há 31 anos.

A rejeição do conselho deliberativo do clube foi o maior entrave enfrentado pela antiga administração, mas Carlinhos conta agora com a simpatia do grupo. Segundo o prefeito, o Teatrão pode ser melhor aproveitado se voltar ao controle da prefeitura, mas o São José não pode ser prejudicado. Defensor da ideia de que o prefeito deve ser parceiro do clube na promoção do futebol, Carlinhos afirma que a construção de um centro de treinamento pode ajudar o time. “Acho que poderemos estabelecer uma relação com o São José e com o conselho deliberativo. Eu acredito que é viável construirmos uma solução que não prejudique o São José, mas que permita que a cidade recupere seu espaço”, disse Carlinhos.

Na avaliação do petista, o espaço pode ser transformado em uma área de lazer. “Acho que ali podemos ter um equipamento para região leste bastante interessante, evidentemente podemos fazer isso, também apoiando o São José.”

Segundo ele, a questão será discutida entre a direção do São José e o secretário de Esportes. “Nós queremos e achamos que é melhor que a cidade receba de volta o Teatrão. Essas tratativas serão feitas pela secretaria competente.”

Presidente do São José, o vereador Robertinho da Padaria (PPS) também considera viável à proposta de permuta do Teatrão. Segundo ele, a iniciativa pode garantir ao clube as instalações necessárias para alojar e treinar de modo adequado a equipe de futebol. “Hoje o Teatrão está sub judice e esse processo pode levar anos.

Até lá, todo o complexo pode ruir. Esse espaço poderia retornar à prefeitura desde que o São José fosse recompensado com um centro de treinamento e uma sala para as reuniões.” A direção do São José avalia que o clube não tem condições financeiras de manter as instalações do Teatrão. O custo de manutenção chega a R$ 30 mil por mês. Hoje, o equipamento vem sendo subutilizado, cedido para treinos de equipes de boxe da prefeitura e transformado em depósito de material esportivo.

O Vale

Publicado em: 07/01/2013

Chineses tentam se acostumar com novos hábitos

Ainda tímidos, meio sem jeito, e ‘arrastando’ o português, os chineses começam a chegar na região para trabalhar em duas empresas que devem gerar milhares de empregos, a Chery, em Jacareí, e a Sany, em São José.

O número de chineses que virão ao Vale não foi divulgado pelas fábricas, mas estima-se que cerca de 3.000 virão inspecionar as obras e o início dos trabalhos até o final de 2013. A maioria deve trocar o país oriental pelo ocidental pelo período de três anos. E nesse prazo, terão que se adaptar aos costumes e à comida brasileira.

“O ambiente é muito bom”, disse pausadamente Zhou Jian, engenheiro de qualidade da Sany, 28 anos. Agora, ele é chamado de Victor, um nome de ‘guerra’, mais fácil de ser pronunciado pelos colegas na região. Da casa dos pais onde morava em Xangai –a maior cidade da República Popular da China e uma das maiores áreas metropolitanas do mundo, com mais de 20 milhões de habitantes direto para um apartamento no Jardim Aquarius, na região oeste de São José.

Há três meses na cidade, Jian já tem sua opinião. “É fácil morar aqui. As pessoas são muito simpáticas”. A maior dificuldade de adaptação apontada pelos chineses é a língua portuguesa. “É muito difícil de aprender e falar”, disse Jian, que há um mês faz aula particular com uma professora de português.

Mesmo assim, eles tentam se comunicar e fazer amizades em um país com costumes e tradições completamente diferentes com o que estavam acostumados. Eles foram buscar no esporte uma maneira de interagir entre eles e os moradores da região. Durante a semana, o ponto de encontro ocorre na praça Ulysses Guimarães, no Aquarius. Lá, eles jogam basquete e praticam corrida. “Aqui é um pouco quente. E aqui fora, o ar é fresco.

Gosto de ver as pessoas”, disse o engenheiro. O tempero brasileiro agrada uns e desagrada outros. “A comida é muito, muito diferente, tem muito tempero. Não gosto. Prefiro frutas como laranja, manga e limão”, afirmou Jian.

Já seu colega de corrida, Wang Ji, engenheiro da Sany, 28 anos, gostou de churrasco. “Adoro churrasco. É muito famoso, mas um pouco caro”, disse Ji, que não fala português e conta com a ajuda de Jian. Jian e Ji tentaram mostrar uns passos da dança, mas não levam muito jeito. Ji prefere música sertaneja. “Gostei de Luan Santana”, disse.

No Carnaval, alguns funcionários da Sany desfilaram no Escola Unidos do Álcool, cujo tema era a China. A Chery vai operar nos setores de funilaria, montagem e pintura e estará concluída no segundo semestre de 2013. Já a Sany, inaugurou em maio a linha de montagem de guindastes sobre caminhão.

De olho em uma das 3.000 vagas de emprego que devem ser abertas pela Chery em Jacareí, o bailarino Danilo Ferreira Barros, 28 anos, aproveitou o projeto da prefeitura da cidade em parceria com a Unesp (Universidade Estadual Paulista) e tratou de correr atrás de aulas de mandarim.

“Vi como uma boa oportunidade de melhoria de qualidade de vida e conseguir um emprego melhor”, disse ele. Dos seis exames de proficiência, aplicados no Instituto Confúcio, em São Paulo, Barros já foi aprovado em um com 190 pontos a prova valia 200.

Para ele, escrever é mais difícil do que falar. “É muito diferente, não tem conjugação. Tem que ter muita vontade e disciplina porque vale a pena. Tenho certeza que estou mais qualificado e capacitado para concorrer aos postos de trabalho”, afirmou o bailarino.

Para a professora de mandarim, Li Yingying, 24 anos, falar bem o chinês pode significar um trabalho melhor. “Acredito que uma pessoa pode ser mais competitiva se ela falar fluentemente tanto inglês quando chinês”, disse. Para concorrer a uma vaga, é preciso ter ensino fundamental completo. Segundo a Prefeitura de Jacareí, são nove módulos e 280 pessoas estão na lista de espera.

O Vale

Publicado em: 07/01/2013

Depois de um bom tempo, Fórum abrirá para população

O novo Fórum de São José dos Campos abre as portas amanhã, pela primeira vez, para o público geral. É quando termina o recesso do Judiciário, que começou em 20 de dezembro de 2012. Nesse período, o atendimento ficou restrito a casos emergenciais ou audiências previamente marcadas.

Inaugurado em 17 de dezembro do ano passado, o novo prédio ainda não foi aberto ao público. A construção demorou sete anos para ficar pronta, teve seis adiamentos da data de inauguração e custou mais de R$ 30 milhões.

De acordo com o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), o Fórum funcionará das 9h às 19h, mas com horários diferentes para funcionários, advogados e o público geral. O atendimento ao público começa às 12h30 e vai até as 19h. Advogados podem ser atendidos no horário integral.

“É o primeiro dia para o público conhecer o novo Fórum. É uma data que marca um divisor de águas para o Judiciário na cidade”, disse o desembargador Paulo Ayrosa. O novo prédio no Jardim Aquarius, região oeste de São José, tem 19 mil metros quadrados de área construída. A entrada é pela avenida Salmão, e não pela avenida Vicente Penido.

O Vale

Publicado em: 07/01/2013

Cargos dentro da Prefeitura são cobrado de Carlinhos

O prefeito de São José, Carlinhos Almeida (PT), deve retomar a partir da próxima semana a política de distribuição de cargos para vereadores que integram a base aliada na Câmara, repetindo a estratégia adotada pelo PSDB nos últimos 16 anos.

Os 17 vereadores da base de apoio do petista foram orientados a enviar currículos ao governo e trabalham com a expectativa de manter a mesma cota de cargos dos anos anteriores entre 20 e 30 cargos por partido. Um total de 12 partidos apoiam Carlinhos.

Hoje, a máquina pública possui cerca de 400 cargos de livre nomeação, com salários que variam de R$ 1.200 a R$ 8.700 mensais. Na gestão tucana, os cargos foram fatiados entre os partidos aliados que garantiam sustentação ao governo na Câmara. Nesse modelo, cada partido aliado do governo controlava entre 20 e 30 cargos nas administrações direta e indireta modelo que pode se repetir na gestão do PT. O governo nega partilha política.

Segundo vereadores ouvidos ontem por O VALE, é esperada uma sinalização do petista para que os partidos encaminhem os currículos de seus quadros técnicos. Eles admitem que entre os possíveis indicados estão ex-candidatos que ajudaram a puxar votos para os partidos nas eleições de 2012.

“Estamos aguardando uma sinalização. O PV gostaria de fazer parte da nova administração. Temos pessoas competentes no quadro do partido”, disse o vereador Rogério Cyborg (PV). Segundo ele, a executiva do PV já acenou que o partido quer ser valorizado na composição política.

Para o vereador Walter Hayashi (PSB), a definição de nomes do segundo e terceiro escalões deve ser iniciada na próxima semana. “Existe uma pressão grande dos quadros técnicos do partidos, mas é precipitado fazer esta discussão agora”, disse Hayashi.

Segundo ele, os secretários precisam assumir suas pastas para avaliar necessidades. “Estamos na expectativa, mas ainda não sabemos quais serão os critérios. Temos cadastro de vários nomes que podem ser encaminhados”, completou Hayashi.

A presidente da Câmara, Amélia Naomi (PT), que é mulher de Carlinhos, disse que o governo deve definir uma estratégia em relação à distribuição dos cargos. “Eles governo irão avaliar. Eu não sei qual será a estratégia e teremos de aguardar do secretário de Governo uma decisão”.

Como o PSDB é o único partido de oposição ao governo petista, os quatro vereadores da sigla podem ficar de fora da partilha de cargos. “Não há negociação de cargos com a atual administração. Sou oposição ao governo como vereador e não tenho nenhuma ligação com a prefeitura”, disse ontem Fernando Petiti (PSDB).

O Vale

Publicado em: 04/01/2013

Motoristas podem recorrer sobre multas na cidade

E tem gente que além de pagar o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), Seguro Obrigatório e Licenciamento em janeiro ainda tem ‘aquela’ multa que sobrou de 2012. O motorista pode e deve recorrer da infração. Muitos condutores, no entanto, deixam o recurso de lado porque temem perder tempo e principalmente dinheiro, mas o procedimento é simples e pode ser feito inclusive por outra pessoa.

Em São José dos Campos, por exemplo, o motorista deve apresentar na Secretaria de Transportes RG e CPF ou CNH ou  ainda documento de identidade de conselhos ou ordens de classes (OAB, CREA, etc) ou documento de identidade de militares ou polícias do estado ou RNE (Registro Nacional Estrangeiro).

Quem trabalha no horário comercial pode enviar os documentos por terceiros. Quem entrar com a multa não pode esquecer de apresentar em anexo aos documentos uma cópia simples do documento de identificação de quem recorre da multa.

Em 2012 a prefeitura de São José arrecadou menos com multa em relação à 2011. Foram R$ 10,6 milhões recolhidos no ano passado, valor 15% menor que no mesmo período de 2011, quando R$ 12,5 milhões foram para o caixa do governo. Foram 17,44% menos multas.

Mas, infelizmente, isso não significa que o motorista estava mais prudente. A queda nos índices de infração pode ser facilmente explicada pelos dois meses que a cidade ficou sem fiscalização eletrônica para a troca dos radares. Informações sobre recursos de multa também podem ser obtidas pelo telefone: 3925-2000

Publicado em: 04/01/2013

Casa do Idoso oferece atividades no início deste ano

Atividades serão realizadas durante duas semanas nas unidades de São José dos Campos. A Prefeitura abre nesta segunda-feira (7) as inscrições para a Colônia de Férias que será realizada nas três unidades da Casa do Idoso, no período de 21 de janeiro a 1º de fevereiro, das 8h às 11h30. Para se inscrever, basta ter mais que 60 anos e apresentar a carteirinha da unidade que frequenta.

Este ano, a Colônia de Férias da Casa do Idoso tem como tema os “Anos 60”. Nas três unidades, mantidas pela Secretaria de Desenvolvimento Social, serão desenvolvidas atividades recreativas, gincana, oficinas, jogos, bingo e brincadeiras aquáticas. A Colônia será realizada durante duas semanas, de segunda a sexta – de 21 a 25 de janeiro e de 28 de janeiro a 1º de fevereiro, sempre no período da manhã. São esperados cerca de 600 participantes – 200 idosos em cada unidade.

A inscrição pode ser feita na recepção das unidades. Quem não possui a carteirinha deverá se inscrever na unidade apresentando os documentos pessoais e o comprovante de endereço.

Unidades

  • Casa do Idoso Centro
    Rua Euclides Miragaia, 508 – Centro
  • Casa do Idoso Sul
    Avenida Andrômeda, 2.601 – Bosque dos Eucaliptos
  • Casa do Idoso Leste
    Rua Cidade de Washington, 164 – Vista Verde

Prefeitura Municipal de São José

Publicado em: 04/01/2013

Procon dá orientação ao consumidor sobre material escolar

O Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor) lançou um guia com orientações para os pais da região sobre material, uniforme e transporte escolar. O objetivo é deixar o consumidor ciente de seus direitos e garantir uma compra com qualidade.

Antes de sair às compras, verifique quais os itens que restaram do período letivo anterior e a possibilidade de reaproveitá-los. Depois, faça uma pesquisa em diferentes estabelecimentos comerciais. “A diferença de preço entre uma loja e outra é absurda. É importante ter disposição para pesquisar os valores”, disse Sérgio Werneck, diretor do Procon de São José.

Segundo ele, a pesquisa também deve ser feita na rede varejista que pode apresentar um bom preço porque compra em quantidade maior. Werneck frisou que a escola não pode indicar marca, modelo ou livraria onde o material deve ser comprado.

Outra dica do Procon é evitar comprar materiais licenciados com personagens ou logotipos famosos, pois normalmente o preço é bem mais alto. “É complicado. Acabo cedendo um pouco e claro que fica mais caro”, disse o engenheiro Guilherme de Oliveira Marcório, 25 anos, que faz este ano a primeira compra de material escolar para a filha de 6 anos, em São José.

Já a médica Rosângela Polydoro dos Santos, 36 anos, levou apenas a filha de 10 anos às compras. O filho de 4 anos ficou em casa. Ela deve gastar cerca de R$ 500 mais os livros. “Sempre pesquiso, mas compro tudo em um lugar só. É mais prático”, disse ela. O consumidor deve contratar serviço que esteja inscrito na prefeitura e observar o contrato. O uniforme pode ser pedido somente se a escola possuir uma marca registrada.

O Vale

Publicado em: 04/01/2013

Vans Alternativas cobram cartão de passe na cidade

Os motoristas de vans do transporte alternativo de São José dos Campos vão pressionar o governo Carlinhos Almeida (PT) para conseguir a integração com os cartões eletrônicos utilizados pelos ônibus. O sistema permite ao passageiro pagar um único bilhete para usar várias linhas. A Associação do Transporte Alternativo da cidade reclama que a gestão de Eduardo Cury (PSDB) prometeu, mas não cumpriu a integração.

A categoria afirma ter perdido quase metade dos passageiros depois que o cartão foi adotado pelos coletivos e o passe de papel, extinto no final de 2011. O novo secretário de Transportes, Wagner Balieiro, disse que vai solicitar uma avaliação técnica e jurídica sobre o impacto da medida no transporte público.

Os motoristas de van afirmam que a demanda de passageiros caiu radicalmente desde abril de 2011, quando o sistema de cartão foi 100% integrado nos ônibus. “A gente levava até 450 passageiros por dia, mas hoje a média é de 230”, disse o motorista Everton Santos, 30 anos.

le diz que, mesmo em horários de pico, os usuários preferem os ônibus. “Eles esperam a gente passar para dar sinal, mesmo quando paramos antes dos ônibus”, afirmou Santos. “Tenho colegas que entregaram o alvará porque não estavam aguentando mais”, disse um motorista de 32 anos.

A integração da bilhetagem eletrônica com as vans tem o apoio da maioria dos passageiros ouvidos. “Se legalizaram as vans, é correto que eles também possam oferecer os mesmos serviços que os ônibus”, disse a auxiliar de departamento pessoal Zoraida Abdel Aziz, 48 anos.

Ela disse que ainda prefere as vans, mesmo com a limitação na forma de pagamento. “Eu prefiro pagar com dinheiro, mas usar as vans que são mais rápidas”, afirmou. Quem lucrava indiretamente com as vans também sente o prejuízo no bolso. “Isso aqui era lotado antes, agora o movimento caiu muito”, disse o vendedor ambulante Benedito Magela, 39 anos, que ontem estava com o isopor cheio em um ponto de embarque ao lado da praça Afonso Pena, no centro.

O presidente da Associação do Transporte Alternativo de São José, Fauze Conceição, afirmou que irá cobrar da prefeitura a integração do sistema. “Com essa mudança nagestão, vamos buscar agendar uma reunião com o novo secretário [de Transportes].”

Conceição disse que chegou a se reunir com representantes da administração passada, mas que não houve resultado prático. “Só ocorreram tratativas, agora tudo vai partir do zero novamente”, disse. O presidente da associação disse que não irá aceitar mudança nos itinerários. “A nossa luta é para colocar o sistema de cartão sem alteração de itinerário, queremos continuar nas linhas que já fazemos.”

Atualmente, as vans transportam 16 mil passageiros por dia em São José. São 80 carros que circulam em 16 linhas. Wagner Balieiro, que assume efetivamente o cargo de secretário de Transportes hoje, disse que irá estudar a possibilidade da integração da bilhetagem eletrônica nos alternativos. “Vamos ver os estudos que já existem, a legislação relacionada ao assunto e depois, com os dados, tomar alguma decisão”, afirmou.

Balieiro disse que os estudos servirão para avaliar a necessidade de cartões nas vans. “Precisamos saber do impacto que isso representa na cidade, no transporte feito nos ônibus. Vamos ouvir a todos.”

O Vale

Publicado em: 04/01/2013

Nova Dutra realizará construção de Marginal na cidade

A CCR Nova Dutra, concessionária que administra a rodovia Presidente Dutra pretende começar ainda neste mês a construção de mais um trecho da via marginal em São José dos Campos. A nova pista será construída entre os km 151 e km 154, sentido Rio-São Paulo, entre o viaduto Kanebo até o acesso ao Jardim das Industrias, próximo à empresa Johnson.

O prazo de execução da obra é de 18 meses ao custo de R$ 27 milhões. A construção deste trecho já estava previsto no contrato de concessão da rodovia que começou a vigorar em 1996. O grupo tem a concessão da estrada até o ano de 2021.

O trecho de São José dos Campos é um dos mais movimentados da rodovia no Vale do Paraíba com volume de trafego por dia – nos dois sentidos do trecho da rodovia, de 130 mil veículos.Deste total, 55% correspondem a veículos leves e o restante, veículos pesados.

Publicado em: 03/01/2013